16/10/2018

Cada vez mais cedo, brasileiros depositam confiança em previdência privada

 por conta da incerteza econômica no futuro, os brasileiros têm buscado cada vez mais na previdência privada uma promessa de segurança financeira. é o tão conhecido pé de meia, só que aprimorado.  aos 54 anos, a radialista sebastiana pereira de melo, a cida, resolveu fazer um plano de previdência privada, mas não para ela, e sim para o filho. ela conta que começou a poupar em 2011, quando ele tinha 13 anos de idade, pensando no investimento nos estudos mais adiante.  “eu pago até hoje porque ele ainda estuda e não tem renda. penso que ele poderia aproveitar para iniciar a vida profissional dele, depois que ele se formasse. mas ainda não ocorreu, só daqui a dois anos”, relata.  cida diz que chegou a ler sobre o assunto antes de poupar pela primeira vez, e ficou sabendo do seguro por meio da própria imprensa, lendo em jornais e revistas. em pouco mais de 7 anos, ela já depositou uma boa quantia, já que coloca na previdência aproximadamente 60 reais por mês. a radialista acrescenta que gostaria de ter começado bem antes.  “minha intenção era desde o início, quando ele nasceu. acho que o ideal é desde o nascimento, mas eu não tive as condições financeiras para isso”, argumenta.  poupe, mesmo que seja pouco  para a especialista e educadora financeira vivian rodrigues, cida está no caminho certo. “os jovens têm os juros compostos e o tempo a seu favor. quanto antes essa preocupação, ao lidar com o dinheiro, pensando no longo prazo, começar, melhor. pois tem mais tempo do dinheiro trabalhando e gerando juros sobre juros. o mesmo que acontece com uma dívida que vai acumulando e ficando cada vez maior, o mesmo pode acontecer de formar positiva”, explica.  as pessoas nem sempre começam a investir porque pensam que quantias menores não tratarão resultado no futuro. vivian rodrigues reforça que não importa o quão reduzido seja o valor aplicado, o importante é poupar.  “é natural que muita gente não comece logo no primeiro salário achando que ganha pouco e que, por isso, não vai coneguir poupar pouco. é importante criar o hábito de iniciar esses investimentos logo cedo, mesmo que o valor não seja muito significativo, e à medida que o salário vai aumentando, que a carreira vai crescendo, a gente cresce também com esses aportes e com as possibilidades que vão ser adquiridas no futuro”, elucida.  crescimento  segundo dados da federação nacional de previdência privada e vida (fenaprevi), as reservas aplicadas em seguros previdenciários passaram de r$ 319 bilhões em 2012 para mais de r$ 780 bilhões em 2018, o que mostra que em tempos de discussão e indefinição sobre a reforma da previdência, o seguro previdenciário tem sido uma importante alternativa.  o professor ailton costa é representante do sindicato dos corretores de seguros (sincor) junto à federação nacional dos corretores (fenacor), no rio de janeiro. ele explica que o modelo de previdência tradicional, feito junto ao governo, já é coisa do passado.  “isso não é uma exclusividade do brasil. países principalmente da europa começam a experimentar um esgotamento do modelo de previdência pública. a previdência privada é, certamente, o modelo complementar mais adequado para não desamparar o cidadão no momento em que ele decidir aposentar as chuteiras”, expõe.  ailton costa fala sobre os principais benefícios do seguro previdenciário privado. “o mais importante desses benefícios é o fiscal. isso não é generalizado, mas ele pode abater do imposto de renda aquilo que ele está contribuindo para a previdência complementar. um outro benefício é que, após cumprir um período de carência combinado previamente com a empresa, ele pode sacar e sair com o dinheiro a hora que ele quiser”, afirma.  preocupação com o futuro  o advogado francisco júnior é mais que precavido. ele conta que paga três previdências: a do inss, outra em um banco público e o seguro previdenciário privado. a principal preocupação, segundo ele, é com a saúde.  “uso a previdência privada para segurança financeira e também para abater no imposto de renda. já tem 8 anos que eu pago. quando eu aposentar, quero ter uma segurança para poder viajar, pagar um plano de saúde. quando se chega aos 60 anos, o plano de saúde dobra o valor, e a saúde no brasil é muito precária”, avalia.  fatores que devem ser observados por quem pretende fazer o pé-de-meia como a cida e o francisco são as taxas de cada seguro, de forma a fazer o valor render mais. o professor do sincor, c, explica que o dinheiro guardado debaixo do colchão não rende.   “se eu estou aplicando 10 e faço parte de um fundo que tem mais 10 aplicadores, então estamos aplicano 100. o poder de negociação do fundo é infinitamente maior neste caso”, analisa.   ponto de partida  e você aí, ainda ficou na dúvida sobre fazer mais uma despesa mensal ou garantir o futuro? o analista e educador financeiro giordano de souza diz que aplicar em seguro de previdência é uma questão de disciplina e de saber que o benefício não virá a curto, mas sim a longo prazo.  “temos a tendência costumeira e comportamental de satisfazer sempre as necessidades imediatas. diante de imprevisibilidades que ocorrem, nós então adaptamos o dia de amanhã para resolver o problema de hoje. essa é uma lei universal dos seres humanos. se eles estão preparados paras intempéries de amanhã, pode ser que amanhã não tenha tanto impacto assim. daí a importância da educação e do planejamento financeiro”, conclui. fonte: sagres por johann germano
16/10/2018

Algumas diferenças entre a Previdência do Servidor e o INSS

 muito se fala, no momento, em reforma da previdência com o objetivo de modificar o sistema estabelecido pela constituição federal, apresentando-se propostas que, no fundo, não fogem muito uma da outra. além disso e longe de querer avaliar propostas apresentadas, o fato é que todos que falam em reforma voltam sua carga aos servidores públicos afirmando que se trata de um sistema que precisa ser alterado. essa necessidade de alteração decorre do desequilíbrio das contas públicas que, com a crise econômica, fica mais evidente, principalmente quanto as despesas com pessoal. nunca é demais lembrar que quando a crise chegou fortemente ao país, vários regimes próprios encontravam-se no auge da transição de um regime de repartição simples para um de capitalização iniciada nos anos 2000, a qual, como era de conhecimento de todos, atingiria um ápice de necessidade de esforço financeiro, só não se esperava que esse pico ocorresse em um momento de crise econômica. situação que exigiu uma série de medidas como as que vem ocorrendo país a fora e a nível nacional na discussão de nova modificação nas regras previdenciárias do servidor. discussão essa que deve ser feita considerando alguns aspectos extremamente importantes, principalmente para aqueles que defendem uma unificação total dos sistemas previdenciários brasileiros, cujo marco inicial, deve ser, ao menos a nosso ver, algumas diferenças existentes. a primeira delas consistente no fato de que os requisitos para a aposentadoria são bastante diferenciados, pois enquanto que no inss a aposentadoria por tempo de contribuição exige 35 (homem) ou 30 (mulher) anos, além da carência. no regime próprio o servidor só se aposenta quando completar 35 (homem) ou 30 (mulher) anos de contribuição e 60 (homem) ou 55 (mulher) anos de idade, desde que conte com 10 anos de serviço público e cinco no cargo. já com relação aos proventos, é bem verdade que no inss existe um teto máximo a ser recebido pelos segurados, enquanto que no serviço público, onde ainda não existe previdência complementar, o benefício pode chegar até a última remuneração recebida pelo servidor. ocorre que essa situação é decorrente da diferenciação existente entre a forma de incidência da contribuição previdenciária, pois no inss a contribuição possui três alíquotas (8%, 9% e 11%) e é definida de acordo com faixas salariais, além de alcançar no máximo o valor definido como limite para o benefício. enquanto que o servidor não pode possuir alíquotas progressivas, paga no mínimo 11% (onze por cento), por determinação constitucional e a base de cálculo é a totalidade de sua remuneração. vale destacar também que no regime geral a relação jurídica previdenciária é totalmente diversa da laboral, razão pela qual a aposentadoria não se constitui em causa de extinção do vínculo, fazendo com que o aposentado, salvo os casos de invalidez, continue a trabalhar normalmente, recebendo o salário e os proventos de aposentadoria. já o servidor público, quando se aposenta, deve deixar seu cargo efetivo, já que a aposentadoria é prevista nos estatutos como causa de extinção do vínculo. outra diferenciação significativa que merece destaque reside no fato de que, na iniciativa privada existe o fgts, que permite ao trabalhador a acumulação de valores ao longo do tempo, em decorrência de contribuições de seu empregador.  os quais podem ser sacados em determinadas hipóteses, dentre as quais figura a inativação. por outro lado, o servidor público não possui qualquer instituto semelhante, fazendo com que no momento em que se inativa não tenha qualquer valor a receber, salvo o que pode se chamar de verbas rescisórias consistentes, no máximo em saldo de salários, férias e licenças não usufruídas. longe de querer aqui dizer que esse ou aquele está em vantagem com relação ao outro, o fato é que a discussão sobre aproximação ou mesmo unificação de sistema, ainda que pela confluência de regras exige que sejam consideradas essas diferenciações, porque simplesmente aproximar as regras sem levá-las em conta fará com que os sistemas sejam cada vez mais diferentes. fonte: jornal jurid - considerações do colunista bruno sá freire martins.
16/10/2018

Guardar dinheiro: um hábito que se deve aprender desde cedo

  educação financeira deve ser estimulada pelos pais, dizem especialistas sabrina mestieri aprendeu desde cedo a economizar e a dar valor ao seu dinheiro. aos 10 anos chegou à conclusão de que não tinha sentido utilizar todo o dinheiro dado a ela pela mãe para comprar um presente de dia dos pais. sabrina passou, então, a dividir todo o dinheiro que recebia em envelopes conforme a destinação das quantias. este é um dos métodos que sabrina hoje, aos 34 anos, casada, mãe de um menino de 6 anos e de gêmeos de 4 anos, utiliza na educação financeira dos filhos e de outras famílias. “os livros de educação financeira não falam para crianças dessa idade. falam para crianças a partir de 8 anos. achei que meus filhos poderiam aprender isso antes”, afirma ela, jornalista especializada em negócios que desenvolve o projeto crianças e finanças”, com palestras e cursos sobre o tema. o programa mostra às crianças para que serve o dinheiro e incentiva o consumo e a organização da poupança por meio de uma carteira com divisões por cores, recompensas pelo desempenho escolar e um quadro de compromissos que resultam em estrelas trocadas por moedas. sabrina é apenas um dos casos de famílias que, em meio à insegurança em relação ao acesso futuro à aposentadoria proporcionada pelo instituto nacional do seguro social (inss), preocupam-se em ensinar os filhos a poupar desde cedo para garantir o seu futuro. a coach de educação financeira sabrina espíndola, de 37 anos, tem uma filha de 6 anos e conta que ela e seu marido se esforçam para mostrar à criança a importância do dinheiro e do seu bom uso. “digo que precisamos ganhar dinheiro para depois gastar. negociamos com ela os presentes e explicamos quando alguma coisa está cara e que não dá para comprar. demos à joana um porquinho de cofrinho para juntar dinheiro”, conta. de acordo com o economista e diretor-executivo da associação nacional dos executivos de finanças, administração e contabilidade (anefac), miguel ribeiro, o baixo crescimento econômico do país e os juros altos são outros motivos que explicam o estímulo das famílias à poupança dos filhos. “a conscientização é muito importante e, quanto mais cedo você começar a se preocupar com isso, mais fácil será as crianças crescerem em um ambiente de educação financeira”, afirma ele. números do serviço de proteção ao crédito (spc brasil) e da confederação nacional de dirigentes lojistas (cndl) mostram, entretanto, que o hábito de poupar e de se planejar ainda não é uma realidade para a maior parte dos brasileiros. conforme estudo divulgado em abril desse ano, oito em cada dez brasileiros (78%) admitem que não estão se preparando para a hora de se aposentar. a idade média em que os entrevistados começaram a poupar para a aposentadoria é de 28 anos. previdência pública x privada outro efeito das dificuldades econômicas do país é a busca pelos planos de previdência privados. “não quero que meus filhos tenham que contar com o governo. sabemos que, por mais que tenhamos fé e esperança de que as coisas possam melhorar, é surreal tentar contar com uma previdência pública que nunca funcionou”, afirma sabrina mestieri. a coach sabrina espíndola também conta que contratou dois planos de previdência privada logo após o nascimento de sua filha. de acordo com o economista e diretor-executivo da associação nacional dos executivos de finanças, administração e contabilidade (anefac), miguel ribeiro, a discussão da reforma da previdência gera ainda mais insegurança. “com a reforma, a gente não sabe o que vem pela frente, mas é fato que a idade mínima aumentará e as regras se tornarão mais rígidas”. 10% da renda de acordo com o vice-presidente da associação brasileira de educadores financeiros (abefin), jusivaldo almeida, é importante pensar em quando será iniciada a poupança para implantar o plano ideal. “quanto mais cedo começar, mesmo com valores pequenos, maior tempo a pessoa terá para acumular recursos. para se aposentar com 65 anos, considerando-se que a poupança comece aos 25 anos, o planejamento deveria prever no mínimo um valor equivalente a 10% da renda. para início com 35 anos, o valor subiria para 20%”, diz. para almeida, é importante que se pense no futuro desde cedo. “ter previdência privada desde jovem poderá garantir um futuro confortável, ainda mais com a reforma da previdência e as incertezas da aposentadoria do inss”. segundo ele, o jovem deve refletir sobre seu padrão de vida atual e o desejável na vida pós-aposentadoria e sobre aspectos como a manutenção da saúde e o preenchimento do tempo livre e buscar produtos conforme seu perfil financeiro. entre as opções estão planos da empresa dos pais ou de bancos e seguradoras, na modalidade pgbl (plano gerador de benefício livre), para aproveitar a dedução de 12% do imposto de renda, caso se utilize o modelo completo da declaração. há ainda o vgbl (vida gerador de benefício livre), plano vantajoso quando se utiliza a declaração simplificada do ir. “nos dois casos, se o jovem está consciente de que está fazendo um investimento de longo prazo, superior a dez anos, deve adotar o regime de tributação regressiva, pois o desconto no imposto de renda sobre o resgate ou renda será de apenas 10% lá na frente”, orienta. complemento o advogado previdenciário thiago luchin alerta que a previdência privada deve ser utilizada apenas como um complemento ao inss e nunca como substituta. “na previdência privada, o valor a ser investido é muito maior com um retorno e benefícios menores. com as notícias sobre a reforma da previdência muitas pessoas deixaram de contribuir, com medo de que estariam jogando dinheiro fora. esse é um grande equívoco, porque a previdência social é um recurso importantíssimo que. “quando investido corretamente, gera uma renda segura e fundamental para o trabalhador”, defende o especialista do escritório aith, badari e luchin advogados. para ele, o governo deve ser responsável pelo trabalho de educação e conscientização previdenciária. “falta um programa de incentivo previdenciário por parte do governo, assim como educação nas escolas e dentro de casa. com isto, as pessoas só vão perceber a necessidade de ter uma previdência próxima dos 30 anos de idade, retardando o momento de se aposentar e perdendo possíveis benefícios como, por exemplo, o salário-maternidade e o auxílio-doença”, analisa luchin. o economista e professor de ciências econômicas da universidade federal do abc (ufabc), ramon fernandez, aborda a discussão sob a ótica social e comportamental. “depois de algum tempo contribuindo com a sociedade, as pessoas ganharam o direito de deixar de trabalhar mesmo quando ainda poderiam continuar produzindo. a questão básica que se coloca é: de onde deveriam sair os recursos para manter essas pessoas?”. para o economista, é possível ver a previdência como um problema individual, no qual cada pessoa traça sua estratégia financeira, ou de todos, como um planejamento do estado para o bem da sociedade. fernandez afirma que a literatura econômica mostra que os seres humanos têm dificuldade de calcular a poupança de recursos em relação ao pós-aposentadoria, pois ninguém sabe o quanto irá viver. outra questão é que boa parte da população não tem condições de atender adequadamente às suas necessidades correntes e, menos ainda, de poupar para o sustento futuro. a jornalista e idealizadora do projeto crianças & finanças, sabrina mestieri, defende que o ideal seria focar menos nos programas sociais e gerar mais conhecimento em educação financeira. “não é possível tirar isso da noite para o dia e deixar as pessoas na miséria, pois elas não são educadas para isso (fazer o planejamento financeiro)”. * mais informações em www.previdenciatotal.com.br fonte: portal previdência total por arthur gangini
16/10/2018

Petróleo fecha em alta com tensões entre Arábia Saudita e EUA

 nova york - os preços do petróleo fecharam em alta nesta segunda-feira (15), em meio a uma série de ameaças entre estados unidos e arábia saudita, por causa do desaparecimento de um jornalista saudita na turquia. este trecho é parte de conteúdo que pode ser compartilhado utilizando o link https://www.valor.com.br/financas/5926305/petroleo-fecha-em-alta-com-tensoes-entre-arabia-saudita-e-eua ou as ferramentas oferecidas na página.
16/10/2018

Bolsas da Europa fecham em alta com Itália e indicadores e de olho no Brexit

 os mercados acionários da europa fecharam em alta nesta terça-feira, com números positivos tanto da economia quanto do setor corporativo americano, ao mesmo tempo em que o envio do orçamento italiano à comissão europeia dá otimismo às bolsas, que se mantêm de olho nas negociações do brexit. o índice pan-europeu stoxx-600 avançou 1,58%, aos 364,97 pontos. a bolsa de milão, onde o índice ftse mib registrou alta de 2,23%, aos 19.717,83 pontos, liderou os ganhos, impulsionada pelo otimismo após o governo de coalização da itália ter enviado o orçamento do próximo ano fiscal à comissão europeia na segunda-feira, último dia do prazo. ainda assim, autoridades europeias sinalizam que devem pedir ajustes ao plano, que prevê um déficit público de 2,4% do produto interno bruto (pib). comissário da união europeia (ue) para o euro e o diálogo social, valdis dombrovskis afirmou que já é possível dizer que ele "parece um desvio significativo" das metas do bloco. mais cedo, o presidente da comissão europeia, jean-claude juncker, disse que a zona do euro "se revoltará" se a ue aprovar o orçamento. o restante das praças europeias também ganhou fôlego com a chegada de boas notícias do continente americano. o relatório jolts, divulgado hoje, mostrou que o número de vagas abertas nos estados unidos subiu de 7,077 milhões em julho (dado revisado, de 6,969 milhões anteriormente) para o nível recorde de 7,136 milhões em agosto, acima da previsão de 6,8 milhões. o resultado deu força às bolsas de nova york e foi bem recebido também na europa. além disso, resultados corporativos positivos nos eua repercutem no velho continente. em meio à temporada de balanços, os destaques do dia foram os bancos morgan stanley e goldman sachs, que surpreenderem ao registrarem lucro por ação acima das expectativas. com o cenário, o dax, de frankfurt, subiu 1,40%, aos 11.776,55 pontos, enquanto o cac 40, de paris, avançou 1,53%, para 5.173,05 pontos. já o ibex 35, de madri, ganhou 1,69%, aos 9.074,70 pontos, e o psi 20, de lisboa, registrou alta de 0,92%, aos 5,042,74 pontos. em londres, o ftse 100 fechou com ganho de 0,43%, aos 7.059,40 pontos, com a libra impulsionada pelo crescimento dos salários no reino unido, que avançaram 3,1% no trimestre até agosto, na comparação anual, mostraram dados oficiais, no patamar mais forte desde o início de 2009. segundo chris beauchamp, analista da corretora ig, a notícia foi suficiente, ao menos por ora, para retirar peso das advertências da ue sobre o risco de não haver acordo na saída do país do bloco, o brexit. para o presidente do conselho europeu, donald tusk, ainda não está claro se haverá um acordo até novembro, com a questão da fronteira entre as irlandas ainda no centro das negociações. investidores acompanharam ainda a divulgação do índice de expectativas econômicas da alemanha, que caiu de -10,6 em setembro para -24,7 em outubro, segundo o instituto alemão zew, recuo mais acentuado do que as projeções, de -12. já a zona do euro teve superávit comercial de 16,6 bilhões de euros (us$ 19,21 bilhões) em agosto, bem maior que o saldo positivo de 12,6 bilhões de euros observado em julho, segundo dados com ajustes sazonais publicados hoje pela eurostat, a agência de estatísticas da união europeia. addthis sharing buttons share to facebookshare to twittershare to linkedinshare to e-mailshare to imprimir comentar | corrigir | compartilhar comentários seja o primeiro a comentar esta notícia hoje no jc para folhear modo texto assine já ios android capa leia também com favoritismo de bolsonaro e exterior positivo, ibovespa sobe dólar cai abaixo de r$ 3,70 com otimismo ampliado após pesquisa ibope bolsas da ásia fecham sem direção única, com ganhos em tóquio e perdas na china bolsas de nova iorque recuam ainda com mau humor, com queda em techs e bancos capinha cadastre seu e-mail no formulário abaixo para começar a receber a newsletter diária.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/10/652744-bolsas-da-europa-fecham-em-alta-com-italia-e-indicadores-e-de-olho-no-brexit.html)
11/10/2018

Dia da Criança

 pouco mais da metade (51%) dos entrevistados pela boa vista em sua pesquisa realizada para identificar a percepção dos brasileiros sobre a importância da educação financeira a crianças e adolescentes afirma poupar para os filhos. destes, 62% dizem guardar mensalmente acima de r$ 50, o que representa um aumento de 9 pontos percentuais (p.p.) na comparação com o ano anterior. de acordo com a pesquisa da boa vista, dos pais que fazem algum tipo de investimento para os filhos, 65% alegam economizar para ajudar nos estudos, como, por exemplo, a pagar a faculdade. 15% afirmam poupar para a compra da casa própria. 13% para outras finalidades, como aposentadoria, previdência e independência financeira. tratamento médico e compra de carro representam 4% e 3%, respectivamente. a poupança ainda é a favorita na hora de investir para os filhos (61%). aplicações em fundos, ações ou cdb são outras modalidades recorrentes para 6% dos pais, quando indagados onde aplicam os recursos para as crianças. previdência privada e títulos de capitalização também são alternativas para 10% e 7% dos entrevistados, respectivamente. a imagem abaixo contém os detalhes. 85% dos consumidores acreditam ser muito importante a orientação financeira para jovens e adolescentes. este mesmo percentual acredita ser importante que desde criança se aprenda a lidar com dinheiro. e como fazem na prática para que isso aconteça? 66% costumam conversar e explicar o que é, como se ganha e para que serve o dinheiro. outros 31% estimulam a criança por meio da economia da mesada ou semanada e 3% alegam que a escola onde a criança estuda tem este tipo de orientação. em média, 23% dos consumidores costumam dar mesada ou semanada. entre 2017 e 2018, este percentual aumentou em 4 pontos percentuais (passando de 23% para 27%). 93% dos consumidores que adotam a prática da mesada utilizam o dinheiro. apenas 6% adotam o cartão, e destes, 71% o consideram uma boa ferramenta para organização das despesas. 64% dos que já dão mesada ou semanada fazem justamente para estimular a educação financeira. 25% para prover recursos para a alimentação e 11% como uma forma de recompensa por bom comportamento. a pesquisa também perguntou se substituiriam o tradicional presente do dia das crianças por um investimento. 58% não substituiriam o presente por uma modalidade de investimento. 42% substituiriam, e destes, 67% optariam pela poupança. 11% por fundos, ações e cdbs. 9% previdência privada. 6% título de capitalização e 7% outros tipos de investimentos. para auxiliar na tarefa de falar de dinheiro com as crianças, a área de serviços ao consumidor da boa vista lançou a cartilha de educação financeira infantil “você sabe de onde vem o dinheiro? ” para baixar o material acesse: www.consumidorpositivo.com.br. metodologia a pesquisa online sobre os hábitos de consumo para o dia das crianças, realizada pela boa vista scpc, entrevistou pouco mais de 1.800 consumidores, em nível nacional, entre 23 de agosto e 20 de setembro, com objetivo identificar a pretensão de compra para o dia das crianças. para leitura dos resultados, considera-se margem de erro de 3p.p. e 95% de grau de confiança. fonte: redação e-commerce news
11/10/2018

Dia do Securitário

 comemora-se, dia 15 de outubro, a terceira segunda-feira do mês, o dia do securitário. o grupo aspecir parabeniza todos os profissionais do mercado de seguros, que juntos, contribuem para o constante crescimento e aperfeiçoamento deste setor que alcança números de sucesso no brasil.
10/10/2018

Planejamento Financeiro e Previdência Privada

 especialista da ***** previdência orienta sobre como programar gastos e investimentos o planejamento financeiro permite ter uma visão clara de como e quando será possível alcançar objetivos, que podem ser desde temas simples como a próxima viagem, passando pela aquisição da casa própria, até a independência financeira. é o início e o passo fundamental de quem quer ver o dinheiro render. de acordo com maristela gorayb, diretora da ***** previdência e planejadora financeira cfp®, primeiro, é necessário definir objetivos e prazos, que poderão ser postergadas ou não, dependendo do fluxo de caixa. a próxima etapa é levantar dados de receitas e despesas, bens, condição tributária, dependentes etc. “assim é possível identificar oportunidades de melhoria no fluxo de caixa, para buscar superávit orçamentário, e levantar riscos financeiros que poderiam desestabilizar e até impedir a realização dos objetivos traçados. e, uma vez identificados os riscos, é possível mitigá-los usando apólices de seguro pessoal ou patrimonial”, explica a especialista. finalmente, é possível criar planos de ação para o alcance das metas estabelecidas, que podem considerar mudanças nos hábitos de consumo e controles de gastos, entre outros. por fim, e não menos importante, há que se definir as melhores classes de ativos para investimentos dos recursos financeiros, sempre de forma alinhada com o perfil do investidor, os prazos de cada objetivo e o cenário econômico. “em um momento inicial, a prioridade deve ser criar uma reserva de emergência capaz de cobrir, pelo menos, seis meses de despesas, podendo variar de acordo com a profissão, com um investimento em um fundo conservador e com liquidez. isto resolvido, é importante que os dependentes estejam protegidos por uma apólice de seguro de vida com vigência até o final do prazo em que se estima esta necessidade e capital suficiente para cobrir as despesas durante todo este período de dependência financeira”, orienta maristela. e a previdência privada? resolvidas as questões iniciais, está na hora de começar a se preocupar com outras situações porvir. contar apenas com a aposentadoria paga pelo inss fará com que a pessoa abra mão de outros sonhos e objetivos que dependem de investimentos. a reserva para a velhice deve estar separada das economias necessárias para outros projetos de médio prazo. maristela lembra que, quanto mais cedo a formação da reserva de aposentadoria tiver início, menor é o valor de investimento mensal. com juros baixos e longevidade em alta, o tempo é fundamental para se alcançar a quantia necessária de forma viável para o orçamento do investidor. “o valor separado para a previdência depende muito de caso a caso. considera idade atual, data prevista para aposentadoria, valor da reserva necessária, e disponibilidade financeira, além dos juros estimados.” como escolher a melhor previdência privada? antes de tudo, é preciso escolher entre o pgbl – melhor opção para quem opta pelo modelo completo de declaração do imposto de renda – e o vgbl – mais adequado para quem usa o modelo simplificado de ir. depois, compare as condições ofertadas, como carregamento, taxa de gestão e tábua atuarial (embora os planos novos ofereçam basicamente a tábua br-sem sem juros garantidos). em seguida, busque um fundo que esteja alinhado com o seu prazo de investimento e perfil, mais agressivo ou conservador. fonte: seguro total
10/10/2018

Cresce número de consumidores que poupam acima de R$ 50 para os filhos, diz Boa Vista SCPC

 pouco mais da metade (51%) dos entrevistados pela boa vista em sua pesquisa realizada para identificar a percepção dos brasileiros sobre a importância da educação financeira a crianças e adolescentes afirma poupar para os filhos. destes, 62% dizem guardar mensalmente acima de r$ 50, o que representa um aumento de 9 pontos percentuais (p.p.) na comparação com o ano anterior. de acordo com a pesquisa da boa vista, dos pais que fazem algum tipo de investimento para os filhos, 65% alegam economizar para ajudar nos estudos, como, por exemplo, a pagar a faculdade. 15% afirmam poupar para a compra da casa própria. 13% para outras finalidades, como aposentadoria, previdência e independência financeira. tratamento médico e compra de carro representam 4% e 3%, respectivamente. a poupança ainda é a favorita na hora de investir para os filhos (61%). aplicações em fundos, ações ou cdb são outras modalidades recorrentes para 6% dos pais, quando indagados onde aplicam os recursos para as crianças. previdência privada e títulos de capitalização também são alternativas para 10% e 7% dos entrevistados, respectivamente. a imagem abaixo contém os detalhes. 85% dos consumidores acreditam ser muito importante a orientação financeira para jovens e adolescentes. este mesmo percentual acredita ser importante que desde criança se aprenda a lidar com dinheiro. e como fazem na prática para que isso aconteça? 66% costumam conversar e explicar o que é, como se ganha e para que serve o dinheiro. outros 31% estimulam a criança por meio da economia da mesada ou semanada e 3% alegam que a escola onde a criança estuda tem este tipo de orientação. em média, 23% dos consumidores costumam dar mesada ou semanada. entre 2017 e 2018, este percentual aumentou em 4 pontos percentuais (passando de 23% para 27%). 93% dos consumidores que adotam a prática da mesada utilizam o dinheiro. apenas 6% adotam o cartão, e destes, 71% o consideram uma boa ferramenta para organização das despesas. 64% dos que já dão mesada ou semanada fazem justamente para estimular a educação financeira. 25% para prover recursos para a alimentação e 11% como uma forma de recompensa por bom comportamento. a pesquisa também perguntou se substituiriam o tradicional presente do dia das crianças por um investimento. 58% não substituiriam o presente por uma modalidade de investimento. 42% substituiriam, e destes, 67% optariam pela poupança. 11% por fundos, ações e cdbs. 9% previdência privada. 6% título de capitalização e 7% outros tipos de investimentos. para auxiliar na tarefa de falar de dinheiro com as crianças, a área de serviços ao consumidor da boa vista lançou a cartilha de educação financeira infantil “você sabe de onde vem o dinheiro? ” para baixar o material acesse: www.consumidorpositivo.com.br. metodologia a pesquisa online sobre os hábitos de consumo para o dia das crianças, realizada pela boa vista scpc, entrevistou pouco mais de 1.800 consumidores, em nível nacional, entre 23 de agosto e 20 de setembro, com objetivo identificar a pretensão de compra para o dia das crianças. para leitura dos resultados, considera-se margem de erro de 3p.p. e 95% de grau de confiança. fonte: redação e-commerce news

Uma providência para a previdência privada


12/04/2019

Plataforma recém-lançada quer simular planos de aposentadoria para agentes e clientes

O pioneiro sistema estatal de previdência social foi criado na Alemanha, em 1889. Quem o idealizou foi Otto Von Bismarck, primeiro-ministro por quase duas décadas. Apelidado “chanceler de ferro” por sua política autoritária na unificação germânica, Bismarck criou o sistema para enfraquecer a oposição socialista a seu governo. Em homenagem a ele, o engenheiro e empresário Alexandre Melo batizou de Otto uma plataforma digital que vai reunir as informações sobre os produtos de previdência privada disponíveis no mercado. “A ideia é facilitar o acesso dos agentes autônomos para que escolham o melhor para seus clientes na previdência privada”, diz Melo.
Interativa, a plataforma terá uma série de perguntas e respostas para o usuário, além de comparadores e simuladores de planos no longo prazo. Segundo Melo, as áreas comerciais de escritórios de agentes autônomos, de corretoras e de seguradoras, poderão recorrer à plataforma na hora de atender clientes interessados em produtos previdenciários. A ideia é que o cliente também consulte a plataforma para fazer simulações. Quando os fundadores começaram a idealizar a plataforma, há cerca de um ano, a intenção era tratar de investimentos de forma ampla. A reforma da Previdência os levou a restringir temporariamente o escopo de atuação. Nos próximos meses deverão ser lançadas ferramentas para outros produtos. “Estamos preparando uma iniciativa similar sobre o Tesouro Direto”, diz Melo.
MACHINE LEARNING A meta do Otto é conquistar de 40 a 60 empresas por ano como clientes. Cada usuário terá de pagar a partir de R$ 1,5 mil por mês pelo serviço, mas a tarifa cresce à medida que o número de clientes de cada agente aumenta. Para colocar a operação de pé, Melo e seus sócios investiram cerca de R$ 800 mil. Segundo o fundador, a expectativa é que a operação chegue ao azul já no primeiro ano. “O Otto foi criado sob o conceito de machine learning”, diz Melo. “Conforme os usuários interagem com a plataforma, ela absorve o conhecimento e aumenta sua base de informações”, afirma Melo. A curadoria dos dados do Otto está a cargo de Carolina Volcov, que atou nos últimos dez anos como especialista de previdência em grandes instituições financeiras como Itaú e Safra.

Fonte: Isto É – Dinheiro

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