10/09/2018

Mercado reduz alta do PIB e inflação de 2018

 o mercado reduziu expectativa para o crescimento do produto interno bruto (pìb) e de inflação em 2018. a projeção do pib deste ano passou de 1,44% para 1,40%, conforme o relatório de mercado focus, divulgado nesta segunda-feira (10), pelo banco central (bc). há quatro semanas, a estimativa era de crescimento de 1,49%. para 2019, o mercado manteve a previsão de alta do pib de 2,50%, igual ao visto quatro semanas atrás. para o ipca, a expectativa recuou de 4,16% para 4,05%, após a deflação de agosto. selic e câmbio permaneceram estáveis na expectativa do ano no fim de julho, o bc reduziu a projeção para o pib em 2018, de 2,6% para 1,6%. a instituição atribuiu a mudança na estimativa à frustração com a economia no início do ano. no fim de setembro, foi a vez de o instituto brasileiro de geografia e estatística (ibge) informar que o pib cresceu apenas 0,2% no segundo trimestre, em função dos efeitos da greve dos caminhoneiros ocorrida em maio e junho. no primeiro semestre, a alta acumulada foi de 1,0%. após os dados mais recentes sobre o comportamento dos preços, que apontaram deflação em agosto, os economistas do mercado financeiro alteraram a previsão para o ipca de 2018. o focus mostra que a mediana para o índice, que baliza as decisões de política monetária, recuou de 4,16% para 4,05%. há um mês, estava em 4,15%. a projeção para o índice em 2019 seguiu em 4,11%. quatro semanas atrás, estava em 4,10%. para a selic (taxa básica de juros), os analistas mantêm a expectativa para o fim de 2018 e de 2019. este ano a taxa fecha em 6,50% ao ano. para 2019, ficou em 8% ao ano, igual ao verificado há quatro semanas, e 2020 e 2021 também no mesmo patamar. no início de agosto, o comitê de política monetária (copom) do bc anunciou a manutenção, pela terceira vez consecutiva, da selic (a taxa básica de juros) em 6,50% ao ano. o mercado indicou a manutenção no cenário para a moeda norte-americana em 2018 e 2019. a mediana das expectativas para o câmbio no fim deste ano seguiu em r$ 3,80, ante os r$ 3,70 verificados há um mês. para 2019, a projeção para o câmbio no fim do ano permaneceu em r$ 3,70, igual a quatro pesquisas atrás. a projeção para a produção industrial de 2018 foi de alta de 2,43% para elevação de 2,26%. há um mês, estava em 2,79%. no caso de 2019, a estimativa de crescimento da produção industrial foi de 2,89% para 2,82%, ante 3,00% de quatro semanas antes. na relação entre a dívida líquida do setor público e o pib para 2018, o focus aponta leve recuo de 54,25% para 54,20%. há um mês, estava em 54,25%. para 2019, a expectativa permaneceu em 57,60%, ante os 57,70% de um mês atrás. addthis sharing buttons share to facebookshare to twittershare to linkedinshare to e-mailshare to imprimir comentar | corrigir | compartilhar comentários seja o primeiro a comentar esta notícia hoje no jc para folhear modo texto assine já ios android capa leia também dólar abre semana entre altas e baixas com investidor de olho na eleição bolsas da ásia fecham sem sinal único, com xangai em baixa de mais de 1% bolsas de nova iorque fecham em baixa com tensões comerciais e mais empregos nos eua bolsas da europa caem na semana, com tensão comercial e incerteza com emergentes capinha cadastre seu e-mail no formulário abaixo para começar a receber a newsletter diária.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/09/647736-mercado-reduz-alta-do-pib-e-inflacao-de-2018.html)
10/09/2018

Dólar abre semana entre altas e baixas com investidor de olho na eleição

 a abertura do mercado de câmbio é de instabilidade e indica a divisão entre os agentes do mercado sobre o atual patamar do dólar. às 9h34min desta segunda (10), o dólar à vista caía 0,07% a r$ 4,0819. na máxima, foi a r$ 4,0909 (+0,08%). na mínima, marcou r$ 4,0534 (-0,83%). o contrato para outubro da moeda subia 0,60% aos r$ 4,0940. na máxima, foi a r$ 4,099 (0,74%). na mínima, marcou r$ 4,0615 (-0,18%). "após o fechamento em queda na quinta-feira (6), tem quem ache que a moeda desvalorizou muito e entra tomando. tem quem ache que a eleição mudou 'para melhor' e está 'soltando'", afirmou um operador do mercado cambial. o dólar futuro abriu com variação positiva nesta segunda-feira, 10, enquanto a moeda à vista iniciou o dia em queda. poucos minutos depois, as variações nos dois mercados mudavam de sinal. uma pressão de alta do dólar vem do exterior, onde a moeda sobe perante a maioria das emergentes. sobre o real, ainda pesam ajustes atribuídos à divulgação de dados sobre o mercado de trabalho americano, o "payroll", na sexta-feira (7), quando o mercado brasileiro estava fechado pelo feriado do dia da independência. no exterior, a moeda avançou em relação a pares desenvolvidas em razão dos "payroll" considerado forte. assim como na sexta-feira, os agentes globais seguem monitorando as tensões comerciais entre eua e china. ainda sobre o câmbio brasileiro nesta segunda, parte da instabilidade nos preços é explicada, segundo outro operador, pela expectativa do investidor quatro a novas pesquisas eleitorais. sobre o incidente, uma leitura é que este provocou um enfraquecimento da esquerda brasileira, como escreveu o operador da h.commcor cleber alessie machado neto.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/09/647735-dolar-abre-semana-entre-altas-e-baixas-com-investidor-de-olho-na-eleicao.html)
10/09/2018

Ibovespa sobe amparado por clima ameno no exterior e busca 77 mil pontos

 amparado pelo clima ameno visto nos mercados acionários internacionais na manhã desta segunda-feira (10), o ibovespa abriu e se mantém em alta, dando sequência à rodada de compras que ganhou força antes do feriado. já na abertura o índice à vista do mercado acionário local buscou os 77 mil pontos, mas há instantes operava abaixo desse patamar. a alta na sessão desta segunda ocorre mesmo sendo o primeiro pregão após o forte movimento especulativo - surgido imediatamente após o ataque ao candidato à presidência pelo psl, jair bolsonaro - e levou o índice à vista a fechar em alta de cerca de 1,8% aos 76.416,01 pontos. lá fora, as cotações dos contratos futuros de petróleo sobem em contrapartida ao minério de ferro, que recuou 0,98% no porto de qingdao, na china. o movimento do ibovespa acompanha o mercado acionário dos estados unidos, que abriram buscando as máximas, mas, no período da manhã, operavam em alta moderada. às 11h06, o dow jones avançava 0,19% enquanto o ibovespa subia 0,53%, aos 76.823 pontos. com a agenda vazia nos eua, os investidores monitoram novas ações protecionistas de washington contra pequim. segundo geng shuang, porta-voz do ministério das relações exteriores, seu governo "definitivamente irá adotar medidas para proteger seus legítimos direitos", caso a administração federal americana adote novas tarifas. por aqui, os investidores têm as novas pesquisas de intenção de voto para a presidência da república que vem após um período maior de propaganda eleitoral em rádio e televisão e também o ataque a bolsonaro. para esta segunda, no início da noite, está prevista a divulgação do datafolha. na avaliação dos analistas da corretora magliano, o resultado pode vir mostrando o fortalecimento de bolsonaro, que se qualifica para o segundo turno, enquanto segue acirrada a disputa pelo outro lugar.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/09/647741-ibovespa-sobe-amparado-por-clima-ameno-no-exterior-e-busca-77-mil-pontos.html)
10/09/2018

IPC-S sobe 0,13% na 1ª quadrissemana de setembro após 0,07% na anterior, diz FGV

 o índice de preços ao consumidor - semanal (ipc-s) subiu 0,13% na primeira quadrissemana de setembro, em aceleração ante a taxa de 0,07% na semana anterior, apontou nesta segunda-feira (10), a fundação getulio vargas (fgv). o movimento reflete a normalização dos preços, após a devolução do repique de preços provocado pela greve dos caminhoneiros. na semana passada, cinco das oito categorias de despesas registraram acréscimo nas respectivas taxas de variação. a maior contribuição foi justamente de alimentação (0,06% para 0,18%), com destaque para o item hortaliças e legumes (-6,94% para -5,17%). também houve avanço dos preços em educação, leitura e recreação (0,15% para 0,45%), transportes (-0,35% para -0,23%), vestuário (-0,47% para -0,35%) e despesas diversas (0,68% para 0,75%). por outro lado, registraram decréscimo os segmentos de saúde e cuidados pessoais (0,39% para 0,28%), comunicação (-0,13% para -0,25%) e habitação (0,25% para 0,23%). entre os movimentos mais fortes, destaque para artigos de higiene e cuidado pessoal (0,13% para -0,16%), mensalidade para tv por assinatura (1,42% para 0,08%) e taxa de água e esgoto residencial (1,60% para 1,27%).   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/09/647728-ipc-s-sobe-0-13-na-1-quadrissemana-de-setembro-apos-0-07-na-anterior-diz-fgv.html)
04/09/2018

Reforma política coloca o benefício da previdência em pauta

  o debate político sobre a reforma da previdência social vem sendo importante para chamar a atenção da opinião pública para este tema complexo e urgente, que afeta o futuro de todos os brasileiros. apesar de a pec 287/16 não ter progredido muito no congresso nacional, a discussão é fundamental para conscientizar o empresariado sobre a necessidade de mudança, já que cada vez mais os trabalhadores estão atentos às questões relacionadas com aposentadoria. anteriormente, as pessoas só começavam a pensar na aposentadoria quando já possuíam uma idade mais avançada. no entanto, nos dias de hoje, com a conscientização das empresas e funcionários, a ideia de fazer um planejamento desde a juventude vem ganhando visibilidade. além de garantir uma importante proteção adicional aos trabalhadores, a previdência privada pode contribuir para a atração e retenção de talentos. por essa razão, de acordo com a pesquisa de benefícios da aon, 56% das empresas já oferecem aos funcionários opções de planos de previdência complementar. os planos oferecidos podem possuir formatos distintos. no modelo de contribuição definida, o valor da contribuição é acertado no ato da contratação e o montante que será recebido varia em função desta quantia, do tempo de contribuição e da rentabilidade. já no modelo de benefício definido, o valor da contribuição é que varia para que o valor pré-determinado do benefício possa ser atingido. há também o modelo de contribuição variável, que ocorre quando as duas modalidades anteriores são combinadas. de acordo com a pesquisa de benefícios, 46% das empresas optam por oferecer um plano de contribuição variável, 45% preferem o modelo de contribuição definida e apenas 9% o benefício definido, modalidade que vem diminuindo ao longo dos anos por conta dos riscos. além disso, a maior parte das companhias (61%) prefere investir na previdência privada aberta, onde os planos (pgbl, vgbl e fgb) são comercializados por bancos e seguradoras. por outro lado, 20% das empresas escolhem a previdência fechada viabilizada por um fundo multipatrocinado, que também é comercializado pelas seguradoras, e 19% escolhem a previdência fechada por meio de um fundo próprio. desde 2012, quando 53% das empresas optavam por planos de previdência aberta, houve um expressivo aumento desta modalidade. isso demonstra que as companhias não querem mais ter tanto trabalho para administrar seus planos de previdência. por isso, a previdência aberta e os fundos multipatrocinados estão crescendo e vão continuar em progresso nos próximos anos. em relação às contribuições previdenciárias, cerca de 70% das empresas escolhem cobrar um percentual fixo do salário dos colaboradores. na média, esse valor representa 5,7% da remuneração. um número menor de empresas (30%) opta por uma distribuição mais equilibrada, ou fixando a contribuição sobre uma parte do salário que excede um determinado valor, ou adotando tabelas de contribuição escalonada, dividindo o recurso e direcionando as maiores fatias a quem precisa mais do complemento na aposentadoria. essas fórmulas de contribuição são mais adequadas ao conceito da previdência privada, já que se levarmos em conta o processo de ascensão profissional, o trabalhador que hoje recebe menos terá mais ajuda da empresa para compor o valor do benefício quanto mais próximo estiver da sua aposentadoria. na medida em que os profissionais crescem na carreira, suas contribuições aumentam, de forma a amplificar seu potencial de capitalização para o futuro. o objetivo é direcionar os recursos para quem efetivamente precisa da previdência complementar. seja qual for o modelo de viabilização, o papel da empresa não é apenas retirar uma parte do salário do funcionário e aplicar por ele, mesmo que isso por si só traga vantagens de taxas mais competitivas pelo ganho de escala. das empresas que oferecem o benefício, 96% contribuem junto com os trabalhadores – 80% equiparando 100% do valor da contribuição, 6% contribuindo com menos de 100% e 14% contribuindo com mais de 100%. no entanto, mesmo com o aumento da compreensão provocado pelo debate da reforma da previdência, o brasil ainda precisa amadurecer sua cultura de aposentadoria. a previdência privada terá um papel cada vez mais importante na solução dos problemas das formas de custeio da terceira idade, e, por outro lado, as empresas terão um papel fundamental na educação previdenciária de seus funcionários. *roberta porcel, líder de consultoria em previdência e serviços atuariais da aon brasil para mais informações sobre as soluções em previdência que a aon oferece, entre em contato conosco: http://www.aon.com/brasil/previdencia-complementar.jsp  
04/09/2018

Segundo estudo, apenas 19% dos Brasileiros tem seguro de vida. Especialista dá dicas e ensina corretores de todo Brasil a escalarem seus negócios

 um dos grandes desafios de quem é corretor de seguros no brasil é como conseguir sucesso comercializando seguros de vida, um produto que é tido pelo mercado com o mais lucrativo e de acordo com as pesquisas mais recentes o que mais cresce no faturamento das seguradoras. um estudo da universidade oxford, mostra que apenas 19% dos brasileiros possuem seguro de vida e esse número vem aumentando constantemente mostrando um negócio promissor.   motivados pela queda na venda de veículos e consequentemente de seguros para carros, os corretores passaram a enxergar no seguro de pessoas uma oportunidade de elevar suas receitas, porém  a maior parte deles vêm sofrendo para conseguir interagir com os clientes pois a venda de seguros de vida exige um grau de preparação, conhecimento e técnicas que poucos ainda dominam. de acordo com o especialista em seguros de vida e coach  de corretores de seguros ricardo muller, os corretores de seguros estão percebendo que para obter sucesso comercializando seguros de vida  é necessário capacitação especial visto os grandes desafios do mercado brasileiro. "existe uma mística de que o brasileiro não adere ao seguro de vida por questões culturais, eu não acredito que seja tão simples assim, o seguro de vida por tratar de questões tão profundas como o bem estar das pessoas e em alguns casos a morte, precisa ser adequadamente apresentado. ele não pode ser encarado como uma commodity pois cada pessoa conta com uma necessidade específica e o sucesso na comercialização desse importante instrumento de proteção está vinculado ao quão certeiro é o corretor em demonstrar ao cliente suas maiores necessidades e onde entra o seguro". muller diz que os corretores que conseguiram sucesso comercializando seguros de vida tiveram em algum momento que se dedicar a capacitação para obter os conhecimentos necessários para interagir com o cliente e surpreendê-lo. " o corretor de seguros do futuro é aquele que encanta o cliente por meio de uma assessoria adequada, e que utilizando as técnicas e ferramentas corretas, o faz perceber o universo de vulnerabilidades as quais está exposto. todos precisam de um seguro de vida, a grande questão é identificar no momento da assessoria qual cobertura melhor se encaixa no momento de vida do cliente. o especialista afirma que corretores de sucessos tomam para si a responsabilidade pela sua capacitação e que seus resultados derivam de sua resiliência em aprender técnicas inovadoras com o intuito de surpreender seus clientes com uma assessoria realmente diferenciada. "eles entenderam que o sucesso depende apenas deles e pararam de colocar a culpa em fatores externos.", esclarece muller. para ajudar corretores que estão com dificuldades em comercializar seguros de vida, ricardo muller dá, logo abaixo, cinco dicas práticas que podem fazer qualquer corretor ter aumento no faturamento: 1 -não venda seguros de vida, ofereça tranquilidade não venda seguros de vida, ofereça soluções adequadas para resolver uma dor latente do seu cliente. todos os clientes têm muitas dores, identifique a que mais o aflige e após isso proponha uma solução baseada nas coberturas que o seguro que você oferece detém. 2 - seguro de vida não é só para morte muitos corretores ainda focam somente a cobertura de morte no momento da assessoria com o cliente. o seguro de vida é também para a morte, porém  oferecem inúmeras coberturas que possibilitam o titular receber a indenização ainda em vida. 3 - defina um público-alvo a definição do público-alvo é essencial, pois não é possível atender com maestria a todos os públicos. todo corretor que deseja ter sucesso na carreira precisa encontrar um mercado que domine totalmente para assessorar seu cliente com benefícios direcionados. logo, também precisa se comunicar e se relacionar de uma forma única com este nicho. dessa forma as chances do corretor ganhar espaço na mente dos seus clientes aumentam significativamente. no livro 'good to great', o consultor de negócios americano jim collins relatou algumas de suas descobertas em relação ao sucesso de grandes empresas. uma destas descobertas é justamente a definição do público-alvo. 4 - focar em um tipo de seguro quando você foca em um tipo específico de seguro de vida, você se torna especialista nele e consegue ganhar maior notoriedade. vai vender seguro de vida em grupo? individual? com previdência? seguro resgatável? não importa qual seja, o importante é que você foque para se especializar e conseguir criar um padrão de negociação aderente a todos os personagens do seu público. dessa forma, você conseguirá oferecer para clientes mais diretos, mais abertos e etc. 5 - escale o suas vendas tenha uma ideia que gere interesse e uma vitrine para mostrá-la. criar uma ação sem ter onde mostrá-la não fará com que ela tenha uma escala de crescimento. dê visibilidade. a solução? fazer vídeos, postagens nas redes sociais e ações. pode fazer ações presenciais e gravar. transforme isso para que muitas pessoas tenham acesso. coach para corretores de seguros de todo brasil ricardo muller desenvolveu um programa de coach para corretores de seguros que desejam se tornar especialistas na comercialização de seguros de vida. depois de muitos anos capacitando pessoas por todo brasil, o programa ganhou uma versão absolutamente inovadora 100% online, onde o corretor é acompanhado por 12 módulos, passo a passo durante 8 semanas pessoalmente pelo ricardo. o programa vem sendo muito elogiado pelos corretores de seguros e é considerado hoje o mais sofisticado e completo sistema de capacitação visando a especialização em seguros de vida do brasil. mais informações: http://www.ricardomuller.com.br mais sobre ricardo muller corretor, coach e especialista em seguros de vida e previdência a mais de 10 anos. já realizou centenas de treinamentos e cursos por todo brasil, é responsável pela capacitação de centenas de corretoras de seguro e de agências bancárias para vendas de seguros de vida e previdência. ricardo é apaixonado por ensinar e treinar corretores a vender seguros de vida e previdência e acredita que qualquer corretor pode ter excelentes resultados, basta ter apenas o conhecimento e as técnicas certas.
04/09/2018

Poupança ainda é o investimento preferido do brasileiro

  pesquisa revela ainda que mais da metade dos brasileiros não conhece produtos de investimento. o brasileiro ainda não tem hábito de fazer investimento financeiro. foi o que mostrou a pesquisa realizada pela associação brasileira das entidades dos mercados financeiro e de capitais (anbima). o levantamento mostra que 58% dos brasileiros não têm investimento financeiro algum. e, dos 42% que têm alguma aplicação, apenas 9% fizeram algum aporte em 2017. conteúdo publicitário a pesquisa revela, ainda, que mais da metade dos brasileiros não conhece produtos de investimento. em respostas espontâneas, ou seja, sem opções de escolha, apenas 45% da população disseram conhecer um ou mais tipos de produtos, com destaque para a poupança, citada por 32%. “a primeira razão [para não fazer investimento financeiro] e a justificativa mais imediata é a de que não sobra nenhum dinheiro. tem essa questão objetiva, a gente pode associar isso ao número de desempregados, pessoas que perderam poder de compra, mas historicamente, se a gente olhar, há uma cultura de baixa poupança no brasil mesmo”, destacou a superintendente de educação da anbima, ana leoni. “a gente teve períodos de mais abundância em anos passados, e o recurso extra ia para o consumo, e não para o investimento. é importante que as pessoas invertam essa ordem. o que tem que ser primeiro é o investimento e as contas, e essas contas têm que estar dentro do seu padrão de ganho, e gastar o que sobrar, e não investir o que sobrar”, acrescentou ana. imóvel próprio de acordo com o levantamento da anbima, 31% dos investidores pretendem comprar ou quitar parcelas de imóvel ou terreno; 15%, guardar para emergências; 11%, comprar carro, motocicleta ou caminhão; 10%, fazer uma viagem; 7%, investir em negócio próprio; 6%, investir em estudos; 6%, deixar para os filhos ou investir no futuro deles; 6%, construir ou reformar a casa; 5%, usar na velhice ou aposentadoria; e 5%, manter o valor do dinheiro e ir usando quando precisar. apesar de não ser o investimento que mais rende, o brasileiro continua a ter preferência pela caderneta de poupança. os investimentos em títulos públicos somam 3%; em títulos privados, 4%; em fundos de investimento, 5%; em previdência privada, 6%; e na poupança, 89%. “a intenção primeira não é o retorno – 54% das pessoas que investem declaram fazer o investimento por segurança financeira e possibilidade de juntar uma reserva. isso está muito associado ao guardar, a deixar em alguma lugar longe do impulso, inacessível para que eu não acione o meu impulso de gastar aquele dinheiro”, ressaltou ana leoni. “a poupança é [investimento] antigo, tradicional, muito conhecido; os outros produtos têm elementos mais sofisticados de compreensão.” *da redação com informações da agência brasil
04/09/2018

Previdência privada a partir de R$ 30 é opção para dar um reforço na aposentadoria

  a partir de r$ 30 por mês, é possível criar uma reserva complementar para a aposentadoria e não depender exclusivamente do inss planos de previdência complementar não precisam ser, necessariamente, um produto de luxo. opções acessíveis à população menos abastada ou jovens em início de carreira, com magras bolsas de estágio, possibilitam a formação de uma importante reserva para a aposentadoria. simulação feita pela brasilprev, braço de previdência do banco do brasil, mostra que quem consegue guardar r$ 200 por mês ao longo de 30 anos terá uma poupança de aposentadoria futura de r$ 126 mil, que poderá ser sacada de uma só vez ou fatiada em vários meses. se for dividida por 20 anos, o rendimento mensal será de r$ 525,90. os maiores bancos do país oferecem aplicações por valores mínimos baixos, abrindo portas mesmo para quem não costuma ter muito dinheiro sobrando. no santander, por exemplo, as aplicações mensais partem de r$ 30 e, caso o beneficiário aumente sua renda, poderá avaliar esticar a contribuição. conforme gilberto abreu, diretor de investimentos do santander, o valor baixo possibilita que pessoas que contribuem pelo piso na previdência pública obtenham uma segunda fonte de renda na aposentadoria, por exemplo. – uma regra importante é que, quanto mais cedo a pessoa começar a poupar, mais cedo vai formar sua reserva de aposentadoria – afirma abreu.  uma das vantagens de guardar dinheiro em planos de previdência é criar a disciplina de poupar. como os planos permitem pagamento no boleto ou em débito em conta, a contribuição se torna um compromisso como a conta de luz ou água, por exemplo. não há, entretanto, obrigatoriedade de economizar nos meses de maior aperto, pois não incide multa ou juro. o reajuste do valor de contribuição de um ano para o outro dependerá do próprio poupador.  — a pessoa pode acompanhar a evolução da sua reserva em relação às suas necessidades e eventuais alterações no padrão de vida, decorrentes, por exemplo, de crescimento profissional e formação de família. nesses casos, deve avaliar se suas contribuições ainda são suficientes para realizar seus projetos — explica marcelo wagner, diretor financeiro da brasilprev, que lançou neste mês o brasilprev fácil, focado em pessoas com renda mensal a partir de r$ 2 mil. o educador financeiro adriano severo alerta que a escolha de um plano de previdência deve ser feita com análise atenta dos custos envolvidos e também do perfil de aplicação mais adequado para cada tipo de investidor. é possível, por exemplo, escolher aplicações cujo imposto de renda vai caindo ao longo do tempo, alternativa ideal para o poupador de longo prazo.  — também é preciso ficar atento às taxas de administração e carregamento e comparar rentabilidade de diferentes bancos, para avaliar qual a mais vantajosa — afirma severo.  8 regras do bom poupador não saque antes do tempo: resista quando aparecer aquele aperto financeiro, lembre-se que a previdência complementar é sua garantia para um futuro mais confortável. colocar a mão no dinheiro antes da hora pode gerar multas de saída e pagamento de mais imposto de renda (ir). faça um aporte inicial: começar a previdência com uma pequena "bolada" tem um efeito multiplicador importante, com mais rendimento. uma aplicação inicial de r$ 1 mil já é uma boa arrancada.  faça aportes adicionais: aproveite recursos extras na conta para reforçar sua previdência complementar, não dependendo apenas dos aportes mensais. restituição do imposto de renda, antecipação de 13º salário, pagamento de pis/pasep ajudam a engordar o saldo. planeje a contribuição: calcule com cuidado o valor a ser guardado todo mês. não pode ser uma quantia tão alta que fará falta no orçamento nem tão baixa que enfraqueça seu benefício futuro.  comece cedo: quanto antes começar a guardar, menor será o gasto mensal. economizar pouco, nem que seja 5% do salário, causa um efeito multiplicador na poupança, com juros rendendo sobre juros. opte pelo regime regressivo: esta é a opção para quem está decidido a manter o dinheiro aplicado em prazo mais longo, e não como poupança. no regime de tributação regressiva, as alíquotas caem com o passar do tempo e chegam a 10% ao final de 10 anos. escolha o vgbl: quem faz a declaração simplificada do imposto de renda tem mais vantagem contratando os planos de previdência vgbl, em que não há dedução das contribuições. o imposto de renda terá incidência apenas sobre a rentabilidade acumulada. não abandone o inss: se você é autônomo, não deixe de pagar o inss. a previdência pública é garantia de cobertura financeira em caso de acidente do trabalho, doença ou afastamento por licença-maternidade, por exemplo. veja algumas simulações de previdência privada
04/09/2018

Como o envelhecimento mudou nos últimos 20 anos

  a previsão é de que, em 2042, a população brasileira atinja 232,5 milhões de habitantes, sendo 57 milhões de idosos (24,5%) segundo os dados da pesquisa nacional por amostra de domicílios contínua (pnad), divulgada pelo instituto brasileiro de geografia e estatística (ibge), em 2017, o país superou a marca de 30 milhões de idosos. a previsão é de que, em 2042, a população brasileira atinja 232,5 milhões de habitantes, sendo 57 milhões de idosos (24,5%). no início do século xx, a expectativa de vida era de cerca de 40 anos. hoje, gira em torno dos 75-85 anos, principalmente nos países desenvolvidos. os avanços da medicina, ao longo do século xx, e agora no século xxi, contribuíram de modo muito claro para essa longevidade: descoberta das causas de várias doenças e respectivos tratamentos; criação de vacinas; novas tecnologias; mudança de foco de várias áreas da medicina para a prevenção das doenças; entre outros. o próprio conceito de idoso já mudou, uma vez que uma pessoa de 60, há cerca de 20 anos, era considerada “velha”. atualmente, quem tem 60-70 anos pode estar física e mentalmente saudável, com plena disposição para trabalhar, viajar, praticar esportes e namorar. trata-se de uma população que quer continuar ativa, e está longe de “se aposentar da vida”. pelo contrário. a maioria das pessoas dessa faixa etária enxerga essa fase como uma oportunidade para, enfim, se divertir! terceira idade com qualidade de vida o desafio é “fazer do limão uma limonada”, uma vez que envelhecer implica em se ajustar continuamente a um lento processo de perdas físicas, psicológicas e cognitivas, e muito da velhice saudável depende da aceitação dessa condição. infelizmente, no brasil, chegar aos 70 ou 80 anos com tranquilidade financeira é para poucos. ao chegar na aposentadoria, a maioria dos brasileiros passa a receber um valor muito abaixo da receita que tinha quando trabalhava. quem não guardou dinheiro ou fez uma previdência privada, e passa a contar apenas com a aposentadoria, provavelmente terá que continuar trabalhando por conta própria para garantir um extra todo mês, ou precisará reduzir bastante seu padrão de vida. daí a importância de, desde cedo, se planejar financeiramente e cuidar da saúde mental (ler, frequentar eventos sociais e culturais, etc) e da saúde física (realizar check-up periodicamente, praticar atividade física e adotar uma alimentação saudável). chegar à terceira idade com dinheiro, boa saúde e oportunidade de fazer o que quiser é uma realidade possível nos dias de hoje. bem diferente de 20 anos atrás, quando “uma senhora de 60 anos” passava sua velhice fazendo tricô em uma cadeira de balanço. fonte: jornal da manhã online

Uma providência para a previdência privada


12/04/2019

Plataforma recém-lançada quer simular planos de aposentadoria para agentes e clientes

O pioneiro sistema estatal de previdência social foi criado na Alemanha, em 1889. Quem o idealizou foi Otto Von Bismarck, primeiro-ministro por quase duas décadas. Apelidado “chanceler de ferro” por sua política autoritária na unificação germânica, Bismarck criou o sistema para enfraquecer a oposição socialista a seu governo. Em homenagem a ele, o engenheiro e empresário Alexandre Melo batizou de Otto uma plataforma digital que vai reunir as informações sobre os produtos de previdência privada disponíveis no mercado. “A ideia é facilitar o acesso dos agentes autônomos para que escolham o melhor para seus clientes na previdência privada”, diz Melo.
Interativa, a plataforma terá uma série de perguntas e respostas para o usuário, além de comparadores e simuladores de planos no longo prazo. Segundo Melo, as áreas comerciais de escritórios de agentes autônomos, de corretoras e de seguradoras, poderão recorrer à plataforma na hora de atender clientes interessados em produtos previdenciários. A ideia é que o cliente também consulte a plataforma para fazer simulações. Quando os fundadores começaram a idealizar a plataforma, há cerca de um ano, a intenção era tratar de investimentos de forma ampla. A reforma da Previdência os levou a restringir temporariamente o escopo de atuação. Nos próximos meses deverão ser lançadas ferramentas para outros produtos. “Estamos preparando uma iniciativa similar sobre o Tesouro Direto”, diz Melo.
MACHINE LEARNING A meta do Otto é conquistar de 40 a 60 empresas por ano como clientes. Cada usuário terá de pagar a partir de R$ 1,5 mil por mês pelo serviço, mas a tarifa cresce à medida que o número de clientes de cada agente aumenta. Para colocar a operação de pé, Melo e seus sócios investiram cerca de R$ 800 mil. Segundo o fundador, a expectativa é que a operação chegue ao azul já no primeiro ano. “O Otto foi criado sob o conceito de machine learning”, diz Melo. “Conforme os usuários interagem com a plataforma, ela absorve o conhecimento e aumenta sua base de informações”, afirma Melo. A curadoria dos dados do Otto está a cargo de Carolina Volcov, que atou nos últimos dez anos como especialista de previdência em grandes instituições financeiras como Itaú e Safra.

Fonte: Isto É – Dinheiro

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