10/09/2018

Processos Ágeis transformam modelo de negócios no setor de seguros

  pressão para que a ti e as áreas de negócios acelerem e inovem mais rapidamente é mais do que nunca real no mundo acelerado de hoje, você teria dificuldade em encontrar uma área de ti que não estivesse experimentando pelo menos o ágil. a pressão para que a ti acelere e inove mais rapidamente, contudo, é mais do que nunca real. mas esse não é um desafio apenas da ti. na maioria das empresas, líderes de todas as funções estão sob pressão para operar na velocidade de seus clientes cada vez mais capacitados. embora esses líderes não possam adotar todas as especificidades do ágil, há alguns que lideram o avanço de suas empresas em direção à velocidade e à inovação na experiência do cliente. a vgz cooperative é uma delas. com a ajuda de kees hamster, membro do conselho e cfo/cio da vgz, recentemente richard sawhney, analista da forrester membro do cio group, promoveu uma reunião para observar, aprender e compartilhar ideias sobre como a empresa está avançando em direção ao objetivo de se tornar uma organização digital centrada no cliente. em um mercado competitivo, a vgz é a segunda maior organização de seguros de saúde sem fins lucrativos dos países baixos, com um volume de negócios de 10 bilhões de euros e de 2 mil ftes, 400 deles estão na unidade de tecnologia, chamada de data care. a vgz decidiu dar um passo fundamental, definindo claramente os desafios que pretendia abordar: como a vgz poderia se diferenciar em uma indústria regulada. como a empresa poderia reduzir a rotatividade de funcionários. como a vgz poderia oferecer serviços mais competitivos para suas redes b2b, como médicos e hospitais, e seus clientes finais. a vgz concentrou seus esforços em melhorar a experiência do cliente. o ponto de partida não era uma segmentação tradicional de clientes – a liderança decidiu concentrar-se em entender e melhorar as jornadas do cliente, especificamente a frequência das interações com o cliente e o impacto na vida dos clientes. para se concentrar verdadeiramente no cliente, a vgz precisava mudar seus processos para reconhecer o comportamento do cliente e agir rapidamente de acordo com as suas necessidades. a gerência decidiu acelerar a velocidade com que tomou decisões, acelerar a entrega de novos recursos para os clientes e fechar o ciclo, integrando as lições aprendidas – com efeito, os princípios do àgil! a equipe de vendas e marketing viu os benefícios dessa evolução e aderiu de todo o coração. felizmente, a vgz já havia implementado princípios de design e introduzido o lean it em 2014. isso provou ser uma base sólida para a introdução de formas ágil de trabalhar. “antes de adotar o ágil, visite o maior número de empresas possível com sua equipe para observar, aprender e fornecer um catalisador para a mudança dentro de sua organização”, disse kees hamster, membro do conselho e cfo/cio da vgz. “observamos como o ágil pode ser tratado apenas como uma outra maneira de trabalhar que oferece muitos benefícios e vai além da sua associação com a organização de ti. dada essa perspectiva, fico fascinado ao ver como grupos fora da ti adotam formas ágeis de trabalhar”, avaliou sawhney. na vgz, o ágil foi adotado de forma imprecisa na ti, mas os departamentos de vendas e marketing foram as primeiras unidades a adotá-lo. isso criou uma demanda para que a ti fizesse o mesmo e se alinhasse com seus clientes internos. depois de quatro trimestres de adoção do ágil, aqui estão algumas dicas importantes da vgz: o ágil gera entusiasmo – criou uma melhor compreensão do cliente e do negócio, bem como uma maior cooperação entre os negócios, ti e clientes (que foram ouvidos mais). o ágil muda a maneira como você avalia seus funcionários – ter metas claras e expressá-las em valor para o cliente. o ágil exige que você reaprenda como as pessoas podem trabalhar juntas – tornar as equipes tão autónomas quanto possível, dando-lhes ferramentas e reduzindo as transferências, as equipes devem ser capazes de resolver os problemas por conta própria. ter equipes de no máximo nove pessoas para evitar a criação de subgrupos. o ágil envolve uma mudança no modo de gestão – a vgz apresentou análises trimestrais de negócios. cerca de 200 pessoas se reúnem durante dois dias, gastam 50% do tempo em necessidades de negócios e 50% em melhorar a maneira de operar. a preparação é a chave para o sucesso. a jornada ágil da vgz é um processo contínuo de aprendizado, integração e aprimoramento. a chave para o sucesso da empresa é ter um ambiente em que seja seguro falhar rapidamente e integrar essas lições. quais departamentos da sua organização são o mecanismo e o vagão na adoção do ágil? por que isso está funcionando/não está funcionando? eu adoraria ouvir exemplos de empresas de manufatura incorporando o ágil! fonte: itf 365
10/09/2018

5 diferenciais para o corretor de seguros dos dias de hoje

  profissional precisa estar preparado para obter destaque no mercado hoje é possível fazer a cotação e contratação de um seguro online, porém, contar com a ajuda de um profissional é sempre mais indicado e o correto a fazer. é preciso usar algumas estratégias para que um corretor de seguros consiga se destacar no mercado. não basta ser conhecido se os seus concorrentes usam estratégias mais eficazes e conseguem atrair os clientes e fazer as vendas. até porque esse é um mercado que está em crescimento e mais concorrido. se deseja sair na frente, ter um bom desempenho e atender com qualidade, veja os diferenciais que um corretor de seguros deve ter para se destacar no mercado. 1. esteja atento aos seus concorrentes saiba o que os seus concorrentes estão fazendo e o que tem atraído os clientes para conseguir replicar e fazer melhor. analise de forma cuidadosa quais são os pontos fortes e diferenciais competitivos que as outras empresas possuem e como fizeram para conquistar isso. acompanhe com frequência o mercado para não ficar ultrapassado e, se possível, sempre dite tendências. 2. invista na cotação online a maioria das pessoas busca por comodidade na hora de cotar o seguro e nada melhor do que pode fazer isso online de qualquer lugar. tenha um site que permita que os clientes façam a cotação online ou crie parcerias com empresas especializadas nesse tipo de serviço e que possam gerar leads. ficar fora do universo tecnológico quando o assunto é seguro é perder clientes e deixar de ofertar uma das ferramentas mais buscadas. 3. gerencie os leds não adianta ter uma lista de clientes interessados em seguros se não souber trabalhá-la. filtre de acordo com o interesse na aquisição para que possa ter um funil de vendas e utilizar as estratégias certas para fazer com que o interesse seja grande a ponto da pessoa adquirir o seguro com você. faça ofertas para os que estão prontos para comprar e alimente com informações os que ainda estão se decidindo. o mais importante é não demorar para retornar para um lead, pois, se isso acontecer, um concorrente pode ser mais rápido. 4. crie um relacionamento com o cliente mesmo que haja interesse pela cotação de seguro online, os clientes querem se sentir apoiados e ter com quem tirar suas dúvidas ou receber orientações personalizadas. esteja sempre disponível para que a pessoa possa contatá-lo de uma maneira rápida, por chat, e-mail, fale conosco, telefone ou outros. além disso, sempre entre em contato para saber se ele já adquiriu o seguro, possui alguma dúvida ou para dar suporte ao produto que ele já possui. quanto mais próximo estiver, maior será a confiança e assim a compra ou renovação do seguro serão feitas com você. 5. crie uma estratégia de marketing é preciso planejar como chegar ao cliente e não basta apenas abrir o seu escritório. pense em ações de marketing, como divulgar os seus seguros nos locais corretos, produzir conteúdo de qualidade, ter e-mail marketing, fazer parcerias que tragam bons resultados e outros. não aja de forma espontânea em todas as situações, pois algumas exigirão ações pensadas e que possam trazer os resultados que deseja. ao tomar esses cuidados conseguirá se destacar no mercado e mostrar que o seu diferencial pode ser o melhor para os clientes.
10/09/2018

Transformação digital impõe desafios para lideranças do setor de tecnologia das seguradoras

  profissionais devem adaptar-se para corresponder ao novo cenário em um passado não muito distante, os cios de seguradoras tinham uma atuação bastante tradicional. eram responsáveis por gerenciamento de dados, desenvolvimento e manutenção de sistemas, segurança e outras questões relacionadas à infraestrutura, oferecendo, também, suporte para problemas do dia a dia. hoje, no entanto, o cenário é bem diferente. esse profissional é cobrado para alavancar o desenvolvimento de novos negócios, ser corresponsável no destaque da empresa no mercado e, ainda, manter o nível de satisfação dos consumidores elevado.o novo perfil exigido pelas seguradoras é de um cio com atuação estratégica e diretamente alinhada ao negócio. isso porque a tecnologia deve ser utilizada com foco no relacionamento e encantamento do cliente. o cio deve ser parte fundamental da transformação digital, compartilhando a responsabilidade e trabalhando em parceria com as áreas de negócio. nesse cenário, surge a oportunidade para que esses profissionais ressignifiquem o seu papel. e, se já não havia zona de conforto para esses líderes, em função da natureza da área e de suas funções, o desafio, agora, é ainda maior. esse novo cio lida com algumas dores durante o processo de adaptação à nova realidade. a primeira delas é que boa parte das empresas ainda encara a ti como centro de custos. os orçamentos são restritos e os cortes têm se intensificado nos últimos anos. isso significa um empecilho para o desenvolvimento da área, uma vez que a transformação digital, dependendo da abrangência do projeto e das tecnologias escolhidas, pode demandar um investimento considerável. além das limitações financeiras, o cio deve estar preparado para lidar também com outra dor latente: as mudanças na forma de trabalhar, que exigem adequação de profissionais como analistas, desenvolvedores e gerentes de projetos. as equipes devem ser capacitadas e treinadas para lidar com as inovações, mas é preciso ir além e incentivar também a mudança de mentalidade. o desafio de fazer mais e melhor é intensificado. nesse sentido, metodologias como agile e lean aparecem como aliadas e precisam ser compreendidas e utilizadas pelos líderes de ti. outro fato importante é compreender que não é preciso desenvolver tudo internamente. soluções especialistas de mercado podem ser integradas facilmente, por exemplo, com a utilização de apis (sigla em inglês de application programming interface, ou interface de programação de aplicativos), fazendo com que a empresa reduza o time to market, ou seja, o tempo desde o início do desenvolvimento de um produto até ele estar pronto para a venda. muitas seguradoras estão trilhando esse caminho, umas mais adiantadas que outras. essa tendência se consolida no mercado e se estabelece, de fato, como um movimento necessário, que trará mudanças profundas para a área de ti. atentos a esses detalhes, os cios poderão focar suas atenções na operação das seguradoras, alterando-a com um objetivo maior: a satisfação do cliente. e, ao fazer esse trabalho de forma mais objetiva e evitando desperdícios, o orçamento é melhor direcionado e aproveitado. o auxílio de consultorias com conhecimento do mercado segurador, novas tecnologias e metodologias também é uma opção, uma vez que esse trabalho pode orientar a equipe de ti da organização de forma mais assertiva. vencidas as dores, o cio passa a ocupar o espaço estratégico que lhe cabe e a conduzir as seguradoras para o futuro digital. fonte: jrs *por cristiane dompieri, diretora comercial da sistran.
10/09/2018

Mercado reduz alta do PIB e inflação de 2018

 o mercado reduziu expectativa para o crescimento do produto interno bruto (pìb) e de inflação em 2018. a projeção do pib deste ano passou de 1,44% para 1,40%, conforme o relatório de mercado focus, divulgado nesta segunda-feira (10), pelo banco central (bc). há quatro semanas, a estimativa era de crescimento de 1,49%. para 2019, o mercado manteve a previsão de alta do pib de 2,50%, igual ao visto quatro semanas atrás. para o ipca, a expectativa recuou de 4,16% para 4,05%, após a deflação de agosto. selic e câmbio permaneceram estáveis na expectativa do ano no fim de julho, o bc reduziu a projeção para o pib em 2018, de 2,6% para 1,6%. a instituição atribuiu a mudança na estimativa à frustração com a economia no início do ano. no fim de setembro, foi a vez de o instituto brasileiro de geografia e estatística (ibge) informar que o pib cresceu apenas 0,2% no segundo trimestre, em função dos efeitos da greve dos caminhoneiros ocorrida em maio e junho. no primeiro semestre, a alta acumulada foi de 1,0%. após os dados mais recentes sobre o comportamento dos preços, que apontaram deflação em agosto, os economistas do mercado financeiro alteraram a previsão para o ipca de 2018. o focus mostra que a mediana para o índice, que baliza as decisões de política monetária, recuou de 4,16% para 4,05%. há um mês, estava em 4,15%. a projeção para o índice em 2019 seguiu em 4,11%. quatro semanas atrás, estava em 4,10%. para a selic (taxa básica de juros), os analistas mantêm a expectativa para o fim de 2018 e de 2019. este ano a taxa fecha em 6,50% ao ano. para 2019, ficou em 8% ao ano, igual ao verificado há quatro semanas, e 2020 e 2021 também no mesmo patamar. no início de agosto, o comitê de política monetária (copom) do bc anunciou a manutenção, pela terceira vez consecutiva, da selic (a taxa básica de juros) em 6,50% ao ano. o mercado indicou a manutenção no cenário para a moeda norte-americana em 2018 e 2019. a mediana das expectativas para o câmbio no fim deste ano seguiu em r$ 3,80, ante os r$ 3,70 verificados há um mês. para 2019, a projeção para o câmbio no fim do ano permaneceu em r$ 3,70, igual a quatro pesquisas atrás. a projeção para a produção industrial de 2018 foi de alta de 2,43% para elevação de 2,26%. há um mês, estava em 2,79%. no caso de 2019, a estimativa de crescimento da produção industrial foi de 2,89% para 2,82%, ante 3,00% de quatro semanas antes. na relação entre a dívida líquida do setor público e o pib para 2018, o focus aponta leve recuo de 54,25% para 54,20%. há um mês, estava em 54,25%. para 2019, a expectativa permaneceu em 57,60%, ante os 57,70% de um mês atrás. addthis sharing buttons share to facebookshare to twittershare to linkedinshare to e-mailshare to imprimir comentar | corrigir | compartilhar comentários seja o primeiro a comentar esta notícia hoje no jc para folhear modo texto assine já ios android capa leia também dólar abre semana entre altas e baixas com investidor de olho na eleição bolsas da ásia fecham sem sinal único, com xangai em baixa de mais de 1% bolsas de nova iorque fecham em baixa com tensões comerciais e mais empregos nos eua bolsas da europa caem na semana, com tensão comercial e incerteza com emergentes capinha cadastre seu e-mail no formulário abaixo para começar a receber a newsletter diária.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/09/647736-mercado-reduz-alta-do-pib-e-inflacao-de-2018.html)
10/09/2018

Dólar abre semana entre altas e baixas com investidor de olho na eleição

 a abertura do mercado de câmbio é de instabilidade e indica a divisão entre os agentes do mercado sobre o atual patamar do dólar. às 9h34min desta segunda (10), o dólar à vista caía 0,07% a r$ 4,0819. na máxima, foi a r$ 4,0909 (+0,08%). na mínima, marcou r$ 4,0534 (-0,83%). o contrato para outubro da moeda subia 0,60% aos r$ 4,0940. na máxima, foi a r$ 4,099 (0,74%). na mínima, marcou r$ 4,0615 (-0,18%). "após o fechamento em queda na quinta-feira (6), tem quem ache que a moeda desvalorizou muito e entra tomando. tem quem ache que a eleição mudou 'para melhor' e está 'soltando'", afirmou um operador do mercado cambial. o dólar futuro abriu com variação positiva nesta segunda-feira, 10, enquanto a moeda à vista iniciou o dia em queda. poucos minutos depois, as variações nos dois mercados mudavam de sinal. uma pressão de alta do dólar vem do exterior, onde a moeda sobe perante a maioria das emergentes. sobre o real, ainda pesam ajustes atribuídos à divulgação de dados sobre o mercado de trabalho americano, o "payroll", na sexta-feira (7), quando o mercado brasileiro estava fechado pelo feriado do dia da independência. no exterior, a moeda avançou em relação a pares desenvolvidas em razão dos "payroll" considerado forte. assim como na sexta-feira, os agentes globais seguem monitorando as tensões comerciais entre eua e china. ainda sobre o câmbio brasileiro nesta segunda, parte da instabilidade nos preços é explicada, segundo outro operador, pela expectativa do investidor quatro a novas pesquisas eleitorais. sobre o incidente, uma leitura é que este provocou um enfraquecimento da esquerda brasileira, como escreveu o operador da h.commcor cleber alessie machado neto.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/09/647735-dolar-abre-semana-entre-altas-e-baixas-com-investidor-de-olho-na-eleicao.html)
10/09/2018

Ibovespa sobe amparado por clima ameno no exterior e busca 77 mil pontos

 amparado pelo clima ameno visto nos mercados acionários internacionais na manhã desta segunda-feira (10), o ibovespa abriu e se mantém em alta, dando sequência à rodada de compras que ganhou força antes do feriado. já na abertura o índice à vista do mercado acionário local buscou os 77 mil pontos, mas há instantes operava abaixo desse patamar. a alta na sessão desta segunda ocorre mesmo sendo o primeiro pregão após o forte movimento especulativo - surgido imediatamente após o ataque ao candidato à presidência pelo psl, jair bolsonaro - e levou o índice à vista a fechar em alta de cerca de 1,8% aos 76.416,01 pontos. lá fora, as cotações dos contratos futuros de petróleo sobem em contrapartida ao minério de ferro, que recuou 0,98% no porto de qingdao, na china. o movimento do ibovespa acompanha o mercado acionário dos estados unidos, que abriram buscando as máximas, mas, no período da manhã, operavam em alta moderada. às 11h06, o dow jones avançava 0,19% enquanto o ibovespa subia 0,53%, aos 76.823 pontos. com a agenda vazia nos eua, os investidores monitoram novas ações protecionistas de washington contra pequim. segundo geng shuang, porta-voz do ministério das relações exteriores, seu governo "definitivamente irá adotar medidas para proteger seus legítimos direitos", caso a administração federal americana adote novas tarifas. por aqui, os investidores têm as novas pesquisas de intenção de voto para a presidência da república que vem após um período maior de propaganda eleitoral em rádio e televisão e também o ataque a bolsonaro. para esta segunda, no início da noite, está prevista a divulgação do datafolha. na avaliação dos analistas da corretora magliano, o resultado pode vir mostrando o fortalecimento de bolsonaro, que se qualifica para o segundo turno, enquanto segue acirrada a disputa pelo outro lugar.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/09/647741-ibovespa-sobe-amparado-por-clima-ameno-no-exterior-e-busca-77-mil-pontos.html)
10/09/2018

IPC-S sobe 0,13% na 1ª quadrissemana de setembro após 0,07% na anterior, diz FGV

 o índice de preços ao consumidor - semanal (ipc-s) subiu 0,13% na primeira quadrissemana de setembro, em aceleração ante a taxa de 0,07% na semana anterior, apontou nesta segunda-feira (10), a fundação getulio vargas (fgv). o movimento reflete a normalização dos preços, após a devolução do repique de preços provocado pela greve dos caminhoneiros. na semana passada, cinco das oito categorias de despesas registraram acréscimo nas respectivas taxas de variação. a maior contribuição foi justamente de alimentação (0,06% para 0,18%), com destaque para o item hortaliças e legumes (-6,94% para -5,17%). também houve avanço dos preços em educação, leitura e recreação (0,15% para 0,45%), transportes (-0,35% para -0,23%), vestuário (-0,47% para -0,35%) e despesas diversas (0,68% para 0,75%). por outro lado, registraram decréscimo os segmentos de saúde e cuidados pessoais (0,39% para 0,28%), comunicação (-0,13% para -0,25%) e habitação (0,25% para 0,23%). entre os movimentos mais fortes, destaque para artigos de higiene e cuidado pessoal (0,13% para -0,16%), mensalidade para tv por assinatura (1,42% para 0,08%) e taxa de água e esgoto residencial (1,60% para 1,27%).   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/09/647728-ipc-s-sobe-0-13-na-1-quadrissemana-de-setembro-apos-0-07-na-anterior-diz-fgv.html)
04/09/2018

Reforma política coloca o benefício da previdência em pauta

  o debate político sobre a reforma da previdência social vem sendo importante para chamar a atenção da opinião pública para este tema complexo e urgente, que afeta o futuro de todos os brasileiros. apesar de a pec 287/16 não ter progredido muito no congresso nacional, a discussão é fundamental para conscientizar o empresariado sobre a necessidade de mudança, já que cada vez mais os trabalhadores estão atentos às questões relacionadas com aposentadoria. anteriormente, as pessoas só começavam a pensar na aposentadoria quando já possuíam uma idade mais avançada. no entanto, nos dias de hoje, com a conscientização das empresas e funcionários, a ideia de fazer um planejamento desde a juventude vem ganhando visibilidade. além de garantir uma importante proteção adicional aos trabalhadores, a previdência privada pode contribuir para a atração e retenção de talentos. por essa razão, de acordo com a pesquisa de benefícios da aon, 56% das empresas já oferecem aos funcionários opções de planos de previdência complementar. os planos oferecidos podem possuir formatos distintos. no modelo de contribuição definida, o valor da contribuição é acertado no ato da contratação e o montante que será recebido varia em função desta quantia, do tempo de contribuição e da rentabilidade. já no modelo de benefício definido, o valor da contribuição é que varia para que o valor pré-determinado do benefício possa ser atingido. há também o modelo de contribuição variável, que ocorre quando as duas modalidades anteriores são combinadas. de acordo com a pesquisa de benefícios, 46% das empresas optam por oferecer um plano de contribuição variável, 45% preferem o modelo de contribuição definida e apenas 9% o benefício definido, modalidade que vem diminuindo ao longo dos anos por conta dos riscos. além disso, a maior parte das companhias (61%) prefere investir na previdência privada aberta, onde os planos (pgbl, vgbl e fgb) são comercializados por bancos e seguradoras. por outro lado, 20% das empresas escolhem a previdência fechada viabilizada por um fundo multipatrocinado, que também é comercializado pelas seguradoras, e 19% escolhem a previdência fechada por meio de um fundo próprio. desde 2012, quando 53% das empresas optavam por planos de previdência aberta, houve um expressivo aumento desta modalidade. isso demonstra que as companhias não querem mais ter tanto trabalho para administrar seus planos de previdência. por isso, a previdência aberta e os fundos multipatrocinados estão crescendo e vão continuar em progresso nos próximos anos. em relação às contribuições previdenciárias, cerca de 70% das empresas escolhem cobrar um percentual fixo do salário dos colaboradores. na média, esse valor representa 5,7% da remuneração. um número menor de empresas (30%) opta por uma distribuição mais equilibrada, ou fixando a contribuição sobre uma parte do salário que excede um determinado valor, ou adotando tabelas de contribuição escalonada, dividindo o recurso e direcionando as maiores fatias a quem precisa mais do complemento na aposentadoria. essas fórmulas de contribuição são mais adequadas ao conceito da previdência privada, já que se levarmos em conta o processo de ascensão profissional, o trabalhador que hoje recebe menos terá mais ajuda da empresa para compor o valor do benefício quanto mais próximo estiver da sua aposentadoria. na medida em que os profissionais crescem na carreira, suas contribuições aumentam, de forma a amplificar seu potencial de capitalização para o futuro. o objetivo é direcionar os recursos para quem efetivamente precisa da previdência complementar. seja qual for o modelo de viabilização, o papel da empresa não é apenas retirar uma parte do salário do funcionário e aplicar por ele, mesmo que isso por si só traga vantagens de taxas mais competitivas pelo ganho de escala. das empresas que oferecem o benefício, 96% contribuem junto com os trabalhadores – 80% equiparando 100% do valor da contribuição, 6% contribuindo com menos de 100% e 14% contribuindo com mais de 100%. no entanto, mesmo com o aumento da compreensão provocado pelo debate da reforma da previdência, o brasil ainda precisa amadurecer sua cultura de aposentadoria. a previdência privada terá um papel cada vez mais importante na solução dos problemas das formas de custeio da terceira idade, e, por outro lado, as empresas terão um papel fundamental na educação previdenciária de seus funcionários. *roberta porcel, líder de consultoria em previdência e serviços atuariais da aon brasil para mais informações sobre as soluções em previdência que a aon oferece, entre em contato conosco: http://www.aon.com/brasil/previdencia-complementar.jsp  
04/09/2018

Segundo estudo, apenas 19% dos Brasileiros tem seguro de vida. Especialista dá dicas e ensina corretores de todo Brasil a escalarem seus negócios

 um dos grandes desafios de quem é corretor de seguros no brasil é como conseguir sucesso comercializando seguros de vida, um produto que é tido pelo mercado com o mais lucrativo e de acordo com as pesquisas mais recentes o que mais cresce no faturamento das seguradoras. um estudo da universidade oxford, mostra que apenas 19% dos brasileiros possuem seguro de vida e esse número vem aumentando constantemente mostrando um negócio promissor.   motivados pela queda na venda de veículos e consequentemente de seguros para carros, os corretores passaram a enxergar no seguro de pessoas uma oportunidade de elevar suas receitas, porém  a maior parte deles vêm sofrendo para conseguir interagir com os clientes pois a venda de seguros de vida exige um grau de preparação, conhecimento e técnicas que poucos ainda dominam. de acordo com o especialista em seguros de vida e coach  de corretores de seguros ricardo muller, os corretores de seguros estão percebendo que para obter sucesso comercializando seguros de vida  é necessário capacitação especial visto os grandes desafios do mercado brasileiro. "existe uma mística de que o brasileiro não adere ao seguro de vida por questões culturais, eu não acredito que seja tão simples assim, o seguro de vida por tratar de questões tão profundas como o bem estar das pessoas e em alguns casos a morte, precisa ser adequadamente apresentado. ele não pode ser encarado como uma commodity pois cada pessoa conta com uma necessidade específica e o sucesso na comercialização desse importante instrumento de proteção está vinculado ao quão certeiro é o corretor em demonstrar ao cliente suas maiores necessidades e onde entra o seguro". muller diz que os corretores que conseguiram sucesso comercializando seguros de vida tiveram em algum momento que se dedicar a capacitação para obter os conhecimentos necessários para interagir com o cliente e surpreendê-lo. " o corretor de seguros do futuro é aquele que encanta o cliente por meio de uma assessoria adequada, e que utilizando as técnicas e ferramentas corretas, o faz perceber o universo de vulnerabilidades as quais está exposto. todos precisam de um seguro de vida, a grande questão é identificar no momento da assessoria qual cobertura melhor se encaixa no momento de vida do cliente. o especialista afirma que corretores de sucessos tomam para si a responsabilidade pela sua capacitação e que seus resultados derivam de sua resiliência em aprender técnicas inovadoras com o intuito de surpreender seus clientes com uma assessoria realmente diferenciada. "eles entenderam que o sucesso depende apenas deles e pararam de colocar a culpa em fatores externos.", esclarece muller. para ajudar corretores que estão com dificuldades em comercializar seguros de vida, ricardo muller dá, logo abaixo, cinco dicas práticas que podem fazer qualquer corretor ter aumento no faturamento: 1 -não venda seguros de vida, ofereça tranquilidade não venda seguros de vida, ofereça soluções adequadas para resolver uma dor latente do seu cliente. todos os clientes têm muitas dores, identifique a que mais o aflige e após isso proponha uma solução baseada nas coberturas que o seguro que você oferece detém. 2 - seguro de vida não é só para morte muitos corretores ainda focam somente a cobertura de morte no momento da assessoria com o cliente. o seguro de vida é também para a morte, porém  oferecem inúmeras coberturas que possibilitam o titular receber a indenização ainda em vida. 3 - defina um público-alvo a definição do público-alvo é essencial, pois não é possível atender com maestria a todos os públicos. todo corretor que deseja ter sucesso na carreira precisa encontrar um mercado que domine totalmente para assessorar seu cliente com benefícios direcionados. logo, também precisa se comunicar e se relacionar de uma forma única com este nicho. dessa forma as chances do corretor ganhar espaço na mente dos seus clientes aumentam significativamente. no livro 'good to great', o consultor de negócios americano jim collins relatou algumas de suas descobertas em relação ao sucesso de grandes empresas. uma destas descobertas é justamente a definição do público-alvo. 4 - focar em um tipo de seguro quando você foca em um tipo específico de seguro de vida, você se torna especialista nele e consegue ganhar maior notoriedade. vai vender seguro de vida em grupo? individual? com previdência? seguro resgatável? não importa qual seja, o importante é que você foque para se especializar e conseguir criar um padrão de negociação aderente a todos os personagens do seu público. dessa forma, você conseguirá oferecer para clientes mais diretos, mais abertos e etc. 5 - escale o suas vendas tenha uma ideia que gere interesse e uma vitrine para mostrá-la. criar uma ação sem ter onde mostrá-la não fará com que ela tenha uma escala de crescimento. dê visibilidade. a solução? fazer vídeos, postagens nas redes sociais e ações. pode fazer ações presenciais e gravar. transforme isso para que muitas pessoas tenham acesso. coach para corretores de seguros de todo brasil ricardo muller desenvolveu um programa de coach para corretores de seguros que desejam se tornar especialistas na comercialização de seguros de vida. depois de muitos anos capacitando pessoas por todo brasil, o programa ganhou uma versão absolutamente inovadora 100% online, onde o corretor é acompanhado por 12 módulos, passo a passo durante 8 semanas pessoalmente pelo ricardo. o programa vem sendo muito elogiado pelos corretores de seguros e é considerado hoje o mais sofisticado e completo sistema de capacitação visando a especialização em seguros de vida do brasil. mais informações: http://www.ricardomuller.com.br mais sobre ricardo muller corretor, coach e especialista em seguros de vida e previdência a mais de 10 anos. já realizou centenas de treinamentos e cursos por todo brasil, é responsável pela capacitação de centenas de corretoras de seguro e de agências bancárias para vendas de seguros de vida e previdência. ricardo é apaixonado por ensinar e treinar corretores a vender seguros de vida e previdência e acredita que qualquer corretor pode ter excelentes resultados, basta ter apenas o conhecimento e as técnicas certas.

Uma providência para a previdência privada


12/04/2019

Plataforma recém-lançada quer simular planos de aposentadoria para agentes e clientes

O pioneiro sistema estatal de previdência social foi criado na Alemanha, em 1889. Quem o idealizou foi Otto Von Bismarck, primeiro-ministro por quase duas décadas. Apelidado “chanceler de ferro” por sua política autoritária na unificação germânica, Bismarck criou o sistema para enfraquecer a oposição socialista a seu governo. Em homenagem a ele, o engenheiro e empresário Alexandre Melo batizou de Otto uma plataforma digital que vai reunir as informações sobre os produtos de previdência privada disponíveis no mercado. “A ideia é facilitar o acesso dos agentes autônomos para que escolham o melhor para seus clientes na previdência privada”, diz Melo.
Interativa, a plataforma terá uma série de perguntas e respostas para o usuário, além de comparadores e simuladores de planos no longo prazo. Segundo Melo, as áreas comerciais de escritórios de agentes autônomos, de corretoras e de seguradoras, poderão recorrer à plataforma na hora de atender clientes interessados em produtos previdenciários. A ideia é que o cliente também consulte a plataforma para fazer simulações. Quando os fundadores começaram a idealizar a plataforma, há cerca de um ano, a intenção era tratar de investimentos de forma ampla. A reforma da Previdência os levou a restringir temporariamente o escopo de atuação. Nos próximos meses deverão ser lançadas ferramentas para outros produtos. “Estamos preparando uma iniciativa similar sobre o Tesouro Direto”, diz Melo.
MACHINE LEARNING A meta do Otto é conquistar de 40 a 60 empresas por ano como clientes. Cada usuário terá de pagar a partir de R$ 1,5 mil por mês pelo serviço, mas a tarifa cresce à medida que o número de clientes de cada agente aumenta. Para colocar a operação de pé, Melo e seus sócios investiram cerca de R$ 800 mil. Segundo o fundador, a expectativa é que a operação chegue ao azul já no primeiro ano. “O Otto foi criado sob o conceito de machine learning”, diz Melo. “Conforme os usuários interagem com a plataforma, ela absorve o conhecimento e aumenta sua base de informações”, afirma Melo. A curadoria dos dados do Otto está a cargo de Carolina Volcov, que atou nos últimos dez anos como especialista de previdência em grandes instituições financeiras como Itaú e Safra.

Fonte: Isto É – Dinheiro

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