03/07/2018

Tenho 27 anos. Onde investir para ter uma vida financeira saudável?

  especialista responde dúvida de leitora sobre finanças pessoais. envie você também sua pergunta pergunta da leitora: tenho 27 anos e quero começar a investir. penso que estarei estabilizada financeiramente em um futuro próximo. qual o melhor investimento para ter uma vida financeira saudável e confortável, que me permita viajar de vez em quando, daqui a 15 anos? parabéns por se preocupar em ter uma vida financeira saudável no futuro desde já. é esse foco para alcançar seus objetivos que te levará ao futuro que deseja. imagino que minha resposta será um pouco diferente do que você esperava, mas tenho certeza que vai ampliar sua visão sobre o tema. você pergunta qual o “melhor investimento” para seus objetivos, mas há um problema aí: “o melhor investimento” não existe. quando pensamos em investir, temos em mente o fator rentabilidade. claramente, ele é importante, mas não é previsível, nem é o mais importante na equação. o fator definitivo para você ter uma vida financeira saudável e confortável não é o seu investimento, e sim, o seu comportamento. uma pessoa com hábitos financeiros simples e saudáveis, mas que requerem uma boa dose de disciplina, terá sucesso financeiro. basta não cometer grandes erros. os principais hábitos são: ter sobra em seu orçamento e investir, no mínimo, 10% da sua renda todos os meses. não procurar por investimentos mirabolantes ou o “da moda” – os bons investimentos são “chatos”. analisar seus principais riscos financeiros e elimina-los ou reduzi-los, por meio de seguros. utilizar o mínimo possível de crédito – os juros no brasil fazem isso custar muito caro. ter profissionais de sua confiança para auxilia-la na escolha das ferramentas (investimentos, seguros, previdência, etc) e, se possível, alguém que tenha uma visão holística da sua vida financeira. o melhor dos mundos é você aliar bom comportamento e boas decisões financeiras. receba conselhos para investir, de alguém que evite que você fique comprando e vendendo produtos toda hora e que crie uma carteira para o seu perfil e para os seus objetivos. tenha uma reserva com liquidez, com um valor equivalente a seis meses de despesas. a partir disso, diversifique seus investimentos em outros ativos, por meio de fundos de investimentos diferentes. fundos cambiais podem ajudar a reduzir o risco da variação do dólar para suas viagens internacionais. por fim, um plano de previdência privada pode ser uma boa opção para seus objetivos de longo prazo. comece a elaborar tudo isso desde já, com a ajuda de um profissional de confiança que consiga acompanhar seu andamento e e como você está em relação às suas metas. o importante é se conhecer e controlar suas ações. fonte: exame por valter police, planejador financeiro
03/07/2018

Luiz Osório: Susep desagrada gregos e troianos

  empresário questiona novas normas dos títulos de capitalização para o empresário e acionista da aplub capitalização, a superintendência de seguros privados (susep), desagradou “gregos e troianos” ao editar novas normas para títulos de capitalização, através da circular 569/2018. confira o artigo: “parece piada, mas não é. as sociedades de capitalização, entidades filantrópicas, federação nacional (fenacap) e distribuidores de títulos estão descontentes com a susep. as trapalhadas da área de produtos continuam. chegamos ao ponto em que a fenacap recorreu a confederação nacional das empresas de seguros gerais, previdência privada e vida, saúde suplementar e capitalização (cnseg) com objetivo de intervir junto ao superintendente da susep, dr. joaquim mendanha de ataídes, com vistas a retificar a circular 569 e corrigir nova proposta de circular em consulta pública, diante do cenário de insegurança gerado. a fenacap não está sendo ouvida. as novas regras foram lançadas sem qualquer discussão com o mercado e contrariam também a legislação. cabe lembrar que no final do ano passado, dia 28 de novembro, após compromisso em audiência pública na câmara dos deputados, na comissão de finanças e tributação, a susep assumiu que, previamente, submeteria as novas normas e criaria uma comissão de produtos com os operadores do mercado e deputados. nada do que foi combinado foi cumprido. a susep, mais uma vez, quer cumprir um papel de legislar que não é seu. caso o mercado não seja atendido haverá uma enxurrada de ações judiciais contra a autarquia. conseguiu desagradar à todos!”. o jrs abre espaço aos citados neste artigo para as devidas manifestações, caso desejem. reiteramos que a opinião do articulista não reflete necessariamente nosso posicionamento editorial, cabendo ao mesmo a responsabilidade pela publicação. fonte: jrs
03/07/2018

IPP sobe 2,33% em maio ante alta de 1,58% em abril, revela IBGE

 o índice de preços ao produtor (ipp), que inclui preços da indústria extrativa e de transformação, registrou alta de 2,33% em maio, informou na manhã desta terça-feira (3), o instituto brasileiro de geografia e estatística (ibge). a taxa de abril foi revisada de uma elevação de 1,56% para avanço de 1,58%. o ipp mede a evolução dos preços de produtos na "porta da fábrica", sem impostos e fretes, da indústria extrativa e de 23 setores da indústria de transformação. com o resultado de maio, o ipp de indústrias de transformação e extrativa acumulou aumento de 5,96% no ano e elevação de 10,45% em 12 meses. considerando apenas a indústria extrativa, houve redução de 4,10% em maio, após o aumento de 4,83% registrado em abril, segundo o ibge. já a indústria de transformação registrou expansão de 2,61% em maio, ante um crescimento de 1,44% no ipp de abril.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/07/636235-ipp-sobe-2-33-em-maio-ante-alta-de-1-58-em-abril-revela-ibge.html)
03/07/2018

Taxas futuras de juros recuam com dólar antes de leilão de Tesouro

 os juros futuros operam em baixa na manhã desta terça-feira (3), na esteira do dólar fraco no exterior e ante o real, diante da melhora do ambiente de negócios internacional. as taxas futuras são influenciadas também pelo leilão de compra e de venda de notas do tesouro nacional - série b (ntn-b), pela manhã (11h). lá fora, embora as disputas comerciais entre estados unidos e china continuem no radar, o clima é mais ameno, após o presidente donald trump ter afirmado que os eua não sairão da organização mundial do comércio (omc) e que irá anunciar novos acordos comerciais em breve. já a chanceler da alemanha, angela merkel, e o ministro do interior, horst seehofer, chegaram a um acordo na noite desta segunda-feira (2), sobre a questão imigratória, garantindo a sobrevivência de merkel no cargo. na segunda, os contrato de depósito interfinanceiro (di) deram continuidade à devolução de prêmios, em meio à percepção de que a selic tende a ficar estável em 6,50% ao ano nos próximos meses. assim, as taxas fecharam em baixa, comportadas ante o avanço do dólar ante o real, que fechou a segunda-feira a r$ 3,9094, maior patamar desde 7 de junho. no câmbio, há um movimento de realização de ganhos, após o dólar à vista ter acumulado no ano até ontem ganhos de 17,91%. às 9h30min, o contrato de depósito interfinanceiro (di) para janeiro de 2020 indicava 8,22%, de 8,28% no ajuste anterior. o di para janeiro de 2021 estava a 9,18%, de 9,25% no ajuste anterior, enquanto o di para janeiro de 2023 recuava a 10,59%, de 10,67% no ajuste anterior. no câmbio, o dólar à vista caía 0,39%, aos r$ 3,8940. o dólar futuro de agosto recuava 0,55%, a r$ 3,9035. mais cedo, o ibge informou que o índice de preços ao produtor (ipp), que inclui preços da indústria extrativa e de transformação, registrou alta de 2,33% em maio. a taxa de abril foi revisada de uma elevação de 1,56% para avanço de 1,58%. com o resultado de maio, o ipp das indústrias de transformação e extrativa acumulou aumento de 5,96% no ano e elevação de 10,45% em 12 meses. já a fipe divulgou que a inflação na cidade de são paulo subiu 1,01% em junho, ganhando força significativa em relação ao avanço de 0,19% registrado em maio, mas desacelerando um pouco frente ao acréscimo de 1,07% observado na terceira quadrissemana do mês passado. o resultado ficou praticamente no piso do intervalo de 11 estimativas colhidas pelo projeções broadcast, que ia de alta de 1,02% a 1,29%, com mediana de 1,16%. ao longo do primeiro semestre de 2018, o ipc-fipe acumulou inflação de 1,23%. no período de 12 meses até junho, o índice apresentou ganho de 2,51%.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/07/636237-taxas-futuras-de-juros-recuam-com-dolar-antes-de-leilao-de-tesouro.html)  
03/07/2018

Dólar recua ante real com melhora externa

 o dólar opera em baixa na manhã desta terça-feira (3), diante da melhora do ambiente de negócios internacional, onde as bolsas sobem e a moeda americana recua ante pares principais e divisas emergentes ligadas a commodities. lá fora, embora as disputas comerciais entre estados unidos e china continuem no radar, o clima é mais ameno após o presidente americano donald trump ter afirmado na segunda-feira (2), que não pretende deixar a organização mundial do comércio (omc) e que irá anunciar novos acordos comerciais em breve. já a chanceler da alemanha, angela merkel, e o ministro do interior, horst seehofer, chegaram a um acordo na noite de segunda sobre a questão imigratória, garantindo a sobrevivência de merkel no cargo. a expectativa dos agentes financeiros é de que os negócios se concentrem na primeira parte da sessão e a liquidez tende a diminuir à tarde com o encerramento antecipado dos mercados norte-americanos no começo da tarde (bolsas às 14h e treasuries, às 15h), por causa do feriado pelo dia da independência dos estados unidos, nesta quarta-feira, dia 4, quando os mercados em wall street ficarão fechados. diante do sinal de baixa do dólar até o momento, o banco central (bc) pode não realizar novamente leilão extraordinário no mercado de câmbio, marcando a sétima sessão consecutiva sem leilões de novos contratos de swap (venda de dólar no mercado futuro) e a terceira sem operação de linha com recompra. para esta terça está agendada apenas uma operação de rolagem de us$ 700 milhões em swap cambial com vencimento em 1º de agosto (11h30min). no radar dos agentes financeiros está o "estado de greve" dos caminhoneiros, disse um operador de uma corretora. uma nova paralisação não tem sido descartada pela categoria nos últimos dias caso a mp 832, que institui a política de preços mínimos do transporte rodoviário de cargas, não seja votada. segundo o relator da matéria, deputado osmar terra (mdb-rs), a expectativa é apresentar o texto ainda nesta terça na comissão especial que analisa a mp, o que, se confirmado, eleva a chance de o texto ser apreciado no plenário da câmara na quarta e, no plenário do senado, no dia 11 de julho, antes do recesso parlamentar. além disso, os dados da balança comercial de junho saem à tarde (15h) e devem ter superávit mais elevado do que o do mês anterior, mas ainda podem mostrar algum reflexo da greve dos caminhoneiros, que ocorreu no fim de maio. pesquisa do projeções broadcast indica expectativas de superávit de us$ 5,4 bilhões a us$ 7 bilhões, com mediana de us$ 6,6 bilhões (15h00). em maio, houve superávit de us$ 5,9 bilhões. a continuação da votação do projeto de lei que trata da cessão onerosa no plenário da câmara, à tarde, também estará no radar. em relação aos combustíveis, a petrobras anunciou que o preço médio do litro da gasolina a sem tributo nas refinarias, que entra em vigor hoje, será de r$ r$ 1,9854, alta de 1,9% ante o atual r$ r$ 1,9486. já o preço do diesel segue congelado em r$ 2,0316. às 9h11min desta terça-feira, o dólar à vista caía 0,48%, aos r$ 3,8905. o dólar futuro de agosto recuava 0,61% no mesmo horário, a r$ 3,9010.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/07/636236-dolar-recua-ante-real-com-melhora-externa.html)
03/07/2018

Inflação de Porto Alegre acelera e fecha o mês de junho em 1,20%, aponta FGV

 a inflação de porto alegre medida pelo índice de preços ao consumidor - semanal (ipc-s) acelerou sua taxa de variação na quarta quadrissemana de junho, passando de 1,09% para os atuais 1,20%. no geral, o ipc-s avançou em quatro das sete capitais pesquisadas e passou de 1,17% para 1,19% entre os dois períodos, informou a fundação getúlio vargas (fgv) nesta terça-feira (3). na capital gaúcha, três das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram aceleração em suas taxas de variação, entre as quais se destacam os grupos educação, leitura e recreação (-0,79% para -0,14%) e alimentação (0,22% para 0,85%). as pressões acima da variação média foram exercidas pelos grupos: habitação (2,01%), transportes (1,50%) e alimentação (1,41%). além de porto alegre, registraram acréscimo nas taxas de variação foram: salvador (0,86% para 0,97%), brasília (1,27% para 1,36%) e recife (1,09% para 1,14%). em contrapartida, apresentaram desaceleração no período as seguintes capitais: belo horizonte (1,59% para 1,58%), rio de janeiro (1,33% para 1,26%) e são paulo (1,10% para 1,06%). a tabela a seguir apresenta as variações percentuais das sete capitais componentes do índice, nesta e na apuração anterior: jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/07/636229-inflacao-de-porto-alegre-acelera-e-fecha-o-mes-de-junho-em-1-20--aponta-fgv.html)
03/07/2018

Indústria propõe fundo de de R$ 1,6 bilhão para investir em startups

 os recursos seriam destinados para a lei de informática, que deve intensificar a tecnologia industrial ternium industrial center/afp/jc a indústria vai propor aos candidatos à presidência da república a criação de um fundo de cerca de r$ 1,6 bilhão com recursos da lei de informática para financiar startups em tecnologia. é parte de um pacote desenhado para intensificar a entrada do brasil na chamada indústria 4.0, que é a produção num mundo em que "tudo se conecta com tudo" por meio de tecnologia digital. na quarta-feira (4), os presidenciáveis participarão de um debate promovido pela confederação nacional da indústria (cni) e poderão ver uma exposição com exemplos de como a digitalização vai mudar a vida das pessoas e das cidades. e, por extensão, como isso já tem impacto nas empresas no mundo inteiro e precisa ser uma prioridade no brasil para competir no mercado mundial nos próximos anos. na exposição, poderão ser vistos sistemas automatizados que lavam e passam roupas, impressoras 3d para concreto, bueiros que avisam quando estão entupidos e um espelho que tira medidas e comanda a confecção de roupas. "já ficamos para trás na transformação que houve na terceira revolução industrial, a da microeletrônica", disse o diretor-geral do serviço nacional de aprendizagem industrial (senai), rafael lucchesi. "ficar para trás não é uma alternativa", completou o gerente executivo de política industrial da confederação nacional da indústria (cni), joão emílio gonçalves. o atraso da indústria brasileira é grande. pesquisa da cni mostra que 77,8% das empresas ainda estão nos estágios mais atrasados de aplicação de tecnologia. em metade delas, o uso das tecnologias de informação e comunicação (tic) é apenas pontual. a outra metade está um passo adiante, usando as tics, mas com integração de apenas algumas áreas. no estágio seguinte, no qual a integração de áreas é total, estão 20,5% das indústrias pesquisadas. e apenas 1,6% está na fronteira, com integração digital total e uso de inteligência artificial. a quantidade de empresas que usa tecnologia de ponta até que não é tão pequena. na alemanha, por exemplo, as indústrias nesse estágio somam 10%. o problema é que na base da pirâmide da produção brasileira o atraso tecnológico é muito grande. por isso, colocar as pequenas e médias empresas na era digital é o trabalho mais decisivo para o brasil entrar na era 4.0, segundo avaliação da cni e do governo brasileiro. na próxima semana, o ministro da indústria, comércio exterior e serviços (mdic), marcos jorge, lançará, em são paulo, um hub no qual as empresas poderão ver o que há de mais novo em tecnologias digitais. está prevista a participação de presidentes das 21 maiores empresas mundiais da área. "é uma plataforma que vai conectar oferta e demanda sem a interferência do governo", disse ele ao jornal o estado de s. paulo. a definição de um plano de digitalização é uma etapa anterior à obtenção do financiamento, que já é oferecido. em março, o governo anunciou linhas de crédito no valor de r$ 9 bilhões para a digitalização das empresas, frisou o ministro. a pasta também reduziu de 14% para zero a tarifa de importação de robôs industriais sem similar de fabricação nacional e para impressoras 3d. a proposta da cni aos presidenciáveis contém também a criação de um programa de compras governamentais, que foi decisiva para a digitalização da indústria na alemanha, por exemplo. a ideia é direcionar essas encomendas a produtos e serviços de tecnologia mais avançada. de 2012 a 2017, o setor público brasileiro comprou r$ 306 bilhões.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/07/636228-industria-propoe-fundo-de-de-r-1-6-bilhao-para-investir-em-startups.html)
29/06/2018

Setor de seguros no Brasil já usa blockchain para diferentes aplicações

  o setor de seguros no brasil está animado com os casos de uso que vêm sendo desenvolvidos com a tecnologia blockchain e, com o tempo, vêm substituindo processos manuais e onerosos pela rapidez e imutabilidade da cadeia de blocos, e não são apenas insurtechs, como a 88 que estão explorando a tecnologia, mas empresas tradicionais que têm aposentado o carimbo até emitindo criptomoedas próprias vinculadas a times de futebol. uma delas é a sura, empresa colombiana fundada em 1997, que atua no brasil e pertence ao grupo sura e em 2014 registrou uma receita de mais de us$22 bilhões. “nesse mesmo ano [2017] decidimos agregar a validação por meio da blockchain para obter valor comprobatório nos documentos e confirmações de entrega, leitura e clique nas mensagens, além de dar assinatura legal aos documentos eletrônicos”, explica eduardo guedes, vice-presidente de tecnologia e operações da sura, ao jornal valor econômico. para validar suas transações, a sura utiliza a blockchain do ethereum e o software direct.one para o envio de apólices, endossos, faturas, documentos de cobrança e contratos. a tecnologia permite aos clientes saberem exatamente o momento em que o documento foi gerado pela seguradora e enviado ao corretor. o sistema será adotado nas plataformas de seguros do tipo “pay as you use”, ou “pague conforme consumo”, e no monitoramento de atividades do cliente para avaliação do risco. “com a garantia do envio e recebimento dos documentos de cobrança, as prorrogações de pagamento e a até a inadimplência foram reduzidas”, diz guedes. já a thinkseg está lançando uma criptomoeda própria vinculada a times de futebol no brasil e até clubes internacionais, e, embora ainda não tenha divulgado mais detalhes sobre o lançamento, tudo indica que a plataforma vai operar numa espécie de tokenização dos clubes. além disso, a startup está desenvolvendo vários módulos na plataforma blockchain com investimentos de us$10 milhões. “a blockchain permite aumentar a segurança e a transparência das operações, reduzir os custos de processamento de pagamentos, fraudes e riscos de terceiros e, por consequência, o preço do seguro”, afirma o ceo da thinkseg, andré gregori. outra empresa do setor que vem investido na modernização de seus processo por meio da utilização da cadeia de blocos é a tokio marine, uma das 10 maiores seguradoras do mercado nacional e que participa do grupo b3i, com outras 14 seguradoras que vão criar uma rede de gerenciamento de contratos e cessão de riscos de resseguro. representando o japão, um dos primeiros países a abraçou as criptomoedas e onde fica a matriz da empresa, a tokio marine usa blockchain para compartilhar apólices e ordem de embarque em seguros de transportes. “o grupo avalia a tecnologia como alternativa para troca de ativos e documentos compartilhados”, diz adilson lavrador, diretor executivo de operações, tecnologia e sinistros da seguradora. para adriana nascimento, consultora de blockchain para a indústria de seguros da ibm brasil, o grande desafio na aplicação da blockchain no setor será a definição do modelo de governança entre os diversos participantes, para que os benefícios sejam reais, permitindo que as seguradoras colaborem entre si sem perder diferenciais competitivos. especialistas também apontam que a área pode sofrer inúmeras mudanças se as promessas da conectividade entre a internet das coisas (iot) com as tecnologias dlt se concretizar como no campo automobilístico, que permitiria um monitoramento em tempo real de todas as condições destes veículos oferecendo informações mais precisas para seguradoras e todos os consumidores de dados que interagem com este ecossistema. todos estes desenvolvimento apontam para uma máxima, a blockchain ainda vai transformar sua vida sem que você saiba que é por meio dela que tudo vem acontecendo. este é o caminho apontado para a adoção em massa.
29/06/2018

SUSEP: CNSP Aprova Novas Regras Para RCTR-C E Para Limites de Tábuas De Risco em Seguros de Pessoas e Previdência Complementar Aberta

 primeira reunião do ano do conselho nacional de seguros privados acata os votos da autarquia para alteração das resoluções. durante a 214ª sessão ordinária do conselho nacional de seguros privados (cnsp), realizada nesta quinta-feira, dia 21 de junho, em brasília, a superintendência de seguros privados (susep) apresentou dois votos para alteração das resoluções: cnsp 219/2010, que dispõe sobre o seguro obrigatório de responsabilidade civil do transporte rodoviário – carga (rctr-c); e cnsp 117/2004 e cnsp 201/2008, ambas estabelecem limites de tábuas de risco em planos de seguro de pessoas e para operação das coberturas por morte e invalidez em planos de previdência complementar aberta. de acordo com o superintendente da susep, joaquim mendanha de ataídes, ajustes operacionais são fundamentais para o desenvolvimento do mercado. “rever processos visando a desburocratização e o aperfeiçoamento de sistemas é uma parte importante do escopo de trabalho do órgão supervisor”, pontou mendanha. na mesma linha, o diretor de supervisão de conduta da susep, carlos de paula, vê as mudanças como um refinamento técnico. “para que a susep seja de fato um agente de fomento à indústria é necessário ouvir o mercado e estimular a concorrência”, afirmou. rctr-c em relação ao rctr-c, a área técnica da autarquia e a procuradoria federal da república junto à susep analisaram as sugestões da agência nacional de transportes terrestres (antt) e da federação nacional de seguros gerais (fenseg) sobre a alteração na sistemática de averbação dos riscos na apólice do seguro obrigatório. desta forma, o novo normativo estará em conformidade com o sistema nacional integrado de informações econômico-fiscais (sinief) e com a resolução antt 4.799/2015, agilizará as averbações e facilitará a fiscalização do seguro obrigatório. na prática, o segurado assume a obrigação de averbar, junto à seguradora, todos os embarques abrangidos pela apólice, antes da saída do veículo transportador, com base nos conhecimentos emitidos, em rigorosa sequência numérica, mediante a transmissão eletrônica do arquivo do conhecimento de transporte eletrônico (ct-e), no padrão estabelecido na legislação, ou documento fiscal equivalente. após a averbação do seguro, nos casos em que for obrigatória a emissão do manifesto eletrônico do documentos fiscais (mdf-e), deve o segurado, mediante transmissão eletrônica, efetuar a entrega do arquivo completo desse documento, no padrão estabelecido na legislação, também em rigorosa sequência numérica e antes do início da viagem. limites de tábuas de risco o novo normativo visa a acabar com a interferência do estado na definição do preço do seguro/pecúlio/renda nos produtos de risco (acabando com o preço mínimo), com objetivo de ampliar a concorrência e, consequentemente, reduzir o preço ao consumidor. desta forma, a resolução objetiva permitir que seguradoras e entidades abertas de previdência complementar (eapcs) utilizem tábuas biométricas elaboradas, com previsão ou não de atualização periódica, por instituição independente, a partir de experiência própria ou de mercado, na estruturação de planos com cobertura de risco. as tábuas biométricas passíveis de serem utilizadas são aquelas reconhecidas pelo instituto brasileiro de atuária (iba). a susep continuará acompanhando a solvência das companhias por meio da análise das provisões, ativos e capitais. a íntegra dos normativos será publicada no diário oficial da união (dou) nos próximos dias. fonte: portal nacional de seguros

Uma providência para a previdência privada


12/04/2019

Plataforma recém-lançada quer simular planos de aposentadoria para agentes e clientes

O pioneiro sistema estatal de previdência social foi criado na Alemanha, em 1889. Quem o idealizou foi Otto Von Bismarck, primeiro-ministro por quase duas décadas. Apelidado “chanceler de ferro” por sua política autoritária na unificação germânica, Bismarck criou o sistema para enfraquecer a oposição socialista a seu governo. Em homenagem a ele, o engenheiro e empresário Alexandre Melo batizou de Otto uma plataforma digital que vai reunir as informações sobre os produtos de previdência privada disponíveis no mercado. “A ideia é facilitar o acesso dos agentes autônomos para que escolham o melhor para seus clientes na previdência privada”, diz Melo.
Interativa, a plataforma terá uma série de perguntas e respostas para o usuário, além de comparadores e simuladores de planos no longo prazo. Segundo Melo, as áreas comerciais de escritórios de agentes autônomos, de corretoras e de seguradoras, poderão recorrer à plataforma na hora de atender clientes interessados em produtos previdenciários. A ideia é que o cliente também consulte a plataforma para fazer simulações. Quando os fundadores começaram a idealizar a plataforma, há cerca de um ano, a intenção era tratar de investimentos de forma ampla. A reforma da Previdência os levou a restringir temporariamente o escopo de atuação. Nos próximos meses deverão ser lançadas ferramentas para outros produtos. “Estamos preparando uma iniciativa similar sobre o Tesouro Direto”, diz Melo.
MACHINE LEARNING A meta do Otto é conquistar de 40 a 60 empresas por ano como clientes. Cada usuário terá de pagar a partir de R$ 1,5 mil por mês pelo serviço, mas a tarifa cresce à medida que o número de clientes de cada agente aumenta. Para colocar a operação de pé, Melo e seus sócios investiram cerca de R$ 800 mil. Segundo o fundador, a expectativa é que a operação chegue ao azul já no primeiro ano. “O Otto foi criado sob o conceito de machine learning”, diz Melo. “Conforme os usuários interagem com a plataforma, ela absorve o conhecimento e aumenta sua base de informações”, afirma Melo. A curadoria dos dados do Otto está a cargo de Carolina Volcov, que atou nos últimos dez anos como especialista de previdência em grandes instituições financeiras como Itaú e Safra.

Fonte: Isto É – Dinheiro

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