02/04/2019

SUSEP divulga novas regras para segmento de seguro

 a partir do dia 05 de abril, o seguro de transporte de cargas terá novas regras. é o que estabelece a circular 586/19, publicada pela susep na edição desta quarta-feira (20/03) do diário oficial da união. de acordo com a norma, altera as condições contratuais padronizadas do seguro facultativo de responsabilidade civil do transportador rodoviário por desaparecimento de carga (rcf-dc), estabelecidas pela circular 422/11, após aquela data, o segurado deverá assumir a obrigação de averbar, junto à seguradora, todos os embarques abrangidos pela apólice, antes da saída do veículo transportador, com base nos conhecimentos emitidos, em rigorosa sequência numérica. essa medida deverá ser adotada mediante a transmissão eletrônica do arquivo do conhecimento de transporte eletrônico (ct-e), no padrão estabelecido na legislação, ou documento fiscal equivalente. além disso, após a averbação do seguro, nos casos em que for obrigatória a emissão do manifesto eletrônico de documentos fiscais (mdf-e), o segurado terá que efetuar, mediante transmissão eletrônica, a entrega do arquivo completo desse documento, no padrão estabelecido na legislação, também em rigorosa sequência numérica e antes do início da viagem. fonte: cqcs
02/04/2019

Você conhece os benefícios de investir em uma previdência privada?

 diretora de vida, previdência e investimentos da porto seguro lembra que as vantagens de contratar um plano individual vão além da dedução no imposto de renda os brasileiros têm até o dia 30 de abril para declarar o imposto de renda referente a 2018. quem tem um plano de previdência modalidade pgbl (plano gerador de benefício livre), e aproveitou o ano anterior para realizar aportes extras, tem agora uma vantagem na hora de acertar as contas com o leão, pois vai poder deduzir os valores em até 12% da renda bruta anual tributável, o que significa pagar menos ou restituir mais imposto agora. “além da possibilidade da dedução no ir, investir em previdência privada ajuda o cliente a construir seu planejamento financeiro para realizar sonhos e ter uma aposentadoria tranquila”, lembra fernanda pasquarelli, diretora de vida, previdência e investimentos da porto seguro. a executiva destaca alguns benefícios da previdência privada e dá dicas para auxiliar as pessoas a aproveitarem melhor sua previdência: “o incentivo fiscal do pgbl é um adiamento do imposto, que será cobrado no resgate ou no pagamento do benefício lá na frente. então, a dica é reinvestir o valor da dedução no próprio plano para aumentar a reserva futura. outra dica é optar pelo regime regressivo de tributação e manter cada contribuição aplicada por mais de 10 anos, porque nesse caso você terá uma alíquota de 10% na hora de retirar o dinheiro. e por fim, inclua as coberturas de renda e pensões no seu plano. elas irão te proteger e à sua família em caso de imprevistos financeiros.” fonte: revista cobertura
02/04/2019

A vida em primeiro lugar

 dados recentes divulgados pela confederação nacional das seguradoras (cnseg) apontam que a arrecadação do segmento de seguros de vida em 2018 foi r$ 5 bilhões superior à de seguro de automóveis. esta análise refere-se aos planos de risco, ou seja, morte e invalidez, sem contabilizar os planos de pgbl e vgbl, ambos produtos previdenciários. ter dedicado grande parte da minha vida a esta indústria me legitima a trazer algumas questões. primeira: o brasileiro está despertando sobre a importância de ser previdente. estima-se que, nos estados unidos, 70% da população têm, pelo menos, uma apólice de seguro de vida. no brasil, este número não chega a 10%. mas você deve imaginar que o brasileiro não tem a renda do americano. isto é verdade e leva ao segundo ponto: o mercado de seguros se modernizou muito nos últimos anos. mérito das seguradoras, corretores e da superintendência de seguros privados. novas coberturas foram criadas, como resgatáveis e doenças graves. no entanto, destaca-se o desenvolvimento do microsseguro. outro fator essencial para este resultado é a estabilidade econômica, conquistada com a adoção do plano real, em 1994. hoje, mesmo com saltos, como vimos em 2005 e 2015, a inflação está em patamar esperado. último ponto: a crise. ela é relevante para o mercado. a mongeral aegon atua na distribuição de seguro de vida de forma individual, o que nos permite apurar o sentimento das pessoas e a motivação para a contratação deste produto. o que temos ouvido é a preocupação com a manutenção da própria renda ou da família em caso de morte, invalidez ou doença grave. acredito na manutenção desta tendência de crescimento do mercado de seguro de vida nos próximos anos. não existe seguro mais ou menos importante. é preciso pensar naquilo que há de comum nos bens - seja celular, automóvel ou casa: a vida do próprio indivíduo. fonte: diário do nordeste
02/04/2019

Seguro de vida cresce 10% e revela mudança no comportamento do brasileiro

 contratação desse tipo de seguro chegou a r$ 38 bilhões no ano passado infomoney veja mais em: https://www.infomoney.com.br/conteudo-patrocinado/seguro-de-vida/noticia/8080954/seguro-de-vida-cresce-10-e-revela-mudanca-no-comportamento-do-brasileiro
02/04/2019

Exterior e cautela com Previdência limitam ganhos do Ibovespa

 o ibovespa abriu em alta, ainda amparada pelas expectativas de avanço nas negociações comerciais entre estados unidos e china e na reforma da previdência. contudo, os ganhos foram diminuindo após a abertura em baixa em nova iorque. além disso, cautela com a reforma da previdência deixa os investidores locais em compasso de espera. "no exterior, o desempenho é mais contido, está mais devagar. por aqui, não tem novidades no âmbito da previdência, que sugere desidratação do texto antes de avançar na ccj comissão de constituição e justiça", observa luiz roberto monteiro, operador da mesa institucional da renascença dtvm. às 10h49min, o ibovespa tinha alta de 0,04%, aos 96,089,67 pontos, após atingir pontuação máxima de 96.690,17 pontos. o bradesco ressalta em nota que, apesar do sentimento otimista dos investidores no exterior com a chegada do segundo trimestre, diante de políticas monetárias mais amenas e expectativas positivas em relação à guerra comercial entre eua e china, os riscos permanecem. ainda, acrescenta, seguem na pauta a desaceleração mais acentuada do crescimento econômico e as dúvidas relacionadas ao brexit. a despeito da afirmação do presidente jair bolsonaro que disse esperar que o congresso aprove a proposta "sem que ela seja muito desidratada", partidos na câmara já preparam emendas e outras alterações a serem apresentadas à proposta original de reforma da previdência. além disso, os investidores aguardam o parecer do relator da pec na ccj, marcelo freitas (psl-mg). "se ficar muito desidratada, aquém da economia de r$ 1 trilhão calculada pelo ministro guedes paulo guedes, da economia, vai repercutir mal nos mercados", acrescenta monteiro. nesta terça, o mercado acompanhará o desfecho das reuniões de guedes com líderes partidários para tentar ganhar apoio para a reforma da previdência. os encontros tendem a deixar em segundo plano os resultados da produção industrial de fevereiro. apesar de a produção ter crescido 0,7% ante janeiro, interrompendo três meses consecutivos de taxas negativas, a alta ficou menor que a mediana das estimativas de 1,0%. apesar da elevação do petróleo lá fora, as ações da petrobras passaram a rondar a estabilidade, em meio a incertezas relacionadas à cessão onerosa e a uma possível participação da estatal em leilão de gás natural e exploração de óleo em israel.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/04/677452-exterior-e-cautela-com-previdencia-limitam-ganhos-do-ibovespa.html)
02/04/2019

Dólar à vista cai antevendo fluxo da JBS

 o dólar opera em baixa no mercado à vista e em alta no contrato futuro de maio, refletindo ajustes em relação ao fechamento anterior. às 9h35min desta terça-feira (2), o dólar à vista caía 0,20%, aos r$ 3,8662. o dólar futuro para maio estava em alta de 0,38%, aos r$ 3,8735. os investidores monitoram a melhora dos índices futuros de nova iorque, enquanto o índice do dólar segue exibindo alta, embora o dólar também mostre sinais mistos em relação a divisas de países emergentes exportadores de commodities. o diretor executivo da correparti, jefferson rugik, diz que o mercado à vista precifica as duas captações externas fechadas na segunda-feira, dia 1º, pela jbs, de us$ 1 bilhão pela subsidiária norte-americana e de us$ 500 milhões pela empresa no brasil. ele diz que a expectativa é de que a emissão feita pela empresa no brasil poderá ser internalizada e o mercado se antecipa a essa possibilidade. o operador luis felipe laudisio dos santos, da renascença dtvm, afirma que a emissão da jbs é mais uma notícia positiva para o real. segundo ele, o destaque no pregão nesta segunda foi a movimentação de investidores estrangeiros, que zeraram posição comprada em 25.520 contratos com bancos e fundos nacionais na contraparte com 13.370 e 12.810 contratos respectivamente.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/04/677444-dolar-a-vista-cai-antevendo-fluxo-da-jbs.html)
13/03/2019

Seguro de vida é plano de risco que mais cresce em razão da violência

 prêmio direto para a modalidade sobe 24% em 2018, totalizando uma arrecadação que ultrapassou r$ 3,2 bilhões. o número de homicídios no brasil bateu seu recorde histórico em 2016, chegando a 62,5 mil ocorrências ao ano, segundo o atlas da violência 2018, elaborado pelo instituto de pesquisa econômica aplicada (ipea). quase 26% superior em relação a uma década atrás, o índice é uma das razões mais expressivas do aumento na contratação de coberturas de risco pelo brasileiro, de acordo com o especialista cláudio moreira, fundador da melhor seguros. houve um crescimento de aproximadamente 24% no prêmio direto (valor das contratações) para seguros de vida individuais entre janeiro e novembro do ano passado, totalizando uma arrecadação que ultrapassou os r$ 3,2 bilhões. no mesmo período de 2017, o acumulado foi de r$ 2,6 bilhões, conforme aponta um levantamento da fenaprevi, com base em dados da susep. “o medo de deixar os filhos desamparados durante a faculdade, o cônjuge sem meios para reestruturar a vida ou até mesmo um integrante de um casal lgbtq+ que não esteja legalmente casado sem recursos, são alguns dos motores desse mercado”, afirma moreira. além do individual, o seguro de vida em grupo e a prestamista também apresentaram crescimentos expressivos: 6% e 20%, respectivamente. “o primeiro é voltado a funcionários de empresas, associações e sindicatos em caso de invalidez ou falecimento – natural ou causado por algum acidente; já o segundo, é direcionado à quitação de dívidas, principalmente financiamentos de veículos e imóveis”, explica o especialista. ambas as modalidades de vida e a prestamista correspondem, juntas, a 69% do prêmio direto acumulado em 2018, que soma r$ 34,4 bilhões. por outro lado, o fundador da melhor seguros lembra que os planos de risco não são voltados exclusivamente a casos de falecimento, mas também permitem que o segurado possa se resguardar financeiramente em vida. “há contratos que cobrem até doze tipos de doenças graves ou que impeçam o indivíduo de seguir carreira. uma vez comprovado o diagnóstico, a indenização é feita em vida”, diz. entre essas doenças estão necessidade de transplante de órgãos, ataque cardíaco e todos os tipos de câncer. “é recomendável, inclusive, que as mulheres contratem esse tipo de seguro em específico, devido aos altos índices de câncer de mama no brasil”, lembra moreira. segundo o instituto nacional do câncer (inca), esse tipo da doença representa 29% dos novos casos a cada ano no país. há quatro anos no comando da própria startup e com uma experiência de oito anos no mercado de seguros, moreira observou a demanda por coberturas de vida crescer 30% em 2018, aumento que deve chegar a 45% até o final de 2019, prevê o especialista. fonte: revista apólice
13/03/2019

Previdência privada perdeu 224 mil participantes

 durante o ano passado, os planos de previdência privada perderam 224 mil participantes em todo o brasil. segundo dados da fenaprevi, 2018 terminou com 13,1 milhões de contribuintes. de acordo com especialistas, o motivo seria a queda do juro básico da economia, que diminui a procura no setor. para a federação, além da queda do juro básico, a instabilidade gerada pelas eleições também afetou o segmento. “no ano passado, o desemprego não teve a melhora que se apontava. foi um ano eleitoral com uma série de incertezas e a economia ainda com uma recuperação muito lenta. o sistema como um todo se mostrou resiliente frente a este cenário, com reservas crescentes”, afirma o presidente, jorge nasser. a captação líquida (diferença de depósitos e resgates) registrou r$ 39,5 bilhões, queda de 30,64% em relação ao ano anterior. apesar de alguns dados negativos, as reservas dos planos de previdência privada aberta cresceram 10,54% no ano passado, totalizando r$ 836 bilhões. nos últimos cinco anos, este saldo apresentou expansão em média 12% ao ano. o presidente da fenaprevi acredita que a procura pelos planos de previdência vão aumentar assim que a reforma do governo for aprovada. fonte: sincor-sp
13/03/2019

Previdência privada é opção para quem planeja bem o futuro

 que a população brasileira está envelhecendo, todos sabemos. que a reforma da previdência é fundamental para o equilíbrio das contas públicas também. mas a tal da “insegurança” paira sob esses dois pontos: realmente terei uma boa qualidade de vida com a minha aposentadoria? muitos se perguntam, mas milhares de pessoas já perceberam que é preciso construir a própria previdência, o que chamamos de previdência privada, onde o trabalhador faz uma reserva durante sua vida ativa para poder usufruí-la no futuro como forma de renda. o número de investidores já está crescendo, é o que afirmam os especialistas. as rentabilidades são excelentes! são mais de 50 fundos distribuídos, taxa de carregamento zero, de entrada e saída. fundos de renda fixa conservadores não devem cobrar acima de 1% ao ano. planos pgbl (plano gerador de benefício livre), são vantajosos apenas para quem faz declaração completa de imposto de renda. caso não tenha certeza qual tipo de ir você declara, contrate um vgbl (vida gerador de benefício livre). os especialistas da xp investimentos calculam que uma aplicação em um fundo de previdência que rende 1% a mais no ano pode se tornar 21% maior em 25 anos. que tal em investir em previdência agora? nós da bp podemos ajudar você.

Volta à Câmara projeto que exige de corretor de seguros habilitação da Susep


12/04/2019
Um projeto que busca aumentar a segurança de quem usa serviço de corretagem de seguros retorna à Câmara dos Deputados. O Plenário do Senado confirmou nesta quinta-feira (11) a aprovação do relatório da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) ao Projeto de Lei da Câmara 7/2013, em forma de texto substitutivo, após discussão em turno suplementar. A proposta foi aprovada em primeiro turno no último dia 28.
Conforme o texto da CAE, o exercício da profissão de corretor de seguros dependerá da prévia obtenção de habilitação, a ser concedida pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), autarquia vinculada ao Ministério da Economia responsável pela regulação do setor de seguros e resseguros. O projeto enumera os documentos necessários para obtenção da habilitação. A exigência vale também para os corretores já em atividade.
O projeto original, de autoria da Presidência da República, obrigava os corretores a contratarem um seguro obrigatório sobre a sua atividade. O objetivo era garantir ao usuário do serviço uma reparação de danos eventualmente causados pelo corretor na contratação de seguros. Mas o relator foi contrário a essa proposta, argumentando que a imposição poderia gerar consequências negativas para o setor.
“Além de tal medida restringir o mercado de corretagem [e] importar no aumento do custo do serviço — o que possivelmente caracterizaria uma ofensa ao princípio constitucional da livre iniciativa e da proporcionalidade —, o ambiente de controle exercido pela Susep é suficiente para dar a segurança de que necessitam os usuários”, defendeu o então relator na CAE, o ex-senador Romero Jucá.
O relator também se opôs à ampliação do poder de fiscalização das entidades autorreguladoras sobre corretores de seguros não filiados. Essa ampliação estava no texto original PLC 7/2013.

Fonte: Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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