24/10/2018

Dia Mundial da Estatística: saiba mais sobre os números do Seguro DPVAT

 comemorado hoje, dia 20 de outubro, o dia da estatística reconhece a importância dos estudos estatísticos para a sociedade. e, para celebrar essa data tão importante, vamos falar um pouco mais sobre o seu papel aqui na seguradora líder, especialmente dos dados do seguro dpvat. continue acompanhando! centro de dados e estatística: uma área inteiramente dedicada aos números não poderíamos começar esse post de forma diferente, não é mesmo? se sempre dizemos que aqui na seguradora líder temos muitos números, isso só é possível graças ao nosso centro de dados e estatística. criada em 2011, a área é responsável por fornecer dados de indenizações do seguro dpvat e pela produção dos famosos boletins estatísticos, cujos detalhes a gente conta aqui embaixo. boletim estatístico: números que tornam o trânsito melhor se você acompanha regularmente o blog viver seguro no trânsito, sabe que sempre falamos do boletim estatístico. mas, afinal, que documento é esse? divulgado mensalmente, ele consolida informações como o volume de indenizações pagas pelo seguro dpvat, o perfil das vítimas, o mapa das indenizações, além de um recorte específico sobre as motocicletas. ficou curioso? confira os boletins estatísticos: https://www.seguradoralider.com.br/centro-de-dados-e-estatisticas/boletim-estatistico recortes especiais do seguro dpvat e, como a gente sabe da importância dos dados do seguro dpvat para o desenvolvimento de ações de prevenção de acidentes cada vez mais efetivas em todo o país, o nosso boletim estatístico também conta com recortes especiais. e adivinha só? somente neste ano, foram três: o boletim especial “dez anos de trânsito”, boletim “mulheres no trânsito” e o boletim “semana nacional de trânsito”. e vem muito mais por aí! você confere mais detalhes sobre esses documentos neste post do blog viver seguro no trânsito, publicado no dia 18 de outubro. radar dpvat mas não para por aí! você também pode conferir mais dados sobre o seguro dpvat na sessão radar dpvat do site da seguradora líder, que traz, semanalmente, uma série de informações sobre os acidentes de trânsito de maior relevância no brasil sob a luz das indenizações pagas no estado da ocorrência. o objetivo é despertar, através dos números, a conscientização em relação à importância da segurança no trânsito. curtiu? então, é só clicar aqui para dar aquela olhadinha. ao disponibilizar ao público diferentes documentos contendo dados estatísticos das indenizações pagas pelo seguro dpvat, a seguradora líder quer colaborar com o desenvolvimento de ações de prevenção de acidentes cada vez mais efetivas. fonte: viver seguro no trânsito
24/10/2018

Aquisições e fusões vão se intensificar no setor de seguros

 a maioria dos executivos de grandes empresas afirmou que há planos dessa natureza para os próximos três anos. a coluna mercado aberto, da folha de s. paulo, informa que as aquisições e fusões vão se intensificar no setor de seguros, segundo a consultoria kpmg, que fez um estudo global sobre o tema. a maioria (80%) dos executivos de grandes empresas afirmou que há planos dessa natureza para os próximos três anos. a principal razão para o movimento é a intenção de mudar a maneira como as operadoras obtêm suas receitas, o que a consultoria chama de modelo de negócios. “as maiores empresas do setor querem comprar outras que deem a elas novas capacidades”, afirma fernando mattar, sócio da kpmg. adquirir concorrentes para ficar com a base de clientes também é um motivo, mas o menos comum na lista dos apresentados. a concentração deverá levar mais tempo para acontecer no brasil, diz mattar, pois há incertezas econômicas. fonte: folha de s. paulo via sindseg sp
24/10/2018

Cuidado! Você pode perder o seu Simples Nacional em 2019!

 o ano já está virando e é preciso estar em dia com os impostos para não ser excluído do simples nacional no início de 2019. mas vamos com calma, ainda há tempo para começar a regularizar a documentação e evitar que o seu negócio sofra as consequências. para karina meinberg, sócia fundadora do contabfácil, ferramenta online que trata de toda a contabilidade de empresas do simples nacional, profissionais liberais e meis, quem tiver pendências, principalmente as mais antigas, vai precisar correr. caso seja pouca coisa, como um ou dois meses de 2018 em atraso, esta exclusão não vai acontecer, mas caso tenha mais coisas antigas em falta, é possível que a receita federal já tenha entrado em contato com o responsável pela empresa via caixa postal avisando que será desenquadrado do simples. a pessoa tem, a partir do recebimento desta correspondência oficial, trinta dias para regularizar. “não é necessário pagar de uma vez. regularizar também significa parcelar e tão logo a primeira parcela seja paga, já resolve esta questão. caso isso não seja feito dentro do prazo, a pessoa perde o simples e passa a ser lucro presumido a partir de primeiro de janeiro de 2019” alerta karina. este pente fino do fisco acontece geralmente em duas etapas, sendo que a primeira acontece agora através destes comunicados e mais uma vez em dezembro. para evitar correrias, o melhor é estar bem atento com a sua contabilidade evitar surpresas desagradáveis. fonte: kakoi
24/10/2018

Crescimento de estudantes brasileiros no exterior resulta em inovações nos serviços de seguro viagem

 de acordo com dados divulgados pela associação brasileira de agências de intercâmbio (belta), o mercado brasileiro de educação estrangeira cresceu 23%, em 2017, e alcançou a marca inédita de 302 mil estudantes no exterior. o investimento para um curso no exterior também aumentou 12%, atingindo a média de usd 9.989. no total, o brasileiro movimentou entre 2,7 e 3 bilhões de dólares em programas educacionais, no ano passado. a análise reflete alguns números da pesquisa. pela primeira vez, os programas de mestrado e doutorado apareceram entre os 10 mais procurados, mesmo com a queda do investimento público em bolsas de estudo. a demanda por cursos de graduação e certificados profissionais também aumentou, ao mesmo tempo que programas de ensino médio perderam força. entre os destinos mais procurados, praticamente um a cada quatro estudantes viajaram para o canadá (23%). o país é acompanhado pelos estados unidos (21,6%), reino unido (10,2%), nova zelândia (6,9%) e irlanda (6,5%). no total, 39 destinos apareceram como opções dos brasileiros. esta movimentação de estudantes brasileiros no exterior tem provocado o positivo surgimento de negócios especializados no atendimento e suporte aos viajantes. exemplo disso é a next seguro viagem. localizada, na capital paulista, a agência de turismo cujo core business é a oferta de seguro viagem, tem inovado na oferta dos planos e na disponibilização de meios de acesso, visando atender plenamente a demanda de estudantes brasileiros em destinos internacionais. uma das primeiras iniciativas da agência foi a liberação do atendimento em situações de emergência por meio do aplicativo whatsapp. em seguida, a agência formatou um plano de seguro viagem especial para estudantes, ajustado aos requerimentos do visto j-1 americano, além das composições regulares para os países favoritos dos intercambistas brasileiros, tais como o canadá, irlanda, reino unido e nova zelândia. ricardo mendonça, diretor geral da agência, explica que para estudar nos estados unidos, por exemplo, o estudante deve acatar ao visto j-1, determinado pelo governo americano, que estabelece uma cobertura mínima de 25.000 dólares em caso de traslado de corpo. o plano de seguro viagem para estudantes, desenvolvido e ofertado pela next, suporta até 100 mil dólares neste quesito e também para regresso sanitário, estando muito acima das expectativas. “não queremos ver estudantes em situações médicas complicadas, sofrendo com dificuldades para que sejam repatriados. precisam ter todo suporte médico no avião. para isso, a cobertura ofertada deve atender ou extrapolar as exigências mínimas dos vistos. nosso foco é atender com excelência e preço justo a crescente demanda de estudantes em viagens internacionais, enfatiza o diretor. ” fonte: terra via revista cobertura
24/10/2018

Seguro e previdência às MPEs só devem ganhar força depois de 2019

 medidas voltadas para o incentivo à contratação de produtos desses negócios estão na cartilha de propostas entregue pela cnseg aos candidatos à presidência da república, no início do mês as novas propostas do mercado segurador para micro e pequenas empresas são “factíveis”, mas devem demorar mais de um ano para trazer retornos significativos ao setor. voltadas para previdência, medidas esperam andamento das reformas e da economia. as sugestões voltadas para micro e pequenas empresas (mpes) fazem parte de um documento com 22 propostas, entregue pela confederação nacional das empresas de seguros gerais (cnseg) aos candidatos à presidência no início deste mês. de acordo com o relatório, a ideia seria incentivar as mpes a “contratarem programas de proteção previdenciária privada e securitária para seus colaboradores”, mediante tratamento fiscal diferenciado. para o ceo da travelers, leonardo semenovitch, porém, o motivo de as seguradoras ainda não atuarem de forma significativa entre as mpes é por causa da baixa adesão dessas companhias aos seguros. “é um território bastante inexplorado. entre as pequenas empresas, apenas 27% têm alguma apólice real e, quando olhamos o universo dos microempresários, menos de 5% possuem alguma cobertura. e os motivos vão desde a falta de uma cultura de seguros no brasil até a atual situação econômica do país”, explica. ainda que a recuperação da economia brasileira já esteja despontando, os especialistas ponderam à espera do empresariado de maiores certezas quanto às medidas importantes – como a reforma da previdência – e um retorno efetivo de sua receita. segundo o ceo da credrisk, phillip krinker, a previsão de avanço para o mercado segurador é de 10% a 15% em 2019, mas, independentemente do candidato que ganhe a corrida eleitoral, é “muito difícil” ter impactos no curto prazo. “o segmento demora para reagir, tanto para sentir uma crise como para voltar da recessão. a economia deve, sim, retomar, mas o mercado de seguros só costuma reagir depois dos demais setores”, comenta. para o superintendente comercial da brasilprev mauro guadagnoli, porém, na medida em que a economia avance nos próximos meses e impulsionem a discussão em torno da reforma, as expectativas são “cada vez melhores”. “intensificamos as ações de formação da cultura previdenciária. nesse cenário, as empresas têm um importante papel. além disso, vale ressaltar que planos de previdência privada estão cada vez mais presentes nos pacotes de benefícios das empresas, independentemente do porte delas”, completa guadagnoli. novas tecnologias ao mesmo tempo, outro ponto levantado pelos especialistas é o advento de novas tecnologias que tem acontecido no setor, os quais permitem não apenas uma manutenção dos preços das apólices – medida já prevista para a área de saúde, inclusive, já incorporadas nas propostas da cnseg –, mas também facilitariam a adesão dos produtos pelos clientes. “mesmo que existam poucos corretores especializados em seguros para pessoas jurídicas, a aplicação de novas tecnologias trará maior facilidade para adesão e benefícios ao mercado”, diz semenovitch e acrescenta que, por isso, as seguradoras deverão, cada vez mais, adaptarem seus sistemas. “quanto mais acesso à informação, produtos e plataformas, melhor”, conclui. fonte: dci
24/10/2018

Com atenção à eleição, dólar alterna pequenas altas e baixas

 o dólar à vista alternou pequenas altas e baixas na primeira meia hora de negociação desta quarta-feira (24) e oscila ao redor da cotação de fechamento de terça-feira (23). no exterior, a divisa dos estados unidos tem forte alta perante as moedas desenvolvidas e sinais mistos em relação às emergentes ou ligadas a commodities. a moeda spot abriu em leve queda, virou e bateu máxima em alta para, voltar a exibir sinal negativo. por volta das 9h55min, o dólar à vista recuava 0,10% aos r$ 3,6976. na mínima, pouco antes, valia aos r$ 3,6926 em queda de 0,24%. na máxima, perto das 9h20min, foi aos r$ 3,7086 (+0,20%). ainda que o favoritismo de jair bolsonaro (psl) persista a cinco dias da eleição em segundo turno, o mercado de câmbio assumiu algum tom de cautela por conta do aumento da rejeição e à queda no porcentual de intenção de votos do candidato na pesquisa ibope da noite de terça. a vantagem de bolsonaro em relação ao presidenciável fernando haddad (pt) ainda é grande (14 pontos porcentuais), mesmo sendo menor daquela observada em rodadas anteriores (18 pontos porcentuais). na avaliação do operador da h.commcor cleber alessie machado neto, a pesquisa ibope exerce pressão de alta limitada sobre o câmbio nesta quarta-feira, mas tem a capacidade de aumentar a expectativa quanto ao próximo levantamento do datafolha. a revelação de novas ideias polêmicas do filho do candidato do psl, o deputado federal eduardo bolsonaro, seria capaz de aumentar a rejeição do presidenciável. o deputado reeleito pelo psl de são paulo criticou e desqualificou ministros do supremo tribunal federal (stf) e a procuradora-geral da república, raquel dodge, em julho, durante uma audiência pública na comissão de ciência e tecnologia, comunicação e informática da câmara. no discurso, registrado pela tv câmara e disponível na internet, o deputado aborda a possibilidade de uma ruptura mais dolorosa do que alterar a composição do tribunal - uma ideia citada pelo pai em campanha - e diz duvidar que manifestantes possam vir a defender a volta de ministros da corte suprema. como vetor principal no câmbio, entretanto, está o exterior, na avaliação de machado neto. a moeda americana tem alta forte perante o euro, o que faz o dollar index (dxy) subir 0,44% às 9h55min. a moeda europeia marcou nesta quarta os menores níveis em nove semanas após a divulgação de índices de gerentes de compras (pmis) mais fracos do que o esperado tanto da zona do euro quanto da alemanha. além disso, há a perspectiva de o presidente do banco central europeu (bce), mario draghi, ser mais "dovish" (favorável à manutenção de estímulos) na entrevista coletiva que se seguirá à decisão de política monetária da instituição amanhã.   jornal do comércio - estadão conteúdo (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/10/653988-com-atencao-a-eleicao-dolar-alterna-pequenas-altas-e-baixas.html)  
24/10/2018

Bolsas asiáticas fecham sem direção única e com variações moderadas

 após a forte queda nessa terça-feira (23), as bolsas asiáticas fecharam sem direção única e com variações moderadas nesta quarta-feira (24) enquanto investidores ponderam uma série de riscos econômicos e geopolíticos. na china, o índice xangai composto subiu 0,33% hoje, a 2.603,30 pontos, apagando apenas uma fração do tombo de 2,3% do pregão anterior, ajudado por ações de bancos e de outras empresas com elevado valor de mercado. já o menos abrangente shenzhen composto, que é formado em boa parte por startups de tecnologia, caiu 0,24%, a 1.297,22 pontos. nas sessões mais recentes, os mercados chineses tiveram flutuações extremas, para cima ou para baixo, às vezes influenciados por expectativas de mais medidas de estímulos de pequim e outras por temores relacionados à desaceleração da segunda maior economia do mundo. em outras partes da ásia, o japonês nikkei avançou 0,37% em tóquio, a 22.091,18 pontos, impulsionado por ações de varejistas, mas o hang seng cedeu 0,38% em hong kong, a 25.249,78 pontos, o taiex registrou baixa de 0,16% em taiwan, a 9.759,40 pontos, e o sul-coreano kospi recuou 0,40% em seul, a 2.097,58 pontos. ainda que modestas, as quedas levaram o hang seng, o taiex e o kospi a seus menores níveis em 17, 18 e 19 meses, respectivamente. além de preocupações com o desempenho econômico da china, continuam no radar o impasse orçamentário da itália, as dificuldades do reino unido de fechar um acordo para o brexit - como é conhecido o processo para a retirada do país da união europeia - e o isolamento da arábia saudita após a recente morte de um jornalista dissidente saudita na turquia. na oceania, a bolsa da austrália terminou o dia no menor nível em seis meses, mais uma vez prejudicada por ações de energia. o índice s&p/asx 200 caiu 0,24% em sydney, a 5.829,00 pontos. ontem, os preços do petróleo despencaram mais de 4% em nova iorque e londres com indicações de que os sauditas podem ampliar sua oferta da commodity.   jornal do comércio - estadão conteúdo (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/10/653983-bolsas-asiaticas-fecham-sem-direcao-unica-e-com-variacoes-moderadas.html)
22/10/2018

Troféu JRS 2018

 dia 19 na casa do gaúcho, o jrs realizou mais um evento brilhante, como ocorre todos os anos: o troféu jrs. os melhores do mercado segurador foram homenageados e a união seguradora não poderia ficar de fora. a empresa do grupo aspecir recebeu pelas mãos do senhor carlos alfredo radanovitsck o troféu pelos seus 105 anos de existência e o diretor comercial joão carlos lock receberam o troféu como executivo destaque rs em seguros pessoais. diretores e funcionários do grupo aspecir estiveram presentes para comemorar esta honraria.
19/10/2018

Em 10 anos, Rio Grande do Sul terá mais idosos do que crianças

 o leitor, provavelmente, lembra, ainda dos seus tempos de estudante, nas aulas de geografia do ensino médio, das pirâmides etárias. aqueles gráficos, criados para representar a distribuição etária da população ao longo de décadas, mostram um cenário atual e uma projeção futura. no caso do brasil, a base da pirâmide costumava ser larga, e o topo, estreito. ou seja, até pouco tempo atrás, o número de indivíduos jovens superava, em muito, o de idosos. as projeções para o decorrer do século xxi, muitas vezes associadas aos países mais ricos, por outro lado, indicavam uma tendência de envelhecimento da população, com o topo alargando, e a base ficando cada vez mais estreita. aquilo que era projeção, agora, é realidade. não apenas em nações com um estado de bem-estar social mais avançado, mas também no brasil. vivemos, nas primeiras décadas deste século, um momento crucial de transição entre as duas pirâmides etárias. caminhamos, portanto, a passos largos, para um cenário de envelhecimento da população. hoje, a faixa etária acima de 65 anos é composta por 19,2 milhões de pessoas, pouco mais de 9% do total de brasileiros. em 2060, segundo dados da projeção de população, pesquisa que estima os padrões de crescimento da população, revisada em 2018 pelo instituto brasileiro de geografia e estatística (ibge), um quarto (25,5%) dos brasileiros terá mais de 65 anos. até pode parecer um horizonte distante se pensarmos apenas em 2060. mas basta olhar para o cenário gaúcho para ver o imediatismo da situação. o rio grande do sul vai ser o primeiro estado brasileiro a ter mais idosos do que crianças em sua população. e a reversão vai acontecer logo: daqui a pouco mais de 10 anos, em 2029. isso porque os gaúchos já atingiram - e devem manter, nos próximos 40 anos - um patamar baixo de nascimentos, na casa de 1,68 filhos por mulher. enquanto isso, em paralelo, a expectativa de vida não para de crescer. hoje, é de 79,29 anos entre os gaúchos. em 2060, será de 83,91. consequentemente, aumenta a proporção de idosos em relação aos jovens. embora a principal discussão em torno da transição demográfica seja pautada pela necessidade de uma reforma na previdência social, o contexto de envelhecimento traz à tona uma série de questionamentos ao brasil: por que estamos vivendo mais? como estamos tratando a população mais velha? quais são as necessidades sociais e médicas dessa faixa da população? e quais os segredos de quem passou dos 90 anos? "a medicina e a sociedade precisam se adaptar a essa nova realidade", ressalta o professor titular da faculdade de medicina da universidade federal do rio grande do sul (ufrgs) gilberto schwartsmann.   controle de doenças cardiovasculares, dieta e exercício físico favorecem vida longa são várias as explicações, por exemplo, para a diminuição da fecundidade: o avanço dos métodos contraceptivos, o planejamento familiar, a entrada das mulheres no mercado de trabalho e o processo de urbanização. mas o questionamento mais intrigante, quando pensamos no envelhecimento proporcional da população, não é por que estamos tendo menos filhos, mas, sem dúvida, por que estamos vivendo mais? a lista de motivos é extensa. é consenso que ações tomadas no século xx têm resultado prático até hoje. por exemplo, melhorias estruturais em saneamento e higiene, além de políticas públicas de vacinação em larga escala, foram fundamentais para vivermos cada vez mais. além disso, nas últimas décadas, alguns avanços da medicina também impactaram positivamente. nesse sentido, o professor titular da faculdade de medicina da universidade federal do rio grande do sul (ufrgs) gilberto schwartsmann e o médico cardiologista fernando lucchese destacam a contribuição da redução da mortalidade por causas cardiovasculares no aumento da expectativa de vida. "as pessoas estão medindo mais a pressão arterial, o que aumenta o controle sobre problemas cardiovasculares. também estão com mais informações sobre dieta, principalmente sobre os perigos do excesso de sal, criou-se uma cultura do exercício físico e do controle da obesidade, e há mais diagnóstico sobre a diabete", pontua schwartsmann. "a compreensão dos fatores de risco da doença cardíaca aumentou a sobrevida dos corações. os corações duram mais porque sabemos, por exemplo, a importância do exercício físico e do controle e correção do colesterol", completa lucchese. portanto, a prática de exercícios físicos, associada a uma atenção especial à dieta, é princípio básico caso o indivíduo queira ter uma vida longa. outro fator decisivo - e no qual o brasil se saiu bem nas últimas décadas - é o combate ao cigarro, responsável por doenças como câncer e enfisema pulmonar. a criação de leis proibitivas e de campanhas educacionais surtiu efeito. o brasil experimentou uma redução drástica no número de fumantes: segundo o ministério da saúde, a incidência do hábito de fumar caiu 36% nos últimos 15 anos. em 2016, quando a pesquisa foi publicada, apenas 10,2% dos adultos brasileiros fumavam.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/especiais/medicina_e_saude/2018/10/651920-em-10-anos-rio-grande-do-sul-tera-mais-idosos-do-que-criancas.html)

Volta à Câmara projeto que exige de corretor de seguros habilitação da Susep


12/04/2019
Um projeto que busca aumentar a segurança de quem usa serviço de corretagem de seguros retorna à Câmara dos Deputados. O Plenário do Senado confirmou nesta quinta-feira (11) a aprovação do relatório da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) ao Projeto de Lei da Câmara 7/2013, em forma de texto substitutivo, após discussão em turno suplementar. A proposta foi aprovada em primeiro turno no último dia 28.
Conforme o texto da CAE, o exercício da profissão de corretor de seguros dependerá da prévia obtenção de habilitação, a ser concedida pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), autarquia vinculada ao Ministério da Economia responsável pela regulação do setor de seguros e resseguros. O projeto enumera os documentos necessários para obtenção da habilitação. A exigência vale também para os corretores já em atividade.
O projeto original, de autoria da Presidência da República, obrigava os corretores a contratarem um seguro obrigatório sobre a sua atividade. O objetivo era garantir ao usuário do serviço uma reparação de danos eventualmente causados pelo corretor na contratação de seguros. Mas o relator foi contrário a essa proposta, argumentando que a imposição poderia gerar consequências negativas para o setor.
“Além de tal medida restringir o mercado de corretagem [e] importar no aumento do custo do serviço — o que possivelmente caracterizaria uma ofensa ao princípio constitucional da livre iniciativa e da proporcionalidade —, o ambiente de controle exercido pela Susep é suficiente para dar a segurança de que necessitam os usuários”, defendeu o então relator na CAE, o ex-senador Romero Jucá.
O relator também se opôs à ampliação do poder de fiscalização das entidades autorreguladoras sobre corretores de seguros não filiados. Essa ampliação estava no texto original PLC 7/2013.

Fonte: Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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