19/10/2018

Governo deve agir para que empresas tornem acessos IoT mais seguros, diz NEC

 segundo a consultoria ey, mais de 70% dos dispositivos têm vulnerabilidades. os dispositivos de internet das coisas ainda são muito vulneráveis a ações de criminosos digitais e este cenário não deve mudar a menos que haja uma regulação exigindo padrões mínimos de segurança. essa foi a posição defendida por executivos durante painel sobre o assunto na futurecom 2018 realizado hoje. rogério reis, head de cybersecurity da nec foi taxativo. “o usuário não compra segurança. airbag nos carros pegou porque veio a lei obrigando a instalação. brinquedo se tornou mais seguro porque norma obriga passar pelo inmetro. é preciso forçar, por legislação e regulação, a segurança na iot”, falou. também o grupo atuarial allianz tem tal percepção. “há um derramamento de iot no mundo, diversas empresas xing ling instalando e vendendo produtos sem qualquer segurança. e nós empresas temos que escolher conforme o nível de segurança. as políticas públicas precisam pressionar pra a melhora dos dispositivos acontecer”, ressaltou cassio menezes, head de segurança da informação e privacidade de dados da empresa. para os executivos, a lei geral de proteção de dados não endereça a questão. mas o mctic acredita que a regulamentação do texto poderá ser mais preciso, embora ainda distante das necessidades da companhias que trabalham com coleta a tratamento de dados obtidos através da iot. “o decreto [com a regulamentação] não vai resolver, mas o governo trabalha na questão. o importante é o governo garantir que haja desenvolvimento do setor”, falou otavio caixeta, diretor do departamento de ecossistemas digitais do ministério. o consenso entre os executivos é de que uma solução deve vir rapidamente. segundo levantamento da consultoria ey feito em 2016, 70% dos dispositivos iot em uso no mundo tinham vulnerabilidades. “acredito que hoje o número seja maior, não houve melhora”, alertou raphael gomes, gerente senior de aconselhamento em segurança digital. segundo ele, cinco fatores fazem com que a iot esteja repleta de ameaças: a falta de atualização do software usado; a falta de a concepção do sensor já levar em conta a segurança (segurança by design); a possibilidade de falha humana devido ao pouco conhecimento do produto; e a manutenção indevida. “depois que o device é implantado, ele é simplesmente esquecido, sem qualquer monitoração ou controle”, disse. a seu ver, a regulação se faz necessária, mas não precisa vir do legislativo. “uma norma da abnt ou outro mecanismo, como exigência de certificação, pode ser suficiente”, concluiu. fonte: tele síntese por rafael bucco
19/10/2018

A Palavra de Ordem é Inovação

 pesquisando, participando de eventos diversos, conversando com superintendentes das maiores e melhores seguradoras ranqueadas na susep e analisando seguros nos últimos anos, pude constatar enorme urgência e necessidade por parte dos corretores e das seguradoras, no contexto nacional e também internacional, por inovação (ou seria renovação) em seus produtos, processos e processamento de informações. a conjuntura (mercado, economia, pessoas e etc) mudou drasticamente e ter um bom site, um bom seguro, uma boa assessoria e um esquadrão de corretores não é mais suficiente… hoje é primordial corretores de seguros focados em encantar, educar, surpreender o segurado com algo a mais… atualmente são necessárias as vendas consultivas de seguros, onde se analisam as necessidades reais, orçamento, contexto, futuro e a tal da persona (em substituição ao perfil do século xx). por isso a palavra de ordem para todo o ecossistema de seguros é reinventar-se. prova disso é o choque de gerações (x, y, z e as que estão por chegar na economia, tipo a alpha), as mudanças de hábitos, as transformações que um aplicativo provoca, a telemetria, o que uma insurtech traz para o mercado e as tendências futuras que estão por vir. neste contexto, nós, corretores de seguros brasileiros, precisamos ser mais críticos, desafiadores, pioneiros e, por que não, buscar incansavelmente inovação (renovação)? sem esquecer o passado e nossos históricos, novas referências e mais flexibilidade nos produtos são imprescindíveis. considero urgente o desenvolvimento de produtos populares para combater e extinguir a ação das associações de proteção (cooperativas de proteção), sem desprezar experiências e conhecimentos importantes, que hoje em dia ainda são realidades absolutas no contexto dos produtos da pujante indústria de seguros. nossa nova geração de clientes busca por produtos mais flex, como seguro de vida que ofereça a cobertura de câncer de próstata, de útero, de ovário; seguro ou plano de saúde com ou sem obstetrícia; que considerem gênero para cálculos no seguro automóvel, por exemplo, já que estamos nos adequando às personas e não mais ao perfil do segurado. outra realidade é que os novos consumidores não priorizam mais a posse, mas sim o compartilhamento por significar menos consumo e mais diversão e experiências. com a prática do carro compartilhado e a perspectiva de veículos autônomos, também surgem novas necessidades, novas estatísticas, novos cenários, novas possibilidades. como consequência dessa transformação no mercado, adequações e flexibilizações nas relações diretas da indústria de seguros, que engloba seguradoras, corretores, segurados, ens, sincor, susep, ibracor, fenacor e cnseg serão essenciais para que tenhamos em breve a tão desejada cultura securitária em um país que anseia por educação de trânsito, ambiental, financeira, previdenciária e política. a tecnologia é linda e necessária, mas esbarra em variáveis humanas. que sejamos inovadores na busca de oportunidades e competentes no desenvolvimento e crescimento sustentável do mercado de seguros, com leads, robôs, disrupção, insurtechs, blockchain, inteligência artificial (i.a.) e seres humanos. fonte: portal nacional de seguros por marcelo tenedini via /cqcs
19/10/2018

Seguradoras que transformam seus negócios e modelos operacionais podem obter US$ 375 bilhões em novas receitas, afirma estudo da Accenture

 são paulo, outubro de 2018 – seguradoras do mundo todo podem obter us$ 375 bilhões em novas receitas ao longo dos próximos cinco anos por meio da transformação e revitalização de seus negócios, segundo estudo da accenture. o documento “insurance as a living business” conclui que as seguradoras que inovam continuamente e se adaptam às mudanças nas necessidades dos clientes conseguirão aproveitar oportunidades emergentes de crescimento e ultrapassar seus concorrentes. a pesquisa estima que essas seguradoras poderiam, juntas, gerar us$ 177 bilhões adicionais em receitas relacionadas a cinco áreas principais: riscos emergentes como cibersegurança e veículos autônomos; melhor penetração em mercados que até agora se mostram de difícil rentabilização; serviços de valor agregado que ajudam a reduzir o risco dos clientes, como dispositivos conectados dentro das casas para detectar problemas de manutenção antes que causem danos; parcerias comerciais expandidas, dentro e fora do ecossistema de seguros, para criar ofertas mais personalizadas para os consumidores; e a monetização de ativos como dados, plataformas e algoritmos. outros us$ 198 bilhões em novas receitas representam a mudança potencial em participação de mercado dentro das mesmas cinco áreas principais, favorecendo seguradoras que adotam a transformação em troca de concorrentes menos responsivos. de acordo com o estudo, a inovação e a adaptação às mudanças nas necessidades dos clientes exigirão das seguradoras o desenvolvimento de bancos de talentos mais fluidos, agilização da infraestrutura já existente, uso de dados e analytics para personalizar seus serviços de forma mais efetiva e a criação de uma equipe de liderança forte e de uma cultura organizacional aberta a novas ideias e abordagens. "a indústria de seguros, tal como a conhecemos hoje, está à beira de um ambiente de negócios totalmente novo", diz hugo assis, líder da prática de seguros na accenture para américa latina. "separar-se da manada e capturar novas oportunidades de receita exige uma mudança na visão de negócios - do foco no produto para o foco no cliente; de modelos operacionais rígidos para modelos mais fluidos e ágeis que respondam rapidamente às preferências dos clientes; e de atuar sozinho no mercado para parcerias com insurtechs e gigantes tecnológicos que podem ajudar na exploração de novos segmentos de clientes e no fortalecimento de suas marcas". o estudo recomenda uma série de passos que as seguradoras podem tomar para ampliar suas oportunidades de crescimento. dentre esses passos estão o desenvolvimento de uma estratégia digital que abranja novos modelos e tecnologias para a empresa como um todo - incluindo inteligência artificial, blockchain, contratos inteligentes e a internet das coisas (iot) - para que possa oferecer serviços mais personalizados e rápidos, além de tirar o máximo proveito das informações de seus clientes, o seu bem mais precioso, para maior customização de suas ofertas. além disso, o estudo identifica cinco áreas - ligadas a seguros gerais, vida & acidentes e mercado de médias empresas - para crescimento de receitas nas quais as seguradoras de seguros poderiam lançar novos produtos e serviços ou aumentar o alcance do seu portfólio atual. maneiras novas e mais eficientes de mirar segmentos de mercado difíceis de alcançar. com a proliferação dos novos canais (on-line e celular) e tecnologias (analytics e geolocalização), as seguradoras podem acessar segmentos de difícil alcance, como microsseguros ou emissão imediata de seguros de vida, para aumentar a sua participação no mercado de forma eficiente. isso poderia gerar us$ 144 bilhões em novas receitas. oportunidades para novos riscos. as seguradoras devem desenvolver novas ofertas para riscos emergentes, como seguros para ataques cibernéticos e novas exposições por conta do surgimento dos veículos autônomos. isso poderia gerar us$ 111 bilhões em novas receitas. funções intermediárias e ecossistemas não tradicionais. as relações com as insurtechs e empresas de outros setores podem oferecer às seguradoras a oportunidade de se engajarem com os clientes de forma diferente e descobrir novas fontes de valor. isso inclui a entrada das seguradoras em ecossistemas existentes e operados por plataformas online como google, amazon, facebook e apple para que possam se conectar com clientes que já usam essas plataformas, incluindo os assistentes virtuais. esta abordagem poderia gerar us$ 80 bilhões em novas receitas. de acordo com o estudo, três quartos (76%) das novas receitas nas linhas de seguros gerais e acidentes provavelmente virão desses relacionamentos pouco tradicionais. monetização de plataformas e modelos de dados. as seguradoras podem oferecer seus ativos - dados, análises de clientes, plataformas e modelos de serviços, algoritmos de riscos, etc. - para parceiros que poderiam se beneficiar com eles. isso poderia gerar us$ 28 bilhões em novas receitas. serviços de valor agregado. as seguradoras devem focar os serviços personalizados que ajudam a reduzir os riscos do cliente, como o uso de wearables que ajudam pessoas idosas a ficarem em casa por mais tempo, além da venda e gestão de dispositivos conectados para o lar. isso poderia gerar us$ 12 bilhões em novas receitas. "a manutenção do padrão atual de negócios não é sustentável", afirma assis. "os lucros e receitas das seguradoras estão sendo pressionados pelo crescimento das insurtechs e da presença cada vez maior de empresas de tecnologia com fortes relacionamentos personalizados com seus clientes. a inovação - para além de agregadores e distribuidores on-line - precisa ser uma prioridade para o setor. as operadoras que fizerem as mudanças certas nos seus negócios, compreenderem seus clientes e responderem rapidamente e sem medo às suas demandas com ofertas relevantes e inovadoras terão maiores possibilidades de aumentar sua participação de mercado e capitalizar com as oportunidades emergentes". fonte: portal nacional de seguros por sergio pedroso
19/10/2018

Qual a próxima onda?

 estamos vivendo uma era na tecnologia, que podemos chamar de 4ª revolução industrial ou a revolução da indústria 4.0. e depois de ter passado por outras três grandes revoluções, podemos dizer que essa está sendo a mais transformadora de todas. e não pelo que ela está fazendo com as relações humanas e de trabalho, pois as outras também trouxeram grandes mudanças para a sociedade, mas pela velocidade e pelo impacto que ela está causando. essa revolução está criando um mercado novo, disruptivo, algo inimaginável há 5 ou 10 anos. mas o que é mais disruptivo dessa nova era é a rapidez com que as novas tecnologias estão sendo desenvolvidas e estão chegando às prateleiras, e o quanto elas estão exigindo que cada vez mais as empresas e os profissionais acompanhem esse processo. e o principal desafio é justamente se manter atualizado e com a mesma velocidade. e quando o assunto é inovação, ainda há um longo caminho a percorrer. no ranking mundial de inovação elaborado pela universidade de cornell, pela escola de negócios insead e pela organização mundial da propriedade intelectual (ompi), deste ano, o brasil aparece na 64ª posição. e apesar de ter saltado cinco posições, depois de 2 anos estagnado, o país, que tem o 8º maior pib – produto interno bruto – do mundo, e é a maior potência econômica da américa latina e caribe, ainda está atrás dos vizinhos chile (47ª posição), costa rica (54ª) e méxico (56ª). mas o que pode parecer um atraso, pode ser também uma oportunidade. até porque, nós do mercado de tecnologia e fornecedores de soluções e inovação, estamos percebendo é que a ti finalmente deixou de ser uma preocupação somente do cio e passou a ser parte estratégica das corporações. além disso, a necessidade da transformação digital vem impulsionando cada vez mais os investimentos em tic. segundo estimativa do gartner, os investimentos em tecnologia previstos para esse ano são 4,5% maiores do que no ano anterior. o montante deve chegar em us$ 3,7 trilhões. a dúvida que fica é no que investir? qual é a próxima onda? a aposta, depois da migração para a nuvem, é que tecnologias como internet das coisas, inteligência artificial e analytics impulsionem esse crescimento. o estudo do gartner, mostra que somente ia deve gerar us$ 2,9 trilhões em investimentos até 2021. o segmento de software também tem grande destaque para nos futuros aportes. isso porque as empresas devem apostar cada vez mais no modelo de saas (software as a service), que deve receber o montante de us$ 389 bilhões, o que representa 9,5% dos investimentos previstos. e a razão dessa tendência é simples. as tecnologias que têm foco na experiência dos usuários são as que mais devem ter espaço nas futuras inovações. além disso, o iot aliado ao analytics, são capazes de fazer análises preditivas, e isso pode ajudar a desenvolver produtos mais assertivos, reduzir custos e etc., portanto, se é isso que prometem serem as novas ondas do futuro, cabe a nós, fornecedores de tecnologia, buscarmos pelas melhores soluções e entendermos que muitas vezes os principais desafios, também podem ser grandes oportunidades. e para quem ainda não se deu conta da necessidade de mudar a rota, de investir em novas tecnologias e apostar na inovação, ainda é tempo! fonte: portal nacional de seguros por helio suzuki
19/10/2018

Empresários da indústria estão mais confiantes, diz CNI

 o índice de confiança do empresário industrial aumentou 0,9 ponto em relação ao mês passado e alcançou 53,7 pontos em outubro. com isso, o indicador acumula uma alta de 4,1 pontos nos últimos quatro meses. os resultados da pesquisa divulgada nessa sexta-feira (19) pela confederação nacional da indústria (cni) mostram que o empresário voltou a mostrar mais confiança na recuperação da economia. os indicadores variam de zero a 100 pontos. quando estão acima de 50 mostram que os industriais estão otimistas. a média histórica do índice é de 54,1 pontos. "mesmo com a sequência de bons resultados, o índice encontra-se 1,8 ponto abaixo do registrado em maio de 2018, antes da paralisação dos serviços de transporte de carga. o índice de confiança do empresário industrial de outubro ainda é 0,4 ponto inferior à sua média histórica e 2,3 pontos inferior ao registrado em outubro de 2017", diz o estudo. de acordo com a cni, embora haja uma percepção de piora nas condições atuais das empresas e da economia, as expectativas para os próximos seis meses estão mais otimistas e estimulam a retomada da produção e dos investimentos. entretanto, a melhora do índice em outubro deve-se, exclusivamente, às expectativas do empresário. neste mês, o índice de condições atuais caiu para 45,8 pontos e está 0,9 ponto abaixo do registrado em setembro. é a segunda queda consecutiva do indicador e, segundo a cni, mostra que o empresário percebe a piora crescente de suas condições correntes de negócios, tanto na economia brasileira quanto nas condições da empresa. no entanto, o índice de expectativas para os próximos seis meses subiu para 57,8 pontos e ficou acima da linha divisória dos 50 pontos, que separa o pessimismo do otimismo. a confiança é maior nas grandes empresas, segmento em que o índice alcançou 54,9 pontos. nas pequenas, o indicador alcançou 52,1 pontos e, nas médias, 53 pontos. a pesquisa mostra ainda que os empresários de todo o país estão otimistas. o índice de confiança do empresário industrial está acima de 50 pontos em todas as regiões. neste mês, o indicador aumentou no nordeste, no sul e no sudeste e recuou no norte e no centro-oeste. a pesquisa ouviu 2.759 empresas entre 1º e 15 de outubro. dessas, 1.094 são pequenas, 1.034 são médias e 631 são de grande porte. o estudo completo está disponível na página da cni.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/10/653324-empresarios-da-industria-estao-mais-confiantes-diz-cni.html)
19/10/2018

Dólar cai com força de moedas emergentes e sinais de estímulo chinês após PIB

 o dólar opera em baixa ante o real desde os primeiros negócios desta sexta-feira (19). às 9h48min desta sexta-feira (19), o dólar à vista caía 0,43%, a r$ 3,7118. o dólar futuro de novembro recuava 0,30%, a r$ 3,7140. o real brasileiro se beneficia do fortalecimento de moedas emergentes e ligadas a commodities na esteira do avanço do yuan. a moeda chinesa se recuperou após perdas registradas durante a madrugada à medida que autoridades de pequim se esforçaram de maneira coordenada para tranquilizar investidores após o anúncio de crescimento econômico abaixo do esperado. o produto interno bruto (pib) chinês teve expansão anual de 6,5% no terceiro trimestre, um pouco abaixo das expectativas (6,6%) e no ritmo mais fraco desde o início de 2009. o banco dbs prevê que o país asiático manterá uma política monetária acomodatícia e também que, se todas as importações chinesas passarem a ser tarifadas pelos eua, "pequim terá de responder com uma substancial realavancagem da economia". as atenções dos investidores locais seguem ainda nos nomes para o primeiro escalão e prioridades da agenda econômica do futuro governo do brasil. a vantagem de 18 pontos para jair bolsonaro (psl) em relação a fernando haddad (pt) na pesquisa datafolha, divulgada na noite dessa quinta-feira (18), só reforça a aposta na possível vitória do capitão reformado, que foi inclusive amplamente precificada nos ativos financeiros, segundo operadores do mercado. na pesquisa, bolsonaro tem 59% dos votos válidos, contra 41% de haddad.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/10/653318-dolar-cai-com-forca-de-moedas-emergentes-e-sinais-de-estimulo-chines-apos-pib.html)  
19/10/2018

Nova Iorque em alta ajuda Ibovespa para voltar aos 85 mil pontos

 após um dia de forte correção, o ibovespa tem abertura positiva nesta sexta-feira (19), no último pregão da semana e seguia em alta amparada por seus pares no exterior. o ambiente externo favorável dá espaço para que, por aqui, os investidores estejam mais propensos às compras. às 10h52min, o ibovespa tinha alta de 1,15%, aos 84.810,37 pontos. pouco antes do fechamento deste texto, o ibovespa acelerou o ritmo de alta rumo aos 85 mil pontos após os mercados acionários em nova iorque renovarem máximas na sessão. antes mesmo da abertura do pregão dos pares americanos, o índice à vista por aqui já ensaiava o retorno ao patamar que havia largado nessa quinta-feira (18). "hoje é um dia de ajuste às quedas de ontem. no exterior, isso não significa uma tendência de alta, uma vez que pesa a percepção de risco em relação ao aperto monetário dos estados unidos", disse nicolas balafas, da planner corretora. "no plano interno, o mercado já pavimenta uma alta com o candidato pró-mercado jair bolsonaro dando sinalizações ainda superficiais, mas positivas." nos estados unidos, o dow jones subia 0,76% e o nasdaq avançava 1,09%. também os contratos futuros de petróleo operavam em alta, com bret subindo 1,59% e o wti, 1,28% no horário acima. mais cedo, as bolsas chinesas embarcaram num rali à medida que autoridades do governo da china vieram a público de maneira coordenada para tranquilizar investidores após a divulgação de números de crescimento econômico abaixo do esperado. investidores apostam nas ações do governo chinês para conter esse movimento. a alta no mercado acionário asiático ajudou os pares europeus, que pouco antes do fechamento deste texto, saiam do negativo e já operavam com sinais mistos. na cena interna, com as pesquisas de intenção de voto sinalizando liderança com folga de jair bolsonaro (psl), os agentes de mercado voltam os olhos para a formação da equipe econômica do eventual futuro presidente, principalmente para a presidência do banco central, uma vez que paulo guedes já está definido como ministro da fazenda. guedes mostra preferência pela manutenção de ilan goldfajn no cargo, mas rumores de que ele não ficaria no cargo desencadearam, na tarde de quinta, certa cautela dos investidores pelas incertezas inerentes ao tema. destaque ainda para leilão de privatização da cesp. mais cedo, o governo de são paulo conseguiu reverter a decisão judicial que suspendia o processo de renovação de contrato de concessão da hidrelétrica de porto primavera, principal ativo da companhia. a entrega das propostas, prevista para às 10h, foi adiada para às 12h.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/10/653323-nova-iorque-em-alta-ajuda-ibovespa-para-voltar-aos-85-mil-pontos.html)  
16/10/2018

Plenário pode votar projeto com novas regras para serviços de seguros

 a comissão de assuntos econômicos aprovou na quarta-feira (10) um projeto que visa aumentar a segurança dos cidadãos que usam serviço de corretagem de seguros (plc 7/2013). segundo o texto, o exercício da profissão de corretor de seguros dependerá da prévia obtenção de um título de habilitação, o qual será concedido pela superintendência de seguros privados (susep). a proposta seguiu para exame do plenário. a reportagem é de larissa bortoni, da rádio senado. https://www12.senado.leg.br/noticias/audios/2018/10/plenario-pode-votar-projeto-com-novas-regras-para-servicos-de-seguros/@@download/file
16/10/2018

Corretor de seguros não é um intermediário de negócios*

 por definição, intermediário é aquele que está interposto no meio da cadeia comercial, entre o produtor e o consumidor. esse formato é clássico e, de imediato, nos remete à ideia de que o circuito de venda poderia perfeitamente transcorrer sem essa figura adicional. assim, depois de uma análise ligeira, toda e qualquer etapa que exista entre as pontas da relação de produção e consumo tem ameaçado seu trabalho na medida da possibilidade da sua inexistência. como consequência, um dos grandes movimentos do século xxi, impulsionado pelas possibilidades tecnológicas, é o da desintermediação. longe de querer dizer que a economia mundial esteja equivocada, creio ser importante lançar luz sobre alguns aspectos do processo de compra para extrair o melhor das deduções da sua dinâmica, em particular na indústria de seguros. um dos primeiros exercícios que proponho é o de fugir da tentação de igualar todos os tipos de compradores para todos os tipos de serviço e, depois, concluir sobre a média das amostras. coisas como "pesquisas indicam que 56% dos compradores desejam adquirir serviços online até 2022" - essa pesquisa não existe, pelo menos não com esses dados - de forma alguma me convencem. não estou dizendo que desconfio da pesquisa em si ou de sua metodologia. refiro-me ao conceito amplo de "serviços" e à imagem que se forma na cabeça do pesquisado enquanto ele oferece as suas respostas. olhando por outro ângulo, o que podemos falar sobre a forma com que a oferta de serviços vem evoluindo? se pudermos concentrar as habilidades das empresas na figura dos seus gestores, o que se poderia afirmar sobre o futuro que tem sido desenhado? pois bem, em tempos de avanços computacionais, pesquisas atuais indicam que as dez maiores habilidades desejáveis em um líder ideal estão relacionadas às suas habilidades humanas. "perceber" é uma palavra chave nessa questão. "intuir" é outra. logicamente, à primeira vista isso parece um grande contrassenso. se há tanta tecnologia, bastaria que o líder fosse um bom interpretador de relatórios para tomar as decisões mais pertinentes. painéis de controle com muitos índices de performance trariam informações mastigadas que, somadas com módulos de inteligência artificial, já poderiam indicar tendências baseadas em séries históricas que se iniciaram logo após a explosão original - o big ben -, reduzindo a margem de erro a quase zero. só que não funciona assim! no núcleo de todos os movimentos da evolução chegaremos na dissonância encantadora do comportamento. o modelo ideal humano é alvo de buscas filosóficas há séculos e varia em função da compreensão do mundo em que se vive. dessa forma, a ética, como meio de boa convivência, corre atrás das justificativas e explicações dos porquês, numa tentativa frenética de manter o gelo seco. se por um lado existe a figura da outra pessoa com quem nos relacionamos, por outro temos a programação atávica de sobreviver e proteger nossa prole. em maior e menor grau, navegamos entre esses extremos. me arrisco a dizer que essa é a matéria prima sobre a qual se constrói a indústria do seguro, ou seja, a capacidade de perceber o risco e antecipar sua solução para a manutenção da vida em sociedade. nesse ponto, o caldo para reflexões parece ser infinito. vamos, então, particularizar nossa conversa para o mercado dos seguros. pelo lado da demanda, representada aqui pelo indivíduo "normal" - no que diz respeito aos aspectos da sua existência -, a indústria de seguros se assemelha a um reino de regras criadas por quem detém o poder, aparentemente construídas para gerar verdades que têm como propósito final a negativa de anseios idealizados e, assim, aumentar o acúmulo de riquezas em detrimento às necessidades individuais. essa percepção choca-se frontalmente com a falta abrupta de alguém ou de alguma coisa ao se dar início o processo de utilização da apólice de seguros. e essa falta que é, por assim dizer, uma despedida indesejada e sintomatizada por um emaranhado de sensações, jamais deveria ter um contraponto no mundo dos dinheiros. tal noção ganha eco quando o assunto segurado é a saúde ou a vida de alguém amado. isso, em resumo, é a tradução de um processo de reclamação de sinistro. há uma sabedoria popular que dá conta de que "só damos valor às coisas depois que as perdemos". o "tempo" parece ser o ente mais extremo dessa equação, comprovação máxima dessa verdade. poetas talvez sejam os melhores intermediários desse sentimento. o incômodo do "deixar de ter" é mais intenso do que o sabor de "cultivar o já conquistado". essa premissa também é verdadeira no setor de seguros. quase a totalidade das pessoas se refere ao seu uso apenas na ocorrência de um sinistro quando, na verdade, o seguro esteve presente em todos os momentos da simples conservação. quantos de nós só usam seus carros em determinadas situações justamente por saber que eles estão segurados? todo esse encadeamento de emoções faz parte da dinâmica humana, que acaba por aumentar a pressão sobre uma das entregas do seguro seja na forma da reparação do que passou a faltar ou ainda, na minimização dos efeitos de uma perda. verdade seja dita: a tranquilidade de se arriscar em uma viagem de moto rende poucos agradecimentos a um seguro de vida contratado. da mesma forma, esquiar nas férias com as crianças raramente produz uma carta de agradecimento pela segurança de um bom seguro saúde ou de viagens. só damos valor quando perdemos, lembram? voltando ao questionamento inicial, seria o médico um intermediário entre a necessidade de um paciente e o produto produzido pelas indústrias farmacêuticas? e o filósofo o intermediário entre a existência e as dúvidas? o engenheiro o intermediário entre os materiais e as necessidades? na mesma lógica, colocar o corretor de seguros como um intermediário desse tipo de negócios seria desmerecer o mosaico complexo das suas atribuições. em primeiro lugar porque ele ou ela são os humanos que "percebem" e "intuem" sobre seu cliente, equalizando necessidades às soluções disponíveis. isso após analisar riscos, discutir possibilidades, vibrar numa conquista, confortar na perda, apoiar nas dores e ainda prestar consultorias gratuitas das mais diversas ordens (quem nunca ligou para seu corretor para perguntar quanto custaria o seguro de uns modelos de carros na hora de trocar o seu usado?). pois bem, é no centro dessa injunção de tantas forças, algumas vezes antagônicas, sofrendo os atritos que decorrem das interpretações de regras pelo lado da seguradora e da avalanche de emoções pelo lado do segurado, que se encontra a figura do corretor de seguros, do seu corretor de seguros, "intermediário" na busca de proteção para todas as suas conquistas. *engenheiro, mestre em economia pela ufrj e em liderança de inovação e mudanças pela york st. j. university, ceo da área de wholesale e fundador da som.us holdings américa latina, fabio basilone tem mais de 20 anos de experiência, passando pela fundação da cooper gay swett & crawford no brasil e pelo corpo diretivo de aon benfield e health lambert. presidente da ibracor, atua para melhora do mercado segurador na américa latina. fonte: fabio basilone / oficina do texto

Volta à Câmara projeto que exige de corretor de seguros habilitação da Susep


12/04/2019
Um projeto que busca aumentar a segurança de quem usa serviço de corretagem de seguros retorna à Câmara dos Deputados. O Plenário do Senado confirmou nesta quinta-feira (11) a aprovação do relatório da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) ao Projeto de Lei da Câmara 7/2013, em forma de texto substitutivo, após discussão em turno suplementar. A proposta foi aprovada em primeiro turno no último dia 28.
Conforme o texto da CAE, o exercício da profissão de corretor de seguros dependerá da prévia obtenção de habilitação, a ser concedida pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), autarquia vinculada ao Ministério da Economia responsável pela regulação do setor de seguros e resseguros. O projeto enumera os documentos necessários para obtenção da habilitação. A exigência vale também para os corretores já em atividade.
O projeto original, de autoria da Presidência da República, obrigava os corretores a contratarem um seguro obrigatório sobre a sua atividade. O objetivo era garantir ao usuário do serviço uma reparação de danos eventualmente causados pelo corretor na contratação de seguros. Mas o relator foi contrário a essa proposta, argumentando que a imposição poderia gerar consequências negativas para o setor.
“Além de tal medida restringir o mercado de corretagem [e] importar no aumento do custo do serviço — o que possivelmente caracterizaria uma ofensa ao princípio constitucional da livre iniciativa e da proporcionalidade —, o ambiente de controle exercido pela Susep é suficiente para dar a segurança de que necessitam os usuários”, defendeu o então relator na CAE, o ex-senador Romero Jucá.
O relator também se opôs à ampliação do poder de fiscalização das entidades autorreguladoras sobre corretores de seguros não filiados. Essa ampliação estava no texto original PLC 7/2013.

Fonte: Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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