27/06/2018

SUSEP desenvolve conteúdo sobre seguros e capitalização para a plataforma de educação financeira do Banco Central do Brasil

 o material está disponível em pílulas do curso ‘é da sua conta’. como parte do seu rol de iniciativas voltadas à educação financeira, a superintendência de seguros privados (susep) desenvolveu um conteúdo customizado sobre seguros e capitalização para a plataforma de orientações para o consumidor financeiro do banco central do brasil. intitulada ‘é da sua conta’ e criada com o apoio da secretaria nacional do consumidor (senacon), a plataforma reúne casos práticos com informações didáticas sobre serviços financeiros em um curso online exclusivo para quem trabalha com a defesa do consumidor. o conteúdo da susep está divido em 25 pílulas extraídas das vídeos-aulas do curso e aborda temas como: o que é um título de capitalização e o que são cotas de carregamento, de sorteio e de capitalização, por exemplo, e o que significa prêmio e sinistro, o valor da indenização, entre outros. o material está disponível no site ‘meu futuro seguro’, desenvolvido pela susep como parte da estratégia nacional de educação financeira (enef) no site da susep. fonte: cqcs
27/06/2018

Pedestres receberam mais de 1 milhão de indenizações nos últimos dez anos

 vítimas representam um a cada quatro indenizados pelo seguro dpvat de 2008 a 2017. acidentes de trânsito são facilmente associados à imprudência ao volante. mas engana-se quem pensa que apenas os motoristas devem estar atentos quando o assunto é acidentes de trânsito. de acordo com os dados do boletim estatístico especial “dez anos de trânsito”, divulgado pela seguradora líder – responsável pela gestão do seguro dpvat, a segunda categoria mais atingida é a de pedestres. é preciso conscientizar sobre a importância de todas as pessoas no trânsito. em 10 anos, mais de 4,5 milhões de indenizações do seguro dpvat foram pagas para vítimas de acidentes de trânsito. nesse período, foram 1.068.996 indenizações pagas a pedestres nos três tipos de cobertura: morte, invalidez permanente e despesas médicas e hospitalares. as vítimas também ocupam o segundo lugar nas indenizações pagas por acidentes fatais, num total de 167.290. mais de 757 mil pessoas foram indenizadas por invalidez permanente. em relação ao perfil dos indenizados, os números mostram que, de 2008 a 2017, a maior incidência de indenizações pagas foi para vítimas da faixa considerada economicamente ativa, de 18 a 34 anos, que representam 33% dos indenizados pelo seguro dpvat (cerca de 359 mil). apenas este ano, de janeiro a maio, foram pagas 35.437 indenizações a pedestres. o número corresponde a quase 24% do total de indenizações pagas, neste mesmo período, para todos os tipos de vítimas (148 mil). entre os principais motivos da falta de atenção do pedestre ao caminhar nas ruas está o uso do celular. digitar, ler, falar e usar o fone de ouvidos aumentam as chances de acidentes em até 80%, segundo o departamento estadual de trânsito do paraná (detran-pr). já neurologistas alertam que uso do fone de ouvido e celular aumentam de 3 a 9 vezes a possibilidade de acidente. para se ter ideia, o uso do celular é considerado um problema tão grande que alguns países adotaram medidas para reduzir o número de acidentes. em augsburg, na alemanha, a prefeitura adotou um semáforo específico, fixado no chão, para que o pedestre com os olhos fixados no celular perceba os sinais da rua. já no japão foram criadas calçadas específicas para pedestres que não abandonam o aparelho. no ano passado, a cidade de honolulu, no havaí, aprovou uma lei municipal proibindo os pedestres de usarem aparelhos eletrônicos durante a travessia de ruas e avenidas. o boletim estatístico especial “dez anos de trânsito” também marca a década de atuação da seguradora líder à frente das operações do seguro dpvat. o levantamento reúne dados como a evolução dos pontos de atendimento autorizados do seguro nestes dez anos, além da evolução da frota de veículos automotores e da população brasileira entre 2008 e 2017. veja aqui o boletim especial de 10 anos completo https://www.seguradoralider.com.br/documents/boletim-estatistico/boletim%20_especial%2010%20anos.pdf             fonte: cdn comunicação
27/06/2018

Seguradoras miram varejistas para aumentar vendas

 o varejo está sendo cobiçado por seguradoras que buscam canais de distribuição alternativos para crescer. na capemisa seguradora, a venda de seguros de vida em cartões de redes do setor varejista já responde por 70% do faturamento total da companhia, sem considerar apólices individuais e voltadas às pequenas e médias empresas (pmes). numa outra ofensiva, o itaú unibanco está perto de iniciar um projeto piloto com a chubb seguros para vender seguro de celular em parcerias que possui, por exemplo, com pão de açúcar e assaí, no âmbito da abertura da sua plataforma de seguros que replica a 360, de investimentos. mão dupla além de melhores margens para as seguradoras, a parceria com o varejo traz vantagens do lado da sinistralidade, que é baixa. do lado dos varejistas, o negócio é rentável e pode incrementar a receita não operacional em cerca de 40% do valor do seguro, segundo cálculos do diretor comercial da capemisa, fabio lessa. fonte: economia & negócios estadão
27/06/2018

O que a Copa pode nos ensinar sobre liderança?

 neste período de copa, em que times se destacam tanto por seus jogadores, quanto por seus técnicos, você já tentou traçar um paralelo entre um time de futebol e empresas? tenho certeza que se o fizer encontrará muita similaridade e poderá tirar algumas lições relevantes no exercício. vamos analisar a figura do técnico da equipe de futebol, por exemplo. quais são suas responsabilidades? bom, ele é responsável por montar o time (ou assumir um time que já estava montado), muitas vezes precisa motivar, trocar algumas peças, mudar algumas pessoas de posição, liderar a estratégia e a tática da equipe, certo? leia novamente essa última frase e veja se não é uma boa descrição de um gestor de pessoas. ampliando a discussão sobre o técnico de futebol me deparo com a seguinte pergunta: necessariamente, para ser um bom técnico você precisa ter sido um craque dentro de campo? observando os exemplos que temos de grandes técnicos do mundo: todos eles foram excelentes jogadores? se olharem com cuidado vão descobrir que alguns excelentes técnicos foram apenas jogadores medianos em sua época. da mesma forma, o maior defeito dentro das organizações é a crença fervorosa de que o profissional que mais se destaca em sua atuação deve ser promovido e liderar a equipe, pois conseguirá incentivar o time todo a atingir altos resultados. no entanto, isso nem sempre é verdade, em muitas ocasiões ao fazer isso perde-se um excelente executor e não se ganha um excelente líder. vejamos essa última análise: imaginem um jogador extremamente produtivo dentro de campo, artilheiro, driblador, veloz e forte. estatisticamente pode ser considerado o melhor jogador do time. contudo, muitas vezes não é um jogador que joga para o time e sim o contrário. se o time não jogar para ele suas estatísticas caem. desta forma, lhe pergunto: um jogador assim conhece detalhadamente seus colegas de trabalho, sabe onde cada um precisa se aprimorar? ele está focado em jogar com o grupo ou focado em aumentar suas estatísticas individuais? tudo isso faz sentido? então, se eu quero ser um bom líder preciso analisar muito bem a atuação de um bom técnico de futebol e não simplesmente me espelhar nos melhores jogadores, correto? fato, isso ajuda, porém sinto lhe dizer que se você quer ser um bom líder dentro da sua organização, isso tudo ainda não é o suficiente. você também precisa se espelhar no capitão do time. o que quero dizer é que não basta apenas ditar a estratégia, mexer na equipe, colocar cada um em seu lugar de melhor performance, se você não estiver disposto a botar a mão na massa e liderar pelo exemplo, tomando a frente no campo de batalha e abrindo espaço para que sua equipe possa marcar alguns gols. o líder exemplar é aquele que sabe a hora de ser técnico e a hora de ser capitão. no final das contas, meus amigos, dentro das organizações funcionamos como um time de futebol, o que muda é que muitas vezes precisamos assumir alguns papéis diferentes para lidar com as diferentes formas de liderar. para alguns você precisará atuar como técnico, para outros precisará ser capitão e, para outros, quem sabe deverá apenas abrir espaço e deixar que eles mesmos encontrem seus caminhos. o líder não detém todas as respostas e precisa saber a hora de mostrar humildade e seguir o caminho que o time está trilhando. a única certeza que temos, dentro e fora de campo, é que de um lado temos a torcida e do outro temos os clientes. essas duas figuras externas irão pressionar, criticar durante os fracassos, vão querer atuar como “técnicos”, pedir mudanças no time, mas no fundo, tanto uma como outra querem a mesma coisa: vibrar e comemorar na hora da vitória. um bom líder, acima de tudo, sabe que se conseguir o prestígio da torcida (clientes) trará mais tranquilidade para exercer um bom trabalho. bom jogo a todos! marcelo olivieri é bacharel em psicologia e possui mba em gestão estratégica. com mais de 10 anos de experiência no recrutamento especializado nas áreas de marketing e vendas, olivieri é diretor da trend recruitment. fonte: portal nacional de seguros por juliana colognesi
27/06/2018

Nova Regra Aumenta Concorrência e Reduz Preço do Seguro

 com o objetivo de aumentar a concorrência e, consequentemente, reduzir o preço final do seguro, o cnsp, por proposta da susep, alterou os limites de tábuas de risco em planos de seguro de pessoas e para a operação das coberturas por morte e invalidez em planos de previdência complementar aberta. de acordo com a susep, na prática, a mudança acaba com a interferência do estado na definição do preço do seguro, pecúlio ou renda nos produtos de risco. com a extinção do preço mínimo, deverá ser ampliada a concorrência e reduzido o preço final pago pelo consumidor. “a nova resolução do cnsp objetiva permitir que seguradoras e entidades abertas de previdência complementar (eapcs) utilizem tábuas biométricas elaboradas, com previsão ou não de atualização periódica, por instituição independente, a partir de experiência própria ou de mercado, na estruturação de planos com cobertura de risco”, explicou a autarquia. as tábuas biométricas passíveis de serem utilizadas serão aquelas reconhecidas pelo instituto brasileiro de atuária (iba). a susep assegura, contudo, que continuará acompanhando a solvência das companhias por meio da análise das provisões, ativos e capitais. fonte: cqcs/via seguro gaucho
27/06/2018

CNseg: 67 anos atuando pela difusão do seguro

 a cnseg completou 67 anos de existência na segunda-feira (25) e ratifica, ao longo de sua história, o protagonismo na representação do setor segurador. nessa trajetória, a cnseg escreveu alguns dos capítulos mais importantes do desenvolvimento do mercado. a começar do ambiente de sua própria fundação, em 25 de junho de 1951, quando a ameaça de estatização do seguro rondava o setor com a volta ao governo de getúlio vargas, após ser aclamado nas urnas, em 1950. o principal desafio ao longo de sua existência sempre foi fazer o setor ser mais bem entendido por todos os públicos e interlocutores. este diagnóstico inspirou a cnseg e as federações representadas (fenseg,fenaprevi, fenasaúde e fenacap) a criar, em 2016, o programa de educação em seguros. seu objetivo é levar conhecimento estruturado e informações qualificadas à sociedade em geral e a todos os tipos de públicos e interlocutores. em razão disso, a cnseg publicou 10 livretos voltados para temas do universo dos seguros, ao lado de 22 cartilhas explicativas lançadas pelas federações. na internet, vale destacar ações também relevantes de aproximação com as redes sociais. o facebook institucional se aproxima dos 85 mil fãs e fanpage da rádio cnseg já se aproxima dos 50 mil seguidores. a emissora já veiculou 2500 horas de programação jornalística, 1.300 programas produzidos. seu conteúdo é veiculado em mais de 2.150 emissoras de rádio, em 1.450 municípios. fonte: cnseg via /cqcs
27/06/2018

Evento discute impacto da tecnologia no mercado de seguros

 a academia paulista dos técnicos de seguro (apts) e a escola nacional de seguros reunirão especialistas para analisar como o uso de novas tecnologias está transformando seguros tradicionais em produtos personalizados. o evento, “iot (internet das coisas) no seguro”, acontece no dia 27 de junho, das 9h às 12h, no auditório da escola, em são paulo. no convite para o evento, a apts explica que o conceito iot (internet of things) diz respeito a toda infraestrutura tecnológica que tenha acesso à internet, possibilitando conectar objetos a outros equipamentos com acesso à rede. no caso do automóvel, por exemplo, as tecnologias de iot permitem precificar o seguro com base no comportamento dos motoristas. em residências e edifícios, permite o monitoramento por câmeras com recursos de vídeo analíticos, reconhecimento facial, além da prevenção e combate a incêndio com dispositivos e softwares mais inteligentes e precisos. durante o evento, o atuário e diretor do lar (laboratório de risco atuarial e inovação) e risk data advisory na insurtech datadrivr, reinaldo marques, abordará o tema iot do ponto de vista das oportunidades para a precificação atuarial, além da oferta de novos modelos de negócios. também com presença confirmada, o diretor de ti da ceabs, gustavo müller, discute o carro do futuro, analisando como a internet das coisas e o carro conectado estão mudando o mercado de seguros. o diretor da associação brasileira de internet das coisas (abinc), gerson rolim, o coordenador do prêmio de inovação em seguros da cnseg, ricardo chrisostimo, e o corretor de seguros e empresários, richard hessler furck, também participarão do evento. serviço: evento “iot (internet das coisas) no seguro” data: 27 de junho, das 9h às 12h local: auditório da escola nacional de seguros – rua augusta, 1.600, consolação, são paulo (sp). inscrições: https://bit.ly/2l1ybth fonte: sincor sp via /cqcs
27/06/2018

Bovespa ronda a estabilidade apesar de abertura positiva em Nova Iorque

 a bovespa inicia os negócios rondando a estabilidade nesta quarta-feira (26), sem fôlego para acompanhar a abertura positiva em nova iorque. por lá, trouxe certo alívio a sinalização da casa branca, no período da manhã, de que o presidente dos estados unidos, donald trump, irá basear-se nas leis existentes para restringir investimentos da china em seu país. isso significa que washington não adotará medidas mais drásticas contra investimentos do gigante asiático. outro fator que contribui para o avanço em wall street é o dado de encomendas de bens duráveis, que caiu 0,6% entre abril e maio, menos que o recuo de 1,0% previsto por analistas. além disso, a variação entre março e abril foi revisada de -1,6% para -1,0%. às 10h34min, o ibovespa exibia leve alta de 0,09%, aos 71.460,18 pontos, enquanto o dow jones subia 0,25%, o s&p 500 avançava 0,32% e o nasdaq tinha elevação de 0,36%.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/06/635172-bovespa-ronda-a-estabilidade-apesar-de-abertura-positiva-em-nova-iorque.html)  
25/06/2018

A Previdência e a ilusão

  o grande problema do inss não é a corrupção, mas o fato de a dinâmica demográfica brasileira tornar o modelo atual inviável no início deste ano, os adversários da reforma da previdência proposta pelo governo michel temer conseguiram vencer uma batalha: o planalto abandonou o projeto, dada a falta de apoio parlamentar (embora o motivo oficial seja a impossibilidade de aprovar emendas à constituição durante a vigência de intervenções federais, como a que ocorre no rio de janeiro). mas, antes mesmo de a reforma ser enterrada, seus opositores já tinham triunfado na guerra de propaganda travada em torno do tema. só isso explica os resultados de uma pesquisa encomendada pela federação nacional de previdência privada (fenaprevi) ao instituto ipsos. apesar dos déficits bilionários que se repetem ano após ano, metade dos entrevistados disse acreditar que o inss é sustentável – quase o dobro daquela parcela (28%) que reconhece a incapacidade de a previdência social se manter no futuro. os restantes 21% disseram não ter opinião formada. mas a própria ideia de sustentabilidade demonstrada pelos resultados da pesquisa mostra que são poucos os que compreendem como funciona o orçamento federal: 31% acreditam que o governo deve direcionar recursos de outras áreas para bancar o inss, contra 53% dos que afirmaram que o sistema deve se financiar apenas com os valores da contribuição previdenciária. é preocupante ver que as percepções ilusórias sobre a previdência independem de escolaridade e classe social quanto ao primeiro grupo, falta-lhe o entendimento de que, quando o governo tem de cobrir o rombo da previdência, saem perdendo todos os outros setores, inclusive saúde, educação, segurança e infraestrutura, justamente aqueles que a população mais demanda do estado. já o segundo grupo, o dos que acreditam – corretamente, é claro – que o inss deve se manter apenas com os recursos próprios, mostra que parte dos brasileiros vive uma outra ilusão. uma sobreposição dos números mostra que há uma parcela significativa dos entrevistados para quem o sistema é sustentável e deve se manter sem sugar dinheiro de outras áreas do orçamento. mas a realidade tem sido bem diferente. por que, então, a previdência tem déficits? para 75% dos entrevistados, o grande problema do inss é a corrupção. por esse raciocínio, se não houvesse roubalheira, provavelmente também não haveria déficit. apenas 15% apontaram as falhas intrínsecas do modelo e o envelhecimento da população como os fatores por trás do rombo. infelizmente, a pesquisa ipsos não avaliou qual parcela dos brasileiros acredita em outra lenda urbana muito difundida sobre o inss: a de que bastaria cobrar dos grandes devedores para tapar o rombo. a verdade, no entanto, é que, se por algum milagre todos esses devedores quitassem suas obrigações, o valor cobriria no máximo três anos de déficit. não há dúvidas de que existem, sim, fraudes, desvios e corrupção na previdência. mas seu grande problema é a inviabilidade do modelo em vigor, no qual as aposentadorias de hoje são bancadas pelos atuais trabalhadores. esse sistema funcionou bem enquanto havia muitos jovens e adultos na força de trabalho, contra poucos aposentados cuja expectativa de vida não era tão grande. mas a dinâmica demográfica brasileira mudou: as famílias estão tendo menos filhos e a longevidade está crescendo; consequentemente, há cada vez menos trabalhadores na ativa para financiar cada vez mais aposentados. ainda que o inss operasse com lisura total, já no curto prazo o sistema se mostraria inviável, como o provam os déficits; no médio e longo prazo, o modelo está condenado. esse raciocínio também vale para a previdência dos servidores públicos, que não foi abordada na pesquisa ipsos. e é preocupante ver que as percepções ilusórias sobre a previdência independem de escolaridade e classe social. mesmo entre os mais instruídos, com curso superior, prevalece a visão de que o inss é sustentável (52% contra 41%). e, quando perguntados sobre a necessidade de uma reforma na previdência, 34% dos entrevistados da classe ab e 40% daqueles com curso superior afirmam que não é necessário fazer mudanças no sistema – a média de todos os entrevistados foi de 43%. é verdade que a parcela dos que defendem a necessidade de uma reforma é maior (48% na classe ab e 52% entre os que têm curso superior). além disso, para metade dos entrevistados, o próximo presidente precisa tratar do tema. a pesquisa, no entanto, não questionou se as pessoas estariam dispostas a votar em um candidato que defendesse a reforma durante a campanha. e, hoje, nada ameaça mais a perspectiva de uma reforma da previdência que o populismo eleitoreiro vendedor da ilusão de que não há problemas – o mesmo discurso, aliás, que venceu em 2014 e cujos resultados fizeram sofrer um país inteiro. fonte: gazeta do povo

Volta à Câmara projeto que exige de corretor de seguros habilitação da Susep


12/04/2019
Um projeto que busca aumentar a segurança de quem usa serviço de corretagem de seguros retorna à Câmara dos Deputados. O Plenário do Senado confirmou nesta quinta-feira (11) a aprovação do relatório da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) ao Projeto de Lei da Câmara 7/2013, em forma de texto substitutivo, após discussão em turno suplementar. A proposta foi aprovada em primeiro turno no último dia 28.
Conforme o texto da CAE, o exercício da profissão de corretor de seguros dependerá da prévia obtenção de habilitação, a ser concedida pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), autarquia vinculada ao Ministério da Economia responsável pela regulação do setor de seguros e resseguros. O projeto enumera os documentos necessários para obtenção da habilitação. A exigência vale também para os corretores já em atividade.
O projeto original, de autoria da Presidência da República, obrigava os corretores a contratarem um seguro obrigatório sobre a sua atividade. O objetivo era garantir ao usuário do serviço uma reparação de danos eventualmente causados pelo corretor na contratação de seguros. Mas o relator foi contrário a essa proposta, argumentando que a imposição poderia gerar consequências negativas para o setor.
“Além de tal medida restringir o mercado de corretagem [e] importar no aumento do custo do serviço — o que possivelmente caracterizaria uma ofensa ao princípio constitucional da livre iniciativa e da proporcionalidade —, o ambiente de controle exercido pela Susep é suficiente para dar a segurança de que necessitam os usuários”, defendeu o então relator na CAE, o ex-senador Romero Jucá.
O relator também se opôs à ampliação do poder de fiscalização das entidades autorreguladoras sobre corretores de seguros não filiados. Essa ampliação estava no texto original PLC 7/2013.

Fonte: Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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