18/05/2018

Bolsas da Europa recuam, com foco na política da Itália e no comércio global

 as bolsas europeias fecharam em baixa nesta sexta-feira (18), mas sem sinal único ao longo da semana. hoje, influiu a cautela com os desdobramentos políticos na itália e também com as negociações entre estados unidos e china na arena comercial. o índice stoxx 600 fechou em queda de 0,28%, em 394,67 pontos. a bolsa de milão teve o pior desempenho, com o índice ftse-mib em baixa de 1,48%, a 23.449,65 pontos, recuando 2,94% na comparação semanal. mais cedo, foi divulgada a notícia de que o movimento 5 estrelas e a liga fecharam um programa conjunto para governar. os partidos prometem reduzir a dívida pública italiana com medidas que impulsionem o consumo e, consequentemente, o crescimento econômico. investidores, porém, temem que o resultado seja mais relaxamento nos gastos governamentais e uma piora das contas públicas, em uma administração possivelmente mais distante do restante da zona do euro. entre as ações mais negociadas na itália, banca carige ficou estável, mas intesa sanpaolo e telecom italia caíram 2,45% e 3,41%, respectivamente. no caso da companhia do setor de telecomunicações, influiu um corte na recomendação do papel. banco bpm recuou 6,36%, enquanto monte dei paschi teve baixa de 3,52%, após este despencar quase 9% na sessão anterior, em meio a relatos de que o próximo governo pretende manter o banco sob controle estatal. as negociações entre os eua e a china também seguiram no radar. nesse caso, um insucesso pode ter grandes proporções para o quadro global do comércio, com o risco de tarifas e retaliações. nesta semana, uma delegação chinesa está em washington para tratar do tema. na agenda de indicadores, a balança comercial da zona do euro teve superávit de 21,2 bilhões de euros em março, em leve alta. as exportações subiram 0,8% ante fevereiro, enquanto as importações cresceram 0,7%. na alemanha, a inflação ao produtor de abril ficou em 2%. na bolsa de londres, o índice ftse-100 fechou em queda de 0,12%, em 7.778,79 pontos, mas subiu 0,70% na comparação semanal. glencore teve baixa de 4,4%, diante da notícia de que pode ser alvo de uma investigação britânica centrada em negócios da mineradora no congo. anglo american caiu 1,23%, mas antofagasta avançou 0,18%. astrazeneca, por sua vez, caiu 2%, após registrar queda em seu lucro no primeiro trimestre. em frankfurt, o índice dax teve baixa de 0,28%, a 13.077,72 pontos, embora na semana tenha avançado 0,59%. no setor de energia, e.on subiu 0,63%, mas entre os bancos deutsche bank e commerzbank perderam 1,94% e 1,77%, respectivamente. steinhoff teve ganho de 7,72%, enquanto deutsche telekom recuou 4,92%. na bolsa de paris, o cac-40 caiu 0,13%, a 5.614,51 pontos, e na semana avançou 1,31%. a petroleira total recuou 0,04% e o société générale teve baixa de 0,50%, mas a montadora peugeot subiu 0,19%. vallourec foi o papel mais negociado, em baixa de 2,43%. em madri, o ibex-35 teve queda de 1,02%, a 10.112,40 pontos, perdendo 1,55% na semana. entre os bancos espanhóis, santander caiu 2,73% hoje e banco de sabadell recuou 3,39%, enquanto bbva perdeu 1,89%. já endesa e iberdrola subiram 0,25% e 0,61%, respectivamente. na bolsa de lisboa, o psi-20 fechou em queda de 0,66%, em 5.715,42 pontos. na comparação semanal, porém, a praça lisboeta avançou 1,81%. hoje, banco comercial português recuou 4,16%, enquanto galp subiu 0,30%. addthis sharing buttons share to facebookshare to twittershare to linkedinshare to e-mailshare to imprimir comentar | corrigir | compartilhar comentários seja o primeiro a comentar esta notícia hoje no jc para folhear modo texto assine já ios android capa leia também instabilidade faz dólar bater r$ 3,77 e interrompe negociações de títulos públicos ibovespa abre em firme queda e chega a perder nível dos 82 mil pontos juros disparam em sintonia com dólar forte e mercado desafiando bc dólar salta para r$ 3,730 com exterior e desconforto interno capinha cadastre seu e-mail no formulário abaixo para começar a receber a newsletter diária.   jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/05/economia/628166-bolsas-da-europa-recuam-com-foco-na-politica-da-italia-e-no-comercio-global.html)  
16/05/2018

Sete informações que você precisa saber sobre previdência privada

 no próximo dia 14, tem início a 5ª edição da semana nacional de educação financeira, promovida anualmente pelo comitê nacional de educação financeira (conef) e que tem como objetivo promover a estratégia nacional de educação financeira (enef). com participação ativa nesta iniciativa pela quarta vez, a brasilprev, maior empresa de previdência privada do país, lista sete informações que toda pessoa precisa saber antes de contratar um plano. 01- defina seus projetos futuros e planeje como irá atingi-los defina os seus projetos de vida e o prazo em que pretende realizar cada um deles. quando se tem clareza dos objetivos, datas e etapas, fica mais fácil buscar motivação e economizar para o futuro. se os projetos forem de médio ou longo prazos, a previdência privada se mostra uma ferramenta imbatível para poupar recursos, pois oferece benefícios tributários e ainda incentiva a disciplina por conta das contribuições mensais. 02 - pesquise sobre a instituição financeira que administrará seu dinheiro a escolha da instituição que ficará responsável por administrar seus recursos deve ser feita com bastante critério e cuidado. avalie o histórico e a reputação da empresa no mercado, busque seus índices de menções no procon e sites de reclamações. opte por uma organização sólida, lembrando que um plano de previdência privada pressupõe uma relação durante muitos anos. veja se a instituição escolhida se preocupa com controles e segue processos seguros. afinal, seus recursos financeiros devem estar em boas mãos para que você viabilize seus projetos. 03 - tenha em mente o tipo de declaração de imposto de renda que você faz o plano gerador de benefício livre (pgbl) é indicado para quem realiza a declaração completa, pois permite abater do imposto de renda (ir) os aportes ao plano até um limite máximo de 12% da renda bruta tributável. já a modalidade vida gerador de benefício livre (vgbl) é indicada para quem é isento da declaração ou utiliza o formato simplificado, pois esta não permite abater no ir os aportes realizados ao plano. esta modalidade também é indicada para quem já investe em um pgbl, mas quer investir mais de 12% de sua renda bruta em previdência privada. no vgbl, no caso de resgates ou pagamento de benefícios, o ir incidirá apenas sobre os rendimentos e não sobre os depósitos efetuados no plano. 04 - avalie a tabela de tributação mais vantajosa uma das escolhas que você fará ao adquirir um plano é a tabela do imposto de renda na qual os recursos serão tributados: progressiva ou regressiva. na tabela regressiva, a pessoa será tributada de acordo com o tempo decorrido de cada aporte até o momento do resgate, iniciando com uma alíquota de 35% e decrescendo a um patamar mínimo de 10% após 10 anos. a segunda é a tabela progressiva, na qual o investidor estará sujeito, em caso de resgate, a retenção de 15% de ir na fonte e compensação na declaração anual do ir com base na tabela em vigor. para decidir entre as duas, leve em consideração o seu perfil tributário e o seu planejamento de renda. 05 - conheça seu perfil e defina em qual tipo de fundo você quer investir no momento de escolha dos fundos de investimentos, o diferencial da previdência é contar com fundos que se adequam ao seu perfil, sejam totalmente de renda fixa ou com parcela em renda variável. com o cenário econômico de queda na taxa de juros, é mandatório que todos tenham maior atenção no poder da diversificação de recursos para obter ganhos diferenciados. a brasilprev oferece uma vasta prateleira de opções de fundos de renda fixa e multimercado, com conceitos diferenciados, como os fundos data-alvo. toda esta estrutura é suportada por consultoria, para que o cliente tenha uma carteira de investimentos adequada ao seu perfil e necessidade. agora, lembre-se: previdência privada não se trata apenas de um fundo, mas, sim, de um produto de acúmulo de recursos com outras vantagens, como benefícios fiscais e tributários, a ausência de come-cotas nos fundos de investimentos, entre outras”, diz marcelo wagner, diretor financeiro da companhia (foto). 06 - avalie as taxas dos produtos antes de contratar um plano duas taxas podem incidir sobre um plano de previdência: a taxa de administração financeira – cobrada pela tarefa de administrar o dinheiro do fundo de investimento – e a taxa de carregamento – que serve para cobrir despesas de corretagem e administração. é importante fazer comparação entre instituições e verificar as melhores ofertas antes de contratar o produto. 07 - acompanhe seus rendimentos e a evolução do seu plano é sempre importante ter em mente que a previdência privada é voltada para o longo prazo, logo, a natureza de alocação desses fundos segue uma estratégia para ganhos em um espaço maior de tempo. por isso, acompanhe a rentabilidade de prazos sempre superior a um ano, sendo ainda mais eficaz verificar períodos de 36, 48, 60 ou 72 meses. além disso, você deve periodicamente acompanhar a evolução da sua reserva frente às suas necessidades e eventuais alterações no padrão de vida, decorrentes, por exemplo, de crescimento profissional, formação de família e filhos. nesses casos, você deve avaliar se suas contribuições ainda são suficientes para realizar seus projetos frente a uma nova realidade familiar, profissional ou mesmo a alteração do objetivo inicialmente previsto. fonte: segs por pepita martin ortega
16/05/2018

Susep criou comissão para analisar o futuro do DPVAT

 no estado de s. paulo, antonio penteado mendonça, escreve que a superintendência de seguros privados (susep) criou uma comissão para analisar o futuro do dpvat, o seguro obrigatório de veículos, com forte viés de substituí-lo por outro de responsabilidade civil nos moldes do seguro obrigatório para veículos europeu. ele aponta que, curiosamente, de acordo com as atas das reuniões, a susep e o ministério da fazenda são favoráveis ao novo seguro, enquanto as seguradoras se batem pela manutenção do dpvat, com as alterações necessárias a adequá-lo à realidade brasileira, que, diga-se de passagem, não são muitas e fazem muito mais sentido. mendonça avalia que o dpvat é uma invenção brasileira que deu certo. além disso, na prática, o dpvat é o único arrimo de uma massa impressionante de pessoas das classes d e e, que têm seus familiares vitimados por acidentes de trânsito. e ressalta que não duvida da capacidade profissional dos técnicos da susep e do ministério da fazenda, mas diz que pouquíssimos deles têm prática de campo no setor de seguros. “basta ler algumas condições que são impostas ao mercado para ver que eles não sabem como é a rotina de uma seguradora e como acontecem as regulações e liquidações de sinistros”. fonte: portal nacional de seguros
16/05/2018

Funcesp tem nova diretora de previdência

 a funcesp, maior fundo de pensão patrocinado por empresas da iniciativa privada do país, acaba de eleger luciana dalcanale para assumir a diretoria de previdência. a executiva, que integra a equipe da instituição há dois anos, é a primeira gerente executiva a assumir a posição de diretora na história da entidade e terá como desafio promover a expansão e os novos formatos de planos de previdência da entidade. luciana dalcanale é formada em ciências atuariais pela universidade federal do rio de janeiro (ufrj) e conta com uma extensa bagagem profissional na área de previdência complementar. atuou a maior parte da carreira em consultorias e, ao longo de quase 20 anos, acumulou uma visão diversificada sobre a área de previdência e de seguros. a executiva ingressou na entidade em maio de 2016 como gerente executiva da área atuarial, que cuida das obrigações legais da entidade frente ao governo e tem como objetivo promover melhorias nos planos. "a funcesp já é reconhecida por seus serviços de qualidade, agora tenho o grande objetivo de buscar produtos mais aderentes a novas práticas de mercado, que vem surgindo com a transformação das empresas patrocinadoras, e ainda criar procedimentos de compreensão dos participantes sobre seus direitos, com regras mais claras que também sejam atrativas para as empresas", comenta luciana. a executiva assume o cargo no lugar de euzébio bomfim, que há 19 anos atuava como diretor de previdência, e que agora assume a diretoria administrativa e de benefícios. a frente dessa nova posição, o objetivo do diretor é contribuir com sua experiência e dedicação à funcesp para o fortalecimento das gerências de gestão administrativa e financeira, tecnologia da informação e gestão em saúde. "a diretoria comandada por euzébio foi responsável por grandes transformações e trouxe muito sucesso para a instituição. tenho a responsabilidade de manter esse legado e dar continuidade a todas essas conquistas", finaliza luciana. a funcesp comemora o reforço nas diretorias executivas, com o compromisso de manter a excelência de suas ações e dirigir a entidade para os desafios do futuro. sobre a funcesp é o maior fundo de pensão patrocinado por empresas da iniciativa privada do país, de acordo com dados da previc, órgão regulador das entidades de previdência complementar. com recursos para investimento da ordem de r$ 28 bilhões, ocupa a quarta posição no ranking geral do setor por ativos de investimento. possui 107 mil participantes de previdência – cerca de 15 mil ativos, 30 mil assistidos e 62 mil dependentes previdenciários – e opera uma folha de pagamento de benefícios de r$ 1,7 bilhão anual. atualmente tem como patrocinadoras as seguintes empresas, para as quais administra benefícios de previdência e/ou saúde: aes eletropaulo, aes tietê, cesp, grupo cpfl (cpfl energia, cpfl brasil, cpfl geração, cpfl paulista, cpfl piratininga), cteep, rio paranapanema, elektro e emae e a própria entidade. a funcesp também é referência como operadora de saúde sem fins lucrativos, classificada pela ans com o mais alto nível de satisfação. atualmente, administra os planos de saúde digna saúde, pes, nosso plano de saúde e extensive, que totalizam cerca de 80 mil vidas. fonte: segs por paula rocha
16/05/2018

SP-PREVCOM promove evento de educação financeira

 palestra com nathalia arcuri, criadora do canal "me poupe", integra a programação da 5ª semana nacional de educação financeira a fundação de previdência complementar do estado de são paulo (sp-prevcom) promove nesta quinta-feira (17/5) em são paulo (sp) uma palestra com a youtuber nathalia arcuri, criadora do canal "me poupe". o evento, aberto aos participantes inscritos na fundação, integra a programação da 5ª semana nacional de educação financeira que se realiza no período de 14 a 20 de maio com o objetivo de difundir a importância do planejamento e equilíbrio nas decisões financeiras junto a entidades públicas e privadas. a 5º semana é uma iniciativa do comitê nacional de educação financeira (conef), entidade que reúne órgãos e entidades governamentais e organizações da sociedade civil. o conef mobiliza diversas instituições para desenvolver em todo o país ações gratuitas voltadas ao fortalecimento da cidadania e à disseminação de conhecimento que auxilie a população no gerenciamento autônomo de suas finanças, controle de gastos, poupança de longo prazo e na melhor forma de administrar seus recursos. fonte: sp-prevcom / imagem: freeimages.com
16/05/2018

Atividade econômica tem queda de 0,13% no primeiro trimestre, diz BC

 a atividade econômica registrou queda no primeiro trimestre deste ano. o índice de atividade econômica do banco central (ibc-br), ajustado para o período, teve retração 0,13% de janeiro a março, comparado ao último trimestre de 2017, de acordo com dados divulgados nesta quarta-feira (16), em brasília. na comparação com o primeiro trimestre do ano passado, o ibc-br acusou crescimento de 0,86% (sem ajuste para o período). em 12 meses encerrados em março, o indicador apresentou crescimento de 1,05%. em março, comparado ao mesmo mês de 2017, houve queda de 0,66%. na comparação com fevereiro, o índice registrou retração de 0,74%. o ibc-br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o bc a tomar suas decisões sobre a taxa básica de juros, a selic. o índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária, além do volume de impostos. o indicador foi criado pelo bc para tentar antecipar, por aproximação, a evolução da atividade econômica. mas o indicador oficial é o produto interno bruto (pib), calculado pelo instituto brasileiro de geografia e estatística (ibge).   jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/05/economia/627604-atividade-economica-tem-queda-de-0-13-no-primeiro-trimestre-diz-bc.html)
16/05/2018

Bolsas da Europa fecham sem sinal único, com Milão em forte baixa

 as bolsas europeias fecharam sem sinal único nesta quarta-feira, 16. o mercado que esteve mais em foco foi o de milão, com queda acentuada diante dos temores dos investidores sobre a plataforma do provável novo governo da itália. além disso, houve cautela em geral com as incertezas na arena geopolítica, em meio às dificuldades na aproximação entre os estados unidos e a coreia do norte. indicadores foram monitorados e, no câmbio, o enfraquecimento do euro e da libra ajudaram algumas ações de exportadoras. o índice pan-europeu stoxx 600 fechou em alta de 0,22%, em 393,22 pontos. a coreia do norte ameaçou abandonar o diálogo com os eua e cancelar a reunião agendada para 12 de junho, em cingapura, entre o presidente americano, donald trump, e o líder norte-coreano, kim jong-un. o regime de pyongyang fez isso após saber sobre treinamentos militares conjuntos entre os eua e a coreia do sul. a notícia aumentou as indefinições nesse diálogo, no qual trump deseja conseguir que os norte-coreanos desistam de seu programa nuclear e de mísseis. na agenda de indicadores, a inflação ao consumidor (cpi, na sigla em inglês) da zona do euro subiu 1,2% na comparação anual de abril, desacelerando ante o avanço de +1,3% de março, mas em linha com o previsto pelos analistas. na alemanha, o índice de preços ao consumidor ficou estável no mês e subiu 1,6% na comparação anual de abril. na itália, pode ser fechada uma coalizão de governo entre dois partidos antiestablishment, o movimento 5 estrelas e a liga. a divulgação pelo huffington post de que as siglas poderiam defender a permissão para que países deixassem o euro e também queriam o perdão de 250 bilhões de euros (us$ 297,13 bilhões) em dívida do país impôs um quadro negativo no mercado acionário local. na bolsa de milão, o índice ftse-mib fechou em baixa de 2,32%, em 23.734,22 pontos. telecom italia caiu 4,09%, antes de divulgar balanço, e unicredit teve perda de 4,72%. em londres, o índice ftse-100 fechou com ganho de 0,15%, a 7.734,20 pontos. entre as ações em foco, paddy power betfair subiu 6,3%, após confirmar que negocia uma fusão com o site americano fanduel. papéis de mineradoras também ajudaram, como glencore (+3,63%), bhp billiton (+1,87%) e antofagasta (+1,71%). já no setor bancário, barclays teve baixa de 1,28%. o índice dax, da bolsa de frankfurt, subiu 0,20%, a 12.996,33 pontos. entre as ações mais negociadas, deutsche bank e commerzbank recuaram 2,68% e 6,07%, respectivamente, mas steinhoff avançou 6,80%. infineon technologies teve ganho de 0,41% e siemens, de 0,69%. em paris, o cac-40 avançou 0,26%, a 5.567,54 pontos. a petroleira total recuou 0,67% e o banco bnp paribas teve baixa de 1,46%, mas vivendi subiu 0,65% e airbus teve ganho de 0,15%, após oscilar durante o pregão. na bolsa de madri, o índice ibex-35 caiu 0,95%, a 10.111,00 pontos. o setor bancário espanhol se saiu mal, com santander em queda de 2,52% e banco de sabadell, de 4,19%. arcelormittal, por sua vez, subiu 1,08%, mas iberdrola perdeu 0,70%. em lisboa, o índice psi-20 recuou 0,07%, a 5.695,67 pontos. jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/05/economia/627647-bolsas-da-europa-fecham-sem-sinal-unico-com-milao-em-forte-baixa.html)
16/05/2018

Após indicador fraco, economistas revisam projeção para PIB neste ano

 a fraqueza apontada pelo indicador de atividade econômica do banco central no primeiro trimestre fez analistas revisarem a projeção para o produto interno bruto (pib) brasileiro neste ano. a economia teve queda de 0,74% em março em relação a fevereiro, segundo dados divulgados pelo banco central nesta quarta-feira (16). no primeiro trimestre, o ibc-br (índice de atividade econômica do bc) teve queda de 0,13% em relação ao último trimestre de 2017. o bc também revisou para baixo o indicador de fevereiro, que antes mostrava uma alta de 0,09% ante janeiro e agora apresenta uma queda de 0,1% na mesma comparação. depois da divulgação dos dados, economistas soltaram relatórios e notas revisando as projeções para este ano. david beker, chefe de economia e estratégia do bank of america merrill lynch no brasil, informou que o banco reduziu de 3% para 2,1% a projeção para crescimento da economia brasileira neste ano. "a intensidade da recuperação tem decepcionado na margem", indicou, em nota. andré perfeito, economista-chefe da spinelli corretora, estima o pib em 2% neste ano. "temos assim um desafio grande na mão do governo uma vez que a atividade em queda pode, ato contínuo, derrubar mais uma vez a arrecadação", afirmou, em relatório. para ele, o dado reforça a percepção de que haverá um 13º corte na selic, para 6,25% ao ano. o comitê de acompanhamento macroeconômico da anbima (associação das entidades de mercado) também revisou para baixo a projeção para o pib neste ano. a estimativa caiu de 3% para 2,4%, na primeira sinalização de queda desde julho de 2017. o comitê diz que a recuperação de setores mais sensíveis ao corte de juros, como produção de veículos, ocorre em contraponto ao fraco desempenho dos segmentos que dependem da renda da população, como serviços. "o quadro está em linha ao baixo dinamismo do mercado de trabalho, refletido nas taxas de desemprego que continuam bastante elevadas", avalia, em nota. a maior cautela do consumidor, após três anos de recessão, também estaria contribuindo para a demora da recuperação da economia, na avaliação do comitê. em relatório, alberto ramos, economista-chefe para américa latina do goldman sachs, comentou o desempenho do indicador no primeiro trimestre. segundo ele, dados recentes sugerem que os indicadores de sentimento em abril mostraram erosão da confiança do consumidor e de empresas. "um mercado de trabalho mais fraco que o esperado e incertezas políticas antes das eleições gerais de outubro de 2018 deixaram os agentes domésticos levemente mais defensivos." ramos espera que a economia permaneça no caminho de um crescimento moderado, apoiada pela baixa inflação (que está impulsionando o ganho real de salários), por condições de crédito gradualmente menos estritas e exigentes e pela evolução na redução do endividamento de famílias. também será beneficiada pelo aumento do investimento privado, seguindo a privatização de ativos federais e o programa de concessões públicas. ele reconhece, porém, que a economia ainda está operando com alto grau de folga na utilização de recursos, e destaca que o avanço na consolidação fiscal em níveis federais e estaduais permanece fundamental para ancorar o sentimento de mercado e apoiar melhorias adicionais no sentimento de negócios e consumidores o departamento de estudos econômicos do bradesco também comentou o dado fraco de atividade econômica medido pelo banco central. "o resultado surpreendeu negativamente tanto as expectativas do mercado (-0,3%) como a nossa (-0,4%) e desacelerou em relação à queda de 0,10% observada no mês anterior", afirmou, em relatório. segundo o departamento, o resultado, somado a outros indicadores de atividade, indica uma retomada mais gradual da atividade econômica. a estimativa dos economistas é de crescimento de 0,3% do pib no primeiro trimestre deste ano. "para os próximos trimestres entendemos que a recuperação econômica seguirá seu curso, especialmente diante do estímulo monetário atual mas existem dúvidas sobre a velocidade de retomada, que vem se mostrando menor do que a necessária para a concretização da nossa projeção de crescimento de 2,5%", afirmou, em relatório. "de todo modo, as condições para o crescimento estão colocadas, especialmente quando levamos em conta a desalavancagem das famílias, os estoques mais ajustados e os efeitos defasados da política monetária." os economistas ouvidos pelo banco central no boletim focus também revisaram, na última segunda-feira, as projeções para o pib deste ano. agora, esperam crescimento de 2,51% em 2018, ante projeção anterior de 2,7%. quatro semanas atrás, a expectativa era de avanço de 2,76%.   jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/05/economia/627643-apos-indicador-fraco-economistas-revisam-projecao-para-pib-neste-ano.html)
16/05/2018

Entrada de dólares supera saída em US$ 17,425 bilhões no ano até 11 de abril, diz BC

 saída pelo canal financeiro até a data foi de us$ 5,409 bilhões saída pelo canal financeiro até a data foi de us$ 5,409 bilhões marcello casal jr//abr/jc o fluxo cambial do ano até o dia 11 de maio ficou positivo em us$ 17,425 bilhões, informou nesta quarta-feira (16) o banco central. em igual período do ano passado, o resultado era positivo em us$ 11,913 bilhões. a saída pelo canal financeiro neste ano até 11 de maio foi de us$ 5,409 bilhões. o resultado é fruto de aportes no valor de us$ 188,203 bilhões e de envios no total de us$ 193,612 bilhões. o segmento reúne os investimentos estrangeiros diretos e em carteira, remessas de lucro e pagamento de juros, entre outras operações. no comércio exterior, o saldo anual acumulado até 11 de maio ficou positivo em us$ 22,835 bilhões, com importações de us$ 55,438 bilhões e exportações de us$ 78,272 bilhões. nas exportações estão incluídos us$ 13,957 bilhões em adiantamento de contrato de câmbio (acc), us$ 18,798 bilhões em pagamento antecipado (pa) e us$ 45,517 bilhões em outras entradas. depois de encerrar abril com entradas líquidas de us$ 14,394 bilhões, o país registra fluxo cambial positivo de us$ 362 milhões em maio até o dia 11, informou o banco central. o canal financeiro apresentou saídas líquidas de us$ 2,404 bilhões no período. isso é resultado de aportes no valor de us$ 15,774 bilhões e de retiradas no total de us$ 18,178 bilhões. no comércio exterior, o saldo de maio até o dia 11 é positivo em us$ 2,766 bilhões, com importações de us$ 4,577 bilhões e exportações de us$ 7,343 bilhões. nas exportações, estão incluídos us$ 1,287 bilhão em acc, us$ 1,618 bilhão em pa e us$ 4,437 bilhões em outras entradas. segundo o bc, o fluxo cambial registrado de 7 a 11 de maio ficou positivo em us$ 79 milhões. o canal financeiro apresentou saída líquida de us$ 1,764 bilhão, resultado de aportes no valor de us$ 10,526 bilhões e de envios no total de us$ 12,291 bilhões. no comércio exterior, o saldo na semana passada ficou positivo em us$ 1,843 bilhão, com importações de us$ 2,680 bilhões e exportações de us$ 4,523 bilhões. nas exportações, estão incluídos us$ 818 milhões em acc, us$ 898 milhões em pa e us$ 2,807 bilhões em outras entradas.   jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/05/economia/627638-entrada-de-dolares-supera-saida-em-us-17-425-bilhoes-no-ano-ate-11-de-abril-diz-bc.html)

Volta à Câmara projeto que exige de corretor de seguros habilitação da Susep


12/04/2019
Um projeto que busca aumentar a segurança de quem usa serviço de corretagem de seguros retorna à Câmara dos Deputados. O Plenário do Senado confirmou nesta quinta-feira (11) a aprovação do relatório da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) ao Projeto de Lei da Câmara 7/2013, em forma de texto substitutivo, após discussão em turno suplementar. A proposta foi aprovada em primeiro turno no último dia 28.
Conforme o texto da CAE, o exercício da profissão de corretor de seguros dependerá da prévia obtenção de habilitação, a ser concedida pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), autarquia vinculada ao Ministério da Economia responsável pela regulação do setor de seguros e resseguros. O projeto enumera os documentos necessários para obtenção da habilitação. A exigência vale também para os corretores já em atividade.
O projeto original, de autoria da Presidência da República, obrigava os corretores a contratarem um seguro obrigatório sobre a sua atividade. O objetivo era garantir ao usuário do serviço uma reparação de danos eventualmente causados pelo corretor na contratação de seguros. Mas o relator foi contrário a essa proposta, argumentando que a imposição poderia gerar consequências negativas para o setor.
“Além de tal medida restringir o mercado de corretagem [e] importar no aumento do custo do serviço — o que possivelmente caracterizaria uma ofensa ao princípio constitucional da livre iniciativa e da proporcionalidade —, o ambiente de controle exercido pela Susep é suficiente para dar a segurança de que necessitam os usuários”, defendeu o então relator na CAE, o ex-senador Romero Jucá.
O relator também se opôs à ampliação do poder de fiscalização das entidades autorreguladoras sobre corretores de seguros não filiados. Essa ampliação estava no texto original PLC 7/2013.

Fonte: Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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