29/03/2018

Estudo destaca reformas para incluir mulheres na economia mundial

  relatório mulheres, empresas e o direito 2018, que monitora 189 países, lançado nesta quinta pelo banco mundial fonte: exame oito países da américa latina fizeram reformas jurídicas nos últimos dois anos com o objetivo de ampliar a inclusão das mulheres na economia. a maioria delas expandiu benefícios como licença-maternidade, como ocorreu na colômbia, em el salvador, no paraguai e na república dominicana. no panamá, a licença-paternidade de três dias foi introduzida. os dados são do relatório mulheres, empresas e o direito 2018, que monitora 189 países e foi lançado hoje (29) pelo banco mundial. na colômbia, por exemplo, o relatório cita que a justiça reviu uma legislação que restringia o trabalho de mulheres no setor de mineração e em áreas consideradas perigosas. já o equador igualou os direitos de propriedade entre os gêneros – até então, decisões do marido prevaleciam sobre as da esposa em caso de discordância quanto à administração dos bens. o relatório identificou áreas em que houve avanço, como uso da propriedade e acesso às instituições, já que a maior parte das economias não diferencia homens e mulheres em interações públicas como registro de negócios, abertura de conta bancária ou obtenção de documento de identidade. no entanto, os dados revelados hoje também destacam lacunas com relação a leis que promovam acesso a crédito e a emprego e que protejam mulheres contra a violência doméstica e o assédio sexual em lugares públicos. excluindo-se as economias de alta renda dos países da organização para cooperaçao e desenvolvimento econômico (ocde), os países da américa latina são os que menos impõem restrições ao emprego de mulheres em todos os setores da economia. “quanto mais as mulheres conseguirem realizar plenamente o seu potencial econômico como trabalhadoras e proprietárias de negócios, maiores serão os benefícios para as economias e sociedades da região”, disse rita ramalho, gerente sênior do grupo de indicadores globais do banco mundial, que produz o relatório. brasil o relatório do banco mundial afirma que políticas de regulamentação de posse de propriedade e que permitam posse conjunta de bens por um casal ajudam a promover a inserção das mulheres na economia, já que, tendo bens em seu nome, a mulher pode tomar crédito no sistema financeiro com maior facilidade. nesse aspecto, o documento destaca positivamente as políticas adotadas pelo brasil e outros países, como vietnã, áfrica do sul e espanha. outros pontos em que o relatório analisa o brasil incluem o fato de que, no país, mulheres podem se aposentar antes dos homens. no mundo, o documento cita apenas outras doze economias, entre elas irã e paquistão, em que isso é possível. o brasil também é citado entre os países que oferecem pré-escola gratuita e obrigatória para crianças acima de quatro anos, o que, segundo o banco mundial, permite que os pais possam trabalhar com maior liberdade. segundo o relatório, a população feminina no brasil é de mais de 105 milhões de pessoas, e as mulheres representam 43% do mercado de trabalho no país. se comparado com países de produto interno bruto (pib) por paridade de poder de compra per capita similares, como china e colômbia, a participação quantitativa percentual da mulher é semelhante, em torno de 43% a 44%. porém na china, por exemplo, diferentemente do brasil, mulheres sofrem mais restrições do que homens para trabalhar em ocupações consideradas perigosas ou moralmente inadequadas. também no caso chinês, as mães não têm seus trabalhos garantidos após a licença-maternidade, e os custos com creche não podem ser usados para dedução de impostos, o que também não ocorre na colômbia. mundo governos de 65 países adotaram medidas para melhorar a inclusão de mulheres na economia, com a aprovação de 87 reformas legislativas ao longo dos últimos dois anos, segundo o relatório. “nenhuma economia pode crescer todo seu potencial a não ser que mulheres e homens participem dela em sua totalidade”, disse a chefe-executiva do banco mundial kristalina georgieva. “ainda assim, em mais da metade do mundo, mulheres são impedidas de trabalhar em determinados empregos por causa do seu gênero”, afirmou. o relatório também mostra que elas continuam a encontrar barreiras que as impedem de conseguir melhores empregos e de tornarem-se empresárias, como acesso restrito a crédito ou controle sobre propriedade adquirida durante o casamento. em 104 países, mulheres são proibidas de trabalhar à noite em determinados tipos de empregos, como manufatura, construção, energia, agricultura, água e transporte. isso afeta negativamente as escolhas de mais de 2,7 bilhões de mulheres.
29/03/2018

BC abre consulta sobre operações de crédito para partes relacionadas

  consulta trata das operações cujos tomadores sejam diretores, membros dos conselhos e respectivos parentes, bem como empresas ligadas às instituições por eduardo rodrigues, do estadão conteúdo brasília – o banco central editou nesta quinta-feira, 29, a consulta pública nº 64/2018, sobre a proposta de resolução a respeito da realização de operações de crédito com partes relacionadas por instituições financeiras e por sociedades de arrendamento mercantil. a consulta trata das operações cujos tomadores sejam diretores, membros dos conselhos e respectivos parentes, bem como empresas ligadas às instituições. a resolução irá regulamentar a lei 13.506, de novembro de ano passado, que permitiu a realização de operações de crédito com partes relacionadas, desde que em condições compatíveis com as de mercado. “a proposta define as operações de crédito abrangidas pela norma, os limites e as condições aplicáveis às operações com partes relacionadas. adicionalmente, são estabelecidos procedimentos de transparência e de controle dessas operações a serem adotados pelas instituições financeiras”, afirmou o bc em nota. as sugestões e comentários poderão ser enviados ao bc até o dia 13 de abril.
27/03/2018

Presidente da CNseg explica o que são as reservas técnicas do setor segurador

 fonte: cnseg em nova edição do “papo seguro”, marcio coriolano comenta sobre a importância das reservas técnicas também para a economia brasileira. ao final de 2017, as reservas técnicas do setor segurador superaram r$900 bilhões. elas são as garantias formadas pelas seguradoras para honrar os compromissos futuros com os seus clientes. além de serem de grande importância para o segurado, são estratégicas para o desenvolvimento do brasil. é o que explica o presidente da cnseg, a confederação das seguradoras, marcio coriolano, em nova edição do programa “papo seguro”, veiculado no “canal seguro”. “cada vez que você paga a mensalidade do seguro do seu automóvel, por exemplo, uma parte vai direto para uma conta especial, que é usada para guardar dinheiro para pagar as indenizações que vão acontecer. ” confira o vídeo: https://youtu.be/gaeauaat5i8
27/03/2018

Dívida pública sobe 1,53% em fevereiro e chega a R$ 3,58 trilhões

 fonte: agência nacional por lucas pordeus león em fevereiro, a dívida pública federal cresceu 1,53% e alcançou 3,58 trilhões o aumento ocorreu porque o tesouro nacional emitiu mais títulos, tomando empréstimos, do que a soma dos resgates feitos, pagando a dívida. segundo o órgão, até o final de 2018, o valor deve chegar a r$ 4 trilhões. a dívida inclui o que o governo federal deve no brasil e no exterior.  apesar do crescimento, o custo médio da dívida pública federal atingiu o menor patamar desde abril de 2010. além disso, a dívida cresce em um ritmo mais lento. o coordenador de planejamento estratégico do setor, luiz fernando alves, explica que a inflação e os juros da taxa selic mais baixos contribuíram para redução do custo médio da dívida.  neste ano, o governo prevê um déficit de  r$ 159 bilhõesno orçamento.  a secretaria do tesouro nacional também divulga quem são os credores da dívida brasileira. os três principais financiadores são fundos de investimentos, instituições financeiras, que são os bancos, e grupos de previdência privada. juntos, esses setores detêm 73% da dívida brasileira. já os investidores estrangeiros detêm 12% da dívida pública federal.
27/03/2018

Planejador ou educador financeiro: qual contratar?

 fonte: portal nacional de seguros por maiara gopfërt de acordo com um estudo realizado pelo serviço de proteção ao crédito (spc brasil) e pela confederação nacional de dirigentes lojistas (cndl), três em cada dez brasileiros são inseguros para gerenciar o próprio dinheiro. por isso, muitas pessoas buscam profissionais para auxiliá-las a manter a saúde financeira em dia. entretanto, nem sempre a diferença entre educador e planejador financeiro fica clara para a população. a atriz mariana caires, por exemplo, gostaria de ter alguém para ajuda-la a planejar o futuro financeiro, mas não sabe quem procurar. “deve existir alguma diferença entre eles, mas eu não sei dizer qual. em meio a tanta informação, a gente fica um pouco perdida sobre o que buscar e acabamos deixando a parte financeira de lado, infelizmente”, comenta. de maneira geral, o educador financeiro orienta a como manter as finanças em equilíbrio. ele pode dar dicas e palestras sobre como economizar, além de vender programa de educação financeira para escolas, por exemplo. a organização para a cooperação e desenvolvimento econômico (ocde) define a educação financeira como um processo em que o indivíduo faz escolhas conscientes e se mantém bem informado a respeito da economia para, assim, elaborar a melhor forma de lidar com seu dinheiro. o planejador financeiro, por sua vez, faz uma análise personalizada e mais aprofundada para cada cliente sob diferentes aspectos: gestão de fluxo de caixa, gestão de ativos, gestão de riscos, planejamento tributário, planejamento sucessório e planejamento de aposentadoria. tudo isso para auxiliá-lo a compreender como ele lida com o dinheiro e como alcançar suas metas pessoais. “o planejamento financeiro é feito de maneira holística. o planejador faz uma análise comportamental para identificar os hábitos do cliente e, partir disso, traçar uma estratégia para alcançar seus objetivos. entendemos que cada pessoa tem um perfil, necessidades, sonhos e avalia riscos de forma diferente”, explica janser rojo, diretor da academia de planejamento gfai. o trabalho desse profissional pode ser comparado ao de um médico: primeiramente ele faz um diagnóstico da saúde financeira do cliente e, a partir dessa pesquisa, aponta erros e indica alternativas para administrar melhor as finanças, acompanhando o cliente a cada etapa para verificar se os objetivos estão sendo atingidos ou se é preciso uma correção de rumo. em suma, é possível concluir que o educador financeiro é o profissional que se especializa em transmitir seu conhecimento “em massa” através de cursos, palestras, webinários etc. o planejador financeiro pessoal, por sua vez, é aquele que se especializa em conhecer a fundo cada cliente e acompanhá-lo de forma individualizada pelo caminho do plano financeiro traçado. “há espaço para ambos os mercados, visto que o brasileiro tem se preocupado cada vez mais em como gerenciar melhor as finanças”, conclui janser.
27/03/2018

Seguro de Vida é tema de discussão em evento no CVG-SP

 fonte: portal nacional de seguros entidade reuniu gestores para discutir os desafios dos seguros de pessoas há uma certa expectativa em relação ao seguro de vida. em 2017, pela primeira vez, o prêmio total dos seguros de vida avançou 10,8%, ultrapassando, o segmento de automóvel, que teve um crescimento de 6,7%, segundo dados da susep. a arrecadação do segmento foi de r$ 13,69 bilhões, um crescimento de 4,48% em comparação com 2016. para pensar o potencial da carteira - estudo da universidade oxford em 2017 mostrou que apenas 19% dos brasileiros têm seguro de vida - o clube de vida em grupo de são paulo (cvg-sp), com base nisto, reuniu gestores de produtos e corretores para discutir os desafios dos seguros de pessoas. o encontro aconteceu nessa quarta-feira, dia 22, no auditório do sindseg-sp, em são paulo, e contou com a participação aproximada de 70 profissionais. marcos kobayashi, diretor de relações com o mercado do cvg-sp, e coordenador do evento, conduziu a abertura apresentando os debatedores e o mediador do evento, o jornalista paulo alexandre. o workshop foi elaborado por tiago moraes, diretor de seguros do cvg-sp e representante da tokio marine, que também integrou a mesa. junto com ele estiveram cristina vieira, gerente de produtos de vida e previdência na porto seguro; luciana bastos, diretora de produtos vida da icatu seguros e marcelo rosseti, superintendente executivo da bradesco vida e previdência. abrindo os trabalhos, os participantes discorreram sobre como melhorar a rentabilidade do vida em grupo. para cristina vieira esse é o grande desafio já que o vida em grupo tem sinistralidade maior. segundo ela, o mercado ainda está voltado para preços e não benefícios. "é algo que podemos evoluir. temos uma série de atrativos que podem ser agregados nos produtos para que o cliente escolha pelos benefícios e não apenas pelo preço. é preciso trabalhar a mentalidade do cliente", disse. luciana bastos lembrou que se houver redução no custo administrativo, será possível ganhar no preço. "temos discutido sobre isso; mas é preciso que seja um debate constante. se traz valor, haverá demanda", alertou. já o representante da bradesco vida e previdência, diz que a melhora do resultado depende dos atores. "a seguradora precisa ter eficiência operacional (processos e redução do custo administrativo); a subscrição também ganha em escala e pode refletir em preço e resultado", disse ele. para ele, o desafio é levar inovação nos produtos. tiago moraes concordou e reforçou que a inovação de produtos é fundamental para sair da guerra de preços. "o mercado de seguros coletivos está chegando em um momento delicado. boa parte das companhias não está obtendo resultados com esse produto. precisamos pensar em como rentabilizar ele melhor para devolver para sociedade", alertou. ele ainda acrescentou que é preciso entregar ao consumidor a melhor experiência com seguro de vida. "o que faz o mercado crescer não é vender mais, é rentabilizar mais pois assim poderemos investir mais", disse. ele revelou que também é importante orientar o corretor de seguros a vender mais benefício. "muitos sinistros são encerrados por falta de documentação. é preciso rentabilizar compartilhando informação. precisamos nos despir de vaidade e pensar o que podemos deixar de melhor para o mercado", reforçou tiago. para ele, o seguro de vida tem função social e ainda pode ser melhorado. a plateia participou com perguntas feitas presencialmente. pela primeira vez, também foi possível enviar perguntar pelo whatsapp (o cvg-sp está usando essa ferramenta de comunicação) e também pela página da entidade no facebook. ao falar do evento, tiago moraes, avaliou como positiva a participação do público. "estamos felizes com a participação e estamos preparando uma pauta de novos eventos para falar de outros produtos dentro do seguro de pessoas que possam agregar valor às discussões do mercado", afirmou.
27/03/2018

Dez mudanças no mercado de seguros e o que isso pode impactar em sua vida

 fonte: portal nacional de seguros por juliana borges a chegada de empresas de tecnologia ao mercado de seguros fundou uma nova categoria no segmento, hoje ainda formado por gigantes: as insurtechs – termo que designa empresas de tecnologia que atuam com produtos e soluções prioritariamente pensados para seguros. a tôgarantido, uma das startups de maior destaque no segmento das insurtechs atualmente, e que recebeu recentemente um aporte do catalyst fund, entidade mantida pela fundação bill & melinda gates, jp morgan chase e fundação rockefeller, é uma das que deverão em breve inovar mais ainda neste mercado, com soluções que surgirão de sua parceria com a chubb seguros, e que devem impactar, e muito, no jeito do brasileiro consumir seguro. de olho nessas mudanças, listamos dez coisas que prometem impactar a vida dos brasileiros que adquirirem seguros: 1) com a chegada das insurtechs, o jeito de adquirir produtos de seguros passou a ter a possibilidade de compra 100% online, no seu smartphone, onde estiver, sem burocracias e a um clique de distância; 2) as coberturas aumentaram, com a possibilidade de proteger seu patrimônio, sua vida e até seu pet; 3) os produtos híbridos, com a combinação do seguro com serviços e assistências que facilitam nosso dia-a-dia e podem ser utilizados durante a vigência de sua apólice; 4) há países, como o reino unido, por exemplo, nos quais 70% dos novos seguros são comprados através das plataformas digitais 100% online; 5) cada vez mais os corretores de seguros também se utilizam de tecnologia digital, as "insurtechs", para permitir aos consumidores um acesso fácil e rápido por meio da internet às diversas opções de proteção e serviços; 6) os valores para investimento em produtos de proteção através do seguro estão cada vez mais competitivos e acessíveis, inclusive aqueles oferecidos por meio das insurtechs,que possibilitam um modelo operacional muito atrativo e acessível para o consumidor; 7) já é possível perceber que as coberturas de seguros estão ampliadas e agregam serviços e facilidades para o consumidor. é possível, por exemplo, o acesso a facilidades como descontos em medicamentos, exames e consultas médicas, assistência 24hs entre outros; 8) atualmente no brasil cerca de 76% da população não possui plano de saúde. neste sentido, também já existe digitalmente a possibilidade de acessos a serviços de saúde 100% online, que são importantes instrumentos de proteção para suprir a necessidade da população com cuidados com a saúde; 9) de olho no crescimento deste mercado, grandes empresas, bancos e instituições têm aportado seus investimentos nessas novas empresas. fundos mantidos por grandes instituições já estão de olho e devem acelerar ainda mais as insurtechs no brasil e no mundo; 10) hoje, o brasil conta com mais de 40 insurtechs, e a tôgarantido é mais uma delas, que chegaram para transformar este mercado.
27/03/2018

Comparados, melhores resultados por ramo das seguradoras serão revelados na próxima semana

  fonte: portal nacional de seguros por camila oliveira 15ª edição do prêmio segurador brasil 2018. resultados de análises estatísticas da silcon estudos econômicos envolvendo seguradoras e resseguradoras serão divulgados na próxima semana em são paulo. inicialmente, os estudos - num comparativo entre os períodos de 2016 e 2017, com números divulgados pela susep - foram encaminhados confidencialmente aos presidentes e principais dirigentes das seguradoras e servem de base de classificação para o prêmio segurador brasil 2018. a divulgação ao mercado acontece no dia 5 de abril, durante a premiação. prestadores de serviços e instituições que atuam no setor integram o encontro do segmento. entre os indicados estão grupo negrini, sas, ikê, i4pro e engeval. com base no rio de janeiro, os economistas da silcon são responsáveis pela prestação de serviços na área de estudos e planejamento econômico-financeiro, estratégico e tático-operacional de empresas de diversos setores. a premiação, em sua 15ª edição, tem o propósito de classificar as empresas nas categorias “melhor desempenho” (conglomerados de médio e grande porte, respectivamente com faturamento abaixo e acima de r$ 2,5 bilhões), “liderança de mercado” e “maior crescimento de vendas”. a seleção da empresa líder no crescimento das vendas confrontou o faturamento nos dois últimos períodos, enquanto para a líder no aumento de participação no mercado comparou a evolução do market share em 2016 e 2017. o prêmio segurador brasil adotou nova metodologia para a seleção das melhores empresas do mercado em mais de 30 ramos de atividades, além dos resultados constituídos por seguros globais, capitalização, previdência privada e resseguros. “os avanços e a rápida modernização do setor convergindo para o mercado internacional e as crescentes necessidades dos consumidores exigem critérios mais severos e dinâmicos, capazes de identificar os destaques do mercado: as empresas que se sobressaem na qualidade da gestão, na busca constante de aperfeiçoamento das suas práticas e na estratégia diferenciada, fatores que se refletem nos seus resultados, no atendimento das necessidades do mercado e na preferência dos consumidores”, ressalta claudio contador, economista responsável pela silcon. por principio, segundo ele, foram eliminadas da análise as empresas que apresentaram regime de run off e aquelas que iniciaram seus negócios em 2017 ou apresentaram atividade eventual.
27/03/2018

Projeção para IPCA 2018 no cenário mercado está em 3,8%, como no comunicado

 fonte: jornal do brasil a ata do último encontro do comitê de política monetária (copom) do banco central, divulgada na manhã desta terça-feira, 27, indicou que a projeção para o ipca de 2018 no cenário de mercado está em 3,8%. a projeção para 2019 também é de 4,1%.estes são os mesmos valores citados no comunicado que acompanhou a decisão do colegiado, na semana passada, quando a selic (a taxa básica de juros) foi cortada em 0,25 ponto porcentual, de 6,75% para 6,50% ao ano. foi a 12ª redução consecutiva da taxa, para o menor patamar da história.  as projeções do cenário de mercado levam em conta taxas de juros e câmbio variáveis, apuradas pela pesquisa focus do bc. segundo a ata, essas estimativas consideram taxas de câmbio de r$ 3,30 e r$ 3,39 ao final de 2018 e de 2019, respectivamente, além da selic em 6,5% ao ano ao fim 2018 e em 8,0% a.a. ao fim de 2019. nesse cenário do banco central, as projeções indicam que a instituição caminha para o cumprimento da meta de inflação em 2018, mas a inflação esperada caminha em direção ao piso. isso porque o centro da meta para este ano é de 4,5%, com margem de tolerância de 1,5 ponto porcentual (inflação entre 3,0% e 6,0%). no caso de 2019, a meta é de 4,25%, com margem de 1,5 ponto (taxa de 2,75% a 5,75%). na pesquisa focus divulgada nesta segunda-feira (26) o mercado previu ipca de 3,57% em 2018 e de 4,10% no próximo ano.  

Volta à Câmara projeto que exige de corretor de seguros habilitação da Susep


12/04/2019
Um projeto que busca aumentar a segurança de quem usa serviço de corretagem de seguros retorna à Câmara dos Deputados. O Plenário do Senado confirmou nesta quinta-feira (11) a aprovação do relatório da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) ao Projeto de Lei da Câmara 7/2013, em forma de texto substitutivo, após discussão em turno suplementar. A proposta foi aprovada em primeiro turno no último dia 28.
Conforme o texto da CAE, o exercício da profissão de corretor de seguros dependerá da prévia obtenção de habilitação, a ser concedida pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), autarquia vinculada ao Ministério da Economia responsável pela regulação do setor de seguros e resseguros. O projeto enumera os documentos necessários para obtenção da habilitação. A exigência vale também para os corretores já em atividade.
O projeto original, de autoria da Presidência da República, obrigava os corretores a contratarem um seguro obrigatório sobre a sua atividade. O objetivo era garantir ao usuário do serviço uma reparação de danos eventualmente causados pelo corretor na contratação de seguros. Mas o relator foi contrário a essa proposta, argumentando que a imposição poderia gerar consequências negativas para o setor.
“Além de tal medida restringir o mercado de corretagem [e] importar no aumento do custo do serviço — o que possivelmente caracterizaria uma ofensa ao princípio constitucional da livre iniciativa e da proporcionalidade —, o ambiente de controle exercido pela Susep é suficiente para dar a segurança de que necessitam os usuários”, defendeu o então relator na CAE, o ex-senador Romero Jucá.
O relator também se opôs à ampliação do poder de fiscalização das entidades autorreguladoras sobre corretores de seguros não filiados. Essa ampliação estava no texto original PLC 7/2013.

Fonte: Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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