15/09/2015

9 proteções de seguros pouco óbvias que você tem de conhecer

  inusitados são paulo - para algumas pessoas, os seguros se resumem a uma proteção contra roubo e acidentes de carros ou, no máximo, uma cobertura contra um incêndio na sua casa. mas, depois de alguns séculos de vida - o primeiro seguro do brasil, por exemplo, foi registrado em 1808 - a indústria de seguros oferece hoje proteção para quase tudo, até para o risco de abdução por alienígenas. seguros bizarros à parte, muitas das coberturas oferecidas podem ser extremamente úteis e o melhor: algumas delas não exigem grandes esforços para serem contratadas, são incluídas no seguro da sua casa ou da sua viagem. nesta lista, foram selecionadas algumas proteções pouco óbvias oferecidas por seguros que podem te salvar de roubadas, evitar prejuízos e ajudá-lo na manutenção do seu patrimônio, item importante para um bom planejamento financeiro, mas que nem sempre recebe a devida atenção. confira a seguir nove exemplos de proteções que os seguros podem oferecer e veja quais combinam melhor com os riscos aos quais você está exposto. proteção para gestantes os seguros de viagem oferecem, basicamente, coberturas para morte acidental e assistência médica, mas já existem apólices que garantem tratamento especial às gestantes. é o caso do seguro viagem para gestante, da mondial assistance, que cobre despesas médicas relacionadas à gravidez durante a viagem para grávidas até a 26º semana de gestação. entre as vantagens, estão a cobertura para exames médicos de emergência e ultrassom e imprevistos, como partos prematuros e abortos espontâneos. de acordo com eluza gomes, coordenadora da área de viagens da mondial, enquanto nos seguros viagem convencionais, as despesas médicas geradas pela gravidez não são cobertas pois entram em uma cláusula de pré-existência, no seguro gestante elas são cobertas. “os seguros de viagem comuns também não cobrem cancelamentos de viagem por motivos simples, mas o seguro para gestante entra nesse detalhe: se houver algum evento relacionado à gravidez e a grávida ficar impedida de viajar, ela é reembolsada.” ela acrescenta que o seguro é muito contratado por gestantes que viajam  ao exterior para montar o enxoval do bebê. o valor do seguro gestante da mondial para uma viagem aos estados unidos de uma semana, com cobertura para assistência médica de até 20 mil dólares, é de 525,72 reais. ainda que seu valor não seja insignificante, o seguro pode valer a pena, sobretudo para viagens a países com altos custos de procedimentos médicos, como é o caso dos estados unidos. de acordo com o centro de serviços medicare e medicaid, que é parte do departamento de saúde e serviços humanos do governo americano, um simples ultrassom tem custo médio de 1.058 dólares. proteção para uma tacada certeira no golfe uma tradição nos jogos de golfe diz que quando o golfista acerta a bola no buraco em apenas uma tacada, jogada chamada de hole in one, ele deve pagar uma refeição ou uma rodada de bebidas a todos os jogadores do clube. sim, existe seguro contra esse tipo de risco. essa proteção pode ser contratada dentro de seguros residenciais que incluem a cobertura de responsabilidade civil familiar, ou em seguros de responsabilidade civil familiar vendidos separadamente do residencial, como é o caso do tranquilidade familiar, da allianz seguros. o seguro da allianz, no plano básico, cobre danos causados a terceiros pelo segurado, seu cônjuge, filhos menores de idade e animais domésticos. “ele cobre os principais riscos que a propriedade tem em relação a terceiros, como um vazamento que afeta apartamentos vizinhos, a queda de um muro que machuca alguém que está passando por perto do imóvel e até uma mordida do cachorro em uma pessoa que passa pela rua”, afirma luiz carlos meleiro, diretor da allianz seguros. para essas coberturas básicas, o seguro da allianz custa 350 reais e tem um limite de indenização de 100 mil reais. já o seguro mais completo, que além da cobertura para o hole in one, cobre danos causados a terceiros durante a prática de outros esportes, como tênis, surf, pesca e ciclismo, assim como danos sofridos por empregados domésticos durante o trabalho, o valor sobre para 1.500 reais e o limite de indenização é de 500 mil reais. proteção contra desemprego também existe um seguro que te ajuda a segurar as pontas em caso de desemprego, o seguro prestamista. ele garante a quitação de dívidas, ou de parte delas, diante de imprevistos, como uma demissão, morte ou invalidez permanente. o seguro prestamista para financiamentos de carros, compras parceladas e operações de empréstimo.  ele é oferecido normalmente pela loja ou banco no ato da compra financiada ou contração da dívida. é comum que esse tipo de seguro cubra de três a seis parcelas em casos menos graves, como em casos de perda involuntária de emprego, e garanta a quitação de 100% da dívida nos casos mais graves, como falecimento, ou invalidez total permanente por acidente. eliane escudero, gerente de massificados da corretora e consultora de seguros willis, lembra que o seguro cobre situações involuntárias apenas. “se o desemprego for voluntário, como no caso de o segurado pedir demissão, o seguro não cobre. isso ocorre para evitar que alguém contrate o seguro para receber a indenização porque sabe que vai pedir demissão.”  vale ressaltar que alguns seguros prestamistas não preveem cobertura em casos demissões em massa ou falência e encerramento de atividades do empregador. como o custo da proteção pode ser equivalente a até 10% do valor da dívida, é importante ler atentamente a apólice, que pode ter uma série de restrições, para avaliar em quais casos o seguro vale a pena. proteção para mudanças nos planos de viagem você já fechou uma viagem com aquele medo de surgir um imprevisto e ficar no prejuízo? existem seguros que eliminam esse temor. ainda que usualmente os seguros de viagem cubram apenas cancelamentos por motivos extremos, como em caso de morte, já existem apólices que oferecem coberturas amplas para diferentes motivos de cancelamento. é o caso dos seguros de viagem da april coris, que contam com uma cláusula, chamada de plus reason, que prevê a cobertura de gastos decorrentes do cancelamento de viagem por 25 motivos, como cancelamento de casamento, roubo de bagagem, demissão do passageiro, visto negado, cancelamento de férias e até compensação por mudança de datas de provas, trabalhos e apresentações do segurado ou familiar de primeiro grau de parentesco. “o seguro pode ser interessante hoje em dia porque temos visto ótimas promoções de passagens aéreas para o exterior. assim, se o cliente comprou a passagem para obter o desconto e depois não conseguiu o visto americano, por exemplo, ele tem o reembolso”, diz agnaldo abrahão, diretor comercial da april. na april, um seguro de viagem à europa de sete dias, que prevê cobertura de 40 mil euros para assistência médica, custa 152 reais. se o cliente optar por contratar o plus reason, o custo adicional é de 4,55 dólares para o limite mínimo de cobertura, de até mil dólares, e chega até 38,90 dólares, valor adicional para a cobertura máxima de 10 mil dólares.  proteção para seu animal de estimação na falta de um plano de saúde para animais de estimação, os donos podem contratar o seguro pet, que cobre despesas médicas, como consultas e exames do animal.  segundo danilo silveira, presidente da comissão de riscos patrimoniais massificados da fenseg, geralmente o cliente paga as despesas e depois pede o reembolso, mas dependendo da seguradora, ela pode contar com uma rede credenciada de veterinários à qual o segurado pode recorrer. “os preços dos seguros pets variam de 80 a 100 reais por mês, mas podem aumentar de acordo com a importância segurada”, diz silveira. essa importância segurada é um limite anual de valor que pode ser reembolsado ao segurado.  alguns seguros podem oferecer adicionalmente cobertura para procedimentos cirúrgicos, assistência funeral, castração, vacinas, parto, tratamento odontológico e internação. o seguro pet é mais comumente oferecido a cachorros e gatos. proteção para home office se você trabalha em uma grande empresa é provável que ela tenha algum seguro para proteger os computadores e outras ferramentas de trabalho que estão em sua sede. as pessoas físicas que trabalham em casa também podem contar com esse tipo de proteção para cobrir os bens que estão ligados à sua atividade profissional. “se acontece um incêndio na casa e existe uma oficina lá dentro, o seguro residencial básico não cobre equipamentos usados para a atividade profissional”, afirma danilo silveira, da fenseg. “ao contratar a cobertura home office, o segurado muda o enquadramento e passa a cobrir o que usa profissionalmente”, diz. existem seguros específicos para microempreendedores, mas se você não tem uma loja instalada na sua casa, mas apenas uma pequena atividade, é possível contratar a cobertura adicional para home office dentro do seguro residencial, que costuma sair mais em conta. no seguro residencial do bb mapfre, por exemplo, a cobertura home office garante indenização de prejuízos ou danos causados por incêndio, queda de raio, explosão e roubos para máquinas, móveis, utensílios, mercadorias e matérias-primas. os valores da cobertura adicional para home office variam de acordo com a importância segurada. proteção contra estresse na festa de casamento se organizar uma festa de casamento já é caro o suficiente, arcar com imprevistos, como uma eventual interdição do local do evento ou cancelamento do buffet, pode não só levar os noivos a falência como transformar o que era para ser um sonho em pesadelo. os seguros de casamentos cobrem não só esse tipo de evento, que, no limite, podem levar ao cancelamento da festa, como danos causados aos prestadores de serviço que podem levar os noivos a serem responsabilizados criminalmente. o seguro simplificado de casamento do bb mapfre, por exemplo, pode ser contratado por 400 reais. esse é o valor pago para uma apólice que inclui cobertura de até 25 mil reais em caso de cancelamento do evento, 100 mil reais por danos a terceiros, 2 mil reais para cobrir prejuízos relacionados aos presentes de casamento e 3.500 reais para proteger eventuais danos causados aos trajes dos noivos. já na porto seguro, o seguro de um casamento para 300 pessoas com coberturas para: acidentes pessoais, alimentos e bebidas, não comparecimento do artista, danos morais e acidentes na montagem e desmontagem do evento, com indenizações que chegam a 300 mil reais, sairia por 1.500 reais. é importante ressaltar que, como o seguro de casamento cobre danos imprevistos, não há cobertura em caso de desistência de um dos noivos, ou se na assinatura da apólice os segurados já tivessem alguma previsão sobre a possibilidade de adiamento ou cancelamento da festa. proteção contra barbeiragem ao volante também existe um seguro para te proteger das barbeiragens ao manobrar seu carro na garagem. dentro do seguro residencial do grupo bb mapfre, é possível contratar a cobertura “proteção em garagem”. o custo adicional é de 145 reais e ela prevê indenizações de até 25 mil reais ou reparo do carro em casos de danos causados no para-choque, nos retrovisores, no portão e na parede durante a manobra de entrada ou saída da garagem do imóvel segurado. proteção para perda e roubo de cartões o seguro para cartões de crédito e débito é um dos mais baratos desta lista e pode valer a pena para quem mora em cidades com alto índice de violência. ele cobre basicamente compras realizadas sob coação e prejuízos pela utilização indevida do cartão por perda, roubo, furto e saques. uma das vantagens deste seguro é a praticidade, já que os valores são debitados diretamente da conta corrente do cliente. no santander, o seguro custa 5,45 reais por mês e, além da cobertura básicas para utilização indevida do cartão, no valor de até 100 mil reais, ele inclui cobertura para acidentes pessoais de até 10 mil reais em caso de invalidez ou morte acidental, decorrente de roubo ou sequestro por utilização do cartão. já no bradesco, o custo do seguro é de 6,99 reais por mês. ele prevê cobertura de até 50 mil reais para compras indevidas (mesmo pela internet) decorrentes de roubo, furto e perda e, em caso de falecimento do segurado, a fatura a vencer é quitada até o limite de 50 mil reais. ele também oferece transporte até a delegacia em caso de roubo, furto ou sequestro, e o serviço de um vigilante por até 48 horas se depois de roubos ou furtos à residência houver risco à integridade física do segurado e de sua família. vale ressaltar que esses seguros normalmente estipulam um prazo de até uma semana dentro do qual o segurado deve comunicar o sinistro (evento que garante a indenização). se a comunicação demorar, a seguradora pode não reembolsar os prejuízos. fonte: exame por priscila yazbek
15/09/2015

Seguros sobre riscos digitais vão triplicar a US$7,5 bi até 2020, atraindo concorrentes, diz estudo

 londres (reuters) - o mercado de seguro cibernético vai triplicar em tamanho para 7,5 bilhões de dólares em prêmios anuais até 2020, mas isso poderá atrair competição de empresas como o google se o setor não agir rapidamente para desenvolver novos produtos, afirmou a consultora pwc em estudo. seguradoras e resseguradoras estão cobrando preços altos por cobertura cibernética, colocando um teto sobre as potenciais perdas, o que tem dissuadido companhias de comprarem apólices que envolvam riscos digitais, disse a consultora pwc em relatório. além disso, algumas seguradoras estão se mantendo fora do mercado, atentas aos riscos envolvidos. "se o setor demorar muito, há o risco de que uma empresa concorrente possa entrar e controlar o mercado com cortes agressivos de preços ou oferecendo termos muito mais favoráveis", disse a pwc. pessoas entre seus 20 e 30 anos estão mais propensas a confiarem em marcas como google e apple do que seguradoras convencionais, disse paul delbridge, sócio para a área de seguros da pwc, à reuters. "eu posso ver o google sendo muito criativo", disse delbridge. as companhias de tecnologia também podem estar melhor equipadas do que as seguradoras para precificar o risco cibernético, acrescentou. um relatório da semana passada divulgado pela seguradora alemã allianz afirmou que o mercado de seguro cibernético pode crescer para 20 bilhões de dólares até 2025. "existe uma tendência geral em direção a regimes com regras mais duras de proteção de dados, apoiada pela ameaça de multas significativas no evento de uma invasão (de dados)", disse nigel pearson, responsável pela área de seguros com cláusulas que cobrem riscos digitais na allianz global corporate & specialty. fonte: reuters
15/09/2015

Com os juros do cartão em alta, saiba como escolher o crédito mais adequado ao seu bolso

 escolha a linha de crédito mais adequada a você conforme o jornal folha de s.paulo, a taxa de juros do cartão de crédito rotativo, ou seja, aquela fatura que o consumidor paga somente uma parcela, empurrando o saldo para os meses seguintes, bateu um recorde em agosto. a taxa subiu para 350% ao ano, maior nível desde março de 1999. esse acumulado reflete o aumento mensal de 13,03%, em julho, para 13,37%, em agosto. só para exemplificar, se uma fatura é de r$ 3.000,00, se não for paga integralmente, 30 dias depois já estará valendo r$ 3.401,10. essa medida reflete o péssimo momento pelo qual passa o país,com crise econômica, política e ética. desaceleração da indústria, aumento da taxa selic, determinada pelo copom (comitê de política monetária do banco a taxa de juros do cartão de crédito chegou a 350% em agosto. a maior desde 1999. central), inflação alta e aumento da taxa de desemprego. na prática, o aumento dos juros acontece por medo dos credores de ganhar calote dos consumidores. no entanto, não foi somente o cartão que acendeu a luz vermelha, no momento de comprar e pagar a fatura. outras cinco linhas de crédito também tiveram alta de juros, em agosto, em função da perspectiva do aumento da inadimplência no país. confira abaixo a taxa de juros para pessoa física, em agosto: juros no comércio - 5,30% cartão de crédito - 13,37% cheque especial - 10,14% financiamento de automóveis - 2,14% empréstimo pessoal (banco) - 4,15% empréstimo pessoal (financeira) - 7,72% taxa média - 7,14% diante desse cenário de juros estratosféricos, está na hora de ter mais critério para escolher a linha de crédito mais adequada ao seu bolso. então, quando usar: cheque especial - em casos de emergência, como doença na família, acidente, carro com defeito. alerta: por poucos dias cartão de crédito - vale usar sempre, porém com controle, para aproveitar os benefícios, como por exemplo, fazer milhagem para comprar passagens aéreas ou resgatar prêmios. alerta: evite o rotativo. se for inevitável, contrate um empréstimo pessoal - a taxa é menor - e pague o cartão. crédito pessoal - vale no caso de descontrole financeiro ou planejamento de longo prazo. alerta: não faça disso um hábito. os juros são menores, mas não é de graça. crédito consignado - é a opção com menor taxa. o valor das parcelas é deduzido diretamente da folha de pagamento da pessoa física. deve ser pago, em 72 meses, no máximo. o valor da taxa varia de acordo com o valor contratado, o tempo para ser pago e o banco ou financeira. alerta: sua empresa precisa ter convênio com algum. fonte: blasting news
15/09/2015

Grupo Aspecir na Semana Farroupilha

 o grupo aspecir veste as cores do rio grande do sul para comemorar com o povo gaúcho a tradição e a liberdade. também aproveita para parabenizar uma de suas empresas, genuinamente gaúcha, que comemora 102 anos no dia 20 de setembro. parabéns união seguradora, és forte, aguerrida e brava como todos os gaúchos, sempre oferecendo solução em seguros de vida em grupo.     
11/09/2015

Apesar da crise, vendas de seguros seguem disparando

 apesar da recessão econômica que cruza o país, o setor de seguros transita na contramão da crise. é o que revela os dados da superintendência de seguros privados (susep), que indica um crescimento de 12,4% no faturamento do segmento. apenas este ano, as cifras devem chegar ao patamar de r$ 364,81 bilhões, segundo a confederação nacional das empresas de seguros gerais, previdência privada e vida, saúde complementar e capitalização (cnseg). no nordeste, o mercado de seguros disparou no número de vendas e alcançou a meta de 27,5%, se comparado ao mesmo período de 2014. já pernambuco registrou um crescimento de 6,9% no quantitativo de fidelização do mercado. uma série de fatores tem influenciado para o saldo positivo do segmento, como as necessidades dos clientes em garantir estabilidade familiar, além do maior número de informações sobre assistência pessoal. "o que contribui muito é a preocupação da população em épocas de crise quanto à dificuldade em repor o bem em caso de sinistro, o que as motiva a procurar proteção no mercado de seguros", avaliou o diretor comercial da seguralta, nilton dias. após ter dor de cabeça com o seguro da concessionária do veículo, o analista de frota de automóvel leonardo luís, 24 anos, não perdeu tempo e aderiu à garantia do automóvel e da residência na seguralta. embora a recessão financeira tenha apertado os cintos na redução de gastos, ele garantiu que a segurança é fundamental na rua. luís desembolsa pelo menos 15% do salário mensal para aderir à proteção. "todo carro que compro sempre saio com o seguro para não ficar à mercê da criminalidade, sequestro e roubo. não penso duas vezes para colocar seguro no meu carro", afirmou. com um faturamento médio de r$ 14 milhões apenas em 2014, a seguralta - referência em seguros em todo país - terá um incremento de 11%, em média, no próximo ano. "esperamos uma projeção de mais de r$ 170 milhões para 2015", acreditou dias. há três anos no comando da unidade em boa viagem, zona sul do recife, o franqueado hugo leite ressaltou que a crise econômica, os furtos de veículos e acidentes pessoais têm influenciado para a disparada do segmento. "todos esses fatores só têm ajudado, até porque não é um gasto, mas um investimento", frisou leite. seguro de vida, empresariais e automóveis são alguns dos serviços prestados pela empresa. no ano passado, a receita da marca local chegou ao topo de r$ 700 mil. até o fim de 2015, a unidade espera superar e obter um crescimento de r$ 1 milhão no faturamento. fonte: ne10 por rafael paranhos
11/09/2015

Câmara aprova aumento de impostos para seguradoras

 o plenário da câmara dos deputados acaba de aprovar, por 277 a favor e 77 contrários, o texto-base da medida provisória 675/15, que eleva de 15% para 20% a alíquota da contribuição sobre o lucro líquido (csll) de seguradoras, bancos e administradoras de cartões de crédito. na votação dos destaques não foi aprovada a proposta que excluiria desse aumento da alíquota as seguradoras que atuam no ramo de saúde suplementar. além disso, foi aprovada a emenda do deputado lucas vergilio (sd-go) garantindo para as cooperativas de crédito um aumento menor. assim, para esse segmento, em vez de 20%, a alíquota será de 17%. o aumento de impostos para seguradoras e bancos irá vigorar de 1º de setembro de 2015 e 31 de dezembro de 2018. após o fim do prazo, a alíquota voltará à atual, de 15%. já para cooperativas, o aumento começa a valer a partir de 1º de outubro deste ano, com a mesma data final. fonte: c q c s
11/09/2015

Retirada urgência de projeto que cria a Banrisul Corretora de Seguros

 o governo estadual procedeu a duas modificações quanto à tramitação no legislativo de iniciativas que fazem parte do ajuste fiscal gaúcho nessa sexta-feira (4), quando protocolou mais projetos de autoria do poder executivo na assembleia. o projeto de lei (pl) 2014/2015, que trata da revisão de benefícios fiscais, e o pl 208/2015, que autoriza o banrisul a criar estrutura societária para atuar no ramo de distribuição de seguros, previdência aberta e capitalização, tiveram regime de urgência retirada. no último dia 27, atendendo a deputados estaduais e entidades de diversos setores que manifestaram questionamentos em relação ao pl 300/2015, o estado também acatou a proposta de retirar o regime de urgência da matéria que prevê a extinção da fundação zoobotânica. de acordo com o secretário da casa civil, márcio biolchi, nesses três casos o governo atendeu às demandas de deputados e entidades por haver dúvidas em relação a pontos específicos dos projetos, necessitando mais tempo para análise. “acreditamos que o conjunto de medidas é complementar. cada projeto tem contribuições que se somam ao esforço de ajuste, mas estamos dialogando, recebendo sugestões e procedendo a revisões necessárias para garantir a avaliação correta de cada matéria”, disse. o sincor-rs está atento e atuante junto aos deputados estaduais, demonstrando o absurdo da tentativa do governador de criar mais uma estatal, na contramão da história. com uma mão acena que precisa privatizar instituições que vão muito bem obrigado e com a outra tenta justificar a criação de um novo elefante branco, este para empurrar seguros guela abaixo nos cidadãos correntistas do banrisul. fonte: sincor-rs informa
11/09/2015

Contratação de Seguro para Eventos pode ser obrigatória

 o projeto de lei complementar 1/15, que torna obrigatória a contratação de seguro de responsabilidade civil para eventos, foi aprovado pela comissão de desenvolvimento econômico, indústria e comércio. de autoria do deputado lucas vergílio (sd-go), o pl agora será analisado pelas comissões de finanças e tributação; e de constituição e justiça e de cidadania; e, em seguida, pelo plenário. caso seja aprovada, a proposta só permite o funcionamento de boates, cinemas, estádios, casas de shows, teatros e similares que tenham contratado o seguro de responsabilidade civil para os organizadores do evento. o conselho nacional de seguros privados decidirá sobre os valores mínimos e as coberturas a serem contratadas. de acordo com o texto, nos eventos com cobrança de ingressos, o organizador deverá contratar apólices coletivas de seguros de acidentes pessoais. nesse caso, a cobrança do produto poderá ser feita para cada espectador ou participante. entretanto, o ingresso deverá trazer o valor do capital segurado individual, número da apólice, número de registro e nome da corretora, além do nome e telefone da seguradora. o pl ainda institui as indenizações mínimas para o seguro de acidentes pessoais coletivos, por pessoa, sendo r$ 10 mil em caso de morte acidental, r$ 5 mil no caso de invalidez permanente e r$ 2 mil para despesas médicas, inclusive diárias hospitalares. fonte: sincor - sp
24/08/2015

Os próximos vinte anos

 a trajetória de crescimento do setor de seguros, nos últimos vinte anos, deve ser analisada não somente pelos indicadores de expansão de sua representação em relação ao produto interno bruto (pib) – a qual saltou de menos de 1% para 6% nesse período.  a expansão do mercado deve, acima de tudo, ser dimensionada pela sua capacidade de inovação na criação de produtos com total aderência às necessidades dos consumidores e de retorno à sociedade por meio das indenizações, benefícios e resgates pagos. o segmento de saúde suplementar, por exemplo, figura como um importante indicador desta evolução, por ser responsável, anualmente, pela realização de um milhão de procedimentos médico-hospitalares e odontológicos. ao longo das duas últimas décadas, as empresas seguradoras reforçaram o papel que desempenham em relação à segurança e proteção da sociedade e ao financiamento do estado e do setor privado, por meio da grande diversidade de produtos e serviços que oferecem.  os avanços do setor estão sempre muito ligados às dinâmicas do cenário contemporâneo mundial. os desafios impostos pela globalização, os novos meios de comunicação que transformaram as relações de consumo, as mudanças climáticas e os movimentos que emergem no cotidiano das grandes cidades estão entre os fatores que se impõem como agentes para a constante inovação das operações do mercado. aliado a isso, o brasil, como economia em franco processo de desenvolvimento, tem reforçado a sua imagem como celeiro de oportunidades para investidores de diversos segmentos da economia. a abertura do mercado de resseguro, em 2007, é uma das provas disso, pois atraiu para o país as maiores empresas que operam nesse segmento em termos mundiais. ganhamos em competitividade e passamos a operar com práticas internacionais. além da quebra do monopólio do resseguro, foram muitos os progressos de nossa indústria nos últimos vinte anos. as seguradoras avançaram na criação de produtos de previdência complementar aberta, lançaram o seguro viagem, o seguro garantia estendida, o seguro prestamista, ampliaram e diversificaram os serviços de assistência 24 horas, implementaram novos canais de diálogo com o consumidor e investiram em campanhas com linguagem mais leve e didática para disseminar a cultura de seguro no país.  no campo da sustentabilidade, tornaram-se ainda mais engajadas ao aderirem aos princípios da sustentabilidade em seguros (psi) e têm trabalhado, arduamente, para aprimorar suas operações, agilizando os processos e dinamizando o atendimento aos segurados. nesse sentido, é importante destacar também a atuação das ouvidorias, que já se consolidaram como um dos mais importantes canais para o atendimento às demandas dos segurados. o aumento da renda nas periferias, acima da média nacional, levou mais de 40 milhões de brasileiros ao mundo do consumo e, consequentemente, ampliou os horizontes para o crescimento do setor de seguros. o país se transformou e isso representa um desafio e uma oportunidade.  o brasileiro passou a entender que é por meio do seguro que ele protegerá suas conquistas. de nossa parte, ainda há muito a se caminhar para chegarmos à base da pirâmide e temos trabalhado, arduamente, nesse sentido. na lista de ações em desenvolvimento, a oferta de produtos para baixa renda, a conscientização da população por meio de campanhas de comunicação, a maior utilização dos meios eletrônicos remotos para a distribuição de produtos e a revisão dos processos para tornar o ciclo produtivo mais barato. igualmente relevante é a continuidade do programa de educação financeira, por meio de ações integradas com o poder público e entidades como a susep, a bovespa e a comissão de valores mobiliários (cvm), parceiros na estratégia nacional de educação financeira (enef), e a intensificação da oferta de seguros para as pequenas e médias empresas. diligentes e atentas aos sinais dos novos tempos, as empresas seguradoras sabem que todos os desafios aqui apresentados formam não somente uma base sólida, mas certamente se acentuarão no processo de construção das duas novas décadas. que venham os próximos vinte anos. fonte: r e v i s t a a p ó l i c e. * marco antonio rossi é presidente da confederação nacional das empresas de seguros gerais, previdência privada e vida, saúde suplementar e capitalização (cnseg).

Volta à Câmara projeto que exige de corretor de seguros habilitação da Susep


12/04/2019
Um projeto que busca aumentar a segurança de quem usa serviço de corretagem de seguros retorna à Câmara dos Deputados. O Plenário do Senado confirmou nesta quinta-feira (11) a aprovação do relatório da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) ao Projeto de Lei da Câmara 7/2013, em forma de texto substitutivo, após discussão em turno suplementar. A proposta foi aprovada em primeiro turno no último dia 28.
Conforme o texto da CAE, o exercício da profissão de corretor de seguros dependerá da prévia obtenção de habilitação, a ser concedida pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), autarquia vinculada ao Ministério da Economia responsável pela regulação do setor de seguros e resseguros. O projeto enumera os documentos necessários para obtenção da habilitação. A exigência vale também para os corretores já em atividade.
O projeto original, de autoria da Presidência da República, obrigava os corretores a contratarem um seguro obrigatório sobre a sua atividade. O objetivo era garantir ao usuário do serviço uma reparação de danos eventualmente causados pelo corretor na contratação de seguros. Mas o relator foi contrário a essa proposta, argumentando que a imposição poderia gerar consequências negativas para o setor.
“Além de tal medida restringir o mercado de corretagem [e] importar no aumento do custo do serviço — o que possivelmente caracterizaria uma ofensa ao princípio constitucional da livre iniciativa e da proporcionalidade —, o ambiente de controle exercido pela Susep é suficiente para dar a segurança de que necessitam os usuários”, defendeu o então relator na CAE, o ex-senador Romero Jucá.
O relator também se opôs à ampliação do poder de fiscalização das entidades autorreguladoras sobre corretores de seguros não filiados. Essa ampliação estava no texto original PLC 7/2013.

Fonte: Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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