17/05/2019

Inflação de Porto Alegre desacelera para 0,33% na segunda semana de maio, revela FGV

 a inflação de porto alegre, medida pelo índice de preços ao consumidor semanal (ipc-s), desacelerou para 0,33% na segunda semana de maio, ante 0,61% na leitura anterior, conforme divulgou a fundação getulio vargas (fgv) nesta sexta-feira (17). no geral, o índice recuou 0,42%, com queda em seis das sete capitais pesquisadas. na capital gaúcha, seis das oito classes de despesa componentes do índice recuaram, com destaque para os grupos vestuário (de 0,90% para -0,60%) e comunicação (de 0,11% para -0,54%). na contramão, aceleraram os grupos habitação (de -0,08% para 0,03%) e despesas diversas (de 1,16% para 1,63%). além de porto alegre, as capitais pesquisadas que variaram negativamente foram salvador (de 1,07% para 0,90%), brasília (de 0,61% para 0,43%), recife (de 0,61% para 0,45%), rio de janeiro (0,56% para 0,34%) e são paulo (de 0,41% para 0,34%). a única capital que acelerou foi belo horizonte (de 0,28% para 0,37%). a tabela a seguir mostra as variações percentuais dos municípios componentes do índice, nesta e nas apurações anteriores: {'nm_midia_inter_thumb1':'https://www.jornaldocomercio.com/_midias/jpg/2019/05/17/206x137/1_inflacao_de_porto_alegre_17_05_jpg_2-8724761.jpg', 'id_midia_tipo':'2', 'id_tetag_galer':'', 'id_midia':'5cdea67eebbee', 'cd_midia':8724761, 'ds_midia_link': 'https://www.jornaldocomercio.com/_midias/jpg/2019/05/17/inflacao_de_porto_alegre_17_05_jpg_2-8724761.jpg', 'ds_midia': 'ipc-s na segunda segunda semana de abril de 2019', 'ds_midia_credi': 'fgv/divulgação/jc', 'ds_midia_titlo': 'ipc-s na segunda segunda semana de abril de 2019', 'cd_tetag': '1', 'cd_midia_w': '721', 'cd_midia_h': '333', 'align': 'left'} addthis sharing buttons share to facebook share to twittershare to linkedinshare to whatsappshare to e-mailshare to imprimir comentar | corrigir | compartilhar comentários seja o primeiro a comentar esta notícia hoje no jc para folhear modo texto assine já ios android capa leia também monitor do pib aponta queda de 0,1% no 1º trimestre monitor do pib aponta queda de 0,1% no 1º trimestre incerteza econômica adia investimentos no país, diz presidente do banco central incerteza econômica adia investimentos no país, diz presidente do banco central país em marcha lenta faz lucro das empresas diminuir 6% no 1º trimestre igp-10 de maio fica em 0,70%, revela fgv capinha cadastre seu e-mail no formulário abaixo para começar a receber a newsletter diária.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/05/684572-inflacao-de-porto-alegre-desacelera-para-0-33-na-segunda-semana-de-maio-revela-fgv.html)
17/05/2019

Monitor do PIB aponta queda de 0,1% no 1º trimestre

 o produto interno bruto (pib) brasileiro recuou 0,1% no primeiro trimestre ante o quarto trimestre de 2018, segundo o monitor do pib, divulgado nesta sexta-feira (17) pelo instituto brasileiro de economia da fundação getulio vargas (ibre/fgv). na comparação do primeiro trimestre com igual período de 2018, o pib cresceu 0,5%. em março, houve retração de 0,4% ante fevereiro. se confirmada a retração em relação ao quarto trimestre de 2018, será a primeira queda no pib após oito trimestres de avanços. "esse cenário é desanimador quando se constata que os oito trimestres anteriores não foram suficientes para estimular uma retomada significativa da economia após a recessão de 2014-2016", diz a nota divulgada pela fgv, assinada pelo pesquisador claudio considera, coordenador do monitor do pib. a entidade destacou ainda que, na leitura de março, foi a primeira vez desde novembro de 2017 que o monitor do pib apontou um crescimento acumulado em 12 meses abaixo de 1,0%, registrando avanço de 0,9% nessa comparação. "esses números refletem a incerteza política e econômica que tem efeito direto nos investimentos e impactam a evolução da atividade econômica, principalmente, o setor industrial, comprometendo a retomada do emprego afetando o consumo das famílias", diz a nota da fgv. na comparação do primeiro trimestre com igual período do ano passado, a alta de 0,5% foi puxada pelo consumo das famílias, que avançou 1,6% ante o primeiro trimestre de 2018, conforme o monitor do pib. na passagem do quarto trimestre de 2018 para o primeiro trimestre deste ano, o consumo das famílias cresceu 0,3%. já a formação bruta de capital fixo (fbcf, conta dos investimentos no pib) avançou 0,4% no primeiro trimestre ante igual período de 2018. "todos os componentes apresentaram contribuição positiva, mas chama atenção o declínio da taxa que atingiu seu ápice no trimestre findo em agosto de 2018 (8,5%), quando se considera o período pós recessão. o desempenho de máquinas e equipamentos, que era o grande responsável pelas altas taxas de variação do componente no ano passado, reduziu-se de 26,4% no trimestre findo em agosto de 2018 para 0,5% no primeiro trimestre desse ano", diz a nota da fgv. o monitor do pib também estima que o setor externo deu contribuição positiva para a atividade econômica do primeiro trimestre, mas, principalmente, por causa da queda nas importações - que apresentaram retração de 2,2% ante o primeiro trimestre de 2018. segundo a fgv, caíram os seguintes componentes: serviços (-9,4%), bens de consumo duráveis (-8,3%), bens de consumo semiduráveis (-7,3%) e bens intermediários (-0,6%). ainda no setor externo, as exportações cresceram 2,1% ante o primeiro trimestre de 2018, desacelerando ante a alta de 6,7% no trimestre móvel findo em fevereiro e o avanço de 13,1% no trimestre móvel findo em janeiro. "essa taxa é explicada pelo desempenho dos produtos da agropecuária (23,3%) e da extrativa mineral (19,5%). em contrapartida, as exportações de serviços (-5,6%) e dos produtos industrializados (-5,0%) caíram no trimestre", diz a nota da fgv. em relação ao quarto trimestre de 2018, as exportações caíram 1,4%. em março, a atividade econômica encolheu de forma disseminada, segundo o monitor do pib. a queda de 0,4% ante fevereiro foi reflexo da retração em dez atividades econômicas. somente as atividades de intermediação financeira (0,4%) e administração pública (0,3%) tiveram variação positiva. pela ótica da demanda houve crescimento apenas do consumo do governo (0,7%) e da importação (8,3%), informou a fgv.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/05/684574-monitor-do-pib-aponta-queda-de-0-1-no-1-trimestre.html)
15/05/2019

Maio Amarelo: conheça a campanha nacional de 2019

 somente no ano passado, mais de 328 mil indenizações do seguro dpvat foram pagas a vítimas de acidentes de trânsito e seus beneficiários em todo país. o cenário da violência do trânsito ainda preocupa, pessoal e, por isso, o maio amarelo chega a sua sexta edição com o tema “no trânsito, o sentido é a vida”, que lembra a responsabilidade de motoristas, ciclistas, motociclistas e pedestres na redução de acidentes e na preservação de vidas. quer saber mais sobre esse importante movimento? fique ligado no nosso post! atenção à violência o maio amarelo foi instaurado a partir de uma resolução da assembleia-geral das nações unidas, baseada em estudos da organização mundial da saúde (oms), que definiu o período entre 2011 e 2020 como a “década de ações para a segurança no trânsito. a campanha deste ano tem como mote #meouça, estimulando os adultos a ouvirem mais os conselhos dados pelas crianças, refletindo um comportamento mais seguro no trânsito. você pode conferir o vídeo ciclando aqui https://www.youtube.com/watch?v=zfwodvrgac8. as crianças aparecem lembrando comportamentos simples, que muitas vezes, na correria do dia a dia, são esquecidos. entre os exemplos estão a obedecer à sinalização, utilizar equipamentos de segurança e não dirigir após consumo de álcool. todos super importantes para mudarmos a realidade do trânsito, não é mesmo galera? mobilização nacional para celebrar o lançamento da campanha nacional, o ministério da infraestrutura vai promover, na próxima quarta-feira, dia 8, uma cerimônia de abertura das atividades do maio amarelo. estão previstas atividades para reforçar a importância do movimento, como a assinatura de um acordo com o lançamento do programa educa, iniciativa de educação no trânsito voltada a alunos do ensino fundamental das redes pública e privada. o evento contará também com a presença dos diretores-presidentes dos detrans dos 26 estados e distrito federal, que apresentarão as ações desenvolvidas em cada um dos seus estados. durante todo o mês de maio, a esplanada dos ministérios, em brasília, e diversos órgãos públicos do país estarão iluminados na cor amarela, que representa a atenção na sinalização de advertência no trânsito e simboliza o movimento. fonte: seguradora líder
15/05/2019

China vai abrir ainda mais os setores bancários e de seguros

 a china vai abrir ainda mais seus setores bancários e de seguros, disse o principal regulador bancário e de seguros do país, em comentários publicados na quarta-feira (1). o presidente da comissão reguladora de bancos e seguros da china, guo shuqing, revelou que o gigante asiático planeja publicar em breve 12 novas medidas. fonte: money times via revista cobertura
15/05/2019

Nova norma para insurtechs deve sair em 30 dias, diz Solange Vieira, da Susep

 insurtechs, seguro garantia e mudanças nas regras de investimentos para planos de previdência aberta foram os principais temas abordados ontem solange vieira, titular da superintendência de seguros privados (susep), em entrevista à jornalista miriam leitão, realizada na globonews. o primeiro passo será lançar novas regras para insurtechs. “estamos muito atentos a tecnologia, pois achamos que no futuro as seguradoras serão bem diferentes do que são hoje. trabalhamos em uma norma que deve ser divulgada em 30 dias, no qual vamos permitir um período de testes para as insurtechs entrarem no mercado com regras diferenciadas, visando dar fôlego às novatas, pois inicialmente elas não conseguem cumprir exigências do aporte de capital determinado hoje para todos”. solange afirmou que o mercado segurador tem muito a avançar, quando comparado a outros países. “a nossa participação no pib está atrás de países como áfrica e chile”, citou. isso mostra, acrescentou, que mesmo que o brasil não avance, o setor de seguros tem muito a crescer. destacou as mudanças esperadas na legislação que envolve o seguro garantia, que prevê a entrega de uma obra mesmo se algo der errado. sem citar percentuais, apenas enfatizou que o percentual será elevado para que a seguradora possa retomar a obra. “isso vai ser uma revolução para o setor e para os investimentos em infraestrutura”, acredita. a expectativa do setor é de que a garantia ofertada por seguro para um financiamento de infraestrutura passe de 5% para 30%. em relação à previdência, solange acredita que a reforma vai acontecer pois está acima dos partidos. “é uma demanda da sociedade”, afirmou. a jornalista ponderou que tudo vai depender do tipo de reforma que for aprovada para se afirmar que é uma demanda da sociedade. acontecendo ou não a reforma esperada, está na agenda da susep desenvolver mudar as regras para que os fundos abertos como pgbl e vgbl possam desenvolver investimentos de longo prazo, pois hoje eles aplicam em curto e médio prazo. “do lado dos fundos de pensão, queremos que o participante tenha a chance de migrar para outra instituição, estimulando assim a concorrência”, citou.
15/05/2019

“A empresa onde trabalho tem plano de previdência privada com coparticipação. Vale a pena?”

 quando a empresa patrocina os aportes em previdência conjuntamente com os aportes dos seus colaboradores, temos um acúmulo acelerado nas reservas individuais. prezado leitor,  o tema previdência é pauta diária da imprensa. passamos por uma severa crise nos últimos anos, está ainda prejudica o mercado de trabalho e as finanças públicas. a previdência pública está no centro das atenções, as regras devem ser alteradas e podem deixar o trabalhador mais distante da sonhada aposentadoria. abaixo buscarei tratar os principais pontos para apoiar sua análise e decisão. o brasileiro passou por diversas instabilidades econômicas nas últimas décadas e, em parte em função disso, poucos possuem o hábito de poupar para o longo prazo. a palavra previdência tem como significado o ato de se precaver, se preparando previamente para determinadas situações ou imprevistos. temos na previdência social uma espécie de seguro para os trabalhadores, que tem como objetivo garantir a continuidade do benefício financeiro quando o trabalhador estiver aposentado, assim como em casos de licença maternidade, doenças ou acidentes, sendo seu principal agente o inss - instituto nacional do seguro social. a previdência privada é um instrumento para acúmulo de recursos financeiros que visa constituir uma renda ou complementar a recebida pelo inss, cujo teto hoje é de r$ 5.839,45, gerando reservas com foco na aposentadoria. observe que no momento da aposentadoria pelo inss, a renda está limitada ao teto, assim o indivíduo com renda superior poderá ter uma queda no seu padrão de vida, sendo cada vez mais latente a necessidade da conscientização para a formação de uma reserva própria, destinada principalmente à complementação da renda ou para suprir outros imprevistos, a previdência privada cumpre bem essa função. quando a empresa patrocina os aportes em previdência conjuntamente com os aportes dos seus colaboradores, temos um acúmulo acelerado nas reservas individuais. você pode estar se perguntando o motivo da empresa realizar os aportes. em geral, trata-se de uma política de benefícios que visa fidelizar a mão de obra qualificada e incentivar a formação de reserva individual, gerando assim uma segurança financeira para seus colaboradores; além desses benefícios, temos também o fato de que as empresas usufruem de vantagens fiscais sobre os valores aportados. para usufruir dos aportes da empresa você também precisará contribuir com sua parte, então é importante ter seu planejamento financeiro em dia. vamos supor que para cada r$ 100,00 aportado por você a empresa também aporte r$ 100,00, a reserva acumulada após 15 anos seria de r$ 59.746,57, isso com base numa taxa de juros de 6,5% a.a., sendo r$ 29.873,28 correspondente a sua reserva individual e o mesmo valor referente às contribuições patronais. as empresas podem incluir regras de fidelização para a parcela acumulada pelas suas contribuições, sendo o tempo mínimo de permanência como funcionário a principal delas. assim, para liberação do valor patronal você precisaria superar o período mínimo estabelecido, caso contrário não poderia portar a parte patronal, apenas movimentaria a parte individual. para efeito de simulação, vamos considerar que a empresa atual exija 10 anos de vínculo, se você saísse após 15 anos, teria liberdade para portar a totalidade da reserva (individual e patronal). um ponto muito importante na contratação de previdência privada é escolher em qual modalidade o seu aporte deve ser realizado, podendo ser no vgbl (vida gerador de benefício livre) ou pgbl (plano gerador de beneficio livre), a principal diferença é o tratamento tributário, pois o pgbl pode ser utilizado para dedução das contribuições no cálculo do imposto de renda até o limite de 12% da renda total tributável anual, enquanto o vgbl não usufrui desse benefício, porém em um eventual resgate ou conversão em renda, o pgbl será tributado sobre a totalidade dos recursos acumulados (aportes + rendimento) enquanto o vgbl possui a tributação apenas sobre o rendimento. na situação proposta pela sua pergunta, o plano será exclusivamente na modalidade pgbl, permitida pela legislação quando existe a coparticipação. entendo que compensa muito aproveitar o benefício concedido pela empresa e acelerar a formação de reserva para complementar sua aposentadoria ou realizar algum sonho no futuro. trata-se de um acréscimo de salário, sendo que após cumprido os prazos de carências, você poderá converter em renda ou sacar. pense nos benefícios em longo prazo, faça seu planejamento de vida e consulte especialistas para maiores esclarecimentos antes da contratação. fonte: negócios – isto é - *everson stabile é  planejador financeiro pessoal e possui a certificação cfp® (certified financial planner), concedida pela planejar - associação brasileira de planejadores financeiros. e-mail: eversonstabile@uol.com.br.
15/05/2019

Especial Maio Amarelo: comparação de número de crimes violentos a mortes no trânsito é destaque na mídia

 o levantamento especial da seguradora líder, noticiado na 79ª edição da newsletter líder informa, que mostrou que em nove estados brasileiros o trânsito deixou, em 2018, mais vítimas fatais do que os crimes de homicídio, latrocínio e lesão corporal seguida de morte, foi destaque na mídia em todo o país. aproveitando as reflexões pela conscientização e educação no trânsito do maio amarelo, à globonews deu destaque aos números na última sexta-feira, dia 10 de maio, com entrevista do superintendente de operações da seguradora líder, arthur fróes. “precisamos intensificar as políticas públicas, tanto na fiscalização do trânsito, quanto na conscientização das crianças por meio da educação infantil para que os acidentes de trânsito sejam reduzidos”, afirmou fróes. neste especial, a comparação é feita com o número total de indenizações pagas por morte pelo seguro dpvat e os dados das secretarias estaduais de segurança pública. são paulo e minas gerais lideram a lista, com 5.462 e 4.127 sinistros pagos por acidentes fatais no trânsito contra 3.464 e 3.234 óbitos por crimes violentos, respectivamente. desde sua divulgação, os dados foram destaque em grandes veículos de mídia como, por exemplo, o metro curitiba, jornal destak sp e tv record. as reportagens apresentam os números assustadores e chamam atenção para as reflexões propostas neste mês, com o movimento do maio amarelo. todas as matérias, na íntegra, podem ser conferidas entrando no site da seguradora líder. o relatório anual 2018 da seguradora líder está disponível. https://www.seguradoralider.com.br/documents/relatorio-anual/relatorio%20anual_2018_web.pdf fonte: seguradora líder
15/05/2019

Futuros dos investimentos

 o ano de 2019 tem se mostra­do bastante desafiador para alocação de recursos. por um lado, o ambiente internacio­nal passa a contribuir menos com o fim de uma década de injeção de liquidez pelos bancos centrais de países desenvolvidos. já no brasil, vivemos uma conjuntura favorável após um longo período de recessão. porém, é extremamente impor­tante aprovarmos com urgência as reformas necessárias para garantir estabilidade fiscal. apenas assim o país poderá reconquistar a credi­bilidade e voltar a receber aportes dos investidores estrangeiros, que sacaram mais de r$ 11 bilhões da bolsa brasileira em 2018. de acordo com levantamento da consultoria global epfr, estrate­gistas do mercado estimam uma entrada potencial de r$ 251 bilhões em ações brasileiras se as aloca­ções dos fundos globais e daqueles voltados para mercados emergen­tes globais voltassem ao patamar de outubro de 2014. diante desse cenário o ponto chave para ob­ter bons retornos sem deixar de se proteger dos riscos é a diversifica­ção da carteira. os fundos multimercados apresen­tam grande potencial de retorno com certa proteção. já os fundos imobiliários são opções para cap­turar a melhora do ambiente inter­no. após anos de queda, o mercado de imóveis vem se recuperando e a demanda tende a subir. investir na bolsa também deve ser considera­do com o atual cenário de recupe­ração econômica e a esperança de reformas. há boas oportunidades na bolsa e em alguns setores, principalmente os ligados a crescimento domésti­co, pois, as empresas tiveram que reduzir o endividamento e se tor­nar mais eficientes para passar pe­los anos de crise e se favoreceram agora dos juros mais baixos. por fim, a previdência privada é uma estratégia interessante para o horizonte de longo prazo, prin­cipalmente se considerarmos as vantagens fiscais. aprender a in­vestir é essencial para a tranquili­dade financeira. a unicred, seguin­do os princípios estabelecidos pelo cooperativismo, disponibiliza gra­tuitamente orientações para toda a sociedade por meio do portal www. suasaudefinanceira.com.br.
15/05/2019

Atividade econômica apresenta queda de 0,68% no primeiro trimestre

 a atividade econômica registrou queda no primeiro trimestre neste ano. é o que mostra o índice de atividade econômica do banco central (ibc-br), divulgado nesta quarta-feira (15) pelo banco central (bc). no primeiro trimestre, comparado ao período anterior, o índice apresentou queda de 0,68%, segundo dados dessazonalizados (ajustados para o período). em março, na comparação com fevereiro, houve recuo de 0,28%. na comparação com o março de 2018, a queda chegou em 2,52%. em 12 meses terminados em março de 2019, houve expansão de 1,05%. o ibc-br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o bc a tomar suas decisões sobre a taxa básica de juros, a selic. o índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária, além do volume de impostos. o índice foi criado pelo bc para tentar antecipar, por aproximação, a evolução da atividade econômica. mas indicador oficial da economia é o produto interno bruto (pib), calculado pelo instituto brasileiro de geografia e estatística (ibge). ontem (14), na ata da última reunião do comitê de política monetária (copom), o bc adiantou que a economia poderia apresentar recuo no primeiro trimestre. segundo o documento, o processo de recuperação gradual da atividade econômica sofreu interrupção no período recente, mas a expectativa é de retomada adiante. segundo ata da reunião do copom, o arrefecimento da atividade observado no final de 2018 teve continuidade no início de 2019. "em particular, os indicadores disponíveis sugerem probabilidade relevante de que o produto interno bruto (pib) tenha recuado ligeiramente no primeiro trimestre do ano, na comparação com o trimestre anterior, após considerados os padrões sazonais", diz o documento. o copom acrescentou que os indicadores do primeiro trimestre induziram revisões substantivas nas projeções de instituições financeiras para o crescimento do pib em 2019. "essas revisões refletem um primeiro trimestre aquém do esperado, com implicações para o 'carregamento estatístico' [herança do que ocorreu no ano anterior], mas também embutem alguma redução do ritmo de crescimento previsto para os próximos trimestres". o mercado financeiro já reduziu a previsão de expansão do pib 11 vezes consecutivas. a estimativa para este ano está em 1,45% este ano. a equipe econômica já está trabalhando com uma previsão de crescimento de 1,5% neste ano, disse ontem o ministro da economia, paulo guedes. em audiência na comissão mista de orçamento (cmo), ele disse que a reformulação de expectativas diante da demora na aprovação da reforma da previdência justificou a revisão das estimativas.   fonte: jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/05/684138-atividade-economica-apresenta-queda-de-0-68-no-primeiro-trimestre.html)

Aspecir Previdência completa 82 anos com os melhores resultados do mercado


17/07/2019

Empresa é líder nacional em Previdência Complementar com rentabilidade garantida

Divulgação
Divulgação

O maior fundo previdenciário de renda fixa no período de 12 meses, segundo a Superintendência de Seguros Privados (Susep), nasceu em 17 de julho de 1937. A Aspecir Previdência é uma das raras empresas brasileiras de previdência privada que se mantém em sua forma original de atuação. Completando 82 anos, é uma alternativa diferente às soluções tradicionais apresentadas pelas companhias previdenciárias ligadas a bancos e seguradoras independentes.

Só nos últimos seis meses, a empresa apresentou um crescimento de 12,66% do fundo ASPECIR PRGP FI RF PREV., o que representa 411,96% de rentabilidade relativa ao CDI no ano e um superávit acumulado até maio deste ano de R$ 7.386.848,00.

A Aspecir conta com uma equipe de profissionais especializados em consultoria financeira nas áreas de Previdência Complementar, Seguros de Vida e Empréstimos Consignados. É uma assistência qualificada na busca de segurança, planejamento financeiro e rentabilidade.

Líder nacional em Previdência Complementar com rentabilidade garantida, a Aspecir Previdência está presente em todo território brasileiro e tem por objetivo a subscrição de planos de pecúlio, aposentadoria, seguros de vida, acidentes pessoais, seguro prestamista, auxílio funeral, encaminhamento de pedidos de indenização do seguro DPVAT e a concessão de Assistência Financeira aos participantes, atendendo aos servidores públicos federais, estaduais e municipais, ativos, inativos, aposentados e pensionistas, bem como, aos clientes do segmento empresarial, oferecendo produtos diferenciados e de simples contratação.

Ao completar 82 anos, a empresa parabeniza os seus colaboradores e parceiros, sem os quais não teria atingido a marcas tão significativas.

Arquivo JRS

Praça Otávio Rocha, 65 - 1º andar
Centro Histórico - Porto Alegre/RS
CEP.: 90020-140
+55 (51) 3228.1999

News

Receba nossas novidades

LIGUE

+55 51 3228-1999

Ouvidoria
0800 703 1989
E-mail: ouvidoria@sinapp.org.br

Atendimento ao Deficiente Auditivo e de Fala através da TSPC-CAS – Central de
Atendimento a Deficientes Auditivos ou de Fala -
0800 200 0819 E-mail: sac.especial.auditivo.fala@sinapp.org.br

Atendimento ao
Deficiente Visual
0800-703-1989