21/01/2019

'Aposentadoria como conhecemos hoje vai desaparecer', diz economista

  para hélio zylberstajn, com menos vínculos de emprego, previdência do futuro vai depender de renda básica universal e poupança individual para compartilhar esse conteúdo, por favor utilize o link https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2019/01/aposentadoria-como-conhecemos-hojevai-desaparecer-diz-economista.shtml ou as ferramentas oferecidas na página.
21/01/2019

Regime de capitalização da aposentadoria no INSS na Reforma da Previdência Social em 2019

 regime de capitalização da aposentadoria no inss na reforma da previdência social em 2019 o ministro da economia, paulo guedes, anunciou nesta semana que o governo estuda propor um sistema de capitalização para a aposentadoria do inss. entenda como ele funciona. 1. o que é capitalização da aposentadoria? cada trabalhador tem uma conta individual, onde é depositada uma porcentagem de seus rendimentos. esse dinheiro é aplicado pelos gestores e funciona como uma poupança compulsória. quando se aposenta, ele pode fazer saques do dinheiro poupado. 2. vai ser obrigatório para todo mundo? não há detalhes do projeto do governo, mas o mais provável é que seja obrigatório apenas para novos contribuintes, e apenas a partir de um teto. essas são as recomendações de especialistas na área e estão nas duas propostas de reforma enviadas ao governo com projetos para o sistema de capitalização. na proposta da fipe, o sistema seria obrigatório para quem ganha acima de r$ 2.200 (valores de 2018). na proposta de paulo tafner, para quem ganha a partir de r$ 3.952 (valores de 2018). 3. a aposentadoria como existe hoje acaba? não. o sistema atual, chamado de repartição, continua existindo, tanto para quem já está no mercado de trabalho quanto para os futuros contribuintes. a capitalização é uma poupança adicional, para complementar a renda na aposentadoria. os sistemas propostos por especialistas sugerem pelo menos três níveis diferentes de renda na aposentadoria: a) renda universal do idoso, para todos que completarem 65 anos, mesmo sem ter contribuído para a previdência. b) aposentadoria como é hoje, com idade mínima, até um teto de previdência c) aposentadoria de capitalização, para parcela que exceder esse teto 4. o governo bolsonaro também vai criar uma renda mínima para todo idoso? não há definição sobre isso, mas as duas propostas de especialistas enviadas à economia contêm essa sugestão. 5. qual a vantagem de uma renda mínima? as propostas argumentam que ela cria um colchão social para os brasileiros mais pobres, que não conseguem trabalhar no mercado formal. além disso, como essa parcela será independente de contribuição, ela pode deixa de engrossar as despesas da previdência e passar para a assistência social. os valores propostos são abaixo do salário mínimo e com regra de correção pela inflação, o que também reduz gastos do governo. por fim, criar essa parcela sobre a qual não há contribuição torna mais barata a folha de salários: as contribuições são cobradas apenas sobre a parcela que vai desse piso ao teto. 6. se a aposentadoria como existe hoje não vai acabar, para que criar capitalização? um motivo é aliviar as contas da previdência das aposentadorias mais altas. no sistema que existe hoje, quando a pessoa se aposenta, passa a receber um valor definido (corrigido pela inflação) até sua morte. hoje, os brasileiros mais ricos se aposentam mais cedo e ganham benefícios mais altos por períodos maiores. com a mudança, que inclui um teto mais baixo para esse valor fixo de benefício, o governo economiza dinheiro. os economistas também propõem baixar o custo da folha de salários, já que as contribuições serão cobradas sobre uma parcela menor do rendimento do trabalhador. por exemplo, para um trabalhador que ganha o equivalente a r$ 5.000: até o piso (r$ 550, na proposta da fipe, e r$ 668, na de tafner), não é cobrada contribuição previdenciária. do piso até o teto (r$ 2.200, na proposta da fipe, ou r$ 3.952, na de tafner), é cobrada contribuição previdenciária e o valor é usado para cálculo da aposentadoria como no sistema atual, de distribuição. acima do teto (r$ 2.200, na proposta da fipe, ou r$ 3.952, na de tafner), uma parte é depositada na conta individual, de capitalização. 7. então o sistema de capitalização é como uma aposentadoria privada? uma diferença muito importante é que, na aposentadoria privada, é possível fazer saques quando quiser. no sistema de capitalização, apenas depois da idade mínima. em tese, essa garantia de que o dinheiro estará na conta por um longo prazo permite aos gestores usá-los em investimentos como os de infra-estrutura —que aceleram o crescimento econômico— e permite, também em tese, rendimentos maiores que os da aposentadoria privada. 8. qual o risco da capitalização para o trabalhador? essa parte da aposentadoria não será uma renda de valor fixo até a morte, como a aposentadoria pelo sistema de distribuição. ela vai depender de quanto o trabalhador conseguir poupar, de quanto seu dinheiro render e de quantos anos ele tiver pela frente. 9. o trabalhador para o qual for obrigatório o sistema de capitalização pode ficar sem aposentadoria? o governo ainda não detalhou sua proposta, mas muito provavelmente ninguém terá apenas sistema de capitalização. todo brasileiro deve ter também uma parte da aposentadoria no sistema de distribuição, em que o valor do benefício é fixo até sua morte. 10. por que alguns especialistas são contra a criação do sistema de capitalização? a principal ressalva é que há um custo para as contas públicas durante a transição entre um sistema e outro. isso acontece porque a parte do dinheiro que passa a ir para as contas individuais deixa de entrar no reservatório comum que paga as aposentadorias antigas. as propostas dos especialistas enviadas ao governo sugerem como reduzir esse custo. 11. já estou no sistema atual. vou poder aderir ao sistema de capitalização? as sugestões feitas por especialistas permitem a adesão, com algumas ressalvas. não se sabe ainda o que o governo vai propor. 12. o texto em discussão no congresso não fala em sistema de capitalização. como o governo vai propor a mudança? o governo deve usar um instrumento chamado emenda aglutinativa, para introduzir mudanças no texto já aprovado pela comissão especial da câmara regime de capitalização da aposentadoria no inss na reforma da previdência social em 2019 o ministro da economia, paulo guedes, anunciou nesta semana que o governo estuda propor um sistema de capitalização para a aposentadoria do inss.
21/01/2019

Empréstimo rápido pela internet: é seguro?

 juliana precisava de dinheiro para tirar o nome do spc. em uma pesquisa pela internet, encontrou uma empresa que oferecia empréstimo rápido e sem restrições para quem estava com o nome negativado. não pensou duas vezes: entrou em contato e foi informada que para fazer a análise de crédito e liberar o dinheiro era preciso que ela fizesse um depósito adiantado de cerca de 5% do valor do empréstimo na conta da empresa. juliana acaba de cair em um golpe. o caso acima é apenas um exemplo fictício de um crime que tem sido cada dia mais comum: o golpe do empréstimo. é indiscutível que a internet trouxe diversos benefícios para todos os aspectos da nossa vida, inclusive nas finanças. contudo, ela também trouxe alguns perigos, especialmente para quem navega sem cuidado. o golpe do empréstimo, um crime que já existia antes da era digital, também entrou online, exigindo de quem precisa de dinheiro cuidado na hora de fazer a solicitação. empréstimo online seguro a internet pode trazer inseguranças, especialmente ao lidar com o próprio dinheiro. contudo, fazer empréstimo online de forma segura é possível. as chamadas fintechs, startups com foco no desenvolvimento de tecnologias para a área financeira, estão crescendo e democratizando o acesso a crédito e serviços financeiros mais cômodos e seguros. empresas como o moneyman, uma fintech internacional que oferece empréstimos pessoais online, trouxeram a possibilidade de acesso a crédito rápido e sem sair de casa. o processo de solicitação é totalmente seguro e mesmo quem está com o nome negativado pode fazer a solicitação. basta ter mais de 18 anos, conta em nome próprio e preencher o formulário online. a análise de crédito é realizada automaticamente sem que o solicitante precise adiantar nenhuma quantia. caso aprovado o pedido, o dinheiro cai diretamente na conta informada em até 48 horas e o pagamento das parcelas, cujo valor deve estar bem claro no contrato, é feito mensalmente por boleto ou débito em conta. veja mais sobre o empréstimo negativo no moneyman. como reconhecer um golpe apesar do aumento no número de golpes pela internet, identificar uma oferta fraudulenta e evitar ser vítima desse crime é mais simples do que parece. o maior indicativo de que se trata de um golpe é a solicitação de um depósito adiantado para liberação do valor. nenhuma empresa idônea fará esse pedido — a prática configura crime de acordo com as regulações do banco central para empréstimos fornecidos pela internet ou não. o solicitante também pode checar o cnpj da empresa junto à receita federal para saber se está ativo e verificar se ela possui um escritório físico real. mesmo que ofereça seus serviços totalmente pela internet, qualquer empresa deve possuir um endereço registrado. cheque também se o site possui uma política de segurança e pesquise informações de outras pessoas que fizeram empréstimo com a empresa. em caso de suspeita de golpe, o solicitante pode denunciar o problema para a ouvidoria do ministério do desenvolvimento social no telefone 0800 707 2003.
21/01/2019

Fundamentação da tributação dos seguros e das operações bancárias na proposta de código do IVA

 1. tributação das operações de seguros e tratamento da matéria a nível internacional na proposta de código do iva pretende-se isentar os seguros do “ramo vida”, mas o objetivo não é vender a preço baixo os seguros de vida para estimular seu consumo. no mundo inteiro, os seguros do ramo vida são considerados um instrumento de poupança e como tal, não fazem parte da cadeia do consumo. note-se que a venda do seguro de vida efetuada pela seguradora ou o seu agente é a transação final da cadeia de produção e comercialização. por esta razão a isenção de iva acarreta de facto, uma redução do custo para o adquirente. relativamente aos demais tipos de seguro, a tendência mundial é de tratá-los da mesma forma que a intermediação financeira. na união europeia, onde os iva’s datam da década de 60 e 70, isenta-se os seguros em geral, mas isso cria vários problemas, sendo que discute-se hoje (nos 28 países) a retirada das isenções neste sector de atividade. o mesmo acontece com países que adoptaram o imposto mais recentemente, mas seguindo a matriz europeia como é caso de moçambique e cabo verde. nos países cuja implementação do iva ocorreu após a década de 80, o imposto aplica-se em geral aos prémios de seguro, porém com algumas diferenças ao que permitem às seguradoras creditar, veja-se os casos de israel, singapura, nova zelândia, austrália e áfrica do sul. em israel, os seguros são tributados pelo método de adição e em singapura, permite o crédito somente pelo iva pago sobre inputs. a solução adoptada pela nova zelândia é engenhosa, porquanto leva em conta o mencionado problema das indemnizações por sinistros, permitindo que tanto as seguradoras como os segurados sejam tratados justamente. o método consiste em criar um iva fictício sobre as indemnizações. assim, a seguradora, ao pagar uma indemnização calcula o valor equivalente ao que seria o iva se incidisse sobre a indemnização e acrescenta esse valor ao pagamento que efetua, ficando com o direito de creditar esse imposto fictício como se fosse um imposto sobre aquisições. se o sinistrado for um contribuinte do iva, ao receber a indemnização deve lançar um débito correspondente ao iva fictício na contabilidade, como se fosse um iva sobre suas vendas. assim, quando paga o iva do período, o governo é ressarcido pelo iva que a seguradora deixou de pagar por força do crédito do iva fictício, mas se o sinistrado não for contribuinte do iva, o governo é ressarcido quando ele adquire os bens que substituem os sinistrados, paga iva sobre eles e, sendo consumidor final não tem direito a crédito. o tratamento da matéria em áfrica também vária tal como no mundo inteiro, vários países tributam os seguros “não vida”, como são os casos da áfrica do sul, botswana, gana, namíbia, nigéria, rdc, tanzânia, zâmbia, nova zelândia, austrália, singapura, israel, argentina, kosovo, china, nigéria e gana. ao passo que os países que isentam o seguro é o caso do uganda, kenya, madagáscar, moçambique, zimbabué, união europeia (eu) e japão. a nível da cplp são tomé e príncipe e timor leste pretendem tributar os seguros “não vida” que embora não tenham ainda implementado o iva, consideram introduzi-lo com a tributação dos seguros (vide proposta de código do iva). 4. iva no sector bancário no sector bancário, a discussão quanto a incidência ou não do iva sobre os serviços financeiro, cabe desde logo classificar as operações do sector em dois grupos. o primeiro formado pelos “serviços que são remunerados mediante comissões”, que podem ser tributados como quaisquer outros e o segundo com os “restantes serviços”. este grupo é remunerado mediante diferença entre os juros cobrados pelos empréstimos que efetuam aos seus clientes e pelos juros pagos aos depositários e investidores. as isenções no sector bancário são relacionadas com dificuldade de cobrança e restruturação sistemática do imposto. isto é comum na maioria dos países que concedem isenções às operações financeiras remuneradas através de margens (juros) mas não para as remuneradas por meio de comissões e encargos similares. no caso das operações financeiras, não raro cobra-se algum imposto especial sobre as operações isentas de iva. a título de exemplo, por meio de incidência do imposto de selo. 4.1. tributação das operações bancárias a nível mundial o iva tradicional como os europeus, que datam conforme mencionado acima das décadas 60 e 70, bem como, os de alguns países que o adoptaram recentemente seguindo aquela matriz, isentam todos os produtos bancários, o que criou e ainda cria inúmeros problemas, a tal ponto que a união europeia discute atualmente a das isenções do iva nas comissões bancárias. em israel, por exemplo, cobra um iva pelo método de adição, cuja base é a soma da folha de salários com o lucro como definido na declaração de imposto sobre rendimentos, e os utentes dos serviços não têm direito ao crédito do imposto. na frança e dinamarca cobra-se um imposto com base na folha de salários. por fim há um grupo de países, dentre eles a áfrica do sul e a austrália, que cobram iva sobre os serviços remunerados por comissão e isentam os demais (vide ilustração abaixo). tributação nas operações bancárias (comissões) áfrica do sul; botswana; gana; quénia; austrália; dinamarca; frança. isenções nas operações bancárias uganda; união europeia (eu). 4.2. a tributação das comissões bancárias na proposta do código do iva para angola pretende-se fazer incidir iva sobre os serviços prestados pelo sector bancário, nomeadamente para os serviços que são remunerados mediante “comissões”. as principais medidas são por um lado a promoção da justiça fiscal e por outro, evitar que o imposto cobrado do sector seja incluído nos custos e consequentemente cobrado em cascata. isto permite que as instituições repartam o custo das suas aquisições e se creditam da parcela correspondente à participação das comissões no valor acrescentado total. essa solução permite mitigar a cascata tributária sem criar dificuldades de controlo para a administração geral tributária. em regra, os serviços financeiros sujeitos ao iva não devem suportar imposto de selo para evitar dupla tributação. 4.3. a isenção nos juros bancários na proposta do código do iva na proposta de código angolano do iva, pretende-se isentar os serviços prestados pelo sector bancário que são remunerados mediante diferença entre os “juros cobrados” por recursos emprestados e os “juros pagos” aos depositários e investidores. isto porque não há como atribuir um preço ao serviço e há muitos casos em que é impossível determinar os beneficiários dos serviços. por exemplo, um banco usa os recursos de depósitos a vista dos depositantes, não remunerados com juros, para fazer um empréstimo, em que há cobrança de juros. nesse caso, está prestando um serviço de intermediação financeira a quem tomou o empréstimo e um serviço de guarda de valores aos depositantes, não há, portanto, como dividir o valor entre os dois serviços, nem como identificar a que entidade a instituição financeira prestou o serviço de guarda dos recursos emprestados naquela transação, o que impossibilita a cobrança do iva pelo método de crédito fiscal sobre tais operações. 5. conclusão a isenção nos serviços financeiros, ao invés de mitigar a tributação em cascata, pelo contrário mantem esse efeito, porquanto quebra a cadeia de liquidação e sobretudo de dedução própria do iva. na tributação do iva nos seguros é mais favorável ao investimento e ao crescimento económico do que o imposto sobre rendimentos que tributa o consumo e a poupança. portanto, para o contribuinte que realiza a venda isenta, que não tem direito ao crédito dos impostos que oneraram suas aquisições, o valor dos impostos que não pode reaver torna-se um custo a adicionar ao custo do produto que vende. o comprador seguinte, ao fazer a sua venda, paga o imposto sobre o valor de sua venda, que é igual ao seu valor acrescentado mais o valor acrescentado pelo fornecedor isento mais o valor acrescentado em estágios anteriores ao do fornecedor isento mais o imposto sobre esse último valor acrescentado; e não tem direito a qualquer crédito posto que comprou um produto isento. logo, o imposto sobre sua venda é superestimado, pois tributa pela segunda vez o valor acrescentado em estágios anteriores ao do contribuinte isento, bem como o imposto pago sobre aquele valor.  
21/01/2019

Mercado prevê inflação de 4,01% e alta de 2,53% no PIB para este ano Estimativa para o IPCA segue abaixo da meta de inflação, de 4,25%

 a inflação, calculada pelo índice nacional de preços ao consumidor amplo (ipca), deve ficar em 4,01% este ano. essa é a previsão de instituições financeiras consultadas pelo banco central (bc) todas as semanas sobre os principais indicadores econômicos e divulgada no boletim focus. na semana passada, a projeção para o ipca estava em 4,02%. a estimativa segue abaixo da meta de inflação (4,25%), com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%, este ano. para 2020, a projeção para o ipca segue em 4%, há 81 semanas seguidas. para 2021 e 2022, a estimativa permanece em 3,75%. a meta de inflação é 4%, em 2020, e 3,75%, em 2021, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para os dois anos (2,5% a 5,5% e 2,25% a 5,25%, respectivamente). o bc usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a selic, atualmente em 6,5% ao ano, para alcançar a meta da taxa inflacionária. de acordo com o mercado financeiro, a selic deve encerrar 2019 em 7% ao ano e continuar a subir em 2020, encerrando o período em 8% ao ano, permanecendo nesse patamar em 2021 e 2022. o comitê de política monetária (copom) aumenta a selic para conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. quando o copom diminui a selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação. a manutenção da taxa básica de juros indica que o copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação. o mercado financeiro reduziu a projeção para o crescimento da economia, este ano. a projeção para a expansão do produto interno bruto (pib) - a soma de todos os bens e serviços produzidos no país - foi ajustada de 2,57% para 2,53%. para o próximo ano, a expectativa subiu de 2,50% para 2,60%. em 2021 e 2022, a projeção segue em 2,50%. a previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar caiu de r$ 3,80 para r$ 3,75 no final deste ano. para 2020, a previsão passou de r$ 3,80 para r$ 3,78.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/01/666348-mercado-preve-inflacao-de-4-01-e-alta-de-2-53-no-pib-para-este-ano.html)
18/01/2019

Menores de idade podem ter seguro de vida? Especialista explica

 há poucos dias uma corretora de seguros de minas gerais perguntou a colegas de profissão em um dos grupos do bom dia seguro, iniciativa do cqcs que reúne corretores de seguros de todo o país no whatsapp, se há no mercado alguma seguradora que faça seguro de vida para menores de 14 anos. outro integrante do grupo, corretor de seguros no paraná, respondeu informando que não existe porque não é permitido por lei. para esclarecer o assunto e dirimir eventuais dúvidas, o cqcs conversou com o especialista em seguros de pessoas, dilmo bantim moreira. “os seguros de pessoas são regidos, no nível mais alto, pelo código civil brasileiro através de seu capítulo xv, determinando a legalidade da contratação de seguros sobre a vida humana. a princípio, todas as pessoas podem ter seguro de vida”, destaca o executivo. ex-presidente do cvg-sp (clube de vida em grupo – são paulo) e acadêmico da ansp (academia nacional de seguros e previdência), ele, entretanto, alerta: “até 13 anos somente podem ter garantias para reembolso de despesas com funeral. há legislação específica sobre o tema. entre 14 e 17 podem ter todas as coberturas, devendo a contratação ser assistida pelo responsável legal”. dilmo lembra ainda que outros casos em que são lícitas as disposições são o do artigo 9º da circular susep nº 440/12 e do artigo 8º da circular susep nº 302/05 ao estabelecerem que só é possível a oferta para menores de 14 anos relativa à contratação de coberturas relacionadas ao reembolso de despesas, seja na condição de segurado principal, seja na condição de dependente. “e o motivo para tanto, é que são previsões legais que levam em conta que o menor teria as despesas para a preservação de sua vida ou de sua saúde custeadas pelo seu representante legal, que poderá, assim, ser ressarcido. isso quer significar que o representante legal do menor estará atuando para garantir a saúde e a vida do menor de 14 anos. sendo assim, é possível a celebração de contrato com coberturas securitárias visando o reembolso de despesas em que o segurado seja menor de 14 anos”, explica. de acordo com o especialista em seguros de pessoas, todas as seguradoras habilitadas para seguros de pessoas podem oferecer produtos para menores de idade, observadas as restrições já citadas. fonte: cqcs/ ivan netto
18/01/2019

Planejamento financeiro para 2019: por onde começar?

 todo réveillon é a mesma coisa: as pessoas fazem revisões de metas dos anos anteriores e decidem o que gostariam de fazer no novo ano. mas seja o seu sonho viajar, comprar um carro, voltar a estudar ou reformar a casa, é necessário ter uma reserva financeira. não à toa, 51% dos brasileiros pretendem guardar algum dinheiro em 2019, de acordo com uma pesquisa da confederação nacional de dirigentes lojista (cndl) e do serviço de proteção ao crédito (spc brasil). mas como sabemos que engordar o bolso não é uma tarefa fácil, o relatório também aponta que 45% já começaram com medo de não conseguir cumprir o compromisso. para ajudar na tarefa e riscar essa pendência da sua listinha, o anderson paiva, gerente sênior da easynvest, trouxe algumas dicas especiais. 1. defina suas metas uma pessoa sem objetivos é uma pessoa sem rumo. para se guiar nessa jornada rumo à concretização dos seus sonhos, ter metas é fundamental. a primeira de todas é o motivo pelo qual você precisa juntar dinheiro. quer viajar? comprar um carro? mudar de casa? anote seu objetivo, o valor necessário e em quanto tempo quer alcança-lo. depois, defina pequenas metas. elas podem ser diárias, semanais ou mensais. defina também a quantia que você irá guardar todo mês e quais serão os gastos extras que você está disposto a assumir, como almoçar fora uma vez por mês. você vai perceber que, quando se tem esse controle, é muito mais fácil ponderar uma decisão e, se necessário, reequilibrar as contas depois de um imprevisto. 2. se organize! em 2018, muitas famílias se endividaram por planejamento financeiro. para dar o primeiro passo em direção ao seu objetivo, é preciso fazer uma análise da sua vida financeira para ver quanto e como está gastando. use uma planilha para listar seus gastos fixos, como aluguel e contas de energia e água, e as voláteis, como parcelas do cartão de crédito e ingressos para o cinema. assim, ficará bem visual e será mais fácil entender para onde seu dinheiro está indo. a ideia é colocar na balança seus ganhos e seus gastos, para ver se estão equilibrados. 3. corte gastos desnecessários depois de colocar seus gastos no papel, veja o que pode ser cortado. você precisa mesmo comprar outro par de sapatos vermelhos ou assinar o pacote premium da tv a cabo? os gastos do dia a dia são os mais perigosos: de trocado em trocado, sua carteira fica vazia e você nem percebe com o que gastou. para guardar aquela grana para o seu projeto especial, por que não diminuir os gastos desnecessários? mas atenção: ninguém está falando para você não ter vida social... é só dar uma segurada na onda! 4. seja prevenido vale lembrar que imprevistos acontecem, então guarde todo mês uma pequena quantia para, caso uma emergência apareça, não precisar gastar o dinheiro reservado para atingir seu objetivo. mas você não precisa guardar esse dinheiro embaixo do colchão, tá? tem outras formas de guardar e ainda fazer a grana render mais. 5. invista! assim chegamos ao último passo. dependendo do prazo definido para realizar seu sonho, os tipos de investimentos variam, mas não deixam de ser a melhor opção. para investimentos de curto prazo, aplicações como tesouro direto e cdb com liquidez diária podem ser boas pedidas, principalmente para quem está começando a investir, uma vez que o risco é baixo. já para médio e longo prazo, aplicações de tesouro ipca, fundos imobiliários e debêntures são algumas das alternativas para os investidores mais experimentados. para prazos ainda mais longos, existe uma infinidade de opções, como fundos multimercados, coe, cri, cra, ações... para a graninha de reserva, a dica é manter em tesouro direto com liquidez diária. assim, quando o imprevisto acontecer você pode resgatar o dinheiro sem dor de cabeça e com o rendimento dos dias que ela ficou aplicada. gostou das dicas e já quer começar? então entre no site da easynvest, simule seus investimentos e descubra seu perfil! fonte: portal nacional de seguros por gisele barata
18/01/2019

Evolução Digital x Transformação Digital: Qual é a diferença?

 o dinheiro circula de modo diferente e nossa vida é afetada as pessoas costumam confundir transformação digital com evolução digital. enquanto a evolução representa um avanço tecnológico sem alterar um modelo de negócio, a transformação acontece quando há uma ruptura no modelo de negócio. se mudou a maneira como o dinheiro começa a circular, estamos falando desta transformação: “se eu simplesmente leio um jornal no aplicativo ao invés de receber o mesmo em papel, o que temos é apenas uma evolução. a transformação digital causa impacto na imprensa escrita. quantas pessoas compram e-books e quantas imprimem? a mudança está acontecendo e as próprias livrarias físicas estão sentido a mudança. isso é transformação digital" esclarece ricardo slomka, vice presidente de tecnologia das operações da ewave do brasil. evolução x transformação atualmente 67% da jornada do consumidor é feita digitalmente, portanto a tecnologia precisa ser encarada como a mais forte aliada de qualquer negócio - é ela que está presente e influenciando drasticamente todos os setores empresariais. porém, slomka diferencia evolução de transformação. evolução digital - "hoje todos possuem smartphone e demais maneiras de estar online. a maneira como aconteceu a mudança do 1.0 para 2.0, por exemplo. podemos perceber esta evolução nas instituições bancárias, uma vez que os principais bancos possuem seus próprios aplicativos." transformação digital - "a transformação acontece quando há uma ruptura no modelo de negócio, quando o dinheiro começa a circular de uma maneira diferente. toda as vezes que eu causo mudança em redações, imprensa, em livrarias e editoras estou fazendo transformação!" os aplicativos de transporte como uber ou aqueles destinados à hospedagem como airbnb são bons exemplos desta transformação, pois muda o costume de consumo e todos os empresários precisam estar conscientes da transformação. fonte: portal nacional de seguros por jamille maltaca
18/01/2019

IR 2019: Reúna agora os papéis e tenha chance de receber restituição antes ...

 quem entrega a declaração do imposto de renda primeiro também recebe na frente dos outros, se tudo estiver certo e depois das prioridades legais, como idosos. a declaração de ir 2019 poderá ser entregue a partir de março, mas já dá para juntar e organizar a papelada. assim, fica pronto para apresentar a declaração já no começo de março. além de se livrar da obrigação, outra vantagem de preparar a declaração logo é que, se por acaso você notar que está faltando algum documento, terá mais tempo para resolver a pendência antes de terminar o prazo para entrega, no fim de abril. quem é obrigado a declarar a receita federal ainda não divulgou as regras para este ano. no ano passado, eram estas as condições que obrigavam a declararar: recebeu rendimentos tributáveis (como salário, aposentadoria, aluguel) acima de r$ 28.559,70 no ano anterior recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados na fonte (como indenização trabalhista ou rendimento de poupança) acima de r$ 40 mil no ano teve ganho de capital na venda de bens, como imóvel ou veículo, no ano anterior optou pela isenção de imposto na venda de imóvel residencial para compra de outro imóvel em até 180 dias era dono de bens com valor total superior a r$ 300 mil teve receita bruta superior a r$ 142.798,50 com atividade rural no ano anterior realizou qualquer tipo de operação na bolsa de valores estava no exterior e passou a morar no brasil em qualquer mês do ano passado providencie o cpf de todos que estão na declaração todos os dependentes terão de apresentar cpf, inclusive recém-nascidos. em 2018, a exigência era só para maiores de 8 anos. agora é para todo mundo. se os seus dependentes ainda não têm cpf, você pode solicitar o documento nas agências do banco do brasil, da caixa ou dos correios, ao custo de r$ 7,00. é preciso levar os documentos do menor (rg ou certidão de nascimento) e de um dos pais ou do responsável legal. maiores de 16 anos e menores de 25 anos que possuam título de eleitor, mas ainda não tenham cpf, podem solicitar o documento gratuitamente no site da receita. tenha a declaração do ano anterior em mãos "a declaração anterior vai servir de base para você saber quais dados foram ou não alterados e que precisam, obrigatoriamente, ser declarados", explica heber dionizio, contador responsável pelo escritório contabilizei. além disso, o programa da receita permite importar as informações do arquivo da declaração anterior, poupando tempo e evitando erros na hora de digitar dados e valores. se você declarou ir em 2018, provavelmente deve ter uma cópia do arquivo salva no computador ou impressa. caso não encontre o arquivo, é possível pedir uma segunda via pela internet, no centro virtual de atendimento (e-cac) ou uma versão impressa nas agências de atendimento da receita. organize os comprovantes de despesas com saúde a receita federal costuma ser rigorosa na fiscalização das despesas com saúde, já que os valores gastos feitos por você, seu cônjuge e seus dependentes podem ser deduzidos integralmente do ir. eventuais divergências de dados podem levar a declaração para a malha fina. por isso é importante conferir, organizar e guardar, por no mínimo cinco anos, os recibos fornecidos por médicos, dentistas e outros profissionais de saúde, além das notas fiscais de exames, internações e extratos de planos de saúde. os recibos e notas fiscais devem trazer o nome completo do prestador, com cpf ou cnpj, endereço, serviço prestado, valor pago, além do seu nome completo e cpf. caso a despesa tenha sido feita por seu cônjuge ou dependente, o nome e o cpf deles devem aparecer no documento. cuidado com as despesas com educação nem todas as despesas com educação são dedutíveis. a receita aceita apenas os gastos com escolas de ensino infantil (creches e pré-escolas), fundamental, médio, superior, pós-graduação e técnico. não podem ser lançadas no ir as despesas com cursos extracurriculares, como de línguas ou esportes, reforço escolar, cursinhos preparatórios para a faculdade ou para concursos públicos, gastos com compra de livros, xerox, uniforme ou material escolar. além de suas próprias despesas com educação, você pode abater também os gastos de seus dependentes nessa área. porém, há um limite para a dedução. em 2018, era de r$ 3.561,50 por pessoa. mesmo com esse limite, o contribuinte deve informar o valor total pago à escola no ano passado. os boletos ou recibos de pagamento devem trazer o nome e cnpj da instituição, além do nome do aluno. peça o comprovante de rendimentos no rh da sua empresa as empresas têm de entregar até 28 de fevereiro aos seus empregados o comprovante de rendimentos de 2018. "o documento é essencial para fazer a declaração", diz heber dionizio, da contabilizei. nele estão informações como: quanto você recebeu de salário no ano, quanto pagou de imposto na fonte e de inss. o documento pode trazer outros detalhes importantes, como os gastos com o plano de saúde coletivo ou os aportes no plano de previdência da empresa. se você fizer a declaração em conjunto com o cônjuge, também precisará do comprovante de rendimentos dele. o mesmo vale para seus dependentes, caso eles trabalhem e estejam incluídos na sua declaração. aposentados e pensionistas do inss devem buscar o comprovante no site da previdência. o documento com os valores recebidos em 2018 deverá estar disponível no fim de fevereiro. pegue o informe de rendimentos no site do banco os bancos também são obrigados a apresentar, até o dia 28 de fevereiro, o informe de rendimentos de seus clientes. muitas instituições não enviam mais o documento pelo correio. você pode obter uma versão digital no site do seu banco e depois imprimi-la. o informe traz os saldos de contas correntes, poupanças, fundos e outras aplicações nos dias 31/12/2017 e 31/12/2018, além dos ganhos obtidos com os investimentos ao longo do ano passado. se você tem conta em mais de um banco, é preciso pegar os informes de todos eles. o mesmo vale para quem tem investimentos em cdbs, no tesouro direto ou em ações. peça o documento no banco ou corretora onde você fez a compra dos papéis. quem possui plano de previdência privada (pgbl ou vgbl) ou participa de algum fundo de pensão também deve solicitar o comprovante dos valores pagos ou recebidos no ano passado à instituição que administra o plano ou fundo. procure os documentos de compra ou venda de carros e imóveis se você vendeu, comprou ou financiou algum bem em 2018, como um imóvel, carro ou moto, vai precisar informar os detalhes da transação na declaração do ir. por isso procure o recibo, nota fiscal, contrato de financiamento, ou escritura. anote as informações principais, como nome e cpf ou cnpj de quem você comprou ou vendeu o bem, se o negócio foi pago à vista, a prazo ou financiado. no caso de financiamento, anote também o nome do banco, número do contrato, o montante financiado, número e valor das prestações, além do valor de entrada. inss de domésticos, aluguel, pensão alimentícia e outros há ainda uma série de documentos específicos que também precisam ser organizados para preencher a declaração. caso tenha empregado doméstico, organize as guias de recolhimento do inss. o valor gasto com a previdência dele pode ser abatido do seu ir. se você é trabalhador autônomo ou recebe outras fontes de renda, como aluguel ou pensão alimentícia, precisa reunir os comprovantes de pagamento do carnê-leão. em 2018, isso era obrigatório para quem recebeu valor superior a r$ 1.903,98 mensais dessas fontes. se você paga pensão alimentícia, guarde os comprovantes, caso o valor não seja deduzido diretamente do seu salário. o montante pode ser abatido do seu ir, mas o total pago não pode superar o valor estabelecido na decisão judicial que concedeu a pensão. procure também documentos referentes a doações, heranças, empréstimos bancários e consórcios ocorridos no ano passado. todas essas situações precisam ser declaradas no ir. fonte: uol - são paulo por téo takar

Previdência com seguro?


23/04/2019
Muita gente confunde seguro com Previdência. São coisas diferentes, mas podemos dizer que são produtos que se complementam.
O seguro cobre um risco. Enquanto o seguro de automóvel cobre o risco de você ter o carro roubado ou batido, o de vida cobre o risco de você falecer e deixar alguém desamparado financeiramente.
A Previdência Privada, por sua vez, é uma poupança de longo prazo. Uma estratégia de investimento. Fazer previdência é planejar financeiramente o futuro.
No entanto, imprevistos podem ocorrer no meio do caminho e, por vezes, tornar impossível a realização dos planos de um futuro financeiro tranquilo e seguro. Uma doença ou um acidente às vezes significam o fim da vida profissional. A incapacidade de produzir riqueza, de prover seu próprio sustento.

Para quem tem família, o risco é ainda maior!
Por isso, quando se pensa em previdência, deve-se pensar, também, em seguro!
Quem tem previdência, não pode deixar de agregar a seu plano, um seguro que pague uma renda por invalidez e, se tiver dependentes, uma pensão ou um pecúlio por morte.
A solução é seguir uma estratégia que vai combinar previdência e seguro.
Desde o início do Plano, a contribuição deve ser composta de duas parcelas: a contribuição previdenciária propriamente dita, e uma parcela para contratação das coberturas de invalidez e morte.
No início do Plano, a reserva previdenciária é ainda pequena. Então, a cobertura de risco deve ser maior. Com o tempo, e com o crescimento do patrimônio previdenciário, através das contribuições e do rendimento, a situação se inverte e diminui a necessidade de cobertura de risco.

Se a opção for contribuir sempre com um valor fixo, o valor total deve ser dividido. Uma parte para a poupança, outra para o seguro. Novamente, no início uma maior parte para as coberturas de risco. À medida que cresce a poupança previdenciária, menor será o valor da parcela destinada aos seguros.
O próprio INSS garante a seus segurados o pagamento da aposentadoria por invalidez e a pensão por morte a seus dependentes, mas em valores inferiores ao teto.
Resumindo, uma boa estratégia para aposentadoria deve combinar a contribuição para o INSS e uma complementação através da Previdência Privada – o ideal é um Plano de Previdência Cooperativo – aliada ao Capital Adicional de Risco. Isto garante atingir, com segurança, a renda desejada que permita a manutenção do padrão de vida na aposentadoria.

Fonte: Portal TRI Tribuna

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