20/07/2018

A APOSENTADORIA VAI GARANTIR O MESMO PADRÃO DE VIDA QUE TENHO HOJE?

 durante toda minha vida tentei seguir o que pareciam ser as regras do jogo. procurei trabalhar em empresas sólidas, fui um profissional exemplar e dedicado. cursei pós-graduação, me especializei, fiz uma rede de relacionamentos com pessoas importantes, e fiz de tudo para ser reconhecido pelos meus superiores. tive parte de meus ganhos retidos na folha para contribuir com o fundo de pensão. acompanhava de tempos em tempos meu saldo no inss para ter certeza que as empresas estavam cumprindo sua parte. para garantir, contratei mais um plano de previdência privada com o meu banco, contribuindo com mais um valor extra para formar meu “pé de meia” até a hora de me aposentar. hoje estou aposentado, inseguro e preocupado. a previdência privada me proporciona uma renda conforme eu escolhi naquela época, no entanto, o custo de vida de hoje é muito diferente daquele que planejei lá atrás. meus gastos aumentaram demais. e pelo inss, recebo mensalmente um valor menor do que eu tinha de salário quando parei de trabalhar, sem contar que tive que trabalhar por mais anos além do planejado, para conseguir assim um valor mensal de aposentadoria um pouco maior. esta história é fictícia, mas infelizmente é a realidade de muitas pessoas que ao se aposentarem, estão vendo sua renda diminuir e muito, graças a um plano de previdência social ineficiente, e que fecha cada ano com um recorde de prejuízo. em 2017, o déficit subiu para 268,8 “bilhões”. isso faz com que as pessoas trabalhem até uma idade mais avançada – ou até nem parem de trabalhar – para conseguir manter o mesmo padrão de vida e consumo. o trabalhador que está próximo de se aposentar vê a renda da aposentadoria como uma receita extra, pois poucos poderão de fato parar de trabalhar. o jovem de hoje já nem sabe se poderá contar com o inss na sua vez, pois até lá, só deus sabe! trataremos em outro texto maneiras de formarmos reservas para nossa aposentadora. por hora, o objetivo é acender um alerta em cada pessoa que ainda não se deu conta que: se ao longo da sua vida profissional não conseguir formar poupanças/reservas de outras maneiras, na hora de pegar de volta o que contribuímos para o inss, estaremos mais para apavorados que para aposentados. fonte: jornal a semana
20/07/2018

Em vez de aplicar, 25% dos poupadores guardam dinheiro na própria casa

  poupança ainda é utilizada por 60% dos brasileiros que possuem recursos guardados uardar dinheiro no final do mês não é um hábito comum do consumidor brasileiro. e mesmo entre aqueles que conseguem poupar parte de seus rendimentos, a busca por aplicações rentáveis é atitude adotada por parcela ainda pequena da população. dados apurados pelo indicador de reserva financeira do serviço de proteção ao crédito (spc brasil) e da confederação nacional de dirigentes lojistas (cndl) revelam que um quarto (25%) dos poupadores guarda dinheiro na própria casa, opção arriscada por questões de segurança e negativa do ponto de vista da rentabilidade, uma vez que o dinheiro fica parado sem render juros. mesmo com a ofensiva das corretoras e a popularização de modalidades como o tesouro direto nos últimos anos, a velha caderneta de poupança continua líder absoluta entre o principal tipo de aplicações dos poupadores brasileiros, citada por 60% dos entrevistados. outra escolha bastante mencionada é a conta corrente, modalidade usada por 18% dos brasileiros que possuem recursos guardados. completam o ranking de principais aplicações a previdência privada (7%), fundos de investimentos (5%), cdbs (4%) e tesouro direto (4%). a caderneta de poupança ainda é a modalidade de investimento mais conhecida pelos entrevistados: ao menos 81% das pessoas que possuem dinheiro guardado já ouviram falar a seu respeito. em seguida aparecem os títulos de capitalização (48%), planos de previdência privada (45%), ações em bolsas de valores (39%), fundos de investimentos (33%) e o tesouro direto (24%). “em geral, as escolhas de investimentos são influenciadas tanto pelo conhecimento escasso sobre as possibilidades de investir como pelo comodismo. ao manter o dinheiro em casa, o consumidor está perdendo o poder de compra pela inflação e isso pode ser prejudicial para seus objetivos. se a intenção é proteger-se contra imprevistos, o conveniente é optar por uma reserva com alta liquidez, ainda que isso implique um rendimento menor. por outro lado, se o objetivo é poupar para o longo ou médio prazo, aplicações menos líquidas, isto é, com menos facilidade para sacar, podem servir de freio ao impulso de desviar a finalidade deste recurso guardado”, aconselha a economista-chefe do spc brasil, marcela kawauti. apenas 16% dos brasileiros pouparam em maio; 40% alegam ter renda muito baixa para conseguir guardar dinheiro no fim do mês o indicador de reserva financeira mensurado pelo spc brasil e pela cndl revela que no último mês de maio apenas 16% dos brasileiros conseguiram poupar parte de seus rendimentos, como salários, aposentadorias e pensões, por exemplo. a maioria (71%) terminou o mês sem sobras de dinheiro para aplicar. e mesmo entre as pessoas de mais alta renda, o hábito de poupança revela ser algo precário. nas classes a e b, apenas 28% dos entrevistados pouparam em maio, contra 66% que não. nas classes c, d e e, o percentual de poupança cai para 13%. considerando os que se recordam do valor guardado, a média foi de r$ 440,40. entre os brasileiros que não pouparam nenhum centavo em maio, 40% justificam uma renda muito baixa, o que inviabiliza ter sobras no fim do mês. outros 25% foram surpreendidos por algum imprevisto financeiro e 12% que não possuem renda no momento, provavelmente por estar desempregados. há ainda 12% de consumidores que admitiram ter perdido o controle e a disciplina sobre os próprios gasto. na avaliação do educador financeiro do portal ‘meu bolso feliz’, josé vignoli, a boa prática mostra que o hábito de poupar dinheiro não deve se reduzir as sobras eventuais do orçamento, mas ser um costume a ser exercitado com regularidade. “a poupança deve ser encarada como um compromisso de todos os meses. se o consumidor deixa para guardar só o que sobra, ele pode ceder à tentação de transformar o que deveria ser uma reserva financeira em consumo, ficando sujeito a eventuais imprevistos ou inviabilizando a realização de sonhos de consumo, assim como garantir uma aposentadoria mais confortável alerta o educador. 52% dos poupadores guardam dinheiro regularmente para lidar com imprevistos; 46% tiveram de resgatar parte da reserva para imprevistos ou compras o levantamento mostra que dentre os brasileiros que possuem alguma quantia guardada, o objetivo principal é se proteger contra situações de imprevistos, principalmente doenças e problemas diversos do dia a dia, citado por com 52% dos poupadores. a segunda razão mais citada é garantir um futuro melhor para seus familiares (30%), seguida do receio de ser demitido e ficar sem condições de se manter (28%). somente a partir do quarto lugar no ranking de citações é que aparecem opções relacionadas a consumo, como realizar uma viagem (17%) e adquirir a casa própria (16%). além disso, apenas 14% guaram dinheiro pensando na aposentadoria. outro dado é que 46% dos brasileiros que possuem reserva financeira tiveram de sacar ao menos parte desses recursos no último mês de maio, sendo que nas classes de renda mais baixa, esse percentual sobe para 50%. os imprevistos foram a razão principal dos saques para 16% dos entrevistados. outros 11% resgataram o dinheiro para pagar dívidas acumuladas e 10% para pagar despesas do dia a dia. metodologia o objetivo da sondagem é acompanhar, mês a mês, a formação de reserva financeira do brasileiro, destacando a quantidade daqueles que tiveram condições de poupar ao longo dos meses. o indicador abrange 12 capitais das cinco regiões brasileiras: são paulo, rio de janeiro, belo horizonte, porto alegre, curitiba, recife, salvador, fortaleza, brasília, goiânia, manaus e belém. juntas, essas cidades somam aproximadamente 80% da população residente nas capitais. a amostra, de 800 casos, foi composta por pessoas com idade superior ou igual a 18 anos, de ambos os sexos e de todas as classes sociais. a margem de erro é de 3,5 pontos percentuais a uma margem de confiança de 95%.
20/07/2018

Anasps mostra explosão dos planos de previdência com 13,3 milhões de participantes o sonho do INSS está virando pesadelo

 o vice-presidente executivo da associação dos servidores públicos da previdência e a seguridade social – anasps, paulo césar régis de souza, disse hoje que o temor dos trabalhadores brasileiros quanto ao futuro da previdência pública, do regime geral de previdência social-rgps,  fez com que as provisões técnicas da previdência complementar privada dos planos de previdência tenham alcançado r$ 756,1 bilhões em 2017, encostando na previdência complementar privada dos fundos de pensão,  com uma participação expressiva de 13,3 milhões de pessoas correspondendo a 14.70% da população ocupada de 90.6 milhões de brasileiros. “o dado é expressivo e marca o medo, a desconfiança e a incerteza que a incompetência de maus gestores que estão levando o rgps e, por consequência o inss, ao fundo do poço”, disse. “ninguém acredita mais em uma previdência que depois de 35 anos de trabalho e de contribuição lhe pague uma aposentadoria de um salário mínimo, o mesmo que paga ao aposentado rural que não contribui com um centavo.  o nosso inss que foi um sonho, virou um pesadelo; que era esperança, virou drama. o trabalhador urbano que se aposentava com 10 salários mínimos, no teto, que era de 10 salários mínimos, por ter que cobrir o rombo da previdência rural, teve o seu benefício achatado e hoje poucos chegam a três salários mínimos. em maio último, 67,0% dos benefícios pagos pelo inss eram de até 1 salário mínimo. isto só acentuou a decepção com o inss”. “o contribuinte urbano foi duramente  acossado pelo impacto de pagar a previdência rural, que inclui também outros benefícios para os quais o rural  não contribui, e há duas décadas tem que conviver com déficits crescentes do inss  pela má gestão financeira da previdência, entregue desde 2017 à receita federal, que  não combate a sonegação, não fiscaliza nem cobra os devedores, arrecada mau, concede renúncias e desonerações contributivas, perdoa os caloteiros com os refis e não recupera crédito”, afirmou paulo césar régis de souza. o vice-presidente da anasps admitiu que a previdência privada dos planos de previdência vem se expandindo fortemente. suas reservas técnicas mais do que dobraram, de 2012, quando eram de r$ 319,0 bilhões, a 2017, quando chegaram a r$ 656 bilhões. já o número de participantes, no mesmo período, passaram de 10,3 milhões, em 2012, para 13,3 milhões em 2017, “os lucros de bancos e seguradoras que controlam os planos de previdência se acentuaram de forma crescente na mesma velocidade em que o inss ampliou seu déficit de caixa, 90% dele concentrado na previdência rural. ”
20/07/2018

Susep multa em R$ 3 milhões associação de proteção veicular

 a susep aplicou multa no valor de r$ 3 milhões a associação amigos clube de benefícios por julgar subsistente processo administrativo instaurado pela coordenação-geral de julgamentos da autarquia. essa associação descumpriu normas previstas no art. 17, da resolução 243/11 do cnsp, a qual estabelece que as infrações e sanções aplicáveis a quem realizar operação de seguro, cosseguro, resseguro ou capitalização sem a devida autorização serão punidas com multa no valor igual à importância segurada ou ressegurada. a associação foi notificada do seu direito de interpor recurso ao conselho de recursos do sistema nacional de seguros privados, de previdência privada aberta e de capitalização – crsnsp, o que deverá fazer no prazo máximo de 60 dias. caso haja renúncia do direito de interpor o recurso, a associação poderá pagar, no mesmo período, o valor de r$ 2.250.000,00, já deduzido o desconto de 25% da multa aplicada. a guia de recolhimento da união – gru para o referido pagamento deverá ser retirada na sede da susep (av. presidente vargas 730 – centro – rio de janeiro-rj), onde também poderá ser obtida vista e retirada de cópias dos autos. decorrido o período de 60 dias, sem que tenha sido providenciado o respectivo pagamento, os autos do processo serão enviados a procuradoria federal instalada na susep para procedimento de inscrição na dívida ativa da união. além disso, caso não haja o pagamento, o referido débito será inscrito no cadastro informativo dos créditos não quitados de órgãos e entidades federais – cadin, após 105 dias contados da data de publicação. fonte: portal nacional de seguros
20/07/2018

Susep não dá folga para as seguradoras piratas

 a susep segue com a moralização do mercado e publicou no diário oficial da união mais duas intimações para as tais associações que comercializam a chamada “proteção veicular” e atuam irregularmente como seguradoras, sem a devida autorização legal. agora, associação metropolitana dos motoristas autônomos e a apvb – associação de proteção de veículos da bahia terão um prazo de 30 dias para apresentar sua defesa. claro, se forem encontrados seus responsáveis, ou se houver algo a dizer em defesa da desfaçatez que cometem. a susep advertiu que, se os fatos narrados nos processos forem julgados sem as referidas alegações, as duas associações estarão sujeitas à penalidade de multa. os dois processos estão à disposição dos dirigentes dessas associações na sede da susep (av. presidente vargas 730 – centro, rio de janeiro/rj), no horário das 9h30min às 16h30min. fonte: sincor-rs
20/07/2018

Seguros reservam oportunidades para os bons corretores

 de forma semelhante aos riscos declináveis, vendas online não precisam ser encaradas como ameaças renato cunha bueno é sócio-diretor da arx re corretora de resseguros e coordenador da comissão grandes riscos e resseguros do sincor-sp. vivemos uma eterna discussão a respeito dos chamados riscos declináveis e outra sobre o avanço dos modelos de venda de seguros via internet – chamo de venda porque estes sistemas em geral se baseiam no preço e não no serviço que o bom corretor profissional está habilitado a prestar no dia a dia a seus segurados. eu, pessoalmente, não acredito muito na existência de riscos declináveis nem tão pouco nos sistemas de venda via internet. sabendo procurar achamos aceitação para praticamente tudo. é claro: tudo menos riscos realmente ruins, que de verdade não têm condições de serem segurados, mas que poderiam se qualificar se fossem trabalhados para ter um bom sistema de proteção. então, o corretor tem que se preparar para antes de submeter um risco difícil ao mercado, fazer com que ele, se for o caso, seja melhorado. isso pode ser obtido com recomendações de um relatório de inspeção ou check list detalhado, que podem ser feitos pelo próprio corretor interessado, de forma a despertar o interesse do mercado na conta mostrando que ela é boa e que merece ser olhada pelas seguradoras. na minha opinião, o segredo está em saber procurar, e de alguma forma mostrar que se trata de um bom risco numa atividade considerada difícil, de forma a tentar despertar o interesse da seguradora. outro caminho, se houver prêmio um pouco mais expressivo, é procurar o apoio de um corretor de resseguros e se aproximar do mercado já com uma condição de retrocessão na mão, o que, em muitas situações, resolve o problema. de forma semelhante, os sistemas de venda pela internet também não me assustam, porque por melhor que seja o corretor eletrônico, ele não consegue igualar o nível de serviço que um bom profissional presta e além disto, estes “sistemas” implicam num investimento significativo em mídia, telemarketing e desenvolvimento de ferramentas que com frequência acabam em algum momento sendo oferecidas gratuitamente aos corretores, até porque a dinâmica de desenvolvimento destas ferramentas e de novos de canais de distribuição eletrônico se tornam obsoletas e ou de domínio público rapidamente. o que eu acho importante é que o corretor tenha facilitadores e canais eletrônicos para divulgação, também como alternativa de acesso para uma carteira de clientes já existente, o que não é caro nem difícil. por isso, creio que o corretor profissional que presta serviços tem um futuro luminoso à sua frente. para este, o risco declinável é uma oportunidade e, considerando que as plataformas digitais nunca prestarão serviços com a qualidade e amplitude que ele pode oferece, este fantasma também pode ser afastado. fonte: portal nacional de seguros por thaís ruco  
18/07/2018

‘Você é o Melhor Amigo do Seu Dinheiro’

 campanha desenvolvida pela fenacap nas mídias sociais e portais noticiosos estimula o consumo consciente e incentiva a população a juntar dinheiro antes de gastar. a frase-título dessa matéria traduz o conceito da campanha institucional que a federação nacional de capitalização – fenacap – e suas 17 empresas associadas lançam hoje nas mídias sociais e em portais noticiosos de grande audiência. a iniciativa é parte dos esforços de educação financeira desenvolvidos pela entidade no âmbito do programa de educação em seguros, da confederação nacional de seguros gerais, a cnseg. o diretor-executivo da fenacap, carlos alberto corrêa, explica o objetivo da iniciativa: “num país com cerca de 60 milhões de pessoas endividadas, outras milhares inadimplentes, que não dispõem de reservas para fazer frente a emergências financeiras e não conseguem preservar conquistas, tornou-se urgente incrementar os esforços de educação financeira, condição considerada essencial para promover e ampliar o bem-estar das famílias brasileiras, especialmente em momentos de instabilidade econômica”, assinala. estas ações estão alinhadas à estratégia nacional de educação financeira (enef), criada pelo governo federal, que rapidamente obteve o engajamento de instituições como a cnseg – confederação nacional de seguros gerais e das quatro federações empresariais a ela vinculadas. melhor amigo durante os próximos meses, usuários do facebook e de portais de notícias poderão conhecer e acompanhar as peripécias de um cachorrinho charmoso, que estará presente com seus donos em situações bem conhecidas: uma jovem diante dos apelos de uma mega promoção de roupas; outro que se encanta com uma oferta relâmpago em um site de compras e em muitas outras circunstâncias. remetendo à ideia de que o cachorro é o melhor amigo do homem, a campanha, criada pela agência binder, mostrará o personagem em vídeos, banners e outras peças, ajudando seus donos a fugir dos apelos do consumo fácil e pouco consciente. o “mascote”, especialmente criado para a campanha – que utiliza recursos 3d para tornar ainda mais real a experiência dos usuários – é altamente convincente ao desestimular compras por impulso. ao mesmo tempo, a campanha procura ampliar o conhecimento sobre as modalidades de títulos de capitalização existentes, com explicações simples e claras sobre o funcionamento de cada uma delas, a quem se destinam e seus benefícios. os vídeos exibidos nas redes e nos portais noticiosos levam o usuário a conhecer o hot site da campanha que, além de explicar didaticamente o que é um título de capitalização e suas modalidades, conta ainda com um “simulador de planos”, a fim de identificar quanto seria necessário guardar para realizá-los, seja uma viagem de férias, uma festa de 15 anos, um casamento, a reforma da casa e outros sonhos. “de maneira lúdica e divertida, nossa expectativa é estimular as pessoas a juntar dinheiro para gastar depois, apresentando as soluções de capitalização como um caminho bastante interessante para chegar lá, por meio do planejamento e da disciplina financeira”, assinala elena korpusenko, presidente da comissão técnica de comunicação da fenacap. essa é a primeira campanha institucional da federação dirigida ao consumidor final, embora também existam algumas ações previstas para parceiros de negócios e distribuidores de soluções de capitalização. as modalidades apresentadas na campanha incluem os títulos de capitalização tradicional (para juntar dinheiro e concorrer a prêmios, com resgate de 100% do valor pago, corrigido pela tr, ao fim da vigência); o instrumento de garantia ( que permite usar o título para alugar um imóvel, dispensando fiador); o título popular (preço acessível, com retorno de até 50% da reserva e muitos sorteios); o produto de incentivo (para pessoas jurídicas interessadas em realizar ações proporcionais de vendas com o estímulo dos sorteios para seus clientes); e o filantropia premiável (consumidores concorrem a prêmios e cedem suas reservas para instituições filantrópicas credenciadas pelas empresas de capitalização). fonte: fenacap via seguro gaucho
18/07/2018

3 tecnologias que estão revolucionando os seguros de vida

 a gamificação, wearables e blockchain são tecnologias que já estão impactando no setor de seguros o uso de novas tecnologias está promovendo mudanças no setor de seguros. agora, há uma competitividade ainda maior e novas preferências dos consumidores estão surgindo. tecnologias como gamificação, uso de wearables e até a blockchain estão trazendo mais agilidade e inteligência às seguradoras, enquanto seus clientes podem experimentar mais conveniência e personalização de serviços. essa mudança é importante para os consumidores principalmente nos seguros de vida, por exemplo, quando é no mínimo estressante em qualquer situação fazer um sinistro. por se tratar de um serviço delicado, é importante que ele seja o melhor possível sempre – e essas três tecnologias estão ajudando nisso: gamificação a gamificação é uma metodologia que engaja os consumidores ao aplicar mecânicas de jogos em diversas áreas, como na transmissão de informações e resolução de problemas. a gamificação motiva os consumidores a se manterem informados e educados quanto às novidades ou informações importantes dos seguros, pois as seguradoras possuem a possibilidade de oferecer recompensas pela participação nos jogos. além disso, se os jogos forem interessantes podem promover até a divulgação do serviço de seguro, já que os usuários podem compartilhá-los com amigos ou nas redes sociais. wearables os wearables são os dispositivos eletrônicos que podem ser “usados” – como smartwatches, jaquetas inteligentes, entre outros. os relógios são os dispositivos mais populares para controlar a saúde, pois medem e analisam os batimentos cardíacos, número de calorias queimadas, qualidade do sono, frequência e qualidade de exercícios físicos e até quantos passos foram dados. essas informações são interessantes para os seguros de saúde, porque ao ter acesso aos dados desses dispositivos, as seguradoras possuem informações ricas sobre seus clientes e podem criar produtos ainda mais customizados. além disso, saber um pouco mais sobre a saúde de seus clientes possibilita que as seguradoras fomentem iniciativas para reeducação de costumes – e isto pode ser feito através da gamificação, por exemplo. blockchain a blockchain – sim, a plataforma no qual são realizadas as transações de criptomoedas – é uma plataforma aberta, criptografada e descentralizada. ou seja, as informações contidas na plataforma estão seguras pela criptografia, pertencem a todos e são de ninguém ao mesmo tempo e podem ser acessadas de qualquer lugar. no setor de seguros de saúde, a blockchain contribui na realização de smart contracts – os contratos inteligentes realizados diretos na plataforma. o benefício de realizar os contratos direto na plataforma é a maior transparência e segurança oferecida pela criptografia, a eliminação de intermediários e a redução de fraudes. colabore com a tecnologia a liberty seguros já traz a tecnologia para seus processos ao realizar, por exemplo, a autovistoria no seguro de automóveis. porém, a seguradora deseja trazer a tecnologia ainda mais para seus serviços, inclusive no seguro de vida. por esse motivo, a seguradora está realizando mais uma edição da liberty open colab, seu programa de conexão com startups. após as inscrições, as startups selecionadas participarão de um pitch day para apresentar suas soluções e as que possuírem maior sinergia com a liberty realizarão uma imersão na empresa. juntas, a seguradora e as startups realizarão um período de conexão, no qual as startups podem se tornar suas parceiras ou fornecedoras.
18/07/2018

Previdência Privada Vale a Pena?

 “a tributação e a blindagem patrimonial são dois itens que precisam ser considerados”, explica daniela casabona, assessora financeira da fb wealth. a previdência privada, diferente da pública, não está ligada ao instituto nacional de seguro social (inss). nos planos da previdência privada é possível escolher o valor da contribuição e a periodicidade em que ela será feita, dessa maneira, a instituição financeira aplica essas quantias no mercado de investimentos, com o propósito de gerar a melhor rentabilidade. porém, o fato de não oferecer nenhuma garantia de que o dinheiro depositado todo mês alcance a rentabilidade prometida gera preocupações nos investidores e até naqueles que pensam em começar a poupar através desta modalidade. outra preocupação é se daqui 30 anos, por exemplo, este plano de previdência privada ainda existirá e estará sendo gerido de maneira correta. para daniela casabona, assessora financeira da fb wealth, a época em que a previdência privada não tinha bons fundos já passou. “o que acontece hoje é que os bancos não tem um cuidado. vendem a previdência somente para bater metas. levando este descuido em conta, concorrentes nacionais e estrangeiros passaram a disponibilizar um produto muito melhor e rentável”, explica casabona. além do desdém dos bancos, este investimento ainda carrega com si outras desvantagens, por exemplo: taxas de administração abusivas, ou seja, a taxa que se dá em forma de recompensa ao gestor que administra os recursos que são aplicados; taxa de saída, sendo ela uma cobrança que é feita caso o investidor decida resgatar o dinheiro antes de um determinado período pré-acordado e por fim, uma desvantagem que desanima muitos é a baixa rentabilidade. “mesmo com esta série de desvantagens a tributação e a blindagem patrimonial são dois itens que precisam ser considerados”, ressalta. além destas, existem outras vantagens na previdência privada, como a sucessão patrimonial, ou seja, é permitida a escolha de quem serão os beneficiados e de quem pode ser ou não ser os herdeiros. tudo isso é conversado e definido no momento da contratação. a portabilidade, é possível que o investidor troque de fundo de uma previdência para outro, sem ter a necessidade de resgatar o dinheiro. a possibilidade de débito automático, ou seja, o dinheiro para a aplicação no plano é descontado automaticamente todos os meses, também é um atrativo para aquele que não tem o hábito de guardar dinheiro com regularidade. fonte: portal nacional de seguros por fabrizio guerrato

União Seguradora fecha o ano com novos negócios


14/12/2018
A União Seguradora recebeu a Uperformance Assessoria & Consultoria em Seguros em sua sede em Porto Alegre. O diretor comercial João Lock, Antônio Coutinho, técnica, e Marco Rocha, comercial, receberam Domingos Costa, Ailton Lopes e Estela De Moura Rey para iniciar uma parceria com prospecção de novos negócios. Segundo os participantes, a reunião foi produtiva em ideias que, com certeza, confirmam o sucesso dessa parceria para 2019. O diretor João Lock e sua equipe agradecem a visita da Uperformance e encerram o ano com excelentes perspectivas.

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