24/08/2018

5 sinais de que o mercado de ICO voltará a crescer

 todos os dias, mais e mais previsões pessimistas sobre o estado da indústria de criptomoedas estão aparecendo online. os especialistas apontam várias razões para isso: as startups que possuem icos não têm produtos finalizados, o crescimento da criminalidade e o fortalecimento da regulamentação estatal. no entanto, o mundo das criptomoedas não tem intenção de desistir tão facilmente. o mercado de ico está de pé. se você der uma olhada mais de perto na situação, no entanto, verá que a conversa sobre o fim iminente das criptomoedas é muito exagerada. 1. o mercado está em transição para uma nova fase de desenvolvimento de acordo com dados do ibrc (icobox blockchain research center), desde o início do ano, a capitalização do mercado das criptomoedas caiu quase três vezes, de us$ 768 bilhões para us$ 254 bilhões. no entanto, quando comparado com o início de agosto do ano passado, a capitalização de mercado dobrou, o que está claramente em desacordo com as afirmações sobre a sua iminente ruína. além disso, se você olhar para a atividade dos apoiadores no mercado de ico, a tendência aqui é ainda mais positiva. de acordo com os cálculos do tokendata.io, as startups de blockchain mantiveram 435 ico no ano passado e us$ 5,6 bilhões foram coletados. conforme relatado pelo site britânico coinschedule.com, até o início de agosto deste ano, investidores haviam participado de 706 icos e comprado tokens no valor de quase us$ 18 bilhões. esta virada de eventos tem pouca semelhança com um enfraquecimento da tendência. analistas do ibrc apontam evidências claras de uma nova fase de desenvolvimento no mercado de criptomoedas e projetos de ico. o número de grandes apoiadores prontos para fornecer recursos significativos para projetos está crescendo. por exemplo, de acordo com as estimativas da consultoria internacional pwc no início de julho deste ano, o valor médio coletado por ico aumentou para us$ 25,5 milhões, o dobro do valor de 2017. de acordo com nick evdokimov, especialista internacional no mercado de criptomoedas e fundador do icobox, o mercado de ico está longe de esgotar seu potencial. “estamos em um estágio muito inicial de desenvolvimento, por isso é ridículo dizer que o navio partiu ou que a compra de tokens não é tão vantajosa. pelo contrário, isso é apenas o começo”, observou evdokimov. 2. o crescente interesse de instituições financeiras tradicionais no mercado de criptomoedas segundo evdokimov, o aumento do número de instituições financeiras tradicionais que participam do desenvolvimento do mercado de criptomoedas é obviamente também um sinal positivo. o anúncio recente da goldman sachs sobre a formação de uma divisão para trading de criptomoedas e seus planos de lançar um serviço para o armazenamento de tokens para investidores institucionais é uma confirmação direta dessa tendência. 3. a criação de sites regulamentados pelo governo federal para negociação de contratos futuros de bitcoin um evento ainda mais sério ocorreu neste mercado em 3 de agosto, quando o intercontinental exchange (ice), o maior pregão mundial de instrumentos financeiros, anunciou a criação da joint venture bakkt. em novembro deste ano, a bakkt fornecerá aos traders uma plataforma “regulamentada pelo governo federal” para o comércio de futuros de bitcoin e um serviço de custódia para ativos criptografados. os parceiros da ice nesse empreendimento são a microsoft, boston consulting group, starbucks, principais fundos hedge, fundos de capital de risco e fundos especializados em projetos de criptomoeda, como pantera capital e protocol ventures. embora a starbucks tenha anunciado imediatamente que seu “frappuccino® não pode ser comprado diretamente com bitcoins”, para todos os efeitos, a criptomoeda será aceita para pagamento após conversão para dólares americanos na plataforma bakkt usando um aplicativo especial que está sendo desenvolvido pela starbucks. 4. os criptoativos estão começando a ser usados ​​como um veículo de investimento no entanto, a decisão da comissão de valores mobiliários dos estados unidos (sec) de listar o primeiro fundo negociado em bolsa (etf) de bitcoin na cboe talvez tenha o efeito mais tangível, pelo menos a curto e médio prazo. segundo algumas estimativas, essa decisão é esperada para setembro, e muitos analistas acreditam que a decisão pode muito bem ser favorável. se isso acontecer, o fundo será negociado em uma bolsa que está completamente sob a supervisão dos reguladores financeiros dos eua. foi a falta de tal supervisão que serviu de base para a recusa da sec de listar um etf similar no final de julho de 2018. a aparição deste fundo no mercado provavelmente daria um poderoso impulso ao desenvolvimento e uso de criptoativos como um veículo de investimento. afinal de contas, no momento presente, os fundos de aposentadoria e as seguradoras, principais investidores institucionais, não têm o direito de depositar seu dinheiro em criptoativos. portanto, uma decisão favorável da sec abriria as portas para bilhões em financiamento potencial e startups um ímpeto ainda mais forte para entrar no mercado de ico e emitir seus próprios tokens. 5. interação entre startups e fundos e a chave para o uso generalizado de tokens como valores mobiliários especialistas acreditam que o trabalho de startups com fundos é um pouco mais eficaz de diversificar uma base de financiamento e garantir o gozo mais amplo de tokens por traders de varejo. para o fim, os tokens que são fornecidos aos investidores, devem ser exibidos como tokens de utilidade, exigidos para a compra de produtos ou serviços da startup e não são sujeitos a regulamentação, ou como security tokens (valores mobiliários). “mais e mais icos estão aparecendo, estruturando seus tokens como security tokens sob a ajuda dos eua e trabalhando com investidores credenciados internacionalmente”, acrescenta nick evdokimov. ele também recomenda que os investidores considerem uma possibilidade de trabalhar com icos de uma startup bem sucedida através de fundos. “o fundo entra na startup como um comprador de token por atacado e recebe um bom preço. se tomar essa decisão de forma independente, isso significa que ela fez sua própria pontuação interna, economizando, assim, algum esforço para o investidor. o fundo pode chegar a um acordo com a startup em termos absolutamente únicos, como hedge ou a realização de transações mistas com os fundos coletados. então, preste atenção em quais fundos se juntaram à startup, e se você puder se envolver com um fundo em vez de se envolver diretamente, não perca sua chance”, recomenda o especialista do mercado. fonte: portal do bitcoin
24/08/2018

Corretores de seguros devem estar atentos ao e-Social

 desde julho deste ano, as empresas com faturamento anual de até r$ 78 milhões são obrigadas a aderir o sistema de escrituração digital das obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas (e-social). o programa do governo federal visa simplificar e organizar as informações enviadas sobre os colaboradores das empresas, tais como férias, folhas de pagamento, acidentes de trabalho, etc. as empresas com faturamento acima de r$ 78 milhões anual iniciaram a implementação no início deste ano, já as micro e pequenas empresas e os mei (microempreendedores individuais) conseguem aderir ao sistema desde já, mas só serão obrigadas a partir de novembro. é importante lembrar que pessoas físicas que possuem colaboradores também necessitam aderir ao programa. o e-social faz parte do sistema público de escrituração digital (sped) e pretende substituir diversas declarações obrigatórias como guia de recolhimento do fundo de garantia (gfip), livro de registro do empregado, cadastro geral de empregados e desempregados (caged) e a relação anual de informações sociais (rais), entre outros. por isso, a comissão contábil-tributária do sincor-sp alerta para que os corretores de seguros fiquem atentos à obrigatoriedade do e-social. “os profissionais precisam saber do que se trata e das suas implicações”. o grupo ainda avisa sobre o prazo. “não deixe pra resolver em cima da hora, questione seu contador, pois o processo é trabalhoso e necessita de regras e procedimentos antes da implementação”, completa. a comissão também ressalta que as corretoras devem estar atentas às obrigações da segurança e ambiente de trabalho, como o programa de controle médico de saúde ocupacional (pcmso) e o programa de prevenção de riscos ambientais (ppra). também é importante ressaltar que para o envio das informações através do e-social, a empresa precisa ter um certificado digital válido, emitido por autoridade certificadora credenciada pela infraestrutura de chaves públicas brasileira (icp-brasil). fonte: sincor-sp via /cqcs
24/08/2018

Mapear os hábitos dos consumidores pode alavancar o setor de seguros

 este e outros pontos foram apontados como prioritários por corretoras, seguradoras e assessorias em pesquisa realizada pelo isb brasil mapear os hábitos dos consumidores, capacitação de profissionais, fazer benchmarking, conhecer melhor a concorrência agregando valor ao negócio, preparar os corretores de seguros para vender mais e melhor. estes foram os principais pontos elencados por seguradoras, corretoras e assessorias do segmento para alavancar o desenvolvimento do setor de benefícios. eles participaram de grupo focal - expectativas & perspectivas, cujo objetivo foi entender o que os profissionais e empresas buscam do mercado, quais suas dificuldades e necessidades. o estudo foi realizado pelo instituto superior de seguros e benefícios brasil - isb brasil e os resultados foram apresentados no início de agosto. na avaliação de richard jean coelho, gerente regional da metlife, empresa associada ao isb brasil, os resultados foram muito ricos. “eles nos mostram o quanto de trabalho ainda há para fazermos nesse mercado, tanto em pesquisa junto ao consumidor para identificar as suas necessidades de proteção/produto, quanto em mediação entre os principais protagonistas”, diz. anderson fabiano mundi martins, diretor da bradesco seguros, acredita que esta ação de ouvir a opinião das corretoras e seguradoras é muito válida. “achei uma abordagem muito rica e produtiva. é bom ver a diferenciação do grupo seguradora com o grupo de corretoras. os pensamentos são diferentes, mas tudo é em prol dos mesmos objetivos”, afirma, destacando que a discussão sobre o treinamento chamou a sua atenção. “hoje é uma dificuldade que nós temos. a seguradora quer treinar e o corretor quer participar, mas falta tempo, falta direcionamento e falta, muitas vezes, a prática, por que o treinamento normalmente é técnico e foca no produto, que é uma coisa que a maioria, de certa forma, já sabe”, observa. apresentação dos resultados – realizado no dia 03 de agosto, no hotel nh curitiba - the five, o evento contou com a participação de representantes do mercado de seguros. na oportunidade, foram apresentados a metodologia de estudo e os resultados alcançados. para tânia regina bini, sócia-proprietária da diplomata corretora de seguros, esta iniciativa do isb pode fortalecer o setor de seguros. “nós, corretores de seguros, temos total interesse em darmos nosso ponto de vista e assim ajudarmos as seguradoras a colocarem determinados produtos ou até mesmo corrigir determinadas falhas e entraves que não fazem sentido. com isso, podermos comercializar mais e termos de fato um ganha, ganha”, relata. esta pesquisa em grupos focais foi a primeira ação estratégica do isb brasil. “as atitudes positivas do isb brasil tendem a nos amparar, buscando modificar falhas no setor. entendo que há muito trabalho a ser feito, mas mantendo o foco e, principalmente, estando abertos a ouvir o mercado segurador, o crescimento será inevitável e infinitamente produtivo”, afirma fabiana guarenghi, da corretora critério. o isb brasil realiza pesquisas, mediação, mentoria, palestras, cursos e seminários, fomentando o desenvolvimento e o crescimento do segmento de benefícios. mais informações: www.isbbrasil.org.br. fonte: comunicação isb brasil
24/08/2018

Edmardo Galli destaca a importância de inovar durante a “Seguros Del Futuro LATAM 2018”

 evento internacional que acontece em miami, reunirá experts da indústria digital para falar sobre os novos desafios da indústria de seguros edmardo galli, ceo latam da ignitionone, líder mundial em soluções de marketing digital, apresenta a palestra “from rock star to tech ceo” durante a “seguros del futuro latam 2018”, em miami, no dia 29 de agosto. ao traçar paralelos entre sua trajetória artística e o mundo corporativo, galli demonstra como áreas aparentemente tão diferentes podem ser beneficiar das mesmas estratégias de gerenciamento. baterista e idealizador das bandas heróis da resistência e hanói-hanói – sucessos nos anos 1980, o executivo tem conduzido a ignitionone com a mesma estratégia que aplicava na área musical. “a carreira de um artista não pode estar calcada em apenas um sucesso e isso não é diferente da realidade de qualquer empresa. como negócio, a ignitionone está em permanente evolução porque o mundo digital exige olhar além e nos habilitar para entregar soluções que, às vezes, o mercado ainda não sabe que precisa, antecipando a demanda”, avalia galli, ao destacar que é exatamente isso que um artista de sucesso faz. “para se destacar, ele precisa criar tendências, inovar, se reinventar diariamente se quiser manter o público fiel. é isso que procuro demonstrar: no mercado de tecnologia, não existe zona de conforto”, afirma. voltado ao mercado dos seguros, o evento “seguros del futuro latam” reúne participantes c-level que atuam em algumas das mais destacadas empresas de tecnologia da américa latina. as palestras deste ano irão abordar temas atuais como blockchain, a reinvenção da experiência do consumidor e o uso de chatbots no atendimento ao cliente. fonte: portal nacional de seguros por caio ramos
24/08/2018

Diretora do Sincor/PB lança livro sobre os desafios do Corretor de Seguros

 motivada em trazer à tona as dificuldades enfrentadas diariamente pelos empresários do ramo de seguros, a corretora de seguros e diretora do sincor/pb, cláudia helena oliveira-de-souto, publica o livro corretor de seguros: os desafios da atividade. este livro que é fruto do trabalho que desenvolveu em sua dissertação de mestrado no campo da psicologia do trabalho na universidade federal da paraíba (ufpb), tem como co-autor, o prof. dr. paulo césar zambroni-de-souza e utiliza como aporte teórico a psicodinâmica do trabalho de christophe dejours. questionada sobre os motivos pelos quais decidiu publicar este livro, a autora responde: “resolvi publicar este livro para convidar o leitor a deitar um novo olhar sobre a atividade empresarial, porque, quando falamos das doenças ou dos sofrimentos que são adquiridos na atividade laboral, há uma tendência em voltarmos a nossa atenção para o grupo dos trabalhadores, aqueles que vendem a sua força de trabalho e que, por diversas razões se submetem aos ditames da empresa a qual estão inseridos. no entanto, existe um outro grupo, que é o grupo do micro e pequenos empresários, o qual faz parte deste mesmo mundo do trabalho e que apresenta diversas patologias relacionadas a sua atividade, mas que além de ser bastante esquecido pelos estudiosos do trabalho é por vezes acusado em provocar os inúmeros sofrimentos que acometem os trabalhadores. este fato evidencia-se, por exemplo, quando comparamos a extensa literatura que trata do sofrimento e das doenças que acometem os trabalhadores em virtude da sua atividade de trabalho e a pouca construção teórica que existe sobre o sofrimento ou o adoecimento do empresário. a autora também aborda outras temáticas que envolve o dia a dia do empresário, como a sua relação com a família e a atuação da mulher no mundo empresarial. portanto, trata-se de um livro que fala sobre e para os empresários e não sobre suas empresas. sobre os autores: cláudia helena oliveira-de-souto docente da escola nacional de seguros. empresária do setor de seguros (jf corretora e unimed corretora – joão pessoa). doutoranda do programa de pós-graduação em psicologia social da ufpb (orientador: paulo césar zambroni de souza), mestre em psicologia social pela ufpb (orientador: paulo césar zambroni de souza), pós-graduada em gestão de pessoas e psicologia organizacional pelo centro universitário de joão pessoa – unipê (2013), mba em gestão de seguros pela escola nacional de seguros – funenseg (2006), mba executivo em gestão empresarial pela fundação getúlio vargas – fgv (2003), graduada em administração de empresas pela universidade federal da paraíba (1994). paulo césar zambroni-de-souza docente do programa de pós-graduação em psicologia social da ufpb. psicólogo pela ufrj, mestre em psicologia pela ufrj (orientadora: maria luíza seminério), doutor em psicologia social pela uerj (orientador: milton atahyde), com estágio de doutorado no département / institut d’ergologie – analyse pluridisciplinaire de situations de travail da université de provence / aix marseille université, frança (2005) sob a orientação de yves schwartz, com bolsa capes. pós-doutorado no conservatoire national des arts et métiers (cnam – paris) sob a supervisão de christophe dejours, com bolsa cnpq. bolsista de produtividade em pesquisa do cnpq, nível 2. fonte: cqcs/ yan passos
22/08/2018

Que aposentadoria escolher

 um ouvinte de ponta grossa me disse que, graças a um comentário meu aqui há 14 anos, começou a poupar numa previdência privada e que agora vai se aposentar. se eu tivesse ajudado só esse ouvinte já me sentiria realizado, pois acho um crime o governo federal não educar e conscientizar o trabalhador brasileiro para se preparar melhor para uma velhice que, felizmente, dura cada vez mais tempo. esse mesmo ouvinte me pergunta que tipo de aposentadoria deve pedir. olha, quando da aposentadoria, existem, basicamente, 3 opções de recebe-la: vitalícia, por tempo determinado e como um percentual mensal da poupança previdenciária. na vitalícia, a reserva individual, no período de usufruto, passa a fazer parte de um fundo coletivo. se o segurado vier a falecer, os herdeiros não terão direito ao saldo que, por ventura, ainda exista. a filosofia é que quem morre antes do previsto nas tábuas demográficas financia a aposentadoria de quem sobrevive mais que o estimado. já na aposentadoria por tempo determinado, se o segurado falecer, todo o saldo previdenciário vai para os herdeiros. mas ele corre o risco de viver mais que o tempo escolhido. já na aposentadoria como um percentual das reservas, a tendência é que, com o passar do tempo, o valor mensal vá diminuindo e até acabe. olha, na minha opinião, embora de valor mensal menor, a vitalícia nos permite tranquilidade por não corrermos riscos de longevidade maior. fonte: paraná portal por renato follador
22/08/2018

Setor cresce 1,7% no primeiro semestre

 carta do seguro, divulgada pela cnseg, registrou arrecadação de mais de r$ 115,8 bilhões em prêmios a cnseg acaba de divulgar a “carta do seguro” com dados consolidados sobre o desempenho do setor, que registrou crescimento de 1,7% (sem dpvat) no primeiro semestre de 2018, totalizando mais de r$ 115,8 bilhões em prêmios. no setor, houve evolução acentuada de 7,5% nos segmentos de automóveis e patrimoniais. “ainda que no período de crise a realidade da economia seja de salários menores e insegurança, as pessoas continuam procurando proteger patrimônios relevantes, como comprova o crescimento dos seguros de automóvel, residência e a procura dos empresários por apólices para protegerem seus negócios e evitarem surpresas catastróficas”, avalia marcio coriolano, presidente da cnseg. outros seguros com desempenho que se destacam foram o de crédito e garantias, beneficiados pelo estoque e pelo fluxo do crédito tomado por pessoas físicas e pequenas e médias empresas a partir de 2016, evoluindo 8,8%. a carta do seguro mostra também que os seguros de risco de pessoas apresentaram crescimento de 10,1% no primeiro semestre sobre o mesmo período de 2017, com destaque para a forte expansão de 23,7% do ramo prestamista, que prevê a quitação de dívidas financeiras por causa de morte, invalidez, desemprego involuntário ou perda de renda. outro ponto que chama a atenção é a queda da sinistralidade para 42,5% (sem considerar o dpvat) no primeiro semestre, com redução absoluta de 4,78 p.p. se comparado com o mesmo período de 2017. a sinistralidade do grupo de seguros de ramos elementares caiu de 54,2% no primeiro semestre de 2017 para 52,6% no mesmo semestre de 2018. no grupo de planos de risco de coberturas de pessoas, houve decréscimo de 26,4% para 24,3% no mesmo período. na outra ponta, porém, figurou a redução da arrecadação dos planos de acumulação, na esteira da volatilidade dos valores dos ativos e busca pela melhor rentabilidade entre eles. no conjunto, pgbl e vgbl, que representam mais de 40% da arrecadação do setor, tiveram queda de 5,1%. fonte: revista apólice
22/08/2018

Corretores e seguradoras terão novas regras para guarda de documentos

 a susep colocou em consulta pública minuta de circular que estabelece prazo para a guarda e armazenamento de documentos das operações de seguro, resseguro, capitalização, previdência complementar aberta e de corretagem. as sugestões poderão ser encaminhadas até o dia 04 de setembro, por meio de mensagem eletrônica dirigida ao endereço dcof.sp@susep.gov.br. a minuta está disponível no site da susep. o texto estabelece que as corretoras de seguros ou de resseguro, seguradoras, resseguradoras, sociedades de capitalização e entidades abertas de previdência complementar deverão manter documentos referentes às suas operações, no mínimo, pelo prazo de prescrição previsto na legislação vigente ou por cinco anos (o que for maior), contados a partir da data da prática do ato, do término de vigência do contrato ou da extinção de obrigações dele decorrentes, a que for mais recente. o prazo de guarda para os documentos microfilmados será o mesmo prazo de guarda exigido para os documentos físicos. a decretação da liquidação extrajudicial ou ordinária interrompe a prescrição relativa a obrigações de responsabilidade da instituição, inclusive, com relação ao prazo de guarda de documento. os prazos estabelecidos serão interrompidos pelos períodos em que houver tramitação de processo administrativo sancionador no âmbito da susep ou processo judicial, bem como quaisquer outras causas legais interruptivas de prescrição. os registros auxiliares de contabilidade devem ser arquivados pelo prazo mínimo de cinco anos, contados a partir do primeiro dia do exercício social seguinte ao que ele se refere. a circular refere-se aos seguintes documentos: oferta, subscrição e contratação; alteração, averbação e cancelamento de contrato; suspensão e reabilitação de cobertura; envio e disponibilização de certificados, extratos e outras informações obrigatórias; apuração, regulação e liquidação de sinistro ou benefício; resgate e portabilidade de recursos; concessão e pagamento de assistência financeira; apuração e distribuição de excedentes técnicos ou financeiros; apuração e pagamento de comissões, participações e pró-labore; distribuição de títulos e pagamento de sorteios; abertura e manutenção de cadastro do cliente; e outras operações que envolvam direitos e obrigações do contrato comercializado. incluem-se ainda no rol de documentos a serem mantidos pelas supervisionadas a nota técnica atuarial do produto e o número de seu respectivo processo administrativo na susep, bem como os contratos de estipulação, de representação e aqueles realizados com fornecedores e prestadores de serviços. as empresas supervisionadas deverão manter em seus arquivos, pelos prazos definidos, os documentos originais relativos às suas operações ou cópias microfilmadas. ficará facultada, para efeito de fiscalização no âmbito da susep, a adoção de procedimento de armazenamento de documentos em qualquer meio de gravação digital, desde que seus originais possam ser acessados quando a fiscalização entender necessário, conferindo prazo para a sua apresentação. no caso de opção pela microfilmagem e de eliminação definitiva do documento original deverão ser cumpridos todos os procedimentos e requisitos previstos em legislação específica aplicável sobre o assunto. os documentos digitais gerados a partir da utilização de meios remotos deverão ser armazenados em qualquer meio de gravação que possibilite a confirmação do processo de validação de tais documentos, sendo dispensada a guarda de documentos impressos. fonte: cqcs
22/08/2018

Inteligência artificial promete ajudar Seguradora Líder a reduzir fraudes no DPVAT

 mais de 383 mil indenizações foram pagas pela seguradora líder, administradora do seguro dpvat, em 2017, segundo o relatório de sustentabilidade do biênio 2016-2017 divulgado recentemente. um volume 12% menor que o registrado em 2016. as motos representaram 74% das indenizações pagas. o mesmo percentual das indenizações por invalidez permanente (74%). morte representou 11% e despesas médicas 15% do total. em termos de arrecadação, a líder registrou r$ 5,9 bilhões em 2017, 32% abaixo dos r$ 8,7 bilhões de 2016, basicamente devido à queda do valor do preço do seguro obrigatório. de 2016 para 2017, o preço do dpvat passou de r$ 105 para r$ 63. desse valor, 2,9 bilhões foram repassados à união, como manda a lei, r$ 2,6 bilhões para o sus e r$ 296 milhões para o departamento nacional de trânsito (denatran). cerca de 5,35% do valor foram destinados as despesas com a operação do seguro, 2% margem de resultado e 0,59% referente a corretagem. em 2017, muitas coisas mudaram na seguradora líder, que começou o ano sob o comando de ismar tôrres. “nossa administração tem três pilares: tolerância zero a fraude, transparência e tecnologia, que nos ajuda a colocar os dois primeiros em prática”, disse o executivo. segundo ele, a seguradora investiu em novas tecnologias para intensificar o trabalho de identificação e investigação de suspeitas de fraudes ao seguro, garantindo que o benefício vá para quem de fato tem direito. “graças a inteligência artificial, todos os pedidos de indenização recebem monitoramento contínuo, com ferramentas de filtros sistêmicos que indicam ocorrências suspeita”, explica. o sistema anterior considerava 49 variáveis para detectar fraudes. agora são mais de 400 variáveis que checam os sinistros que entram na companhia. os casos considerados merecedores de apuração mais detalhada são enviados para uma equipe que investiga in loco a existência de irregularidades. em 2017, o montante de r$ 994 milhões em pagamentos indevidos foram evitados por negativa técnica, fraudes e ações ganhas na justiça. o ceará é primeiro no ranking de fraudes detectadas, com 19% do total de 17,5 mil apuradas, que representaram volume financeiro de r$ 222,9 milhões, 85% maior do que o registrado em 2016. minas gerais é o vice-líder, com 16%, seguido por roraima (7,2%) e são paulo, com 5,7%. o relatório de sustentabilidade, em suas 70 páginas, reúne informações sobre as ações adotadas pela gestão do seguro social, nos últimos dois anos, e reforça o compromisso da seguradora com a prestação de contas à sociedade. o documento foi inspirado nas diretrizes gri-g4 da global reporting initiative, padrão internacional para a apresentação de questões ambientais, sociais e de governança corporativa. a seguradora líder é signatária dos princípios de sustentabilidade em seguros, aplicando-os na cultura e atividades da empresa. para liderar as iniciativas socioambientais existe uma comissão, a sustentabilíder, formada por 18 colaboradores. o compromisso da comissão é estimular a consciência sustentável no ambiente de trabalho. além de garantir a entrega de um seguro dpvat cada vez melhor para a população. veja o relatório de sustentabilidade 2016-2017 https://www.seguradoralider.com.br/documents/relatorio-de-sustentabilidade/relatorio_de_sustentabilidade-2016-2017.pdf fonte: sonho seguro

As principais tendências e expectativas de crescimento do mercado de seguros para 2019


08/02/2019
Os últimos meses de 2018 serviram para deixar as empresas do setor de seguros otimistas para o ano que acabou de começar. Tudo isso motivado pela recuperação no crescimento da economia, o que aumenta a confiança dos empresários e melhora as perspectivas na retomada de investimentos nos serviços oferecidos pelas seguradoras de todo país.

De acordo com os números apresentados pelo Boletim do Banco Central, a previsão para este ano é de crescimento do PIB em torno de 2,5%, quase o dobro dos números alcançados no ano passado. Esse crescimento afeta diretamente toda a cadeia produtiva e de serviços, inclusive o mercado de seguros, pois com a economia mais saudável, as empresas tendem a retomar todo tipo de investimento.

Os planos de saúde corporativos refletem diretamente esse crescimento, pois com a economia se recuperando, as taxas de desemprego diminuem e o número de beneficiários desse serviço aumentam, justamente pelo fato de que os principais contratantes são as próprias empresas.

Para Rogério Walmor Cervi, Presidente da REP seguros, as expectativas são muito boas para o decorrer do ano: "estamos investindo no crescimento sustentável da empresa, projetamos aumento no nosso quadro de funcionários. Crescemos 27% no ano de 2018 e pretendemos seguir o nosso planejamento estratégico de crescimento e expansão."

E um dos fatores que gera esse otimismo e valoriza ainda mais a retomada do desenvolvimento é o histórico de crescimento do setor de seguros nos últimos anos, que ano após ano apresenta um índice médio 4 vezes maior que o percentual do PIB.

Já referente às tendências e novidades do mercado de seguros, a previsão é de aumentar cada vez mais a utilização de novas tecnologias nos processos e no oferecimento de serviços de seguros. Felipe Weiler Cervi, Vice-Presidente Comercial, mostra como isso já está presente e complementa: "A REP Seguros investe nas tecnologias para oferecer mais agilidade para seus clientes, contudo, acreditamos que estar ao lado do cliente é fundamental. Com os fornecedores (Seguradoras e Resseguradoras) funciona no mesmo sentido, buscamos estar sempre presente no dia a dia para exposição dos riscos e trazendo uma personalização para os serviços." Assim, a inovação surge como uma forma de complementar a oferta de produtos, diminuindo a burocracia, otimizando e melhorando a qualidade dos atendimentos, e barateando os custos do serviço.

Um dos pontos que promete evoluir com a implementação de novas tecnologias é a análise de perfis dos clientes, por parte das seguradoras. Essa análise é uma forma de definir os valores das apólices e, com o uso destas análises de comportamento mais aprofundadas, tende a resultar em cotações com taxas mais bem definidas e assertivas no perfil de cada indivíduo.

Mostrando como as expectativas para 2019 são interessantes para o mercado de seguros, empresas já estão se movimentando e iniciando o ano em expansão, como afirma César Dioni Costa, Vice-Presidente da REP Seguros: "Neste mês de janeiro inauguramos nossa filial em Chapecó, firmando mais uma vez com o compromisso que temos com nossos clientes do Oeste Catarinense, Gaúcho e Paranaense. Temos certeza que o nosso trabalho, que é altamente técnico, terá ainda mais aderência nas empresas destas localidades. E que essa decisão estratégica tende a fazer com que todas as tendências e expectativas de crescimento se tornem realidade."
O mercado segurador nacional passa realmente por um momento de recuperação, o que traz uma expectativa de resultados promissores, colocando o Brasil novamente como um país com potencial de crescimento e perfeito para investir.

A REP Seguros é uma seguradora especialista em encontrar soluções inovadoras para clientes corporativos e clientes físicos, oferecendo um serviço personalizado no gerenciamento de riscos, em seguros de garantias, transportes nacionais e internacionais, responsabilidade civil, seguros de vida e saúde, e demais serviços securitários.

Fonte: Website: http://www.repseguros.com.br

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