13/07/2018

Indústria de materiais de construção tem queda de 4,7% nas vendas de junho

 impactadas pela paralisação dos caminhoneiros, as vendas da indústria de materiais de construção no país caíram 4,7% em junho frente ao mesmo mês do ano passado. agora, o setor acumula uma retração de 0,4% no primeiro semestre e uma leve alta de apenas 0,1% nos últimos 12 meses. os dados foram divulgados pela associação brasileira da indústria de materiais de construção (abramat). a associação também revisou os números das vendas de maio, passando de alta de 3,5% para queda de 9,0% na comparação anual. como a pesquisa é feita a partir de pesquisas de campo e dados governamentais, que são divulgados em períodos diferentes, ela ainda não havia captado completamente os efeitos da crise naquele mês. apesar dos resultados negativos nos últimos meses, a abramat ainda espera uma expansão de 1,5% das vendas em 2018 ante 2017. "nesse momento, não vamos revisar nossas projeções porque seguimos acreditando na sinalização de crescimento", pondera o presidente da instituição, rodrigo navarro. o executivo salienta que, embora seja provável que ocorra uma variação inferior a 1,5% no ano, o mais importante para o setor é que está mantida a expectativa de uma inflexão, com expectativa de alta no faturamento após três anos consecutivos de queda. as baixas chegaram a 3,2% em 2017, 13,5% em 2016 e 7,2% em 2015. "acredito que veremos uma inflexão nos índices, passando de negativos para positivos, ainda que pequenos", estima. segundo navarro, a indústria de construção tem sido puxada pelas vendas de materiais no varejo para pequenas obras e reformas domésticas, onde a demanda deve permanecer estável. ele observa que boa parte da população adiou as obras durante o auge da crise, mas a postergação chegou ao limite. "não é possível adiar os cuidados com a casa por tempo indeterminado." além disso, a indústria espera, daqui para frente, o início de um novo ciclo de obras de empreendimentos residenciais e comerciais que foram lançados nos últimos trimestres. "nós vimos crescimento dos lançamentos, e uma parte disso se transformará em canteiros de obras a partir deste semestre", prevê navarro. já os projetos de infraestrutura, que têm grande porte e são grandes demandantes de materiais, só devem voltar a ganhar tração em meados de 2019, estima o presidente da abramat. "só depois da posse do novo governo e a definição das prioridades orçamentárias essas obras devem ser retomadas. o problema é que ainda não vimos os pré-candidatos se manifestarem sobre isso", diz. em relação ao emprego da indústria de materiais de construção, houve recuo de 0,9% em junho frente ao mesmo mês de 2017. no ano, houve baixa de 1,2% no nível de emprego do setor e, em 12 meses, retração de 2,3%.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/07/638227-industria-de-materiais-de-construcao-tem-queda-de-4-7-nas-vendas-de-junho.html)
13/07/2018

Dólar sobe com exterior e Eletrobras no radar

 o dólar sobe ante o real nesta sexta-feira (13) influenciado pela valorização externa da divisa americana. os agentes de câmbio precificam ainda a suspensão dos leilões de todas as distribuidoras da eletrobras, anunciada pela justiça federal do rio, após o fechamento dos mercados na quinta-feira (12). essa decisão apaga expectativas de aumento no curto prazo dos ingressos de fluxo financeiro de investidores estrangeiros, que poderiam participar desses leilões, disse um operador de uma corretora de câmbio. às 9h20min, o dólar à vista subia 0,30%, aos r$ 3,8944. o dólar futuro de agosto estava em alta de 0,28%, aos r$ 3,9015. no exterior, a moeda americana sobe ante seus pares principais e moedas emergentes ligadas a commodities, após o forte superávit comercial da china com os estados unidos no primeiro semestre gerar expectativas de um reforço no protecionismo norte-americano. a china informou que teve superávit comercial de us$ 41,61 bilhões em junho, após registrar superávit de us$ 24,92 bilhões em maio, segundo a administração geral de alfândega. economistas ouvidos pelo wall street journal previam superávit de us$ 26 bilhões. as exportações da china para os estados unidos tiveram crescimento de 13,6% no primeiro semestre deste ano, na comparação com igual período de 2017, para us$ 133,76 bilhões. o commerzbank prevê que esses dados apontam para um cenário de tensão entre washington e pequim, e "sem dúvida aumentarão as chances de novas tarifas dos eua serem impostas aos produtos chineses". a moeda americana sobe também após o presidente do federal reserve (fed) jerome powell, ter defendido na quinta o gradualismo na elevação das taxas de juros. powell disse que a economia global e, principalmente, a americana está indo "muito bem" e que, caso o fed mova os juros muito rapidamente, o banco central poderia provocar uma recessão econômica em solo americano. os juros dos treasuries respondem em baixa em meio ao aumento da demanda. mais cedo, o índice do dólar dxy - que mensura a moeda americana ante outras seis divisas fortes - atingiu o maior nível em duas semanas, impulsionado principalmente pela queda acentuada da libra. em entrevista ao the sun, o presidente dos eua, donald trump, disse que um plano "suave" de saída do reino unido da união europeia "mataria" qualquer acordo comercial possível com os eua. na máxima do dia, o dxy subiu 0,4%, a 95,241. além disso, o euro opera com fraqueza, após a comparação anual da inflação ao consumidor dos eua, divulgada na quinta-feria, alimentar expectativas de mais duas altas de juros nos eua. no mercado de moedas emergentes, a queda das commodities ajuda ainda a amparar o dólar em relação a praticamente todas as principais divisas emergentes. uma exceção é a queda frente à lira turca, influenciada por declarações do novo ministro de finanças da turquia, berat albayrak, de que vai se esforçar para diminuir a inflação no país. em 12 meses computados até junho, a inflação ao consumidor da turquia foi de 15,39%. parte deste aumento é atribuído à aceleração do dólar ante a lira turca, uma das moedas mais afetadas pela valorização global da divisa americana.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/07/638203-dolar-sobe-com-exterior-e-eletrobras-no-radar.html)
13/07/2018

Confiança do consumidor recuou 6,1% em junho, aponta SPC

 o indicador de confiança do consumidor recuou 6,1% em junho na comparação com maio. com esse recuo, o indicador retrocedeu para 38,8 pontos, o que representa o mais baixo patamar desde janeiro de 2017, início da série histórica. os dados foram apurados pelo serviço de proteção ao crédito (spc brasil) e pela confederação nacional de dirigentes lojistas (cndl). pela metodologia, o indicador varia de zero a 100, sendo que resultados acima de 50 pontos demonstram o predomínio de otimismo, ao passo que abaixo de 50, o que prevalece é a visão pessimista. na avaliação do presidente da cndl, josé cesar da costa, mesmo com o fim da recessão, a confiança do consumidor encontra dificuldades para atingir resultados consistentes, tendo em vista o tímido crescimento da economia, que ainda não se recuperou das perdas acumuladas ao longo da crise e nem se reflete em melhora efetiva nos dados de emprego e renda. em junho, o quadro foi agravado pela paralisação dos caminhoneiros ocorrida ao final de maio. "ao chamar a atenção para a questão dos preços dos combustíveis, para a alta carga tributária e para a deficiência da matriz de transportes, o protesto reforçou a indicador de confiança do consumidor a percepção negativa sobre a situação econômica, trazendo de volta a memória da crise. esses são fatores relevantes que impactaram a queda da confiança", explica o presidente. o indicador de confiança é composto pelo indicador de cenário atual, que caiu de 30,8 pontos para 28,9 pontos em um mês e pelo indicador de expectativas, que retrocedeu ao passar de 51,8 pontos em maio para 48,6 pontos em junho. de acordo com o levantamento, em cada dez brasileiros, oito (79%) avaliam negativamente as condições atuais da economia brasileira. para 18%, o desempenho é regular, e para apenas 1% o cenário é positivo. entre aqueles que avaliam o clima econômico como ruim, a principal explicação é o desemprego elevado, citado por 67% dos entrevistados. mesmo com a inflação sob controle, os preços considerados altos foram citados por 62% dos consumidores, assim como os juros, mencionados por 48%. há ainda 30% de entrevistados que atribuem o momento ruim a desvalorização do real frente ao dólar. já quando se trata de responder sobre a própria vida financeira, o número de consumidores insatisfeitos é menor do que quando se avalia a economia do brasil como um todo, mas ainda assim é elevado. de acordo com a sondagem, 45% dos brasileiros consideram a atual situação financeira como ruim ou péssima. outros 45% consideram regular e um percentual menor, de 8%, consideram o momento bom. dentre os entrevistados que trabalham, 29% consideram média ou alta a probabilidade de serem demitidos. para 25%, o risco é baixo e 46% não temem ser dispensados pelos seus patrões. a pesquisa ainda mostra que o alto custo de vida supera o endividamento como o fator que mais pesa no orçamento das famílias: 45% e 21%, respectivamente. questionados sobre o comportamento dos preços, 95% notaram aumento nos postos de combustíveis em relação a maio, ante 82% da sondagem anterior. na avaliação da economista-chefe do spc brasil, marcela kawauti, a expectativa é de que neste semestre a atividade econômica não reaja na intensidade necessária para melhorar os dados de emprego e de renda da população. preços dos combustíveis pesam no pessimismo do consumidor (arquivo/agência brasil) "as projeções apontam para uma desaceleração no ritmo da retomada, que já era lento e ainda foi prejudicada pela paralisação dos caminhoneiros. temas importantes como a agenda fiscal e as reformas estruturais foram perdendo força nos últimos meses e isso impacta as expectativas de forma negativa", explica marcela kawauti. para marcela, há ainda um componente imprevisível que são as eleições de outubro. "as eleições têm impactado no sentido de que o consumidor não consegue ter uma previsibilidade, ainda temos uma economia que está crescendo muito menos do que se imaginava, a expectativa do produto interno bruto (pib) era de mais de 2% e agora está mais perto de 1%. ainda tem o fato de os empresários segurarem os investimentos também por conta dessa imprevisibilidade, o mercado de trabalho demora mais a se recuperar", analisa. a economista explica ainda que, embora a recessão tenha terminado em janeiro do ano passado, os reflexos continuam presentes. "ainda não entramos numa fase de plena recuperação, os efeitos dessa recessão ainda são muito fortes. acredito que a recessão só terminará mesmo quando a gente tiver um pouco mais de previsibilidade, o que deve acontecer só depois das eleições e ainda existe o risco, dependendo de quem for eleito, de a gente voltar a ter um ano muito ruim, se for eleito alguém muito extremista para o cargo de presidente", acredita marcela. no entendimento da economista, a greve dos caminhoneiros também teve reflexo na queda do índice de confiança. "acabou mostrando também o quanto a gente precisa colocar um governo mais ativo e o quanto precisamos de reformas em infraestrutura. a greve acabou evidenciando muito os problemas do país". a sondagem também procurou saber o que os brasileiros esperam do futuro da economia do brasil, e descobriu que a maioria, 53%, está declaradamente pessimista. quando essa avaliação se restringe à vida financeira, no entanto, o volume de pessimistas cai para 19%. os otimistas com a economia são apenas 11% da amostra, ao passo que para a vida financeira, o percentual sobe para 53% dos entrevistados. para justificar a percepção predominantemente negativa com os próximos seis meses da economia, 65% citam problemas políticos e escândalos de corrupção, ao passo que 41% atribuem esse sentimento ao desemprego que segue alto no país. já entre os pessimistas com a própria vida financeira, 69% demonstram incômodo com a elevação dos preços e 40% acham que a economia fraca impacta na sua vida particular. em sentido contrário, tanto os otimistas com a economia quanto com a própria vida financeira, não sabem explicar ao certo a razão desse sentimento positivo, já que 57% e 35%, respectivamente, não souberam apontar razões específicas e apenas acreditam que coisas boas devem acontecer nos próximos seis meses. a pesquisa abrangeu 12 capitais das cinco regiões brasileiras: são paulo, rio de janeiro, belo horizonte, porto alegre, curitiba, recife, salvador, fortaleza, brasília, goiânia, manaus e belém. juntas, essas cidades somam aproximadamente 80% da população residente nas capitais. a amostra, de 801 casos, foi composta por pessoas com idade superior ou igual a 18 anos, de ambos os sexos e de todas as classes sociais.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/07/638212-confianca-do-consumidor-recuou-6-1-em-junho-aponta-spc.html)  
11/07/2018

Análise do Seguro do Brasil no Mundo

 nesse mês, a resseguradora swiss re divulgou o seu tradicional levantamento anual, com a comparação dos dados dos mercados de seguros dos países. o título do texto desse ano de 2018 (com dados de 2017) foi “world insurance in 2017: solid, but mature life markets weigh on growth”, destacando que o segmento de seguro de pessoas ainda tem potencial para crescer nos países emergentes. ver... http://institute.swissre.com/research/overview/sigma/3_2018.html a seguir, alguns comentários sobre o brasil, extraídos da tabela e do gráfico abaixo: 1) de 2015 para 2016, a elevada taxa de crescimento do vgbl (inserido pela swiss re no grupo “vida”) resultou em um incremento de participação mundial do brasil nesse tópico. por exemplo, de 1,46% para 1,57% da receita total dos países. por outro lado, o segmento “não vida” teve uma trajetória oposta, ainda em função dos fortes efeitos da crise econômica, com queda de 1,58% para 1,50% da receita total dos países. 2) de 2016 para 2017, o setor de seguros no país teve recuperação por dois motivos, quando comparado aos dados mundiais. primeiro, o próprio crescimento de receita em reais e, segundo, o ganho cambial, pela desvalorização do dólar. lembrar que a receita de seguros de todos os países é transformada para dólares pelo câmbio médio do ano. com isso, ao contrário da variação assimétrica de 2015 para 2016, agora os dois segmentos cresceram, em termos de participação no mundo. o de “não vida”, de 1,50% para 1,63%; e o de “vida”, de 1,57% para 1,76%. 3) no total, as participações do brasil - em 2015, 2016 e 2017 – foram, respectivamente, 1,52%, 1,54% e 1,70% do mercado segurador mundial. isto é, apesar das dificuldades, houve crescimento no período em questão. atualmente, o país ocupa a 12ª posição geral no mercado segurador mundial. 4) enfim, para concluir, é sempre bom lembrar que, nesse estudo da swiss re, não está incluído o seguro saúde. assim, para evitar discussões teóricas - como, por exemplo, se o vgbl deve ser ou não incluído nesse cálculo ou que segmento das operadoras de saúde devemos considerar como faturamento de seguro -, um indicador mais tranqüilo é avaliar somente a evolução do mercado de “não vida” na receita mundial de seguros. 5) isso está representado no gráfico abaixo, com a análise dos últimos 10 anos. em termos didáticos, podemos separar a evolução do mercado segurador brasileiro em quatro fases. de 2007 a 2011, forte taxa positiva de crescimento. de 2011 a 2014, estabilidade na participação. de 2014 a a 2016, queda, pelos efeitos de crise econômica. de 2016 a 2017, já temos uma recuperação, embora ainda lenta. agora, o desafio é acelerar essa trajetória. vamos em frente!!
11/07/2018

Seguros de pessoas crescem acima da média do mercado

 os seguros de pessoas continuam crescendo bem acima da média do mercado. é o que indica o estudo “análise estatística – fenacor”, que tem como base os dados oficiais da susep. de acordo com esse levantamento, mesmo desconsiderando o resultado gerado pela comercialização do vgbl, o ramo de pessoas acumulou, de janeiro a maio, um total de r$ 15 bilhões em receita de prêmios, com crescimento de 11% em relação ao mesmo período do ano passado. “em 2017, a evolução do ramo de pessoas foi favorável, quando comparada ao ano anterior, com uma variação de 11%, superando com sobras as taxas de inflação. em 2018, essa tendência se consolidou, também com crescimento na casa de dois dígitos”, explica o responsável pelo estudo, francisco galiza. a região sudeste gerou aproximadamente 61% desse valor, um pouco menos que em 2017, quando respondeu por cerca de 62% da receita apurada no ramo de pessoas até maio. essa diferença foi diluída entre as demais regiões. o sul ficou com uma fatia de 17%, seguido pelo centro-oeste (12%), nordeste (8%) e norte (2%). entre os estados o destaque foi são paulo, onde foi apurada arrecadação de r$ 6,5 bilhões, o correspondente a 43,4% da receita nacional no ramo de pessoas. fonte: cqcs
11/07/2018

Marco regulatório e melhor mercado imobiliário dão fôlego à capitalização

 a expectativa é que a complementação da circular 569 esteja válida a partir de 31 de agosto e que novos produtos e propostas aumentem o portfolio do setor já em fevereiro do ano que vem a implementação do marco regulatório para capitalização fomentará a criação de produtos e a venda de novos títulos a partir do primeiro trimestre de 2019. além disso, a estimativa de melhora do mercado imobiliário também dá fôlego à garantia de aluguel. de acordo com o diretor executivo da federação nacional de capitalização (fenacap), carlos alberto corrêa, ainda que os resultados deste ano possam “não alcançar 100%” das projeções, o marco regulatório do setor deve trazer novos impulsos. “é o que precisamos para dar mais transparência e visibilidade para a capitalização. isso trará novos produtos para o nosso portfolio”, diz. acabou, na última quinta-feira, o prazo da consulta pública criada pela superintendência de seguros privados (susep). a expectativa é que a complementação da circular 569 – de maio – será efetiva em 31 de agosto. “o prazo para adequação fica entre 120 e 180 dias. em fevereiro já teremos as prateleiras prontas para a venda de novos produtos e aumento do setor”, completa corrêa. garantia locatícia já do lado das seguradoras, as projeções estão, em sua maioria, voltadas para a recuperação do mercado imobiliário. segundo o superintendente de negócios da sulamérica capitalização, natanael castro, a baixa venda de imóveis trouxe um aumento na venda de títulos de garantia de aluguel. “temos um contexto econômico que, de certa forma, represa o crescimento do faturamento, mas a emissão da circular traz uma tendência positiva, principalmente para os produtos voltados para o mercado imobiliário”, afirma. “o título como garantia locatícia é um dos produtos mais conhecidos e, a partir do aquecimento do mercado e da modernização do marco, vemos crescimento significativo quando olhamos para 2019”, opina o superintendente de riscos e capitalização da porto seguro, luiz carlos henrique. os últimos dados da fenacap apontam que, de janeiro a maio deste ano, a receita do setor atingiu r$ 8,6 bilhões, alta de 8,1% em relação a igual período de 2017. as provisões técnicas – recursos resgatados antecipadamente, ou no fim da vigência – fecharam com r$ 29 bilhões (+2,7%).  
11/07/2018

Presidente da FenaPrevi participa do 5º Encontro do CSP-MG

  sergio prates (vice-presidente do csp-mg), edson franco (presidente da fenaprevi), joão paulo moreira de mello (presidente do csp-mg), antônio edmir ribeiro (diretor social) e mauricio tadeu barros morais (diretor de seguros) o presidente da fenaprevi, edson franco, foi o convidado especial do 5º encontro do clube de seguros de pessoas de minas gerais (csp-mg), que reuniu cerca de 150 pessoas no dia 5 de julho, em belo horizonte. além de abordar o cenário atual e as perspectivas do mercado, o executivo falou sobre questões de interesse de toda sociedade como a reforma da previdência e o contexto econômico do país. ele apresentou dados de pesquisa recente feita pela fenaprevi e o instituto ipsos. segundo o levantamento, 43% dos brasileiros afirmam que há necessidade de reformas na previdência e 49% acham que o tema deve ser tratado pelo próximo presidente da república. “a percepção da população mudou, mas ainda é preciso encarar o problema de frente”, observou. franco apontou a falta de conhecimento como um dos grandes entraves para o debate em torno da reforma. pela pesquisa, 51% dos brasileiros ainda acredita que a previdência pública é sustentável, “apesar do déficit crônico do sistema, que só em 2017 chegou a r$ 268,8 bilhões”. de acordo com o presidente da fenaprevi, se ajustes não forem feitos o estado não terá como garantir a aposentadoria de milhões de brasileiros. entre os fatores que agravam a crise previdenciária, o executivo citou o atual modelo do sistema (repartição simples em que os trabalhadores da ativa arcam com as despesas dos aposentados) e as mudanças demográficas em curso como o aumento da longevidade da população. o executivo ressaltou que eventos como o 5º encontro do csp-mg são fundamentais para promover o debate e a reflexão sobre temas atuais, como a reforma da previdência. “esse tipo de iniciativa é importante para começarmos a homogeneizar as informações e criar um senso comum mais preciso de quais são as causas, os caminhos e as dificuldades que temos pela frente para resolver o problema estrutural da seguridade social”. edson franco ainda alertou para a necessidade de incutir no brasileiro a cultura de poupar e criar reservas financeiras para o futuro. “hoje temos uma população subprotegida tanto do ponto de vista de seguros de proteção à renda quanto dos produtos de acumulação”. ele lembrou que a penetração dos seguros de pessoas é muito baixa, pouco mais de 10% da população possui alguma cobertura. “há um grande potencial para desenvolver o mercado”, enfatizou. um dos desafios do setor, segundo franco, é ampliar e aperfeiçoar os canais de distribuição, além de ofertar produtos diversificados que atendam às demandas dos clientes. após a palestra, o presidente da fenaprevi participou de debate mediado pelo diretor do csp-mg, mauricio tadeu barros morais. a mesa foi composta pelo presidente do csp-mg, joão paulo moreira de mello, o vice-presidente do sincor-mg, gustavo bentes, e o diretor do sindseg mg/go/mt/df, rogério gebin. eles comentaram os temas abordados e responderam as perguntas da plateia, formada por corretores, consultores e securitários. ao final do encontro, o presidente do csp-mg agradeceu o palestrante pela exposição e aos presentes por atenderem ao convite do clube. "é com eventos assim que buscamos disseminar a cultura dos seguros de pessoas no mercado. o edson nos deu uma aula magna hoje e somos gratos", concluiu. boas-vindas – durante o evento, ainda foram entregues as placas comemorativas de adesão às novas beneméritas do clube. são elas: porto seguro, one prev e sudamerica vida. atualmente, a instituição conta com o apoio de 19 instituições beneméritas. fonte: portal nacional de seguros por déborah gurgel / imagens: crédito: arnado athayde
11/07/2018

Expansão do setor gera oportunidades para profissionais do seguro

 inscrições para as graduações estão abertas no rio e em são paulo o setor de seguros segue apresentando um cenário promissor e os resultados recentes comprovam esse avanço. em 2017, o segmento registrou aumento de 7%, segundo dados da cnseg. para este ano, a perspectiva de expansão é de 7,2% a 8,6%. o crescimento verificado aponta o mercado de seguros como um dos mais relevantes para a economia brasileira, o que também gera novas oportunidades para os profissionais do ramo. para quem deseja construir carreira no setor, uma das graduações mais indicadas e a mais procurada é a de administração. o administrador é o responsável pelo gerenciamento de recursos financeiros, materiais ou humanos de uma empresa. cabe a esses profissionais definir estratégias e gerenciar o dia a dia da organização. a escola nacional de seguros oferece, no rio de janeiro (rj) e em são paulo (sp), o bacharelado em administração com linha de formação em seguros e previdência. com duração de quatro anos, o curso permite que o profissional atue em todas as áreas de administração, além de propiciar conhecimentos específicos sobre no setor de seguros. além do bacharelado, a escola também oferece outro curso de nível superior: o tecnólogo em gestão de seguros. ministrado na capital fluminense, o curso tem duração de dois anos e oferece aptidões práticas e instrumentais da administração. o tecnólogo também garante aos formandos a gratuidade para o exame para habilitação de corretores de seguros, possibilitando a atuação como corretor. as inscrições estão abertas para ambos os cursos e o processo seletivo acontecerá no dia 14 de julho, às 10h. as aulas terão início no dia 6 de agosto. mais informações estão disponíveis no profissaosegura.com.br. fonte: funenseg
11/07/2018

Somente 10% dos brasileiros têm seguros

 o percentual da população brasileira que possui alguma cobertura de seguro é de pouco mais de 10%. a afirmação foi feita pelo presidente da fenaprevi, edson franco, em palestra realizada no clube de seguros de pessoas de minas gerais (csp-mg). segundo ele, é preciso urgentemente incutir nos brasileiros a cultura de poupar e criar reservas financeiras para o futuro. “hoje temos uma população subprotegida tanto do ponto de vista de seguros de proteção à renda quanto dos produtos de acumulação”, frisou o executivo. edson franco disse ainda que há um grande potencial para “desenvolver o mercado”. contudo, ressaltou que ainda há pela frente alguns desafios, especialmente na distribuição. “é preciso ofertar produtos diversificados que atendam às demandas dos clientes”, observou o presidente da fenaprevi. ele citou ainda pesquisa recente feita pela federação, segundo a qual 43% dos brasileiros afirmam que há necessidade de reformas na previdência e 49% acham que o tema deve ser tratado pelo próximo presidente da república. “a percepção da população mudou, mas ainda é preciso encarar o problema de frente”, salientou franco. para ele, a falta de conhecimento como um dos grandes entraves para o debate em torno da reforma. prova disso é que, segundo a pesquisa da fenaprevi, pouco mais da metade dos brasileiros (51%) ainda acredita que a previdência pública é sustentável, “apesar do déficit crônico do sistema, que só em 2017 chegou a r$ 268,8 bilhões”. edson franco alertou também que, se os ajustes necessários não forem feitos, o estado não terá como garantir a aposentadoria de milhões de brasileiros. fonte: cqcs

União Seguradora fecha o ano com novos negócios


14/12/2018
A União Seguradora recebeu a Uperformance Assessoria & Consultoria em Seguros em sua sede em Porto Alegre. O diretor comercial João Lock, Antônio Coutinho, técnica, e Marco Rocha, comercial, receberam Domingos Costa, Ailton Lopes e Estela De Moura Rey para iniciar uma parceria com prospecção de novos negócios. Segundo os participantes, a reunião foi produtiva em ideias que, com certeza, confirmam o sucesso dessa parceria para 2019. O diretor João Lock e sua equipe agradecem a visita da Uperformance e encerram o ano com excelentes perspectivas.

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