25/06/2018

Receita da capitalização cresce 8,1% em quatro meses

 faturamento avança e resgates diminuem sinalizando um consumidor mais cauteloso diante das incertezas econômicas, indica fenacap. a federação nacional de capitalização (fenacap) divulgou os dados do primeiro quadrimestre do ano do segmento de títulos de capitalização. em comparação a igual período de 2017, houve uma alta na receita de 8,1%, que atingiu r$ 6,8 bilhões. o valor das provisões técnicas – os recursos acumulados e, posteriormente, resgatados pelos clientes antecipadamente, ou no fim da vigência – também cresceu, fechando o período com r$ 29 bilhões, aumento de 1,7%. confirmando tendência verificada no ano, houve redução de 6,5% no volume de resgates, que ficaram em r$ r$ 5,6 bilhões. de acordo com o presidente da entidade, marco antonio barros, o desempenho do primeiro quadrimestre mostra que o consumidor voltou a fazer aportes em títulos de capitalização. “em vista das incertezas e de uma recuperação da economia mais lenta que o esperado, as pessoas estão adiando planos de consumo, optando por guardar dinheiro e formar alguma reserva para enfrentar possíveis dificuldades financeiras. e nesse caso, os títulos de capitalização são solução para manter a disciplina e organizar o orçamento doméstico”, assinala. segundo ele, a redução dos resgates corrobora essa tese, evidenciando que as pessoas que já possuem alguma reserva estão mantendo suas economias guardadas por mais tempo, para emergências ou para a concretização de projeto futuros. ainda de acordo com os dados divulgados pela federação, nos quatro primeiros meses do ano foram distribuídos r$ 347 milhões em prêmios a clientes de títulos de capitalização de todo o brasil. a cada dia útil do período, as empresas de capitalização pagaram o equivalente a r$ 4,2 milhões em sorteios por dia útil. o sudeste foi a região que recebeu o maior volume de prêmios. ao todo, foram r$ r$ 155 milhões distribuídos para os clientes dos estados do espírito santo, minas gerais, rio de janeiro e são paulo. marco regulatório a divulgação da circular 569 em 2 de maio de 2018 pela superintendência de seguros privados (susep) promoveu algumas mudanças para o segmento. a principal delas foi a criação de duas novas modalidades, o instrumento de garantia e filantropia premiável, que antes eram comercializadas junto as modalidades tradicional e popular, respectivamente. o documento trouxe normas que promovem ajustes na elaboração, operação e comercialização dos produtos. as mudanças propostas pela circular 569 passam a valer em 120 dias, a contar de sua publicação, mas ainda dependem de regulamentação complementar, etapa do processo que, no momento, mobiliza todas as empresas do setor. de acordo com análise inicial das comissões técnicas da fenacap, existem dispositivos que podem ser aprimorados para que sejam efetivamente criadas as condições para promoção do crescimento sustentado do setor. “a expectativa das associadas à fenacap é contribuir de maneira colaborativa para que algumas das normas possam ser mais aderentes à realidade do mercado”, adianta barros. fonte: revista apólice
25/06/2018

Mercado aumenta projeção de inflação e reduz alta do PIB para 2018

 instituições financeiras consultadas pelo banco central continuam reduzindo a projeção de crescimento da economia e aumentando a estimativa para a inflação. o relatório focus do bc aponta que o mercado reduziu mais a expectativa sobre o crescimento da economia. a projeção para a expansão do produto interno bruto (pib) caiu de 1,76% para 1,55% na oitava redução seguida. a previsão de crescimento para 2019 recuou, pela terceira vez consecutiva, ao passar de 2,70% para 2,60%. já o índice nacional de preços ao consumidor amplo (ipca) subiu de 3,88% para 4% neste ano. é a sexta projeção seguida de alta para o ipca. para 2019, a estimativa segue em 4,10%. mesmo com o aumento nas projeções, as estimativas seguem abaixo da meta de 4,5%, com limite inferior de 3% e superior de 6% para este ano. para 2019, a meta é 4,25% com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%. para alcançar a meta de inflação, o bc usa como instrumento a taxa básica de juros, a selic. na semana passada, o comitê de política monetária (copom) do bc decidiu manter a selic em 6,5% ao ano. para as instituições financeiras, a selic deve permanecer em 6,5% ao ano até o fim de 2018. para 2019, a expectativa é de aumento da taxa básica, terminando o período em 8% ao ano. quando o copom aumenta a selic, objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. quando o copom diminui os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação. a manutenção da selic, como prevê o mercado financeiro, indica que o copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação, objetivo que deve ser perseguido pelo bc. a previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar passou de r$ 3,63 para r$ 3,65 no fim deste ano, e permanece em r$ 3,60 para o fim de 2019.   jornal do comércio - folhapress (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/06/634642-mercado-aumenta-projecao-de-inflacao-e-reduz-expectativa-sobre-pib.html)
25/06/2018

Consumidores esperam inflação de 5,2% em 12 meses a partir de junho, aponta FGV

 a mediana da inflação esperada pelos consumidores para os próximos 12 meses ficou em 5,2% em junho, ante 5,3% em maio, informou nesta segunda-feira (25), a fundação getulio vargas (fgv), que divulgou o indicador de expectativa de inflação dos consumidores. em relação a igual período do ano passado, houve recuo de 1,7 ponto porcentual no indicador. "as expectativas se mantiveram relativamente estáveis. isso ocorre, em parte, por uma inércia de parte dos consumidores, que apesar do choque de preços ocorrido, principalmente, devido à greve dos caminhoneiros, não gerou uma mudança nas expectativas de inflação de forma homogênea. os consumidores de renda mais baixa continuam projetando queda nos preços enquanto os de maior poder aquisitivo já reajustam suas projeções", avaliou o economista pedro costa ferreira, do instituto brasileiro de economia da fgv (ibre/fgv), em nota oficial. na distribuição por faixas de inflação, 48,3% dos consumidores projetaram uma taxa dentro dos limites de tolerância da meta (de 3% a 6%) perseguida pelo banco central. a proporção de consumidores indicando inflação abaixo do limite inferior de 3% recuou de 22,2% em maio para 18,2% em junho. as previsões entre o limite inferior de 3% e a meta de 4,5% caíram de 27,1% para 25,5% no mesmo período, enquanto as projeções entre a meta de 4,5% e o limite superior de 6% subiram de 18,8% para 22,8%. em junho, as famílias com renda familiar até r$ 2.100,00 reduziram sua estimativa de inflação em 1,1 ponto porcentual, de 6,5% em maio para 5,4% este mês. entre os consumidores com renda superior a r$ 9.600,00, as expectativas de inflação avançaram de 4,1% para 4,5%. o indicador de expectativa de inflação dos consumidores é obtido com base em informações da sondagem do consumidor, que ouve mensalmente mais de 2,1 mil brasileiros em sete das principais capitais do país. aproximadamente 75% dos entrevistados respondem aos quesitos relacionados às expectativas de inflação.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/06/634634-consumidores-esperam-inflacao-de-5-2-em-12-meses-a-partir-de-junho-aponta-fgv.html)  
25/06/2018

Economista questiona PIB calculado pela Fipe no Rio Grande do Sul

 na última sexta-feira, dia seguinte à divulgação da estimativa do produto interno bruto (pib) do rio grande do sul de 2017 pela fundação instituto de pesquisas econômicas (fipe), um detalhe chamou a atenção. o valor nominal do principal indicador da economia do estado foi estimado em r$ 375,4 bilhões e ficou abaixo do de 2016, que foi de r$ 410,3 bilhões. causou estranheza a diferença de r$ 35 bilhões para menos, mesmo quando a fipe aponta alta de 1% do pib no ano passado. este fato e a forma como a fundação paulista desenvolveu o cálculo, ainda com poucas informações, reforçaram as críticas de segmentos da antiga fundação de economia e estatística (fee), que estimou o pib por mais de 45 anos, e da academia. o professor de contabilidade social da faculdade de ciências econômicas da universidade federal do rio grande do sul (ufrgs), disciplina que ensina aos alunos a estrutura das contas nacionais incluindo o pib, carlos henrique horn, reagiu: "espero que se esclareça esta lambança de comparar um dado a preços de 2015 (pib de 2017) com outro a preços de 2016 (pib de dois anos atrás)". horn, economista do ano pelo conselho regional de economia (corecon-rs) em 2014 e ex-diretor do banco regional de desenvolvimento do extremo sul (brde) no governo de tarso genro (pt 2011-2014), suspeita que o valor com base em preços de 2016 e 2017 não foi calculado. o que foi confirmado pela fipe. o professor diz que seria possível ter os dados completos seguindo a metodologia usual das nações unidas, que norteia os países e instituições, além de ter dados de preços do ibge. "tudo indica que eles montaram um modelo econométrico, que dizem ter 400 séries de dados, mas que não sabemos como são processadas. não tenho confiança neste dado antes de ver a metodologia. meus alunos não vão usar este número em seus estudos", avisou horn. informações de preços e estrutura mais detalhada da economia local eram repassadas pelo ibge, que não franqueará mais as informações, muitas delas sigilosas, pois o convênio era com a fee, agora extinta. o instituto comunicou em maio suspensão de convênio, por recomendação da advocacia geral da união (agu). "eles (fipe) podem ter subestimado o peso da agropecuária em 2017, que seria possível de medir no processo anterior", preocupa-se o professor da ufrgs. horn lembra que o setor é crucial para analisar o comportamento da economia gaúcha. sem as variações maiores do setor primário, a atividade regional segue a brasileira. "podemos ter um crescimento menor ou maior, dependendo de como for apurado este dado", completa horn. "do jeito que está sendo divulgado, parece mais um índice de atividade, como muitos que são feitos por bancos e outras entidades." pelo documento distribuído pela fipe intitulado "relatório trimestral do pib", verifica-se que estimativas da nova titular do pib confrontadas com as da fee apontam para grandes variações em anos como 2010 e 2013. os representantes da fundação paulista alegaram "volatilidade menor" no novo modelo. para horn e para economistas da fee, a nova sistemática pode estar deixando escapar variações importantes da agropecuária, gerando discrepâncias e dificultando uma leitura adequada da economia. o professor defende que o corecon-rs faça uma auditoria no indicador construído pela fundação paulista para que se possa "ter confiança e saber o que está sendo apurado". a proposta, diz horn, servirá para recompor a importância e a confiança no cálculo do pib. o jornal do comércio questionou o titular da secretaria de planejamento, governança e gestão (spgg), josué barbosa, no dia da divulgação, se houve alguma verificação técnica externa ou de alguma área do governo sobre a metodologia e os cálculos da contratada. barbosa disse que não e que a fipe tem "doutores entre seus membros", indicando capacidade e credibilidade do trabalho. coordenador da pesquisa confirma que indicador foi estimado a preços de 2015 o coordenador de pesquisa da fipe, eduardo zylberstajn, confirmou que o pib nominal de 2017 foi estimado a preços de 2015. "não incorpora a inflação de 2016 para frente", diz zylberstajn. o coordenador explica "que o deflator do pib é um índice específico e que não dá para usar os índices de inflação ao consumidor mais conhecidos". o economista da fipe acrescenta que o valor será calculado nos próximos meses, "mas o mais importante é a variação real do pib, que foi divulgada". o coordenador alegou que o trabalho da fundação começou em abril, que não daria tempo de fazer todos os processamentos de séries e que os dados serão divulgados por etapas. na divulgação, jornalistas que costuma acompanhar o setor sentiram falta de números sobre o desemprenho setorial que permitem análises mais completas da situação da economia gaúcha. além do mais, o contrato da fipe, que custará aos cofres públicos r$ 6,6 milhões por 24 meses de trabalho, não abrangia o cálculo do pib do ano passado. como a força tarefa montada pela spgg não conseguiu entregar o dado por não conseguir acessar a base do ibge, a direção da spgg pediu e a fundação paulista topou fazer o indicador geral sem custo extra, asseguraram governo e contratada. a fipe, por outro lado, está com pagamentos suspensos devido a uma liminar do tribunal de contas do estado (tce) concedida no processo que apura a contratação. economistas da fee, cujo quadro se mantém empregado devido a uma liminar da justiça do trabalho, reforçam as dúvidas do professor da ufrgs. em nota, o grupo chama o indicador da fipe de "pib adaptado" e cobra a divulgação da metodologia, além de alertar para falhas, como não ter sido calculado o deflator de 2016 e 2017, o que pode gerar distorções nos resultados. "o indicador deles é imprestável, não dá para confiar", conclui roberto rocha, que coordenava as contas regionais na fee. a nota diz que será preciso esperar o cálculo do ibge para saber o desemprenho da economia gaúcha, divulgado com defasagem de dois anos. "só saberemos o pib de 2017 em 2019, assim será possível comparar com o pib do brasil", lamenta a nota. –   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/06/634598-economista-questiona-pib-calculado-pela-fipe.html)
25/06/2018

Ibovespa abre em alta e retoma patamar dos 71 mil pontos

 a bovespa iniciou o pregão desta segunda-feira (25) em alta, na contramão do fraco desempenho de seus pares internacionais. às 10h30min, o índice à vista subia 0,78%, aos 70.892,48 pontos, na máxima. internamente, o mercado recebeu bem a retirada do pedido de liberdade do ex-presidente da república luiz inácio lula da silva da pauta de terça-feira do supremo tribunal federal (stf), por decisão do ministro da corte edson fachin. entre a blue chips, as ações da petrobras avançam mais de 2,0%, a despeito do comportamento misto dos contratos futuros de petróleo após a recente decisão de grandes produtores de começar a elevar a oferta da commodity, depois de restringi-la por cerca de um ano e meio. durante o fim de semana, a organização dos países exportadores de petróleo (opep), que é informalmente liderada pela arábia saudita, e outras dez nações que não integram o cartel, incluindo a rússia, decidiram elevar sua produção combinada em até 1 milhão de barris a partir do próximo mês, embora o nível efetivo do aumento continue incerto - pode variar de 600 mil a 800 mil barris diários, segundo analistas.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/06/634650-ibovespa-abre-em-alta-e-retoma-patamar-dos-71-mil-pontos.html)
22/06/2018

Motivos Para Uma Empresa Contratar Um Seguro

 não importa para quê, todos querem proteção. seja para a sua casa, carro, viagem ou empresa, queremos garantir que sempre tudo esteja funcionando bem e que, se por acaso algo ruim acontecer, saibamos lidar com isso da melhor forma. os seguros empresariais são a melhor forma para que esse controle seja mantido. afinal de contas, já imaginou como seria difícil lidar com uma série de adversidades e ainda ter que manter tudo sob controle na sua empresa? apesar de ser uma grande segurança, muitos empreendedores ainda ficam na dúvida se vale mesmo a pena contratá-lo ou não. assim, resolvi elencar alguns motivos pelos quais ter um seguro empresarial pode ser importante. 1. amenização de riscos quem investe motivos para uma empresa contratar um seguro sabe a importância do seu dinheiro e do seu trabalho. alguns riscos são inevitáveis, mas outros podem ser drasticamente amenizados com um seguro empresarial. o empresário não terá de arcar com despesas simples de última hora, como encanadores, eletricistas e chaveiros e, ainda, pode contar com uma rede credenciada para tais serviços. há, também, seguros com coberturas maiores, prevendo até mesmo queda de letreiros, roubos, furtos, lucros cessantes e fidelidade de empregados. 2.segurança o fator de segurança trazido por um seguro empresarial é imenso. isto, porque o empreendedor sabe que, não importa o que aconteça, terá o apoio ideal e especializado para a demanda necessária. 3. economia pergunte a qualquer empresário se ele prefere gastar r$10.000,00 com um conserto ou apenas r$100,00 por mês? esse é um dos exemplos de economia que pode ser feita com um seguro empresarial. isso garante que a empresa não tenha que desembolsar valores imprevistos no seu orçamento, que possivelmente resultariam em um grande prejuízo para as finanças do negócio. há casos de empreendedores não segurados que não conseguem se reerguer após um prejuízo grande que poderia muito bem ser evitado. 4. tranquilidade todo empresário já tem preocupações demais com o seu negócio. por que não deixar alguns problemas já sob controle antes mesmo de eles aparecerem? um seguro empresarial personalizado traz muito mais tranquilidade e dá mais tempo para que empreendedores se dediquem ao que realmente importa. isso sem contar com todo o apoio que a empresa terá caso algum imprevisto aconteça. ao final, é fácil notar que todas as razões convergem entre si, apontando para um senso de segurança e tranquilidade de modo geral. ter um seguro empresarial é ter a certeza de que o negócio que cada empresário e empreendedor tanto batalhou para montar e manter está assistido por quem entende de imprevistos e sabe contorná-los. fonte: portal nacional de seguros por fabiana scaramella
22/06/2018

90% de processos corriqueiros podem ser resolvidos por chatbot, diz pesquisa

 um levantamento da cedro technologies constata que 90% de processos corriqueiros podem ser resolvidos por chatbot que simula um ser humano na conversação com pessoas. os chatbots representam uma grande evolução na relação entre pessoas, marcas e tecnologia: 74% dos clientes e usuários conseguem resolver dúvidas em até 2 minutos, além de 87% classificarem a experiência de uso como 'boa' e 'ótima' aferiu a empresa. "a utilização de e-mail ou no 'fale conosco' chegar cair em 30% com a implementação da ferramenta e, os custos de atendimento, são significamente reduzidos", destaca paulo ribas, da cedro. a cedro technologies em parceria com a microsoft vem desenvolvendo chatbots para diversas áreas de atuação, inclusive previdência privada. "a procura por essa solução, neste segmento, cresceu nos últimos meses", mencionou ribas, que já implantou a ferramenta em empresas como itaú, cargill e ge. algumas questões são recorrentes e comuns a todos os planos de previdência, como: qual o ganho fiscal da previdência? como vou ser tributado no resgate? quem fica com meus recursos se eu morrer? o que é tributação regressiva? e várias outras questões. essas dúvidas comuns demandam um tempo precioso dos profissionais nas organizações envolvidas, e nem sempre são respondidas com precisão, uma vez que o turnover nessas áreas costuma ser elevado e a capacitação dos atendentes não consegue acompanhar a velocidade do entra e sai de novos funcionários. "é aí que entra o chatbot e, para facilitar ainda mais esse processo, a cedro desenvolveu uma plataforma chamada people (ainda in preview), que irá permitir que qualquer pessoa, sem conhecimento de programação, crie seu próprio chatbot", ressaltou ribas. no people, o cliente poderá criar as perguntas e respostas em diversos formatos (botões, url, carrossel, imagem), obter relatórios gerenciais de interações com o bot por assunto, unidade de tempo, não respondidas. e ainda consegue parametrizar o transbordo para atendimento humano com reconhecimento de sentimento, ou seja, se o bot perceber que o usuário não está contente com a conversa, ele pode sugerir a transferência do atendimento para um humano. uma vez criado o chatbot, a plataforma também disponibiliza a interação nos principais apps de mensageria, como messenger do facebook, skype, twitter, slack, telegram, mypush e sob avaliação em chats proprietário. "os chatbot vieram para ficar. além de reduzir custos de atendimento, ele está acessível nos sistemas de mensageria já mencionados, sem a necessidade de baixar um novo app que ocupa mais espaço de memória", finalizou ribas. fonte: tiinside
22/06/2018

Simplificação de documentos: confira o que estamos fazendo para facilitar seu acesso ao Seguro DPVAT

 facilidade? nós temos por aqui! a gente está sempre falando por aqui que estamos trabalhando, constantemente, para tornar o acesso ao seguro dpvat cada vez mais acessível para você. mas como estamos, efetivamente, fazendo isso? é exatamente essa questão que vamos explicar aqui no post. gt de simplificação de documentos: trabalho interno que gera uma porção de benefícios promover mudanças internas para impactar a vida de 207 milhões de brasileiros. é assim que a gente encara as coisas por aqui, através da atuação de grupos de trabalho, onde juntos, pensamos no melhor para os beneficiários desse importante instrumento de proteção social. um desses grupos é o de simplificação de documentos que, ao atuar em versões mais simples dos documentos para dar entrada na indenização do seguro dpvat, reduz o tempo médio de pagamento. formado no ano passado, ele é composto por integrantes de diversas áreas-chave da seguradora líder e de representantes das consorciadas. saiba mais sobre as documentações simplificadas somente no ano passado, o gt de simplificação de documentos já entregou versões simplificadas da declaração de ausência do laudo do iml e das documentações de comprovação de ato declaratório e do termo de autorização de pagamento. através dessas mudanças, somente no primeiro quadrimestre de 2018, o volume de pendências documentais caiu 17,8% em comparação ao mesmo período do ano passado. de impressionar, não é? mas não para por aí! no último mês, demos outro passo à frente, retirando a exigência de dois documentos para comprovação do direito do beneficiário em caso de morte: a prova de dependência econômica através da anotação constante na carteira de trabalho (ctps) e a declaração de separação de fato. e sabe quem sai ganhando com todas essas novidades? o beneficiário! uma rede dedicada a facilitar o seu entendimento do seguro dpvat além das redes sociais oficiais (facebook, twitter e instagram) do seguro dpvat, com posts educativos e tirando dúvidas sobre o seguro, também temos o slideshare: uma ferramenta onde é possível saber como preencher documentos para dar entrada no seguro, qual a vigência do dpvat, quais são os pontos de atendimento e muito mais… tudo bem explicadinho e feito com muito carinho! ficou curioso? é só entrar no site https://www.slideshare.net/seguradoralider-dpvat. ah, a gente aproveita para lembrar que, se você tiver alguma sugestão de tema, é só falar com a gente. mudar nossos processos internos para facilitar a vida de quem têm direito ao seguro dpvat: essa é a nossa filosofia e razão de existir por aqui. fonte: viver seguro no trânsito
22/06/2018

Cuidado com o bolso: sua velhice vem aí

   “a longo prazo estaremos todos mortos”. ninguém questiona que o economista inglês john keynes (1883-1946), autor dessa frase, estava certo a respeito do nosso futuro. mas ele provavelmente não imaginava que o longo prazo ficaria mais longo ainda, inclusive no brasil. a longevidade do brasileiro está aumentando e, segundo o ibge, 30% da população será formada, em 2028, por pessoas com mais de 50 anos de idade. e quando cresce a expectativa de vida, cresce também a importância de planejar a situação financeira na velhice, certo? deveria ser, mas infelizmente isso não acontece no brasil. estudos mostram que poupar não é da natureza humana, mas no âmbito nacional essa tendência é especialmente marcante. levantamento do datafolha revelou que o brasileiro é imediatista e que 65% da população não guarda dinheiro para o futuro, número extremamente preocupante em um país onde a ineficiência do sistema previdenciário tornou emergencial uma reforma da previdência, ainda sem data definida. analisando as projeções de crescimento populacional no nosso país, é fácil entender que, no modelo atual, a previdência social não chegará a 2050 sem uma profunda reforma. a projeções indicam que, da forma que esta, a previdência no brasil custará ao país quatro vezes mais do que custa, em média, nos outros países. claro, não é fácil poupar no brasil. em países nos quais há menos desigualdade social e mais serviços públicos de qualidade, principalmente, na educação e na saúde, além de uma previdência confiável, a necessidade de economizar não é tão evidente. isso, no entanto, não muda o fato de que a falta de planejamento financeiro representa um problema grave em nosso país, capaz de tornar a chamada “melhor idade” em um verdadeiro pesadelo para muitos. é por essa razão que a previdência privada, ou complementar, ganha cada vez mais força como opção de investimento para garantir uma aposentadoria confortável. enquanto no modelo governamental vigente - administrado pelo instituto nacional do seguro social (inss) - não é possível escolher o valor da contribuição, já que é automático e proporcional ao salário recebido, na previdência privada o beneficiário pode investir o quanto quiser, pelo tempo que quiser, de acordo com seus objetivos e sua disponibilidade, e estipular renda mensal superior à definida pelo governo. no entanto, mais importante que qualquer modalidade de investimento - ações, fundos de renda fixa e moedas virtuais são outras opções - é aprender a poupar, a controlar os gastos. é um desafio considerável, diante de tantas despesas e um orçamento apertado ou até deficitário, algo que é a realidade de tantos brasileiros. mas desafio maior ainda é contar apenas com a previdência social para suprir suas necessidades básicas quando o futuro tornar-se presente. a longo prazo, enquanto ainda estivermos vivos, nossa saúde financeira também será fundamental. fonte: bem paraná por raphael swierczynski é ceo da ciclic

União Seguradora fecha o ano com novos negócios


14/12/2018
A União Seguradora recebeu a Uperformance Assessoria & Consultoria em Seguros em sua sede em Porto Alegre. O diretor comercial João Lock, Antônio Coutinho, técnica, e Marco Rocha, comercial, receberam Domingos Costa, Ailton Lopes e Estela De Moura Rey para iniciar uma parceria com prospecção de novos negócios. Segundo os participantes, a reunião foi produtiva em ideias que, com certeza, confirmam o sucesso dessa parceria para 2019. O diretor João Lock e sua equipe agradecem a visita da Uperformance e encerram o ano com excelentes perspectivas.

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