23/07/2018

Conheça as funções do planejador financeiro no Brasil

  profissão está crescendo no mercado brasileiro, mas ainda precisa ser mais conhecida pela população a planejadora financeira pessoal da academia de planejamento financeiro gfai daniela mir saiu do mercado de ti (tecnologia da informação) para entrar no mundo das finanças pessoais. daniela conta que chegou ao mercado como cliente e percebeu que a profissão podia ser boa para ela. daniela faz parte dos 3.719 profissionais certificados pela planejar (associação brasileira de planejadores financeiros) — 490 deles foram aprovados em 2017, quando existiam 3.409 profissionais da área. a profissão ficou no topo da lista do ranking da jobs rated almanac, publicação que classifica os melhores empregos dos estados unidos. “era algo que eu fazia corriqueiramente, fazia em casa e ajudava amigos.  quando eu soube que pessoas faziam isso profissionalmente, eu decidi que precisava conhecer”, conta. daniela explica que saiu da empresa em que trabalhava, porque precisava de um “período sabático” para se reencontrar profissionalmente. neste período, daniela contratou um planejador financeiro, tanto para ajudar com as finanças, como para entender como o profissional trabalhava, além de fazer um curso profissionalizante. o dinheiro é um dos pontos centrais da rotina do planejador. daniela enxerga o dinheiro como uma ferramenta para a realização de sonhos e conquista de objetivos. “eu faço planejamento de vida e uso o dinheiro como uma ferramenta para viver. você precisa se conhecer, saber quais seus projetos e o que é importante para você”, explica. segundo daniela, o mapeamento do comportamento é mais importante do que a renda em si.  por mais que a profissão tenha ganhado mais espaço no mercado, daniela explica que ainda existem barreiras a serem rompidas. “hoje ainda é difícil chegar no mercado. as pessoas não enxergarem a real importância [da profissão]. muitos acham que baixar uma planilha na internet já resolve o problema do planejamento financeiro”, afirma. para daniela, ainda existe um “trabalho de formiguinha para mostrar o valor”. a planejadora financeira cfp® virgínia prestes concorda que muitos ainda desconhecem a profissão. “as pessoas ainda desconhecem a profissão, mas eu acho que as instituições financeiras estão fazendo um papel bacana, porque estão pedindo a certificação cfp®”. virginia opina que a profissão vem crescendo no mercado e que os brasileiros estão começando a entender melhor, graças à disseminação de informações e as taxas de juros mais baixas. “o trabalho do planejador financeiro vai além das finanças. a gente cuida do risco, da parte sucessória, a gente fala de seguros, de previdência, é uma gama bem ampla”, explica. para virgínia, o trabalho do planejador não deve ser olhado pelo custo que tem, mas pelo retorno financeiro. “na maioria das vezes, o custo acaba sendo retornado”, afirma. segundo as profissionais, o planejador financeiro é um profissional que pode ser contrato por qualquer pessoa. o profissional ajuda tanto as pessoas que estão com dívidas e querem quitá-las como jovens que pretendem investir pela primeira vez e pessoas mais velhas que já pensam na aposentadoria. como se tornar um planejador financeiro hoje, a maioria das instituições do mercado exigem que o planejador tenha o certificado cfp (certified financial planner), emitido pela planejar (associação brasileira de planejadores financeiros). a credencial é a mais respeitada globalmente. os pré-requisitos para conseguir o certificado são: ter nível superior, experiência de pelo menos três anos em uma área relacionada a finanças pessoais, assinar um código de ética e ser aprovado na prova da certificação. a prova possui 140 questões de múltipla escolha que abrange os temas planejamento financeiro e ética, gestão de ativos e investimentos, planejamento de aposentadoria, gestão de riscos e seguros, planejamento fiscal e planejamento sucessório. fonte: giuliana saringer, do r7
23/07/2018

Preço médio da gasolina nas refinarias cai 0,94%, para R$ 1,9426

 a petrobras anunciou que o preço médio do litro da gasolina a sem tributo nas refinarias, que entra em vigor nesta terça-feira (24) será de r$ 1,9426, indicando queda de 0,94% após permanecer em r$ 1,9611 desde 18 de julho. o preço do diesel, por sua vez, segue inalterado desde o dia 1º de junho em r$ 2,0316. a redução do preço do combustível foi uma das reivindicações dos caminhoneiros na greve feita no fim de maio.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/07/639695-preco-medio-da-gasolina-nas-refinarias-cai-0-94--para-r-1-9426.html)  
23/07/2018

Juros futuros se ajustam em alta em sintonia com dólar

 as taxas futuras de juros operam em alta nesta manhã de segunda-feira (23) em sintonia com o dólar. os agentes de renda fixa realizam um ajuste parcial do movimento de devolução de prêmios ocorrido na última sexta-feira (20), quando a aliança entre os partidos do centrão (pr, pp, dem, solidariedade e prb) e o pré-candidato tucano geraldo alckmin resultou em uma forte devolução de prêmios de risco em toda a curva. no trecho mais longo, as taxas chegaram a recuar até 30 pontos-base na sexta. hoje os agentes seguem de olho no noticiário político, e na cautela que predomina no exterior em meio às ameaças ao comércio global. às 9h49, a taxa do contrato de depósito interfinanceiro (di) com vencimento em janeiro de 2019 estava em 6,720%, de 6,705% no ajuste de sexta-feira. o di para janeiro de 2020 apontava 8,11%, de 8,06%. o di para janeiro de 2021, mais líquido, projetava 9,11%, de 9,07%. já na ponta mais longa, o di para janeiro de 2023 marcava 10,38%, de 10,33 do ajuste anterior. no câmbio, o dólar à vista subia 0,10%, aos r$ 3,7804. o dólar futuro de agosto estava em alta de 0,29%, aos r$ 3,7855. nesta manhã, o relatório de mercado focus mostrou que os economistas do mercado financeiro reduziram a previsão para o ipca de 2018. a mediana para a inflação oficial neste ano foi de 4,15% para 4,11%. há um mês, estava em 4,00%. já a projeção para o índice em 2019 permaneceu em 4,10%. quatro semanas atrás, estava no mesmo patamar.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/07/639694-juros-futuros-se-ajustam-em-alta-em-sintonia-com-dolar.html)
23/07/2018

Dólar se ajusta em alta com comércio global e política no radar

 o dólar opera com alta moderada no mercado doméstico nesta segunda-feira (23) após as fortes perdas na sexta-feira (20), em reação ao apoio do centrão ao presidenciável geraldo alckmin (psdb). no fim de semana, no entanto, alckmin já teve que administrar a primeira crise com o bloco partidário. na sexta, a moeda americana recuou 1,70%, para r$ 3,7768 no mercado à vista. no radar dos investidores estão ainda os sinais mistos da moeda americana frente divisas principais e emergentes ligadas a commodities, além das quedas das bolsas europeias e a falta de tração dos futuros de nova iorque em meio a expectativas por uma entrevista coletiva do presidente dos eua, donald trump, (16h15), que deve tratar da guerra comercial e o embate com o irã. trump também receberá, na quarta-feira, o presidente da comissão europeia, jean-claude juncker, na casa branca, para discutirem as relações comerciais. o ministério das relações exteriores da china afirmou nesta segunda-feira que ameaças e intimidação nunca funcionarão para resolver divergências comerciais, referindo-se à declaração de trump, na sexta-feira, de que estava pronto para tarifar todas as importações chinesas, se for necessário. o governo chinês ainda negou que usasse uma desvalorização do yuan como estratégia para impulsionar suas exportações e, nesta segunda-feira, promoveu uma valorização da moeda chinesa ante o dólar - pela primeira vez desde 11 de julho. já os preços do petróleo operam em alta, após a agência estatal do irã ter minimizado mensagem de trump com críticas ao líder iraniano, hassan rouhani. uma graduada autoridade do irã qualificou a ameaça como "guerra psicológica". nos eua, foi divulgado que o índice de atividade nacional subiu 0,43 em junho, acima da previsão (0,40), mas não houve impacto na precificação do dólar. o fed de chicago também revisou o índice de maio de -0,15 para -0,45. na política local, depois da euforia do mercado na sexta, durante o fim de semana uma declaração no twitter de alckmin contra a volta da contribuição sindical causou atrito com o centrão. o tucano se reuniu no domingo com o deputado paulo pereira da silva, o paulinho da força (solidariedade), que, na saída, colocou panos quentes e disse que o atrito estava resolvido. eles discutiram a proposta do centrão para o financiamento de centrais trabalhistas. às 9h26, o dólar à vista estava estável, aos r$ 3,7769, após abrir em alta e registrar máxima em r$ 3,7849 (+0,21%). caiu pontualmente à mínima aos r$ 3,7724 (-0,12%). o dólar futuro de agosto subia 0,21%, aos r$ 3,7810, após ter oscilado da máxima a r$ 3,7890 (+0,41%) à mínima, aos r$ 3,7760 (+0,07%).   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/07/639693-dolar-se-ajusta-em-alta-com-comercio-global-e-politica-no-radar.html)
23/07/2018

Instituições financeiras reduzem estimativa de inflação para 4,11%

 a projeção de instituições financeiras para a inflação voltou a cair. a estimativa para o índice nacional de preços ao consumidor amplo (ipca) caiu de 4,15% para 4,11%, segundo a pesquisa focus, publicação elaborada todas as semanas pelo banco central (bc), com projeções de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos. essa é a segunda redução consecutiva. para as instituições financeiras, o ipca em 2019 será 4,10%, mesma estimativa de há cinco semanas, e 4% em 2020. para 2021, a projeção caiu de 4% para 3,95%. essas estimativas estão abaixo do centro da meta que deve ser perseguida pelo bc para este ano e 2019. em 2018, o centro da meta é 4,5%, com limite inferior de 3% e superior de 6%. para 2019, a previsão é 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%. para 2020, a meta é 4% e 2021, 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para os dois anos (2,5% a 5,5% e 2,25% a 5,25%, respectivamente). para alcançar a meta de inflação, o bc usa como instrumento a taxa básica de juros, a selic, atualmente 6,5% ao ano. para as instituições financeiras, a selic deve permanecer em 6,5% ao ano até o final de 2018. para 2019, a expectativa é aumento da taxa básica, terminando o período em 8% ao ano. quando o copom aumenta a selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. quando o copom diminui os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação. a manutenção da selic, como prevê o mercado financeiro neste ano, indica que o copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação. a projeção para a expansão do produto interno bruto (pib) - a soma de todos os bens e serviços produzidos no país - foi mantida em 1,50%, neste ano. para 2019, a estimativa segue em 2,50%. as instituições financeiras também projetam crescimento de 2,50% do pib em 2020 e 2021. a previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar permanece em r$ 3,70 no final deste ano. para o fim de 2019, passou de r$ 3,68 para r$ 3,70.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/07/639689-instituicoes-financeiras-reduzem-estimativa-de-inflacao-para-4-11.html)
20/07/2018

Sincor-Rs e Sulamérica promovem encontro em Porto Alegre

 o novo vice-presidente comercial, andré lauzana e o diretor regional da sulamérica, gilson bochernitsan se reuniram com a diretoria do sincor-rs na última quinta-feira, 12 de julho, na capital gaúcha. no encontro, andré, gilson e os executivos da entidade comentaram sobre o crescimento econômico do rio grande do sul para os próximos anos e debateram as oportunidades de negócios para a região. lauzana ressaltou a relevância do rio grande do sul, se consolidando como o 3º estado em volume de vendas de seguros no brasil* e citou que este resultado é fruto da atuação ativa do sincor junto aos seus mais de sete mil corretores. além do crescimento, ele ainda reforçou que “temos um grande desafio para o mercado de seguros dentro deste mundo cada vez mais dinâmico e digital, onde o papel do corretor é fundamental para explorarmos as oportunidades de negócios”. entre os demais temas da reunião, o presidente do sincor-rs, ricardo pansera, ressaltou a importância da sulamérica e do sindicato continuarem a trabalhar, em conjunto, no esclarecimento aos corretores e clientes sobre a readequação de contratos de seguro de vida anteriores a 2006, tema que alcança alguns corretores do estado. *segundo apuração da susep até maio 2018, prêmios emitidos todos os ramos exceto vgbl e dpvat. fonte: sincor-rs via seguro gaucho
20/07/2018

As principais seguradoras se lançam para subscrever riscos no espaço cripto

 grandes seguradoras como a aig, allianz, chubb e xl group estão cada vez mais adaptando as opções de cobertura para proteger as empresas no espaço cripto, informa a bloomberg em 19 de julho. a aon, uma grande corretora de seguros que alega ocupar 50% do mercado de seguro de criptos, disse à bloomberg que a empresa está vendo mais proteções específicas para criptomoedas que atendem à nova indústria. outro corretor, marsh & mclennan, disse que o ano de 2018 tem sido "rápido" para as seguradoras de criptomoedas, revelando que a marsh agora formou sua primeira equipe dedicada a políticas de corretoras para startups de blockchain. as fontes da bloomberg dizem que os prêmios para as empresas relacionadas à criptomoedas podem representar mais de cinco vezes os custos médios de cobertura de uma apólice de seguro corporativa tradicional, às vezes chegando a 5% dos limites de cobertura anualmente. as políticas podem exigir que “até uma dúzia de subscritores” consigam us $ 5-15 milhões de proteção cada um. estes são altos prêmios para o que são percebidos como sendo de alto risco, discutivelmente discutidos no início deste ano com o roubo sem precedentes de us $ 532 milhões em criptomoedas do coincheck da bolsa japonesa. as grandes seguradoras parecem relutantes em revelar a extensão da cobertura oferecida. bloomberg cita uma declaração da chubb que disse que a empresa não irá subscrever seguro para trocas de cripto ou carteiras. a xl também cobriu detalhes específicos, dizendo apenas que está "tomando cuidado ao analisar esses riscos e analisá-los caso a caso". mesmo recusando-se a divulgar a soma dos prêmios relacionados à criptos que assumiu até agora, a american international group confirmou que a empresa se reuniu com cripto-custodiantes e plataformas de negociação sobre proteção. christian weishuber, da allianz, declarou que acredita que "o seguro para armazenamento em criptomoedas será uma grande oportunidade ... os ativos digitais estão se tornando mais relevantes, importantes e predominantes ... e estamos explorando opções de produtos e cobertura nessa área". allianz já começou a oferecer cobertura individual para roubo de criptomoedas no ano passado. entre os principais participantes da indústria de criptos, a coinbase, empresa norte-americana de serviços de câmbio e carteira, garante fundos armazenados em carteiras quentes - que representam até 2% dos ativos dos clientes -, mas não revela até que ponto sua cobertura se estende. notavelmente, a própria tecnologia que sustenta as criptomoedas, blockchain, está sendo cada vez mais considerada como uma solução para inovar a própria indústria de seguros, com a marsh recentemente firmando parceria com a ibm em sua primeira solução blockchain comercial para provas de seguro.
20/07/2018

A APOSENTADORIA VAI GARANTIR O MESMO PADRÃO DE VIDA QUE TENHO HOJE?

 durante toda minha vida tentei seguir o que pareciam ser as regras do jogo. procurei trabalhar em empresas sólidas, fui um profissional exemplar e dedicado. cursei pós-graduação, me especializei, fiz uma rede de relacionamentos com pessoas importantes, e fiz de tudo para ser reconhecido pelos meus superiores. tive parte de meus ganhos retidos na folha para contribuir com o fundo de pensão. acompanhava de tempos em tempos meu saldo no inss para ter certeza que as empresas estavam cumprindo sua parte. para garantir, contratei mais um plano de previdência privada com o meu banco, contribuindo com mais um valor extra para formar meu “pé de meia” até a hora de me aposentar. hoje estou aposentado, inseguro e preocupado. a previdência privada me proporciona uma renda conforme eu escolhi naquela época, no entanto, o custo de vida de hoje é muito diferente daquele que planejei lá atrás. meus gastos aumentaram demais. e pelo inss, recebo mensalmente um valor menor do que eu tinha de salário quando parei de trabalhar, sem contar que tive que trabalhar por mais anos além do planejado, para conseguir assim um valor mensal de aposentadoria um pouco maior. esta história é fictícia, mas infelizmente é a realidade de muitas pessoas que ao se aposentarem, estão vendo sua renda diminuir e muito, graças a um plano de previdência social ineficiente, e que fecha cada ano com um recorde de prejuízo. em 2017, o déficit subiu para 268,8 “bilhões”. isso faz com que as pessoas trabalhem até uma idade mais avançada – ou até nem parem de trabalhar – para conseguir manter o mesmo padrão de vida e consumo. o trabalhador que está próximo de se aposentar vê a renda da aposentadoria como uma receita extra, pois poucos poderão de fato parar de trabalhar. o jovem de hoje já nem sabe se poderá contar com o inss na sua vez, pois até lá, só deus sabe! trataremos em outro texto maneiras de formarmos reservas para nossa aposentadora. por hora, o objetivo é acender um alerta em cada pessoa que ainda não se deu conta que: se ao longo da sua vida profissional não conseguir formar poupanças/reservas de outras maneiras, na hora de pegar de volta o que contribuímos para o inss, estaremos mais para apavorados que para aposentados. fonte: jornal a semana
20/07/2018

Em vez de aplicar, 25% dos poupadores guardam dinheiro na própria casa

  poupança ainda é utilizada por 60% dos brasileiros que possuem recursos guardados uardar dinheiro no final do mês não é um hábito comum do consumidor brasileiro. e mesmo entre aqueles que conseguem poupar parte de seus rendimentos, a busca por aplicações rentáveis é atitude adotada por parcela ainda pequena da população. dados apurados pelo indicador de reserva financeira do serviço de proteção ao crédito (spc brasil) e da confederação nacional de dirigentes lojistas (cndl) revelam que um quarto (25%) dos poupadores guarda dinheiro na própria casa, opção arriscada por questões de segurança e negativa do ponto de vista da rentabilidade, uma vez que o dinheiro fica parado sem render juros. mesmo com a ofensiva das corretoras e a popularização de modalidades como o tesouro direto nos últimos anos, a velha caderneta de poupança continua líder absoluta entre o principal tipo de aplicações dos poupadores brasileiros, citada por 60% dos entrevistados. outra escolha bastante mencionada é a conta corrente, modalidade usada por 18% dos brasileiros que possuem recursos guardados. completam o ranking de principais aplicações a previdência privada (7%), fundos de investimentos (5%), cdbs (4%) e tesouro direto (4%). a caderneta de poupança ainda é a modalidade de investimento mais conhecida pelos entrevistados: ao menos 81% das pessoas que possuem dinheiro guardado já ouviram falar a seu respeito. em seguida aparecem os títulos de capitalização (48%), planos de previdência privada (45%), ações em bolsas de valores (39%), fundos de investimentos (33%) e o tesouro direto (24%). “em geral, as escolhas de investimentos são influenciadas tanto pelo conhecimento escasso sobre as possibilidades de investir como pelo comodismo. ao manter o dinheiro em casa, o consumidor está perdendo o poder de compra pela inflação e isso pode ser prejudicial para seus objetivos. se a intenção é proteger-se contra imprevistos, o conveniente é optar por uma reserva com alta liquidez, ainda que isso implique um rendimento menor. por outro lado, se o objetivo é poupar para o longo ou médio prazo, aplicações menos líquidas, isto é, com menos facilidade para sacar, podem servir de freio ao impulso de desviar a finalidade deste recurso guardado”, aconselha a economista-chefe do spc brasil, marcela kawauti. apenas 16% dos brasileiros pouparam em maio; 40% alegam ter renda muito baixa para conseguir guardar dinheiro no fim do mês o indicador de reserva financeira mensurado pelo spc brasil e pela cndl revela que no último mês de maio apenas 16% dos brasileiros conseguiram poupar parte de seus rendimentos, como salários, aposentadorias e pensões, por exemplo. a maioria (71%) terminou o mês sem sobras de dinheiro para aplicar. e mesmo entre as pessoas de mais alta renda, o hábito de poupança revela ser algo precário. nas classes a e b, apenas 28% dos entrevistados pouparam em maio, contra 66% que não. nas classes c, d e e, o percentual de poupança cai para 13%. considerando os que se recordam do valor guardado, a média foi de r$ 440,40. entre os brasileiros que não pouparam nenhum centavo em maio, 40% justificam uma renda muito baixa, o que inviabiliza ter sobras no fim do mês. outros 25% foram surpreendidos por algum imprevisto financeiro e 12% que não possuem renda no momento, provavelmente por estar desempregados. há ainda 12% de consumidores que admitiram ter perdido o controle e a disciplina sobre os próprios gasto. na avaliação do educador financeiro do portal ‘meu bolso feliz’, josé vignoli, a boa prática mostra que o hábito de poupar dinheiro não deve se reduzir as sobras eventuais do orçamento, mas ser um costume a ser exercitado com regularidade. “a poupança deve ser encarada como um compromisso de todos os meses. se o consumidor deixa para guardar só o que sobra, ele pode ceder à tentação de transformar o que deveria ser uma reserva financeira em consumo, ficando sujeito a eventuais imprevistos ou inviabilizando a realização de sonhos de consumo, assim como garantir uma aposentadoria mais confortável alerta o educador. 52% dos poupadores guardam dinheiro regularmente para lidar com imprevistos; 46% tiveram de resgatar parte da reserva para imprevistos ou compras o levantamento mostra que dentre os brasileiros que possuem alguma quantia guardada, o objetivo principal é se proteger contra situações de imprevistos, principalmente doenças e problemas diversos do dia a dia, citado por com 52% dos poupadores. a segunda razão mais citada é garantir um futuro melhor para seus familiares (30%), seguida do receio de ser demitido e ficar sem condições de se manter (28%). somente a partir do quarto lugar no ranking de citações é que aparecem opções relacionadas a consumo, como realizar uma viagem (17%) e adquirir a casa própria (16%). além disso, apenas 14% guaram dinheiro pensando na aposentadoria. outro dado é que 46% dos brasileiros que possuem reserva financeira tiveram de sacar ao menos parte desses recursos no último mês de maio, sendo que nas classes de renda mais baixa, esse percentual sobe para 50%. os imprevistos foram a razão principal dos saques para 16% dos entrevistados. outros 11% resgataram o dinheiro para pagar dívidas acumuladas e 10% para pagar despesas do dia a dia. metodologia o objetivo da sondagem é acompanhar, mês a mês, a formação de reserva financeira do brasileiro, destacando a quantidade daqueles que tiveram condições de poupar ao longo dos meses. o indicador abrange 12 capitais das cinco regiões brasileiras: são paulo, rio de janeiro, belo horizonte, porto alegre, curitiba, recife, salvador, fortaleza, brasília, goiânia, manaus e belém. juntas, essas cidades somam aproximadamente 80% da população residente nas capitais. a amostra, de 800 casos, foi composta por pessoas com idade superior ou igual a 18 anos, de ambos os sexos e de todas as classes sociais. a margem de erro é de 3,5 pontos percentuais a uma margem de confiança de 95%.

As principais tendências e expectativas de crescimento do mercado de seguros para 2019


08/02/2019
Os últimos meses de 2018 serviram para deixar as empresas do setor de seguros otimistas para o ano que acabou de começar. Tudo isso motivado pela recuperação no crescimento da economia, o que aumenta a confiança dos empresários e melhora as perspectivas na retomada de investimentos nos serviços oferecidos pelas seguradoras de todo país.

De acordo com os números apresentados pelo Boletim do Banco Central, a previsão para este ano é de crescimento do PIB em torno de 2,5%, quase o dobro dos números alcançados no ano passado. Esse crescimento afeta diretamente toda a cadeia produtiva e de serviços, inclusive o mercado de seguros, pois com a economia mais saudável, as empresas tendem a retomar todo tipo de investimento.

Os planos de saúde corporativos refletem diretamente esse crescimento, pois com a economia se recuperando, as taxas de desemprego diminuem e o número de beneficiários desse serviço aumentam, justamente pelo fato de que os principais contratantes são as próprias empresas.

Para Rogério Walmor Cervi, Presidente da REP seguros, as expectativas são muito boas para o decorrer do ano: "estamos investindo no crescimento sustentável da empresa, projetamos aumento no nosso quadro de funcionários. Crescemos 27% no ano de 2018 e pretendemos seguir o nosso planejamento estratégico de crescimento e expansão."

E um dos fatores que gera esse otimismo e valoriza ainda mais a retomada do desenvolvimento é o histórico de crescimento do setor de seguros nos últimos anos, que ano após ano apresenta um índice médio 4 vezes maior que o percentual do PIB.

Já referente às tendências e novidades do mercado de seguros, a previsão é de aumentar cada vez mais a utilização de novas tecnologias nos processos e no oferecimento de serviços de seguros. Felipe Weiler Cervi, Vice-Presidente Comercial, mostra como isso já está presente e complementa: "A REP Seguros investe nas tecnologias para oferecer mais agilidade para seus clientes, contudo, acreditamos que estar ao lado do cliente é fundamental. Com os fornecedores (Seguradoras e Resseguradoras) funciona no mesmo sentido, buscamos estar sempre presente no dia a dia para exposição dos riscos e trazendo uma personalização para os serviços." Assim, a inovação surge como uma forma de complementar a oferta de produtos, diminuindo a burocracia, otimizando e melhorando a qualidade dos atendimentos, e barateando os custos do serviço.

Um dos pontos que promete evoluir com a implementação de novas tecnologias é a análise de perfis dos clientes, por parte das seguradoras. Essa análise é uma forma de definir os valores das apólices e, com o uso destas análises de comportamento mais aprofundadas, tende a resultar em cotações com taxas mais bem definidas e assertivas no perfil de cada indivíduo.

Mostrando como as expectativas para 2019 são interessantes para o mercado de seguros, empresas já estão se movimentando e iniciando o ano em expansão, como afirma César Dioni Costa, Vice-Presidente da REP Seguros: "Neste mês de janeiro inauguramos nossa filial em Chapecó, firmando mais uma vez com o compromisso que temos com nossos clientes do Oeste Catarinense, Gaúcho e Paranaense. Temos certeza que o nosso trabalho, que é altamente técnico, terá ainda mais aderência nas empresas destas localidades. E que essa decisão estratégica tende a fazer com que todas as tendências e expectativas de crescimento se tornem realidade."
O mercado segurador nacional passa realmente por um momento de recuperação, o que traz uma expectativa de resultados promissores, colocando o Brasil novamente como um país com potencial de crescimento e perfeito para investir.

A REP Seguros é uma seguradora especialista em encontrar soluções inovadoras para clientes corporativos e clientes físicos, oferecendo um serviço personalizado no gerenciamento de riscos, em seguros de garantias, transportes nacionais e internacionais, responsabilidade civil, seguros de vida e saúde, e demais serviços securitários.

Fonte: Website: http://www.repseguros.com.br

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