31/10/2018

Controle do dinheiro permite realizar sonhos futuros

 todos nós já cometemos - e ainda iremos cometer - deslizes com o nosso dinheiro. uma compra desnecessária, um investimento mal feito, uma aposta que não deu certo. e se pudéssemos reaver toda a quantia despendida em coisas que não nos trouxeram benefícios? é para isso que o controle financeiro é fundamental para darmos luz até mesmo aos centavos desperdiçados. por isso, o seguros e previdência ouviu pessoas que se organizaram e investiram seu dinheiro para render frutos e possibilitar a realização de sonhos, agora e no futuro. entender como os mínimos gastos do cotidiano influenciavam no orçamento mensal foi uma das motivações para o advogado estevan piva começar o hábito de controlar cada centavo despendido. há mais de quatro anos, ele criou uma planilha básica para anotar diariamente tudo que gastava e percebeu como o somatório de alguns "gastos bobos" pesavam a cada mês. o resultado, segundo ele, foi criar um policiamento maior e uma espécie de desafio: reduzir mensalmente o desperdício de dinheiro e focar em objetivos maiores. em 2014, ele decidiu fazer um intercâmbio e, para isso, precisou do auxílio dos pais para complementar o investimento. assim, intensificou os registros e tratou também de promover a conversão dos valores - de real para euro - a fim de se manter dentro dos parâmetros de câmbio e ter uma real noção da situação a qual viveria. "nunca fui uma pessoa de gastos exorbitantes. pelo contrário, sempre fui bastante contido e me interessei por guardar mais do que gastar, embora não tivesse um controle preciso sobre isso", explica. tal rigidez no controle também se deu para que ele mostrasse aos pais que não estava na europa para "esbanjar" ou gastar o dinheiro que fora cedido. piva conta que, no primeiro mês, as anotações pareceram sem muito sentido, em virtude de não haver um parâmetro de comparação para saber se o gasto está maior ou menor, mas do segundo mês em diante, o comparativo ficou mais claro e foi possível identificar os desvios. atualmente, o dinheiro que sobra ele procura investir em viagens e compras, mas também dedica parte aos fundos com bons rendimentos. "ainda quero aprimorar meus métodos para fazer investimentos em renda fixa e também variável e ver o dinheiro trabalhar para mim", afirma. reforma foi incentivo para começar plano complementar rigidez nas novas regras previdenciárias permeou decisão de goelzer. a preocupação com o futuro da previdência social, assim como a conscientização desde cedo com o investimento em previdência complementar permearam a escolha do funcionário público lucas goelzer em aderir a um plano privado de aposentadoria antes dos 30 anos. formado em administração de empresas, ele adquiriu experiência ao trabalhar no setor privado na área voltada à economia antes de ingressar no serviço público, o que ajudou a criar um discernimento sobre planos futuros. ele explica que as discussões no congresso em torno de regras mais rígidas, tanto para idade quanto para tempo de contribuição, foram fundamentais para a tomada de decisão. "a previdência oficial, em geral, é limitada. alguns itens como estabelecimento de tetos e idades mínimas de aposentadoria estão em estudo na reforma. assim, é conveniente a adoção de previdência privada, em complemento à oficial", afirma. a escolha foi pela contratação de um plano via instituição bancária, atrelado aos títulos públicos federais, com rendimento maior e segurança aos beneficiários. a solidez do produto e a confiabilidade tanto no que fora contratado quanto no banco escolhido ajudaram a tomar a decisão. o funcionário público se considera uma pessoa conservadora nos seus investimentos. "não gosto de assumir grandes riscos financeiros, sendo esse o motivo por optar por aplicações em poupança e planos de previdência privada. outro motivo é a alta liquidez do primeiro, sendo possível resgatar rapidamente o valor investido, caso necessário", completa goelzer. polyana entendeu importância de assegurar o patrimônio tem, desde os 18 anos, o hábito de controlar suas finanças. incentivada pela mãe a partir do seu primeiro estágio remunerado, conseguiu juntar dinheiro suficiente para comprar um celular, artigo de luxo à época. hoje, com 34 anos, ela mantém a agenda como sua fiel escudeira no planejamento financeiro, além de usar a tecnologia dos aplicativos para ter um maior dinamismo. os valores que são economizados mensalmente ela aplica em um fundo "para uma grande compra ou imprevistos", conforme explica. além disso, percebeu que a união desses dois modelos - manual e tecnológico - trouxe resultados positivos, pois, segundo a bióloga, conseguiu prever a quantia de dinheiro que poderia contar todos os meses para um investimento próprio ou simplesmente para guardar para o futuro. com a maturidade, veio também a percepção da importância em contratar alguns seguros para proteger o patrimônio conquistado. polyana conta que possui seguro residencial, automotivo e também contrata seguro viagem, quando necessário. "ter um seguro é ter uma garantia de que se algo der errado, se acontecer algum imprevisto, não vou precisar me endividar para consertar algo, ou perder em definitivo alguma coisa", afirma. ela relata que precisou usar diversas vezes a proteção ao seu veículo, inclusive por roubo. quanto às viagens e ao seguro da residência, não precisou usufruir dos benefícios, mas percebe a importância de ambos. "fiz um seguro para a minha casa pensando na possibilidade de danos que podem ocorrer. e em muitos lugares fora do brasil, se ocorre alguma situação em que se precisa de atendimento médico-hospitalar, estrangeiros gastam uma nota preta em atendimento. já pensou torcer o pé fora do país e gastar todas as economias na conta do hospital?", indaga.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/especiais/seguros_previdencia_2018/2018/10/653685-controle-do-dinheiro-permite-realizar-sonhos-futuros.html)
31/10/2018

Estudo reforça a importância do corretor na venda de seguros

 mesmo com a presença da internet, profissional é responsável por 85% das apólices contratadas rio - os avanços tecnológicos e as mudanças comportamentais da sociedade refletem diretamente no setor de seguros. em uma sociedade onde o carro deixou de ser o sonho de consumo, o mercado passou a estudar os novos hábitos da população para vender apólices em um segmento que arrecadou r$ 428,9 bilhões no país no ano passado, o equivalente a 6,5% do pib. o crescimento do setor está diretamente ligado à figura do corretor. um estudo publicado em janeiro deste ano pelo centro de pesquisa e economia do seguro (cpes), da escola nacional de seguros, apontou que esse profissional é responsável por 85% das vendas do setor. em meio a esse cenário, a capacitação exerce um papel determinante. "na hora de contratar uma apólice, o consumidor brasileiro ainda tem o corretor de seguros como principal referência. em plena revolução digital, ele exerce mais influência na decisão de compra do que aplicativos e sites de cotação de seguros", argumenta robert bittar, presidente da escola nacional de seguros. a transformação do perfil do corretor, aliás, já faz parte da grade curricular. a partir de 2019, a instituição de ensino vai abrir o curso 'inovação e canais digitais para corretores de seguros' na formação desse profissional na unidade de são paulo. o curso vai falar de tecnologia no mercado e de tendências comportamentais da sociedade. "hoje, o rapaz de 18 anos não quer ter um carro. ele quer ter um celular da última geração. o mercado precisa se reinventar, criando novos produtos para atender novas necessidades. o corretor precisa explicar aos clientes sobre outros riscos", explica o professor richard furck, responsável pelo curso. le cita a expansão de motoristas por aplicativo como um exemplo sobre uma nova possibilidade de cobertura. "se houver um acidente de trânsito, quem paga a conta? é preciso ter um seguro para proteger esse passageiro. o corretor de seguro de automóveis vai ter que repensar o seu negócio se quiser sobreviver. o corretor do passado atendia o que o cliente queria. o corretor do presente precisa antecipar o que o cliente deseja. o corretor do futuro vai ter que despertar nas pessoas novas necessidades que elas nem imaginam que têm", analisa. máquina não substitui o homem a aplicação das novas tecnologias no setor faz parte de uma percepção do próprio corretor. para amilcar vianna, vice-presidente de comunicação da federação nacional dos corretores de seguros (fenacor), esse profissional assumiu uma nova posição com o desenvolvimento do universo digital. "as seguradoras estão apostando que vai sair do corretor a solução para descobrir como o consumidor vai se comportar para adquirir produtos pela internet. o corretor é o profissional que tem a sensibilidade do contato regular com o cliente. ele sempre foi o fiel da balança, garantindo que a seguradora entregue os seus produtos e que o consumidor os receba", argumenta. amilcar acredita que o papel do corretor surpreendeu as previsões mais pessimistas de perda de espaço com a oferta de produtos no meio online. "o consumidor gosta de comprar com facilidade, pela internet. mas ele se sente mais confortável quando tem um corretor desenvolvendo ferramentas para amparar essa relação. a indústria precisa desse profissional para investigar os hábitos do consumidor e suspeitas de fraude", diz. e, ao ser questionado sobre a importância do papel do corretor para as seguradoras, a resposta atinge os índices que a inteligência artificial é incapaz de alcançar: "as corporações podem ser competentes para gerir finanças. mas para entender o comportamento humano, o ideal ainda é outro humano, que é o corretor de seguros". fonte: o dia por herculano barreto filho
31/10/2018

Corretor de Seguros: o principal responsável pelo avanço do mercado segurador

 o mercado de seguros mudou. ao longo do tempo ele acompanhou as mudanças na sociedade. assim como fez o corretor de seguros. quem mudou primeiro? mais importante que ter essa resposta é saber – e reconhecer – a importância do corretor no avanço desse segmento que é tão importante para a economia de um país, mas que ainda, no caso brasileiro, não conseguiu se fazer entender por boa parte da sociedade. o brasil é um país com dificuldades econômicas que enfrenta uma das suas maiores crises. apesar disso, o mercado de seguros tem uma trajetória de sucesso alcançando taxas de crescimento que não se repetem em outros setores produtivos da economia. o mercado de seguros no brasil é um segmento que apresenta forte resiliência em períodos de crise. os resultados das empresas neste setor apresentam menor variação em situações adversas na economia. isso acontece porque fornecem produtos que contribuem para o gerenciamento de riscos sociais e concentrarem boa parte de seus esforços em planos de acumulação ou como costuma dizer o presidente da cnseg, márcio coriolano, “o mercado de seguros é resiliente” e representa um oceano de oportunidades que ainda precisa ser mais explorado pelo governo e pelas empresas e pessoas. “a atividade seguradora, como um todo, tem uma importância para a vida do país, absolutamente desproporcional ao pouco conhecimento que as pessoas têm sobre ele”, diz coriolano. e o corretor de seguros? o principal responsável pela quase totalidade da distribuição do seguro é o corretor. é ele que mostra a sociedade a importância do seguro e põe luz em algo tão complexo. o corretor de seguros é quem conhece o cliente, além de ser seu representante legal, muitas vezes ele constata uma necessidade de proteção antes mesmo da própria família. por isso, costuma-se dizer que o corretor é um consultor. mesmo com as inovações que surgem no mercado, o corretor de seguros ainda é fundamental. é ele o profissional que conhece o consumidor e sabe das suas necessidades. coriolano lembra que o brasil tem dimensões continentais e que algumas regiões não oferecem serviços para distribuição do seguro fazendo com que a presença do corretor seja o único elo entre a população e o seguro. “o corretor ocupa papel fundamental na divulgação do seguro. vivemos um período em que a sociedade está mais consciente dos seus direitos e também consciente da necessidade de se proteger através dos seguros”, analisa. para o presidente da cnseg, à medida que o mercado segurador ganha dinâmica, o corretor tem mais oportunidade de exercer o seu papel. o contato direto com o segurado faz do corretor uma espécie de identificador de tendências. foi o trabalho feito por esses profissionais que tornou popular o seguro de automóvel. e mais recentemente, com a crise na venda de automóveis – reflexo da crise e da mudança de comportamento da sociedade – assiste-se ao crescimento na venda de seguro de vida e planos de previdência privada. movimento esse que contribui para o crescimento do mercado segurador. o mercado brasileiro tem muito potencial de crescimento. todo o mercado sabe disso. mas talvez só quem possa fazer com que o mercado segurador brasileiro atingir níveis maiores é o trabalho do corretor de seguros. claro que é preciso uma série de condições que contribuam para isso como, por exemplo, que a sociedade tenha capacidade de pagamento para adquirir um seguro, mas o porta-voz dos benefícios do seguro é função do corretor. as discussões que acontecem hoje em torno da tecnologia deixam de ter sentido quando poucos ainda tentam excluir o corretor deste processo. a tecnologia deve ser uma aliada para facilitar o trabalho do corretor. ela vai permitir que o corretor atinja os lugares mais distantes para que ele possa vender seguro. “é preciso observar a inovação sob o aumento da cultura do seguro, a melhoria de consumo e a acessibilidade. ter um produto com uma ferramenta de inovação para falar com os consumidores que ainda não atingiram é um diferencial”, disse recentemente joaquim mendanha, da susep. fonte: portal nacional de seguros
31/10/2018

Além do seguro DPVAT obrigatório, quase metade da frota brasileira possui seguro auto

 no brasil, até o ano passado, 39,4% da frota de veículos em circulação, percentual que equivale a 17,1 milhões de veículos, já possuíam seguro veicular, conforme dados apresentados pela confederação nacional das empresas de seguros gerais, previdência privada e vida, saúde suplementar e capitalização (cnseg). tais números apontam que quase metade dos carros que circulam no país conta com um seguro particular extra, além do seguro dpvat, obrigatório para todos os veículos. o seguro dpvat, sigla para seguro de danos pessoais causados por veículos automotores, cobre apenas danos causados às vítimas de acidentes, e não danos materiais. para outros tipos de danos, é necessário que haja a contratação de apólices junto às empresas seguradoras. a contratação de um seguro auto pode cobrir danos diversos, como os causados por acidentes, catástrofes climáticas e roubos, por exemplo. as apólices de seguro podem contemplar quaisquer tipos de danos, selecionados no momento da contratação. os valores dos pacotes de seguro são bastante variáveis e, em geral, se tornam mais caros de acordo com o número de danos que cobrem. todos os danos descritos nas apólices são tratados pelas seguradoras como sinistros de trânsito. os que não estiverem inclusos nos termos de seguro deverão ser cobertos pelo responsável pelo veículo ou, quando for o caso, pelo responsável pelo dano. sinistros causados por negligência do condutor não são cobertos pelo seguro. em casos de acidente causado por embriaguez ao volante, por exemplo, a seguradora não é obrigada a cobrir nenhum tipo de dano material. se o veículo, ao sofrer um sinistro, não estiver regular, de modo que taxas de pagamento obrigatório, como o ipva, estejam em atraso, a seguradora pode se negar a cobrir os custos de reparos de danos. algumas empresas seguradoras cobrem os custos dos consertos de veículos em situação irregular, mas descontam o valor das taxas em atraso. os sinistros descritos nas apólices dos seguros de automóveis atendem a duas categorias: a de sinistro parcial e a de sinistro total.  o sinistro parcial garante que a seguradora cubra o valor de conserto dos danos causados ao veículo. o sinistro total é identificado quando o valor dos reparos for superior ao valor do veículo. nestes casos, a seguradora não paga o conserto dos danos, mas concede, ao assegurado, o valor estimado pelo veículo. para receber o valor relativo a um sinistro total, o responsável pelo veículo deverá entregar à seguradora documentos que comprovem que o veículo está fora de circulação. após a entrega e comprovação da impossibilidade de utilização do carro, o valor é liberado pela seguradora. a contratação de um seguro auto pode ser feita em qualquer seguradora que disponibilize o serviço. na contratação, é possível escolher o pacote que atenda ao valor e aos benefícios mais convenientes para o assegurado. para a contratação de seguro veicular, são solicitadas, pela seguradora, informações sobre veículo e condutor, que podem alterar o valor a ser pago pelo seguro. tais informações são relativas a características do condutor, como idade e sexo, modelo do veículo, local onde fica estacionado, horário de utilização do carro e histórico de direção, ou seja, número de sinistros pelos quais o veículo já passou. fonte: exame
31/10/2018

Confederação de seguradoras entrega 22 propostas para Bolsonaro

 confederação nacional das empresas de seguros gerais, previdência privada e vida, saúde suplementar e capitalização (cnseg) divulgou comunicado sobre a eleição de jair bolsonaro para a presidência da república. a entidade parabenizou o presidente eleito, e informa que entregou pessoalmente um total de 22 propostas. "o mercado de seguros brasileiro ocupa a 46ª posição do ranking mundial no consumo por pessoa, em descompasso com a economia do país, a nona maior do planeta. o setor segurador é responsável pela formação de poupanças equivalentes a r$ 1,2 trilhão, sendo um dos maiores investidores institucionais do país. há, portanto, um cenário de muitas oportunidades e desafios para a inclusão social neste mercado", diz marcio coriolano, presidente da cnseg, na nota. por conta dessa importância, coriolano defende que o setor "deve ter papel destacado na formulação e execução de políticas públicas, no planejamento dos investimentos privados e nas ações governamentais que deverão ser realizadas". fonte: estadão
31/10/2018

Seguradoras pressionadas com nova abordagem das normas IFRS

 grandes seguradoras globais iniciaram os preparativos para a ifrs 17 e a ifrs 9, mas as pequenas ainda estão atrasadas. confira os detalhes internacional – as grandes seguradoras globais iniciaram os preparativos para a ifrs 17 (que diz respeito aos contratos de seguros e que passa a vigorar em 1⁰ de janeiro de 2021) e a ifrs 9 (norma sobre instrumentos financeiros que deverá ser adotada em conjunto para a maior parte das empresas seguradoras), mas as pequenas ainda estão atrasadas, de acordo com um novo relatório “participando para vencer”, da kpmg internacional. 67% das grandes seguradoras pesquisadas estão na fase de concepção de projeto ou implementação da ifrs 17 e 64% estão em posição semelhante com relação à ifrs 9. em comparação, entre as pequenas seguradoras, somente 10% e 25% iniciaram a concepção de projeto ou a implementação da ifrs 17 e da ifrs 9, respectivamente. segundo o estudo, mesmo diante do progresso de muitas seguradoras, ainda há obstáculos para tornar a ifrs 17 e a ifrs 9 operacionais: 90% delas afirmaram que esperam dificuldades para garantir um número suficiente de pessoas fazer o trabalho e metade delas está preocupada com o orçamento. “as organizações globais que estão mais adiantadas com os projetos são as que mais sentem a pressão do tempo. quanto mais fazem, mais percebem como a implementação das novas normas é desafiadora. as pequenas seguradoras, que fizeram um mínimo de preparativos, precisam se engajar urgentemente nessa tarefa. já aqui no brasil, espera-se que o ifrs 9 seja obrigatório para seguradoras que não estão ligadas a banco somente quando o ifrs 17 entrar, e sobre esse último, as entidades ainda não possuem prazo regulamentar”, afirma o sócio da kpmg no brasil, lúcio anacleto. pessoal e treinamento são necessidades críticas ainda de acordo com a pesquisa, 45% das grandes seguradoras no mundo já têm equipes com 50 ou mais integrantes e metade delas já recrutou até 25 pessoas. o levantamento mostrou ainda que o treinamento é uma necessidade crítica e que até agora a maioria das seguradoras só capacitou os membros das equipes de implementação. a maioria das grandes seguradoras pesquisadas, 97%, vê a implementação nas novas normas ifrs como uma oportunidade de transformar os negócios, com foco na otimização do processo (77%), aperfeiçoamento do processo atuarial (65%) e modernização do sistema (58%). “os custos da implementação da ifrs 17 e da ifrs 9 são significativos, mas a pesquisa demonstra que as oportunidades apresentadas são ainda maiores. com as novas normas, as seguradoras passaram a ver as estratégias e processo financeiro e atuarial de novo ângulo. a transição pode ser um catalisador da inovação e do desenvolvimento dos talentos dos seus líderes emergentes”, analisa. desafios operacionais o levantamento identificou também que os novos desafios operacionais ficam claros à medida em que os preparativos avançam: somente 7% das seguradoras pesquisadas acreditam que estarão prontas a tempo para os dois anos da execução paralela; mais da metade (56%) prevê somente um ano de execução paralela antes de se firmarem. “em última instância, é um ponto crítico para as seguradoras a atenção à evolução das questões de interpretação para que os impactos sobre as demonstrações financeiras sejam bem entendidos e que haja um diálogo com os investidores sobre as mudanças que podem esperar”, acrescentou. a pesquisa o relatório “participando para vencer” (do original em inglês, in it to win it: feedback from insurers on the journey ifrs 17 and 9 implementation one year in) fez uma abordagem da implementação da ifrs 17 e da ifrs 9, realizada com base em uma pesquisa com 160 executivos de seguradoras de mais de 30 países. a maior porcentagem de empresas (37%) é composta, 19% são seguradoras de ativos e responsabilidade civil, sendo 7%, resseguradoras. são consideradas grandes seguradoras as que tiveram prêmios superiores a us$ 10 bilhões e pequenas as que tiveram prêmios abaixo de us$ 1 bilhão. fonte: l.s. revista apólice
31/10/2018

Redução do teto e FGTS estão nos debates da reforma

 com previsão de intenso debate já nos primeiros dias do governo do próximo presidente, jair bolsonaro (psl), a reforma da previdência já é tratada por diversas entidades e associações relacionadas ao tema. o principal ponto é como torná-la palatável ao contribuinte, com regras mais claras e objetivas, além da justiça social - ou seja, buscar igualdade para os desiguais. para isso, além da proposta enviada pelo presidente michel temer (mdb) ao congresso - que sequer foi votada pelos parlamentares - outras alternativas começam a surgir para contribuir na discussão. o diretor-presidente da associação brasileira das entidades fechadas de previdência complementar (abrapp), luís ricardo martins, ratificou o apoio a uma proposta do professor da universidade de são paulo (usp), hélio zylberstajn, a qual se debruça em alguns pilares para o desenvolvimento da reforma: o primeiro básico, para toda a população; o segundo com um teto menor que o atual, capitalizado e compulsório; o terceiro coletivo capitalizado opcional e o quarto individual e também opcional e capitalizado. a ideia seria reduzir o atual teto do instituto nacional do seguro social (inss), de r$ 5.645,80 para r$ 2.000,00, que passaria a valer para quem ingressasse no mercado de trabalho a partir da aprovação da lei. para complementar a renda, seriam criadas poupanças individuais, com capitalização dos recursos e utilização de parte do fundo de garantia do tempo de serviço (fgts) para incrementar o valor. as alíquotas de contribuição compulsória seriam revistas, a fim de se adequar à proposta. além disso, haveria os planos de previdência complementar como uma terceira alternativa, de maneira opcional. segundo martins, esse modelo traria uma mudança estrutural no atual modelo de previdência pública e geraria um "pacto de gerações" entre os mais novos e mais velhos. "a cada ano, temos menos contribuintes e mais aposentados. essa conta não irá fechar em algum momento. futuramente, trabalharemos mais, contribuiremos mais e receberemos menos do que devíamos", alerta o dirigente da abrapp. ele entende que esse modelo de capitalização de recursos pode ser a "solução da macroeconomia brasileira" a fim de viabilizar os proventos no futuro. o dirigente também defende que o novo presidente recrie o ministério da previdência social, que em 2016 estava unido à pasta do trabalho e, depois, foi integrado ao ministério da fazenda. para martins, a questão social e a urgência em tratar assuntos tanto de ordem pública quanto de previdência complementar se tornam imperativos para o retorno. "a fazenda tem um caráter tributário, fiscalizatório, diferente da proposta da previdência, de cunho social e assistencialista. e falo também em relação à previdência complementar, que esteve ligada há 40 anos a esse ministério. são 30 milhões de aposentados, e acredito que podemos atuar com maior protagonismo, um parceiro na resolução de problemas", explica. o pedido, no entanto, vai de encontro ao enxugamento da máquina pública, proposto pelo novo presidente, a fim de reduzir despesas. com 105 anos de existência, o gboex caminha para mais um ciclo de boas notícias. a previsão para 2018 é de crescimento em torno de 7%, acima da inflação projetada para o ano. a entidade aberta de previdência complementar sem fins lucrativos expandiu sua oferta também na área de seguros de vida com novos produtos, como um seguro no qual o beneficiário designado pelo contratante pode sacar uma parcela do valor acumulado antes da ocorrência do sinistro. mesmo diante de um ano com pleito eleitoral, sempre visto com desconfiança, a visão da empresa é de que o mercado está "na contramão da economia", ou seja, com crescimento maior em relação aos vistos em outros setores. o diretor-presidente do gboex, ilton brum de oliveira, salienta que a empresa trabalha forte na tecnologia em duas frentes. a primeira delas é auxiliar os corretores de seguros, com informações sobre seus planos e também aprendizado - um curso de ensino a distância está sendo elaborado com o intuito de ajudar tantos os vendedores quanto os clientes, a fim de educação e conscientização financeira. o segundo ponto é se aproximar dos clientes, por meio de campanhas publicitárias e redes sociais. "queremos achar formas de usar a internet a favor das pessoas. ela jamais será substituta de algo ou alguém, mas é uma ferramenta facilitadora para nós", justifica. oliveira identifica uma "gratidão" dos familiares dos segurados à empresa e, sobretudo, às coberturas propostas nos seguros e planos complementares de previdência. "nosso lema é cuidar das pessoas, e em momentos críticos, elas sabem que podem contar conosco em momentos de perda de um ente querido", conta. por isso, o gboex preza pelo planejamento a longo prazo, e tenta passar essa ideia àqueles que pretendem ingressar com investimentos. em relação à previdência privada, há a oferta de planos mais conservadores, com rendimento fixo e outros mais arrojados, com um mix entre investimentos com menor risco e outros com maior volatilidade, como o mercado de ações. acima de qualquer escolha, o diretor-presidente vê que a aposentadoria complementar serve para suprir o "ânimo e desânimo" causado pela previdência social, e vê que os profissionais liberais, pela maleabilidade das propostas, se encaixam bem na proposta de previdência complementar. "a matemática de uma e de outra são diferentes, há uma série de regras no instituto nacional do seguro social (inss), enquanto aqui, o dinheiro é seu e pode ser resgatado quando quiser", diz.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/especiais/seguros_previdencia_2018/2018/10/653639-reducao-do-teto-e-fgts-estao-nos-debates-da-reforma.html)
26/10/2018

Setor de seguros deve aprender a lidar com a diversidade

 exclusivo – no mês de dezembro será lançado o instituto para a diversidade e inclusão no setor de seguros, uma entidade que tem como propósito aumentar a conscientização do mercado sobre o tema. o instituto deverá promover ações que auxiliem o setor de seguros a trabalhar melhor estes temas. serão elaborados treinamentos e consultoria na implementação de programas internos para o desenvolvimento da diversidade, na publicação de artigos acadêmicos e outras iniciativas relevantes. o instituto também deve se aliar a outros congêneres para potencializar as ações. valeria schmitke, presidente do idis, afirma que o instituto utiliza a expressão “setor de seguros” porque o objetivo da proposta é envolver todos os agentes do mercado, sejam eles seguradoras, provedores de serviços, corretores, resseguradoras, escola nacional de seguros, operadoras de planos de saúde etc. “inicialmente, trabalharemos três pilares: gênero (mulher), lgbt+ e raça/etnia. consideramos que essas são as áreas mais urgentes à qual devemos nos dedicar, mas vamos, no futuro, trabalhar os pilares de pcds, gerações e outros”, adianta valeria. o primeiro passo no desenvolvimento da diversidade é a criação de conscientização sobre as ideias preconcebidas ou “vieses inconscientes”. “começando os trabalhos neste sentido, será feito o lançamento do idis em são paulo, no dia 12 de dezembro, no auditório da escola nacional de seguros. fonte: revista apólice
26/10/2018

“A longevidade é uma das grandes conquistas da humanidade. É hora de revermos nossos conceitos”

 neste exato minuto, enquanto milhões debatem a forma de lidar com os millennials, o planeta envelhece. os números não mentem, o planeta está se tornando cada dia mais prateado. no brasil, isso não é diferente. já temos mais avós do que netos. isso significa que já temos mais pessoas com mais de 60 anos do que crianças com até cinco anos de idade no país. são mais de 30 milhões de brasileiros chegando à maturidade e tomando um susto: com saúde e dinheiro no bolso, estão mais ativos do que nunca! é só olhar para os lados. os maduros de hoje estão pelas ruas, passeando, trabalhando, casando de novo, consumindo, enfim: aproveitando a vida. a imagem da bengala, do cabelo preso ao coque, da pessoa reclusa em casa esperando a hora da morte já não faz mais sentido. é mais fácil encontrar um 60+ na academia do que na cadeira de balanço eles não são mais os mesmos e se torna urgente, para o mercado e toda a sociedade, o despertar de um novo olhar sobre a geração prateada. para mergulhar nessa nova dinâmica demográfica, fomos à campo e o resultado é o estudo tsunami60+: pesquisa inédita, realizada pelo hype60+ e pipe.social, sobre o que chamamos de economia prateada e raio-x sobre os maduros no brasil. o projeto contou com duas fases: na primeira, um mapeamento comportamental e econômico do segmento 60+ com tendências mundiais e, na segunda fase, uma pesquisa quantitativa e qualitativa com abordagem etnográfica realizada entre brasileiros prateados (acima de 55 anos) nas cinco regiões do país. no total, falamos com 2 330 maduros de todas as classes sociais, explorando temas como trabalho, saúde, família, amigos, sexualidade e finanças. foram mais de dez meses de trabalho, uma equipe que somou quase 100 pessoas e reflexões profundas sobre o futuro, que nos fez perder o sono muitas vezes. a longevidade impacta não somente nossas vidas, mas também os negócios. os maduros estão criando uma nova economia, como mostra a definição do oxford economics: a economia prateada é a soma de todas as atividades econômicas associadas às necessidades das pessoas com mais de 50 anos e os produtos e serviços que elas consomem ou virão a consumir a economia prateada já é a terceira maior atividade econômica no mundo e no brasil, representando 20% do consumo nacional. indo na contramão do imaginário coletivo de uma maturidade dependente e sem recursos financeiros, os dados surpreendem: 86% dos brasileiros com mais de 55 anos afirmam ter renda própria; entre os com 75 anos ou mais, esse índice é de 93%. e mais, não só de aposentadoria vivem: as principais fontes de renda na faixa etária de 55 anos a 64 anos, são o trabalho profissional (49%), a aposentadoria (39%), os rendimentos de aluguéis (6%), as aplicações financeiras (3%) e o plano de previdência privada (2%). entre os com mais de 65 anos, as porcentagens são 22%, 69%, 3%, 2% e 4%, respectivamente. seis em cada dez dos brasileiros 55+ têm uma renda individual que representa pelo menos 50% da renda bruta familiar na prática, eles são responsáveis pela maior fatia da renda da família e da gestão financeira do lar. e, apesar de precisarem e desejarem continuar trabalhando, relatam grande preconceito no mercado de trabalho. entre os entrevistados com mais de 55 anos, 24% afirmam que a falta de espaço no mercado de trabalho é a segunda maior perda que vem com a idade, atrás apenas da perda física. enxergam, por outro lado, os novos formatos de trabalho como uma oportunidade para continuar na ativa por menos horas, conciliar trabalho com lazer sem impactar os sonhos da aposentadoria e ter uma renda necessária ao planejamento financeiro para a longevidade. o trabalho voluntário também ganha espaço na rotina: 23% afirmam realizar alguma atividade voluntária semanal. entre os 75+, 12% afirmam que esse trabalho é diário; 34% desejam, no futuro, se dedicar a trabalhos voluntários. iniciativas como a maturijobs, trampolim60+ e reinvenção do trabalho 60+ se destacam ajudando os maduros a enxergar novas possibilidades de atuação.   a longevidade é uma das grandes conquistas da humanidade e chegou a hora de revermos nossos conceitos sobre essa fase, que em breve será a maior de nossas vidas estudiosos afirmam que já está entre nós a pessoa que vai viver mais de 200 anos. precisamos nos preparar para uma vida com cada vez mais tempo e para consumidores cada vez mais maduros. o futuro é velho! layla vallias, 27, é cofundadora do hype60+, núcleo de inteligência de marketing especializado no consumidor sênior. foi diretora do aging 2.0 são paulo, organização de apoio a empreendedores com soluções para o envelhecimento em mais de 20 países. mercadóloga de formação, com especialização em marketing digital pela universidade de nova york, trabalhou com desenvolvimento de produto na endeavor brasil.

União Seguradora fecha o ano com novos negócios


14/12/2018
A União Seguradora recebeu a Uperformance Assessoria & Consultoria em Seguros em sua sede em Porto Alegre. O diretor comercial João Lock, Antônio Coutinho, técnica, e Marco Rocha, comercial, receberam Domingos Costa, Ailton Lopes e Estela De Moura Rey para iniciar uma parceria com prospecção de novos negócios. Segundo os participantes, a reunião foi produtiva em ideias que, com certeza, confirmam o sucesso dessa parceria para 2019. O diretor João Lock e sua equipe agradecem a visita da Uperformance e encerram o ano com excelentes perspectivas.

Praça Otávio Rocha, 65 - 1º andar
Centro Histórico - Porto Alegre/RS
CEP.: 90020-140
+55 (51) 3228.1999

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