14/05/2018

Reserva para cuidar da saúde

 pesquisa revela que mais de um terço (36%) dos entrevistados concorda que as pessoas deveriam pensar em formas alternativas de renda para não depender exclusivamente da previdência social. um levantamento realizado pelo serviço de proteção ao crédito (spc brasil) e pela confederação nacional de dirigentes lojistas (cndl) feito apenas com consumidores que se preparam para a aposentadoria revela que ter dinheiro para cuidar da saúde é o que mais motiva a formação desse tipo de reserva financeira, citado por 84% dos entrevistados. de forma geral, entre os que se organizam para a terceira idade, 85% disseram assumir essa tarefa como prioridade em suas vidas. a pesquisa ainda revela que praticamente todos (96%) os entrevistados acreditam que o brasileiro deveria se organizar para a chegada da terceira idade e, desses, mais de um terço (36%) concorda que as pessoas deveriam pensar em formas alternativas de renda para não depender exclusivamente da previdência social. para outros 35%, é importante se preparar na juventude para não depender de terceiros no futuro, enquanto 20% pensam que é importante se preparar para a aposentadoria porque as pessoas precisam manter o mesmo padrão de vida da época em que trabalhavam. indagados se concordavam com uma série de afirmativas, 74% disseram ter o receio de passar dificuldades financeiras na aposentadoria e 71% temem ter de trabalhar mesmo com a idade avançada para garantir o próprio sustento. no geral, 87% juntam dinheiro com medo de chegar a essa fase da vida sem o conforto desejado. "a busca por segurança é o que leva esses consumidores a agirem de forma prática e disciplinada na construção de uma reserva financeira, que servirá de amparo para momentos de dificuldades muito comuns nessa fase da vida", explica o educador financeiro do portal meu bolso feliz, josé vignoli. na avaliação dos entrevistados, as empresas também deveriam assumir papel de destaque na preparação da aposentadoria dos cidadãos. segundo a pesquisa, 78% concordam que as empresas empregadoras deveriam disponibilizar aos seus funcionários um plano de aposentadoria complementar descontado da folha de pagamento, contra apenas 21% que discordam dessa ideia. no mesmo sentido, 65% concordam que a previdência privada é o jeito mais garantido de guardar dinheiro para a aposentadoria e 90% concordam que os órgãos governamentais deveriam orientar a população sobre os melhores planos para quem planeja se aposentar. em média, os entrevistados têm a expectativa de viver até os 85 anos de idade. "a expectativa de vida do brasileiro tem aumentado e o país está envelhecendo cada vez mais. a pressão sobre o sistema previdenciário já é considerável e tende a aumentar nos próximos anos, o que significa que não há garantias de que o inss seja capaz de absorver a demanda crescente por aposentadorias", afirma a economista-chefe do spc brasil, marcela kawauti. os entrevistados também acreditam que preparar-se para a aposentadoria deveria ser tema central de conversa dentro da família e no ambiente escolar. para 95% das pessoas consultadas, a formação de reserva para essa fase da vida deve ser tratada com os jovens, enquanto 81% acreditam que o tema deveria fazer parte do conteúdo obrigatório no currículo escolar e de universidades. sobre as mudanças nas regras da aposentadoria, os consumidores entrevistados mostram-se divididos. enquanto 49% concordam que o caminho para a sustentabilidade do sistema de previdência no país seja a reforma da previdência, outros 51% discordam da necessidade de mudanças. no mesmo sentido, 48% disseram que preferem mudar as regras atuais da previdência a ter de pagar mais impostos para sustentar os benefícios, opinião da qual 51% não concordam. "a reforma da previdência é um tema polêmico, mas que deve ser discutido. quanto mais o país demorar a enfrentar a realidade do déficit do orçamento, mais difícil será cobrir o rombo que separa a despesa da arrecadação, pois enquanto a população envelhece, haverá menos pessoas ativas contribuindo para o sistema previdenciário. a mudança do perfil demográfico brasileiro e o orçamento deficitário público já influenciam a opinião pública de que o brasil terá de fazer mudanças profundas", afirma a economista, marcela kawauti. mas mesmo entre os brasileiros que possuem algum tipo de planejamento para a aposentadoria, há comportamentos que dificultam o hábito de poupar. em cada 10 pessoas que possuem uma reserva para essa finalidade, quatro (43%) concordam que não conseguem se organizar financeiramente com a disciplina necessária, mesmo sabendo de sua importância. jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/05/cadernos/empresas_e_negocios/626438-reserva-para-cuidar-da-saude.html)
14/05/2018

Disparada do dólar encarece dívidas de empresas no exterior em R$ 115 bilhões

 a disparada do dólar aumentou em r$ 115 bilhões o total que bancos e empresas terão de desembolsar para fazer frente às dívidas no exterior. ainda que os empréstimos na moeda estrangeira não tenham crescido, a variação cambial faz com que sejam necessários mais reais para pagar o mesmo compromisso. o quadro pode gerar ainda mais preocupação com a informação do banco central de que 46,9% das empresas com dívida em dólar não contam com proteção à variação do câmbio. dados do bc mostram que a dívida externa de bancos e empresas somava us$ 471,2 bilhões no fim de março. esse valor inclui empréstimos bancários, títulos de dívida, crédito comercial e operações intercompanhias. em dólar, o montante não oscila expressivamente há três anos. convertida para reais, a dívida passou do equivalente a r$ 1,556 trilhão no fim de março para r$ 1,672 trilhão na última quinta (dia 10) - uma diferença de r$ 115 bilhões. o cenário pode trazer preocupação especialmente para empresas que eventualmente tomaram crédito em outros países, mas não estavam preparadas para o dólar mais caro. o tema tem surgido discretamente em análises de economistas, executivos e investidores e pode ganhar força à medida que o dólar avança ou com o passar das próximas semanas. isso porque a conta para quitar dívidas continua chegando às empresas e bancos, que têm compromissos de us$ 84,4 bilhões até dezembro. maio é o segundo mês que mais concentra compromissos neste ano: us$ 12 bilhões em principal e juros. à frente, só dezembro com outros us$ 22,8 bilhões. tantas cifras podem despertar ainda mais atenção diante de duas informações. a primeira é a que indica que quase metade das companhias consultadas em 2014 pelo próprio bc não se protegia contra a oscilação do dólar com o chamado "hedge". "as empresas não exportadoras sem hedge representam quase metade da dívida total em moeda estrangeira", destaca um estudo do bc. o restante das firmas estava protegida no mercado ou porque tinha receita em dólar. uma dessas empresas é a estatal companhia riograndense de saneamento (corsan). em 30 de março, a empresa registrava dívida de us$ 30,6 milhões. ela avalia que a recente disparada do dólar deve elevar o gasto no próximo vencimento, em julho, em r$ 747 mil. a corsan não tem hedge, mas explicou em nota que o "caixa está preparado para esse desembolso adicional" e que a exposição cambial da empresa é relativamente baixa: 6,9% da dívida total. periodicamente, o bc estima o total da dívida externa das empresas sem proteção cambial. o dado mais recente, de dezembro de 2016, mostrava valor equivalente a 9% do produto interno bruto (pib). o patamar é maior que os 8% de 2014, primeira pesquisa. ainda que parte dessa dívida desprotegida conte com algum tipo de resguardo indireto - como um ativo ou sede no exterior, essas companhias administram o caixa com compromissos futuros em moeda estrangeira sem seguro contra a disparada da moeda. com quase metade das empresas desprotegidas, o bc sugere atenção a eventuais mudanças na economia. o estudo da instituição diz que em um "hipotético cenário de reversão" há dois pontos a observar com cautela nas empresas com exposição ao câmbio: "potenciais impactos na capacidade de pagamento das empresas e no total do endividamento". economistas avaliam que as últimas semanas reforçam a percepção de que a mudança de cenário hipotética mencionada pelo bc está em curso. desde março, o dólar subiu mais de 7% e já bateu em r$ 3,60, crescem as incertezas sobre as eleições no brasil, o aperto do juro nos eua pode ser mais intenso que o esperado e surgiu uma inesperada crise na argentina com direito até ao fmi. jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/05/economia/627119-disparada-do-dolar-encarece-dividas-de-empresas-no-exterior-em-r-115-bilhoes.html)
14/05/2018

Taxas curta e média de juros têm viés de alta com cautela sobre dólar e pesquisa

 os juros futuros de curto e médio prazos mostram viés de alta, enquanto as taxas mais longas oscilavam perto da estabilidade na manhã desta segunda-feira (14) após abrirem com viés de baixa na esteira do dólar mais fraco ante o real. operadores de renda fixa dizem que o mercado adota certa cautela em semana de decisão do copom, que poderá cortar a taxa selic mais uma vez, em 0,25 ponto, para 6,25% ao ano, conforme apostas majoritárias dos economistas. a postura mais defensiva justifica-se pelo receio do impacto do dólar alto sobre a inflação e a política monetária e incertezas sobre a pesquisa mda de intenção de voto para presidente, encomendada pela confederação nacional do transporte (cnt), que será divulgada às 11h desta segunda. no câmbio, o dólar se ajusta em baixa ao início de oferta adicional e antecipada de swap cambial (9h30min), além da operação de rolagem do vencimento desses contratos em 1º de junho, no fim da manhã (das 11h30min às 11h40min). o viés de baixa do índice do dólar (dxy) nesta manhã no exterior em meio aos sinais mistos da moeda americana frente algumas divisas ligadas a commodities também pesam nessa precificação da taxa de câmbio. às 9h45min desta segunda-feira, o contrato de depósito interfinanceiro (di) para janeiro de 2019 estava a 6,3305%, de 6,315% no ajuste de sexta-feira (11). o di para janeiro de 2020 indicava 7,33%, de 7,29% no ajuste anterior. o para janeiro de 2021 estava a 8,37%, igual ao ajuste anterior. o di para janeiro de 2023 estava a 9,52%, ante 9,51% do ajuste de sexta-feira. no câmbio, o dólar à vista recuava 0,35% no horário acima, aos r$ 3,5877. o dólar futuro de junho caía 0,40%, aos r$ 3,5930.   jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/05/economia/627107-taxas-curta-e-media-de-juros-tem-vies-de-alta-com-cautela-sobre-dolar-e-pesquisa.html)
14/05/2018

Mercado reduz estimativa de crescimento do PIB de 2,70% para 2,51%

 o mercado financeiro reduziu novamente a estimativa para o crescimento da economia este ano. a projeção para a expansão do produto interno bruto (pib), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, agora passou de 2,70% para 2,51%. essa foi a segunda queda consecutiva. para 2019, a previsão permanece em 3%. as estimativas são do boletim focus, publicação divulgada às segundas-feiras pelo banco central (bc). o mercado financeiro reduziu também a projeção para a inflação, medida pelo índice nacional de preços ao consumidor amplo (ipca), de 3,49% para 3,45%, neste ano. para 2019, a estimativa foi ajustada de 4,03% para 4%. a estimativa está abaixo do centro da meta que é 4,5% este ano, com limite inferior de 3% e superior de 6%. para 2019, a meta é de 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75% para alcançar a meta, o banco central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a selic, atualmente em 6,50% ao ano. quando o comitê de política monetária (copom) do bc aumenta a selic, a meta é conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. quando o copom diminui os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação. para cortar a selic, o bc precisa estar seguro de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir. nesta semana, o copom realiza a terceira reunião do ano, com expectativa de que a selic tenha o último corte do atual ciclo de reduções. para o mercado financeiro, a selic será reduzida em 0,25 ponto percentual, indo para 6,25% ao ano, conforme indicado pelo bc, em março. em 2019, a expectativa é que a selic volte subir e encerre o período em 8% ao ano. para especialistas, a recente alta do dólar não deve fazer com que o bc mude a estratégia de reduzir a selic. na última sexta-feira (11), o dólar chegou a r$ 3,60, o maior valor em quase dois anos. na visão de economistas, o efeito da alta do dólar na inflação deve ser um pouco menor do que normalmente é observado porque a economia ainda está em recuperação. de acordo com analistas, a alta do dólar ocorre devido à expectativa de aumento mais intenso dos juros nos estados unidos, o que o que atrai dinheiro para economias avançadas, provocando a fuga de capitais financeiros de países emergentes, além das incertezas sobre as eleições no brasil e a crise na argentina, com pedido de empréstimo ao fundo monetário internacional (fmi). na última sexta-feira, para segurar a cotação da moeda americana, o bc anunciou ajustes nos leilões de swaps cambiais, equivalentes à venda de dólares no mercado futuro, além de informar que fará oferta adicional de contratos de swap cambial. para as instituições financeiras consultadas pelo bc, o dólar deve encerrar 2018 em r$ 3,40. na semana passada, a estimativa era r$ 3,37. para o fim do próximo ano, a estimativa segue em r$ 3,40. jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/05/economia/627105-mercado-reduz-estimativa-de-crescimento-do-pib-de-2-70-para-2-51.html)  
14/05/2018

Cobre opera em baixa em Londres e Nova Iorque com avanço nos estoques da LME

 os futuros de cobre operam em baixa em londres e nova iorque nos negócios da manhã, influenciados por um avanço nos estoques da london metal exchange (lme). por volta das 8h10min (de brasília), o cobre para três meses negociado na lme caía 0,77%, a us$ 6.868,00 por tonelada. na comex, a divisão de metais da bolsa mercantil de nova iorque (nymex), o cobre para entrega em julho recuava 1,03%, a us$ 3,0795 por libra-peso, às 8h34min (de brasília). após registrarem três quedas seguidas, os estoques de cobre na lme sinalizavam uma alta de 3,8% nesta segunda-feira, recuperando-se dos menores níveis desde o fim de janeiro, segundo nota de alastair munro, corretor da marex spectron. outros metais básicos na lme seguiam direções opostas, com o alumínio passando por um raro momento de tranquilidade após as fortes oscilações das últimas semanas. no horário indicado acima, o alumínio se mantinha estável, a us$ 2.274,50 por tonelada. na sexta-feira (11), a mineradora russa rusal - segundo maior produtor mundial de alumínio - divulgou seu balanço do primeiro trimestre, no qual cancelou projeções feitas antes da introdução pelos eua de sanções contra a empresa. ainda na lme, o zinco tinha queda de 1,26%, a us$ 3.054,00 por tonelada, o níquel subia 2,34%, a us$ 14.365,00 por tonelada, o estanho caía 0,14%, a us$ 20.970,00 por tonelada, e o chumbo avançava 0,94%, a us$ 2.370,00 por tonelada.   jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/05/economia/627093-cobre-opera-em-baixa-em-londres-e-nova-iorque-com-avanco-nos-estoques-da-lme.html)
14/05/2018

Bolsas da Ásia sobem com sinal de melhora na relação comercial entre EUA e China

 as bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta nesta segunda-feira (14), lideradas por hong kong, após um tuíte do presidente donald trump sugerir um possível avanço nas relações comerciais entre eua e china. num gesto que surpreendeu pequim, trump afirmou ontem no twitter que está disposto a ajudar o fabricante chinês de smartphones e equipamentos de telecomunicações zte a "voltar aos negócios, rapidamente". as ações da zte estão suspensas em hong kong desde há cerca de um mês, quando a casa branca decidiu proibir a empresa de importar componentes dos eua por ter supostamente feito embarques ilegais de equipamentos para o irã e a coreia do norte. com a expectativa de que eua e china retomem negociações comerciais ao longo da semana, a iniciativa de trump foi vista por alguns analistas como uma concessão de washington. em hong kong, o índice hang seng subiu 1,35% hoje, a 31.541,08 pontos, impulsionada por outras empresas de tecnologia, como lenovo e tencent. na china continental, o xangai composto também ficou no azul, com alta de 0,34%, a 3.174,03 pontos, mas o shenzhen composto, que é formado principalmente por companhias de menor valor de mercado, teve leve baixa de 0,10%, a 1.823,25 pontos. em tóquio, o nikkei avançou 0,47%, a 22.865,86 pontos, o maior nível em três meses. o índice japonês foi impulsionado principalmente pela fabricante de cosméticos shiseido, que saltou 16% a nível recorde de preço, após divulgar resultados trimestrais no fim da semana passada. o balanço mostrou que a aposta da shiseido no mercado chinês está sendo muito bem-sucedida. em outras partes da ásia, o taiex subiu 0,86% em taiwan, a 10.952,39 pontos, ajudado por empresas ligadas a smartphones também na esteira do tuíte de trump, mas o sul-coreano kospi teve baixa marginal de 0,06% em seul, a 2.476,11 pontos, pressionado por seu maior componente, a samsung electronics (-2,3%), que é concorrente da chinesa zte. na oceania, a bolsa australiana fechou no maior nível desde 9 de janeiro, sustentada em boa parte por mineradoras. o s&p/asx 200 avançou 0,31% em sydney, a 6.135,30 pontos.   jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/05/economia/627083-bolsas-da-asia-sobem-com-sinal-de-melhora-na-relacao-comercial-entre-eua-e-china.html)  
09/05/2018

Os seguros de vida com o melhor custo-benefício, segundo a Proteste

 associação de consumidores avaliou 25 apólices, vendidas por oito empresas. veja o resultado fonte: exame por marília almeida são paulo – uma pesquisa da associação de consumidores proteste avaliou 25 apólices, vendidas por oito empresas, e concluiu que o melhor seguro de vida é o individual, da sompo seguros. já o seguro individual da sulamérica foi considerado a escolha certa para quem quer economizar na proteção, sem deixar de ter serviços satisfatórios. a pesquisa analisou coberturas básicas (invalidez permanente total por acidente e morte natural e acidental), além de dez coberturas adicionais: invalidez parcial por acidente, invalidez permanente por doença funcional, doenças graves, antecipação em caso de doenças terminais, assistência funeral individual e familiar, diária por internação hospitalar, câncer, morte do cônjuge e filhos, invalidez total por acidente do cônjuge e diárias por incapacidade temporária. a associação de consumidores constatou que as seguradoras oferecem uma gama grande de proteções na modalidade, que na maioria são semelhantes. a diferença entre eles está, em geral, no preço. uma apólice para um mesmo perfil de segurado sai a 106,18 reais na zurich e por 1.228,42 reais sompo. ou seja, uma diferença de 92%. portanto, vale pesquisar bastante e ficar atento às condições gerais de cada contrato. com relação a coberturas, todos contemplam morte natural e acidental do segurado, as chamadas coberturas básicas, que são obrigatórias. veja abaixo o resultado completo da pesquisa feita pela proteste: seguradora sompo (vida individual) porto seguro (vida individual) icatu (essencial vida) sulamerica (vida individual) mapfre (vida você multiflex) bradesco (vida mais segura) allianz (vida individual) zurich (vida flex) morte natural 100 100 100 100 100 100 100 100 morte acidental 100 100 100 100 100 100 100 100 invalidez permanente total por acidente 100 100 100 100 100 100 100 100 invalidez permanente parcial por acidente 100 100 100 100 100 – 100 100 invalidez permanente por doença funcional – – 100 100 – – 100 100 doenças graves 100 100 100 50 – –     antecipação em caso de doenças terminais – 100 – – 100 – – – assistência funeral individual 100 100 100 100 100 100 100   assistência funeral familiar 100 – 100 100 100 100 – 100 diária por internação hospitalar – – – – – – – – câncer – 100 – – – – 100 – morte do conjugê 100 – – 50 100 100 – – morte de filhos 100 – – – – – – – invalidez total por acidente do cônjuge – – – – – 100 – – diárias por incapacidade temporaria – 100 100 – – – – – nota 81,9 80,9 80,4 78,6 78,4 72,8 72,6 69,6 é importante ressaltar que a pesquisa é apenas um indicativo: vale checar cada contrato e escolher o seguro mais adequado à sua necessidade e com a consultoria de um profissional especializado. outras vantagens o principal objetivo da proteção é garantir que os beneficiários indicados no plano consigam reconstruir a vida sem a renda do titular. mas algumas proteções vão além e oferecem outros tipos de benefícios. veja também uma delas, voltada para profissionais liberais, oferece um valor diário em caso de incapacidade temporária, nos casos em que o titular não possa trabalhar, como forma de evitar um aperto financeiro. outros ainda dão descontos em farmácia e assistência residencial, entre outros benefícios. o que pesar na escolha o primeiro passo é definir o valor da cobertura. para isso, você deve estimar o período que você ou seus dependentes precisarão para se ajustar financeiramente. um casal sem filhos, por exemplo, pode precisar de sete anos para reconstruir a vida financeira sem o cônjuge. considerando que o casal tenha renda mensal de 5,5 mil reais, e um deles ganhe 3 mil reais, enquanto o outro 2,5 mil reais, se o primeiro contratar a proteção, deve fazer o seguinte cálculo: multiplicar 3 mil reais por 12 meses e por sete anos. resultado: precisará de uma cobertura de 252 mil reais. no caso de um casal com filhos, é necessário ponderar quanto tempo falta para que o filho termine os seus estudos. em média, isso ocorre em no máximo 10 anos. a conta então deve ser renda do segurado multiplicada por 12 meses e multiplicada por 10 anos. quanto maior for a cobertura, maior será a mensalidade a pagar. além disso, a idade e a profissão do segurado, o histórico familiar de doenças e o tabagismo influenciam no valor das parcelas e podem até impedir a contratação da proteção.
09/05/2018

Previdência Privada. Complementação de aposentadoria. Auxílio cesta-alimentação

  agravo interno nos embargos de declaração no recurso especial. fonte: stj agravo interno nos embargos de declaração no recurso especial. previdência privada. antecipação dos efeitos da tutela. complementação de aposentadoria. auxílio cesta-alimentação. provimento jurisdicional provisório. revogação. devolução dos valores recebidos a título de antecipação de tutela. possibilidade. precedentes do stj. súmula 83⁄stj. dupla conformidade. exceção admitida pela corte especial. requisitos da ressalva não preenchidos na espécie. agravo interno improvido. 1. a jurisprudência mais recente deste tribunal superior é no sentido de que "os valores de benefícios previdenciários complementares recebidos por força de tutela antecipada posteriormente revogada devem ser devolvidos, haja vista a reversibilidade da medida antecipatória, a ausência de boa-fé objetiva do beneficiário e a vedação do enriquecimento sem causa" (agrg no resp n.1.568.908⁄rs, relator o ministro ricardo villas bôas cueva, dje 1º⁄3⁄2016). 2. no caso em apreço, não há se falar em aplicação do princípio da dupla conformidade, pois não preenchidos os requisitos exigidos pela jurisprudência do superior tribunal de justiça.  3. agravo interno improvido. (stj - agint nos edcl no recurso especial nº 1.553.819 - rs (2015⁄0224349-0) - rel. ministro marco aurélio bellizze - dje. 17.04.2018)
09/05/2018

Com medo da aposentadoria? Tire 6 dúvidas sobre previdência privada

 a reforma da previdência ficará mesmo para o próximo governo do brasil. mas, uma coisa já é certa: será cada vez mais difícil contar apenas com o inss, que já acumula um déficit gigante e crescente. por isso, uma alternativa é a previdência privada. trata-se de uma modalidade de investimentos que, ao fim de determinado período, pode se transformar em renda para complementar o valor da aposentadoria pública, uma vez que o valor do inss é geralmente mais baixo do que a renda do período ativo. a principal diferença entre ambas não está nos rendimentos obtidos em cada um, e sim no benefício tributário. quais são os cuidados que se deve ter ao investir em uma previdência complementar? que benefícios cada tipo de plano oferece? confira seis tópicos que vão ajudar a esclarecer as principais dúvidas sobre o tema. 1) que tipos de previdência privada existem? as duas modalidades de previdência complementar oferecidas são o pgbl e o vgbl o pgbl (plano gerador de benefício livre) permite abater para a base de cálculo do imposto de renda até 12% da renda bruta tributável. ou seja, para quem ganha r$ 100 mil ao ano, é possível aplicar r$ 12 mil no pgbl e, na declaração do ir, ter esse valor deduzido, reduzindo o imposto a pagar ou aumentando a restituição. por outro lado, na hora de começar a resgatar, o imposto de renda incide sobre toda a aplicação, incluindo as contribuições e os rendimentos. já o vgbl (vida gerador de benefícios livres) não possui a vantagem de reduzir a base de cálculo do ir em até 12%, mas, em compensação, a incidência do imposto, quando ocorre o resgate, é somente sobre os rendimentos da aplicação, e não sobre todo o seu montante. segundo luiz garcia, líder da área de novos negócios da órama, plataforma de investimentos online, o pgbl é mais indicado para quem faz a declaração completa do ir, enquanto o vgbl serve melhor a quem faz a declaração simplificada ou é isento. ele destaca que o pgbl só é vantajoso para quem aplica até o limite de 12% previsto para dedução de ir. "qualquer outro investimento acima dessa parcela, ou para quem não tem renda tributada, tem que ser no vgbl", diz. garcia também lembra de uma vantagem importante de ambos os planos: a inexistência do "come-cotas", um desconto semestral que incide sobre os rendimentos em fundos tradicionais. "com a previdência complementar, se você deixar o dinheiro lá por dez anos, só vai ter 10% de imposto recolhido ao final, e não a cada semestre", afirma. 2) é possível resgatar o dinheiro a qualquer hora? os planos de previdência privada são investimentos de longo prazo, assim como tantos outros. a exemplo das demais aplicações com esse perfil, o resgate "antes da hora" - ou seja, em curto ou médio prazo - é viável, mas o imposto a ser pago pode ser relativamente alto. garcia diz que é fundamental estar atento ao regime de tributação na hora de escolher um plano. a regressiva, que reduz a alíquota de ir à medida do tempo que o investidor ficar no plano, é ideal para quem planeja deixar seu dinheiro aplicado por bastante tempo. nesse caso, se a pessoa fizer o resgate em até dois anos, a mordida do ir é de 35%, contra 10% para dez anos ou mais. já a tributação progressiva segue a mesma regra da tabela do imposto de renda para os salários, ou seja, quanto maior o valor, maior o imposto a ser pago, variando entre 0% e 27,5%. "pela tabela do ir, quem recebe pouco, paga pouco; na previdência privada é a mesma coisa, mas, neste caso, falamos de resgates: quanto maior o resgate, maior o imposto", afirma garcia. 3) planos de previdência privada são conservadores ou arrojados? existem planos de previdência privada direcionados para diferentes perfis de investidor. há alguns que têm seus recursos aplicados em opções conservadoras, como renda fixa, enquanto outros são mais arrojados, incluindo, por exemplo, ações. de acordo com luiz garcia, é possível, inclusive, formar uma carteira de planos de previdência, dividindo entre opções tradicionais e arrojadas, definindo a proporção de acordo com o perfil do investidor. "no caso da renda variável, como a previdência complementar é um investimento de longo prazo, é importante que a pessoa tenha paciência e aguente as oscilações do mercado", diz. 4) é possível ter mais de um plano de previdência privada? sim. essa alternativa é ideal para alguém que precise enfrentar uma mudança de cenário de investimento. se a pessoa possui um pgbl e um vgbl, por exemplo, ela pode investir até o limite de 12% da sua renda tributável anual por causa do pgbl e pode usar o vgbl para aplicar mais recursos, se for o caso. além disso, ter fundos com regimes de tributação diferentes também permite que o investidor realize resgates tanto no longo, quanto no curto prazo, caso ocorra a necessidade de utilizar os recursos para uma emergência. 5) existe uma contribuição mensal mínima a ser feita? não. o investidor pode interromper temporariamente os aportes nos seus planos de previdência complementar, caso ocorra uma diminuição na renda decorrente de demissão, por exemplo. mesmo se isso ocorrer, o investimento que continuar ativo não deixa de rentabilizar. além disso, aportes adicionais de diferentes valores podem ser feitos a qualquer momento, mesmo enquanto as contribuições mensais estiverem suspensas. isso pode ocorrer, digamos, caso o investidor receba uma renda extra inesperada. 6) por quantos anos eu devo aplicar na previdência privada? não existe um prazo definido para isso. cada investidor decide quando pretende parar de contribuir e fazer o resgate ou usufruir do benefício obtido ao fim do plano. luiz garcia recomenda que o investidor tenha definido os seus objetivos iniciais, antes de investir em uma previdência complementar. para ter uma ideia mais clara, garcia sugere a utilização de simuladores para planejar o valor a ser resgatado, os aportes mensais a serem feitos e o período total de contribuição. caso ocorram mudanças no cenário ao longo do tempo, é preciso rever essas metas. "se a pessoa havia calculado um benefício com base em uma contribuição de 30 anos, mas interrompeu os aportes por dez anos, é melhor arrumar outras formas para atingir seus objetivos, seja contribuindo por mais tempo, seja aumentando o valor dos aportes quando forem retomados".

União Seguradora fecha o ano com novos negócios


14/12/2018
A União Seguradora recebeu a Uperformance Assessoria & Consultoria em Seguros em sua sede em Porto Alegre. O diretor comercial João Lock, Antônio Coutinho, técnica, e Marco Rocha, comercial, receberam Domingos Costa, Ailton Lopes e Estela De Moura Rey para iniciar uma parceria com prospecção de novos negócios. Segundo os participantes, a reunião foi produtiva em ideias que, com certeza, confirmam o sucesso dessa parceria para 2019. O diretor João Lock e sua equipe agradecem a visita da Uperformance e encerram o ano com excelentes perspectivas.

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