09/05/2018

Portabilidade é melhor do que resgate

 muitos não sabem, mas não é só entre as empresas de telefonia que existe a chamada portabilidade. na previdência privada também é possível transferir o plano de uma instituição para outra. entre bancos e seguradoras e, também, para planos de previdência privada em fundos de pensão. volta e meia, pessoas descontentes com a rentabilidade de seus planos de previdência ou com as altas taxas cobradas pelo banco, me perguntam se devem resgatar o dinheiro. resposta: até podem, mas não devem. explico melhor. para quem quer continuar com previdência privada, a melhor opção é levar seu plano para outro banco ou para um fundo de pensão. isso leva 5 dias úteis. a vantagem da portabilidade é que o imposto de renda é zero, diferente de quando você resgata o dinheiro aplicado. não se deixe levar pelo cafezinho expresso que o gerente do banco oferece. ele é o mais caro do país, pois o banco vai descontá-lo da rentabilidade da aplicação do teu dinheiro. agora, importante: só dá para portar dinheiro na fase de contribuição, quando ainda não se aposentou, e entre pgbls e planos de previdência privada em fundos de pensão. já se o teu plano for um vgbl, só pode portar para outro vgbl. é que o pgbl e os planos de fundo de pensão têm tratamento tributário idêntico e, ambos, diferente de planos vgbl. dica importante: se você escolheu a tabela de imposto de renda regressiva quando fez o plano no primeiro banco, não dá para mudar para a progressiva quando portar o dinheiro. já o contrário é possível. e, olha, essa escolha é fundamental. pode significar uma economia enorme em termos de imposto. a reforma da previdência ficará mesmo para o próximo governo do brasil. mas, uma coisa já é certa: será cada vez mais difícil contar apenas com o inss, que já acumula um déficit gigante e crescente. por isso, uma alternativa é a previdência privada. trata-se de uma modalidade de investimentos que, ao fim de determinado período, pode se transformar em renda para complementar o valor da aposentadoria pública, uma vez que o valor do inss é geralmente mais baixo do que a renda do período ativo.
09/05/2018

Encontro reúne pensadores e profissionais para debaterem sobre a construção de melhores práticas de gestão em previdência privada

 qual o impacto das novas tecnologias, inovação necessária, participação dos jovens millennials,  desafios da gestão de ativos e o caminho mais adequado para sustentabilidade? o aumento da expectativa de vida: o que isso representa para a previdência social? como engajar os jovens num sistema de investimento de previdência que pensa e projeta a longo prazo e busca orientar à sustentabilidade de renda futura para as pessoas, quando o assunto para eles é o agora? como construir exemplos de previdência responsável, qualificação técnica e sustentabilidade financeira? qual a consequência destas atitudes nos próximos anos? essas e outras tantas questões estarão presentes durante o 9º encontro de previdência complementar – região sul – que tem como tema central os “desafios e oportunidades na construção de um futuro sustentável”. pelo viés de três eixos norteadores: futuro e inovação: um olhar para a sustentabilidade no nosso mercado, gestão de ativos: desafios e perspectivas, e governança, controle e reputação para a sustentabilidade, um grupo de experts no assunto se reúne nos dias 09 e 10 de maio, centro de eventos da fiergs, para colocar na pauta das organizações e do público, e abrir espaço para debater esses assuntos que cada vez mais inquietam a sociedade. o evento é realizado pela tchê previdência, que tem por vocação levar conhecimento para que se possa discutir e evoluir dentro da cultura de formação de renda e auxiliar no processo de mudanças necessárias para comportar um modelo de previdência sustentável para as futuras gerações. ​​considerada uma das principais pensadoras digitais no brasil, martha gabriel, referência em inovação, transformação e educação digital, é quem abre a primeira rodada de debates. autora de best sellers, entre eles: “você, eu e os robôs. pequeno manual do mundo digital” e finalista do prêmio jabuti, é também premiada palestrante keynote internacional, tendo realizado mais de 70 apresentações no exterior, além de 4 tedx. sob o título “tendência e inovação: como transformação tecnológica mudou a sociedade e impacta o nosso negócio”, a pensadora traz para o encontro a visão de mundo complexo e exponencial que se vive hoje, incerto e imprevisível, o que requer preparo para lidar com o inesperado e capacidade constante de mudança. segundo martha, esse contexto favorece o trabalho intelectual e quanto mais a economia se torna digital e automatizada, mais necessária passa a ser a atuação de humanos para trabalhar com as máquinas, dispondo de um pensamento crítico e exercendo trabalho intelectual. além disso, máquinas não possuem emoção, empatia e ética – características essenciais para a sustentabilidade e bem-estar de qualquer sociedade. a pensadora ainda enfatiza a ideia de que haverá no mundo “humanos digitais, não robóticos, que sejam emocionados, emocionantes, apaixonados e apaixonantes, educados, conectados e que consigam viver em harmonia com humanos e máquinas – contribuindo e extraindo o melhor que cada ser tem a oferecer: seja um ser biológico (carbono), artificial (silício) ou híbrido”. o encontro conta com a presença do coordenador geral do ibgc – instituto brasileiro de governança corporativa – capítulo sul, leonardo wengrover; do professor marco antonio dos santos martins, especialista em mercado de capitais; do diretor executivo da mirador atuarial, giancarlo g. germany; de glewerson caron, da fundação copel, do ceo da rsa talentos executivos, rubem souza; do subsecretário do regime de previdência complementar da secretaria de previdência do ministério da fazenda, paulo cesar dos santos, entre outros. já confirmada também a participação do diretor-presidente da abrapp, luís ricardo marcondes martins. é com este olhar atento às transformações sociais que o 9º encontro de previdência complementar – região sul tem como objetivo abrir o debate entre os fundos de pensão, patrocinadores e instituidores, ampliando a discussão sobre previdência complementar, disseminar conhecimento ao público elencando pontos de relevância, bem como incentivar a educação previdenciária. de acordo com a diretoria da tchê previdência, é necessário criar novas alternativas de previdência complementar como soluções que contribuam para a qualidade e sustentabilidade no apoio econômico e social, estimulando a formação de renda das próximas gerações e o desenvolvimento do país. é através da educação e da ideia de cultura de formação de renda a longo prazo, que cada cidadão é capaz de contribuir na construção de modelos sustentáveis e eficientes de previdência complementar. criada em 2012, a tchê previdência – associação rio-grandense de entidades fechadas de previdência complementar reúne dez entidades: fundação ceee, fundação banrisul, isbre, fundação corsan, indusprevi, fapers, danaprev, randonprev, rbsprev e oabprev-rs. 9º encontro de previdência complementar – região sul quando: dias 09 e 10 de maio, quarta e quinta, de 2018 onde: no centro de eventos da fiergs, em porto alegre – rs. informações acesse: www.encontrotcheprevidencia.com.br
09/05/2018

Com dólar forte, juros médios e longos sobem mas taxas curtas caem com Ilan

 os juros futuros de curto prazo recuam na manhã desta quarta-feira (9) mas já reduziram a queda inicial, pressionados pelo avanço da curva de médio e longo prazo em meio ao fortalecimento do dólar ante o real. as taxas curtas reagem à sinalização do presidente do banco central, ilan goldfajn, de que o bc deve cortar mais uma vez a taxa selic, na quarta-feira da próxima semana. ilan enfatizou em entrevista na noite desta terça-feira (8) à globonews, que a recente pressão do dólar não impedirá o corte da selic na próxima semana. por isso, os investidores que haviam reduzido recentemente as apostas em novo corte na reunião do copom da próxima semana estão ajustando posições. segundo operadores de câmbio, após recuar nos primeiros negócios, o dólar retoma a valorização diante do cenário geopolítico nebuloso, o risco ainda de uma guerra comercial entre estados unidos e a china e dúvidas sobre os desdobramentos do rompimento do acordo nuclear americano com o irã - além da expectativa de mais elevações dos juros americanos neste ano. sem impacto nos negócios, os estados unidos informaram mais cedo que o índice de preços ao produtor (ppi) americano subiu 0,1% em abril ante março, segundo dados publicados pelo departamento do trabalho. o resultado veio abaixo das expectativas de analistas, que previam alta de 0,2%. já o núcleo do ppi, que exclui preços de energia e alimentos, aumentou 0,2% no mesmo período, em linha com a projeção de 0,2%. na comparação anual, o ppi teve alta de 2,6% em abril, a menor desde dezembro de 2017. às 9h34min desta quarta-feira, o di para janeiro de 2019 caía a 6,285%, de 6,330% no ajuste de terça. o di para janeiro de janeiro de 2020 marcava 7,27%, igual ao ajuste anterior, enquanto o di para janeiro de 2021 subia para 8,34%, de 8,29% do ajuste anterior. o vencimento para janeiro de 2023 avançava a 9,55%, de 9,48% no ajuste da véspera. no câmbio, o dólar à vista estava em alta de 0,21% neste mesmo horário, aos r$ 3,5760. o dólar futuro para junho ganhava 0,35%, aos r$ 3,5845.   jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/05/economia/626283-com-dolar-forte-juros-medios-e-longos-sobem-mas-taxas-curtas-caem-com-ilan.html)  
09/05/2018

Inflação de Porto Alegre desacelera e inicia maio em 0,42%, aponta FGV

 educação, leitura e recreação foi destaque entre os grupos que mostraram queda na taxa de variação educação, leitura e recreação foi destaque entre os grupos que mostraram queda na taxa de variação claiton dornelles /jc a inflação de porto alegre medida pelo índice de preços ao consumidor - semanal (ipc-s) mostrou decréscimo na sua taxa de variação na primeira quadrissemana de maio, passando de 0,55% para 0,42%. no geral, o ipc-s arrefeceu de 0,34% para 0,32% entre os dois períodos, informou a fundação getúlio vargas (fgv) nesta quarta-feira (9). na capital gaúcha, seis das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram desaceleração em suas taxas de variação, entre as quais se destacam os grupos: educação, leitura e recreação (0,91% para 0,47%), e transportes (0,45% para 0,11%). as pressões acima da variação média foram exercidas pelos grupos: saúde e cuidados pessoais (0,83%); alimentação; (0,74%) e educação, leitura e recreação (0,47%). além de porto alegre, o decréscimo nas taxas de variação de preços em brasília (0,24% para 0,16%), belo horizonte (0,17% para 0,12%) e rio de janeiro (0,53% para 0,40%). em contrapartida, as cidades que apresentaram aceleração do índice no período foram salvador (0,09% para 0,44%), recife (0,27% para 0,37%) e são paulo (0,25% para 0,26%). a tabela a seguir apresenta as variações percentuais das sete capitais componentes do índice, nesta e na apuração anterior:
09/05/2018

Governo estuda reduzir taxa de juros do crédito para o plano safra

 o secretário de política agrícola do ministério da agricultura, pecuária e abastecimento (mapa), wilson vaz de araújo, disse na terça-feira (8) que a equipe econômica do governo analisa a redução em um ponto percentual da taxa de juros do crédito agrícola para o próximo plano safra (plano agrícola e pecuário 2018/2019) que terá início no dia 1º de julho deste ano. "estamos tentando chegar a um denominador comum, que seja bom para o produtor rural e que não comprometa o orçamento fiscal", disse araújo. segundo ele, para chegar a um valor do plano rural, "o governo pondera a execução do ano anterior, a disponibilidade das fontes e a disponibilidade orçamentário para fazer a subvenção à taxa de juros". também na terça-feira, o ministro blairo maggi se reuniu com o presidente do banco central, ilan goldfajn, e representantes do ministério da fazenda e do tesouro nacional. de acordo com o secretário, a expectativa é que o desembolso do crédito rural na safra ainda em vigor (2017/2018) fique entre r$ 145 bilhões e r$ 150 bilhões, do montante total disponibilizado, que foi de r$ 188,3 bilhões. –   jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/05/economia/626274-governo-estuda-reduzir-taxa-de-juros-do-credito-para-o-plano-safra.html)  
02/05/2018

Através de dados estatísticos, a Seguradora Líder contribui para melhorar o trânsito

 a seguradora líder disponibiliza ao público diferentes documentos contendo dados estatísticos das indenizações pagas pelo seguro dpvat. o objetivo é auxiliar no desenvolvimento de ações de prevenção de acidentes mais efetivas, contribuindo para que o brasil possa ter um trânsito cada vez mais humano e seguro. nesse contexto, a empresa conta com o centro de dados e estatística, área criada em 2011 e responsável pela produção de documentos importantes a partir de análises contínuas dos indicadores estatísticos do seguro dpvat. entre esses documentos, destaca-se o boletim estatístico, com edições mensais que trazem dados como o volume de indenizações pagas, o perfil das vítimas, o mapa das indenizações, além de um recorte específico das motocicletas. todas as edições desse documento podem ser conferidas no site da seguradora líder, clicando aqui. http://seguradoralider.com.br/pages/boletim-estatistico.aspx com a mesma premissa do boletim estatístico, há o relatório anual, documento que apresenta dados como o montante de indenizações pagas ao longo do ano, o perfil dessas indenizações no país, a comparação da arrecadação dos exercícios, a frota de veículos no brasil e alguns números relacionados a tentativas de fraudes no seguro dpvat. a edição de 2017 está disponível neste link. http://seguradoralider.com.br/documents/relatorio-anual/relatorio-anual-seguradora%20lider_2017.pdf o site da seguradora líder conta ainda com o radar dpvat, área dedicada aos fatos relevantes sobre o trânsito brasileiro, como acidentes, através da ótica dos dados do seguro dpvat. para conferir todas as informações do radar, clique aqui. http://seguradoralider.com.br/centro-de-dados-e-estatisticas/radar-dpvat fonte: cqcs
02/05/2018

Estudo técnico sobre PL do Seguro chega ao Senado Federal

 debora schalch, presidente da comissão, entregou o estudo ao relator do plc 29/2017, senador armando monteiro, e destacou os principais pontos do projeto. a presidente da comissão de direito securitário da ordem dos advogados do brasil, seção são paulo (oab-sp), debora schalch, foi à brasília (df), no dia 5 de abril, para entregar pessoalmente ao senador armando monteiro o estudo técnico da comissão sobre o projeto de lei de contrato de seguro (plc 29/2017). na audiência com os assessores do relator do projeto no senado federal, a advogada protocolou a entrega do estudo e chamou a atenção para os principais pontos do projeto, que denotam o seu caráter intervencionista na atividade securitária, e também para os impactos negativos que alguns dos dispositivos da proposta poderão gerar ao mercado de seguros. de acordo com o estudo, cinco pontos principais do plc 29/2017 merecem análise cautelosa: 1 – a falta de distinção entre pequenos e grandes segurados o projeto não diferencia os segurados contratantes de seguros massificados dos segurados das grandes empresas, que possuem alta capacidade financeira e expertise técnica. “essa falta de distinção entre um e outro pode conduzir distorções e desequilibrar a mutualidade, princípio básico em que se assenta toda a atividade securitária”, afirma schalch. 2 – a inclusão do resseguro na lei de contrato de seguros de acordo com o estudo, trata-se de uma incoerência, já que as leis (lei 126/2007) e as resoluções que regem a atividade resseguradora são suficientes para o bom andamento deste mercado. “uma nova legislação de seguros, abrangendo o resseguro, trará, certamente, insegurança jurídica, na medida em que o órgão regulador terá de rever suas normas em um momento em que, justamente, o desenvolvimento do mercado depende cada vez mais de investidores estrangeiros interessados em constituírem seus resseguradores no país”, destaca o estudo. 3 – equívoco na aplicação do “dever de informação” e da “liberdade de contratar” à regulação de sinistros “não se pode esquecer a existência de sinistros de grande complexidade técnica, cuja regulação e liquidação pode superar em muito o prazo previsto no projeto de lei, justamente em razão de o projeto não trazer a necessária diferenciação entre os seguros massificados e os de grandes riscos”, justifica o estudo. 4 – arbitragem somente no país e com as leis brasileiras o estudo contesta esta mudança prevista no projeto por divergir da legislação vigente e por criar suposto protecionismo às empresas brasileiras, afastando, dessa forma, o investimento estrangeiro no mercado de seguros. além dos prejuízos que esse dispositivo do plc 29/2017 pode trazer ao setor, debora schalch alerta para o cerceamento da liberdade das partes. “a lei de arbitragem prevê que as partes têm o direito de eleger o local e a legislação que será aplicada. o projeto contraria a essência de liberdade da arbitragem”, diz. 5 – mudança no prazo prescricional o projeto propõe que a prescrição tenha início a partir da recusa expressa e motivada da cobertura pela seguradora, sem computar o período compreendido entre a data do sinistro e o aviso de sinistro à seguradora. de acordo com o estudo, significa que a prescrição pode ser estendida por muitos anos – ou seja, até a formalização do aviso de sinistro –, o que impactaria fortemente no provisionamento e reservas das seguradoras. caráter intervencionista resultado do trabalho de acompanhamento da proposição ao longo dos últimos oito anos de tramitação, o estudo da comissão da oab-sp pretende fornecer subsídios para a análise técnica do projeto no âmbito do senado federal. de acordo com schalch, os assessores do senador armando monteiro ficaram satisfeitos com a colaboração, que trouxe outros pontos de vista sobre a proposição. “até então, eles tinham a visão de que a lei do contrato de seguro era extremamente necessária ao bom desenvolvimento do setor. mas, ainda não tinham recebido um estudo sobre os possíveis impactos negativos para a atividade”. a presidente da comissão alerta para o caráter intervencionista do projeto em uma atividade que apresentou bom desempenho e participação crescente no pib. “o projeto prevê multas e outras penalidades que poderão aumentar os custos das seguradoras e, possivelmente, onerar o preço dos seguros, prejudicando o consumidor”, diz. para ela, a comissão da oab-sp cumpriu o seu papel ao contribuir para o aprimoramento da lei. “a comissão está à disposição do senado federal para colaborar e participar de novos debates sobre o projeto”, acrescentou. fonte: revista apólice
02/05/2018

Uma agenda previdenciária para o debate eleitoral

 o jornal valor econômico publicou um artigo do presidente da fenaprevi e da zurich seguros edson franco. no artigo, o executivo discute a reforma da previdência. “as chances de encaminhamento da votação da reforma de previdência neste governo estão definitivamente soterradas”, diz ele. apesar disso, o executivo considera que pode ser um bom momento para debater o que é necessário para se alcançar uma solução para o problema previdenciário brasileiro. para o dirigente da fenaprevi é preciso estabelecer os princípios fundamentais que devem nortear a estruturação de um novo sistema para absorver os trabalhadores que estão entrando no mercado de trabalho. “é imperativo ter como princípio basilar a equidade”, afirma. franco considera também que é preciso assegurar um princípio de universalidade com garantia de renda mínima de aposentadoria, preservando-se um elemento social de distribuição de renda. “será inevitável a revisão da divisão da responsabilidade entre estado, empresa e indivíduo, tornando necessária a revisão do sistema previdenciário”. o executivo diz ainda em seu artigo que a principal para a introdução de um modelo previdenciário é o financiamento do custo da transição. “análises preliminares indicam que, dependendo da intensidade e alcance dos ajustes feitos no atual sistema, a simples reorganização da carga tributária atual seria suficiente para financiar a transição para o novo sistema, abrindo espaço inclusive para uma desoneração tributária no longo prazo”. ele encerra o artigo afirmando que “com criatividade e inspiração nas melhores práticas e experiências internacionais é possível inovar e modernizar os segmentos de assistência e previdência social, assegurando princípios de equidade, universalidade, justiça social, equilíbrio econômico e sustentabilidade contribuindo para a construção de um país melhor para as próximas gerações”. fonte: cqcs | sueli santos
02/05/2018

Mercado de Seguros traz excelente retorno aos investidores

 no brasil, o mercado de seguros ganha força e apresenta um crescimento sólido. segundo os dados do sincor-sp, o setor cresceu 7% no ano passado, se comparado com o mesmo período de 2016. esses números revelam que as pessoas estão sentindo necessidade de contratar e renovar os seguros. com esse cenário, é possível notar que o comportamento do consumidor mudou e os clientes passaram a ter um cuidado maior na hora da contratação das coberturas. as seguradoras também tiveram que se reinventar para oferecer serviços que se adaptam melhor à realidade dos consumidores. é o caso da seguralta, corretora de seguros, que opera há mais de 50 anos comercializando serviços personalizados para determinados perfis de segurados. hoje a rede atende mais de 200 mil clientes, sendo mais de 100 mil veículos segurados, 3 mil empresas protegidas, 11 mil residências seguradas e um índice de renovação que ultrapassa 80%. na economia brasileira, todos os anos esse setor corresponde a aproximadamente 4% do pib brasileiro, mostrando-se altamente rentável. em 2017, a seguralta apresentou um crescimento de 26,96% na produção em relação ao ano de 2016, atingindo um faturamento de r$ r$225 milhões. a marca é pioneira como rede de franquias no brasil e conta hoje com mais de 1.000 unidades comercializadas em todo o país. um dos grandes diferenciais da rede para os franqueados é o fato de trabalhar com as seguradoras mais bem conceituadas do mercado, o que garante uma grande gama de produtos a oferecer a seus clientes e bom faturamento. são mais de 30 companhias. entre os seguros oferecidos estão os: seguro auto, residencial, vida, previdência privada, consórcio, acidentes pessoais, responsabilidade civil, empresarial, condomínios, fiança, frota, transporte, equipamentos, rural, risco de engenharia, garantia de obrigações contratuais, náutico, aeronáutico, entre outros. para quem deseja se tornar um franqueado, a seguralta dispõe de três modelos de negócios: standard, home based e basic. o investimento total inicial é de r$ 150 mil, r$ 30 mil e r$ 50 mil, respectivamente. o prazo de retorno costuma variar entre 12 e 24 meses. para mais informações, acesse: http://seguralta.com.br/

União Seguradora fecha o ano com novos negócios


14/12/2018
A União Seguradora recebeu a Uperformance Assessoria & Consultoria em Seguros em sua sede em Porto Alegre. O diretor comercial João Lock, Antônio Coutinho, técnica, e Marco Rocha, comercial, receberam Domingos Costa, Ailton Lopes e Estela De Moura Rey para iniciar uma parceria com prospecção de novos negócios. Segundo os participantes, a reunião foi produtiva em ideias que, com certeza, confirmam o sucesso dessa parceria para 2019. O diretor João Lock e sua equipe agradecem a visita da Uperformance e encerram o ano com excelentes perspectivas.

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