27/04/2018

Bovespa começa em alta enquanto exterior tem reação moderada ao PIB dos EUA

 os mercados globais reagem de forma tímida aos números da economia dos estados unidos no primeiro trimestre, enquanto a bovespa iniciou os negócios em alta nesta sexta-feira (27). o produto interno bruto (pib) americano cresceu à taxa anualizada de 2,3% entre janeiro e março, acima da previsão de avanço de 1,8%, conforme a primeira estimativa do dado, publicada nesta sexta pelo departamento do comércio. às 11h01min, o ibovespa subia 0,48%, aos 86.801 pontos. uma aceleração mais forte corrobora as apostas recentes de que o federal reserve (fed, o banco central norte-americano) pode elevar os juros de forma mais agressiva. no entanto, os gastos em bens duráveis tiveram queda de 3,3% no período, algo inesperado, já que o corte de impostos resultaria em mais dinheiro nos bolsos dos americanos.   jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/04/economia/624501-bovespa-comeca-em-alta-enquanto-exterior-tem-reacao-moderada-ao-pib-dos-eua.html)
27/04/2018

Estado vende mais 2,6 milhões de ações do Banrisul na bolsa

 o governo do rio grande do sul vendeu nesta sexta-feira (27) mais 2,6 milhões de ações, desta vez de seu estoque de ordinárias (com direito a voto) na bolsa de valores. não houve divulgação antecipada de que ocorreria o leilão no pregão eletrônico da b3 (ex-bm&fbovespa). até operadores e analistas de mercado que acompanham os papéis do banco se disseram surpresos. em 10 de abril, quando o estado vendeu 26 milhões de ações preferenciais, a divulgação ocorreu 24 horas antes em comunicado do banrisul. a oferta desta vez foi da ação brsr3 on, único papel ordinário negociado na bolsa. o volume de papéis foi vendido por r$ 17,69 por ação, que era o preço mínimo definido para o leilão. com isso, o valor bruto obtido ficou em r$ 47,89 milhões. em 10 de abril, a venda de 26 milhões de preferenciais resultou em r$ 484,9 milhões. o governo tinha 99,58% das ações ordinárias antes da venda de hoje e 50,62% do capital do banco. o valor unitário negociado nesta sexta ficou r$ 8,00 abaixo do fechamento do mercado da brsr3 nessa quinta-feira (26), quando a ação encerrou a sessão a r$ 25,73. "uma queda, portanto, de 31,4%", observa a economista laís martins fracasso, analista da fundamenta investimentos. laís lembra que o valor bruto só será repassado ao governo em três dias úteis (regra do mercado). a última vez que a brsr3 havia ficado abaixo de r$ 18,00 por ação foi em 26 de julho de 2017. "imagino que, se governo tivesse mais tempo, poderia fazer vendas melhores, mas se está vendendo a mercado assim, é porque o aperto das contas públicas está complicado", especula a analista da fundamenta. o leilão começou com 2 milhões de ações e, mesmo com preço que não saía do mínimo, a corretora responsável pela operação ampliou o volume. em 10 de abril, a venda das preferenciais passou pela mesma situação: o lote saiu por r$ 18,65, valor mínimo e abaixo da cotação de um dia antes, que fechou a r$ 19,15. um analista de uma corretora gaúcha que acompanha de perto o banco se disse surpreso com a oferta, lembrando o fato de não ter ocorrido divulgação prévia e ainda por um valor bem abaixo do último pregão. até a ampliação da oferta de ações, que costuma ocorrer quando há maior interesse e para elevar preço, chama a atenção, diz ele, pois a negociação se manteve no mínimo pedido. "nunca vamos ver um controlador da gerdau, por exemplo, fazer isso. se fizer tudo bem organizado, com encontros com investidores, road-show etc, o estado conseguiria aumentar muito o obtido hoje", aposta o analista. "quem comprou as ações hoje pelo valor ofertado agradece", ironiza ele, lembrando que mesmo o governo federal, outras estatais e até prefeituras costumam dar publicidade a operações que envolvam ativos. o governo chegou a anunciar em setembro passado que venderia ações ordinárias no limite do controle, mas depois desistiu alegando que o valor das ações estava abaixo do esperado. este ano o banco anunciou que fará abertura de capital da banrisul cartões, uma operação muito esperada pelo mercado. analistas e investidores tinham expectativa de privatização do banco, que depende de plebiscito ou alteração da legislação estadual excluindo a consulta. o governo sartori tem descartado a proposta. para aderir ao acordo de renegociação da dívida com a união, o estado quer fazer plebiscito sobre a venda ou federalização de ceee, sulgás e companhia rio-grandense de mineração (crm). leilão durou uma hora o pregão na b3 (novo da bmf&bovespa) ocorreu entre 11h e 12h05min. na tela do pregão, não é identificado o detentor das ações. aparece que a oferta foi lançada pela corretora do btg. como o maior volume de ações ordinárias pertence ao estado - antes do leilão eram 204 milhões, analistas não têm dúvida que é o estado que está vendendo. "o outro acionista que tem mais ações é a fundação banrisul, o fundo de pensão dos funcionários do banco, mas que tem 449.054 ações. então, só pode ser o estado vendendo", conclui um analista de uma corretora gaúcha. o jornal do comércio buscou informação com o banrisul para confirmar a operação, mas o banco disse que não comentaria o assunto. a mesma solicitação foi feita à secretaria estadual da fazenda (sefaz), que ainda não se pronunciou. o btg também foi contratado para fazer a corretagem, o que incluiria vender tanto ações preferenciais como as que foram ofertadas nesta sexta. também haveria um valor mínimo de oferta. na oferta anterior, o estado se manifestou por nota justificando que a venda foi motivada "pela busca do equilíbrio fiscal" e para "cumprir compromissos financeiros essenciais". mas não houve detalhamento se o dinheiro seria usado para pagar salários. mercado e entidades sindicais apontam a razão como maior fator. questionado sobre o resultado do negócio, o governo não comentou se a negociação frustrou as expectativas de arrecadação. a secretaria da fazenda explica que, apesar de fechar abaixo da cotação de mercado, a venda foi efetuada por mais de r$ 18,00, que era o valor mínimo pré-estabelecido. com os quase r$ 500 milhões em caixa (venda de dois lotes de ações do banco público), o estado coincidentemente anunciou que pagará na segunda-feira (30), véspera do 1 de maio (dia do trabalho) valor de r$ 4 mil para cada servidor. nos meses anterior, o valor era sempre inferior. laís fracasso analisa que o fato de vender pelo preço mínimo, após alta no dia anterior, poderia ter provocado uma revisão na venda, para elevar o valor mínimo. "em um leilão, o objetivo sempre é que saia pelo maior preço, dependendo da demanda. se saiu pelo mínimo, provavelmente a demanda não foi tão forte", cogita a economista.   jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/04/economia/624516-estado-vende-mais-2-6-milhoes-de-acoes-do-banrisul-na-bolsa.html) o governo do rio grande do sul vendeu nesta sexta-feira (27) mais 2,6 milhões de ações, desta vez de seu estoque de ordinárias (com direito a voto) na bolsa de valores. não houve divulgação antecipada de que ocorreria o leilão no pregão eletrônico da b3 (ex-bm&fbovespa). até operadores e analistas de mercado que acompanham os papéis do banco se disseram surpresos. em 10 de abril, quando o estado vendeu 26 milhões de ações preferenciais, a divulgação ocorreu 24 horas antes em comunicado do banrisul. a oferta desta vez foi da ação brsr3 on, único papel ordinário negociado na bolsa. o volume de papéis foi vendido por r$ 17,69 por ação, que era o preço mínimo definido para o leilão. com isso, o valor bruto obtido ficou em r$ 47,89 milhões. em 10 de abril, a venda de 26 milhões de preferenciais resultou em r$ 484,9 milhões. o governo tinha 99,58% das ações ordinárias antes da venda de hoje e 50,62% do capital do banco. o valor unitário negociado nesta sexta ficou r$ 8,00 abaixo do fechamento do mercado da brsr3 nessa quinta-feira (26), quando a ação encerrou a sessão a r$ 25,73. "uma queda, portanto, de 31,4%", observa a economista laís martins fracasso, analista da fundamenta investimentos. laís lembra que o valor bruto só será repassado ao governo em três dias úteis (regra do mercado). a última vez que a brsr3 havia ficado abaixo de r$ 18,00 por ação foi em 26 de julho de 2017. "imagino que, se governo tivesse mais tempo, poderia fazer vendas melhores, mas se está vendendo a mercado assim, é porque o aperto das contas públicas está complicado", especula a analista da fundamenta. o leilão começou com 2 milhões de ações e, mesmo com preço que não saía do mínimo, a corretora responsável pela operação ampliou o volume. em 10 de abril, a venda das preferenciais passou pela mesma situação: o lote saiu por r$ 18,65, valor mínimo e abaixo da cotação de um dia antes, que fechou a r$ 19,15. um analista de uma corretora gaúcha que acompanha de perto o banco se disse surpreso com a oferta, lembrando o fato de não ter ocorrido divulgação prévia e ainda por um valor bem abaixo do último pregão. até a ampliação da oferta de ações, que costuma ocorrer quando há maior interesse e para elevar preço, chama a atenção, diz ele, pois a negociação se manteve no mínimo pedido. "nunca vamos ver um controlador da gerdau, por exemplo, fazer isso. se fizer tudo bem organizado, com encontros com investidores, road-show etc, o estado conseguiria aumentar muito o obtido hoje", aposta o analista. "quem comprou as ações hoje pelo valor ofertado agradece", ironiza ele, lembrando que mesmo o governo federal, outras estatais e até prefeituras costumam dar publicidade a operações que envolvam ativos. o governo chegou a anunciar em setembro passado que venderia ações ordinárias no limite do controle, mas depois desistiu alegando que o valor das ações estava abaixo do esperado. este ano o banco anunciou que fará abertura de capital da banrisul cartões, uma operação muito esperada pelo mercado. analistas e investidores tinham expectativa de privatização do banco, que depende de plebiscito ou alteração da legislação estadual excluindo a consulta. o governo sartori tem descartado a proposta. para aderir ao acordo de renegociação da dívida com a união, o estado quer fazer plebiscito sobre a venda ou federalização de ceee, sulgás e companhia rio-grandense de mineração (crm). leilão durou uma hora o pregão na b3 (novo da bmf&bovespa) ocorreu entre 11h e 12h05min. na tela do pregão, não é identificado o detentor das ações. aparece que a oferta foi lançada pela corretora do btg. como o maior volume de ações ordinárias pertence ao estado - antes do leilão eram 204 milhões, analistas não têm dúvida que é o estado que está vendendo. "o outro acionista que tem mais ações é a fundação banrisul, o fundo de pensão dos funcionários do banco, mas que tem 449.054 ações. então, só pode ser o estado vendendo", conclui um analista de uma corretora gaúcha. o jornal do comércio buscou informação com o banrisul para confirmar a operação, mas o banco disse que não comentaria o assunto. a mesma solicitação foi feita à secretaria estadual da fazenda (sefaz), que ainda não se pronunciou. o btg também foi contratado para fazer a corretagem, o que incluiria vender tanto ações preferenciais como as que foram ofertadas nesta sexta. também haveria um valor mínimo de oferta. na oferta anterior, o estado se manifestou por nota justificando que a venda foi motivada "pela busca do equilíbrio fiscal" e para "cumprir compromissos financeiros essenciais". mas não houve detalhamento se o dinheiro seria usado para pagar salários. mercado e entidades sindicais apontam a razão como maior fator. questionado sobre o resultado do negócio, o governo não comentou se a negociação frustrou as expectativas de arrecadação. a secretaria da fazenda explica que, apesar de fechar abaixo da cotação de mercado, a venda foi efetuada por mais de r$ 18,00, que era o valor mínimo pré-estabelecido. com os quase r$ 500 milhões em caixa (venda de dois lotes de ações do banco público), o estado coincidentemente anunciou que pagará na segunda-feira (30), véspera do 1 de maio (dia do trabalho) valor de r$ 4 mil para cada servidor. nos meses anterior, o valor era sempre inferior. laís fracasso analisa que o fato de vender pelo preço mínimo, após alta no dia anterior, poderia ter provocado uma revisão na venda, para elevar o valor mínimo. "em um leilão, o objetivo sempre é que saia pelo maior preço, dependendo da demanda. se saiu pelo mínimo, provavelmente a demanda não foi tão forte", cogita a economista. - jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/04/economia/624516-estado-vende-mais-2-6-milhoes-de-acoes-do-banrisul-na-bolsa.html) o governo do rio grande do sul vendeu nesta sexta-feira (27) mais 2,6 milhões de ações, desta vez de seu estoque de ordinárias (com direito a voto) na bolsa de valores. não houve divulgação antecipada de que ocorreria o leilão no pregão eletrônico da b3 (ex-bm&fbovespa). até operadores e analistas de mercado que acompanham os papéis do banco se disseram surpresos. em 10 de abril, quando o estado vendeu 26 milhões de ações preferenciais, a divulgação ocorreu 24 horas antes em comunicado do banrisul. a oferta desta vez foi da ação brsr3 on, único papel ordinário negociado na bolsa. o volume de papéis foi vendido por r$ 17,69 por ação, que era o preço mínimo definido para o leilão. com isso, o valor bruto obtido ficou em r$ 47,89 milhões. em 10 de abril, a venda de 26 milhões de preferenciais resultou em r$ 484,9 milhões. o governo tinha 99,58% das ações ordinárias antes da venda de hoje e 50,62% do capital do banco. o valor unitário negociado nesta sexta ficou r$ 8,00 abaixo do fechamento do mercado da brsr3 nessa quinta-feira (26), quando a ação encerrou a sessão a r$ 25,73. "uma queda, portanto, de 31,4%", observa a economista laís martins fracasso, analista da fundamenta investimentos. laís lembra que o valor bruto só será repassado ao governo em três dias úteis (regra do mercado). a última vez que a brsr3 havia ficado abaixo de r$ 18,00 por ação foi em 26 de julho de 2017. "imagino que, se governo tivesse mais tempo, poderia fazer vendas melhores, mas se está vendendo a mercado assim, é porque o aperto das contas públicas está complicado", especula a analista da fundamenta. o leilão começou com 2 milhões de ações e, mesmo com preço que não saía do mínimo, a corretora responsável pela operação ampliou o volume. em 10 de abril, a venda das preferenciais passou pela mesma situação: o lote saiu por r$ 18,65, valor mínimo e abaixo da cotação de um dia antes, que fechou a r$ 19,15. um analista de uma corretora gaúcha que acompanha de perto o banco se disse surpreso com a oferta, lembrando o fato de não ter ocorrido divulgação prévia e ainda por um valor bem abaixo do último pregão. até a ampliação da oferta de ações, que costuma ocorrer quando há maior interesse e para elevar preço, chama a atenção, diz ele, pois a negociação se manteve no mínimo pedido. "nunca vamos ver um controlador da gerdau, por exemplo, fazer isso. se fizer tudo bem organizado, com encontros com investidores, road-show etc, o estado conseguiria aumentar muito o obtido hoje", aposta o analista. "quem comprou as ações hoje pelo valor ofertado agradece", ironiza ele, lembrando que mesmo o governo federal, outras estatais e até prefeituras costumam dar publicidade a operações que envolvam ativos. o governo chegou a anunciar em setembro passado que venderia ações ordinárias no limite do controle, mas depois desistiu alegando que o valor das ações estava abaixo do esperado. este ano o banco anunciou que fará abertura de capital da banrisul cartões, uma operação muito esperada pelo mercado. analistas e investidores tinham expectativa de privatização do banco, que depende de plebiscito ou alteração da legislação estadual excluindo a consulta. o governo sartori tem descartado a proposta. para aderir ao acordo de renegociação da dívida com a união, o estado quer fazer plebiscito sobre a venda ou federalização de ceee, sulgás e companhia rio-grandense de mineração (crm). leilão durou uma hora o pregão na b3 (novo da bmf&bovespa) ocorreu entre 11h e 12h05min. na tela do pregão, não é identificado o detentor das ações. aparece que a oferta foi lançada pela corretora do btg. como o maior volume de ações ordinárias pertence ao estado - antes do leilão eram 204 milhões, analistas não têm dúvida que é o estado que está vendendo. "o outro acionista que tem mais ações é a fundação banrisul, o fundo de pensão dos funcionários do banco, mas que tem 449.054 ações. então, só pode ser o estado vendendo", conclui um analista de uma corretora gaúcha. o jornal do comércio buscou informação com o banrisul para confirmar a operação, mas o banco disse que não comentaria o assunto. a mesma solicitação foi feita à secretaria estadual da fazenda (sefaz), que ainda não se pronunciou. o btg também foi contratado para fazer a corretagem, o que incluiria vender tanto ações preferenciais como as que foram ofertadas nesta sexta. também haveria um valor mínimo de oferta. na oferta anterior, o estado se manifestou por nota justificando que a venda foi motivada "pela busca do equilíbrio fiscal" e para "cumprir compromissos financeiros essenciais". mas não houve detalhamento se o dinheiro seria usado para pagar salários. mercado e entidades sindicais apontam a razão como maior fator. questionado sobre o resultado do negócio, o governo não comentou se a negociação frustrou as expectativas de arrecadação. a secretaria da fazenda explica que, apesar de fechar abaixo da cotação de mercado, a venda foi efetuada por mais de r$ 18,00, que era o valor mínimo pré-estabelecido. com os quase r$ 500 milhões em caixa (venda de dois lotes de ações do banco público), o estado coincidentemente anunciou que pagará na segunda-feira (30), véspera do 1 de maio (dia do trabalho) valor de r$ 4 mil para cada servidor. nos meses anterior, o valor era sempre inferior. laís fracasso analisa que o fato de vender pelo preço mínimo, após alta no dia anterior, poderia ter provocado uma revisão na venda, para elevar o valor mínimo. "em um leilão, o objetivo sempre é que saia pelo maior preço, dependendo da demanda. se saiu pelo mínimo, provavelmente a demanda não foi tão forte", cogita a economista. - jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/04/economia/624516-estado-vende-mais-2-6-milhoes-de-acoes-do-banrisul-na-bolsa.html) o governo do rio grande do sul vendeu nesta sexta-feira (27) mais 2,6 milhões de ações, desta vez de seu estoque de ordinárias (com direito a voto) na bolsa de valores. não houve divulgação antecipada de que ocorreria o leilão no pregão eletrônico da b3 (ex-bm&fbovespa). até operadores e analistas de mercado que acompanham os papéis do banco se disseram surpresos. em 10 de abril, quando o estado vendeu 26 milhões de ações preferenciais, a divulgação ocorreu 24 horas antes em comunicado do banrisul. a oferta desta vez foi da ação brsr3 on, único papel ordinário negociado na bolsa. o volume de papéis foi vendido por r$ 17,69 por ação, que era o preço mínimo definido para o leilão. com isso, o valor bruto obtido ficou em r$ 47,89 milhões. em 10 de abril, a venda de 26 milhões de preferenciais resultou em r$ 484,9 milhões. o governo tinha 99,58% das ações ordinárias antes da venda de hoje e 50,62% do capital do banco. o valor unitário negociado nesta sexta ficou r$ 8,00 abaixo do fechamento do mercado da brsr3 nessa quinta-feira (26), quando a ação encerrou a sessão a r$ 25,73. "uma queda, portanto, de 31,4%", observa a economista laís martins fracasso, analista da fundamenta investimentos. laís lembra que o valor bruto só será repassado ao governo em três dias úteis (regra do mercado). a última vez que a brsr3 havia ficado abaixo de r$ 18,00 por ação foi em 26 de julho de 2017. "imagino que, se governo tivesse mais tempo, poderia fazer vendas melhores, mas se está vendendo a mercado assim, é porque o aperto das contas públicas está complicado", especula a analista da fundamenta. o leilão começou com 2 milhões de ações e, mesmo com preço que não saía do mínimo, a corretora responsável pela operação ampliou o volume. em 10 de abril, a venda das preferenciais passou pela mesma situação: o lote saiu por r$ 18,65, valor mínimo e abaixo da cotação de um dia antes, que fechou a r$ 19,15. um analista de uma corretora gaúcha que acompanha de perto o banco se disse surpreso com a oferta, lembrando o fato de não ter ocorrido divulgação prévia e ainda por um valor bem abaixo do último pregão. até a ampliação da oferta de ações, que costuma ocorrer quando há maior interesse e para elevar preço, chama a atenção, diz ele, pois a negociação se manteve no mínimo pedido. "nunca vamos ver um controlador da gerdau, por exemplo, fazer isso. se fizer tudo bem organizado, com encontros com investidores, road-show etc, o estado conseguiria aumentar muito o obtido hoje", aposta o analista. "quem comprou as ações hoje pelo valor ofertado agradece", ironiza ele, lembrando que mesmo o governo federal, outras estatais e até prefeituras costumam dar publicidade a operações que envolvam ativos. o governo chegou a anunciar em setembro passado que venderia ações ordinárias no limite do controle, mas depois desistiu alegando que o valor das ações estava abaixo do esperado. este ano o banco anunciou que fará abertura de capital da banrisul cartões, uma operação muito esperada pelo mercado. analistas e investidores tinham expectativa de privatização do banco, que depende de plebiscito ou alteração da legislação estadual excluindo a consulta. o governo sartori tem descartado a proposta. para aderir ao acordo de renegociação da dívida com a união, o estado quer fazer plebiscito sobre a venda ou federalização de ceee, sulgás e companhia rio-grandense de mineração (crm). leilão durou uma hora o pregão na b3 (novo da bmf&bovespa) ocorreu entre 11h e 12h05min. na tela do pregão, não é identificado o detentor das ações. aparece que a oferta foi lançada pela corretora do btg. como o maior volume de ações ordinárias pertence ao estado - antes do leilão eram 204 milhões, analistas não têm dúvida que é o estado que está vendendo. "o outro acionista que tem mais ações é a fundação banrisul, o fundo de pensão dos funcionários do banco, mas que tem 449.054 ações. então, só pode ser o estado vendendo", conclui um analista de uma corretora gaúcha. o jornal do comércio buscou informação com o banrisul para confirmar a operação, mas o banco disse que não comentaria o assunto. a mesma solicitação foi feita à secretaria estadual da fazenda (sefaz), que ainda não se pronunciou. o btg também foi contratado para fazer a corretagem, o que incluiria vender tanto ações preferenciais como as que foram ofertadas nesta sexta. também haveria um valor mínimo de oferta. na oferta anterior, o estado se manifestou por nota justificando que a venda foi motivada "pela busca do equilíbrio fiscal" e para "cumprir compromissos financeiros essenciais". mas não houve detalhamento se o dinheiro seria usado para pagar salários. mercado e entidades sindicais apontam a razão como maior fator. questionado sobre o resultado do negócio, o governo não comentou se a negociação frustrou as expectativas de arrecadação. a secretaria da fazenda explica que, apesar de fechar abaixo da cotação de mercado, a venda foi efetuada por mais de r$ 18,00, que era o valor mínimo pré-estabelecido. com os quase r$ 500 milhões em caixa (venda de dois lotes de ações do banco público), o estado coincidentemente anunciou que pagará na segunda-feira (30), véspera do 1 de maio (dia do trabalho) valor de r$ 4 mil para cada servidor. nos meses anterior, o valor era sempre inferior. laís fracasso analisa que o fato de vender pelo preço mínimo, após alta no dia anterior, poderia ter provocado uma revisão na venda, para elevar o valor mínimo. "em um leilão, o objetivo sempre é que saia pelo maior preço, dependendo da demanda. se saiu pelo mínimo, provavelmente a demanda não foi tão forte", cogita a economista. jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/04/economia/624516-estado-vende-mais-2-6-milhoes-de-acoes-do-banrisul-na-bolsa.html)
25/04/2018

Alta cobrança do IRPF ajuda aporte em PGBL

 falta de reajuste da tabela do imposto de renda incentiva declarantes a pesquisar informações sobre vantagens na contratação de planos geradores de benefícios livres fonte: dci por ernani fagundes • são paulo a falta de correção pela inflação da tabela do imposto de renda (ir) e o aprendizado dos declarantes com as vantagens fiscais está incentivando uma maior procura por planos geradores de benefícios livres (pgbl) para complementar a aposentadoria no futuro. no ano passado, de acordo com dados da federação nacional de previdência privada e vida (fenaprevi), o aporte em pgbls – feito por pessoas físicas que fazem a declaração completa do imposto de renda (irpf) cresceu 14% para r$ 10,17 bilhões, enquanto as contribuições para o vida gerador de benefícios livres (vgbls) – voltada para quem faz a declaração no modelo simplificado – avançou 1,6% para r$ 106,62 bilhões. “independente da correção da tabela do ir, para quem faz a declaração completa, a aplicação em pgbl é extremamente vantajosa. dependendo do valor da renda aos 65 anos, talvez ela nem pague mais o imposto de renda”, lembrou o gerente comercial da brasilprev, wagner soares. ele explicou que no modelo pgbl, pela tabela progressiva compensável, o limite de isenção dobra de r$ 1.903,38 para r$ 3.806,76 quando o declarante atinge os 65 anos. “isso vale para a renda (somada) do inss e da previdência complementar”, disse. o superintendente da icatu seguros, bruno hoffmann, também lembra que a pessoa física pode abater até 12% do imposto devido com aportes no pgbl. “essa contribuição acumulada ao longo do tempo irá rentabilizar e formar uma reserva importante para o futuro”, explica hoffmann. ele contou que, em geral, no início de carreira, as pessoas costumam contratar um vgbl (voltado para declaração simplificada), mas depois de um determinado patamar de renda, o pgbl passa a ser mais interessante. “é comum [a partir daí] ter os dois produtos e contribuir para aquele que for mais conveniente”, respondeu. além da demanda por pgbls, hoffmann também aponta a procura por esses planos de previdência na categoria multimercados por causa do momento de juros baixos nos planos de previdência renda fixa. “a icatu sempre promoveu essa diversificação. o mercado era muito concentrado em renda fixa”, disse. sobre esse movimento de diversificação, soares contou que a brasilprev trabalha com o conceito de “carteiras sugeridas” de acordo com o perfil de cada investidor. “temos diferentes fundos de previdência, e o cliente pode compor sua carteira com renda fixa, multimercados ou dividendos [ações]”, detalhou. em termos de rentabilidade, dados da associação brasileira das entidades dos mercados financeiro e de capitais (anbima) mostram que nos últimos 12 meses até 18 de abril, os fundos de previdência renda fixa renderam 8,85%; seguido pelos planos multimercados com 10,06%, e a previdência ações com ganhos de 32,17%. “é um investimento para o longo prazo”, diz hoffmann. na visão do ceo da plataforma (fintech) ciclic, raphael swierczynski, existe uma demanda por produtos de previdência privada que não foi completamente atendida. “fizemos um estudo de mercado e existe uma demanda real da maioria da população. e é muito provável que a reforma [das aposentadorias públicas] volte a pauta no próximo governo”, disse o executivo. segundo o estudo da ciclic, mais de 90% da população se enquadra no vgbl. “mas há muito interesse pelo pgbl no mês de dezembro, por causa do ir”, diz swierczynski. dicas na declaração a diretora de vida, previdência e investimentos da porto seguro, fernanda pasquarelli, diz que uma pessoa que tenha um rendimento de r$ 3 mil por mês e aplica 5% desse valor em um plano pgbl, teria investido ao longo do ano r$ 1,8 mil, já dedutível do ir. “no entanto, para aproveitar melhor o incentivo, até o final do ano ela pode ainda fazer um aporte extra de r$ 2.520,00 e, assim, deduzir um total de r$ 4.320,00 no seu imposto [12% da sua renda bruta anual]. isso pode gerar mais economia com o ir”, exemplificou a diretora. a brasilprev avisa que o prazo final para a declaração de ajuste anual do imposto de renda da pessoa física (irpf) vai até 30 de abril. “este plano [pgbl] deve ser mencionado na ficha de pagamentos e doações efetuadas, código 36, da declaração de ajuste anual do ir”, orienta. “quem possui um vgbl deve informar o montante de contribuições feitas até o final do ano base na ficha de relação de bens e direitos, pelo código 97”, recomenda.
25/04/2018

Números do primeiro trimestre de 2018 injetam mais otimismo no mercado de seguros

 o fechamento do primeiro trimestre do ano reforçou a expectativa do mercado de seguros de que 2018 será de melhores resultados. até março, a receita de seguros de ramos elementares, que incluem as apólices para patrimônio e não considera o dpvat, cresceu 7% ante igual intervalo de 2017, enquanto o de pessoas avançou 13%, conforme dados da carta de conjuntura do sindicato dos corretores no estado de são paulo (sincor-sp) que será divulgada hoje, 25. agora vai? isso já se reflete no otimismo do setor. o índice de confiança do setor de seguros (icss) chegou a 123,5 pontos em março, voltando a crescer no comparativo mensal. ficou, porém, abaixo do recorde visto em janeiro, de 127,2 pontos. fonte: economia & negócios
25/04/2018

Corretores de seguros aprovam prestação de contas do Sincor-SP

 com 115 votos a favor, os corretores de seguros aprovaram a prestação de contas do exercício de 2017 do sincor-sp, durante assembleia geral ordinária, realizada na sede da entidade no dia 23 de abril, conforme edital publicado no jornal o estado de são paulo do dia 12. na ocasião, foi apresentado o relatório de administração e prestação de contas – exercício 2017, que apresentou os balanços, as entregas da gestão, notas explicativas, além dos comparativos do ano. “produzimos este relatório para mostrar detalhadamente aos associados o que é feito com o investimento que eles depositam no sincor-sp”, declara o presidente, alexandre camillo. o documento está disponível para os associados no portal da transparência. a mesa diretiva foi presidida pelo corretor de seguros manuel dantas matos e contou com a presença de eduardo pileggi (conselho fiscal), braz romildo fernandes (diretor da regional são paulo centro), marco damiani (1º tesoureiro) e alexandre camillo (presidente). fonte: comunicação sincor-sp
25/04/2018

Como os milionários planejam a sucessão patrimonial para pagar menos impostos

 estratégia envolve uma série de ferramentas, desde a constituição de holdings familiares à contratação de seguros de vida como os milionários planejam a sucessão patrimonial para pagar menos impostos – infomoney   veja mais em: http://www.infomoney.com.br/conteudo-patrocinado/noticia/7390150/como-milionarios-planejam-sucessao-patrimonial-para-pagar-menos-impostos
25/04/2018

CVG/RS organiza Feijoada de Integração do Mercado no Dia Continental do Seguro

  segunda edição da iniciativa acontece no dia 19 de maio, no grêmio náutico gaúcho o dia continental do seguro foi criado para ressaltar a importância social e econômica do ramo, além de promover confraternização entre os profissionais de seguros das américas. a data, comemorada no dia 14 de maio, ganha comemoração especial em porto alegre (rs). o clube de seguros de vida e benefícios do rio grande do sul (cvg/rs) organiza pelo segundo ano consecutivo a feijoada de integração do mercado, no grêmio náutico gaúcho.
25/04/2018

Setor externo tem superávit de US$ 798 milhões em março, revela BC

 após o superávit de us$ 283 milhões em fevereiro, o resultado das transações correntes seguiu positivo em us$ 798 milhões em março deste ano, informou nesta quarta-feira (25) o banco central. a instituição projetava para o mês passado superávit em conta de us$ 200 milhões. a estimativa atual do bc, atualizada em março, é de que o rombo externo de 2018 seja de us$ 23,3 bilhões. a balança comercial registrou saldo positivo de us$ 5,974 bilhões em março, enquanto a conta de serviços ficou negativa em us$ 2,776 bilhões. a conta de renda primária também ficou deficitária, em us$ 2,577 bilhões. no caso da conta financeira, o resultado ficou no azul em us$ 1,047 bilhão. no acumulado do primeiro trimestre de 2018, o rombo nas contas externas soma us$ 3,219 bilhões. já nos 12 meses até março deste ano, o saldo das transações correntes está negativo em us$ 8,337 bilhões, o que representa 0,41% do produto interno bruto (pib). a remessa de lucros e dividendos de companhias instaladas no brasil para suas matrizes foi de us$ 184 milhões em março, informou o banco central. a saída líquida representa volume menor que os us$ 1,021 bilhão que foram enviados em igual mês do ano passado, já descontados os ingressos. no acumulado do primeiro trimestre, a saída líquida de recursos via remessa de lucros e dividendos alcançou us$ 473 milhões. a expectativa do bc é de que a remessa de lucros e dividendos deste ano some us$ 24,5 bilhões. a conta de viagens internacionais voltou a registrar déficit em março, informou o banco central. no mês passado, quando o dólar subiu 2,43% ante o real, a diferença entre o que os brasileiros gastaram lá fora e o que os estrangeiros desembolsaram no brasil foi de um saldo negativo de us$ 980 milhões. em igual mês de 2017, o déficit nessa conta foi de us$ 883 milhões. o desempenho da conta de viagens internacionais foi determinado por despesas de brasileiros no exterior, que somaram us$ 1,524 bilhão em março. já o gasto dos estrangeiros em passeio pelo brasil ficou em us$ 544 milhões no mês passado. no primeiro trimestre, o saldo líquido dessa conta está negativo em us$ 2,998 bilhões. para 2018, o bc estima um déficit de us$ 17,3 bilhões para esta rubrica, mais que os us$ 13,192 bilhões de déficit registrados em 2017. o banco central informou ainda que as despesas com juros externos somaram us$ 754 milhões em março, ante us$ 1,332 bilhão em igual mês do ano passado. no acumulado do primeiro trimestre, essas despesas alcançaram us$ 5,868 bilhões. para este ano, o bc projeta pagamento de juros no valor de us$ 19,4 bilhões.   jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/04/economia/623972-setor-externo-tem-superavit-de-us-798-milhoes-em-marco-revela-bc.html)
25/04/2018

Bovespa cai com cautela política e exterior pesado

 a bovespa iniciou os negócios em queda na manhã desta quarta-feira (25) em linha com o comportamento de seus pares internacionais. no cenário político local, desagradou aos investidores o resultado da pesquisa ibope divulgada na terça-feira (24). o levantamento mostrou que entre os eleitores de são paulo o ex-governador paulista geraldo alckmin (psdb) aparece em segundo lugar, empatado com o deputado jair bolsonaro (psl), ambos com 14%. a expectativa era de que o tucano se saísse melhor na sondagem que ouviu eleitores do estado que governou por quatro mandatos. além disso, o ex-presidente da república luiz inácio lula da silva (pt) lidera a corrida, mesmo preso e condenado na lava jato. também traz preocupação ao mercado a vitória parcial que o ex-presidente da república obteve na terça, com a decisão da segunda turma do stf de retirar de sérgio moro menções da delação da odebrecht que tratam do sítio de atibaia (sp) e do instituto lula. às 10h33min, o ibovespa recuava 0,89%, aos 84.706,48 pontos. as units do santander, que divulgou balanço mais cedo, exibiam queda de 2,55%. a instituição iniciou o pregão com ganhos, mas pouco depois passou a cair, sob influência da cautela política e do ambiente externo negativo. além disso, o resultado do banco foi de certa forma antecipado, já que a matriz espanhola abriu seus números na terça.   jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/04/economia/623971-bovespa-cai-com-cautela-politica-e-exterior-pesado.html)  

União Seguradora fecha o ano com novos negócios


14/12/2018
A União Seguradora recebeu a Uperformance Assessoria & Consultoria em Seguros em sua sede em Porto Alegre. O diretor comercial João Lock, Antônio Coutinho, técnica, e Marco Rocha, comercial, receberam Domingos Costa, Ailton Lopes e Estela De Moura Rey para iniciar uma parceria com prospecção de novos negócios. Segundo os participantes, a reunião foi produtiva em ideias que, com certeza, confirmam o sucesso dessa parceria para 2019. O diretor João Lock e sua equipe agradecem a visita da Uperformance e encerram o ano com excelentes perspectivas.

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