21/06/2019

Os aspectos da Nova Previdência e os impactos na sociedade e no seguro

 a associação internacional de direito de seguros (aida) reuniu especialistas do setor para discutir os aspectos da nova previdência e seu impacto na sociedade e no seguro. a palestra de abertura foi de wagner balera, coordenador da cátedra de previdência complementar aberta da ansp, que apresentou a questão social do século xxi: o envelhecimento. “a projeção é que até a metade do século um terço da população mundial será constituída de idosos. o problema desse fato é que esse volume de pessoas terá dispêndios de grande envergadura, principalmente na área de saúde. portanto, os sistemas de saúde ficarão sobrecarregados para atender essa demanda maior e o estado não se preparou para dar essa assistência necessária”, afirmou. balera ainda explicou que o sistema de previdência, que estava preparado para custear um benefício de duração média de 8 a 10 anos, terá que pagar o benefício durante 20 a 25 anos. “então podemos ver que a previdência terá um impacto extraordinário sobre o envelhecimento”, concluiu. em seguida, sérgio rangel, coordenador da cátedra de previdência complementar fechada da ansp, expôs o seu ponto de vista. “nosso país, se for comparado a outros, pode ser considerado um ponto fora da curva, pois gasta relativamente muito do seu pib em benefícios previdenciários e não tem uma população tão envelhecida, ou seja, 12,5% da população com mais de 65 anos geram essa taxa de dependência. comparado a outros países, o brasil está numa situação de comprometimento muito grande da sua previdência e nós temos uma perspectiva de que lá pelo ano de 2060 tenhamos quase 30% da nossa população com mais de 65 anos”, explicou rangel. ivy cassa, apresentou seus questionamentos em torno no assunto: “tem se falado muito sobre a previdência pública e as eventuais mudanças que vão acontecer por conta da proposta da emenda constitucional, mas o ponto é que isso vai culminar em uma demanda maior para os produtos de previdência privada e, do ponto de vista jurídico, percebemos que ainda existem diversos pontos a serem trabalhados, como, por exemplo, a questão da penhora, da tributação em caso de falecimento, da indicação de beneficiários, dentre outros”, concluiu. a abertura e a mediação ficaram a cargo da magali zeller, coordenadora da cátedra de ciência atuarial da ansp. o evento teve apoio da escola nacional de seguros (ens) e da academia nacional de seguros e previdência (ansp). fonte: revista segurador brasil
21/06/2019

Temos € 500 bi para investir. O Brasil está nos planos

  a seguradora italiana generali está concluindo um ambicioso processo de reestruturação. ela investiu € 1 bilhão nos últimos três anos para tornar os processos mais tecnológicos e eficientes. agora, a meta é crescer 25% até 2021, apostando na ásia e na américa latina. e o brasil está no topo da agenda, diz jaime anchústegui, ceo internacional da companhia. aos 57 anos, o engenheiro agrônomo espanhol jaime anchústegui, ceo internacional da seguradora italiana generali, não esquece sua primeira viagem internacional a trabalho. em 1994, com um ano de companhia, ele foi designado para uma empresa da seguradora no peru. além de ter de encarar um voo com escalas, anchústegui ainda guarda as cartas que trocou com os familiares, todas manuscritas. “de vez em quando eu conseguia um jornal espanhol, mas hoje assisto televisão e ouço rádios da espanha em meu smartphone”, diz ele. essa constatação vem norteando os investimentos da generali em tecnologia. anchústegui fala dos desafios do setor e da importância do brasil para a seguradora. dinheiro – o trabalho de sua empresa é calcular e estabelecer um preço para os riscos. quais riscos seu negócio enfrenta hoje? jaime anchústegui – somos uma das maiores seguradoras do mundo, mas nosso perfil é bastante específico. vendemos, principalmente, seguros de vida e saúde, e produtos de acumulação para a aposentadoria. por opção, não estamos expostos a grandes riscos corporativos e a catástrofes naturais. também evitamos países muito voláteis. por isso, na nossa estratégia analisamos cuidadosamente dois riscos, a queda das taxas de juros e o risco tecnológico. dinheiro – a queda dos juros torna mais difícil rentabilizar suas reservas financeiras, não? jaime anchústegui – sem dúvida. administramos nossas reservas próprias, além dos recursos dos seguros de vida e produtos de previdência dos nossos clientes. para tornar isso rentável, temos de saber alocar esses recursos com sabedoria. por isso, há dois anos, criamos uma divisão que funciona como gestora de recursos para facilitar a aplicação desse dinheiro. mas temos algumas vantagens em nossa estratégia de investimentos. uma delas é que podemos pensar no longo prazo, e por isso podemos investir em ativos menos líquidos. um dos nossos grandes focos de interesse hoje são os investimentos em infraestrutura ao redor do mundo. temos investido bastante nisso. dinheiro – vocês pretendem investir em infraestrutura no brasil? jaime anchústegui – nossas reservas são grandes. somando-se o dinheiro dos nossos clientes em seguros de vida e planos de previdência ao nosso capital próprio, temos € 500 bilhões para investir. é muito dinheiro. o brasil está nos nossos planos. porém, temos como norma investir em infraestrutura apenas em países que possuem grau de investimento, como méxico e chile. investimos bastante na infraestrutura desses países. e estamos só à espera de o brasil recuperar seu grau de investimento para podermos alocar recursos aqui. dinheiro – essa estratégia vale para os demais países emergentes? jaime anchústegui –sim. somos uma seguradora europeia, então boa parte de nossos negócios e de nossas reservas estão na europa. porém, estamos em um momento de crescimento. ao longo dos últimos três anos, realizamos uma reestruturação completa da companhia. investimos pesado em tecnologia, modernizamos nossas operações, melhoramos a eficiência e a rentabilidade. agora, queremos acelerar nossa expansão e não descartamos a hipótese de uma aquisição. dinheiro – como está sua atuação fora da europa? jaime anchústegui – nosso foco estratégico está em duas regiões, ásia e américa latina. na ásia, por meio de parceiros, temos uma boa atuação na índia e na china. nesses países, nosso crescimento tem sido ao redor de 25% ao ano. na américa latina somos líderes em nosso segmento na argentina. no chile, temos 10% do mercado de fundos de pensão. no futuro, queremos entrar no méxico, onde estivemos por algum tempo, mas de onde decidimos sair, circunstancialmente, em 2013. agora, nossa intenção é voltar àquele país. penso que uma estratégia sólida para a américa latina apóia-se nesses quatro pilares: brasil, méxico, chile e argentina. dinheiro – qual a estratégia de negócios para o brasil? jaime anchústegui – nossa estratégia aqui tem sido muito bem-sucedida. estamos encerrando nosso processo de reestruturação, que vem sendo conduzido pelo antonio cássio dos santos. hoje, nossa principal aposta é nos mercados de massa, atendendo clientes das classes c e c-. para facilitar a distribuição desses produtos, fechamos parcerias com empresas com muitos clientes, como o banco bmg, a operadora tim e a rede de varejo novo mundo, para podermos distribuir seguros massificados por meio desses canais. e, se houver oportunidade, não descartamos a hipótese de um crescimento inorgânico, por meio de uma aquisição. em seguros de vida, por meio das empresas que atendemos, temos 500 mil clientes. ao todo, temos 5 milhões de segurados. nossa meta é chegar a 10 milhões nos próximos três anos. dinheiro – então vocês pensam em adquirir alguma empresa aqui? jaime anchústegui – se for para acelerar nosso crescimento, sem dúvida. a empresa tem caixa, está eficiente e também está em um momento de crescimento. porém, é preciso ver as aquisições com muito cuidado. no nosso grupo, pensamos que as empresas são o contrário das famílias. em família, dizemos que filhos pequenos trazem problemas pequenos. nos negócios, achamos que empresas pequenas trazem grandes problemas se forem compradas. dinheiro – e fora dos mercados emergentes, qual a estratégia? jaime anchústegui – em 2018 apresentamos um plano de desenvolvimento para aumentar em 25% os resultados operacionais até 2021. para fazer isso, há três grandes desafios a enfrentar. um é o dos juros. os bancos centrais vêm mantendo os juros baixos há muito tempo e devem continuar com essa estratégia. então, temos de diversificar os investimentos. outro desafio é o envelhecimento da população. as pessoas estão vivendo mais tempo, e precisam de mais reservas para pagar as contas por mais tempo, o que coloca um desafio adicional na gestão dos recursos. nossa estratégia é evitar correr riscos de mercado atrelados à demografia, mas esse é um assunto com que nos preocupamos. dinheiro – e o terceiro desafio? jaime anchústegui – é a tecnologia. quando eu comecei no mercado segurador, havia muito menos tecnologia. me lembro da minha primeira missão internacional. em 1994, fui designado para a filial no peru. sou espanhol e queria me manter informado do que estava ocorrendo na espanha, mas era uma dificuldade. não havia internet, não havia smartphones e havia poucos computadores no escritório. ainda tenho guardadas as cartas que troquei com meus pais, todas manuscritas, é claro. muito de vez em quando, no centro de lima, eu conseguia encontrar alguns jornais espanhóis. hoje, em qualquer lugar do mundo eu ouço as rádios e assisto à televisão espanhola sem problemas, em meu smartphone. e se isso mudou para mim, mudou para nossos clientes também. dinheiro – os clientes estão muito mais tecnológicos e as necessidades mudaram, não? jaime anchústegui – sem dúvida. vejo pelos meus filhos. tenho dois, uma filha de 23 anos que mora na alemanha e um filho de 21 que mora na inglaterra. são pessoas totalmente internacionais. resolvem tudo pelo celular, estão conectados todo o tempo a todas as redes sociais possíveis e imagináveis. eu costumo dizer que será muito difícil vender um seguro de automóvel para o meu filho, porque ele provavelmente nunca terá um automóvel. ele vai querer se deslocar usando aplicativos. não fará questão de carro, mas vai querer o melhor smartphone do mercado e vai exigir conectividade total todo o tempo. isso muda tudo para nosso negócio. dinheiro – quais as principais mudanças? jaime anchústegui – no passado recente, o cliente consultava um especialista e falava com o um corretor antes de contratar os seguros. agora, os clientes da nova geração consultam as redes sociais. o risco de danos à imagem que existe nas redes sociais é muito elevado. as informações não vêm mais dos especialistas, elas vêm das redes sociais. nossos clientes interagem entre si de maneiras diversas. pode ser facebook, linkedin, whatsapp. não podemos imaginar que eles vão querer interagir com os corretores da maneira tradicional. eles vão querer usar a mesma tecnologia. dinheiro – como enfrentar esse risco? jaime anchústegui – nos últimos três anos, investimos € 1 bilhão para transformar o grupo em uma empresa muito mais digital e, portanto, muito mais tecnológica. e quando falamos de digitalização e tecnologia, não estamos falando apenas de administrar o negócio usando mais computadores e gastando menos dinheiro. também estamos alterando a forma de entrar em contato e e interagir com os clientes e com as redes de venda de produtos de uma forma muito mais eficaz. na argentina, por exemplo, o cliente pode fazer tudo pelo celular. tudo, desde contratar ou renovar uma apólice até notificar o sinistro. no chile, os clientes de fundos de pensão podem fazer quase tudo pelo celular. dinheiro – isso ocorre no brasil também? jaime anchústegui – ainda não, mas estamos caminhando nesse sentido. o brasil está incluído no nosso plano global de três anos. aqui ainda será preciso fazer alguns ajustes devido à regulamentação. nossa filosofia é que temos de nos adaptar à situação de cada país. temos de ser brasileiros no brasil, italianos na itália e franceses na frança. dinheiro – em nenhum desses países é possível fazer as coisas da maneira que a geração anterior a nossa fazia, não? jaime anchústegui – sem dúvida. não dá para dizer que a maneira de nossos país fazerem as coisas era errada. era a maneira certa para um outro momento. por exemplo, eu hoje vou a um supermercado que me oferece sacolas de papel, e não de plástico. prefiro contratar empresas que me mandam faturas por meio digital, e não em papel. opto por empresas que usam energia renovável. se eu faço isso, meus clientes também fazem. e nós, como empresa, temos de nos adaptar a essas novas exigências. e eu tenho uma certeza. o mundo mudou muito nos últimos dez anos, mas vai mudar muito mais nos próximos dez anos, porque a velocidade da mudança é crescente.
21/06/2019

Em recuperação judicial, Odebrecht tem R$ 5 bi em apólices de seguros

 dentre as companhias responsáveis pelas maiores cifras, estão a chubb, aig, liberty e a brasileira jmalucelli (atual junto seguros) de um total de 16 companhias inseridas no processo do grupo. a exposição do mercado de seguros brasileiros à odebrecht, que deu início na terça-feira, 18, ao maior processo de recuperação judicial do país, é de quase r$ 5 bilhões, conforme dados da lista de credores da holding, compilados pelo broadcast, sistema de notícias em tempo real do grupo estado. dentre as companhias responsáveis pelas maiores cifras, estão nomes como os das americanas chubb seguros, aig, liberty seguros e o da brasileira jmalucelli (atual junto seguros) de um total de 16 companhias inseridas no processo do grupo. na lista de credores, os contratos são mencionados apenas como seguros de garantia e classificados como quirografários, ou seja sem garantias. na prática, porém, abrangem diferentes modalidades como a de performance, que garante a entrega de obras em andamento e que responde pela maioria dos contratos, e o judicial, que protege o grupo de ações na justiça. como a maior parte das apólices listadas é em dólar, foi considerado câmbio a r$ 3,85. além disso, companhias do mesmo conglomerado no brasil foram unificadas. é o caso da chubb seguros, antiga ace e que no passado adquiriu a carteira de seguros de grandes riscos do itaú unibanco. o grande número de seguradoras listadas no processo de recuperação judicial da odebrecht é explicado, conforme fontes, justamente pelo fato de o seguro de garantia para obras envolver montantes elevados e que tradicionalmente são divididos em um pool de companhias, reduzindo o risco das mesmas. causou surpresa a vários players do mercado, porém, o fato de os grupos seguradores também integrarem o grupo de credores da holding uma vez que a maioria das apólices estão vigentes e não geraram sinistro até aqui. a exceção, conforme fonte de mercado, é um contrato de seguros de us$ 131,334 milhões com a chubb no peru, que já estava sendo tratado antes do pedido de recuperação. há até mesmo apólices cuja vigência já expirou. no caso da seguradora austral, controlada pela vinci partners, a maior parte dos contratos citados na lista de credores da odebrecht, que totalizam quase r$ 200 milhões, já venceram. a maior delas, de mais de us$ 25 milhões, teria sido rescindida, uma vez que o projeto segurado foi cancelado. mas a estratégia da odebrecht e seus assessores, o escritório e.munhoz e a rk partners, de incluir seguradoras em casos de recuperação judicial não é nova e já ocorreu em outras ocasiões como nos processos da oas e da pdg. na ocasião, as companhias recorreram à justiça para serem retiradas uma vez que não figuravam como credoras das empresas envolvidas. “agora, novamente, as seguradoras devem questionar na justiça a retirada do processo uma vez que não são credoras da odebrecht”, explica um advogado, especialista em seguros, na condição de anonimato. outra fonte adverte que somente podem seguir esse caminho as seguradoras que não têm sinistro com a holding. o presidente de uma resseguradora com exposição à odebrecht diz que ainda é um pouco cedo para saber como a recuperação vai afetar o mercado, mas o movimento já era aguardo pelos resseguradores. bancos o presidente do banco do brasil, rubem novaes, afirmou na quarta que a dívida sem garantia da odebrecht com a instituição é de cerca de r$ 4 bilhões, dos quais metade está provisionada. o grupo entrou nesta semana com o maior pedidos de recuperação da história do país, de mais de r$ 90 bilhões. sendo mais de r$ 50 bilhões em dívidas sujeitas a reestruturação, r$ 18,1 bilhões em dívidas com bancos sem garantia real, sendo r$ 7 bilhões com o bndes, r$ 4,75 bilhões com o banco do brasil, e r$ 4,1 bilhões com a caixa. fonte: dci
21/06/2019

Ibovespa segue alta e abre sessão em nova máxima histórica

 o ibovespa abriu a sessão de negócios pós-feriado em alta nesta sexta-feira, 21, a reboque do comportamento positivo das principais american depositary receipts (adrs) brasileiras visto nesta quinta-feira (20) em nova iorque e ajudada também pela variação positiva das cotações do petróleo, em um contexto local de sinalização pelo banco central de queda da taxa selic após a aprovação da reforma da previdência. logo na abertura, houve uma série de máximas que levou o índice à vista a um novo nível inédito, de 101 mil pontos. às 11h desta sexta, o ibovespa marcava alta de 1,40%, aos 101.707 pontos. já em nova iorque, os índices futuros de dow jones e nasdaq mostravam queda de 0,18% e 0,31%, respectivamente. no entanto, para o longo do dia, não é descartada por operadores alguma pressão vinda do exterior diante da tensão geopolítica que se intensifica entre estados unidos e irã. diante de um cenário de maior liquidez global, com a disposição dos principais bancos centrais em cortar as taxas de juros, na sessão de quarta-feira, 19, os papéis da petrobras fecharam em alta de 2,70%, a us$ 16,37; da vale subiram 1,26%, a us$ 13,71; do itaú ganharam 1,97%, a us$ 9,32; da ambev avançaram 1,47%, a us$ 4,82 e da embraer subiram 2,69%, a us$ 19,82. "ontem (quinta-feira) os mercados em nova iorque foram muito bem e a bolsa deve se ajustar a isso nesta abertura. no entanto, dependendo de novas informações sobre as questões entre estados unidos e irã, a pressão de fora pode nos influenciar", ressalta nicolas balafas, operador da atuação investimentos. durante a madrugada, o exército americano chegou a preparar um ataque ao irã, em retaliação à derrubada de um drone de vigilância americano pelo país persa. contudo, o presidente donald trump voltou atrás da decisão abruptamente e desautorizou a operação. as tensões entre os dois países se agravam desde o ano passado, quando trump ordenou a retirada de washington do acordo nuclear internacional firmado com teerã em 2015 e impôs sanções econômicas ao país.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/06/689949-ibovespa-segue-alta-e-abre-sessao-em-nova-maxima-historica.html)
21/06/2019

Dólar recua e abre em baixa nesta sexta-feira

 o dólar segue em baixa no mercado doméstico nesta sexta-feira (21) após já recuado nas últimas duas sessões, apoiado pela expectativa dos investidores de futuros cortes nas taxas de juros nos próximos meses em países com economias desenvolvidas, após sinalizações consideradas 'dovish' emitidas pelo federal reserve (fed, o banco central americano) e os bancos centrais europeu (bce), da inglaterra (boe) e do japão (boj) nos últimos dias, segundo um operador de uma corretora. às 9h50min desta sexta, o dólar à vista caía 0,33%, a r$ 3,8359. o dólar futuro para julho recuava 0,18%, a r$ 3,8345. o ajuste de baixa ante o real vem depois também de o comitê de política monetária (copom) do banco central brasileiro ter mantido ainda inalterada a taxa selic, em 6,5% na última quarta-feira, e sinalizado que um futuro corte depende da aprovação da reforma da previdência. a queda ante o real acompanha o viés negativo do índice do dólar no exterior, destacou o profissional.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/06/689946-dolar-recua-e-abre-em-baixa-nesta-sexta-feira.html)
19/06/2019

União entrega mais um prêmio de capitalização

 a união seguradora, empresa do grupo aspecir, entrega mais um prêmio de capitalização, agora em belo horizonte. o cheque foi entregue na coopeder com a parceria da ramos assessoria e da promisses corretora. joão carlos lock, diretor comercial da união, entregou o prêmio ao sr. dinomar, regional sediado na cidade de araxá, que representou o segurado antonio cassemiro borges. também estavam presentes a maria paula e a sra. carla guimarães da promisses corretora, o sr. cláudio ramos da ramos assessoria, a gerente silvia lanski e o presidente sr. dario rutier, ambos da coopeder. a união seguradora participou também do encontro dos regionais da coopeder. na oportunidade, o diretor comercial joão lock apresentou o grupo aspecir, seus produtos de previdência privada, seguros e empréstimos. o evento foi um sucesso, tanto que a coopeder inicia uma apólice de novas inclusões pela comercialização de seguros através de telemarketing e nesta nova campanha comercial serão apresentados os produtos de previdência aos associados.    
19/06/2019

Setor segurador registra alta de 4,9% no acumulado até abril

 destaques no período são os ramos de seguros marítimos e aeronáuticos, crédito e garantias, patrimoniais e planos de risco em cobertura de pessoas. o ritmo de expansão da arrecadação de prêmios continua discreto nos quatro primeiros meses do ano, mesmo com o forte crescimento apresentado por alguns ramos no período, como marítimos e aeronáuticos (52,5%), crédito e garantias (38,4%), patrimoniais (16,1%) e planos de risco em cobertura de pessoas (14,8%). nos quatro meses do ano, o crescimento foi de 4,9%, totalizando r$ 81 bilhões (sem saúde e sem dpvat) quando comparado com igual período do ano passado. os dados constam da nova edição da publicação conjuntura cnseg. http://cnseg.org.br/publicacoes/conjuntura-cnseg.html de janeiro a abril de 2019, houve outras modalidades com trajetória na casa de dois dígitos ou perto disso em termos de crescimento, mas sua participação de mercado (market share) não é suficiente para puxar o resultado do setor de forma significativa. transporte (10,3%), títulos de capitalização (9,8%) e seguro rural (6,5%) estão entre os exemplos de comportamento positivo. no acumulado do ano, os seguros de automóveis e os planos de acumulação em cobertura de pessoas, entretanto, tiveram discreta queda de arrecadação até abril de 2019: -0,4% e -0,6%, respectivamente, colocando para baixo um crescimento mais vistoso, por conta de seu peso no resultado final. a rigor, todo o mercado sente os reflexos do baixo crescimento da economia, taxa de desemprego elevada, freio nos investimentos, entre outros fatores que frustram o potencial de negócios do setor. prova disso é que, na série de dados de 12 meses móveis, o crescimento que vinha sendo observado desde o início de 2019 foi quase anulado com a inclusão do resultado de abril, atingindo só 0,1% de alta.
19/06/2019

Aumenta participação de ‘Insurtechs’ no setor de seguros

 além disso, o relatório world insurance 2019 revela que as seguradoras devem responder às preocupações dos clientes em relação à cobertura de crimes cibernéticos ou questões climáticas resultado de estudo elaborado pela capgemini, empresa global que atua em consultoria, serviços de tecnologia e transformação digital, e pela efma, organização global sem fins lucrativos, indica que aumento na preocupação com questões de segurança que vão desde ambiente cibernético até ameaças ambientais. o world insurance report 2019 aponta que os segurados estão cada vez mais preocupados com o fato de sua cobertura de seguros se tornar insuficiente frente a riscos emergentes como estes. as seguradoras estão menos preparadas para mudanças do que seus clientes, a maioria dos quais quer uma cobertura mais abrangente e dinâmica. ao mesmo tempo, existe uma oportunidade significativa para que os players do setor aproveitem a tecnologia e as parcerias para superar as tendências macro e se tornem parceiros mais proativos para seus clientes. menos de 25% dos clientes empresariais (em todas as regiões geográficas) e menos de 15% dos segurados pessoais sentem que têm cobertura suficiente para se proteger contra qualquer um dos riscos emergentes gerados por estas macrotendências. as seguradoras têm demorado a responder aos riscos emergentes o relatório identifica cinco macrotendências que estão criando riscos emergentes para os clientes de seguros e seus negócios: padrões ambientais disruptivos, avanços tecnológicos, evolução das tendências sociais e demográficas, novas preocupações médicas e de saúde e mudanças no ambiente de negócios. no entanto, a maioria das seguradoras tem demorado para responder a essas tendências e equipar clientes para elas. menos de 25% dos clientes empresariais (em todas as regiões geográficas) e menos de 15% dos segurados pessoais sentem que têm cobertura suficiente para se proteger contra qualquer um dos riscos emergentes gerados por estas macrotendências. menos de 40% das seguradoras de saúde e vida disseram ter construído um pipeline de novos produtos para cobrir os riscos emergentes de forma abrangente. existe uma lacuna de cobertura significativa em áreas de riscos emergentes a resposta lenta às ameaças emergentes criou lacunas significativas de cobertura para os clientes expostos a esses riscos. o relatório estima que 83% dos clientes de seguros pessoais têm média ou alta exposição a ataques cibernéticos e a viver mais do que suas poupanças, e apenas 3% e 5%, respectivamente, são cobertos de forma abrangente contra essas eventualidades. entre os clientes empresariais, 81% estão expostos a custos crescentes de saúde dos funcionários, contra os quais apenas 17% estão bem cobertos; 87% estão em risco de ataques cibernéticos com menos de 18% de seguro abrangente; e quase 75% estão ameaçados pelo aumento das catástrofes naturais, para as quais apenas 22% são efetivamente cobertos. os consumidores estão mais preparados para a mudança do que provedores à medida que o cenário de seguros muda, os clientes estão mostrando uma maior disposição para mudanças do que seus provedores de seguros. pouco mais da metade (55%) dos clientes disseram que estão prontos para explorar novos modelos de seguro, mas apenas um quarto (26%) das seguradoras estão investindo neles. enquanto 37% dos clientes disseram estar muito dispostos a compartilhar dados adicionais em troca de melhores serviços de prevenção e controle de risco, apenas 27% das seguradoras têm a capacidade de explorar dados em tempo real para fins de modelagem de risco. as seguradoras precisam inovar e se tornar parceiras e prevencionistas elas (as seguradoras) devem responder às ameaças emergentes e mudar as expectativas dos clientes, adotando novas tecnologias e parcerias. os recursos de avaliação de riscos podem ser significativamente aprimorados por meio da implementação de machine learning, inteligência artificial e analytics avançado, além de colaboração efetiva com insurtechs. o progresso nessas áreas tem sido heterogêneo: a maioria (57%) aproveitou ai, machine learning e analytics avançado, mas somente 29% implementaram automated risk assessment e apenas 20% de geração de insights em tempo real a partir de dispositivos iot. segundo o relatório, o progresso tecnológico também precisa ser acompanhado por uma mudança de atitudes. quando as seguradoras tradicionalmente se veem como pagadoras, elas precisam evoluir para as funções paralelas de parceiro e prevencionista, trabalhando mais de perto com os clientes para mitigar os riscos e fornecer serviços sob demanda. “as tendências emergentes de risco e as crescentes expectativas dos clientes estão mudando drasticamente o panorama dos seguros, e os provedores precisam ser ágeis na forma como respondem”, afirmou anirban bose, ceo da financial services na capgemini e membro do conselho executivo do grupo. “esta pesquisa mostra uma lacuna de cobertura em áreas de risco emergente, mas também destaca uma oportunidade importante para as seguradoras. aqueles que podem evoluir seus produtos por meio da tecnologia, colaborar com inovadores e pensar em si mesmos como parceiros e prevencionistas junto aos seus clientes, podem se beneficiar mais”. “esta pesquisa mostra que o futuro do seguro será centrado na parceria”, disse vincent bastid, secretário geral da efma. “os provedores de seguros precisam colaborar com parceiros que oferecem altos níveis de especialização em áreas que vão da ia até analytics avançado. simultaneamente, eles precisam se associar mais de perto com seus clientes para fornecer o serviço mais ágil e voltado à demanda que muitos estão buscando”. metodologia o world insurance report (wir) 2019 abrange todos os três segmentos gerais de seguro – vida, não-vida e seguro de saúde. o relatório deste ano baseia-se em insights de pesquisa de duas fontes primárias – 2019 global insurance voice of the customer survey e 2019 global insurance executive interviews (em tradução livre, a pesquisa da voz do consumidor global de seguros 2019 e as entrevistas com executivos globais de seguros 2019). juntas, essas fontes cobrem insights de 28 mercados: áfrica do sul, alemanha, austrália, bélgica, brasil, canadá, china, cingapura, emirados árabes unidos, espanha, estados unidos, filipinas, finlândia, frança, grécia, holanda, hong kong, índia, itália, japão, méxico, noruega, polônia, portugal, reino unido, suécia, suíça e turquia. serviço www.worldinsurancereport.com
19/06/2019

Previdência Privada: até qual idade aderir?

 antes de contratar um plano de previdência privada é preciso que o investidor tenha ciência de que o investimento é realmente viável para seus interesses. isso diz respeito a questões como o tempo mínimo para que as aplicações tragam resultados e os impostos envolvidos. além disso, existem diferentes tipos de planos de previdência privada, como os que são abertos ao público e os que são exclusivos para determinadas categorias. conhecendo essas peculiaridades, o investidor tem como fazer seu dinheiro render mais e extrair o máximo que a previdência privada oferece. o tempo mínimo para o investimento valer a pena é possível investir em previdência privada em qualquer momento da vida, mas a recomendação é que isso aconteça no mínimo cerca de uma década antes da aposentadoria do investidor. isso garante a ele mais tempo para aplicar e menor incidência de tributos. o mais indicado é que o investidor tenha pelo menos entre 8 e 10 anos para investir no plano que julgar mais adequado. com menos tempo do que isso, o investimento deixa de ser interessante. com mais, o investidor pode acumular mais dinheiro ou fazer aplicações mensais menores, o que permite a ele investir com maior tranquilidade e não comprometer sua renda. a previdência privada deve ser entendida como um investimento de longo prazo, sendo assim, quanto antes o cidadão pensar nessa solução, melhor para o seu futuro. os tributos envolvidos na previdência privada as opções disponíveis para planos de previdência se diferenciam principalmente em relação aos tributos. isso porque existem duas tabelas, a progressiva e a regressiva. cabe ao investidor escolher qual das duas prefere no ato da compra do plano. no caso da tabela progressiva, a alíquota de imposto de renda é proporcional ao valor resgatado, indo de zero a 27,5%, o que quer dizer que, quanto mais dinheiro a pessoa retira, mais imposto ela paga. a tabela regressiva, por sua vez, apresenta alíquotas decrescentes em função do tempo. ela começa com 35% e cai cinco pontos de dois em dois anos até chegar a 10% em 10 anos, valorizando o investidor que faz uma estratégia de longo prazo. os diferentes tipos de planos de previdência privada     os planos de previdência privada se dividem entre os abertos e fechados, sendo a diferença entre eles o seu alcance. enquanto os planos abertos são destinados ao público em geral, podendo ser adquiridos no mercado em instituições autorizadas, os planos fechados se concentram em um perfil específico, contemplando, geralmente, funcionários de uma empresa. consequentemente, quem contrata o plano aberto é o próprio investidor e quem contrata o plano fechado é a empresa que oferece os benefícios conhecidos como fundos de pensão, planos coletivos sem fins lucrativos. as diferenças entre pgbl e vgbl entre os planos abertos, ainda existe a distinção entre o plano gerador de benefício livre e o vida gerador benefício livre, conhecidos como pgbl e vgbl respectivamente. basicamente, a diferença entre eles é que, no pgbl é possível abater até 12% da renda bruta anual no imposto de renda para o ano seguinte, enquanto no vgbl, o imposto de renda tem incidência no rendimento do plano. caso ocorra morte ou invalidez do titular, o saldo acumulado passa para seus dependentes, previamente escolhidos pelo investidor. o pgbl é indicado para quem pretende colocar até 12% da renda no plano de previdência privada para ter vantagem tributária. já o vgbl é indicado para as outras pessoas, em especial, para quem opta pela declaração simplificada. para quem a previdência privada é indicada por não ter vínculo com o instituto nacional do seguro social (inss), a previdência privada é indicada para quem deseja complementar a previdência social, garantindo uma renda extra. ao fazer um plano de previdência privada, a pessoa determina um valor e a periodicidade da contribuição que pretende fazer, parcelando o investimento para futuramente receber um retorno. dessa forma, quanto maiores forem as aplicações, mais dinheiro essa pessoa recebe no prazo acordado. o total é a somatória do montante acumulado mais os rendimentos. é possível investir um valor alto de uma única vez e esperar os rendimentos ou fazer depósitos periódicos para chegar a esse montante com o tempo. com os juros compostos e o passar dos anos, os valores se acumulam, podendo gerar uma rentabilidade interessante para o investidor. o primeiro passo é procurar uma corretora de valores com oferta de planos de previdência privada.

Aspecir Previdência completa 82 anos com os melhores resultados do mercado


17/07/2019

Empresa é líder nacional em Previdência Complementar com rentabilidade garantida

Divulgação
Divulgação

O maior fundo previdenciário de renda fixa no período de 12 meses, segundo a Superintendência de Seguros Privados (Susep), nasceu em 17 de julho de 1937. A Aspecir Previdência é uma das raras empresas brasileiras de previdência privada que se mantém em sua forma original de atuação. Completando 82 anos, é uma alternativa diferente às soluções tradicionais apresentadas pelas companhias previdenciárias ligadas a bancos e seguradoras independentes.

Só nos últimos seis meses, a empresa apresentou um crescimento de 12,66% do fundo ASPECIR PRGP FI RF PREV., o que representa 411,96% de rentabilidade relativa ao CDI no ano e um superávit acumulado até maio deste ano de R$ 7.386.848,00.

A Aspecir conta com uma equipe de profissionais especializados em consultoria financeira nas áreas de Previdência Complementar, Seguros de Vida e Empréstimos Consignados. É uma assistência qualificada na busca de segurança, planejamento financeiro e rentabilidade.

Líder nacional em Previdência Complementar com rentabilidade garantida, a Aspecir Previdência está presente em todo território brasileiro e tem por objetivo a subscrição de planos de pecúlio, aposentadoria, seguros de vida, acidentes pessoais, seguro prestamista, auxílio funeral, encaminhamento de pedidos de indenização do seguro DPVAT e a concessão de Assistência Financeira aos participantes, atendendo aos servidores públicos federais, estaduais e municipais, ativos, inativos, aposentados e pensionistas, bem como, aos clientes do segmento empresarial, oferecendo produtos diferenciados e de simples contratação.

Ao completar 82 anos, a empresa parabeniza os seus colaboradores e parceiros, sem os quais não teria atingido a marcas tão significativas.

Arquivo JRS

Praça Otávio Rocha, 65 - 1º andar
Centro Histórico - Porto Alegre/RS
CEP.: 90020-140
+55 (51) 3228.1999

News

Receba nossas novidades

LIGUE

+55 51 3228-1999

Ouvidoria
0800 703 1989
E-mail: ouvidoria@sinapp.org.br

Atendimento ao Deficiente Auditivo e de Fala através da TSPC-CAS – Central de
Atendimento a Deficientes Auditivos ou de Fala -
0800 200 0819 E-mail: sac.especial.auditivo.fala@sinapp.org.br

Atendimento ao
Deficiente Visual
0800-703-1989