28/05/2018

Agenda SINDSEGRS junho e julho de 2018

 04/06 – 9:00 – reunião diretoria 21/06 – 12:00 – almoço do mercado segurador presença do superintendente da susep – sr. joaquim mendanha 28/06 – 14:00 – palestra irfs 17 02/07 – 9:00 – reunião diretoria 6 e 7 – encontro de presidentes e executivos dos sindsegs 26/07 – 12:00 – almoço do mercado segurador presença do presidente do conselho de administração da mongeral aegon seguros e previdência – sr. nilton molina
28/05/2018

Produção de seguros em Portugal cresceu 6% no primeiro trimestre

 a produção global de seguro direto em portugal das seguradoras sob supervisão da asf aumentou 6% no primeiro trimestre deste ano face a igual período em 2017, superando os três mil milhões de euros. a produção global de seguro direto das empresas de seguros sob supervisão da autoridade de supervisão de seguros e fundos de pensões (asf) registrou um crescimento de 6% no primeiro trimestre deste ano em termos homólogos, atingindo um valor ligeiramente acima dos três mil milhões de euros. os dados foram revelados esta quarta-feira na comissão parlamentar de orçamento e finanças pelo presidente da asf, josé almança, que não mencionou os valores exatos. o responsável referiu ainda que no ramo vida o crescimento da produção foi de 5,3%, para mais de 1,8 mil milhões de euros, destacando que os planos de poupança e reforma (ppr) cresceram 28% e representam cerca de 40% da produção do ramo vida. o ramo não vida apresentou uma subida de 7,2%, para cerca de 1,2 mil milhões de euros, destacando-se a modalidade acidentes de trabalho, com uma subida de 11,6%. os custos com sinistros apresentaram uma descida global de 8,6%, para cerca de 2,35 mil milhões de euros, com uma queda de 10,7% no ramo vida e de 2,7% no ramo não vida. fonte: jornal de negócios – portugal
28/05/2018

Planejar para crescer

 o planejamento de carreira permite o desenvolvimento de habilidades específicas requeridas para determinados cargos e facilita a visualização de quais cursos e certificados são necessários não há quem não queira subir na carreira e desbravar novos desafios. a aspiração por crescimento é saudável e extremamente benéfica, mas o caminho até o cargo sonhado deve ser trilhado com cuidado e planejamento. segundo a coach profissional patrícia araujo, ceo da propat, o primeiro passo é definir com precisão o objetivo de carreira: “é necessário que o profissional determine o que é importante para ele e o que ele efetivamente deseja: aumento de salário, posição de maior destaque, um novo cargo na mesma empresa, migrar para outra companhia ou até mesmo mudar de profissão”, explica. identificando as metas e desafios profissionais, é possível planejar o passo a passo da ascensão de carreira, como a participação em cursos e seminários e a conquista de certificações, entre outros itens que possam ser requeridos pelo empregador na hora em que aparecer a oportunidade de ouro. em seguida, deve-se mapear as competências e habilidades requeridas pelo cargo almejado. “é muito comum a pessoa querer uma vaga determinada, mas não estar preparada para aquela missão, mesmo sendo um excelente funcionário. para cada cargo, há características específicas que o profissional deve ter. como nem todo mundo nasce com essas habilidades, é preciso desenvolvê-las”, destaca patrícia. além das competências específicas, há também aquelas que hoje são muito valorizadas pelo mercado, independentemente da área de atuação. trabalhar em equipe, saber se comunicar, saber negociar, lidar com as diferenças, ter autonomia e capacidade de decisão, ser criativo, ousado e inovador, saber ouvir, focar em resultados, motivar e engajar, ser resiliente e saber lidar com o inesperado e com as incertezas em um ambiente cada vez mais dinâmico são apenas algumas das novas habilidades demandadas. “para se firmar no mercado e, principalmente, para crescer, é preciso dominar competências emocionais e comportamentais que vão além do currículo”, reforça a ceo da propat. patrícia também recomenda que o profissional faça uma autoanálise, para identificar quais competências já domina e, sobretudo, conhecer suas limitações. “é muito importante ressaltar aquilo que se tem de positivo, mas é fundamental melhorar naquilo em que não se é bom e desenvolver as habilidades deficitárias”, orienta patrícia araujo.
28/05/2018

Mercado reduz expectativa de alta do PIB de 2,50% para 2,37% em 2018

 o mercado financeiro reduziu suas projeções para o produto interno bruto (pib) em 2018. a expectativa de alta para o pib este ano foi de 2,50% para 2,37% no relatório de mercado focus divulgado nesta segunda-feira (28). há quatro semanas, a estimativa era de crescimento de 2,75%. para 2019, o mercado manteve a previsão de alta do pib de 3,00%, mesmo patamar de quatro semanas atrás. no dia 16 de maio, o banco central divulgou os dados de seu índice de atividade (ibc-br) referente a março. o indicador cedeu 0,74% em relação a fevereiro, na série com ajuste sazonal. no primeiro trimestre, houve uma queda de 0,86% ante o mesmo período do ano passado, na série sem ajuste sazonal. a projeção do bc, já passível de atualização, é de alta de 2,6% para o pib em 2018. o ministério da fazenda ainda trabalha com um porcentual de 3,0%. a mediana do ipca - índice oficial da inflação - para 2018 foi de 3,50% para 3,60%, elevando a expectativa. há um mês, o ipca estava em 3,49%. já a projeção para o índice em 2019 passou de 4,01% para 4,00%. quatro semanas atrás, estava em 4,03%. em abril, o ipca subiu 0,22%, abaixo do que era esperado pelo mercado. no acumulado do ano, o índice de preços avançou 0,92%. o câmbio no fim deste ano passou de r$ 3,43 para r$ 3,48, ante os r$ 3,35 verificados há um mês. já o câmbio médio no ano passou de r$ 3,45 para r$ 3,46, ante r$ 3,34 de um mês atrás. para 2019, a projeção para o câmbio no fim do ano foi de r$ 3,45 para r$ 3,47, ante r$ 3,40 de quatro pesquisas atrás. já a expectativa para o câmbio médio no próximo ano seguiu em r$ 3,40, ante r$ 3,37 de um mês atrás. o mercado projeta que a selic este ano passa de 6,25% ao ano para 6,50% ao ano. há um mês, estava em 6,25%. já a projeção para a selic em 2019 permaneceu em 8,00% ao ano, valor igual ao verificado há quatro semanas. na semana passada, o comitê de política monetária (copom) publicou a ata de seu último encontro, quando a selic foi mantida em 6,50% ao ano, contrariando a maioria dos economistas do mercado. no relatório focus desta segunda-feira, a projeção para a produção industrial de 2018 seguiu indicando alta de 3,80%. há um mês, estava em 4,28%. no caso de 2019, a estimativa de crescimento da produção industrial seguiu em 3,50%, igual ao verificado quatro semanas antes. a pesquisa mostrou ainda que a projeção para o indicador que mede a relação entre a dívida líquida do setor público e o pib para 2018 seguiu em 55,00%. há um mês, estava no mesmo patamar. para 2019, a expectativa permaneceu em 57,00%, também igual ao verificado um mês atrás.   balança comercial os economistas do mercado financeiro alteraram a projeção para a balança comercial em 2018 na pesquisa focus. a estimativa de superávit comercial passou de us$ 56,10 bilhões para us$ 57,15 bilhões. um mês atrás, a previsão estava em us$ 56,10 bilhões. para 2019, a estimativa de superávit foi de us$ 47,63 bilhões para us$ 49,80 bilhões, ante us$ 45,00 bilhões de um mês antes. na estimativa mais recente do bc, o saldo positivo de 2018 ficará em us$ 56 bilhões. no caso da conta corrente, as previsões contidas no focus para 2018 foram de déficit de us$ 25,08 bilhões para resultado negativo de us$ 23,50 bilhões, ante us$ 25,00 bilhões de quatro semanas antes. para 2019, a projeção de rombo passou de us$ 38,05 bilhões para us$ 38,40 bilhões. um mês atrás, o rombo projetado para o próximo ano era de us$ 38,58 bilhões. para os analistas consultados semanalmente pelo bc, o ingresso de investimento direto no país (idp) será mais do que suficiente para cobrir o resultado deficitário, tanto em 2018 quanto em 2019. a mediana das previsões para o idp em 2018 seguiu em us$ 75,00 bilhões, igual a um mês atrás. para 2019, a expectativa está em us$ 80,00 bilhões, mesmo valor de uma semana e um mês antes.   jornal do comércio (http://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/2018/05/economia/629809-mercado-reduz-expectativa-de-alta-do-pib-de-2-50-para-2-37-em-2018.html)  
28/05/2018

Volatilidade externa e economia em ritmo lento afetam mercado de capitais

 a expectativa em relação à mudança da política monetária nos estados unidos aumentou a seletividade dos investidores em relação aos seus investimentos, sobretudo nos mercados emergentes. somado a isso, a recuperação da economia brasileira em ritmo muito mais lento do que o esperado e o cenário eleitoral incerto também contribuem para a maior cautela na escolha dos ativos pelo investidor. os efeitos desse cenário já são vistos no mercado de capitais brasileiro. neste ano, das emissões de ações no "pipeline" (jargão do mercado financeiro para negócios em fase de preparação), algumas não tiveram sucesso, evidenciando a seletividade dos investidores. entre elas, blau farmacêutica, ri happy e grupo dass. outras desistiram ao sondar o mercado, como jhsf malls e centauro, por exemplo. em relação a emissões externas, a light e a usina coruripe aguardam momento mais propício para emitirem. a disparada do dólar no mundo e a alta de juros nos estados unidos já estão criando ambiente "menos amigável" aos emergentes, mas os investidores vão seguir buscando boas oportunidades de retorno, embora possam exigir maiores prêmios, por conta do maior risco cambial nos emergentes, avalia o instituto internacional de finanças (iif), formado pelos 500 maiores bancos do mundo. "agora, o mercado está 10 vezes mais seletivo. os investidores não vão comprar qualquer 'case', mas de empresas com fundamento, que tenham base de crescimento, do setor", diz o vice-presidente executivo do itaú bba, alberto fernandes. segundo ele, uma possível mudança da política monetária nos estados unidos tem afetado todos os emergentes e desviado a atenção dos investidores. o aumento do nervosismo dos mercados começou nas últimas semanas, com a elevação da aposta de que a alta de juros nos eua pode ter um ritmo maior do que previsto inicialmente. com isso, o dólar vem se valorizando em relação a outras moedas e criando um ambiente menos favorável para a entrada de fluxo de capital nos emergentes. a mudança do cenário no exterior está fazendo os investidores a fazerem um rebalanceamento de suas carteiras, ressalta o economista-chefe da gestora western asset, adauto lima. a elevação de juros nos estados unidos aumenta a atratividade dos títulos daquele país, muito mais seguros. nos emergentes, brasil e méxico passarão por eleições muito disputadas que ajudam a elevar o quadro de incerteza. nesse ambiente, o apetite dos estrangeiros em relação aos ativos brasileiros segue firme, mas a seletividade dá o tom, destaca renato ejnisman, diretor executivo do bradesco. "não será qualquer nome que irá a mercado e não a qualquer preço", diz o executivo. "a empresa que passar por essa 'régua' vai encontrar demanda", afirma. por conta da atual volatilidade da moeda, ejnisman pondera que algumas ofertas podem demorar pouco mais para ir ao mercado. mesmo com esse cenário e pelo ano eleitoral, a atividade dos bancos de investimentos segue aquecida, comenta o responsável pelo banco de investimento do bank of america merrill lynch, hans lin. "o nível está bom para um ano de eleição. o que está afetando neste momento são fatores externos e ainda uma recuperação da economia brasileira mais lenta do que o esperado", afirma. as eleições locais devem começar a ganhar a cena a partir do fim de julho, afirma lin. segundo ele, a expectativa é de uma janela aberta para emissão de ações em julho e já há, inclusive, uma fila de cerca de seis empresas se preparando para estrearem no mercado, segundo apurou o broadcast, serviço de notícias em tempo real do grupo estado. apesar do cenário menos favorável, as empresas brasileiras tiveram sucesso ao longo dos últimos meses para acessarem o mercado. as grandes companhias, por exemplo, conseguiram aproveitar e trocar dívida cara por mais barata acessando o mercado externo, lembra o responsável pelo banco de investimento do morgan stanley no brasil, alessandro zema. "as grandes empresas não estão com a corda no pescoço e têm o luxo de poder esperar (uma normalização). a fase de necessidade já passou", afirma o executivo. já aquelas que ainda precisam realizar o "liability management" (gestão de ativos e passivos da empresa) poderão esperar para realizar em um melhor momento. apesar do impacto ser mais imediato nas captações externas, o mesmo movimento é observado no mercado de renda variável. "o apetite externo é muito seletivo e não serão todas as histórias que virão a mercado que funcionarão, mas o sucesso das últimas três emissões do mercado de ações (notredame, hapvida e banco inter) mostrou claramente que o mercado está disposto a realizar investimentos", salienta zema.   jornal do comércio (http://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/2018/05/economia/629867-volatilidade-externa-e-economia-em-ritmo-lento-afetam-mercado-de-capitais.html)
28/05/2018

Petrobras reduz preço da gasolina em 2,84% e diesel permanece com mesmo valor

 a petrobras anunciou que, com o reajuste que entrará em vigor na terça-feira (29), o preço médio do litro da gasolina a sem tributo nas refinarias será de r$ 1,9526, com queda de 2,84% em relação à média atual de r$ 2,0096. já o preço médio nacional do litro do diesel a permanece em r$ 2,1016. para tentar pôr fim à greve, o presidente michel temer cedeu e reduziu em r$ 0,46 o valor do diesel, com corte em tributos como a cide e o pis/cofins. foi garantido também o congelamento do preço do diesel por 60 dias. depois disso, o reajuste será mensal, de 30 em 30 dias. o governo publicou, em edição extra do diário oficial da união, as três medidas provisórias (mps) para atender a novos pedidos dos caminhoneiros.   jornal do comércio (http://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/2018/05/economia/629829-petrobras-reduz-preco-da-gasolina-em-2-84-e-diesel-permanece-com-mesmo-valor.html)
23/05/2018

41% dos poupadores sacaram parte de suas reservas em março, revela indicador do SPC Brasil e CNDL

 falta de conhecimento sobre outras formas de investir é principal razão para quem deixa dinheiro guardado na poupança, conta corrente ou na própria casa. apenas 20% dos brasileiros conseguiram poupar em março. quantia foi de r$ 491, em média. o indicador de reserva financeira apurado pelo serviço de proteção ao crédito (spc brasil) e pela confederação nacional de dirigentes lojistas (cndl) revela que parte dos consumidores está tendo que recorrer às suas reservas financeiras para lidar com imprevistos, entre outras situações. em cada dez poupadores, quatro (41%) sacaram ao menos parte dos recursos que possuem guardados no último mês de março. a maior parte recorreu a esse dinheiro para lidar com alguma situação emergencial, citada por 12% das pessoas ouvidas. outros 9% utilizaram parte da reserva porque os rendimentos que possuem não foram suficientes para cobrir as despesas e demais compromissos. os que fizeram saques para adquirir algum bem também somam 9% da amostra. “a grande vantagem de ser um poupador é poder contar com uma reserva para situações inesperadas. isso traz mais segurança e previsibilidade no dia a dia do consumidor, que não precisará recorrer a empréstimos para superar um momento de dificuldade financeira”, explica a economista-chefe do spc brasil, marcela kawauti. 73% dos brasileiros não puderam guardar dinheiro em março; baixa renda e imprevisto são principais motivos de modo geral, o indicador revela que mesmo com a tímida melhora recente do cenário econômico, o hábito de poupar continua pouco frequente entre os consumidores brasileiros, o que indica que a crise econômica não é o principal motivo desse comportamento. no último mês de março, apenas 20% dos brasileiros conseguiram concluir com sobras no orçamento para investir. e a quantia média foi de r$ 491,06. os que não guardarem nenhum centavo de seus rendimentos formam 73% dos entrevistados, dado ligeiramente maior que o observado em março do ano passado, quando estava em 76%. questionados sobre o hábito de poupar, e não somente sobre a poupança no último mês, quase um terço dos consumidores sondados (32%) disse possuir esse costume, sendo que 10% estipulam um valor fixo a ser poupado e 22% guardam apenas o que sobra do orçamento. os que não possuem o hábito de poupar formam 60% dos consumidores. entre aqueles que não pouparam em março, a baixa renda é a razão mais mencionada, com 44% de citações. isso faz com que a taxa de poupadores das classes c, d e e seja ainda menor do que a média total, de apenas 15% dos entrevistados (contra 37% dos brasileiros de mais alta renda). outras razões também dadas como justificativas para não pouparem são os imprevistos (19%), não possuírem renda no momento (14%) e o descontrole financeiro (9%). “o fato de tantas pessoas citarem imprevistos por não conseguirem encerrar o mês com dinheiro sobrando no salário apenas reforça a ideia de que é preciso contar com um dinheiro aplicado, já que acontecimentos de emergência podem acontecer e, nem sempre, é possível cobri-los apenas com a renda. outra situação preocupante é que as pessoas deixam de poupar porque não são controladas o suficiente no manejo do dinheiro. a disciplina é fundamental para formarmos cidadãos equilibrados financeiramente”, alerta o educador financeiro do portal ‘meu bolso feliz’, josé vignoli. 52% dos poupadores mantém reserva para situações de emergência e seis em cada dez recorrem à caderneta de poupança entre aqueles que costumam poupar, novamente o imprevisto é a razão mais citada para se ter esse tipo de precaução. mais da metade (51%) dos entrevistados citaram essa opção ao serem questionados. quase um terço (32%) guardam dinheiro para garantir um futuro melhor a família, enquanto 27% querem estar preparados para uma situação de desemprego e 19% almejam realizar alguma viagem. o levantamento demonstra que os brasileiros que guardam dinheiro, contudo, precisam melhorar quando o assunto é onde eles aplicam esse dinheiro que sobra no orçamento. a caderneta de poupança continua como o principal destino das reservas financeiras dos consumidores, com 63% de citações. em seguida aparecem aqueles que guardam o dinheiro em casa (25%) ou na conta corrente (21%), alternativas arriscadas do ponto de vista da segurança ou que deixam de gerar rendimento a partir de juros. as modalidades mais sofisticadas e que podem proporcionar melhores retornos foram citadas por uma pequena parcela desses consumidores. os fundos de investimento, por exemplo, foram citados por 11% e a previdência privada, por 7%. em seguida, apareceram o tesouro direto (4%), os cdbs (4%) as lcis e lcas (2%) e o dólar (2%). para os poupadores que fazem as opções mais conservadoras de manter em casa, na conta corrente ou mesmo na poupança, a principal razão foi a preferência por ter o dinheiro a disposição em um lugar fácil de retirar (29%), além da falta de conhecimento para fazer outros tipos de investimentos (28%). “é preciso aprimorar os hábitos dos poupadores para que eles busquem alternativas mais rentáveis, pois aplicar o dinheiro com inteligência é fundamental para atingir objetivos financeiros no futuro. para cada tipo de meta, existem diferentes aplicações. se a preocupação do consumido for a liquidez, ou seja, poder sacar a qualquer momento, o dinheiro pode ser depositado em uma conta poupança. o tesouro direto selic, por exemplo, também pode ser uma alternativa mais rentável para o curto prazo. mas quando se fala no médio e longo prazo, a diversificação é essencial. deixar uma reserva parada na conta corrente ou em casa não é uma atitude saudável”, afirma vignoli. metodologia o indicador abrange 12 capitais das cinco regiões brasileiras: são paulo, rio de janeiro, belo horizonte, porto alegre, curitiba, recife, salvador, fortaleza, brasília, goiânia, manaus e belém. juntas, essas cidades somam aproximadamente 80% da população residente nas capitais. a amostra, de 800 casos, foi composta por pessoas com idade superior ou igual a 18 anos, de ambos os sexos e de todas as classes sociais. a margem de erro é de 3,5 pontos percentuais a uma margem de confiança de 95%. baixe a íntegra do indicador em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas/indices-economicos. fonte: portal nacional de seguros por andrea giardino
23/05/2018

A hora do crédito com duplicatas

 será votado na próxima semana na câmara dos deputados o projeto de lei 9.327/17, que dispõe sobre a emissão de duplicata sob a forma escritural, conhecida como duplicata eletrônica, e agiliza o processo de cobrança em caso de inadimplência do título. o projeto de lei faz parte de uma série de iniciativas relacionadas a esse mercado que visam a criar um ambiente de negócios favorável com maior oferta de crédito e menores custos. o primeiro passo foi dado pela associação comercial de são paulo, preocupada com o ambiente de crédito para o pequeno e o médio empresário, lançou a ideia da criação da duplicata escritural em novembro de 2016, concretizada através de uma efetiva prestação de serviços que dota o processo de crédito com duplicatas de mais transparência, aproximando empresa e o mercado financeiro. logo em seguida, o assunto se tornou agenda nacional, quando o ministério da fazenda incluiu a duplicata eletrônica entre as medidas microeconômicas necessárias para retomada do crescimento do país. em fevereiro de 2017, o tema também passou a integrar a agenda bc+, uma agenda de trabalho que visa a revisar questões estruturais do banco central e do sistema financeiro nacional, entre elas, a melhoria do ambiente creditício nacional . a resolução bacen 4.593/17, que dispõe sobre o registro e o depósito centralizado de ativos financeiros e valores mobiliários, por exemplo, define a duplicata como ativo financeiro, entre outras disposições. em 2017, foi promulgada ainda a lei 13.476 que dispõe sobre a constituição de gravames e ônus sobre ativos financeiros e valores mobiliários e também confere à entidade registradora autorizada a funcionar pelo banco central a competência de constituir ônus e gravames sobre ativos financeiros com eficácia contra terceiros. o próximo passo na construção do ambiente de negócios favorável é o projeto de lei 9.327/17, ora em tramitação no congresso. o projeto é mais do que necessário, principalmente quando se coloca em perspectiva as dimensões e o dinamismo do mercado de crédito com duplicatas e que tem ainda expressivo potencial de crescimento se ganhar mais eficiência na sua forma de operar. a produção de crédito que envolve duplicatas deu um salto no ano passado, somando r$ 825 bilhões, 38% maior em comparação a r$ 599 bilhões em 2016. além disso, prevê-se que o volume total concedido cresça para r$ 866 bilhões em 2018 e que continue evoluindo até pelo menos o ano de 2022, quando deverá ficar próximo de r$ 1 trilhão. além do volume em alta, a participação das duplicatas no total de crédito direcionado a pessoas jurídicas já supera 40%. os dados são de levantamento da crdc (central de registro de direitos creditórios), que contempla também a movimentação dos segmentos de fundos de investimento em direitos creditórios (fidcs) e de fomento mercantil, também chamado de fomento comercial ou factoring, além dos dados do sistema financeiro nacional, divulgados pelo banco central. em um mercado dessa relevância econômica e com esse potencial de crescimento, eficiência é palavra chave. e muito pode ser feito nesse sentido: é necessário que as duplicatas, importante instrumento de crédito, sobretudo das empresas menores, ganhem credibilidade, oferecendo segurança às partes envolvidas no processo . a tão almejada eficiência no crédito com duplicatas será alcançada com a combinação de três ações fundamentais que as levarão do patamar atual de instrumento de crédito ultrapassado e desacreditado ao de instrumento de crédito moderno e confiável: mais transparência nas transações, a chamada redução da assimetria de informação, processos padronizados aplicáveis a 100% das transações e atualização legal. como mencionado, o governo tem se empenhado na atualização do arcabouço legal relacionado e a crdc, ao longo dos seus mais de dois anos de operação, tem contribuído de forma crescente para a transparência na relação entre empresas e o mercado de crédito, bem como para a digitalização dos processos de concessão de crédito, permitindo ao agente financeiro efetivamente considerar a duplicata na avaliação do crédito da empresa. a experiência adquirida com a atuação nesse mercado, processando mais de 2 milhões de duplicatas todo o mês, leva a crdc a concluir que a transparência promoverá também a redução da necessidade de colaterais em financiamento de capital de giro, o que será muito importante para aliviar o dia a dia das empresas, com mais agilidade e menos garantias, o que permitirá também reduzir o custo desses empréstimos. dessa forma, criam-se condições para melhorar o ambiente de negócios, atendendo a demanda crescente das empresas de vários portes e, ao mesmo tempo, dotando as instituições financeiras de informações cada vez mais claras e precisas para “precificação” dessas operações. inicia-se, portanto, um círculo virtuoso em que, com informação disponibilizada em tempo real e simplicidade dos sistemas, todas as partes saem ganhando – inclusive a economia de maneira geral -, já que empresas com acesso a crédito de capital de giro certamente têm mais condições de girar o seu negócio e, assim, colaborar para o crescimento sustentável da economia. fonte: portal nacional de seguros por tatiana piva
23/05/2018

Benefícios sucessórios dos planos de previdência privada

 muitos acreditam que falar em planejamento sucessório é levantar de alguma forma o assunto sobre sua morte, o que, na maioria das vezes, causa mal-estar. todos partiremos, e, de maneira inesperada ou não, deixaremos para trás familiares que, diante da surpresa de que, por não terem se planejado, terão como consequência o desarranjo familiar ou até mesmo o comprometimento dos negócios da família. nestes casos, o planejamento sucessório sempre é a melhor solução, pois é o que trará segurança de forma mais econômica e com menos conflitos para dispor do patrimônio em vida. importante lembrar, não importa o tamanho do patrimônio constituído! uma das opções disponíveis para o planejamento sucessório são os planos de previdência privada. os recursos são transferidos para esse fundo e nele poderão ser indicados beneficiários que, após a morte do titular do plano, terão acesso ao capital acumulado. nesta opção está dispensada a existência de um inventário para levantamento dos valores. os beneficiários poderão receber o montante de uma única vez ou em forma de renda mensal temporária. dentre as vantagens em optar por esses planos estão: o fato de o volume investido/acumulado não entrar em inventário, a burocracia ser significativamente reduzida em termos de liberação do montante, podendo, em alguns casos, apenas apresentar o atestado de morte e a tributação diferenciada. com algumas mudanças na legislação em dezembro de 2015, alguns estados passaram a cobrar o imposto de transmissão causa mortis e doação (itcmd) sobre os saldos desses planos. esta tributação seria inconstitucional sobre vários pontos de vista e, portanto, questionável na justiça. a alíquota poderá chegar a até 8%. aqueles planejamentos que foram construídos no início da vida necessitam ser revisados, periodicamente, para que se adequem aos diferentes cenários com o passar dos anos. não existe uma idade padrão para iniciar o planejamento. nunca será cedo demais ou tarde demais para iniciá-lo. fica claro que, além da importância em constituir um patrimônio sólido, o grande objetivo é conseguir preservá-lo por gerações. fonte: vivian brito hernandes é administradora de empresas e gerente do escritório atique & mello advogados

As principais tendências e expectativas de crescimento do mercado de seguros para 2019


08/02/2019
Os últimos meses de 2018 serviram para deixar as empresas do setor de seguros otimistas para o ano que acabou de começar. Tudo isso motivado pela recuperação no crescimento da economia, o que aumenta a confiança dos empresários e melhora as perspectivas na retomada de investimentos nos serviços oferecidos pelas seguradoras de todo país.

De acordo com os números apresentados pelo Boletim do Banco Central, a previsão para este ano é de crescimento do PIB em torno de 2,5%, quase o dobro dos números alcançados no ano passado. Esse crescimento afeta diretamente toda a cadeia produtiva e de serviços, inclusive o mercado de seguros, pois com a economia mais saudável, as empresas tendem a retomar todo tipo de investimento.

Os planos de saúde corporativos refletem diretamente esse crescimento, pois com a economia se recuperando, as taxas de desemprego diminuem e o número de beneficiários desse serviço aumentam, justamente pelo fato de que os principais contratantes são as próprias empresas.

Para Rogério Walmor Cervi, Presidente da REP seguros, as expectativas são muito boas para o decorrer do ano: "estamos investindo no crescimento sustentável da empresa, projetamos aumento no nosso quadro de funcionários. Crescemos 27% no ano de 2018 e pretendemos seguir o nosso planejamento estratégico de crescimento e expansão."

E um dos fatores que gera esse otimismo e valoriza ainda mais a retomada do desenvolvimento é o histórico de crescimento do setor de seguros nos últimos anos, que ano após ano apresenta um índice médio 4 vezes maior que o percentual do PIB.

Já referente às tendências e novidades do mercado de seguros, a previsão é de aumentar cada vez mais a utilização de novas tecnologias nos processos e no oferecimento de serviços de seguros. Felipe Weiler Cervi, Vice-Presidente Comercial, mostra como isso já está presente e complementa: "A REP Seguros investe nas tecnologias para oferecer mais agilidade para seus clientes, contudo, acreditamos que estar ao lado do cliente é fundamental. Com os fornecedores (Seguradoras e Resseguradoras) funciona no mesmo sentido, buscamos estar sempre presente no dia a dia para exposição dos riscos e trazendo uma personalização para os serviços." Assim, a inovação surge como uma forma de complementar a oferta de produtos, diminuindo a burocracia, otimizando e melhorando a qualidade dos atendimentos, e barateando os custos do serviço.

Um dos pontos que promete evoluir com a implementação de novas tecnologias é a análise de perfis dos clientes, por parte das seguradoras. Essa análise é uma forma de definir os valores das apólices e, com o uso destas análises de comportamento mais aprofundadas, tende a resultar em cotações com taxas mais bem definidas e assertivas no perfil de cada indivíduo.

Mostrando como as expectativas para 2019 são interessantes para o mercado de seguros, empresas já estão se movimentando e iniciando o ano em expansão, como afirma César Dioni Costa, Vice-Presidente da REP Seguros: "Neste mês de janeiro inauguramos nossa filial em Chapecó, firmando mais uma vez com o compromisso que temos com nossos clientes do Oeste Catarinense, Gaúcho e Paranaense. Temos certeza que o nosso trabalho, que é altamente técnico, terá ainda mais aderência nas empresas destas localidades. E que essa decisão estratégica tende a fazer com que todas as tendências e expectativas de crescimento se tornem realidade."
O mercado segurador nacional passa realmente por um momento de recuperação, o que traz uma expectativa de resultados promissores, colocando o Brasil novamente como um país com potencial de crescimento e perfeito para investir.

A REP Seguros é uma seguradora especialista em encontrar soluções inovadoras para clientes corporativos e clientes físicos, oferecendo um serviço personalizado no gerenciamento de riscos, em seguros de garantias, transportes nacionais e internacionais, responsabilidade civil, seguros de vida e saúde, e demais serviços securitários.

Fonte: Website: http://www.repseguros.com.br

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