16/04/2018

CSP-MG e entidades de mercado recebem superintendente da Susep

 diretores do csp-mg e o superintendente da susep joaquim mendanha (ao centro) "em um país como o brasil, o órgão regulador também precisa exercer o papel de fomento ao mercado. não há economia sólida sem um mercado de seguros forte. é assim no mundo todo”, declarou o superintendente da susep, joaquim mendanha de ataídes, em palestra proferida no dia 13 de abril, em belo horizonte. jefferson chaddid (pres. do clubcor-mg), augusto matos (pres. do sindseg mg/go/mt/df), maria filomena branquinho (pres. do sincor-mg), joaquim mendanha (titular da susep) e joão paulo moreira de mello (pres. do csp-mg) o evento foi uma parceria entre o clube de seguros de pessoas de minas gerais (csp-mg), sindseg mg/go/mt/df (sindicato das seguradoras), sincor-mg e clubcor-mg. aproximadamente 150 pessoas registraram presença, entre corretores, executivos de seguradoras, autoridades e consultores do mercado. “é com muita satisfação que recebemos o superintendente da susep. essa iniciativa é fruto da união e dos esforços conjuntos das entidades mineiras visando ao desenvolvimento do setor”, comentou o presidente do csp-mg, joão paulo moreira de mello.  joaquim mendanha falou sobre o trabalho desenvolvido à frente da autarquia desde julho de 2016. ele ressaltou os três pilares de sua gestão: o fomento à indústria de seguros, a busca pela eficiência com a desburocratização de processos internos e externos e o aperfeiçoamento do modelo de supervisão. o superintendente também citou a criação de grupos de trabalho e comissões, com o objetivo de discutir as diversas modalidade de seguros, o mercado marginal e o seguro dpvat, além de temas atuais como o comércio digital de seguros e as insurtechs.  os grupos são integrados por representantes do setor e de órgãos governamentais. “não somos contra a inovação, a disrupção, mas temos regras de proteção ao consumidor e de solvência do mercado que devem ser respeitadas. as startups que querem comercializar seguros são bem-vindas, desde que o façam de forma legal", pontuou o superintendente. sobre os seguros de pessoas, entre as principais ações desenvolvidas pela susep, joaquim mendanha fez questão de destacar as novas regras dos planos pgbl e vgbl, sugeridas pelo órgão regulador e aprovadas pelo conselho nacional de seguros privados (cnsp). em meio ao debate em torno da reforma da previdência social, a susep apontou a necessidade de aperfeiçoamento dos produtos de acumulação, propondo a revisão das normativas do segmento, de forma que a iniciativa privada atenda à demanda dos novos consumidores pela previdência complementar.  com relação ao seguro vida universal, já aprovado pela resolução cnsp nº 344, o dirigente disse que a regulamentação do produto depende de ajustes tributários e que espera para breve instrução normativa da receita federal sobre o assunto. mendanha também adiantou que será divulgada nos próximos dias a normativa sobre as novas regras para o setor de capitalização. após a palestra, o titular da susep participou de debate com os dirigentes das entidades promotoras do evento e respondeu perguntas da plateia. além do presidente do csp-mg, joão paulo moreira de mello, compuseram a mesa os presidentes do sindseg, augusto matos, do sincor-mg, maria filomena branquinho e do clubcor-mg, jefferson chaddid. a mediação ficou a cargo do diretor de seguros do csp-mg, mauricio tadeu barros morais. no encerramento do evento, joaquim mendanha de ataídes foi agraciado com a medalha do mérito segurador, comenda concedida pelo sindseg mg/go/mt/df às personalidades que contribuem para o desenvolvimento e fortalecimento do mercado de seguros. fonte: portal nacional de seguros por déborah gurgel
16/04/2018

Risco empresarial será destaque no mercado

 com o maior consumo, seguradoras investem em ferramentas digitais para melhorar a oferta de apólices de d&o e cyber risks. incertezas políticas, porém, ainda atrasam a demanda no setor fonte: dci por isabela bolzani • são paulo com melhora do consumo e da economia, seguros voltados para riscos empresariais são apostas nas seguradoras, com produtos de responsabilidade civil e cyber risk, além de apólices customizáveis. porém, a incerteza política atrasa a recuperação do setor. acompanhando o desempenho econômico do país e a recuperação gradativa da demanda de pessoas jurídicas, seguradoras focam em produtos específicos para elevar sua receita ao longo de 2018. “a procura pelos produtos de seguros melhora em todos os segmentos e nas mais varias regiões e portes das companhias”, comenta o presidente da chubb brasil, antonio trindade. para ele, as coberturas de cyber risks, de responsabilidade civil e as apólices voltadas para pequenas e médias empresas começam a ter força entre seguradoras. “companhias de todos os tamanhos têm procurado o seguro de riscos cibernéticos, incluindo as de menor porte que começam a adotar medidas para se defender dos criminosos que não conseguem mais enfrentar as grandes organizações”, explica. o mesmo se aplica às coberturas de responsabilidade civil. para o diretor executivo da tailor insurance, antoine maleh, a recessão trouxe maior consciência entre as empresas para a “necessidade de se precaverem e de se protegerem”. “como esse produto vem contra danos involuntários causados pelo próprio executivo ou por terceiros aos produtos ou à empresa, vemos um forte movimento para essa apólice”, comenta o executivo. “além disso, as últimas mudanças da susep também contribuíram especificamente com o d&o”, afirma trindade. os executivos acrescentam que os produtos customizáveis para as pequenas e médias empresas também devem experimentador uma “expressiva expansão” ao longo deste ano. ambiente incerto as incertezas políticas e macroeconômicas que ainda existem no país, porém, ainda atrasam a retomada mais forte projetada pelo mercado. segundo os últimos dados da superintendência de seguros privados (susep), por exemplo, em fevereiro os prêmios de seguros do d&o caíram 8,7% em relação ao mesmo mês de 2017, de r$ 26,15 milhões para r$ 23,86 milhões. “infelizmente, o cenário está diretamente ligado à contratação de seguro empresarial onde as companhias, com pouca melhoria efetiva, deixam de contratar coberturas específicas. mas a expectativa é positiva, já que apenas uma minoria opta por não contratar o seguro”, conclui antonie maleh.
16/04/2018

Mercado baixa expectativa de inflação e de alta do PIB em 2018

  previsão dos analistas dos bancos para inflação deste ano caiu de 3,53% para 3,48%. para o pib, estimativa de alta passou de 2,80% para 2,76%. fonte: alexandro martello, g1, brasília os economistas do mercado financeiro reduziram sua estimativa para a inflação e para o crescimento do produto interno bruto (pib) em 2018. as previsões do mercado estão no relatório de mercado, também conhecido como "focus", feito com base em pesquisa realizada na semana passada pelo banco central com mais de 100 instituições financeiras. os números foram divulgados nesta segunda-feira (16). a previsão do mercado para a inflação em 2018 passou de 3,53% para 3,48% na semana passada. foi a décima primeira queda seguida no indicador. o percentual esperado pelos analistas continua abaixo da meta central que o banco central precisa perseguir para a inflação neste ano, que é de 4,5%. entretanto, está dentro do intervalo de tolerância previsto pelo sistema, que considera que a meta terá sido cumprida pelo bc se o índice de preços ao consumidor amplo (ipca) ficar entre 3% e 6%. a meta de inflação é fixada pelo conselho monetário nacional (cmn). para alcançá-la, o banco central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (selic). para 2019, o mercado financeiro baixou sua expectativa de inflação de 4,09% para 4,07%. a estimativa do mercado está em linha com a meta central do próximo ano, de 4,25%, e também dentro da banda do sistema de metas (entre 2,75% e 5,75%). pib e juros para o resultado do pib em 2018, os economistas dos bancos baixaram a previsão de crescimento de 2,80% para 2,76%. foi a terceira queda seguida do indicador. para o ano que vem, a expectativa do mercado para expansão da economia continua em 3%. o produto interno bruto é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. em 2016, o pib teve uma retração de 3,5%. em 2017, cresceu 1% e encerrou a recessão no país. os analistas do mercado mantiveram em 6,25% ao ano sua previsão para a taxa básica de juros da economia, a selic, ao final de 2018. atualmente, a taxa está em 6,5% ao ano. a redução na expectativa do mercado veio após o próprio banco central ter indicado que pode continuar reduzindo a taxa básica de juros nos próximos meses. para o fim de 2019, a estimativa do mercado financeiro para a selic continuou em 8% ao ano. deste modo, os analistas seguem prevendo alta dos juros no ano que vem. câmbio, balança e investimentos na edição desta semana do relatório focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2018 ficou estável em r$ 3,30 por dólar. para o fechamento de 2019, permaneceu inalterada em 3,39 por dólar. a projeção do boletim focus para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), em 2018, subiu de us$ 55 bilhões para us$ 55,8 bilhões de resultado positivo. para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado para o superávit avançou de us$ 45,8 bilhões para us$ 48 bilhões. a previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no brasil, em 2018, permaneceu em us$ 80 bilhões. para 2019, a estimativa dos analistas ficou estável em us$ 80 bilhões.
16/04/2018

Bovespa ronda a estabilidade em manhã de vencimento de opções

 a bovespa oscila entre leves altas e baixas desde a abertura, limitada pelo vencimento de opções sobre ações na manhã desta segunda-feira (16) na b3. às 10h35min, o principal índice da bolsa recuava 0,26%, aos 84.115,51 pontos, pouco depois do início dos negócios em wall street. por lá, os índices das bolsas de nova iorque se recuperam diante da avaliação de que o ataque com mísseis dos estados unidos à síria na noite de sexta-feira passada foi apenas um fato pontual, e não parte de um conflito mais amplo. fonte: estadão
16/04/2018

Balança comercial teve superávit de US$ 13,9 bilhões no 1º trimestre, mostra FGV

 o saldo da balança comercial ficou em us$ 13,9 bilhões no primeiro trimestre de 2018, resultado inferior ao superávit de us$ 14,4 bilhões registrado no mesmo período de 2017. os dados são do indicador do comércio exterior (icomex), divulgado nesta segunda-feira (16) pela fundação getulio vargas (fgv). em termos de valor, as exportações diminuíram o ritmo de crescimento passando de um avanço de 24,3% no primeiro trimestre de 2017 para alta de 7,8% no primeiro trimestre de 2018. já as importações mantiveram a taxa de crescimento de aproximadamente 12%. no primeiro trimestre deste ano, a china foi o principal destino das exportações brasileiras, recebendo 23,2% do total exportado. o país respondeu ainda por 19,8% das importações brasileira, atrás da união europeia, com uma fatia de 20,7%. o icomex tem como objetivo contribuir para a avaliação do nível de atividade econômica do país, por meio da análise mais aprofundada dos resultados das importações e exportações. "a análise dos indicadores de comércio no primeiro trimestre mostra que o ritmo de crescimento das exportações em termos de volume é menor do que em 2017 com melhor desempenho para o grupo de não commodities. nas importações há sinais de que a desvalorização da taxa de câmbio efetiva real está atenuando o crescimento das importações em uma fase de lenta recuperação do nível de atividade", avaliou lia valls, pesquisadora do instituto brasileiro de economia da fgv (ibre/fgv), em nota oficial. os preços de exportações passaram de um crescimento de 18,6% no primeiro trimestre do ano passado para alta de 12,3% no primeiro trimestre deste ano. o volume exportado saiu de um avanço de 7,4% para uma queda de 4,2% no mesmo período. nas importações, os preços saíram de aumento de 2,9% no primeiro trimestre de 2017 para crescimento de 14,3% no mesmo trimestre de 2018. o volume importado, porém, passou de uma elevação de 9,8% para uma queda de 1,0% no período. segundo a fgv, os dados mostram um comércio menos dinâmico no primeiro trimestre de 2018 em comparação com 2017. fonte: estadão
16/04/2018

Caixa reduz para 9% ao ano taxa de juros do crédito imobiliário

 a caixa econômica federal anunciou nesta segunda-feira (16) redução das taxas de juros do crédito imobiliário e aumento do percentual do valor do imóvel financiado. as taxas mínimas passaram de 10,25% ao ano para 9% ao ano, no caso de imóveis do sistema financeiro de habitação (sfh), e de 11,25% ao ano para 10% ao ano para imóveis enquadrados no sistema de financiamento imobiliário (sfi). as taxas máximas caíram de 11% para 10,25%, no caso do sfh, e de 12,25% 11,25%, no sfi. segundo o presidente da caixa, nelson antônio de souza, a redução das taxas de juros facilita o acesso à casa própria e estimula o mercado imobiliário. "o objetivo da redução é oferecer melhores condições para os nossos clientes, além de contribuir para o aquecimento do mercado imobiliário e suas cadeias produtivas", destacou, em nota. a última redução de juros feita pela caixa ocorreu em novembro de 2016, quando as taxas mínimas passaram de 11,22% para 9,75% ao ano para imóveis financiados pelo sfh, e de 12,5% para 10,75% ao ano para imóveis do sfi. o banco aumentou novamente o limite de cota de financiamento do imóvel usado, de 50% para 70%. em setembro do ano passado, a caixa tinha reduzido para 50% do valor do imóvel o limite máximo de financiamento. a caixa também retomou o financiamento de operações de interveniente quitante (imóveis com produção financiada por outros bancos) com cota de até 70%. os prazos para permanecem entre 156 para 420 meses no caso do sfh e 120 a 420 meses, no sfi. a caixa, que lidera o mercado com cerca de 70% das operações, possui r$ 82,1 bilhões para o crédito habitacional em 2018. estão enquadrados no sfh imóveis residenciais de até r$ 800 mil para todo país, exceto para rio de janeiro, são paulo, minas gerais e distrito federal, onde o limite é de r$ 950 mil. os imóveis residenciais acima dos limites do sfh são enquadrados no sfi. essas alterações passam a valer a partir de hoje.   jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/04/economia/622246-caixa-reduz-para-9-ao-ano-taxa-de-juros-do-credito-imobiliario.html)  
16/04/2018

Taxas futuras de juros recuam com dólar após IBC-Br

 os juros futuros operam em baixa, sintonizados ao desempenho do dólar ante o real. o avanço do índice de atividade do banco central (ibc-br) abaixo da mediana das projeções contribui para o ajuste. o ibc-br - prévia informal do pib - subiu 0,09% em fevereiro ante janeiro, com ajuste, ficando levemente abaixo da mediana das estimativas colhidas pelo projeções broadcast (0,10%), mas dentro do intervalo previsto (-0,40% a 0,50%). o exterior mais tranquilo também decorre da percepção de que pode não ocorrer uma escalada nas tensões entre estados unidos e rússia, após eua, frança e reino unido terem atacado a síria na sexta-feira (13) à noite. segundo um profissional de renda fixa, o mercado não gostou da pesquisa datafolha, mas minimiza o resultado, até porque na sexta-feira já embutia cautela nas taxas antes da pesquisa. a sondagem datafolha traçou nove cenários na corrida presidencial. lula aparece em três deles e oscila entre 30% e 31%, na liderança, à frente do deputado jair bolsonaro (psl), que varia entre 15% e 16%, e marina silva (rede), com 10%. houve, no entanto, uma enfraquecida no resultado. em janeiro, a mostra indicava que lula tinha 37% da preferência dos pesquisados, e agora está em 31% no cenário mais favorável entre nove pesquisados. a maior transferência de votos de lula é para votos brancos e nulos, mostra o datafolha. o ganho de outros candidatos existe, mas é residual. às 9h46min, o di para janeiro de 2019 caía para 6,210%, na mínima, de 6,224% no ajuste de sexta-feira. o di para janeiro de 2020 estava em 6,910%, de 6,93% no ajuste anterior. o vencimento para janeiro de 2021 caía a 7,98%, na mínima, de 8,01%, enquanto o di para janeiro de 2023 exibia 9,15%, na mínima, de 9,19%. no câmbio, o dólar à vista recuava 0,47%, aos r$ 3,4103. o dólar futuro para maio caía 0,39%, aos r$ 3,4140. o ministro da fazenda, eduardo guardia, confirmou no período da manhã desta segunda-feira a indicação de mansueto almeida para o cargo de secretário do tesouro nacional. no relatório de mercado focus, a mediana para o índice nacional de preços ao consumidor amplo (ipca) este ano caiu de 3,53% para 3,48%. já a projeção para o índice em 2019 caiu de 4,09% para 4,07%. quatro semanas atrás, estava em 4,20%. nesta segunda-feira, também foi divulgado que índice geral de preços - 10 (igp-10) avançou 0,56% em abril, após o aumento de 0,45% registrado em março. na seara política, manifestantes da frente povo sem medo, da qual faz parte o movimento dos trabalhadores sem teto (mtst), ocuparam na manhã desta segunda-feira o tríplex do guarujá, que motivou a prisão do ex-presidente luiz inácio lula da silva. o grupo estendeu faixas dizendo "se é do lula, é nosso", "se não é, por que prendeu" e "povo sem medo". a ocupação do tríplex pelos manifestantes foi anunciada nas redes sociais do líder do mtst e pré-candidato do psol à presidência da república, guilherme boulos. "mtst e a povo sem medo acabam de ocupar o tríplex do guarujá, atribuído a lula por moro. se é do lula, o povo poderá ficar. se não é, por que então ele está preso", disse boulos.   jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/04/economia/622241-taxas-futuras-de-juros-recuam-com-dolar-apos-ibc-br.html)
16/04/2018

Mercado reduz projeção do crescimento da economia para 2,76%

 o mercado financeiro reduziu a projeção para o crescimento da economia este ano. de acordo com a pesquisa do banco central (bc) junto a instituições financeiras, a estimativa para a expansão do produto interno bruto (pib) - a soma de todos os bens e serviços produzidos no país - caiu pela terceira semana consecutiva. desta vez, a projeção passou de 2,80% para 2,76%. há quatro semanas, a estimativa estava em 2,83%. para 2019, a expectativa permanece em 3% há 11 semanas seguidas. os dados constam do boletim focus, divulgado semanalmente pelo banco central às segundas-feiras. o mercado financeiro também tem alterado a projeção para a inflação este ano. a estimativa para o índice nacional de preços ao consumidor amplo (ipca - a inflação oficial do país) passou de 3,53% para 3,48% na décima primeira redução consecutiva. estimativa da inflação é ajustada para 4,07% a projeção segue abaixo do centro da meta de 4,5%, mas acima do limite inferior de 3%. para 2019, a estimativa para a inflação foi ajustada de 4,09% para 4,07%, abaixo do centro da meta (4,25%). para alcançar a meta, o bc usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a selic, atualmente em 6,5% ao ano. quando o copom aumenta a selic, a meta é conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. quando o copom diminui os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação. de acordo com a previsão do mercado financeiro, a selic encerrará 2018 em 6,25% ao ano e subirá ao longo de 2019, encerrando o período em 8% ao ano.   jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/04/economia/622240-mercado-reduz-projecao-do-crescimento-da-economia-para-2-76.html)
10/04/2018

CVM assina acordo para troca de informações em fiscalização de previdência privada

 a governança do acordo será exercida por comissão integrada por até cinco representantes de cada instituição fonte: infomoney cvm assina acordo para troca de informações em fiscalização de previdência privada - infomoney veja mais em: http://www.infomoney.com.br/onde-investir/previdencia/noticia/7329944/cvm-assina-acordo-para-troca-informacoes-fiscalizacao-previdencia-privada

União Seguradora fecha o ano com novos negócios


14/12/2018
A União Seguradora recebeu a Uperformance Assessoria & Consultoria em Seguros em sua sede em Porto Alegre. O diretor comercial João Lock, Antônio Coutinho, técnica, e Marco Rocha, comercial, receberam Domingos Costa, Ailton Lopes e Estela De Moura Rey para iniciar uma parceria com prospecção de novos negócios. Segundo os participantes, a reunião foi produtiva em ideias que, com certeza, confirmam o sucesso dessa parceria para 2019. O diretor João Lock e sua equipe agradecem a visita da Uperformance e encerram o ano com excelentes perspectivas.

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