02/04/2018

Ações de empresas menores voltam ao radar de investidores da Bolsa

 fonte: jornal do comércio   se fossem vendidas em um supermercado, elas ficariam no pé da prateleira, lá onde o cliente precisa se esforçar para ver o preço e conseguir ler o rótulo do produto. as chamadas small caps são ações de empresas com menor valor de mercado quando comparadas às de grande porte. e apesar de pouco famosas, menos negociadas e mais baratas, hoje elas estão nas recomendações de especialistas para quem topa assumir uma dose extra de risco em troca de uma chance de retorno ampliado daqui a três ou a quatro anos. para as corretoras e os analistas de investimento, esses ativos, que se habituaram a viver na sombra do mercado financeiro, devem ganhar espaço daqui para a frente - isso considerando que o ciclo de taxa básica de juros da economia se sustente nos patamares atuais (hoje, a selic está em 6,5% ao ano) e o bom momento da bolsa supere as incertezas do cenário político, permanecendo mais algum tempo no azul. "com o retorno da renda fixa em queda e a demanda crescente por renda variável, que encarece as ações mais líquidas, o aplicador começa a procurar papéis mais baratos e com bom potencial de retorno", explica o professor de pós-graduação da fipecafi nilton belz. o termo small caps é empregado pela b3, a bolsa de valores de são paulo, para designar as empresas com até r$ 10 bilhões em valor de mercado (o número de ações negociadas multiplicado pelo valor de cada uma delas). são papéis de baixa liquidez, justamente por não estarem nas mãos de muita gente. e, apesar do adjetivo small (pequena, em português), a categoria reúne nomes como a incorporadora cyrela, as companhias aéreas gol e azul e a fabricante de carrocerias marcopolo - empresas que, pela lógica, não podem ser qualificadas como de pequeno ou médio porte. "muitas empresas são grandes, de fato, mas têm poucas ações negociadas em bolsa e, por isso, estão classificadas como small caps", explica o gestor de carteiras luiz pardal. o analista afirma que o momento é favorável para esse tipo de ativo. segundo ele, todas as vezes em que o ibovespa, o índice com as ações mais relevantes da b3, vive um bom momento, o small, que é por sua vez o índice das ações de baixa liquidez, vem a reboque, com algum atraso no tempo. neste ano, o ibovespa acumula alta de 11,47%. já o small subiu 4,03% no período. "estou há 40 anos nesse mercado e há 40 anos é assim. em algum momento o ibovespa vai parar de crescer tanto e o small vai disparar e se aproximar", afirma. existem algumas explicações para que os dois índices andem lado a lado, mas em tempos distintos. a mais simples é que os investidores tendem primeiro a aportar recursos nas ações mais famosas para, depois, seguir em busca das menos conhecidas, ou seja, à procura de pechinchas. outra razão, mais sofisticada, envolve o porte das empresas e a capacidade de caixa de cada uma delas. uma companhia de r$ 100 bilhões tem mais facilidade para se adaptar a um revés, como a crise econômica que o país enfrentou nos últimos anos. já uma de empresa de r$ 100 milhões tem orçamento mais apertado e, geralmente, opera "no limite" de sua capacidade física. "simplificando, uma empresa com 1 mil funcionários e quatro fábricas pode dispensar 100 trabalhadores em uma crise e desativar uma das unidades. já uma empresa com três empregados não consegue reduzir despesas da mesma forma quando precisa", explica michael viriato, coordenador do laboratório de finanças do insper e também planejador financeiro pela planejar. justamente por isso, as small caps são consideradas um nível acima na esfera de risco do mercado de renda variável, que já é considerada arriscada por si só. "apesar de ser mais fácil uma empresa de r$ 50 milhões dobrar de tamanho do que uma de r$ 100 bilhões, a companhia de r$ 50 milhões pode se transformar em quase nada muito mais rapidamente do que a concorrente bilionária. essa lógica faz com que o mercado de small caps não seja para qualquer um", define o analista da xp investimentos marcos saravalle. "e mesmo a quem gosta de risco, eu recomendo alocar no máximo 10% do portfólio de investimentos nesse setor." apesar de, neste ano, ainda correr atrás da rentabilidade do ibovespa, o índice de small caps entrou no radar dos investidores em 2017, após uma rápida recuperação que acompanhou o bom humor do mercado nos meses anteriores à delação dos donos da jbs em maio. as ações de small caps resistiram na dianteira das aplicações ao longo de todo o ano e, hoje, considerando os últimos 12 meses, acumulam alta de 33,83%, frente os 31,06% do ibovespa. em uma simulação realizada por michael viriato, planejador financeiro pela instituição planejar, o aplicador que aportou r$ 100 em uma carteira de ações que replique o índice de small caps da b3 e outros r$ 100 em uma carteira de ibovespa no dia 30 de dezembro de 2015, chegou ao final do ano seguinte com r$ 138,94 no último indicador, contra r$ 130,27 nas ações de baixa liquidez do mercado. no último dia útil do próximo ano, 29 de dezembro de 2017, a situação já era distinta. o índice de small caps pagava ao aplicador r$ 194,92, contra r$ 176,25 do ibovespa, r$ 10,6% de diferença. "o crescimento das empresas pequenas é mais rápido no caso das grandes", diz o especialista.
02/04/2018

Faturamento da indústria aumentou 0,5% em fevereiro, mostra CNI

 fonte: jornal do comércio depois de dois meses consecutivos de queda, o faturamento da indústria aumentou 0,5% em fevereiro na comparação com janeiro, na série livre de influências sazonais, informou hoje (2) a confederação nacional da indústria (cni). na comparação com fevereiro de 2017, o faturamento real subiu 6,5% de acordo com os indicadores industriais. conforme a pesquisa, as horas trabalhadas na produção caíram 0,5% em fevereiro frente a janeiro, na série de dados dessazonalizados, interrompendo uma sequência de três resultados positivos. na comparação com fevereiro do ano passado, as horas trabalhadas na produção cresceram 1%. o nível de utilização da capacidade instalada ficou em 78%, praticamente o mesmo de janeiro (78,1%), e está 1,4 ponto percentual acima do registrado em fevereiro de 2017. segundo a cni, o levantamento mostra ainda que o emprego continua se recuperando. o indicador de emprego subiu 0,1% em fevereiro frente a janeiro na série livre de influências sazonais. em relação a fevereiro do ano passado, o emprego aumentou 0,5%. " a massa real de salários aumentou 1,2% e o rendimento médio real do trabalhador cresceu 1,8% em fevereiro frente a janeiro na série dessazonalizada. na comparação com fevereiro de 2017, a massa real de salários subiu 3,4% e o rendimento médio real, 2,9% . depois de dois meses consecutivos de queda, o faturamento da indústria aumentou 0,5% em fevereiro na comparação com janeiro, na série livre de influências sazonais, informou hoje (2) a confederação nacional da indústria (cni). na comparação com fevereiro de 2017, o faturamento real subiu 6,5% de acordo com os indicadores industriais. conforme a pesquisa, as horas trabalhadas na produção caíram 0,5% em fevereiro frente a janeiro, na série de dados dessazonalizados, interrompendo uma sequência de três resultados positivos. na comparação com fevereiro do ano passado, as horas trabalhadas na produção cresceram 1%. o nível de utilização da capacidade instalada ficou em 78%, praticamente o mesmo de janeiro (78,1%), e está 1,4 ponto percentual acima do registrado em fevereiro de 2017. segundo a cni, o levantamento mostra ainda que o emprego continua se recuperando. o indicador de emprego subiu 0,1% em fevereiro frente a janeiro na série livre de influências sazonais. em relação a fevereiro do ano passado, o emprego aumentou 0,5%. " a massa real de salários aumentou 1,2% e o rendimento médio real do trabalhador cresceu 1,8% em fevereiro frente a janeiro na série dessazonalizada. na comparação com fevereiro de 2017, a massa real de salários subiu 3,4% e o rendimento médio real, 2,9% .  
29/03/2018

Mulheres crescem em mercados majoritariamente masculinos

 fonte: isto é tenho dito aqui em textos anteriores que a empresa que não estiver atenta aos consumidores (as) antes excluídos do mercado ficará para trás, seja lá qual for sua atividade. recentemente tive contato com um mercado tradicionalmente dirigido, operado e direcionado para homens, mas a independência financeira feminina e a crescente presença das mulheres em cargos estratégicos tem mudado a face também do setor da previdência privada. ao entrevistar martin iglesias, especialista em investimentos do itaú unibanco, foi possível perceber o crescimento surpreendente de mulheres que contrataram planos de previdência privada em 2017, um aumento de 19,5% na comparação com o ano anterior. já em relação a 2015 o crescimento foi de 46%. destaque para a evolução do número entre as mulheres solteiras, que dobraram a sua participação no segmento em um período de apenas dois anos. mas vamos à entrevista, pois os números são surpreendentes até mesmo para um país como o brasil, onde as diferenças salariais entre homens e mulheres e entre brancos e negros ainda são gritantes. como o senhor vê a participação das mulheres no mercado de previdência? quando falamos em previdência privada observamos que a representatividade feminina vem crescendo nos últimos anos. por exemplo, no itaú unibanco, as mulheres já representam 41% dos planos contratados. o número de mulheres que aderiu aos planos de previdência em 2017 cresceu 19,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. considerando o período desde 2015, esse crescimento foi de 46%. uma das razões para esta boa notícia foi a evolução do número entre as mulheres solteiras, que dobraram a sua participação no segmento em um espaço de apenas dois anos. falando de forma geral, é possível observar diferenças no perfil de risco entre homens e mulheres? cada investidor tem o seu próprio perfil, independentemente de suas características físicas e sociais. conheço mulheres que são extremamente arrojadas na hora de investir e homens que não suportam nada além da renda fixa. no entanto, é possível observar algumas diferenças no âmbito geral. e quais são essas diferenças? os estudos que abordam a definição dos perfis de risco por gênero mostram que as mulheres tendem a ser mais conservadoras em relação a seus investimentos. de fato, as nossas clientes confirmam essa conclusão. até 2017, 94% delas eram identificadas como conservadoras ou moderadas, proporção que diminui para 87% quando se olha a carteira de preferência dos homens. as mulheres também estão mais atentas à administração do orçamento da casa e da poupança por serem as principais influenciadoras das decisões de consumo das famílias. mesmo sendo mais conservadoras, as mulheres estão dispostas a aceitar riscos? sim, as mulheres dão prioridade para decisões mais seguras a partir de escolhas calculadas que levam a um equilíbrio entre risco e retorno. durante os períodos de volatilidade, elas demonstram estar mais preparadas. apesar de mais propensas a lidar com o mercado financeiro, a participação das mulheres no mercado financeiro ainda é inferior a dos homens? na carteira dos segmentos itaú uniclass e itaú personnalité, por exemplo, 38% dos investimentos são feitos por mulheres. isso deve mudar nos próximos anos? nos últimos dois anos houve crescimento da participação de mulheres na corretora em investimentos de tesouraria, previdência, fundos e poupança. tudo isso é fruto das transformações sociais e econômicas e também do empoderamento feminino no mercado financeiro.
29/03/2018

Índice de Intenção de Financiamento cresceu no trimestre

 fonte: investimento e notícias em março, 21,5% dos consumidores paulistanos declararam que desejam adquirir algum produto com pagamento financiado ou parcelado nos próximos três meses, praticamente estável em relação a fevereiro – quando essa parcela era de 21,1%. é o que aponta a pesquisa de risco e intenção e endividamento (prie), elaborada mensalmente pela federação do comércio de bens, serviços e turismo do estado de são paulo (fecomerciosp). o índice de intenção de financiamento cresceu pouco mais de 10% no primeiro trimestre, ao passar de 39,8 pontos em janeiro, 43,8 em fevereiro e, agora, atinge 44 pontos em março. vale ressaltar que o resultado segue impactado pela alteração de uma das perguntas da pesquisa, ocorrida no mês de janeiro, com o objetivo de torná-la mais simples e objetiva, facilitando o entendimento do entrevistado. nesse sentido, a questão “nos próximos três meses você planeja pegar algum financiamento ou empréstimo para adquirir algum bem?” foi alterada para “nos próximos três meses você está pensando em comprar algum produto com pagamento parcelado ou financiamento?”. o índice de segurança de crédito, que mede a capacidade de pagamento de dívidas com base na posse de reservas financeiras, também ficou praticamente estável (-0,3%), ao passar de 80,6 pontos em fevereiro para 80,4 pontos em março. em relação ao mesmo mês de 2017, quando o indicador marcava 79 pontos, houve alta de 1,8%. entre os endividados, o índice saltou de 60,7 pontos em fevereiro para 62,6 pontos no mês atual, alta de 3,2%, e, em relação a março de 2017, houve crescimento de 1,4%. em relação aos não endividados, o índice apresentou queda mensal de 2,7%, passando de 104,4 para 101,6 pontos em março. em relação ao mesmo período do ano passado, porém, houve alta de 6,4% – quando o indicador marcava 95,5 pontos no mesmo mês de 2017. segundo a fecomerciosp, a segurança de crédito dos consumidores vem crescendo lentamente e, ainda que não tenha atingido o patamar ideal, há uma recuperação econômica em curso com a geração de novos empregos e renda. dessa forma, os bancos e instituições financeiras não devem avaliar a situação do endividado com base em um único fator – o de não haver reservas financeiras –, mas devem levar em consideração todas essas variáveis de retomada econômica para voltar a conceder o crédito. aplicações em março, 58,9% dos entrevistados declararam ter a poupança como principal modalidade de investimento, queda de 3,4 pontos porcentuais (p.p.) em relação a fevereiro e 0,7 p.p. inferior ao apurado em março do ano passado. apesar de ainda ser a aplicação preferida dos paulistanos, a poupança segue distante dos 80% já registrados.  para a entidade, a queda da popularidade da poupança só não foi maior porque, no momento, as aplicações vinculadas ao cdi estão tendo um desempenho esperado líquido próximo ao da poupança tradicional. ainda assim, as regras do governo para a poupança tendem a baixar o rendimento dessa aplicação para cerca de 5% ao ano. por outro lado, a parcela de entrevistados que declararam investir em ações foi de 4,7% em março, atingindo, assim, a maior proporção da série histórica, iniciada em junho de 2012. as aplicações em renda fixa e em previdência privada seguem em segundo e terceiro lugares, respectivamente, com 21,4% e 6,8% em março, contra 21,2% e 10,7% no mesmo mês de 2017. para a fecomerciosp, outras aplicações tendem a ser boas opções para os brasileiros. além das ações que estão em alta, modalidades como a previdência privada – que segue na esteira do tema reforma da previdência – e os fundos imobiliários também podem cair no gosto do investidor. essa é uma boa notícia, pois durante muitos anos o brasileiro basicamente só via a poupança como alternativa, principalmente para as classes de renda baixa e média. o horizonte de possibilidades está crescendo, o que é positivo, e se consolidará se houver manutenção das políticas econômicas tradicionais, estima a entidade.
29/03/2018

Conheça mais sobre o novo conceito de aposentado do INSS em 2018

 fonte: mix vale os ajustes e a reforma na previdência social fizeram nascer um novo conceito de aposentado: mais jovem, que quer receber logo o que tem de direito, continuar trabalhando, investir o que vai ganhar e, claro, curtir a vida. o que mudou? aquela história de parar de trabalhar, descansar, ir para os aposentos, daí a palavra aposentadoria, é coisa do passado. os ajustes e a reforma na previdência social fizeram nascer um novo conceito de aposentado: mais jovem, que quer receber logo o que tem de direito, continuar trabalhando, investir o que vai ganhar e, claro, curtir a vida. no passado, as pessoas se aposentavam com valores altos. por isso tinham que pensar em apenas uma coisa: quando iriam se aposentar. o tempo passou e a preocupação aumentou por que os benefícios perderam o poder de compra e, além de quando iriam se aposentar, as pessoas tinham que pensar também em quanto iriam receber. agora piorou, além de quando e com quanto vão se aposentar, é preciso planejar como irão se aposentar. tem muita gente preferindo aposentar mais cedo, mesmo ganhando menos? tem muita gente preferindo aposentar mais cedo porque não quer correr o risco da mudança das regras da reforma da previdência. quem opta por isso pode até receber menos, porém por mais tempo. tem casos em que a pessoa empata e até pode ganhar. quais são as vantagens de ter esta aposentadoria precoce? isso tem que ser muito bem planejado. não é bom para todo mundo. para quem sabe o que está fazendo as vantagens são muitas. o aposentado pode sacar o saldo do fgts, bem como todos os depósitos mensais depois da aposentadoria, desde que continue trabalhando na mesma empresa. pedir empréstimos (consignado) com taxas menores é outro atrativo. o aposentado pode continuar trabalhando e ainda utilizar o dinheiro do benefício e investir na previdência privada. como alguém que está planejando a aposentadoria pode entrar neste grupo de pessoas com novo conceito de aposentadoria? a transição para a aposentadoria tem que ser muito bem planejada. o maior cuidado é saber a hora certa de pedir o benefício para aproveitar todas vantagens que a lei assegura. tem muita gente que já passou da hora de pedir o benefício e está perdendo dinheiro. como assim: ‘perdendo dinheiro’? aposentar antes ou depois do momento certo pode trazer prejuízo para o trabalhador. quem já pode se aposentar e não vai ter mais vantagens daqui para frente, está perdendo mês a mês a possibilidade de ganhar um dinheirinho que jamais será recuperado. e o pior é que além de não ganhar, pode estar pagando contribuições que não servirão para mais nada. mas todo cuidado é pouco, porque aposentar antes pode significar a possibilidade de ter um benefício maior. diagnóstico previdenciário é preciso ter em mente que para pensar no futuro o contribuinte tem que acertar tudo o que já aconteceu no passado. cada dia trabalhado, cada mês contribuído, cada ano incorporado tem que estar tudo documentado para não perder nenhum centavo. o que fazer no momento que antecede a aposentadoria? antes de fazer cálculo de quando vai se aposentar e planejar as contribuições futuras até chegar o dia da aposentadoria, o trabalhador tem que saber quanto tempo de serviço possui. dica: comece agora fazendo seu cálculo em um dos aplicativos gratuitos da internet. clique aqui e confira um dos serviços disponíveis. no passado, as pessoas se aposentavam com valores altos. por isso tinham que pensar em apenas uma coisa: quando iriam se aposentar. o tempo passou e a preocupação aumentou por que os benefícios perderam o poder de compra e, além de quando iriam se aposentar, as pessoas tinham que pensar também em quanto iriam receber. agora piorou, além de quando e com quanto vão se aposentar, é preciso planejar como irão se aposentar. tem muita gente preferindo aposentar mais cedo, mesmo ganhando menos? tem muita gente preferindo aposentar mais cedo porque não quer correr o risco da mudança das regras da reforma da previdência. quem opta por isso pode até receber menos, porém por mais tempo. tem casos em que a pessoa empata e até pode ganhar. quais são as vantagens de ter esta aposentadoria precoce? isso tem que ser muito bem planejado. não é bom para todo mundo. para quem sabe o que está fazendo as vantagens são muitas. o aposentado pode sacar o saldo do fgts, bem como todos os depósitos mensais depois da aposentadoria, desde que continue trabalhando na mesma empresa. pedir empréstimos (consignado) com taxas menores é outro atrativo. o aposentado pode continuar trabalhando e ainda utilizar o dinheiro do benefício e investir na previdência privada. como alguém que está planejando a aposentadoria pode entrar neste grupo de pessoas com novo conceito de aposentadoria? a transição para a aposentadoria tem que ser muito bem planejada. o maior cuidado é saber a hora certa de pedir o benefício para aproveitar todas vantagens que a lei assegura. tem muita gente que já passou da hora de pedir o benefício e está perdendo dinheiro. como assim: ‘perdendo dinheiro’? aposentar antes ou depois do momento certo pode trazer prejuízo para o trabalhador. quem já pode se aposentar e não vai ter mais vantagens daqui para frente, está perdendo mês a mês a possibilidade de ganhar um dinheirinho que jamais será recuperado. e o pior é que além de não ganhar, pode estar pagando contribuições que não servirão para mais nada. mas todo cuidado é pouco, porque aposentar antes pode significar a possibilidade de ter um benefício maior. diagnóstico previdenciário é preciso ter em mente que para pensar no futuro o contribuinte tem que acertar tudo o que já aconteceu no passado. cada dia trabalhado, cada mês contribuído, cada ano incorporado tem que estar tudo documentado para não perder nenhum centavo. o que fazer no momento que antecede a aposentadoria? antes de fazer cálculo de quando vai se aposentar e planejar as contribuições futuras até chegar o dia da aposentadoria, o trabalhador tem que saber quanto tempo de serviço possui. dica: comece agora fazendo seu cálculo em um dos aplicativos gratuitos da internet. clique aqui e confira um dos serviços disponíveis.
29/03/2018

Proporção de aplicadores que declararam investir em ações atingiu o maior valor desde junho de 2012

 fonte: portal nacional de seguros por  clarisse ferreira pesquisa da fecomerciosp aponta ainda que, em março, o índice de intenção de financiamento do consumidor paulistano registrou estabilidade em março, 21,5% dos consumidores paulistanos declararam que desejam adquirir algum produto com pagamento financiado ou parcelado nos próximos três meses, praticamente estável em relação a fevereiro – quando essa parcela era de 21,1%. é o que aponta a pesquisa de risco e intenção e endividamento (prie), elaborada mensalmente pela federação do comércio de bens, serviços e turismo do estado de são paulo (fecomerciosp). o índice de intenção de financiamento cresceu pouco mais de 10% no primeiro trimestre, ao passar de 39,8 pontos em janeiro, 43,8 em fevereiro e, agora, atinge 44 pontos em março. vale ressaltar que o resultado segue impactado pela alteração de uma das perguntas da pesquisa, ocorrida no mês de janeiro, com o objetivo de torná-la mais simples e objetiva, facilitando o entendimento do entrevistado. nesse sentido, a questão “nos próximos três meses você planeja pegar algum financiamento ou empréstimo para adquirir algum bem?” foi alterada para “nos próximos três meses você está pensando em comprar algum produto com pagamento parcelado ou financiamento?”. o índice de segurança de crédito, que mede a capacidade de pagamento de dívidas com base na posse de reservas financeiras, também ficou praticamente estável (-0,3%), ao passar de 80,6 pontos em fevereiro para 80,4 pontos em março. em relação ao mesmo mês de 2017, quando o indicador marcava 79 pontos, houve alta de 1,8%. entre os endividados, o índice saltou de 60,7 pontos em fevereiro para 62,6 pontos no mês atual, alta de 3,2%, e, em relação a março de 2017, houve crescimento de 1,4%. em relação aos não endividados, o índice apresentou queda mensal de 2,7%, passando de 104,4 para 101,6 pontos em março. em relação ao mesmo período do ano passado, porém, houve alta de 6,4% – quando o indicador marcava 95,5 pontos no mesmo mês de 2017. segundo a fecomerciosp, a segurança de crédito dos consumidores vem crescendo lentamente e, ainda que não tenha atingido o patamar ideal, há uma recuperação econômica em curso com a geração de novos empregos e renda. dessa forma, os bancos e instituições financeiras não devem avaliar a situação do endividado com base em um único fator – o de não haver reservas financeiras –, mas devem levar em consideração todas essas variáveis de retomada econômica para voltar a conceder o crédito. aplicações em março, 58,9% dos entrevistados declararam ter a poupança como principal modalidade de investimento, queda de 3,4 pontos porcentuais (p.p.) em relação a fevereiro e 0,7 p.p. inferior ao apurado em março do ano passado. apesar de ainda ser a aplicação preferida dos paulistanos, a poupança segue distante dos 80% já registrados. para a entidade, a queda da popularidade da poupança só não foi maior porque, no momento, as aplicações vinculadas ao cdi estão tendo um desempenho esperado líquido próximo ao da poupança tradicional. ainda assim, as regras do governo para a poupança tendem a baixar o rendimento dessa aplicação para cerca de 5% ao ano. por outro lado, a parcela de entrevistados que declararam investir em ações foi de 4,7% em março, atingindo, assim, a maior proporção da série histórica, iniciada em junho de 2012. as aplicações em renda fixa e em previdência privada seguem em segundo e terceiro lugares, respectivamente, com 21,4% e 6,8% em março, contra 21,2% e 10,7% no mesmo mês de 2017. para a fecomerciosp, outras aplicações tendem a ser boas opções para os brasileiros. além das ações que estão em alta, modalidades como a previdência privada – que segue na esteira do tema reforma da previdência – e os fundos imobiliários também podem cair no gosto do investidor. essa é uma boa notícia, pois durante muitos anos o brasileiro basicamente só via a poupança como alternativa, principalmente para as classes de renda baixa e média. o horizonte de possibilidades está crescendo, o que é positivo, e se consolidará se houver manutenção das políticas econômicas tradicionais, estima a entidade.
29/03/2018

Relatório aponta quais as tecnologias que devem gerar maior impacto no setor segurador nos próximos três anos

 fonte: cnseg big data, segurança cibernética, blockchain e inteligência artificial estão entre elas big data, segurança cibernética, blockchain e inteligência artificial estão entre as principais tendências tecnológicas que têm motivado seguradoras e resseguradoras de todo o mundo a investirem em insurtechs. o relatório infosys digital, da consultoria infosys, apontou que o big data, para percepção e compartilhamento de carteiras; a segurança cibernética, para proteção e conformidade de dados, e a inteligência artificial (ia), para subscrição e automação, são as tecnologias que devem gerar maior impacto no setor nos próximos três anos. as seguradoras e resseguradoras também recorrem à internet das coisas para ampliar os horizontes da ciência atuarial, medindo e mitigando riscos e fraudes por meio da utilização de sensores automotivos, rastreadores de fitness vestíveis e outros dispositivos telemáticos. o combate às fraudes e o gerenciamento de riscos de conformidade também contarão, cada vez mais, com o apoio da inteligência artificial que, por meio de algorítimos, consegue identificar padrões de dados em solicitações de seguro. já a tecnologia blockchain, que já está em uso em alguns contratos inteligentes entre seguradoras e segurados, poderá vir a se tornar a maneira padrão de registrar contratos de seguro. algumas seguradoras internacionais têm se unido em consórcios para pesquisas nessa área. a blockchain insurance industry initiative (b3i) é um desses consórcios, desenvolvendo um protótipo de blockchain exclusivo para os mercados segurador e ressegurador, encontrando-se atualmente em fase de testes, devendo entrar em funcionamento em 2019. o uso aprimorado de big data também está permitindo que as seguradoras aprimorem os perfis de seus clientes, além de contribuir para a proteção desses dados. embora a maioria dos entrevistados tenha citado investimento em segurança cibernética e gamification, menos de 20% dos executivos do setor de seguros acreditam que estão preparados para um ataque cibernético. o relatório afirma que “com o rápido crescimento do mercado de seguro cibernético, que deve chegar a 14 bilhões até 2022, as seguradoras precisam aperfeiçoar rapidamente seus modelos de avaliação de risco e precificação nesta nova área para aproveitar as oportunidades”.
29/03/2018

Eleições causam troca de comando na economia. O que isso significa?

  economistas notam que a escolha de nomes de perfil técnico, como eduardo guardia para a fazenda, procuram preservar a área de turbulências   fonte: exame por joão pedro caleiro são paulo – a economia brasileira está prestes a sofrer uma mudança importante de comando por causa das eleições. henrique meirelles, atual ministro da fazenda, deixará o cargo na próxima semana para se filiar ao mdb e tentar ser candidato a presidente. no seu lugar deve entrar eduardo guardia, secretário-executivo da fazenda desde junho de 2016 e uma espécie de vice de meirelles até agora. ele é considerado um nome de perfil técnico e sua escolha teria sido parte de um acordo entre temer e meirelles para que o ministro se filiasse ao mdb. “é uma excelente escolha. é um profissional muito experiente que provou seu conservadorismo fiscal, uma vantagem nas circunstâncias atuais em que a consolidação fiscal continua no topo da agenda”, diz alberto ramos, economista-chefe para américa latina do goldman sachs. guardia bateu de frente, nos últimos meses, com os aliados do presidente ao buscar restringir as vantagens concedidas aos partidos aliados, principalmente nas negociações dos cinco refis (parcelamento de débitos tributários). ele assumirá uma economia em franca aceleração, com previsão de crescimento um pouco abaixo dos 3% em 2018, mas com desemprego que resiste em altos patamares. outra mudança ocorre no banco nacional de desenvolvimento econômico e social (bndes) com a saída do atual presidente paulo rabello de castro, filiado ao psc e que também vai tentar a presidência. o banco passará a ser comandado de forma interina por ricardo ramos, funcionário do banco desde 1993 e que dirige desde junho de 2016 a área de acompanhamento do mercado de capitais. economistas notam que a escolha de nomes já ligados à burocracia dos órgãos mostram a intenção de preservar a área de sobressaltos. “já era esperado que fossem indicações de perfil técnico. como já está no preço que a reforma da previdência fica para 2019, não havia a necessidade de indicar um político para costurar a aprovação no congresso”, diz alex agostini, economista-chefe da austin ratings. as mudanças também não devem mexer muito com o mercado financeiro, já que não trazem surpresas e não indicam mudanças relevantes. “é provável que pelo menos até o final do ano a política econômica esteja resguardada. isso é extremamente positivo em um momento em que a política começa a trazer turbulência e risco eleitoral crescente”, diz sérgio vale, economista-chefe da mb associados. apesar de ser considerado um nome técnico, a carreira de guardia indica ligação histórica com o psdb. ele foi secretário do tesouro em 2002, último ano do governo fernando henrique cardoso, e secretário de fazenda do estado de são paulo entre 2003 e 2006, no governo geraldo alckmin. também tem passagem no setor privado: entre 2013 e 2016, foi diretor executivo na bm&fbovespa. seu principal desafio no comando da fazenda será levar adiante a agenda de 15 medidas anunciada como prioritária pelo governo no final de fevereiro. os projetos de maior impacto são também os mais complexos de serem aprovados, como o fim da desoneração da folha de pagamento para a maior parte dos setores e a privatização da eletrobras.
29/03/2018

Estudo destaca reformas para incluir mulheres na economia mundial

  relatório mulheres, empresas e o direito 2018, que monitora 189 países, lançado nesta quinta pelo banco mundial fonte: exame oito países da américa latina fizeram reformas jurídicas nos últimos dois anos com o objetivo de ampliar a inclusão das mulheres na economia. a maioria delas expandiu benefícios como licença-maternidade, como ocorreu na colômbia, em el salvador, no paraguai e na república dominicana. no panamá, a licença-paternidade de três dias foi introduzida. os dados são do relatório mulheres, empresas e o direito 2018, que monitora 189 países e foi lançado hoje (29) pelo banco mundial. na colômbia, por exemplo, o relatório cita que a justiça reviu uma legislação que restringia o trabalho de mulheres no setor de mineração e em áreas consideradas perigosas. já o equador igualou os direitos de propriedade entre os gêneros – até então, decisões do marido prevaleciam sobre as da esposa em caso de discordância quanto à administração dos bens. o relatório identificou áreas em que houve avanço, como uso da propriedade e acesso às instituições, já que a maior parte das economias não diferencia homens e mulheres em interações públicas como registro de negócios, abertura de conta bancária ou obtenção de documento de identidade. no entanto, os dados revelados hoje também destacam lacunas com relação a leis que promovam acesso a crédito e a emprego e que protejam mulheres contra a violência doméstica e o assédio sexual em lugares públicos. excluindo-se as economias de alta renda dos países da organização para cooperaçao e desenvolvimento econômico (ocde), os países da américa latina são os que menos impõem restrições ao emprego de mulheres em todos os setores da economia. “quanto mais as mulheres conseguirem realizar plenamente o seu potencial econômico como trabalhadoras e proprietárias de negócios, maiores serão os benefícios para as economias e sociedades da região”, disse rita ramalho, gerente sênior do grupo de indicadores globais do banco mundial, que produz o relatório. brasil o relatório do banco mundial afirma que políticas de regulamentação de posse de propriedade e que permitam posse conjunta de bens por um casal ajudam a promover a inserção das mulheres na economia, já que, tendo bens em seu nome, a mulher pode tomar crédito no sistema financeiro com maior facilidade. nesse aspecto, o documento destaca positivamente as políticas adotadas pelo brasil e outros países, como vietnã, áfrica do sul e espanha. outros pontos em que o relatório analisa o brasil incluem o fato de que, no país, mulheres podem se aposentar antes dos homens. no mundo, o documento cita apenas outras doze economias, entre elas irã e paquistão, em que isso é possível. o brasil também é citado entre os países que oferecem pré-escola gratuita e obrigatória para crianças acima de quatro anos, o que, segundo o banco mundial, permite que os pais possam trabalhar com maior liberdade. segundo o relatório, a população feminina no brasil é de mais de 105 milhões de pessoas, e as mulheres representam 43% do mercado de trabalho no país. se comparado com países de produto interno bruto (pib) por paridade de poder de compra per capita similares, como china e colômbia, a participação quantitativa percentual da mulher é semelhante, em torno de 43% a 44%. porém na china, por exemplo, diferentemente do brasil, mulheres sofrem mais restrições do que homens para trabalhar em ocupações consideradas perigosas ou moralmente inadequadas. também no caso chinês, as mães não têm seus trabalhos garantidos após a licença-maternidade, e os custos com creche não podem ser usados para dedução de impostos, o que também não ocorre na colômbia. mundo governos de 65 países adotaram medidas para melhorar a inclusão de mulheres na economia, com a aprovação de 87 reformas legislativas ao longo dos últimos dois anos, segundo o relatório. “nenhuma economia pode crescer todo seu potencial a não ser que mulheres e homens participem dela em sua totalidade”, disse a chefe-executiva do banco mundial kristalina georgieva. “ainda assim, em mais da metade do mundo, mulheres são impedidas de trabalhar em determinados empregos por causa do seu gênero”, afirmou. o relatório também mostra que elas continuam a encontrar barreiras que as impedem de conseguir melhores empregos e de tornarem-se empresárias, como acesso restrito a crédito ou controle sobre propriedade adquirida durante o casamento. em 104 países, mulheres são proibidas de trabalhar à noite em determinados tipos de empregos, como manufatura, construção, energia, agricultura, água e transporte. isso afeta negativamente as escolhas de mais de 2,7 bilhões de mulheres.

União Seguradora fecha o ano com novos negócios


14/12/2018
A União Seguradora recebeu a Uperformance Assessoria & Consultoria em Seguros em sua sede em Porto Alegre. O diretor comercial João Lock, Antônio Coutinho, técnica, e Marco Rocha, comercial, receberam Domingos Costa, Ailton Lopes e Estela De Moura Rey para iniciar uma parceria com prospecção de novos negócios. Segundo os participantes, a reunião foi produtiva em ideias que, com certeza, confirmam o sucesso dessa parceria para 2019. O diretor João Lock e sua equipe agradecem a visita da Uperformance e encerram o ano com excelentes perspectivas.

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