02/03/2016

Lideranças do mercado de seguros debatem, em evento na Bahia, futuro do setor à luz dos cenários econômico e político do país

 o 21º encontro de líderes do mercado segurador reuniu executivos, especialistas e autoridades, com o propósito de refletir sobre perspectivas, desafios e oportunidades para os mercados de seguros gerais, previdência privada e vida, saúde suplementar e capitalização os desafios trazidos pelos avanços tecnológicos, a necessidade de inovação em produtos e serviços adequados às necessidades atuais dos consumidores, o surgimento das novas epidemias e os avanços nas questões regulatórias diante do atual cenário social, político e econômico do país estiveram entre os principais temas debatidos durante o 21º. encontro de líderes do mercado segurador, realizado na praia do forte, na bahia, nos últimos dias 25, 26 e 27 de fevereiro. para o presidente da confederação nacional de seguros gerais, previdência privada e vida, saúde suplementar e capitalização (cnseg), marcio coriolano, o objetivo do evento foi propor, não somente reflexões, mas também ações efetivas voltadas para a manutenção do desenvolvimento sustentado do setor nas próximas décadas. no primeiro dia de evento, durante o painel “o horizonte do brasil no século xxi”, a jornalista miriam leitão enfatizou que, diante de tanta imprevisibilidade nas rápidas mudanças do século 21, o momento é adequado para falarmos do futuro. para ela, esta é a hora de pensar no futuro. “quanto mais rápido soubermos para onde vamos, mais rápido chegaremos lá. pensar no futuro nos faz avaliar riscos e isso reduz as chances de fracasso e aumenta as chances de permanecer no sucesso”, afirmou. segundo ela, o brasil está prisioneiro do imediato. o presente virou um redemoinho que suga e o impede de crescer, avaliou. entre as mudanças do século 21, miriam destaca o perfil demográfico, o clima, que traz muitas catástrofes, e a tecnologia. “são temas que todos devem pensar, principalmente vocês que fazem parte do mercado segurador”, sugeriu. a palestrante destacou que toda e qualquer crise terá uma saída democrática, em razão de tudo que já foi construído. o brasil acertou muito ao longo das décadas, sempre construindo consensos. uma luta de duas décadas, com a conquista da democracia em 1985, a estabilização do real em 1994 e, em 2004, com a inclusão social.”, diz. “democracia, estabilidade e inclusão. foi isso que escolhemos e construímos. agora, estamos em busca do quarto consenso, mesmo no meio desta confusão que nos machuca e dói, mas que é parte da reconstrução”, comentou. já o painel “inovação – uma perspectiva para o mercado” abordou as influências das transformações tecnológicas no cotidiano do mercado segurador, sobretudo em relação à maneira como as empresas se relacionam com o consumidor. a vice-presidente do instituto americano de pesquisa gartner, belkis toledo, afirmou que, para continuarem relevantes, as seguradoras precisam “quebrar os modelos tradicionais de negócio”, contando com líderes que enxerguem a necessidade de mudança e estejam preparados e dispostos a isso. mesmo porque, se não o fizerem, outros o farão, como se evidencia ao observar os us$ 2,1 bilhões já investidos em startups de tecnologia da área de seguros. também integrante do painel, o advogado e jornalista, ronaldo lemos, lembrou que quando a internet surgiu, servia para conectar computadores. posteriormente, passou a conectar pessoas, como nas redes sociais. agora, entramos na era da internet das coisas, ou seja, da conexão de todo e qualquer objeto utilizado pelo homem. o mercado de seguros, a seu ver, precisa levar em consideração esse mudança de cenário para saber aproveitar bem as oportunidades trazidas pelas novas tecnologias. a última palestra do dia, proferida pelo presidente da sensedia, kleber bacilli, e mediada por alexandre leal, superintendente executivo técnico da cnseg, tratou sobre “ecossistemas digitais” e os impactos que as novas tecnologias têm nas empresas de todos os ramos, mesmo as maiores e mais ricas. no mundo das instituições financeiras, por exemplo, observou kleber, o que se vê é que estão sendo desafiados por pequenas startups desconhecidas que se tornam gigantes com o desenvolvimento de aplicativo que faça parte da “jornada digital da sociedade”. para se manterem relevantes, as empresas precisam ser mais ágeis e possuir um sistema de governança mais simplificado para lidar com projetos inovadores. “é preciso ser diferenciado e fazer a oferta no local certo, na hora certa e de forma totalmente personalizada”, concluiu bacilli. no segundo dia de palestras, o painel “pensando o futuro do seguro” apresentou as perspectivas para o setor diante dos desafios que se impõem nos cenários de defesa do consumidor, regulatório e da crescente judicialização dos conflitos entre empresas e segurados. a secretária da secretaria nacional do consumidor (senacon), juliana pereira, afirmou que é preciso trazer para a pauta a questão da resolução dos conflitos e a interação com outros agentes públicos, no caso, os órgãos reguladores. ela destacou que a senacon vem desenvolvendo diálogo permanente com a agência nacional de saúde suplementar (ans) e com a superintendência de seguros privados (susep), o que não ocorria tempos atrás. “se partirmos do pressuposto de que o órgão tem que dar respostas muito rápidas e precisas para os consumidores, nós conseguimos projetar o futuro da seguinte maneira: estabelecendo a formação de consensos e a resolução de problemas. temos que sair da superfície das questões. consenso e oportunidade. há uma oportunidade. o momento é de se despir dos preconceitos e buscar a melhor alternativa para a sociedade, encontrando um equilíbrio entre as duas partes”, enfatizou. o diretor-presidente da ans, josé carlos abrahão, que também compôs o painel, enfatizou que o principal objetivo do órgão regulador é aumentar o acesso dos beneficiários ao sistema, proporcionando uma atenção de qualidade, segura, com atendimento humanizado e sempre primando pela sustentabilidade, sobretudo a assistencial. “isso tudo com regulação e com princípios de governança e transparência, que tragam segurança jurídica para a sociedade como um todo. temos regulação já determinada, direitos do consumidor que foram adquiridos e devem ser respeitados. mas também temos que nos preparar para o diálogo. o diálogo é fundamental e temos que buscar a construção de um sistema que nos traga melhores de condições de atendimento, sempre atento ã questão tecnologia e da relação médico-paciente.” durante o mesmo painel, o superintendente da susep, roberto westenberger, ressaltou que, no curto prazo, o objetivo da autoridade do mercado segurador é a garantia da sua estabilidade de gestão. no cenário de médio prazo, disse ele, a prioridade é a criação de uma diretoria de conduta de mercado dentro da autarquia e, a longo prazo, prevê a existência do que ele chamou de “duas avenidas”: uma é a da tecnologia da informação (ti) como elemento auxiliar da atuação regulatória, conjugando demandas vindas de órgãos de defesa do consumidor e dos tribunais, por exemplo. a outra é, por meio da prática do big data, ter uma eficácia maior do controle regulatório. ainda no painel “pensando o futuro do seguro”, o ministro do superior tribunal de justiça, ricardo villas bôas cueva, destacou que a grande promessa, com impacto direto no seguro, é o novo código de processo civil. “o código traz um novo paradigma, que é o chamado ‘tribunal multiportas’. a ideia é que, com ele, se tragam questões efetivas e não meramente formais, privilegiando a mediação e a conciliação entre as partes, que passarão a ser obrigatórias. a conciliação passará a ser aplicada nas relações de consumo simples. a mediação, para as situações mais complexas. a promessa é de que se caminhe para desjudicialização, não somente em questão às relações com o mercado de seguros, mas com outros mercados também”, explicou. marcio coriolano, também integrante do painel, afirmou que o setor de seguros sente os efeitos da crise de forma retardada. o ciclo econômico se abate sobre as atividades que o seguro protege e as ondas vão se produzindo ao longo do tempo. “o país vem enfrentando uma crise recessiva há mais de dois anos, mas, em 2015, os efeitos passaram a ser sentidos pelo mercado. na saúde suplementar, 2015 foi o primeiro ano em que se observou um decréscimo no número de beneficiários, pois, como grande parte das empresas busca cobertura para seus empregados, com o aumento do desemprego, houve uma redução do numero de beneficiários.” para coriolano, o setor é resiliente, não só porque responde tardiamente aos ciclos, mas devido à preferência das pessoas pela proteção. e é exatamente este o momento de maior fragilidade do cidadão, quando se vê com incertezas, com insegurança, fora, ainda, a redução de renda. “eu já fui regulador e sei que o setor sempre foi palco de conflitos. primeiro, porque não existia esse ‘empoderamento’ do consumidor como há hoje. segundo, porque seguro é mesmo algo complexo”, afirmou coriolano. com o crescimento da renda no brasil, como nunca visto anteriormente, o consumidor passou a ter mais condições de exercer sua cidadania. agora, como lembrou o presidente da cnseg, tudo está “virando de cabeça para baixo novamente”, por força do enfraquecimento dos três pilares da economia: produto, renda e emprego. “e é exatamente nesse momento em que o consumidor mais precisa de proteção. e proteger o consumidor é proteger quem fornece o serviço”. marcio defende que precisamos ter uma regulação para momentos de crise, que proporcione melhores condições para quem provêm os serviços. “não é uma crítica, mas uma constatação: a regulação é muito baseada em estrutura. quando se regula o detalhe do detalhe, isso é o que trava”, concluiu. após o painel que pensou o futuro, o presente urgente foi tratado no painel sobre epidemias, particularmente sobre a epidemia do zika vírus, que alarma todo o mundo, contando com a participação do subsecretário da subsecretaria de vigilância em saúde do estado do rio de janeiro, alexandre chieppe, do médico e comentarista da globonews, luiz fernando correia. mediadora do debate, a presidente da federação de saúde suplementar (fenasaúde), solange beatriz palheiro mendes, norteou as discussões ao questionar os palestrantes sobre pontos importantes acerca do tema como a existência de kits de testes suficientes para suprir a demanda do país, o preparo dos laboratórios e se já estão claras as indicações para o exame do zika vírus. “e o cenário não é nada animador”, segundo chieppe, que afirmou vivermos uma emergência de saúde pública de interesse internacional, com possibilidade de pandemia. e entre os elementos agravantes estão a concentração de pessoas em áreas urbanas e até o aquecimento global, que amplia a área da presença do mosquito. outro grande aliado da doença, com capacidade de gerar grandes impactos, não só de saúde, mas também financeiros, é a desinformação. como exemplo, luiz fernando correia citou o caso dos testes de zika, que são muito caros e nem sempre alcançam os resultados desejados. entretanto, entre outros fatores, devido à pressão popular, as operadoras de planos de saúde deverão passar a ser obrigadas a oferecer o exame, enquanto esse recurso poderia ser melhor aplicado de outra forma. complementando a fala de luiz fernando, o subsecretário disse que “vivemos uma epidemia de testes e dengue, mas nem todos sabem, por exemplo, que o exame só pode dar positivo após o 7º dia de infecção e, eventualmente, necessita ser feito diversas vezes no mesmo paciente”. o último painel do 21º encontro de lideres teve a participação do cientista político fernando schuler, do economista gustavo franco, do presidente da fenaprevi, edson franco, do jornalista dony de nuccio e do ministro do supremo tribunal federal, luís roberto barroso, debatendo o atual cenário político e econômico, considerado por todos como, no mínimo, desafiador, e, no curto prazo, o quadro negativo da economia tende a seguir em razão da ausência de instrumentos na área fiscal que gerem mudanças céleres. por outro lado, o pessimismo deve se agravar pelos próximos meses, principalmente pela alta do desemprego. “esse movimento de desemprego está apenas começando”, alertou loyola. já no médio e longo prazo, a crise colocou em evidência as limitações estruturais sérias do país, como a baixa produtividade, os gargalos na infraestrutura e o custo de previdência. já, para o cientista político do insper, fernando schuler, o quadro político é ainda pior que o econômico, pois não há consenso de uma única agenda para o país. “uma das saídas é renovar a geração de líderes. atrair novos talentos. e para isso é preciso uma reforma política”, enfatizou. o ministro do supremo tribunal federal, luiz roberto barroso, concorda, citando que nas turmas acadêmicas onde leciona, nunca vê um aluno talentoso dizendo que pretende seguir carreira política. “estamos vivendo um momento difícil. temos crises política, econômica e de ética relevantes. esse conjunto leva a uma sensação devastadora de que não vamos sair do lugar”, disse o ministro. para ele, entretanto, que acredita que a cultura de tolerância com a corrupção está acabando, o desalento não terá sido em vão se estivermos construindo um país melhor. “na minha vida adoto dois princípios. enquanto não vier a bonança, faço o melhor que posso dentro do que me cabe, cumprindo o meu papel e sendo bom e correto, mesmo quando ninguém estiver olhando”, finalizou. sobre a cnseg a confederação nacional das empresas de seguros gerais, previdência privada e vida, saúde suplementar e capitalização (cnseg) elevou, em 2008, ao status de confederação a fenaseg (federação nacional das empresas de seguros privados e de capitalização. a cnseg conta em sua formação com a federação nacional de seguros gerais (fenseg), a federação nacional de previdência privada e vida (fenaprevi), a federação nacional de saúde suplementar (fenasaúde), e a federação nacional de capitalização (fenacap). a entidade representa o mercado perante o governo federal, a sociedade em geral e as entidades nacionais e internacionais. fonte:  cnseg
29/02/2016

Susep edita normas para seguradoras, resseguradoras e previdência complementar

 a superintendência de seguros privados (susep) publicou nesta segunda-feira, 29, no diário oficial da união (dou) quatro circulares voltados para o setor. a circular 526/2016 estabelece, entre outros, procedimentos relacionados com a instrução de processos de eleição, nomeação, destituição e renúncia de cargos em órgãos estatutários ou contratuais das sociedades seguradoras, de capitalização, resseguradoras locais, escritório de representação de resseguradores admitidos, entidades abertas de previdência complementar e corretoras de resseguros. a circular 527/2016 fixa procedimentos para obtenção de autorização prévia para instalação de escritório de representação, cadastramento, atualização cadastral e demais alterações de resseguradores admitidos e eventuais. os outros dois atos disciplinam aspectos sobre a autorização para funcionamento e alterações do controle societário das empresas. a circular 528/2016 traz procedimentos relacionados com a instrução de processos de autorização para funcionamento, alterações do controle societário, reorganização societária, aquisição ou expansão de participação qualificada, transferência de sede, entre outros, das corretoras de resseguros. já a circular 529/2016 define procedimentos relacionados com a constituição, autorização para funcionamento, alterações de controle societário, reorganização societária, aquisição ou expansão de participação qualificada, instalação, alteração ou encerramento de dependências e representações, cancelamento da autorização para funcionamento, aumento e redução do capital social e modificação do estatuto social, em todas as suas espécies, das sociedades seguradoras, de capitalização, resseguradoras locais e entidades abertas de previdência complementar (eapc). fonte: diário do grande abc
11/02/2016

Segurada da União recebe prêmio de capitalização

 a união seguradora, empresa do grupo aspecir, oferece além do seguro de vida um plano de capitalização vida flex. o segurado optando por este plano, concorre todos os sábados através da extração da loteria federal a uma premiação. a felizarda desta vez foi a senhora maria lourdes brito de jesus. o cheque foi entregue na sede da união seguradora pelas mãos do presidente milton amengual machado e do diretor comercial joão lock a senhora juveni schons, diretora da smj corretora de seguros na tarde desta quinta-feira. legenda: joão lock, juveni schons e milton machado
10/02/2016

Na crise, cresce o desafio de planejar a aposentadoria

 o ano de 2016 começou com uma série de notícias que deixaram os brasileiros temerosos. em tempos de crise e de instabilidade econômica, o desafio de planejar a aposentadoria torna-se ainda maior. o crescimento do desemprego e os altos índices de inflação têm provocado a redução da renda do brasileiro, o que pode afetar diretamente nos planos de quem sonha em aproveitar a vida depois de se entregar por tantos anos ao trabalho. “esse impacto se dá à medida que esses índices econômicos negativos acarretam a redução do poder de compra das pessoas, sobrando menos recursos para poupar e para aplicar em investimentos que garantam uma vida pós-trabalho tranquila”, explica erick herbert thau, economista da técnica finance advisory e sócio da salix group investimentos e participações s.a. com menos dinheiro no bolso, o tamanho da consciência e educação financeira de cada pessoa passam a ser fatores primordiais, que podem servir de motivador ou obstáculo ao planejamento rumo à aposentadoria. nesse sentido, o educador financeiro e diretor da abefin (associação brasileira de educadores financeiros) edward cláudio júnior cita dois perfis de comportamento. “há pessoas que pensam em investir ou mesmo que já estejam investindo na aposentadoria, mas que, ao sentir o aperto no orçamento, desistem de fazer aportes, à espera de dias melhores. e, do outro lado, estão os mais focados e que, por necessidade, escolhem eliminar outros gastos e até optam por reduzir, mas não deixar de fazer o aporte nos investimentos destinados a este fim, sabendo que o valor poderá fazer falta alguns anos à frente”.   definição de gastos para ambos os perfis, uma dúvida muito comum que surge em meio à crise é como definir a aplicação dos recursos, tanto para pagar as contas quanto para investir no futuro. de acordo com os especialistas, o primeiro passo para a tomada de decisão é saber em detalhes onde se gasta o que se recebe. essa ação representa um ponto fundamental no planejamento financeiro e pode fazer a diferença. edward cláudio júnior indica que o diagnóstico da vida financeira deve levar em conta um mês inteiro. “durante 30 dias, a pessoa deve anotar todos os seus ganhos e gastos, desde os menores valores, incluindo singelas compras e pagamentos de serviços, até os custos mais elevados, como um financiamento imobiliário, por exemplo. com os dados em mãos, fica mais fácil analisar item por item, evidenciar onde está indo o dinheiro e observar onde é possível reduzir para destinar a verba no planejamento da aposentadoria.” erick thau faz coro à importância desse diagnóstico e ressalta que, com ele, “fica mais fácil estabelecer um custo dentro de um patamar do qual seja possível priorizar os gastos de primeira necessidade e poupar, no mínimo, 15% do rendimento familiar mensal”. para ele, essa porcentagem mínima de reserva financeira dá tranquilidade não só para fins de aposentadoria como também para um eventual caso de perda de emprego e dificuldade de recolocação durante a turbulência econômica. fique atento à rentabilidade de cada fundo se poupar diante da instabilidade pela qual passa o país é difícil, decidir onde aplicar os recursos é igualmente complexo, ainda mais com a agitação do mercado financeiro. no planejamento para a aposentadoria, a previdência privada aparece como uma das opções. para o economista erick thau, “embora não seja a mais rentável, trata-se de um método de poupança forçada, como uma despesa fixa, de modo que a pessoa não acabe por usar o recurso para outros fins”. no entanto, ela não deve ser considerada como única via de investimento. na opinião de gilberto miyamoto, consultor financeiro e diretor executivo da consultoria miyamoto e cia, o ideal é que as pessoas busquem diversificar os investimentos. “isso reduz riscos e tende a aumentar a rentabilidade da carteira ao longo do prazo. uma das sugestões é investir em títulos de renda fixa ou indexados à inflação por meio do tesouro direto”, explica. o economista edward cláudio júnior concorda e orienta que o investimento a ser escolhido deve estar atrelado ao prazo da realização do objetivo. para um prazo de mais de dez anos, por exemplo, a aplicação em títulos do tesouro direto é mesmo uma opção interessante. “tem taxas menores do que as existentes nos planos previdenciários privados, que cobram taxas de carregamento e de administração, o que faz consumir uma quantia relevante do investimento. e isso, no longo prazo, faz grande diferença de rentabilidade”, esclarece. fonte: portal previdência total por denis dana
08/01/2016

Grupo Aspecir participa de homenagem ao Batalhão de Suez

 o monumento que evoca a participação dos 1.150 soldados gaúchos das forças armadas da onu na faixa de gaza entre 1957 e 1967 foi inaugurado nesta sexta-feira, 08 de janeiro de 2016, no largo dos açorianos, em porto alegre. entre as entidades que viabilizaram o projeto da associação brasileira de integrantes do batalhão suez do estado do rio grande do sul está o grupo aspecir, cujo o nome junto ao do presidente milton machado está gravado na placa de agradecimento. presentes ao evento, representado o grupo, estiveram o diretor júlio machado e maurício dória da aspecir previdência. o monumento em forma de pirâmide, carrega em uma de suas quatro faces toda a história da missão. nas demais, os nomes de todos os soldados gaúchos que estiveram envolvidos e, no vértice superior, um globo em aço inoxidável, que traz as cores da onu e um capacete. também compõe o monumento uma base de concreto que sustenta um conjunto de cinco bandeiras e contempla três placas de agradecimento aos colaboradores, onde está gravado o nome do grupo aspecir e do presidente milton machado. o monumento é uma homenagem que tem por objetivo manter viva a importância da primeira experiência histórica das forças armadas brasileiras em missão de paz da onu.      
06/01/2016

Seis fatores para o sucesso da precificação de seguros

 diferentemente de outros segmentos de mercado, onde o preço de um produto pode, por exemplo, ser calculado com base nos custos da matéria-prima, custos operacionais e margem de lucro, as seguradoras dependem fortemente de dados históricos e do perfil do cliente para, a partir de análises refinadas, modelagem preditiva e cálculos atuarias, definir regras, prever o comportamento futuro, avaliar riscos e otimizar o preço para cada cliente.   face a um mercado altamente competitivo, a estratégia de precificação também deve assegurar a performance de cada modelo preditivo, ao longo do tempo, de forma a garantir sua eficácia. a aplicação de modelos estatísticos e atuariais complexos, normalmente aderentes ao processo de precificação, como glm e árvores de decisão, esbarra na complexidade de serem operacionalizados através de sistemas que requerem suas transformações em tabelas, o que pode comprometer a eficácia dos modelos. além disso, outro fator que não pode ser desprezado é a capacidade de ser ágil na efetivação de uma mudança da política de precificação.   diante deste cenário, seguradoras têm buscado implementar plataformas de precificação que estejam alinhadas a uma estratégia de sucesso e que, essencialmente, devem incluir:   integração e gestão de dados: a quantidade e a qualidade dos dados disponíveis podem determinar o sucesso, ou não, de um processo de precificação. dados do perfil do cliente (demografia, preferências, histórico de sinistros e reclamações, histórico financeiro, etc), dados do mercado (informações da concorrência, estratégias de precificação), e dados de outras fontes (como bureaus de créditos integrados em tempo real) agregam valor à precificação. gerir estes dados e disponibilizá-los no momento certo é o primeiro passo para uma precificação de sucesso.   inteligência analítica em tempo real: a simples exploração e visualização dos dados através de softwares analíticos podem ajudar as seguradoras a refinar suas análises, avaliar riscos e definir regras e políticas aplicáveis à precificação. por outro lado, são os modelos preditivos e cálculos atuariais que, ao permitirem prever o comportamento futuro de um cliente e determinar suas propensões a compra, cancelamentos, sinistros, risco de crédito e a fraudes, reforçam o poder da inteligência analítica sem serem limitados pelas construções de tabelas de aplicações. tornar toda esta inteligência disponível para uso dinâmico e em tempo real, permitindo a personalização e a definição do melhor preço do seguro para cada cliente, é um grande diferencial competitivo.   otimização de preços: além dos diferentes tipos de dados e da inteligência analítica utilizados em um processo de precificação tradicional, é possível considerar restrições e objetivos de negócios para, a partir da otimização de preços, aumentar a rentabilidade de forma inteligente. embora o conceito da otimização de preços seja relativamente novo no segmento de seguros no brasil, ele tem sido usado há alguns anos em outros segmentos de mercado e permite a simulação de cenários onde recursos, restrições específicas de negócio e propensões de cada cliente são considerados, de forma a aumentar a precisão da precificação, ponderando objetivos específicos e maximizando os resultados econômicos. para uma seguradora é importante ter a homogeneização dos riscos e o processo de otimização facilita essa tarefa, avaliando as perdas e ganhos, em vários níveis de segmentação, para evitar uma indesejada concentração de riscos.    gestão e monitoramento dos modelos analíticos: a falta da governança dos modelos utilizados no processo de precificação pode comprometer a vantagem competitiva obtida com a inteligência analítica. manter em operação modelos de baixo desempenho e que reflitam uma situação passada pode resultar em projeções imprecisas e induzir a erros na precificação. a visibilidade e gestão do ciclo de vida analítico, além do monitoramento de cada modelo de forma automatizada em um processo unificado, asseguram que os modelos em operação estejam atualizados e desempenhando conforme o esperado.    time-to-market: a disponibilidade de dados, de modelos analíticos atualizados e preços otimizados não garantem o sucesso de um processo de precificação. para responder a um mercado cada vez mais exigente, uma plataforma de precificação deve ser suficientemente flexível durante a configuração das regras e políticas de negócio e permitir a agilidade necessária na efetivação de uma mudança de regra de forma a não comprometer a operação e atender à crescente demanda de um mercado altamente competitivo.   mesa de decisão: a automatização das decisões e dos cálculos é crucial para se obter o máximo do ganho, precificando corretamente o risco. porém, para alguns casos, uma decisão manual é a melhor alternativa para entender corretamente a necessidade do cliente ou para se identificar um caso anômalo. é necessário contar com uma plataforma que facilite o entendimento dos casos pelos analistas, por meio de informações cruciais, gráficos, redes de relacionamento, links externos e georreferenciamento, além de outras funcionalidades para se tomar a melhor decisão.   em um segmento de mercado onde o preço é um diferencial chave, uma seguradora com uma plataforma de precificação que contemple estes seis fatores certamente está à frente na busca da garantia do sucesso e da rentabilidade de seu negócio. fonte: portal nacional de seguros
06/01/2016

Principais súmulas e decisões de 2015 estão em relatório do Sacha Calmon

 levantamento elaborado pelo escritório sacha calmon - misabel derzi consultores e advogados aponta algumas das decisões mais relevantes tomadas no ano passado pelo supremo tribunal federal, superior tribunal de justiça e conselho administrativo de recursos fiscais (carf). o relatório é dividido por instituições e colegiados e também apresenta súmulas editadas ao longo de 2015. o foco está no direito tributário, especialidade da banca, mas também há apontamentos de questões processuais, constitucionais e de interesse de toda a advocacia, como fixação de honorários. entre os acórdãos listados está o julgamento no qual o plenário do stf concluiu que, quando reconhece a inconstitucionalidade de determinado preceito normativo, não fica reformada automaticamente nenhuma decisão anterior com entendimento diferente. qualquer mudança só pode ocorrer por meio de recurso próprio ou propositura de ação rescisória (re 730.462). o supremo também considerou inconstitucional a prática dos chamados “jabutis”: apresentação de emendas em medidas provisórias com assuntos diferentes do tema principal (adi 5.127). apesar de derrubarem o “contrabando legislativo”, os ministros preferiram preservar as leis nascidas de mps e que tenham sido promulgadas até a data do julgamento (outubro de 2015), para garantir segurança jurídica. a corte ainda reafirmou a tese de que todos os pagamentos devidos pela fazenda pública estão vinculados ao sistema de precatórios, inclusive as verbas de caráter alimentar e débitos provenientes de sentença concessiva de mandado de segurança (re 889.173). no stj, o relatório aponta que qualquer pedido não analisado pela sentença pode ser objeto de nova ação judicial, como reconheceu a corte especial no eresp 1.264.894. conforme o acórdão, a coisa julgada restringe-se aos limites das questões e, assim, a sua imutabilidade atinge somente a parte dispositiva da sentença. os ministros também avaliaram que embargos de declaração interrompem o prazo de interposição de qualquer outro recurso cabível (eresp 1.352.199). uma súmula aprovada em junho libera a capitalização de juros em contratos de instituições financeiras, desde que seja expressamente pactuada, por prazo inferior a um ano e a partir da mp 1.963-17/2000. o escritório aponta ainda enunciados, por exemplo, sobre garantia de crédito tributário, taxa selic na repetição de indébito de tributos estaduais e imposto de renda sobre o valor da complementação de aposentadoria pago por entidade de previdência privada. o levantamento é concluído com decisões da 1ª, 2ª e 3ª seções do carf. clique aqui para ler o relatório. fonte: consultor jurídico
06/01/2016

Juros do cartão de crédito chegam a 415,3%

 a taxa de juros do rotativo do cartão de crédito subiu 10,1 pontos percentuais e atingiu 415,3% ao ano, de acordo com dados do banco central (bc). essa é a maior taxa já registrada na série histórica do bc, iniciada em março de 2011. o rotativo é o crédito tomado pelo consumidor quando paga menos que o valor integral da fatura do cartão. essa é a modalidade com taxa de juros mais alta na pesquisa do bc. o banco central tem recomendado que os clientes bancários evitem essa linha de crédito.   junto com o cheque especial, os juros do cartão de crédito rotativo são os mais caros do mercado. a recomendação de economistas é que os clientes bancários paguem toda a sua fatura do cartão no vencimento, não deixando saldo devedor, e que evitem também usar o cheque especial.   a taxa média das compras parceladas com juros, do parcelamento da fatura do cartão de crédito e dos saques parcelados subiu 3,5 pontos percentuais - para 134,8% ao ano. a taxa do cheque especial chegou a 284,8% ao ano em novembro, com alta de 6,7 pontos percentuais em relação a outubro. a taxa do crédito consignado (com desconto em folha de pagamento) subiu 0,4 ponto percentual - para 28,4% ao ano. a taxa do crédito pessoal, excluídas as operações consignadas, caiu 8,9 pontos percentuais - para 120,4% ao ano.   a taxa média de juros cobrada das famílias subiu 0,1 ponto percentual, para 64,8% ao ano, a maior da série histórica. a taxa de juros para as empresas ficou estável em 30,2% ao ano. a inadimplência das famílias (pessoas físicas), considerados atrasos superiores a 90 dias, permaneceu em 5,8%. a inadimplência das empresas subiu 0,2 ponto percentual, para 4,5%. esses dados são do crédito livre, em que os bancos têm autonomia para aplicar o dinheiro captado no mercado e definir as taxas de juros.   no caso do crédito direcionado (empréstimos com regras definidas pelo governo, destinados, basicamente, aos setores habitacional, rural e de infraestrutura), a taxa de juros para as empresas caiu 0,5 ponto percentual - para 10,6% ao ano. no caso das famílias, houve aumento de 0,1 ponto percentual, com taxa em 10% ao ano.   a inadimplência do crédito direcionado subiu 0,1 ponto percentual tanto para empresas quanto para pessoas físicas e ficou, respectivamente, em 0,9% e 2,2%.   o saldo de todas as operações de crédito, livre e direcionado, chegou a r$ 3,176 trilhões em novembro, com crescimento de 0,6% no mês e de 7,4% em 12 meses. o saldo do crédito livre ficou em r$ 1,614 trilhão e do direcionado em r$ 1,562 trilhão. no total, o saldo das operações de crédito correspondeu a 53,8% do produto interno bruto (pib), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país. em relação a outubro, houve alta de 0,1 ponto percentual nessa relação entre crédito e pib. fonte: agência brasil
05/01/2016

Mercado de seguros projeta um 2016 mais desafiador

  o mercado de seguros projeta um 2016 mais desafiador do lado operacional, com aumento da sinistralidade como reflexo da crise no país, mas ainda assim espera sustentar expansão de prêmios de dois dígitos no próximo ano. haverá, de qualquer forma, uma desaceleração desses prêmios e o resultado financeiro crescerá de modo mais contido, obrigando as companhias do setor a serem mais competitivas em preço, mesmo que essa postura signifique sacrificar um pouco as margens do segmento. depois de sentir a crise de modo mais forte no terceiro trimestre, o mercado de seguros revisou suas expectativas para 2015 e também prevê menor avanço neste 2016. espera alta de 11% nos prêmios emitidos em 2015, contra cerca de 12% estimados no final de 2014 pela confederação nacional das seguradoras (cnseg). no próximo exercício, o crescimento deve ficar em 10,3%, segundo a entidade. "teremos um crescimento um pouco mais modesto, mas o brasil ainda tem espaço para crescer em seguros", avalia o superintendente da superintendência de seguros privados (susep), roberto westenberger, em entrevista ao broadcast, serviço em tempo real da agência estado. um dos responsáveis pela desaceleração mais rápida do setor, conforme demonstram as projeções da cnseg, é o ramo de saúde complementar. o setor deve crescer 11,4% em 2016, contra projeção de avanço de 13,2% para este ano. marcio coriolano, presidente da bradesco saúde e da federação nacional de saúde suplementar (fenasaúde), explica que a crise econômica e também a lava jato, que resultou em várias demissões nas empresas envolvidas, afetam diretamente o setor, que ainda assim mostra "resiliência" pelo fato de o plano de saúde ser um dos últimos itens a entrar na lista de ajuste das famílias. o segmento também será afetado, conforme coriolano, em termos de sinistralidade, uma vez que as pessoas que engordam a lista do desemprego tendem a utilizar mais o plano. gabriel portella, presidente da sulamérica, observa, porém, que o mercado está mais bem preparado sob o ponto de vista de gestão de sinistros. "em 2009, não estávamos preparados e o mercado também não. agora, as empresas estão mais conscientes, o desenho dos planos mudou, os funcionários participam mais com co-participação", admite o executivo. já na área de seguro de automóvel, o mercado prevê leve aceleração. a cnseg espera expansão de 3,9% no próximo ano, contra expectativa de alta de 3,5% em 2015. como estímulo para o segmento, a despeito da queda nas vendas de automóveis, o presidente do conselho de administração da porto seguro e também interino da cnseg, jayme garfinkel, cita o seguro popular, que permite a utilização de peças usadas no conserto de carros segurados, atualmente em consulta pública. "51,9 milhões de veículos com mais de cinco anos de uso não têm seguro. é um mercado que pode passar a ser explorado a partir do seguro popular, que deve ser realidade no ano que vem", avalia ele. garfinkel admite, entretanto, que a sinistralidade tende a piorar no segmento, assim como as fraudes, por conta do ambiente atual, mas não projeta um "aumento dramático". uma alternativa, segundo ele, são produtos securitários mais simples. ao longo de 2015, a demanda por soluções mais econômicas já aumentou. a ituran, que vende rastreadores acompanhados de coberturas securitárias mais simples, espera crescimento de cerca de 30% neste ano, enquanto o mercado tradicional de seguro de automóvel cresce menos de 5%. aquisições o próximo ano também deve ser movimentado para o mercado de seguros sob o ponto de vista de aquisições e vendas de carteiras. há muitas conversas em andamento que podem, já no primeiro trimestre, render negócios. um deles é a busca da bradesco seguros por um parceiro internacional para formar uma joint venture na área de grandes riscos. a alemã hdi, que vai perder o balcão do hsbc para a seguradora por conta da venda do banco inglês ao bradesco, e a suíça swiss re, conforme fontes, estão entre as apostas do mercado. também ficou para 2016 a venda da carteira de seguro de vida em grupo do itaú unibanco e o que sobrou da garantec, empresa com foco em garantia estendida. na área de resseguros, a gestora vinci partners colocou à venda o grupo austral, que contempla uma seguradora e uma resseguradora. dentre os players que negociam o ativo, conforme fontes, está a xl group. a lista de interessados, segundo as mesmas fontes, pode incluir ainda a swiss re, a ace e a axa. entre as corretoras, novos negócios também podem ocorrer. recentemente, a americana lockton, maior corretora de capital fechado do mundo, adquiriu a brasileira vis. além de aquisições, são esperados desfechos quanto ao futuro do irb brasil re e da caixa seguridade. ambos planejaram abrir capital na bolsa brasileira, mas tiveram seus planos interrompidos diante da deterioração da economia e consequente perda de grau de investimento por parte das agências de rating. no caso da caixa seguridade, ainda é preciso negociar com os controladores franceses, a cnp assurances. já o irb tem até 2018 para listar ações no âmbito do processo de desestatização que o transformou em uma empresa privada, mas antecipou os planos em meio à necessidade do governo de ajustar suas contas. resultado financeiro o reforço que as seguradoras tiveram ao longo de 2015 do ponto de vista financeiro, de acordo com executivos, será mais brando no próximo ano. isso porque, embora as expectativas indiquem novos aumentos de juros, a intensidade menor deve limitar os ganhos. de janeiro a outubro, o resultado financeiro das seguradoras cresceu 39,5%, para cerca de r$ 56 bilhões, segundo dados da susep. as seguradoras são consideradas grandes investidoras por aplicarem boa parte das chamadas reservas técnicas, recursos acumulados para fazer frente às indenizações futuras, em títulos públicos. fonte: isto é dinheiro  

União Seguradora fecha o ano com novos negócios


14/12/2018
A União Seguradora recebeu a Uperformance Assessoria & Consultoria em Seguros em sua sede em Porto Alegre. O diretor comercial João Lock, Antônio Coutinho, técnica, e Marco Rocha, comercial, receberam Domingos Costa, Ailton Lopes e Estela De Moura Rey para iniciar uma parceria com prospecção de novos negócios. Segundo os participantes, a reunião foi produtiva em ideias que, com certeza, confirmam o sucesso dessa parceria para 2019. O diretor João Lock e sua equipe agradecem a visita da Uperformance e encerram o ano com excelentes perspectivas.

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