20/04/2018

As verdades sobre o seu plano de previdência privada

 ao meio de tantos debates e críticas sobre a reforma na previdência, o que as pessoas não sabem é que as pesquisas apontam que em 2050 o brasil terá muito mais idosos do que crianças e adolescentes. logo, se a previdência pagar aposentadorias como pagava antes, ela provavelmente estará quebrada. isso acontece por causa do aumento da expectativa de vida e a diminuição de nascimentos. ao passo que há uns anos atrás os casais tinham em média seis filhos, hoje eles tem apenas dois. com essas mudanças, começa a haver uma maior preocupação das pessoas em poupar dinheiro para o futuro, e a adesão a planos de previdência privada aumenta, sendo o segundo tipo de investimento mais utilizado, perdendo apenas para a poupança. mas será que a previdência privada vale mesmo a pena? ao mesmo tempo em que as pessoas querem garantias para o futuro, percebe-se que elas não possuem muitas informações. é muito mais cômodo confiar no gerente do banco, afinal, ele está ali para lhe ajudar não é mesmo? grande erro. há detalhes importantes que nem sempre o gerente irá te contar sobre o seu plano de previdência e estamos aqui para te mostrar tudo que você deve considerar antes de investir o seu dinheiro. tipos de previdência pgbl x vgbl a previdência pgbl é indicada para quem declara o imposto de renda completo, já que é possível deduzir até 12% da sua renda tributável no ir anual. porém, se você for retirar a sua previdência, pagará imposto sobre o valor total acumulado. já o vgbl seria a opção para quem realiza a declaração de imposto de renda simplificada. neste caso, o imposto no momento da retirada será pago apenas sobre o lucro . tributação tabela progressiva x regressiva na tabela regressiva a alíquota de imposto de renda cai a cada dois anos, iniciando com 35% e caindo para até 10%, após 10 anos de aplicação. ou seja, quanto mais tempo o seu dinheiro ficar investido, menos você pagará de ir. já na tabela progressiva a alíquota de imposto está ligada ao lucro que você obterá. neste caso quanto mais dinheiro você acumular, maior será o imposto de renda pago, podendo chegar até 27,5%. taxa de carregamento é cobrada a cada aporte que você faz, ou seja, se a sua taxa for de 5% e a cada mês você colocar r$ 1000,00, o banco fica com 50 reais todo o mês e r$ 950,00 serão investidos no seu fundo. a longo prazo, você pode acabar perdendo muito dinheiro. taxa de administração essa é a taxa que você paga pelo serviço de administração dos seus recursos. é cobrada sobre o patrimônio total e normalmente anual. por exemplo, se você tiver r$ 100 mil e a taxa for de 2%, você pagará r$ 2 mil ao final ano.normalmente é cobrado de 1 a 4% ao ano, o que já são valores bastante altos se considerar os cobrados pelo tesouro direto, que são abaixo de 1%. conclusões sobre a previdência privada a maioria dos especialistas afirma que investir no tesouro direto é muito mais rentável do que fazer um plano de previdência privada. vale lembrar que na previdência basicamente você pagará ao banco para ele aplicar o seu dinheiro em diversos outros tipos de investimentos que você mesmo poderia estar fazendo, sem pagar tantas taxas e com uma rentabilidade muito maior. seja qual for a sua escolha, agora você já sabe que, antes de investir, é necessário se informar muito bem e ler seu contrato com muita cautela. saiba exatamente para onde está indo todo o seu investimento. lembre-se: não há ninguém melhor para cuidar do seu dinheiro do que você mesmo. #aposentadoria #previdenciaprivada #finança
20/04/2018

Expectativa de inflação dos consumidores tem menor nível desde 2007

 a pesquisa que aponta a expectativa dos consumidores brasileiros para a inflação nos 12 meses seguintes recuou em abril e ficou em 5,0%. a redução foi de 0,3 ponto percentual em relação a março. é o menor nível do índice desde agosto de 2007, quando a mediana ficou em 4,9%. na comparação com abril de 2017, houve queda de 2,5 pontos percentuais. o indicador foi divulgado nesta sexta-feira (20) pelo instituto brasileiro de economia da fundação getulio vargas (ibre/fgv). o economista do instituto pedro costa ferreira explica que essa queda reflete o momento de estabilidade da inflação no país. "a queda na expectativa de inflação dos consumidores está em linha com o que foi previsto em meses anteriores e reflete o momento de estabilidade da inflação. para os próximos meses, espera-se que o indicador de expectativa de inflação continue caindo, refletindo o bom momento do nível geral de preços da economia." do total de consumidores ouvidos na pesquisa, 47,1% projetaram valores dentro dos limites da meta de inflação de 4,5% estabelecida pelo conselho monetário nacional para este ano com a tolerância de 1,5 ponto percentual, o índice ficaria entre 3% e 6% para esses entrevistados. para 26,4% dos entrevistados o índice ficaria entre o limite inferior e a meta, que foi o intervalo mais citado. a proporção dos que indicaram inflação abaixo do limite inferior permaneceu estável, em 23,5%. pelas faixas de renda, as famílias com renda acima de r$ 9.600,00 foram as únicas que mantiveram a previsão sem recuos, com índice de 4% pelo quarto mês seguido. a maior queda ocorreu na faixa com renda familiar até r$ 2.100,00, com redução da expectativa de inflação de 6,4% em março para 5,8% em abril. a sondagem do consumidor da fgv faz uma coleta mensal de informações com mais de 2,1 mil brasileiros em porto alegre, são paulo, rio de janeiro, belo horizonte, salvador, brasília e recife. o quesito expectativa de inflação é respondido por cerca de 1,5 mil entrevistados, com uma resposta livre, sem nenhum valor sugerido. fonte: agência brasil - jornal do comércio  
20/04/2018

Expectativa de inflação dos consumidores tem menor nível desde 2007, diz FGV

 a pesquisa que aponta a expectativa dos consumidores brasileiros para a inflação nos 12 meses seguintes recuou em abril e ficou em 5,0%. a redução foi de 0,3 ponto percentual em relação a março. é o menor nível do índice desde agosto de 2007, quando a mediana ficou em 4,9%. na comparação com abril de 2017, houve queda de 2,5 pontos percentuais. o indicador foi divulgado nesta sexta-feira (20) pelo instituto brasileiro de economia da fundação getulio vargas (ibre/fgv). o economista do instituto pedro costa ferreira explica que essa queda reflete o momento de estabilidade da inflação no país. "a queda na expectativa de inflação dos consumidores está em linha com o que foi previsto em meses anteriores e reflete o momento de estabilidade da inflação. para os próximos meses, espera-se que o indicador de expectativa de inflação continue caindo, refletindo o bom momento do nível geral de preços da economia." do total de consumidores ouvidos na pesquisa, 47,1% projetaram valores dentro dos limites da meta de inflação de 4,5% estabelecida pelo conselho monetário nacional para este ano com a tolerância de 1,5 ponto percentual, o índice ficaria entre 3% e 6% para esses entrevistados. para 26,4% dos entrevistados o índice ficaria entre o limite inferior e a meta, que foi o intervalo mais citado. a proporção dos que indicaram inflação abaixo do limite inferior permaneceu estável, em 23,5%. pelas faixas de renda, as famílias com renda acima de r$ 9.600,00 foram as únicas que mantiveram a previsão sem recuos, com índice de 4% pelo quarto mês seguido. a maior queda ocorreu na faixa com renda familiar até r$ 2.100,00, com redução da expectativa de inflação de 6,4% em março para 5,8% em abril. a sondagem do consumidor da fgv faz uma coleta mensal de informações com mais de 2,1 mil brasileiros em porto alegre, são paulo, rio de janeiro, belo horizonte, salvador, brasília e recife. o quesito expectativa de inflação é respondido por cerca de 1,5 mil entrevistados, com uma resposta livre, sem nenhum valor sugerido. addthis sharing buttons share to facebookshare to twittershare to linkedinshare to e-mailshare to imprimir comentar | corrigir | compartilhar comentários seja o primeiro a comentar esta notícia hoje no jc para folhear modo texto assine já ios android capa leia também ipca-15 registra alta de 0,21% em abril, revela ibge ipca-15 registra alta de 0,21% em abril, revela ibge crescimento está de volta no brasil, diz diretora do fmi crescimento está de volta no brasil, diz diretora do fmi presidente do bc diz que ninguém se beneficia de guerra comercial entre china e eua presidente do bc diz que ninguém se beneficia de guerra comercial entre china e eua confiança da indústria cai 0,7 e atinge 101,1 pontos em abril, diz prévia da fgv confiança da indústria cai 0,7 e atinge 101,1 pontos em abril, diz prévia da fgv capinha cadastre seu e-mail no formulário abaixo para começar a receber a newsletter diária. fonte: jornal do comércio – agência brasil
20/04/2018

Confiança do consumidor sobe em abril, mas segue em nível muito baixo, diz CNI

 o índice nacional de expectativa do consumidor (inec), medido pela confederação nacional da indústria (cni), subiu apenas 0,3% em abril em relação a março, ficando em 102,2 pontos. o aumento é fraco e ainda deixa o indicador abaixo da média histórica da pesquisa, que é de 107,9 pontos. os dados foram divulgadas na manhã desta quarta-feira (25). para a cni, o resultado de abril demonstra que a confiança do brasileiro ainda é insuficiente para reativar o consumo. "há quase dois anos, o índice está oscilando em um patamar muito baixo. com isso, as pessoas têm pouca disposição para fazer compras, o que limita o crescimento do consumo e da economia como um todo", avalia o economista da cni marcelo azevedo. segundo o estudo, o inec está, desde junho de 2016, variando dentro da faixa de 100 e 105 pontos, com duas exceções, a última delas em setembro de 2017, quando o índice foi a 98,5 pontos. nos meses seguintes, até abril de 2018, o índice mostra três variações mensais positivas e quatro negativas - e acumula alta de apenas 3,8% no período. a leve recuperação registrada em abril, de acordo com a entidade, se deve a uma melhora nas expectativas do consumidor diante da inflação, do emprego e da renda pessoal nos próximos seis meses. "os índices de expectativa de inflação, desemprego e própria renda registram crescimento de mais de 2% na comparação com março. ou seja, revela que os consumidores esperam menor inflação e desemprego, e aumento de sua renda", cita o levantamento. apesar disso, o componente que avalia a expectativa quanto ao endividamento piorou, com queda de 3,4% em relação a edição anterior da pesquisa, indicando aumento das dívidas das famílias. o consumidor também vê uma piora na situação econômica, com recuos no índice de situação financeira e de compras de bens de uso doméstico de maior valor, como móveis e eletrodomésticos. os recuos nesses índices foram de -0,8% e -0,4%, respectivamente. a cni explica que o inec é um indicador que ajuda a antecipar variações na atividade econômica. "consumidores pouco confiantes tendem a diminuir as compras. com a redução do consumo, aumentam as dificuldades de recuperação da economia", reforça. o inec é elaborado em parceria com o ibope e esta edição do estudo ouviu 2.002 pessoas em 142 municípios entre 12 e 16 de abril.   jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/04/economia/623973-confianca-do-consumidor-sobe-em-abril-mas-segue-em-nivel-muito-baixo-diz-cni.html)
18/04/2018

Seguros para indústria estendem proteção de empresa para funcionários

 empresas buscam segurança nas apólices que as protegem de imprevistos que possam trazer grandes prejuízos. o setor de seguros no brasil está em constante expansão. com o reaquecimento da economia, diversas empresas buscam mais segurança ao contratar apólices que preveem a proteção contra roubo, incêndio e outros imprevistos que possam trazer grandes prejuízos. “está cada vez mais claro para representantes da indústria a necessidade de se precaver”, ressalta antoine maleh, diretor da corretora tailor insurance. “os prejuízos oriundos de incêndios, roubos ou acidentes, seja em relação à mercadoria, ao patrimônio ou até mesmo aos funcionários, podem gerar situações de difícil saída para as empresas, tornando o seguro empresarial a ferramenta mais eficaz para a proteção patrimonial garantindo perdas e saúde financeira”, acrescenta. entre os itens assegurados estão despesas fixas, lucros cessantes, perda de aluguel, deterioração de mercadorias, proteção contra equipamentos nomeados, eletrônicos e portáteis, roubo de valores em trânsito, assim como casos de tumultos, greves, atos dolosos e manifestações. se um armazém frigorífico, por exemplo, tiver suas atividades interrompidas por uma falha elétrica ocasionando em mercadoria estragada, o seguro ajuda a cobrir os prejuízos em relação aos produtos e equipamentos que foram danificados. crise deixou indústria mais cautelosa a instabilidade da economia brasileira nos últimos anos deixou empresários mais atentos aos riscos de perder dinheiro. os momentos de crise são conhecidos pela mudança de comportamento, visando mais segurança e estabilidade para desenvolver suas atividades até mesmo nos momentos mais incertos. “a crise que chegou ao brasil nos últimos anos fez com que muitos empresários buscassem medidas para evitar o prejuízo”, afirma maleh. “por isso a modalidade de ter um seguro que atende as principais necessidades das pessoas jurídicas se tornou mais popular”, continua o executivo. ou seja, se antes o seguro era considerado uma medida preventiva, atualmente ele é visto pelos empresários como uma medida necessária para garantir a existência saudável do empreendimento. para encontrar a melhor opção de seguro para a sua empresa, é importante pensar em quais são as suas necessidades. ao buscar por uma apólice, devem ser analisadas as vantagens e as coberturas previstas em contrato. afinal, o seguro para empresas não se trata apenas de proteger o patrimônio, mas também todos os trabalhadores envolvidos. porém, não são todas as empresas que conseguem contratar um seguro. diversas delas, com atividades de maior risco para as seguradoras, enfrentam dificuldades na aceitação precisando assim de uma ajuda especializada na hora da contratação. fonte: revista apólice
18/04/2018

Consumidores preferem canais tradicionais para aquisição de seguros

 um estudo do centro de pesquisa e economia do seguro (cpes) revela que os canais digitais que comercializam seguro ainda não foram capazes de deslanchar as vendas. o levantamento, realizado por miro cequinel, professor da escola nacional de seguros (funenseg), que mostra que a internet é a principal porta de entrada do consumidor para cotação e comparação de preços, mas não para o fechamento de negócios. além disso, o seguro é o produto com maior índice de rejeição na compra online. segundo pesquisa do serviço de proteção ao crédito, o setor aparece em última colocação na lista de itens compráveis online, com 6% de aceitação entre os consumidores. fonte: comunicação sincor-sp
18/04/2018

Provedora de dados e analytics investe no mercado brasileiro de seguros

 a lexisnexis risk solutions, provedora global de dados, analytics e insights de mercado, está investindo no mercado brasileiro de seguros com a contratação de profissionais, recursos e tecnologia. a empresa não revela os valores, mas em 2017, fixou presença local, com um novo escritório em são paulo, para atender à demanda por melhores dados e analytics por parte das seguradoras de automóveis e de saúde, além de aumentar a sua operação global. localmente, a empresa trabalha em parceria com as principais seguradoras de veículos, permitindo precificação e subscrição mais precisos por meio do uso da telemetria. o investimento no brasil contará com contratações de especialistas, inclusive profissionais do setor de seguro de automóveis e de saúde, cientistas de dados e gestores de tecnologia que conduzirão no país a operação de uma plataforma de tecnologia de processamento de dados de alta performance. a disciplina de tecnologia da lexisnexis foca na gestão digital para todos os negócios, compliance de dados e processos de segurança de nível mundial. além disso, a empresa fornecerá serviços inovadores de analytics. o investimento acelerara ainda mais os planos de oferta de informações mais apuradas sobre riscos originadas tanto dos dados fornecidos pelas seguradoras como por fontes terceirizadas. fonte: ti inside
18/04/2018

Corretor deve ficar atento a detalhes na previdência privada

 o corretor de seguros que pretende diversificar sua carteira de negócios e apostar no potencial da previdência complementar deve ficar atento a algumas características desse produto. como alerta a susep em seu site, há questões relevantes a se observar, incluindo o fato de a possibilidade de resgate não estar disponível em alguns planos. “o resgate consiste na restituição do montante acumulado na provisão matemática de benefícios a conceder constituída, devendo ser observado o regime financeiro (repartição / capitalização) adotado na estruturação do plano de previdência complementar aberta”, orienta a autarquia. outro ponto importante é o prazo legal de 30 dias, após o recebimento de todos os documentos solicitados para o início do pagamento do benefício. além disso, o corretor deve orientar seus clientes sobre os planos de previdência complementar aberta que podem ser utilizados para a redução na base de cálculo do imposto de renda. de acordo com a susep, podem ser utilizados para essa finalidade os planos de renda por sobrevivência, pensão por morte e renda por invalidez. “mas lembre-se que a dedução das contribuições só poderá ser até 12% de sua renda bruta”, adverte a autarquia. a susep lembra ainda que, se o participante omitir uma doença que saiba ser portador antes da contratação do plano de previdência e não tenha mencionado na proposta de inscrição ou na declaração pessoal de saúde fornecida à entidade ou seguradora, esta poderá negar o pagamento do benefício contratado “sem a devolução das contribuições já pagas”. o corretor deve ainda explicar ao cliente que, nos planos de previdência complementar aberta, é prevista cláusula de atualização monetária, sendo o indexador e a periodicidade previstos no regulamento. além da atualização, no regulamento dos planos por idade ou faixa etária contratados está previsto o reajuste técnico em decorrência da mudança da idade (planos de pecúlio, pensão e invalidez estruturados no regime financeiro de repartição). já para os planos de renda por sobrevivência, estruturados na modalidade de benefício definido, o aumento da contribuição acima do indexador previsto no plano será em decorrência da repactuação. fonte: cqcs
18/04/2018

Conheça os 7 pecados que levam ao endividamento e à inadimplência

 grande parcela da população brasileira se encontra endividada ou inadimplente, ocasionando problemas que vão muito além do dinheiro, envolvendo até mesmo relações familiares e saúde. esse crescimento, com certeza tem muito em relação à crise política e financeira que passamos, todavia, outras questões também são geradoras desse problema. repare que, mesmo antes desse período de dificuldades, a quantidade de endividados e inadimplentes já era alta. enfim, existem outros fatores que geram essa situação e, para melhor entendimento, decidi detalhar os sete principais pecados que levam as pessoas a se tornarem inadimplentes: falta de educação financeira: sem possuir educação financeira, as pessoas não conhecem sobre a importância do dinheiro e as formas corretas de utilizá-lo, então, ficam a um passo das dívidas. isso acontece com a maior parte da população, pois nem os pais e nem as escolas ensinam isso para as crianças e adolescentes e depois que crescem, ficam expostos a sociedade de consumo, na qual esse tipo de informação não é interessante. o caminho para sair desta situação é buscar cursos e livros sobre o tema. também é fundamental a preocupação com as crianças, ensinando de forma lúdica e solicitando a inserção deste nas escolas. falta de planejamento: as pessoas não sabem para onde vai o dinheiro que recebem e não possuem controle. isso é reflexo direto do pecado anterior, as pessoas ganham e gastam sem controle nenhum ou com um controle superficial, não se dando conta que o descontrole financeiro não acontece nos grandes gastos, mas sim nos pequenos. para evitar que isso ocorra, o correto é o preenchimento de uma caderneta diária de todos os gastos, que chamamos de apontamento, e realizar uma planilha mensal por três meses, conhecendo, assim, os seus verdadeiros números. marketing e publicidade: a suscetibilidade às ferramentas de marketing e publicidade faz com que as pessoas comprem o que elas não precisam. isso acontece diariamente por meio de ações expostas na televisão, nas ruas, no trabalho. as mensagens são muitas e as pessoas passam a acreditar que parte do que é oferecido é realmente necessário. o caminho para evitar esse problema é não comprar por impulso; o ideal é se questionar se realmente precisa desse produto, qual a função que terá em sua vida, etc. também é interessante deixar a compra para outro dia, quando terá refletido sobre se quer realmente o produto. crédito fácil: buscar ferramentas de crédito fácil, como empréstimos, crediários, financiamentos, limite do cheque especial ou pagar o mínimo de cartão de crédito já é uma forma de endividamento. o mercado oferece milhares de produtos de fácil acesso, contudo, os juros cobrados são abusivos e fazem com que a inadimplênciase torne alta. assim, a solução é evitar esses meios. no caso de cartão de crédito, o ideal é ter só um e, em caso de descontrole, até mesmo eliminar. também é interessante não ter limite de cheque especial e evitar os empréstimos e crediários. parcelamentos: ao parcelar as compras, as pessoas não percebem que já estão se endividando. para piorar, muitas vezes, o consumidor esquece de colocar esses valores no orçamento, o que pode comprometer seriamente as finanças. um parcelamento, na verdade, é uma forma de crédito, pois você está usando um dinheiro que não possui para comprar um produto. caso seja fundamental parcelar, deverá constar no orçamento mensal da pessoa, que sempre que receber seus rendimentos, separará parte do valor para pagar essa dívida. também é interessante ter uma poupança paralela, para que, em caso de imprevistos, tenha como arcar com esses valores. falta de sonhos: não ter objetivo para o dinheiro causa inadimplência. se a pessoa não tem determinado o objetivo para o dinheiro, gastará de forma irresponsável, levando ao endividamento. isso ocorre muito pela falta de capacidade das pessoas de sonharem, vivendo apenas o presente. para sair deste problema, é recomendável fazer um exercício simples, refletir sobre quais são realmente os seus sonhos, o que se quer para o futuro. tendo isso estabelecido, deve cotar os valores e determinar parte de seu dinheiro, quando recebê-lo para esse fim. com isso em mente, será muito mais difícil cair nas armadilhas do consumismo e crédito fácil. necessidade de status social: acreditar que consumir é importante para ser aceito socialmente faz com que as pessoas comprem sem ter condições. isso porque acreditam que possuir alguma coisa é o que fará a diferença para os outros, e não o que ela realmente é. isso é um valor errado de que ter produtos é sinônimo de felicidade. o consumo dessa maneira irá apenas suprir a dificuldade de relacionamento interpessoal. a solução para esta questão é ter objetivos claros e perceber que é muito mais importante ter conteúdo do que ter produto. ao citar esses sete erros que levam à inadimplência, não quer dizer que não existam outros, mas acredito que esses sejam vitais para que uma pessoa ou família se atentem. quem investe em seus conhecimentos, tem maior chance de se dar bem na vida e, quem tem a educação financeira como um dos requisitos básicos para se viver bem, certamente, poderá desfrutar muito melhor desta vida. enfim, vamos todos investir em nossa saúde financeira para dar sustentabilidade às nossas principais saúdes: física, mental e espiritual. fonte: segs por paulo ucelli reinaldo domingos, educador financeiro, presidente da associação brasileira de educadores financeiros (abefin) e autor de diversas obras sobre o tema dentre as quais o best-seller terapia financeira.

No mês da conscientização no trânsito, confira dicas para evitar acidentes


24/05/2019
Maio é conhecido como o mês da prevenção aos acidentes de trânsito. De acordo com pesquisa realizada pelo Observatório Nacional de Segurança Viárias, 90% dos acidentes são causados por falhas humanas, como imprudência, desatenção e falta de cuidado com o veículo.
Por isso, é essencial que o motorista esteja atento a todo o ambiente e também mantenha o automóvel em perfeito funcionamento, podendo, assim, mudar as estatísticas.
O Gerente dos Centros Automotivos Porto Seguro, Marcos Iombriller, traz dicas de como os acidentes podem ser evitados.

Manutenção do automóvel

Manter a manutenção do veículo em dia, além de ter atenção e cuidado ao dirigir é o que faz a diferença para encarar o trânsito. A Porto Seguro conta com uma rede de Centros Automotivos, onde é possível realizar a troca de óleo, inspecionar os freios, pneus e luzes, pontos essenciais para garantir a segurança no trânsito. “Muitas vezes, os condutores se esquecem e acreditam que o seu carro nunca irá causar problemas, deixando, assim, de realizar os devidos reparos”, afirma Marcos.

Fique atento aos sinais do carro

Marcos ressalta também a importância de estar atento aos sinais que o veículo passa ao motorista. “Sons diferentes, sensação diferente ao dirigir (por exemplo quando o carro parece não andar em linha reta) podem apontar sinal de alerta de que algo está errado”, explica o gerente.

Reparos no veículo é um investimento

Outra dica para evitar acidentes é não encarar os reparos preventivos como um gasto. “Você estará investindo na sua segurança e na de todas as pessoas que utilizarem o veículo. Além disso, esses pequenos reparos evitam grandes problemas do carro no futuro”, diz.

Seja Gentil

Assumir as responsabilidades pelo veículo, tendo atenção, cuidado ao conduzir e replicar ações de gentileza é a certeza de uma locomoção mais segura. Manter uma distância segura, respeitar os sinais de trânsito e a faixa de pedestre fazem a diferença.
O Porto Seguro Auto conta com a campanha Trânsito+gentil, a fim de incentivar um trânsito mais tranquilo e com melhores práticas entre condutores, pedestres e ciclistas no trânsito.

Fonte: SindsegRS

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