28/05/2018

Planejar para crescer

 o planejamento de carreira permite o desenvolvimento de habilidades específicas requeridas para determinados cargos e facilita a visualização de quais cursos e certificados são necessários não há quem não queira subir na carreira e desbravar novos desafios. a aspiração por crescimento é saudável e extremamente benéfica, mas o caminho até o cargo sonhado deve ser trilhado com cuidado e planejamento. segundo a coach profissional patrícia araujo, ceo da propat, o primeiro passo é definir com precisão o objetivo de carreira: “é necessário que o profissional determine o que é importante para ele e o que ele efetivamente deseja: aumento de salário, posição de maior destaque, um novo cargo na mesma empresa, migrar para outra companhia ou até mesmo mudar de profissão”, explica. identificando as metas e desafios profissionais, é possível planejar o passo a passo da ascensão de carreira, como a participação em cursos e seminários e a conquista de certificações, entre outros itens que possam ser requeridos pelo empregador na hora em que aparecer a oportunidade de ouro. em seguida, deve-se mapear as competências e habilidades requeridas pelo cargo almejado. “é muito comum a pessoa querer uma vaga determinada, mas não estar preparada para aquela missão, mesmo sendo um excelente funcionário. para cada cargo, há características específicas que o profissional deve ter. como nem todo mundo nasce com essas habilidades, é preciso desenvolvê-las”, destaca patrícia. além das competências específicas, há também aquelas que hoje são muito valorizadas pelo mercado, independentemente da área de atuação. trabalhar em equipe, saber se comunicar, saber negociar, lidar com as diferenças, ter autonomia e capacidade de decisão, ser criativo, ousado e inovador, saber ouvir, focar em resultados, motivar e engajar, ser resiliente e saber lidar com o inesperado e com as incertezas em um ambiente cada vez mais dinâmico são apenas algumas das novas habilidades demandadas. “para se firmar no mercado e, principalmente, para crescer, é preciso dominar competências emocionais e comportamentais que vão além do currículo”, reforça a ceo da propat. patrícia também recomenda que o profissional faça uma autoanálise, para identificar quais competências já domina e, sobretudo, conhecer suas limitações. “é muito importante ressaltar aquilo que se tem de positivo, mas é fundamental melhorar naquilo em que não se é bom e desenvolver as habilidades deficitárias”, orienta patrícia araujo.
28/05/2018

Mercado reduz expectativa de alta do PIB de 2,50% para 2,37% em 2018

 o mercado financeiro reduziu suas projeções para o produto interno bruto (pib) em 2018. a expectativa de alta para o pib este ano foi de 2,50% para 2,37% no relatório de mercado focus divulgado nesta segunda-feira (28). há quatro semanas, a estimativa era de crescimento de 2,75%. para 2019, o mercado manteve a previsão de alta do pib de 3,00%, mesmo patamar de quatro semanas atrás. no dia 16 de maio, o banco central divulgou os dados de seu índice de atividade (ibc-br) referente a março. o indicador cedeu 0,74% em relação a fevereiro, na série com ajuste sazonal. no primeiro trimestre, houve uma queda de 0,86% ante o mesmo período do ano passado, na série sem ajuste sazonal. a projeção do bc, já passível de atualização, é de alta de 2,6% para o pib em 2018. o ministério da fazenda ainda trabalha com um porcentual de 3,0%. a mediana do ipca - índice oficial da inflação - para 2018 foi de 3,50% para 3,60%, elevando a expectativa. há um mês, o ipca estava em 3,49%. já a projeção para o índice em 2019 passou de 4,01% para 4,00%. quatro semanas atrás, estava em 4,03%. em abril, o ipca subiu 0,22%, abaixo do que era esperado pelo mercado. no acumulado do ano, o índice de preços avançou 0,92%. o câmbio no fim deste ano passou de r$ 3,43 para r$ 3,48, ante os r$ 3,35 verificados há um mês. já o câmbio médio no ano passou de r$ 3,45 para r$ 3,46, ante r$ 3,34 de um mês atrás. para 2019, a projeção para o câmbio no fim do ano foi de r$ 3,45 para r$ 3,47, ante r$ 3,40 de quatro pesquisas atrás. já a expectativa para o câmbio médio no próximo ano seguiu em r$ 3,40, ante r$ 3,37 de um mês atrás. o mercado projeta que a selic este ano passa de 6,25% ao ano para 6,50% ao ano. há um mês, estava em 6,25%. já a projeção para a selic em 2019 permaneceu em 8,00% ao ano, valor igual ao verificado há quatro semanas. na semana passada, o comitê de política monetária (copom) publicou a ata de seu último encontro, quando a selic foi mantida em 6,50% ao ano, contrariando a maioria dos economistas do mercado. no relatório focus desta segunda-feira, a projeção para a produção industrial de 2018 seguiu indicando alta de 3,80%. há um mês, estava em 4,28%. no caso de 2019, a estimativa de crescimento da produção industrial seguiu em 3,50%, igual ao verificado quatro semanas antes. a pesquisa mostrou ainda que a projeção para o indicador que mede a relação entre a dívida líquida do setor público e o pib para 2018 seguiu em 55,00%. há um mês, estava no mesmo patamar. para 2019, a expectativa permaneceu em 57,00%, também igual ao verificado um mês atrás.   balança comercial os economistas do mercado financeiro alteraram a projeção para a balança comercial em 2018 na pesquisa focus. a estimativa de superávit comercial passou de us$ 56,10 bilhões para us$ 57,15 bilhões. um mês atrás, a previsão estava em us$ 56,10 bilhões. para 2019, a estimativa de superávit foi de us$ 47,63 bilhões para us$ 49,80 bilhões, ante us$ 45,00 bilhões de um mês antes. na estimativa mais recente do bc, o saldo positivo de 2018 ficará em us$ 56 bilhões. no caso da conta corrente, as previsões contidas no focus para 2018 foram de déficit de us$ 25,08 bilhões para resultado negativo de us$ 23,50 bilhões, ante us$ 25,00 bilhões de quatro semanas antes. para 2019, a projeção de rombo passou de us$ 38,05 bilhões para us$ 38,40 bilhões. um mês atrás, o rombo projetado para o próximo ano era de us$ 38,58 bilhões. para os analistas consultados semanalmente pelo bc, o ingresso de investimento direto no país (idp) será mais do que suficiente para cobrir o resultado deficitário, tanto em 2018 quanto em 2019. a mediana das previsões para o idp em 2018 seguiu em us$ 75,00 bilhões, igual a um mês atrás. para 2019, a expectativa está em us$ 80,00 bilhões, mesmo valor de uma semana e um mês antes.   jornal do comércio (http://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/2018/05/economia/629809-mercado-reduz-expectativa-de-alta-do-pib-de-2-50-para-2-37-em-2018.html)  
28/05/2018

Volatilidade externa e economia em ritmo lento afetam mercado de capitais

 a expectativa em relação à mudança da política monetária nos estados unidos aumentou a seletividade dos investidores em relação aos seus investimentos, sobretudo nos mercados emergentes. somado a isso, a recuperação da economia brasileira em ritmo muito mais lento do que o esperado e o cenário eleitoral incerto também contribuem para a maior cautela na escolha dos ativos pelo investidor. os efeitos desse cenário já são vistos no mercado de capitais brasileiro. neste ano, das emissões de ações no "pipeline" (jargão do mercado financeiro para negócios em fase de preparação), algumas não tiveram sucesso, evidenciando a seletividade dos investidores. entre elas, blau farmacêutica, ri happy e grupo dass. outras desistiram ao sondar o mercado, como jhsf malls e centauro, por exemplo. em relação a emissões externas, a light e a usina coruripe aguardam momento mais propício para emitirem. a disparada do dólar no mundo e a alta de juros nos estados unidos já estão criando ambiente "menos amigável" aos emergentes, mas os investidores vão seguir buscando boas oportunidades de retorno, embora possam exigir maiores prêmios, por conta do maior risco cambial nos emergentes, avalia o instituto internacional de finanças (iif), formado pelos 500 maiores bancos do mundo. "agora, o mercado está 10 vezes mais seletivo. os investidores não vão comprar qualquer 'case', mas de empresas com fundamento, que tenham base de crescimento, do setor", diz o vice-presidente executivo do itaú bba, alberto fernandes. segundo ele, uma possível mudança da política monetária nos estados unidos tem afetado todos os emergentes e desviado a atenção dos investidores. o aumento do nervosismo dos mercados começou nas últimas semanas, com a elevação da aposta de que a alta de juros nos eua pode ter um ritmo maior do que previsto inicialmente. com isso, o dólar vem se valorizando em relação a outras moedas e criando um ambiente menos favorável para a entrada de fluxo de capital nos emergentes. a mudança do cenário no exterior está fazendo os investidores a fazerem um rebalanceamento de suas carteiras, ressalta o economista-chefe da gestora western asset, adauto lima. a elevação de juros nos estados unidos aumenta a atratividade dos títulos daquele país, muito mais seguros. nos emergentes, brasil e méxico passarão por eleições muito disputadas que ajudam a elevar o quadro de incerteza. nesse ambiente, o apetite dos estrangeiros em relação aos ativos brasileiros segue firme, mas a seletividade dá o tom, destaca renato ejnisman, diretor executivo do bradesco. "não será qualquer nome que irá a mercado e não a qualquer preço", diz o executivo. "a empresa que passar por essa 'régua' vai encontrar demanda", afirma. por conta da atual volatilidade da moeda, ejnisman pondera que algumas ofertas podem demorar pouco mais para ir ao mercado. mesmo com esse cenário e pelo ano eleitoral, a atividade dos bancos de investimentos segue aquecida, comenta o responsável pelo banco de investimento do bank of america merrill lynch, hans lin. "o nível está bom para um ano de eleição. o que está afetando neste momento são fatores externos e ainda uma recuperação da economia brasileira mais lenta do que o esperado", afirma. as eleições locais devem começar a ganhar a cena a partir do fim de julho, afirma lin. segundo ele, a expectativa é de uma janela aberta para emissão de ações em julho e já há, inclusive, uma fila de cerca de seis empresas se preparando para estrearem no mercado, segundo apurou o broadcast, serviço de notícias em tempo real do grupo estado. apesar do cenário menos favorável, as empresas brasileiras tiveram sucesso ao longo dos últimos meses para acessarem o mercado. as grandes companhias, por exemplo, conseguiram aproveitar e trocar dívida cara por mais barata acessando o mercado externo, lembra o responsável pelo banco de investimento do morgan stanley no brasil, alessandro zema. "as grandes empresas não estão com a corda no pescoço e têm o luxo de poder esperar (uma normalização). a fase de necessidade já passou", afirma o executivo. já aquelas que ainda precisam realizar o "liability management" (gestão de ativos e passivos da empresa) poderão esperar para realizar em um melhor momento. apesar do impacto ser mais imediato nas captações externas, o mesmo movimento é observado no mercado de renda variável. "o apetite externo é muito seletivo e não serão todas as histórias que virão a mercado que funcionarão, mas o sucesso das últimas três emissões do mercado de ações (notredame, hapvida e banco inter) mostrou claramente que o mercado está disposto a realizar investimentos", salienta zema.   jornal do comércio (http://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/2018/05/economia/629867-volatilidade-externa-e-economia-em-ritmo-lento-afetam-mercado-de-capitais.html)
28/05/2018

Petrobras reduz preço da gasolina em 2,84% e diesel permanece com mesmo valor

 a petrobras anunciou que, com o reajuste que entrará em vigor na terça-feira (29), o preço médio do litro da gasolina a sem tributo nas refinarias será de r$ 1,9526, com queda de 2,84% em relação à média atual de r$ 2,0096. já o preço médio nacional do litro do diesel a permanece em r$ 2,1016. para tentar pôr fim à greve, o presidente michel temer cedeu e reduziu em r$ 0,46 o valor do diesel, com corte em tributos como a cide e o pis/cofins. foi garantido também o congelamento do preço do diesel por 60 dias. depois disso, o reajuste será mensal, de 30 em 30 dias. o governo publicou, em edição extra do diário oficial da união, as três medidas provisórias (mps) para atender a novos pedidos dos caminhoneiros.   jornal do comércio (http://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/2018/05/economia/629829-petrobras-reduz-preco-da-gasolina-em-2-84-e-diesel-permanece-com-mesmo-valor.html)
23/05/2018

41% dos poupadores sacaram parte de suas reservas em março, revela indicador do SPC Brasil e CNDL

 falta de conhecimento sobre outras formas de investir é principal razão para quem deixa dinheiro guardado na poupança, conta corrente ou na própria casa. apenas 20% dos brasileiros conseguiram poupar em março. quantia foi de r$ 491, em média. o indicador de reserva financeira apurado pelo serviço de proteção ao crédito (spc brasil) e pela confederação nacional de dirigentes lojistas (cndl) revela que parte dos consumidores está tendo que recorrer às suas reservas financeiras para lidar com imprevistos, entre outras situações. em cada dez poupadores, quatro (41%) sacaram ao menos parte dos recursos que possuem guardados no último mês de março. a maior parte recorreu a esse dinheiro para lidar com alguma situação emergencial, citada por 12% das pessoas ouvidas. outros 9% utilizaram parte da reserva porque os rendimentos que possuem não foram suficientes para cobrir as despesas e demais compromissos. os que fizeram saques para adquirir algum bem também somam 9% da amostra. “a grande vantagem de ser um poupador é poder contar com uma reserva para situações inesperadas. isso traz mais segurança e previsibilidade no dia a dia do consumidor, que não precisará recorrer a empréstimos para superar um momento de dificuldade financeira”, explica a economista-chefe do spc brasil, marcela kawauti. 73% dos brasileiros não puderam guardar dinheiro em março; baixa renda e imprevisto são principais motivos de modo geral, o indicador revela que mesmo com a tímida melhora recente do cenário econômico, o hábito de poupar continua pouco frequente entre os consumidores brasileiros, o que indica que a crise econômica não é o principal motivo desse comportamento. no último mês de março, apenas 20% dos brasileiros conseguiram concluir com sobras no orçamento para investir. e a quantia média foi de r$ 491,06. os que não guardarem nenhum centavo de seus rendimentos formam 73% dos entrevistados, dado ligeiramente maior que o observado em março do ano passado, quando estava em 76%. questionados sobre o hábito de poupar, e não somente sobre a poupança no último mês, quase um terço dos consumidores sondados (32%) disse possuir esse costume, sendo que 10% estipulam um valor fixo a ser poupado e 22% guardam apenas o que sobra do orçamento. os que não possuem o hábito de poupar formam 60% dos consumidores. entre aqueles que não pouparam em março, a baixa renda é a razão mais mencionada, com 44% de citações. isso faz com que a taxa de poupadores das classes c, d e e seja ainda menor do que a média total, de apenas 15% dos entrevistados (contra 37% dos brasileiros de mais alta renda). outras razões também dadas como justificativas para não pouparem são os imprevistos (19%), não possuírem renda no momento (14%) e o descontrole financeiro (9%). “o fato de tantas pessoas citarem imprevistos por não conseguirem encerrar o mês com dinheiro sobrando no salário apenas reforça a ideia de que é preciso contar com um dinheiro aplicado, já que acontecimentos de emergência podem acontecer e, nem sempre, é possível cobri-los apenas com a renda. outra situação preocupante é que as pessoas deixam de poupar porque não são controladas o suficiente no manejo do dinheiro. a disciplina é fundamental para formarmos cidadãos equilibrados financeiramente”, alerta o educador financeiro do portal ‘meu bolso feliz’, josé vignoli. 52% dos poupadores mantém reserva para situações de emergência e seis em cada dez recorrem à caderneta de poupança entre aqueles que costumam poupar, novamente o imprevisto é a razão mais citada para se ter esse tipo de precaução. mais da metade (51%) dos entrevistados citaram essa opção ao serem questionados. quase um terço (32%) guardam dinheiro para garantir um futuro melhor a família, enquanto 27% querem estar preparados para uma situação de desemprego e 19% almejam realizar alguma viagem. o levantamento demonstra que os brasileiros que guardam dinheiro, contudo, precisam melhorar quando o assunto é onde eles aplicam esse dinheiro que sobra no orçamento. a caderneta de poupança continua como o principal destino das reservas financeiras dos consumidores, com 63% de citações. em seguida aparecem aqueles que guardam o dinheiro em casa (25%) ou na conta corrente (21%), alternativas arriscadas do ponto de vista da segurança ou que deixam de gerar rendimento a partir de juros. as modalidades mais sofisticadas e que podem proporcionar melhores retornos foram citadas por uma pequena parcela desses consumidores. os fundos de investimento, por exemplo, foram citados por 11% e a previdência privada, por 7%. em seguida, apareceram o tesouro direto (4%), os cdbs (4%) as lcis e lcas (2%) e o dólar (2%). para os poupadores que fazem as opções mais conservadoras de manter em casa, na conta corrente ou mesmo na poupança, a principal razão foi a preferência por ter o dinheiro a disposição em um lugar fácil de retirar (29%), além da falta de conhecimento para fazer outros tipos de investimentos (28%). “é preciso aprimorar os hábitos dos poupadores para que eles busquem alternativas mais rentáveis, pois aplicar o dinheiro com inteligência é fundamental para atingir objetivos financeiros no futuro. para cada tipo de meta, existem diferentes aplicações. se a preocupação do consumido for a liquidez, ou seja, poder sacar a qualquer momento, o dinheiro pode ser depositado em uma conta poupança. o tesouro direto selic, por exemplo, também pode ser uma alternativa mais rentável para o curto prazo. mas quando se fala no médio e longo prazo, a diversificação é essencial. deixar uma reserva parada na conta corrente ou em casa não é uma atitude saudável”, afirma vignoli. metodologia o indicador abrange 12 capitais das cinco regiões brasileiras: são paulo, rio de janeiro, belo horizonte, porto alegre, curitiba, recife, salvador, fortaleza, brasília, goiânia, manaus e belém. juntas, essas cidades somam aproximadamente 80% da população residente nas capitais. a amostra, de 800 casos, foi composta por pessoas com idade superior ou igual a 18 anos, de ambos os sexos e de todas as classes sociais. a margem de erro é de 3,5 pontos percentuais a uma margem de confiança de 95%. baixe a íntegra do indicador em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas/indices-economicos. fonte: portal nacional de seguros por andrea giardino
23/05/2018

A hora do crédito com duplicatas

 será votado na próxima semana na câmara dos deputados o projeto de lei 9.327/17, que dispõe sobre a emissão de duplicata sob a forma escritural, conhecida como duplicata eletrônica, e agiliza o processo de cobrança em caso de inadimplência do título. o projeto de lei faz parte de uma série de iniciativas relacionadas a esse mercado que visam a criar um ambiente de negócios favorável com maior oferta de crédito e menores custos. o primeiro passo foi dado pela associação comercial de são paulo, preocupada com o ambiente de crédito para o pequeno e o médio empresário, lançou a ideia da criação da duplicata escritural em novembro de 2016, concretizada através de uma efetiva prestação de serviços que dota o processo de crédito com duplicatas de mais transparência, aproximando empresa e o mercado financeiro. logo em seguida, o assunto se tornou agenda nacional, quando o ministério da fazenda incluiu a duplicata eletrônica entre as medidas microeconômicas necessárias para retomada do crescimento do país. em fevereiro de 2017, o tema também passou a integrar a agenda bc+, uma agenda de trabalho que visa a revisar questões estruturais do banco central e do sistema financeiro nacional, entre elas, a melhoria do ambiente creditício nacional . a resolução bacen 4.593/17, que dispõe sobre o registro e o depósito centralizado de ativos financeiros e valores mobiliários, por exemplo, define a duplicata como ativo financeiro, entre outras disposições. em 2017, foi promulgada ainda a lei 13.476 que dispõe sobre a constituição de gravames e ônus sobre ativos financeiros e valores mobiliários e também confere à entidade registradora autorizada a funcionar pelo banco central a competência de constituir ônus e gravames sobre ativos financeiros com eficácia contra terceiros. o próximo passo na construção do ambiente de negócios favorável é o projeto de lei 9.327/17, ora em tramitação no congresso. o projeto é mais do que necessário, principalmente quando se coloca em perspectiva as dimensões e o dinamismo do mercado de crédito com duplicatas e que tem ainda expressivo potencial de crescimento se ganhar mais eficiência na sua forma de operar. a produção de crédito que envolve duplicatas deu um salto no ano passado, somando r$ 825 bilhões, 38% maior em comparação a r$ 599 bilhões em 2016. além disso, prevê-se que o volume total concedido cresça para r$ 866 bilhões em 2018 e que continue evoluindo até pelo menos o ano de 2022, quando deverá ficar próximo de r$ 1 trilhão. além do volume em alta, a participação das duplicatas no total de crédito direcionado a pessoas jurídicas já supera 40%. os dados são de levantamento da crdc (central de registro de direitos creditórios), que contempla também a movimentação dos segmentos de fundos de investimento em direitos creditórios (fidcs) e de fomento mercantil, também chamado de fomento comercial ou factoring, além dos dados do sistema financeiro nacional, divulgados pelo banco central. em um mercado dessa relevância econômica e com esse potencial de crescimento, eficiência é palavra chave. e muito pode ser feito nesse sentido: é necessário que as duplicatas, importante instrumento de crédito, sobretudo das empresas menores, ganhem credibilidade, oferecendo segurança às partes envolvidas no processo . a tão almejada eficiência no crédito com duplicatas será alcançada com a combinação de três ações fundamentais que as levarão do patamar atual de instrumento de crédito ultrapassado e desacreditado ao de instrumento de crédito moderno e confiável: mais transparência nas transações, a chamada redução da assimetria de informação, processos padronizados aplicáveis a 100% das transações e atualização legal. como mencionado, o governo tem se empenhado na atualização do arcabouço legal relacionado e a crdc, ao longo dos seus mais de dois anos de operação, tem contribuído de forma crescente para a transparência na relação entre empresas e o mercado de crédito, bem como para a digitalização dos processos de concessão de crédito, permitindo ao agente financeiro efetivamente considerar a duplicata na avaliação do crédito da empresa. a experiência adquirida com a atuação nesse mercado, processando mais de 2 milhões de duplicatas todo o mês, leva a crdc a concluir que a transparência promoverá também a redução da necessidade de colaterais em financiamento de capital de giro, o que será muito importante para aliviar o dia a dia das empresas, com mais agilidade e menos garantias, o que permitirá também reduzir o custo desses empréstimos. dessa forma, criam-se condições para melhorar o ambiente de negócios, atendendo a demanda crescente das empresas de vários portes e, ao mesmo tempo, dotando as instituições financeiras de informações cada vez mais claras e precisas para “precificação” dessas operações. inicia-se, portanto, um círculo virtuoso em que, com informação disponibilizada em tempo real e simplicidade dos sistemas, todas as partes saem ganhando – inclusive a economia de maneira geral -, já que empresas com acesso a crédito de capital de giro certamente têm mais condições de girar o seu negócio e, assim, colaborar para o crescimento sustentável da economia. fonte: portal nacional de seguros por tatiana piva
23/05/2018

Benefícios sucessórios dos planos de previdência privada

 muitos acreditam que falar em planejamento sucessório é levantar de alguma forma o assunto sobre sua morte, o que, na maioria das vezes, causa mal-estar. todos partiremos, e, de maneira inesperada ou não, deixaremos para trás familiares que, diante da surpresa de que, por não terem se planejado, terão como consequência o desarranjo familiar ou até mesmo o comprometimento dos negócios da família. nestes casos, o planejamento sucessório sempre é a melhor solução, pois é o que trará segurança de forma mais econômica e com menos conflitos para dispor do patrimônio em vida. importante lembrar, não importa o tamanho do patrimônio constituído! uma das opções disponíveis para o planejamento sucessório são os planos de previdência privada. os recursos são transferidos para esse fundo e nele poderão ser indicados beneficiários que, após a morte do titular do plano, terão acesso ao capital acumulado. nesta opção está dispensada a existência de um inventário para levantamento dos valores. os beneficiários poderão receber o montante de uma única vez ou em forma de renda mensal temporária. dentre as vantagens em optar por esses planos estão: o fato de o volume investido/acumulado não entrar em inventário, a burocracia ser significativamente reduzida em termos de liberação do montante, podendo, em alguns casos, apenas apresentar o atestado de morte e a tributação diferenciada. com algumas mudanças na legislação em dezembro de 2015, alguns estados passaram a cobrar o imposto de transmissão causa mortis e doação (itcmd) sobre os saldos desses planos. esta tributação seria inconstitucional sobre vários pontos de vista e, portanto, questionável na justiça. a alíquota poderá chegar a até 8%. aqueles planejamentos que foram construídos no início da vida necessitam ser revisados, periodicamente, para que se adequem aos diferentes cenários com o passar dos anos. não existe uma idade padrão para iniciar o planejamento. nunca será cedo demais ou tarde demais para iniciá-lo. fica claro que, além da importância em constituir um patrimônio sólido, o grande objetivo é conseguir preservá-lo por gerações. fonte: vivian brito hernandes é administradora de empresas e gerente do escritório atique & mello advogados
23/05/2018

Crescimento puxado pelo investimento

  retomada da economia | para ana carla abrão, aumentar a produtividade do brasil significa promover a reforma da máquina pública e melhorar a eficiência na gestão de pessoas para aumentar a produtividade do país, a economista ana carla abrão tem defendido a reforma da máquina pública, com mais eficiência na gestão de pessoas e otimização do orçamento público. segundo ela, o país atravessou uma das maiores recessões e precisa retomar o crescimento, que deve vir de investimentos e não apenas do aumento do consumo.  enquanto secretária de estado da fazenda de goiás (2015-2017), ana carla promoveu o maior ajuste fiscal entre os entes subnacionais, transformando o déficit primário de r$ 650 milhões, em 2014, para superávit de r$ 1 bilhão, em 2016. para as contas do brasil, ela aponta a mesma linha de tratamento: ajuste no orçamento e reformas, entre elas, a da previdência.  “a previdência hoje transfere renda dos mais pobres para os mais ricos. como sociedade, vamos manter essa situação de injustiça? vamos manter um sistema que transfere renda para os mais ricos num país em que a desigualdade de renda é absurda? esse é o debate que tem de ser feito”, avalia.  em fortaleza, ana carla concedeu entrevista exclusiva ao o povo por ocasião da palestra que realizou no fórum “ceará em debate”, no auditório do instituto de pesquisa e estratégia econômica do ceará (ipece), em parceria com a secretaria do planejamento e gestão (seplag).   o povo - é preciso reinventar a máquina pública. de que forma?  ana carla abrão - definitivamente. a gente teve reformas importantes nos últimos anos, conseguiu avançar em muitos aspectos, mas estou absolutamente convencida de que a reforma da máquina pública é o caminho para a melhoria nos serviços públicos, mais valorização do servidor público, e também equilíbrio fiscal. são três aspectos fundamentais que só conseguiremos com uma alteração no modelo atual de gestão pública, do sistema administrativo em si. quando a gente fala de reforma da máquina pública, é trazer o conceito de gestão de pessoas para dentro do setor público. qualquer resultado ou objetivo que se busque é construído pelas pessoas. é por isso que acredito que o modelo precisa ser revisto para garantir que as pessoas dentro do serviço público estejam alinhadas com os resultados que a sociedade e o cidadão esperam, do ponto de vista de qualidade do serviço público, planejamento, gestão do orçamento e entrega para a sociedade daquilo que ela paga com impostos e, obviamente, quer receber de volta.   op - dentro dessa gestão de pessoas, quais seriam os pontos de mudança mais importantes? ana carla abrão - avaliação de performance, a gente sabe que isso foi adotado lá atrás, foi um resultado da reforma administrativa de 1998, mas que ao longo do tempo foi se perdendo. primeiro que foi adotado parcialmente, e hoje se percebe que esses processos têm tudo menos avaliação de fato de performance e não premiam a meritocracia, que é a origem desses modelos e sistemas. então, tem de pensar em avaliação de performance e gestão de consequências. ou seja, premiar o servidor público que cumpre as metas que são estabelecidas, que se esforça, que entrega resultados, do ponto de vista de qualidade dos serviços públicos. e também tem de pensar que o servidor que não trabalha, que comete faltas graves, tem de ser demitido. não faz sentido, hoje, a máquina carregar um servidor público que está trabalhando contra o interesse público.  posicionamento op - a senhora já foi interpretada como se posicionasse contra o servidor ao defender inclusive demissão? o que a senhora diz em relação a isso? ana carla abrão - esse é o ponto principal. muitas vezes, quando coloco o projeto que a gente está trabalhando de eficiência da máquina, de busca de melhoria da qualidade dos serviços públicos, sou interpretada como alguém que é contra o servidor público. é justamente o contrário. primeiro, quando se fala do ponto de vista fiscal, estou falando de uma linha de despesa que precisa ser racionalizada, porque está mostrando que a máquina está se consumindo nela própria. o objetivo da máquina tem sido a máquina. isso não faz nenhum sentido. segundo, o que temos de pensar é que hoje, além do cidadão, quem sofre com esse modelo é o próprio servidor, que tem baixa motivação, baixo reconhecimento e que não tem condições de trabalho ideais para prestar o seu serviço. e, por isso mesmo, é que essa racionalização tem de acontecer. não só para que o cidadão receba um serviço de melhor qualidade, mas para que o próprio servidor tenha condições de trabalho melhores e se sinta valorizado.  op - nessa perspectiva de otimizar a máquina pública, a senhora defende a privatização em qual sentido? o que deveria ficar sob a gestão do estado e o que pode ser mais bem gerido pela iniciativa privada? ana carla abrão - eu coloco a coisa de forma um pouco diferente. o que a gente precisa é mudar o eixo da discussão da máquina pública, do setor público, de maneira geral, para o cidadão. é ele quem tem de receber o serviço de melhor qualidade, em particular o cidadão de baixa renda, que depende do estado para ter acesso à educação, saúde, segurança, a uma rede de proteção social. a privatização é uma consequência. os recursos são escassos, têm que ser geridos de forma eficiente e a gente não consegue fazer tudo. o estado não necessariamente faz as coisas da melhor maneira possível, principalmente quando a gente vai para o campo mais empresarial. então, na medida em que a gente tem esse foco, que é o cidadão, tem como objetivo um serviço público de qualidade, se ele é provido pelo setor público ou pelo privado isso é consequência de uma gestão eficiente. quem vai prestar esse serviço melhor, de forma mais eficiente, com melhor qualidade e com menor custo é o setor privado? então, é ele que tem de gerir e prestar esse serviço, mesmo que seja um serviço público. educação é um exemplo. tem modelos de educação pública gratuita que são providos pelo setor privado. temos de estar abertos e é uma consequência de buscar eficiência na máquina pública.   reformas op – dentro desse contexto de eficiência, qual a importância das reformas? a da previdência, por exemplo, estacionou. a reforma trabalhista está ajudando a economia? ana carla abrão - com certeza. a gente teve reformas importantes como a trabalhista, o teto de gastos que deu um limite ao crescimento dos gastos públicos. a da previdência é uma necessidade, é fundamental. do ponto de vista fiscal, você pode dizer que não existe déficit, não querer enfrentar o problema. é uma escolha que a sociedade fará e que nós veremos, daqui a 15 ou 20 anos, se o déficit existiu, se é um problema ou não. é essa escolha que a gente quer fazer? mas, acima de tudo, é uma reforma que além dos aspectos fiscais, tem o aspecto de justiça social. a previdência hoje transfere renda dos mais pobres para os mais ricos. como sociedade, vamos manter essa situação de injustiça? vamos manter um sistema que transfere renda para os mais ricos num país em que a desigualdade de renda é absurda? esse é o debate que tem de ser feito. como que nós, como sociedade, vamos lidar com a questão da previdência independentemente da questão fiscal? acho que esse é um questionamento que só pode nos indicar no caminho de uma reforma da previdência.  op – nessas discussões, as esferas política e econômica se confundem. como avalia essa relação? ana carla abrão - a dimensão política é muito o reflexo de como a sociedade se coloca, como se posiciona. uma dimensão na crise, que nós vivemos, gera um amadurecimento muito grande da sociedade. um país com cerca de 12 milhões de desempregados não tem como fugir de um debate sobre qual é o futuro que nos espera. estou convencida de que, mesmo do ponto de vista das dificuldades políticas de aprovar reformas, que são mais duras, a sociedade vai apoiar uma agenda reformista de uma forma como não apoiou em 2014. a crise tem esse lado positivo, se existe algum é esse, de gerar nas pessoas um amadurecimento e uma abertura para o debate para que a gente entenda onde estão as escolhas e para que lado de fato a gente vai se mover. op – como a senhora avalia a situação fiscal do ceará frente a dos outros estados do país? ana carla abrão - realmente o ceará tem sido há muito tempo um exemplo para o brasil em várias dimensões. claro que a vitrine maior tem sido a educação. a gente sabe que é um exemplo do ponto de vista de situação fiscal. vejo que continua avançando na frente, eu diria até, de todos os estados da federação quando discute orçamento, planejamento, evolução da força de trabalho. conceitos que a gente não vê com essa propriedade, naturalidade em outros estados. o estado do ceará é hoje não só um modelo nas dimensões que a gente conhece lá fora como, para mim, foi surpreendente positivamente ver que está se discutindo a avaliação de projetos, de impactos. é uma agenda que todo mundo fala, mas ninguém faz. o brasil não avalia políticas públicas. ao longo dessa manhã (da palestra no ipece) confirmei tudo aquilo que a gente ouve falar do ceará e me surpreendi positivamente com uma agenda que está muito à frente em gestão pública, que está se discutindo no resto do brasil.  op – além da educação, o produto interno bruto (pib) cearense também se destacou com quase o dobro de crescimento comparado ao do brasil no fechamento de 2017 e a prévia do pib já aponta que o ceará cresce acima da média nacional...  ana carla abrão - porque essas coisas todas estão interligadas. a gente pode achar que no curto prazo não se relacionam, mas a verdade é que a consistência de gestão pública, das políticas que o ceará vem realizando, só pode dar resultados positivos. essas coisas vão se acumulando no tempo e começa a colher resultados que vêm dessa consistência no cuidado com a gestão pública, com avaliação de resultados. a gente começa a ver que esses índices estão refletindo essa consistência toda.   op – sobre os modelos econômicos, alguns especialistas avaliam que o modelo baseado apenas no consumo estaria saturado. como a senhora avalia este cenário no país? ana carla abrão - quando a gente fala disso, tem a lembrança de um crescimento que caracterizou os últimos anos no brasil. mas o que a gente tem de pensar é que acabamos de vir da maior recessão que esse país já viveu. a retomada tem de vir por alguma dimensão, de algum lado. o importante é garantir que os investimentos também retornem. porque o que o país precisa, mais do que um crescimento puxado pelo consumo, é um crescimento puxado pelo investimento. e isso só se consegue via aumento de produtividade. por isso, essa agenda de produtividade no setor público é tão importante. se a gente de fato quer crescer, precisa ter aumento de produtividade e para isso precisa olhar para o setor público pela importância dele na economia brasileira. não tem como falar em aumento de produtividade e ignorar o setor público, que tem a sua produtividade estagnada há tanto tempo.     aprendizados op – com grande experiência na iniciativa privada, quais os maiores aprendizados que obteve na vida pública, a exemplo de quando foi secretária da fazenda em goiás? ana carla abrão - tive 20 anos de setor privado e dois anos de setor público, que valeram mais do ponto de vista de aprendizado para mim do que é o brasil, do que precisa ser feito, qual é o nosso papel como cidadão, do que os 20 anos na vida privada. a experiência no setor público te dá tantas coisas positivas de ver quanta coisa boa está sendo feita, quanto avançou nos últimos anos, mas ao mesmo tempo também nos dá um sentimento de indignação muito grande. da mesma forma que a gente se indigna com corrupção, a gente devia se indignar com a forma como a gente trata o orçamento público, como escolhe e aloca os recursos públicos, e isso eu aprendi na vida pública. nesses dois anos foi muito surpreendente ver que tem um nível de ineficiência muito alto e que tem espaço para fazer muito melhor do que está sendo feito atualmente.  op – quais são os projetos e perspectivas da senhora para esse ano? a senhora tem uma consultoria e estreou uma coluna no estadão... ana carla abrão - temos um desafio muito grande na consultoria oliver, que é justamente montar essa prática de apoio ao setor público. a gente está com alguns projetos já implantados e em fase de execução. estou convencida que hoje, do meu ponto de profissional e pessoal, os projetos que têm impactos, de fato, são os que a gente consegue apoiar o setor público a fazer essa transformação da máquina, apoiar nos processos de privatização, de alocação eficiente dos recursos. a própria coluna no estadão acaba refletindo um pouco dessa agenda de busca pela eficiência, de transformação do setor público e toda a atuação da consultoria vai nessa linha. a coluna é semanal, sai às sextas-feiras no estadão e nesse início está muito focada em gestão pública. mais na frente, talvez, eu trate de temas vinculados ao mercado financeiro, que a consultoria também atua fortemente. mas nesse início estou focando em levantar a importância de discutir uma reforma do estado e o modelo de gestão pública que a gente tem hoje a entrevista  carro governamental a entrevista com ana carla abrão foi realizada dentro do carro do governo do estado. a economista estava indo almoçar com o governador, camilo santana, e o diretor do ipece, flávio ataliba.  reunião de manhã no dia em que ocorreu a palestra de ana carla abrão, no período da manhã, a economista teve reunião com maia júnior, titular da secretaria do planejamento e gestão (seplag). o encontro teve o objetivo de apresentar as práticas de gestão do governo e as políticas de avaliação em relação ao serviço público, além dos avanços nesse quesito.   perfil  a economista doutora em economia pela universidade de são paulo (usp), ana carla abrão costa é presidente do conselho fiscal do município de são paulo e sócia da consultoria norte-americana oliver wyman, desde maio de 2017. a empresa tem escritórios em mais de 50 cidades em 26 países, atuando em estratégia, operações e gerenciamento de riscos. foi também secretária de estado da fazenda de goiás (2015-2017), além de servidora concursada do banco central, economista-chefe da tendências consultoria e diretora na área de riscos do banco itaú.   fonte: o povo cristina fontenele repórter mauri melo fotógrafo
23/05/2018

Confiança de empresário recua pelo segundo mês consecutivo, diz CNI

 o índice de confiança do empresário industrial (icei) de maio teve uma queda de 1,2 ponto em relação a abril, ficando em 55,5 pontos. é o segundo recuo consecutivo do indicador. em abril, o icei estava em 56,7 pontos, o que representou um queda de 2,3 pontos ante março. os dados foram divulgados nesta segunda-feira (21) pela confederação nacional da indústria (cni). "as duas quedas consecutivas, de abril e maio, interrompem uma sequência de oito meses de crescimento, ou pelo menos estabilidade, do icei", cita o estudo. apesar da queda, o índice de maio mostra que empresários ainda seguem otimistas. o indicador varia de zero a cem pontos, e resultados acima de 50 pontos refletem confiança do empresariado. a confiança é maior nas grandes empresas, com 56,9 pontos. as médias vêm em segundo lugar, com 55,1 pontos, e as pequenas são as menos otimistas, com icei de 53 pontos em maio. o dado de maio, segundo o estudo, é resultado tanto do recuo da confiança diante das condições atuais dos negócios quanto das expectativas para os próximos seis meses em relação ao desempenho das empresas e da economia. o índice de condições atuais caiu para 50,1 pontos. o índice de expectativa recuou para 58,2 pontos, mas, como segue acima dos 50 pontos, indica manutenção da confiança dos industriais para os próximos seis meses. "esses resultados podem derivar de certa frustração dos empresários quanto à intensidade da recuperação econômica observada nos primeiros meses deste ano, que está aquém do esperado", avalia a cni. por setor, a indústria extrativa é a mais otimista (57,6 pontos), seguida da indústria de transformação (55,8 pontos) e, por último, da indústria da construção (53,8 pontos) a entidade explica que o icei ajuda a entender as tendências da indústria e da economia. empresários confiantes tendem a ampliar a produção e os investimentos, o que estimula o crescimento da economia. nesta edição do estudo, foram consultadas 2.673 empresas, das quais 1.065 pequenas, 1.000 médias e 608 de grande porte. as entrevistas ocorreram no período de 2 a 14 de maio.   jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/05/economia/628437-confianca-de-empresario-recua-pelo-segundo-mes-consecutivo-diz-cni.html)

Professora recebe prêmio da União Seguradora


15/08/2019
Na tarde do dia nove de agosto, na sede do Grupo Aspecir, o diretor-presidente Milton Machado recebe a professora Albina Maria Silveira Trindade, a felizarda que ganhou o prêmio de capitalização no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais).

Estavam presentes à cerimônia de entrega do cheque, Mauricio Junqueira da Benefícios Sul Corretora, Priscilla Almeida e Guilherme Moller da Servicoop, Júlio Machado, diretor da União Seguradora, Anna Silveira Trindade, irmã da premiada e João Lock, diretor comercial da União Seguradora.

Ao fazer o seguro de vida na União Seguradora, uma das empresas do Grupo Aspecir, o associado faz um Plano de Capitalização Vida Flex e concorre todos os sábados através da extração da Loteria Federal a uma premiação no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais). Desta vez, a sorteada foi a professora aposentada Albina Maria que ficou muito feliz com o resultado de seu investimento.

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