16/12/2015

Mercado Segurador devolve para a sociedade R$ 300 milhões por dia

 o mercado de seguros, capitalização e previdência privada aberta injetou na economia brasileira, de janeiro a outubro deste ano, sob a forma de indenizações, sorteios, resgates e benefícios, cerca de r$ 91 bilhões, o equivalente a r$ 300 milhões por dia, ou r$ 12,5 milhões a cada hora. esses dados foram apurados pela cnseg, segundo a qual, em relação ao mesmo período do ano passado, houve um crescimento de 9,6%. a cnseg apurou ainda que, apenas nos ramos elementares, foram devolvidos para a sociedade algo em torno de r$ 30,2 bilhões, até outubro, 7,1% a mais do que nos dez primeiros meses do ano passado. nos planos de acumulação, a soma injetada na economia somou r$ 38,2 bilhões, com incremento de 11,7%. fonte: c q c s
24/11/2015

56ª Edição do Festival Hípico Noturno

 a 56ª edição do festival hípico noturno aconteceu entre os dias 18 a 22 de novembro no 4º regimento de polícia montada em porto alegre. o mais tradicional e antigo evento hípico do brasil, reuniu o melhor do esporte em provas de categorias de escola, série extra, preliminar, intermediária e principal.   este ano, além do festival, foi realizado o 6º campeonato brasileiro militar, onde policiais de todo país vieram competir em busca do título nacional.    a categoria mais disputada foi a série intermediária, 1m20 com 40 conjuntos (cavalo+cavaleiro) na competição. no sábado, 21, a prova aspecir previdência foi realizada na pista principal do regimento. o grande vencedor foi major cláudio goggia, pela brigada militar, montando pérola da serra, que realizou dois percursos sem cometer faltas e no menor tempo. segundo lugar para eduardo gheller com camarada, pela hípica santa thereza de viamão, terceiro luiz otávio cabral e chaplin, representando a sociedade hípica porto alegrense. o quarto melhor resultado foi para passo fundo, cristóvão dellagerisi e corbélia, quinto para fernando wallau e tricos, também da hípica de porto alegre, e sexto lugar para capitão estevão grossi e well done, pela comissão de desportos do exército. o grupo aspecir parabeniza a toda equipe pela organização e excelência deste evento já tão consagrado no meio desportivo. assim como, a aspecir previdência, empresa do grupo, agradece ter seu nome em uma das provas do festival. parabéns ao grande vencedor, major cláudio goggia, e a todos os participantes.        
24/11/2015

Mercado de seguro brasileiro vai resistir à recessão, diz Axa

 o mercado de seguros do brasil vai manter a taxa de expansão de 14% ao longo deste ano e do próximo, mesmo com a economia afundando mais na recessão, de acordo com projeções da unidade da axa no brasil. a demanda vai continuar a crescer porque uma proporção baixa do país é segurada, diz philippe jouvelot, presidente da unidade brasileira da axa. "apenas 30 por cento das pequenas e médias empresas são cobertas hoje", jouvelot disse em entrevista na semana passada, em são paulo, complementando que a cobertura de veículos é de 40% e a de residências, de 15% no brasil, que tem uma população de cerca de 200 milhões de pessoas.  o crescimento dos prêmios foi de quase 14% no primeiro semestre de 2015 em comparação com o ano anterior, de acordo com a associação de seguros do país, a cnseg. o pib brasileiro provavelmente terá contração de 3 por cento este ano e 1,2 por cento em 2016, mostra uma pesquisa com economistas realizada pela bloomberg. a axa, maior seguradora da frança, começou seu negócio de seguros no brasil no ano passado, com um investimento de cerca de 100 mi euros (us$106 milhões) ao longo de 4 anos, disse jean- laurent granier, diretor da divisão de propriedade e contra acidentes global da empresa. nesse total, não está contabilizado o acordo da companhia para comprar o negócio de seguros de alto risco da sul américa por r$ 135 milhões (us$36 milhões), anunciado em maio.  "esta é uma prova adicional de nosso compromisso de longo prazo para este mercado", disse granier, acrescentando que a empresa vai olhar para novas oportunidades de compra que se encaixem em sua estratégia e sejam oferecidas a um preço justo. fonte: uol por francisco marcelino
24/11/2015

VGBL sustenta o faturamento do setor de seguros

 a exemplo dos últimos meses, a boa performance dos produtos de acumulação financeira como vgbl vem sustentando o crescimento do setor de seguros. de acordo com a edição de novembro da carta de conjuntura do setor de seguros, publicação assinada pelo sincor-sp (sindicato dos corretores de seguros no estado de são paulo), no acumulado dos três primeiros trimestres de 2015, o faturamento do setor de seguros, com vgbl e sem saúde suplementar, conta com alta de 14%. contudo, quando considerados somente os produtos típicos de seguros, como automóvel, pessoas e residencial, por exemplo, a variação acumulada é bem menor, girando em torno dos 6%. o avanço, portanto, está abaixo da inflação registrada no mesmo período, em quase 10%. desmembrando aquele percentual por tipo de produtos, o seguro de pessoas cresceu 9%, ao passo que a evolução do ramo de seguros elementares foi de 4%. segundo a carta de conjuntura, sofrendo influência direta da crise econômica, o mercado de seguros deve desacelerar, de modo que a estimativa para 2015 é expansão de aproximadamente 7%, sem saúde suplementar, abaixo dos 10% registrados em 2014. com acréscimo dos produtos de saúde e vgbl, a perspectiva é ficar entre 10% e 15%, mantendo os dois dígitos de exercícios anteriores.   é assim que dedicação, criatividade, empreendedorismo e muita determinação são as recomendações do presidente do sincor-sp, alexandre camillo, para superar esse momento desafiador da economia. “precisamos ter em mente que estamos e continuaremos entre as dez maiores economias do mundo. além disso, o consumo de seguros ainda conta com muito espaço para crescer. é por isso que ouvir o corretor de seguros, capacitá-lo e apontar oportunidades tem sido uma das diretrizes do sincor-sp”, finaliza camillo. carta de conjuntura novembro de 2015 http://www.segs.com.br/carta_de_conjuntura_novembro_web.pdf o objetivo da carta de conjuntura do setor de seguros é avaliar mensalmente o mercado e seus setores relacionados (resseguro, capitalização etc), considerando suas tendências e projeções. além disso, aborda a sua correlação com aspectos macroeconômicos do país e com outros segmentos da economia. fonte: alberto zambrana
12/11/2015

JULIO MACHADO REPRESENTANTE DO MERCADO GAÚCHO NA CHAPA ÚNICA DA FENAPREVI

 a federação nacional de previdência e vida, cuja eleição terá chapa única para o mandato de sete de fevereiro de 2016 até seis de fevereiro de 2019 ? período de 3 anos, terá na presidência, o diretor da zurich vida e previdência, edison luís franco. também terá os nobres executivos da rio grande do sul nilton celente bermudez, conselheiro do gboex previdência privada, com eleição pelo terceiro mandato, e julio césar de oliveira machado, diretor do grupo aspecir, ambos com o cargo de diretor na federação.
28/10/2015

Seguro é a saída para fundos de pensão enfrentarem risco de longevidade

 o aumento da expectativa de vida dos brasileiros criou um desafio a mais para os fundos de pensão. a situação deficitária de muitos fundos, que já na atualidade acumulam um rombo estimado em r$ 36 bilhões, pode se agravar e muito se não for implantado e aprovado rapidamente o seguro para o risco de longevidade. esta foi a conclusão da atuária magali zeller, da consultoria at service atuarial, durante sua participação em palestra do meio-dia da apts, realizada no dia 21 de outubro, quando apresentou o tema “prática atuarial e longevidade segundo ela, o envelhecimento acelerado da população, as transformações na estrutura do mercado de trabalho e os desequilíbrios fiscais da economia brasileira podem impactar na solvência dos fundos e comprometer o pagamento de benefícios aos participantes, por ocasião da aposentadoria. nesse aspecto, magali destacou que a resolução nº 17/2015, do conselho nacional da previdência complementar (cnpc), permitiu às entidades compartilhar do risco de longevidade com as seguradoras, atendendo os interesses de fundos de pensão, seus patrocinadores, participantes e assistidos. o seguro longevidade para fundo de pensão ainda não foi aprovado na susep, mas a expectativa é que a partir de 2016 já esteja disponível. “a cobertura de longevidade resolve um aspecto crítico, trazendo benefícios para a população ao oferecer uma proteção previdenciária efetiva para quem irá se aposentar dentro de 15 ou 20 anos”, disse. segundo ela, a formatação do produto, sua precificação e custos, devem garantir ao menos uma renda mínima a partir de determinado momento, seja pela compra de anuidades ou pela contratação de benefício diferido vitalício. modelos de transferência de risco na opinião de magali, diante desse desafio demográfico, o seguro longevidade para fundos de pensão seria a única alternativa. em sua palestra, ela analisou a viabilidade de alguns modelos de transferência do risco de longevidade ao mercado de seguros. um, é o que prevê a retirada de patrocínio. “ao fazer a retirada de patrocínio, empresas contribuintes transferem todos os ativos e passivos para uma seguradora, que assume todas as responsabilidades do fundo de pensão”, explicou. o desenhado deste modelo serve para o fundo de pensão fechado e totalmente financiado, composto, em sua maioria, por pensionistas e membros em gozo de benefício, que tenha grande impacto no balanço da empresa patrocinadora. “neste caso, a empresa patrocinadora terá de simplificar a estrutura de governança”, sugeriu. em outro modelo, o fundo de pensão permanece intacto, com todos os seus participantes, e apenas a parte do risco atuarial e financeira é removida. segundo magali, este modelo pode ser instaurado independentemente do nível de reservas do fundo de pensão. é mais indicado para patrocinadoras que queiram minimizar o impacto do fundo em seu balanço ou para o fundo que pretenda fazer a retirada do patrocínio ou apenas remover riscos, permanecendo com o controle. outra maneira de promover a transferência parcial de riscos atuariais e financeiros dos fundos de pensão ao seguro é por meio de anuidades. a anuidade poderia contemplar um período mais longo da vida do participante – entre 65 e 85 anos (temporária) - ou mais curto – a partir dos 85 anos (diferida).  neste caso, magali explica que o modelo pode ser aplicado apenas para alguns participantes, com contrato individual com a seguradora e possibilidade de portabilidade de formação de reserva para a obtenção de renda. a proteção contra longevidade seria embutida nos planos de renda vitalícia. já no seguro de longevidade, não haveria troca de ativos. de acordo com a atuária, os fluxos de caixa seriam trocados a cada período e os pagamentos fixos e flutuantes liquidados (encontro de contas). “o contrato deve ter colaterais para proteger ambas as partes de risco de crédito”, disse. na prática, o fundo de pensão compra a proteção do seguro e a seguradora, por sua vez, garante os pagamentos mensais para os pensionistas existentes (desde que o fundo de pensão tenha desembolsos conhecidos previamente). “em troca, o fundo pagaria um prêmio de risco, que é incluído na curva de desembolso acordada, com a possibilidade de recomprar o contrato no futuro, caso tenha interesse”, disse. solução magali defende que a prática atuarial é fundamental para prever cenários futuros, por meio da análise de riscos e expectativas. segundo ela, a gestão de riscos consiste no mapeamento e identificação dos riscos inerentes ao passivo atuarial de cada plano de benefícios, considerando as hipóteses biométricas, demográficas, econômicas e financeiras, seus regimes financeiros e métodos de financiamento. o resultado será a definição da matriz de risco atuarial, contemplando o mapeamento e a identificação de fatores potenciais de risco, quantificação, ajuste, controle e acompanhamento do processo. para magali, cabe aos atuários e ao mercado segurador desenvolver práticas que possam minimizar em seus cálculos o risco da longevidade. “um plano que tenha seu passivo mal precificado certamente terá um custo maior para contratar o seguro, do ponto de vista da regulação”, afirmou. fonte: portal nacional de seguros por márcia alves
28/10/2015

Como se preparar financeiramente para grandes eventos

 são paulo - um dos grandes problemas do planejamento financeiro é que poucas pessoas se preparam para mudanças repentinas em sua vida, mesmo quando são previsíveis. além dos impactos psicológicos, há os financeiros e fiscais, que podem complicar ainda mais as situações de estresse. um exemplo dessas mudanças de vida é o casamento, que pode ter consequências no futuro se não for bem planejado, afirma adriana chieco, do escritório chieco da costa advogados, especialista em sucessões. “as pessoas deveriam se preocupar com as consequências patrimoniais do casamento ou da união estável antes, e não depois, quando dá errado, no divórcio ou na separação”, afirma, lembrando que tanto o casamento quanto a união estável são contratos com consequências sobre os bens dos envolvidos. outras mudanças drásticas na vida que podem ser planejadas são mudanças de país, a questão da herança e a administração dos bens em caso de incapacidade. “se eu sofrer um acidente ou um derrame e ficar impossibilitado de tomar decisões, será que minha mulher ou meu marido são as pessoas ideias para cuidar da minha empresa, por exemplo?”, questiona adriana, que participou do congresso de planejamento financeiro do ibcpf. casamento na questão do casamento, a advogada lembra que o primeiro ponto é que, pela lei brasileira, quem casa ou vive uma união estável automaticamente se enquadra no regime de comunhão parcial de bens. “se não houver um contrato deixando claro outro regime, terá de dividir com o parceiro o que ganhar”, diz. outro ponto que cria confusão são os bens que os cônjuges tinham antes de casar, que são considerados particulares, e os que forem adquiridos depois do casamento adriana lembra que, mesmo com essa separação, há problemas quando os bens são valores em dinheiro. “e, no meio da separação, pode haver um pedido de bloqueio dos bens até que seja feita a divisão que pode durar um bom tempo”, alerta. a saída para evitar esse tipo de problema é que o casamento seja feito com separação de bens. mudança de país outro evento que tem se tornado mais comum é quando a família resolve mudar de país. “tem muita gente procurando morar fora, mas nem sempre se preocupa com os impactos que isso tem em termos patrimoniais e até do regime do casamento”, afirma adriana. ela diz que há países que não reconhecem o regime brasileiro de união, sem contar os impactos fiscais e na sucessão. herdeiros “inesperados” no caso da morte, o imprevisível fica por conta dos herdeiros inesperados que podem surgir e complicar a divisão dos bens. além da discussão sobre a comprovação da condição de herdeiro, que pode levar bastante tempo, há a questão de como o novo beneficiário participará da divisão de bens como empresas ou como ele poderá ser compensado por esse direito. além disso, há a morosidade dos processos, impostos e custos, também inesperados, que criam dificuldades para a família no curto prazo. paraíso fiscal das heranças com relação à tributação nas sucessões, adriana diz que o brasil tem impostos relativamente baixos. “podemos dizer que o brasil é quase um paraíso fiscal em termos de sucessão”, afirma, lembrando que há um imposto estadual, o imposto sobre transferência de bens intervivos (itbi), de 4%. em outros países, a tributação é muito maior, chegando a 40% nos estados unidos. “a diferença é que lá há um limite de isenção bem alto no ‘state tax’, de até us$ 5 milhões”, afirma a advogada. no brasil, está em discussão aumentar esse percentual para 20%. fundos fechados e holdings a alternativa para reduzir os impactos do imposto nas heranças é a criação de fundos fechados, que funcionam como empresas, e nos quais os herdeiros serão cotistas. os fundos têm regras de resgate para evitar que os herdeiros gastem todo o dinheiro de uma vez. “para fazer uma reserva de usufruto, tem de ser um fundo fechado”, explica adriana. já nos casos de empresas, a estrutura mais recomendável são as holdings, que substituem as pessoas físicas no controle das empresas por pessoas jurídicas. “há a opção também de usar os fundos de investimentos em participações (fip), mas aí a estrutura fica mais cara”, afirma. incapacidade uma outra surpresa desagradável que as pessoas deveriam antever é o caso de incapacidade. com as pessoas vivendo mais, é comum o empresário ou pai de família perder a capacidade decisória e ficar anos nessa condição. ou casos de pessoas que sofrem acidentes vasculares cerebrais (avc) e de uma hora para outra têm de se afastar dos negócios, o que cria uma situação delicada para a família e para os sócios. para esses casos, adriana diz que existe a declaração de curatela, que determina quem vai cuidar da pessoa e dos negócios. “pela lei, seria o cônjuge, mas nem sempre essa solução é a melhor, por exemplo, no caso em que há sociedade em empresas com outras pessoas”, explica adriana. com a declaração, pode-se indicar outro profissional para representar a família nos negócios ou para cuidar das finanças e tomar decisões. dinheiro para necessidades imediatas outras alternativas usadas no planejamento da sucessão são o seguro de vida e os fundos de previdência privada, os pgbl e vgbl, pela liquidez imediata dos recursos. “isso acalma o desespero da família se a pessoa é mantenedora e serve para atender às necessidades imediatas de pagamentos de custas dos processos e até dos impostos sobre a herança, para que a família não tenha de vender um bem para pagar os tributos, por exemplo”, diz. segundo a advogada, alguns estados têm decidido cobrar o imposto itbi também sobre pgbl e vgbl. “mas mesmo com o imposto de sucessão, ainda compensa pela liquidez imediata e pelo imposto de renda mais baixo se a aplicação no fundo for de longo prazo”, diz, lembrando que os pgbl e vgbl podem ter alíquota de 10% sobre os rendimentos após 10 anos. continuar ou não vivendo? a longevidade criou também outra necessidade, o testamento vital, que determina se a pessoa quer prolongamento artificialmente a vida em caso de incapacidade permanente. “nele, o titular pode dizer se deseja ou não passar por vários procedimentos se a situação for irreversível”, explica adriana, que deixa claro que não se trata de eutanásia, o que é proibido no brasil. “a pessoa apenas impede que sejam tomados cuidados paliativos que só vão prolongar a situação e seu sofrimento”, diz. essa questão, lembra a advogada, tem impacto patrimonial e financeiro importantes para a família. “e pode-se também incluir no documento a doação de órgãos”, acrescenta. testamento, o que pode sobre o testamento, adriana diz que ele só faz sentido se houver alguma situação especial que não permita a divisão igual dos bens. “isso já é previsto em lei”, lembra. já se a pessoa quiser privilegiar algum herdeiro, poderá fazê-lo com metade dos bens. a outra metade, chamada de legítima, segundo a lei, tem de ser dividida de maneira igual entre os herdeiros. na metade livre, a pessoa pode destinar para o que quiser, desde um herdeiro específico ou outra pessoa ou ainda instituições de caridade. “são coisas que a pessoa pode definir antes, que fazem parte do bom planejamento”, diz. fonte: arena do pavini por angelo paviniz.
14/10/2015

Para onde caminha o mercado de seguros

 em uma tentativa de traçar tendências futuras, o 19º congresso dos corretores que aconteceu na cidade de foz do iguaçu, convidou os corretores a refletir para onde vai o mercado. com o tema “para onde caminha o mercado de seguros: uma visão local e global”, os profissionais ouviram atentamente as exposições de davi colmenares, ceo da zurich, fábio basilone, da swett & crawford brasil e mauro batista, presidente da academia nacional de seguros e previdência. a mediação do painel foi de josé antônio, presidente do sincor-pr. em sua apresentação, davi colmenares, deu seu parecer sobre como corretores e companhias devem atuar. ele fez uma comparação entre o mundo em 1998 e o mundo em 2015 que é completamente diferente em diversos aspectos. “hoje temos que a maior empresa de táxi do mundo não tem nenhum veículo em sua frota (uber) e a mais popular empresa de mídias sociais não produz seu conteúdo (facebook)”, exemplificou. e os seguros? ele disse ser importante mudar a forma como o cliente é visto. “o consumidor mudou; 78% dos clientes não são fiéis a nenhuma marca; 62% fazem consultas online, mas compram off-line”, disse. para ele é preciso mudar o relacionamento com o mercado profissionalizando cada vez mais o corretor de seguros e também investir em tecnologia. “as pessoas mudam mais rápido que as empresas e seu comportamento mudam drasticamente em pouco tempo”, afirmou. representando a swett & crawford brasil, fabio basilone lembrou que durante a crise internacional de 2008 quando houve redução na taxa de juros, houve reflexo no mercado de seguros, afinal, o mercado e financeiro é primo-irmão do mercado segurador. para ele, a tendência dos próximos anos é focar no relacionamento com o público consumidor. “trabalhar com uma demanda que talvez nem saiba dessa demanda; em tantos lugares do mundo o poder público já entendeu que pode dividir algumas responsabilidades com a área privada”, disse. ele acha ainda que é importante todas as pontas do mercado ter um clima de colaboração, com as seguradoras, com a susep e indicar soluções para os problemas. para ele há algumas tendências. ele aposta no aumento na taxa de juros do banco central americano e isso deve elevar a rentabilidade do dinheiro. “devemos começar a perceber redução na competição no mercado internacional e, com isso, o número de fusões reduz”, analisou. outra tendência apontada por basilone é de que vão existir seguradoras muito capitalizadas que precisarão vender e precisarão de um canal de distribuição para colocar esses produtos nas mãos do cliente, por isso ela ganha destaque. o corretor precisa se reinventar, ficar livre das questões administrativas e burocráticas da empresa para buscar ambientes de colaboração para que o corretor possa fazer o que ele faz melhor. “está nas mãos dos corretores encontrar essa demanda diferente e aprender a lidar com esse público que muitas vezes não sabe o que precisa”, ponderou. mauro batista, o presidente da academia nacional de previdência e seguros também fez uma análise do mercado. para ele, crise é inerente à vida humana, uma questão de atitudes na vida de cada um.  batista disse ainda, que a crise econômica atual do país é fruto do desdobramento também da crise política. ele lembrou ainda que o mundo está globalizado. “quando a china parou de crescer isso se refletiu no mundo todo. é preciso entender a crise e traçar o norte através de atitudes”, afirmou. para entender o futuro é preciso fazer uma análise do presente. isso vale para diversos setores e não é diferente na indústria do seguro que nos últimos anos obteve uma expansividade jamais vista. isso foi impulsionado por diversos fatores entre eles o aumento de renda da população e o aumento de integrantes da classe média e também o melhor entendimento da famosa “cultura do seguro”. batista disse ainda que o melhor planejamento das famílias e das empresas também foi fundamental para contribuir no crescimento do mercado segurador brasileiro. batista destacou que ao olhar para o futuro percebe-se uma classe média que conquistou um espaço interessante e contribuiu para a expansividade do mercado. “o seguro passou a ser objeto de desejo para manter o posicionamento dessa classe; podemos entender que o mundo hoje não vive mais sem seguro”, analisou. perspectivas para o presidente da ansp as projeções para o crescimento do mercado segurador esse ano podem ser menor que 2014, mas há espaço para crescer. “ainda existe uma demanda importante de quem não faz seguro; na carteira de auto, a frota segurada não chega a 30% e ultimamente tem se falado muito no seguro popular que pode atingir essas demandas”, lembrou. em sua análise ele lembrou que ainda haverá mudança na expectativa de vida das pessoas e essas pessoas entram com necessidade de ter seguro. “o corretor de seguros tem ouvido muitos questionamentos sobre venda pela internet, por exemplo. é preciso entender que contra a modernização não existe outra alternativa se não aderir”, sentenciou. as seguradoras já estão se modernizando e é provável que nessa era digital elas passam a ter sua atividade usando recursos que possam ser usados a distância e o corretor também vai usar essa tecnologia. “quero crer que o corretor de seguros vai se beneficiar com o recurso da tecnologia, imagino o corretor fazendo suas operações e atraindo clientes em seus sites, talvez emitindo apólices”, prevê.  para ele, nesse cenário, o que resta ao corretor é se modernizar e entender que o mundo digital pode ser um aliado da vida profissional. “penso que a era digital vai ser um aliado, mas as seguradoras e operadoras precisam ter produtos eficazes; precisamos perceber que hoje o segurado é atualizado com o mundo moderno”, analisou. otimista, mas com pé no chão, batista disse que o corretor deve fazer uma caminhada ascendente: é preciso se modernizar, conhecer o produto que opera. “com crise ou sem crise, o corretor de seguros vai continuar a desemprenhar muito bem o seu papel; o setor de seguros evolui além dos números. o corretor precisa entender que é um profissional que não precisa de nenhum rótulo para mostrar sua importância dentro da cadeia”, finalizou. fonte: c q c s
06/10/2015

Aspecir Previdência firma convênio com a FUSEPERGS

 o presidente da aspecir previdência, milton machado, recebeu o presidente da fundação dos servidores públicos estaduais do estado do rio grande do sul - fusepergs, flávio dall’agnol, no dia 05 de outubro na sede da empresa. na ocasião, foi assinado o convênio que visa promover assistência aos servidores públicos estaduais ativos e inativos. o grupo aspecir através da aspecir previdência, suas controladas ou conveniadas, disponibilizará planos de previdência, de seguros e assistência financeira, na modalidade consignação em folha de pagamento, junto ao estado do rio grande do sul. o ato da assinatura foi comemorado com satisfação pelos presidentes das duas entidades, reafirmando a confiança no excelente convênio firmado.

Planejamento pra garantir o futuro


21/01/2019
Ainda não temos, no Brasil, a cultura da Educação Financeira e Previdenciária. Educação Financeira para não passar apuros no presente e Previdenciária para não passar apuros no futuro. As duas caminham juntas, porque quem não se organiza, fecha o mês no vermelho ou, na melhor das hipóteses, paga as contas do mês, mas não consegue poupar.
A Educação Financeira ensina a fazer e cumprir um orçamento, a planejar, e saber a importância e o valor do dinheiro.
Ter uma vida financeira organizada começa com a avaliação das despesas e receitas mensais. Parece óbvio, mas a maioria das pessoas não sabe quanto gasta a cada mês!
O segundo passo é fazer uma “reengenharia das dívidas”, se houver. Isto nada mais é do que listar seus empréstimos no cartão de crédito, na conta corrente e todos os outros, com os prazos e juros de cada um. Somá-los e trocá-los por um novo empréstimo, único, com prazo maior e juros menores.
Renegociar dívidas é coisa normal hoje em dia. Uma conversa sincera com o credor vai trazer boas surpresas. Afinal, para ele é melhor receber alguma coisa, que coisa nenhuma.
Depois do orçamento organizado, com as dívidas sob controle, é imprescindível adotar novos hábitos de consumo e cortar gastos.
Fuja dos supérfluos. Diminuir o pacote de TV a cabo, comprar só o necessário no mercado, falar um minuto por ligação é o suficiente no celular. Cortar jantares e baladas por um tempo, usar o carro só para o indispensável, diminuir um dia de diarista, por exemplo. Isto pode fazer falta, mas não para viver. Acredite: é possível reduzir uns 15% do gasto mensal com estas pequenas atitudes.

E quando tiver que gastar, gaste com sabedoria!

Compre à vista, mas se não tiver todo o dinheiro, nunca financie em mais de 3 vezes. Assim, é fácil controlar e a dívida vai embora logo.
Quem é autônomo ou tem remuneração variável precisa ter disciplina para não gastar antes de receber. Organize suas despesas fixas – as despesas mensais e indispensáveis – para que não sejam maiores que a receita fixa com a qual se pode contar. O dinheiro extra ou aquele que vem das comissões deve ter como finalidade cobrir os gastos esporádicos.
Organizada a vida financeira, chega a hora de aprender a poupar. Com uma reserva financeira para os gastos imprevistos, evitam-se novas dívidas. E com o planejamento é possível garantir o futuro, através de uma Previdência Privada, por exemplo.

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