22/09/2017

Susep vai regulamentar seguro funeral

 a susep colocou em consulta pública minuta de resolução do cnsp que vai alterar as regras de funcionamento e os critérios para operação do seguro funeral. os interessados poderão encaminhar seus comentários e sugestões até o dia 18 de outubro, por meio de mensagem eletrônica dirigida ao endereço cgcom.rj@susep.gov.br ou copep.rj@susep.gov.br. a minuta está disponível no site da autarquia. pelo texto dessa minuta, as mudanças têm o objetivo de garantir aos beneficiários uma indenização limitada ao valor do capital segurado contratado, na forma de reembolso de despesas ou de prestação de serviços, desde que relacionados à realização do funeral, no caso de ocorrência de morte do segurado principal ou dos dependentes. assim, as coberturas do seguro funeral poderão abranger o reembolso de despesas ou a prestação dos seguintes serviços: transporte do corpo até o local da residência, caso o falecimento tenha se dado em lugar diverso; tratamento das formalidades para liberação do corpo; registro de óbito em cartório; atendimento e organização do funeral; sepultamento; cremação; e outros serviços que estejam diretamente arrolados ao funeral. os nomes das coberturas devem estar diretamente relacionados aos objetivos das mesmas, não devendo induzir os segurados ao erro quanto à abrangência do risco coberto. além disso, as coberturas somente podem prever o oferecimento de prestação de serviços ou de reembolso de despesas que estejam rigorosamente relacionadas ao funeral do segurado. nos casos de reembolso, o beneficiário poderá optar por prestadores de serviço à sua livre escolha, desde que legalmente habilitados, sendo reembolsado pelas despesas efetuadas até o limite máximo do capital segurado contratado. quando se tratar de prestação de serviço, a seguradora deverá manter telefone gratuito de assistência ao segurado, disponível 24 horas, o qual deverá constar, em destaque na apólice, no certificado individual ou no bilhete, conforme o caso. em caso de impossibilidade de contato, por qualquer razão, com o telefone gratuito disponibilizado pela seguradora, e/ou na impossibilidade da utilização da rede de serviços autorizada, o beneficiário poderá optar por prestadores de serviço à sua livre escolha, desde que legalmente habilitados, sendo reembolsado pelas despesas efetuadas até o limite máximo do capital segurado contratado. a contratação deverá ser efetivada por meio de preenchimento e assinatura pelo proponente de proposta de contratação, no caso de planos individuais, e proposta de adesão, no caso de planos coletivos, exceto quando a contratação se der por meio de bilhete. as condições contratuais deverão especificar, em destaque e de forma clara e precisa, os riscos cobertos e excluídos, as franquias e carências, se houver, e as situações passíveis de perda de direitos. quando houver coberturas que garantam o reembolso de despesas deverão ser especificadas, com clareza, todas as despesas cobertas e as não cobertas pelo plano de seguro. a denominação “seguro funeral”, bem como a utilização de quaisquer outros termos técnicos especificamente relacionados a contratos de seguros, são exclusivos para operações realizadas por seguradoras, devidamente autorizadas a operar em seguro de pessoas no brasil. as seguradoras poderão estabelecer contrato com empresas que prestam serviços funerários, ficando estas últimas na condição de suas prestadoras de serviços. contudo, o risco inerente ao negócio de seguros deverá ser administrado pelas seguradoras e não repassado para as prestadoras de serviço. para ofertar e promover planos de seguros, em nome da seguradora, as prestadoras de serviços funerários deverão, obrigatoriamente e previamente ao início das operações, estabelecer contrato na condição de representante de seguros, nos termos estabelecidos em norma específica. é expressamente vedado às funerárias a atuação como estipulante ou subestipulante de seguros. esse veto não se aplica apenas aos empregadores que estipulem seguro em favor de seus empregados. fonte: c q c s
22/09/2017

Blockchain: ameaça ou oportunidade no mercado de seguros?

 especialistas debatem os impactos da tecnologia no setor durante o 11º insurance service meeting o blockchain já é considerada por muitos uma revolução silenciosa, mas só o tempo vai dizer se essa tenologia será avassalora ou não para a economia digital. o presente e o futuro desta ferramenta e o impacto que ela pode causar no mercado de seguros foram debatidos na palestra sobre blockchain, realizada no 11º insurance service meeting, paralelamente à 8ª conseguro, com a participação de mario robredo, gerente sênior de inovação e novos negócios banking da indra; paulo kurpan, superintendente executivo de negócios da cnseg; e marcio alexandre malfatti, sócio da pimentel e associados advogados. a moderação foi feita por fabio leme, vice-presidente técnico da *** seguros. blockchain (na tradução livre “cadeia de blocos”) são bases de registros e dados distribuídos e compartilhados, que têm a função de criar um índice global para todas as transações que ocorrem em um determinado mercado. funciona como o livro-razão da contabilidade, só que de forma pública, compartilhada e universal, com base no consenso e confiança entre as pessoas, sobre todas as informações, saldos e transações. a tecnologia possibilita as movimentações feitas com moedas digitais (bitcoins ou criptomoedas), ao validar as transações financeiras. trata-se de uma ferramenta que faz com que as trocas monetárias sejam descentralizadas, transparentes e disponíveis para a conferência pública, diminuindo os riscos de fraudes e sem a necessidade de um banco central para a análise dos dados. mas o que isso pode significar para os setores da economia, incluindo o de seguros? mudanças drásticas nas relações comerciais e sociais. mario robredo explicou: "o blockchain permite aprimorar serviços e produtos no mercado de seguros, aperfeiçoando o relacionamento entre empresas e clientes e oferecendo mais rapidez e agilidade nos processos. por esse motivo, pode gerar uma redução de custos e também dos riscos que envolvem a operação de seguros". segundo mario, o blockchain tem potencial disruptivo, pois é capaz de combinar diversas tecnologias. "pode ser utilizado pelo celular, é composto por moedas digitais e está associada à tecnologia bancária. é a peça que faltava na economia digital", opinou. a aplicação do blockchain no mercado de seguros pode ser feita nos processos de sinistros – do aviso ao pagamento; ou para a análise do seguro e dos riscos que envolvem a admissão da apólice. sobre a inserção dessa tecnologia no dia a dia das seguradoras, paulo kurpan afirma que não vê isso acontecendo a curto prazo. "estamos vivendo um momento de transição, no universo das possibilidades. o blockchain traz ameaças e oportunidades para o mercado de seguros. o bom é que o nosso setor está em linha com o que está acontecendo no mundo. a cnseg está atenta às inovações que têm surgido e já promovemos ações específicas junto a startups", ressaltou kurpan. para marcio alexandre malfatti, o blockchain pode funcionar de maneira efetiva em contratos cujas interpretações sejam simples. "para tudo que tiver apenas duas possibilidades de respostas, 'sim' ou 'não', essa tecnologia funciona maravilhosamente bem, pois as regras de contrato nesse sistema são explícitas. o problema é quando há o 'se não ou o 'se sim', ou seja, situações em que existem interpretações complexas, o que gera a necessidade de uma assistência jurídica e regulatória para auxiliar empresas e consumidores. neste caso, só a tencnologia não basta". malfatti não tem dúvidas sobre o impacto que o blockchian pode causar na área jurídica das seguradoras. "quem reclama da rapidez de liminares no segmento de saúde, o faz por ainda não conhecer o potencial do blockchain", disse, arrancando risos da plateia. o impacto das novas tecnologias no mercado de trabalho também foi abordado pelos participantes. na avaliação de robredo, as inovações ameaçam somente profissionais com baixa qualificação. "há uma ideia unânime de que as inovações digitais acabam com os empregos. ela extingue alguns e, ao mesmo tempo, criam muitos outros". malfatti discordou: "o blockchain poderá eliminar o trabalho de muitas pessoas qualificadas". fonte: cnseg
22/09/2017

Regulação é o principal desafio para o avanço do mercado de seguros

 o tema debatido por cinco participantes, entre debatedores, palestrante e moderador, apontaram alguns dos caminhos. no segundo dia de debates, os participantes da 8ª edição do conseguro discutiram a regulamentação considerado o principal desafio para um avanço efetivo do mercado. o tema foi debatido por cinco participantes, entre debatedores, palestrante e moderador, apontaram alguns dos caminhos. participaram o presidente da cnseg, marcio coriolano, moderador do painel, os diretores paulo dos santos (susep) e leandro fonseca (ans), priscila grecov (ministério da fazenda)- debatedores- com a palestra principal a cargo de gustavo binenbojm. a secretária-adjunta de políticas microeconômicas do ministério da fazenda, priscila grecov, reconhece excessos no marco regulatório que precisam ser revistos. segundo ela , as barreiras à participação externa devem ser reduzidas gradualmente, como no caso do resseguro, devendo ser criadas também normas para acelerar a incorporação de avanços tecnológicos, voltadas para agilizar a autorização de funcionamento de novos players, com benefício para o consumidor. o professor titular da ufrj, gustavo binenbojm, destacou a instabilidade institucional da susep, tendo em vista que seus dirigentes não têm mandato fixo (ao contrário da ans, que cuida da saúde suplementar) e podem ser alçados dos cargos por pressão ou interesses políticos ou de governo, e a falta de autonomia financeira dos dois órgãos de supervisão do mercado, como gargalos importantes. “os reguladores devem ser protegidos de pressões políticas ou de grupos de interesse, porque a regulação deve ser de estado e não de governos”, disse ele, sugerindo que a susep, a exemplo do que foi realizado com a cvm, crie mandatos para seus dirigentes. paralelo a 8ª conseguro estão acontecendo mais cinco eventos simultâneos que são: 11º seminário de controles internos & compliance auditoria e gestão de riscos, a 7ª conferência de proteção do consumidor de seguros, o 11º insurance service meeting, o 5º encontro nacional de atuários e o 2º seminário de riscos e oportunidades emergentes. fonte: c q c s
22/09/2017

Governo quer clareza de informações na era digital

 diante do perfil de um novo consumidor, cada vez mais empoderado pelas redes sociais, o mercado de seguros deve manter continuamente seus esforços de comunicação com a população, buscando sempre a precisão e a clareza das informações. é o que afirma o secretário nacional de defesa do consumidor, arthur rollo, entrevistado no novo episódio do programa “papo seguro especial”, veiculado hoje (18) pelo ‘canal seguro’. em conversa com o presidente da cnseg, marcio serôa de araujo coriolano, rollo aponta avanços no atendimento do mercado segurador. na entrevista, rollo afirma que o setor de seguros “é um setor específico, com nomenclaturas específicas”. “tem gente que não sabe o que é o prêmio, tem gente que não sabe quando é cabível a indenização, então falta ainda uma penetração maior na sociedade desses conceitos, desses termos próprios do ramo securitário, porque afinal de contas uma grama muito grande de consumidores tem contratado seguro”, diz. “tenho para mim, na minha prática pessoal, que o conhecimento ainda é pequeno. então precisamos investir em conhecimento e, sobretudo, em informações.” marcio coriolano lembra no programa que o mercado de seguros, embora seja bastante complexo, não gera muitas reclamações na comparação com outros setores. “olhando pelas estatísticas, a gente percebe que o seguro está numa posição mais abaixo no ranking das grandes reclamações.” “se a gente melhorar o processo de informação do consumidor em geral, tanto em relação à dinâmica do seguro como em relação aos direitos e deveres que ele tem ao contratar um seguro, acho que vai cair ainda mais o número de reclamações. eu quero eliminar conflitos”, diz o secretário. ainda segundo rollo, a realização dos colóquios de proteção do consumidor de seguros representa hoje um importante avanço no processo de aproximação entre mercado e consumidor. “vem em boa hora a iniciativa de manter uma interlocução mais próxima dos procons, porque eles são fundamentais para entender qual é a expectativa do consumidor de seguros”, destaca o secretário. “a gente tem que estreitar cada vez mais os canais de comunicação com os clientes.” ele destaca o treinamento especializado dos corretores de seguros, o que permitiria reduzir possíveis equívocos na hora da contratação de um produto, e do atendimento quando ocorre um sinistro. “nessa hora o consumidor está hipervulnerável, e quem está atendendo precisa ter a sensibilidade de que está lidando com pessoas que estão num momento difícil da vida. então, se fizer esse treinamento, a gente vai para uma excelência no setor de seguros fabulosa.” fonte: revista cobertura
22/09/2017

Especialista em educação financeira dá dicas para quem deseja se aposentar

  uesley lima, especialista em finanças dá dicas importantes para quem deseja se aposentar sem ter que continuar trabalhando. fonte: portal terra quanto precisa ter para se aposentar? esta é uma das perguntas mais frequentes feita pelos brasileiros nos últimos tempos. após as mudanças anunciadas pelo governo federal, pensar em como viver após o tempo de arrecadação é muito importante para qualquer pessoa. segundo dados da pesquisa desenvolvida pela unicarioca, 41% das pessoas entrevistadas desejam continuar trabalhando após a aposentadoria, contra 24% que disseram que não irão trabalhar e 35% que ainda não pensaram no assunto. a pesquisa adicionou mais uma questão, sobre o porquê das pessoas que já se aposentaram pretendem continuar trabalhando, segundo 50% dos que responderam disseram que vão continuar trabalhando para complementar a renda e garantir o sustento da família, 18% querem manter o mesmo padrão de vida, 17% porque gostam do que fazem, 10% por medo de ficarem ociosos e 5% responderam motivos aleatórios. a pesquisa é muito importante, porque mostra que os brasileiros já sabem que suas finanças estarão comprometidas após o tão sonhado descanso, e isso é preocupante segundo o especialista em educação financeira, uesley lima. ele defende que as pessoas precisam encontrar alternativas no momento de arrecadação para que possam desfrutar integralmente do descanso com atividades prazerosas e sem a obrigação de terem que trabalhar pelos motivos mencionados na pesquisa. o especialista afirma que a previdência privada é uma das grandes oportunidades para que as pessoas consigam viver melhor no futuro. segundo lima, com um valor pequeno por mês aplicado, as chances de terem condições de se manterem sem esforços é certa. ele sustenta que essa atitude é de cada um, principalmente dos mais preocupados com essa questão, que são jovens de 26 a 35 anos, que lideraram a pesquisa com 31%, ficando atrás das pessoas com 36 a 45 anos com 23% do total das pessoas entrevistadas. a relevância do assunto finanças é algo que cresce a cada dia, de acordo com o educador financeiro, uesley lima que é fundador do grupo the one, empresa que atua com treinamentos para novos operadores da bolsa de valores, o número de pessoas interessadas pelo assunto cresceu consideravelmente, se comparado com 2016. segundo dados da empresa, o aumento passou de 100%, tanto de interesses, quanto de alunos matriculados nos cursos e novos investidores, a partir da parceria da empresa com instituições de investimentos no geral, usando informações colhidas através dos alunos.
21/09/2017

Insurtechs: o impacto das plataformas de negócios no setor de seguros

  modelos de negócios baseados em plataformas disruptivas como uber e airbnb estão chegando ao mercado segurador fonte: alexandre salema, administradores.com com tantas inovações acontecendo, é preciso olhar para o futuro como uma bússola, no sentido de nos orientar ao melhor caminho para os negócios. algumas empresas ainda têm dificuldade em abrir mão de certos valores e crenças, o que as mantêm aprisionadas ao passado. essa inércia abre espaço para que os inovadores lancem-se à frente, provocando uma revolução no mercado. plataformas de negócios como uber, airbnb e netflix, por exemplo, chegaram para mudar a regra do jogo. enquanto a empresa tradicional foca em atividades que, através de uma cadeia de valor, entrega um produto ou um serviço para o cliente, o modelo de negócios baseado em tecnologia e mobilidade conecta participantes em um ecossistema que gera valor para ambos os lados. os exemplos clássicos desse modelo são a uber, plataforma que conecta motoristas a pessoas que precisam de transporte privado sob demanda e a airbnb, que conecta hóspedes a donos de imóveis disponíveis para hospedagem. ambos impactaram fortemente seus mercados em todos os países em que atuam. pouco a pouco, modelos de negócios baseados em plataformas atingem outras indústrias, inclusive no segmento de seguros, onde grandes companhias ainda resistem à mudança de processos e determinam um ritmo naturalmente mais conservador. mas as inovações de caráter disruptivo também alcançaram este setor por meio das insurtechs, startups que unem o mercado de seguros aos benefícios da tecnologia, apresentando novos modelos de negócios para as seguradoras. a grande questão é: as empresas líderes do mercado segurador estão observando esse movimento com a atenção devida? estão de alguma forma preparando-se e colocando-se em posição para ditar essa mudança ou assistem de forma passiva a chegada dessas inovações? toda plataforma de negócio bem sucedida surge a partir de uma dor e no segmento de seguros isso não é diferente. estamos falando sobre um segmento que atua sob regulação de mercado e que depende sempre de um intermediário para relacionar-se com o cliente, entre outras complexidades. para abraçar esse caminho da inovação apontado pelas insurtechs será preciso superar grandes desafios. na questão da regulação, hoje o susep é responsável pelo controle e fiscalização do setor de seguros, previdência privada aberta, capitalização e resseguro e suas regras precisariam ser revistas para que as plataformas pudessem atuar. por outro lado, as grandes companhias do segmento, certamente resistirão a qualquer mudança que possam impactá-las, assim como acontece hoje com os taxistas e o uber e seus concorrentes. no entanto, o fato do mercado de seguros hoje precisar da figura do intermediário para gerir muitos processos, pode impulsionar o uso da plataforma, facilitando a interface com o cliente. uma insurtech poderia inovar e desenvolver uma plataforma para agilizar a comunicação entre seguradoras e clientes. também no que tange a regulação de sinistros, o modelo de insurtech é capaz de desenvolver uma plataforma para permitir a intermediação de seguradoras e reguladores de sinistro. hoje, as reguladoras atuam em conjunto com as seguradoras, entretanto, é preciso que se restrinjam apenas à regulação. por meio de uma plataforma de negócios, as seguradoras enviariam o sinistro para que um regulador pudesse atuar. pode ser que as seguradoras não sintam-se confortáveis e seguras ao passar um sinistro diretamente para o regulador, já que o modelo atual exige um contrato que garante a qualidade do serviço das reguladoras. mas, o processo de disrupção passa pela quebra de paradigmas. no modelo das plataformas, que valoriza a pontuação do serviço prestado, acontece uma seleção natural de players. os profissionais que prestam serviços medianos ou ruins são excluídos do processo. é assim que já funciona na uber, airbnb e em outras plataformas. os benefícios também serão percebidos de forma mais acentuada na diminuição dos custos dos serviços, à medida que a plataforma cria um processo mais leve e menos dispendioso, comparado a uma grande empresa. é fato que as mudanças acontecerão. agora cabe às empresas optarem por definir essas transformações e serem protagonistas ou ficarem em uma posição arriscada, como meros observadores.
21/09/2017

Setor de seguros supera R$ 1 tri e pode trazer novo ciclo, afirma presidente da CNseg

 o setor de seguros já superou r$ 1 trilhão em ativos e está pronto para alavancar o próximo ciclo virtuoso no país, defendeu nesta terça-feira, 19, o presidente da cnseg, marcio coriolano. “nos últimos dois anos, o país passou por dificuldades titânicas e impressionou a todos com sua enorme capacidade de superação. o sistema de seguros brasileiro pode contribuir de forma importante para a reversão cíclica e tem condições de suportar e alavancar novos ciclos virtuosos”, destacou ele, durante discurso de abertura na 8ª conseguro, conferência do setor de seguros promovida pela cnseg, no rio. segundo coriolano, apesar do tamanho do setor de seguros superar outros segmentos da economia, o segmento precisa ampliar sua presença e também ser melhor compreendido pela sociedade, mas depende de estímulo de políticas públicas e econômicas assertivas. isso porque, conforme ele, a contratação de apólices junto à iniciativa privada como, por exemplo, de seguro saúde e de previdência privada, desonera o governo e evita novos gastos públicos. lembrou ainda que as reservas técnicas das seguradoras contribuem para o financiamento da dívida pública e que ainda estimulam novos investimentos. o presidente da cnseg lembrou também que o setor de seguros é movido por melhor distribuição de renda e que mais camadas da população brasileira precisam ter acesso ao mercado assim como em países mais desenvolvidos. ele cobrou ainda, durante plateia de autoridades, incluindo o secretário executivo do ministério da fazenda, eduardo guardia, maior participação do setor de seguros no processo de retomada da economia brasileira. “nosso propósito é nos mostrarmos francamente, para a sociedade praticar reflexão da nossa capacidade de contribuir com um novo brasil”, concluiu coriolano. projeções a cnseg revisou para baixo as projeções para o crescimento do mercado de seguros neste ano e espera que o setor cresça entre 6% e 7,% ante intervalo de alta de 8% a 10%, de acordo com o presidente da entidade. a mudança nas expectativas, segundo ele, tem como pano de fundo o desempenho dos planos de previdência privada ao longo de 2017 e ainda o setor de saúde, que tem sido palco de uma migração de planos mais caros para soluções de custo mais baixo e, consequentemente, menos prêmio. “o mês de julho ficou no mesmo patamar de junho, o que pode ser uma boa notícia uma vez que a desaceleração no crescimento vista até então foi estabilizada. a taxa anual indica crescimento de cerca de 7%. apesar de ser menor, o mercado de seguros continua resiliente”, explicou coriolano, durante coletiva de imprensa. sobre o setor de previdência, o presidente da federação nacional das empresas de vida e previdência (fenaprevi), edson franco, explicou que o desempenho dos planos neste ano foram impactados pela piora da confiança no país em maio, após as delações de executivos da jbs e da j&f, e ainda pela redução dos juros básicos do país, a selic, que tornam os fundos de renda variável e de multimercados mais atrativos que a previdência. ele disse ainda que no ano passado o setor se recuperou depois de passar um momento mais difícil e que a manutenção deste patamar em 2017, a despeito de um crescimento menor, é uma boa notícia. fonte: c q c s com informações do cnseg
18/09/2017

José Cairoli, governador do RS em exercício, prestigia ação do Grupo Aspecir, no Acampamento Farroupilha

  o grupo aspecir promoveu na noite de quinta-feira, dia 14, um grande encontro para seus convidados no piquete da rede pampa de comunicação, no acampamento farroupilha. a chuva não foi suficiente para espantar as reverências às tradições gaúchas. milton machado, presidente do grupo, foi o grande anfitrião do momento que contou com a presença de josé paulo cairoli, governador em exercício do rio grande do sul. alexandre gadret, presidente da rede pampa e paulo sergio pinto, vice-presidente, além de demais executivos do grupo confraternizaram ao som da boa música gaúcha. diretor da união seguradora, joão carlos lock e seus colaboradores também integraram o espírito farroupilha. tudo regado ao tradicional e suculento churrasco gaúcho, além de comidas campeiras e um chope de primeira. nota do editor: grupo aspecir, gaúcho de nascença, honra suas tradições com hospitalidade total aos convidados. fonte: jrs  
29/08/2017

Pansera: Corretor, chegou a hora do recadastramento

  presidente do sincor-rs alerta profissionais da corretagem fonte: revista jrs quando a superintendência de seguros privados, a susep, decidiu não mais emitir a carteira de identificação profissional para os corretores de seguros habilitados, houve um descontentamento geral. nós, do sincor-rs, recebíamos inúmeras reclamações dos corretores, diariamente, sobre isso. ao invés de apresentarmos nossa carteira de identificação profissional, passamos a ter de acessar o site da susep para mostrar aos clientes que somos profissionais devidamente registrados, o que ocasiona um trabalho insano. nosso sincor-rs, com nossa fenacor, trabalhou junto à susep demonstrando que era o desejo do profissional corretor de seguros ter sua identidade profissional. sensibilizamos a autarquia. esta decidiu que sim, que após um amplo recadastramento que iria apontar quem realmente estava regular e ativo, a identidade profissional seria disponibilizada. comemoramos quando a susep anunciou definitivamente o retorno da nossa identidade – aquela com foto, que contém o brasão da república, nossa verdadeira identidade profissional e que tem validade como documento pessoal de identificação. todavia, a condição de retorno da carteira é que aconteça primeiro o recadastramento obrigatório de cada corretor. tudo alinhado, tudo pronto e agora, o que acontece? o ibracor, órgão que a autarquia susep firmou convênio para realizar este trabalho, nos informa que a adesão do recadastramento é ainda muito baixa, insignificante. e isto é muito preocupante. afinal, aqueles que tanto bradavam pela volta da identidade profissional, se recadastraram? então, lanço meu pedido aos colegas corretores profissionais de seguros, pessoas físicas, para efetivarem logo o seu recadastramento. não deixem para os últimos dias, quando certamente os sistemas estarão sobrecarregados e tranqueiras poderão inviabilizar o seu recadastramento. o prazo final já está próximo, é 30 de setembro. importante ressaltar que aqueles que não se recadastrarem estarão sujeitos a penalizações pela susep e até perder o seu registro profissional, ficando impedidos de exercer a atividade de corretor de seguros. ainda, as empresas corretoras de seguros (pessoas jurídicas) cujos corretores responsáveis não tenham se recadastrado, estarão igualmente irregulares e sujeitas a penalizações pela susep. vejam que as penalidades poderão acarretar graves contratempos. portanto, colegas, quem ainda não se recadastrou, acesse agora mesmo o portal do ibracor, efetive logo o seu recadastramento e não corra o risco de encontrar o sistema sobrecarregado. este processo é extremamente importante para a nossa categoria, pois, servirá para saber quem somos, quantos somos. é uma varredura muito bem vinda. então, se você é corretor de seguros de verdade, legalize a sua situação o quanto antes. o verdadeiro corretor profissional de seguros é aquele que se esforçou e alcançou a sua habilitação ao ser aprovado no exame da escola nacional de seguros. também é aquele que atua com ética no mercado e trata com respeito os seus segurados. leve em frente esta valorização. recadastre-se. e apresente com orgulho sua identidade profissional. porque “com corretor de seguros, é muito mais seguro”. ricardo pansera, presidente do sincor-rs.

Susep vai regulamentar seguro funeral


22/09/2017
A Susep colocou em consulta pública minuta de Resolução do CNSP que vai alterar as regras de funcionamento e os critérios para operação do seguro funeral.
Os interessados poderão encaminhar seus comentários e sugestões até o dia 18 de outubro, por meio de mensagem eletrônica dirigida ao endereço cgcom.rj@susep.gov.br ou copep.rj@susep.gov.br. A minuta está disponível no site da autarquia.

Pelo texto dessa minuta, as mudanças têm o objetivo de garantir aos beneficiários uma indenização limitada ao valor do capital segurado contratado, na forma de reembolso de despesas ou de prestação de serviços, desde que relacionados à realização do funeral, no caso de ocorrência de morte do segurado principal ou dos dependentes.

Assim, as coberturas do seguro funeral poderão abranger o reembolso de despesas ou a prestação dos seguintes serviços: transporte do corpo até o local da residência, caso o falecimento tenha se dado em lugar diverso; tratamento das formalidades para liberação do corpo; registro de óbito em cartório; atendimento e organização do funeral; sepultamento; cremação; e outros serviços que estejam diretamente arrolados ao funeral.
Os nomes das coberturas devem estar diretamente relacionados aos objetivos das mesmas, não devendo induzir os segurados ao erro quanto à abrangência do risco coberto.

Além disso, as coberturas somente podem prever o oferecimento de prestação de serviços ou de reembolso de despesas que estejam rigorosamente relacionadas ao funeral do segurado.
Nos casos de reembolso, o beneficiário poderá optar por prestadores de serviço à sua livre escolha, desde que legalmente habilitados, sendo reembolsado pelas despesas efetuadas até o limite máximo do capital segurado contratado.

Quando se tratar de prestação de serviço, a seguradora deverá manter telefone gratuito de assistência ao segurado, disponível 24 horas, o qual deverá constar, em destaque na apólice, no certificado individual ou no bilhete, conforme o caso.

Em caso de impossibilidade de contato, por qualquer razão, com o telefone gratuito disponibilizado pela seguradora, e/ou na impossibilidade da utilização da rede de serviços autorizada, o beneficiário poderá optar por prestadores de serviço à sua livre escolha, desde que legalmente habilitados, sendo reembolsado pelas despesas efetuadas até o limite máximo do capital segurado contratado.
A contratação deverá ser efetivada por meio de preenchimento e assinatura pelo proponente de proposta de contratação, no caso de planos individuais, e proposta de adesão, no caso de planos coletivos, exceto quando a contratação se der por meio de bilhete.

As condições contratuais deverão especificar, em destaque e de forma clara e precisa, os riscos cobertos e excluídos, as franquias e carências, se houver, e as situações passíveis de perda de direitos.
Quando houver coberturas que garantam o reembolso de despesas deverão ser especificadas, com clareza, todas as despesas cobertas e as não cobertas pelo plano de seguro.
A denominação “seguro funeral”, bem como a utilização de quaisquer outros termos técnicos especificamente relacionados a contratos de seguros, são exclusivos para operações realizadas por seguradoras, devidamente autorizadas a operar em seguro de pessoas no Brasil.

As seguradoras poderão estabelecer contrato com empresas que prestam serviços funerários, ficando estas últimas na condição de suas prestadoras de serviços.
Contudo, o risco inerente ao negócio de seguros deverá ser administrado pelas seguradoras e não repassado para as prestadoras de serviço.
Para ofertar e promover planos de seguros, em nome da seguradora, as prestadoras de serviços funerários deverão, obrigatoriamente e previamente ao início das operações, estabelecer contrato na condição de representante de seguros, nos termos estabelecidos em norma específica.

É expressamente vedado às funerárias a atuação como estipulante ou subestipulante de seguros. Esse veto não se aplica apenas aos empregadores que estipulem seguro em favor de seus empregados.

Fonte: c q c s

Praça Otávio Rocha, 65 - 1º andar
Centro Histórico - Porto Alegre/RS
CEP.: 90020-140
+55 (51) 3228.1999

News

Receba nossas novidades

LIGUE

+55 51 3228-1999

Ouvidoria
0800 703 1989
E-mail: ouvidoria@sinapp.org.br

Atendimento ao Deficiente Auditivo e de Fala através da TSPC-CAS – Central de
Atendimento a Deficientes Auditivos ou de Fala -
0800 200 0819 E-mail: sac.especial.auditivo.fala@sinapp.org.br

Atendimento ao
Deficiente Visual
0800-703-1989