20/07/2018

Susep não dá folga para as seguradoras piratas

 a susep segue com a moralização do mercado e publicou no diário oficial da união mais duas intimações para as tais associações que comercializam a chamada “proteção veicular” e atuam irregularmente como seguradoras, sem a devida autorização legal. agora, associação metropolitana dos motoristas autônomos e a apvb – associação de proteção de veículos da bahia terão um prazo de 30 dias para apresentar sua defesa. claro, se forem encontrados seus responsáveis, ou se houver algo a dizer em defesa da desfaçatez que cometem. a susep advertiu que, se os fatos narrados nos processos forem julgados sem as referidas alegações, as duas associações estarão sujeitas à penalidade de multa. os dois processos estão à disposição dos dirigentes dessas associações na sede da susep (av. presidente vargas 730 – centro, rio de janeiro/rj), no horário das 9h30min às 16h30min. fonte: sincor-rs
20/07/2018

Seguros reservam oportunidades para os bons corretores

 de forma semelhante aos riscos declináveis, vendas online não precisam ser encaradas como ameaças renato cunha bueno é sócio-diretor da arx re corretora de resseguros e coordenador da comissão grandes riscos e resseguros do sincor-sp. vivemos uma eterna discussão a respeito dos chamados riscos declináveis e outra sobre o avanço dos modelos de venda de seguros via internet – chamo de venda porque estes sistemas em geral se baseiam no preço e não no serviço que o bom corretor profissional está habilitado a prestar no dia a dia a seus segurados. eu, pessoalmente, não acredito muito na existência de riscos declináveis nem tão pouco nos sistemas de venda via internet. sabendo procurar achamos aceitação para praticamente tudo. é claro: tudo menos riscos realmente ruins, que de verdade não têm condições de serem segurados, mas que poderiam se qualificar se fossem trabalhados para ter um bom sistema de proteção. então, o corretor tem que se preparar para antes de submeter um risco difícil ao mercado, fazer com que ele, se for o caso, seja melhorado. isso pode ser obtido com recomendações de um relatório de inspeção ou check list detalhado, que podem ser feitos pelo próprio corretor interessado, de forma a despertar o interesse do mercado na conta mostrando que ela é boa e que merece ser olhada pelas seguradoras. na minha opinião, o segredo está em saber procurar, e de alguma forma mostrar que se trata de um bom risco numa atividade considerada difícil, de forma a tentar despertar o interesse da seguradora. outro caminho, se houver prêmio um pouco mais expressivo, é procurar o apoio de um corretor de resseguros e se aproximar do mercado já com uma condição de retrocessão na mão, o que, em muitas situações, resolve o problema. de forma semelhante, os sistemas de venda pela internet também não me assustam, porque por melhor que seja o corretor eletrônico, ele não consegue igualar o nível de serviço que um bom profissional presta e além disto, estes “sistemas” implicam num investimento significativo em mídia, telemarketing e desenvolvimento de ferramentas que com frequência acabam em algum momento sendo oferecidas gratuitamente aos corretores, até porque a dinâmica de desenvolvimento destas ferramentas e de novos de canais de distribuição eletrônico se tornam obsoletas e ou de domínio público rapidamente. o que eu acho importante é que o corretor tenha facilitadores e canais eletrônicos para divulgação, também como alternativa de acesso para uma carteira de clientes já existente, o que não é caro nem difícil. por isso, creio que o corretor profissional que presta serviços tem um futuro luminoso à sua frente. para este, o risco declinável é uma oportunidade e, considerando que as plataformas digitais nunca prestarão serviços com a qualidade e amplitude que ele pode oferece, este fantasma também pode ser afastado. fonte: portal nacional de seguros por thaís ruco  
18/07/2018

‘Você é o Melhor Amigo do Seu Dinheiro’

 campanha desenvolvida pela fenacap nas mídias sociais e portais noticiosos estimula o consumo consciente e incentiva a população a juntar dinheiro antes de gastar. a frase-título dessa matéria traduz o conceito da campanha institucional que a federação nacional de capitalização – fenacap – e suas 17 empresas associadas lançam hoje nas mídias sociais e em portais noticiosos de grande audiência. a iniciativa é parte dos esforços de educação financeira desenvolvidos pela entidade no âmbito do programa de educação em seguros, da confederação nacional de seguros gerais, a cnseg. o diretor-executivo da fenacap, carlos alberto corrêa, explica o objetivo da iniciativa: “num país com cerca de 60 milhões de pessoas endividadas, outras milhares inadimplentes, que não dispõem de reservas para fazer frente a emergências financeiras e não conseguem preservar conquistas, tornou-se urgente incrementar os esforços de educação financeira, condição considerada essencial para promover e ampliar o bem-estar das famílias brasileiras, especialmente em momentos de instabilidade econômica”, assinala. estas ações estão alinhadas à estratégia nacional de educação financeira (enef), criada pelo governo federal, que rapidamente obteve o engajamento de instituições como a cnseg – confederação nacional de seguros gerais e das quatro federações empresariais a ela vinculadas. melhor amigo durante os próximos meses, usuários do facebook e de portais de notícias poderão conhecer e acompanhar as peripécias de um cachorrinho charmoso, que estará presente com seus donos em situações bem conhecidas: uma jovem diante dos apelos de uma mega promoção de roupas; outro que se encanta com uma oferta relâmpago em um site de compras e em muitas outras circunstâncias. remetendo à ideia de que o cachorro é o melhor amigo do homem, a campanha, criada pela agência binder, mostrará o personagem em vídeos, banners e outras peças, ajudando seus donos a fugir dos apelos do consumo fácil e pouco consciente. o “mascote”, especialmente criado para a campanha – que utiliza recursos 3d para tornar ainda mais real a experiência dos usuários – é altamente convincente ao desestimular compras por impulso. ao mesmo tempo, a campanha procura ampliar o conhecimento sobre as modalidades de títulos de capitalização existentes, com explicações simples e claras sobre o funcionamento de cada uma delas, a quem se destinam e seus benefícios. os vídeos exibidos nas redes e nos portais noticiosos levam o usuário a conhecer o hot site da campanha que, além de explicar didaticamente o que é um título de capitalização e suas modalidades, conta ainda com um “simulador de planos”, a fim de identificar quanto seria necessário guardar para realizá-los, seja uma viagem de férias, uma festa de 15 anos, um casamento, a reforma da casa e outros sonhos. “de maneira lúdica e divertida, nossa expectativa é estimular as pessoas a juntar dinheiro para gastar depois, apresentando as soluções de capitalização como um caminho bastante interessante para chegar lá, por meio do planejamento e da disciplina financeira”, assinala elena korpusenko, presidente da comissão técnica de comunicação da fenacap. essa é a primeira campanha institucional da federação dirigida ao consumidor final, embora também existam algumas ações previstas para parceiros de negócios e distribuidores de soluções de capitalização. as modalidades apresentadas na campanha incluem os títulos de capitalização tradicional (para juntar dinheiro e concorrer a prêmios, com resgate de 100% do valor pago, corrigido pela tr, ao fim da vigência); o instrumento de garantia ( que permite usar o título para alugar um imóvel, dispensando fiador); o título popular (preço acessível, com retorno de até 50% da reserva e muitos sorteios); o produto de incentivo (para pessoas jurídicas interessadas em realizar ações proporcionais de vendas com o estímulo dos sorteios para seus clientes); e o filantropia premiável (consumidores concorrem a prêmios e cedem suas reservas para instituições filantrópicas credenciadas pelas empresas de capitalização). fonte: fenacap via seguro gaucho
18/07/2018

3 tecnologias que estão revolucionando os seguros de vida

 a gamificação, wearables e blockchain são tecnologias que já estão impactando no setor de seguros o uso de novas tecnologias está promovendo mudanças no setor de seguros. agora, há uma competitividade ainda maior e novas preferências dos consumidores estão surgindo. tecnologias como gamificação, uso de wearables e até a blockchain estão trazendo mais agilidade e inteligência às seguradoras, enquanto seus clientes podem experimentar mais conveniência e personalização de serviços. essa mudança é importante para os consumidores principalmente nos seguros de vida, por exemplo, quando é no mínimo estressante em qualquer situação fazer um sinistro. por se tratar de um serviço delicado, é importante que ele seja o melhor possível sempre – e essas três tecnologias estão ajudando nisso: gamificação a gamificação é uma metodologia que engaja os consumidores ao aplicar mecânicas de jogos em diversas áreas, como na transmissão de informações e resolução de problemas. a gamificação motiva os consumidores a se manterem informados e educados quanto às novidades ou informações importantes dos seguros, pois as seguradoras possuem a possibilidade de oferecer recompensas pela participação nos jogos. além disso, se os jogos forem interessantes podem promover até a divulgação do serviço de seguro, já que os usuários podem compartilhá-los com amigos ou nas redes sociais. wearables os wearables são os dispositivos eletrônicos que podem ser “usados” – como smartwatches, jaquetas inteligentes, entre outros. os relógios são os dispositivos mais populares para controlar a saúde, pois medem e analisam os batimentos cardíacos, número de calorias queimadas, qualidade do sono, frequência e qualidade de exercícios físicos e até quantos passos foram dados. essas informações são interessantes para os seguros de saúde, porque ao ter acesso aos dados desses dispositivos, as seguradoras possuem informações ricas sobre seus clientes e podem criar produtos ainda mais customizados. além disso, saber um pouco mais sobre a saúde de seus clientes possibilita que as seguradoras fomentem iniciativas para reeducação de costumes – e isto pode ser feito através da gamificação, por exemplo. blockchain a blockchain – sim, a plataforma no qual são realizadas as transações de criptomoedas – é uma plataforma aberta, criptografada e descentralizada. ou seja, as informações contidas na plataforma estão seguras pela criptografia, pertencem a todos e são de ninguém ao mesmo tempo e podem ser acessadas de qualquer lugar. no setor de seguros de saúde, a blockchain contribui na realização de smart contracts – os contratos inteligentes realizados diretos na plataforma. o benefício de realizar os contratos direto na plataforma é a maior transparência e segurança oferecida pela criptografia, a eliminação de intermediários e a redução de fraudes. colabore com a tecnologia a liberty seguros já traz a tecnologia para seus processos ao realizar, por exemplo, a autovistoria no seguro de automóveis. porém, a seguradora deseja trazer a tecnologia ainda mais para seus serviços, inclusive no seguro de vida. por esse motivo, a seguradora está realizando mais uma edição da liberty open colab, seu programa de conexão com startups. após as inscrições, as startups selecionadas participarão de um pitch day para apresentar suas soluções e as que possuírem maior sinergia com a liberty realizarão uma imersão na empresa. juntas, a seguradora e as startups realizarão um período de conexão, no qual as startups podem se tornar suas parceiras ou fornecedoras.
18/07/2018

Previdência Privada Vale a Pena?

 “a tributação e a blindagem patrimonial são dois itens que precisam ser considerados”, explica daniela casabona, assessora financeira da fb wealth. a previdência privada, diferente da pública, não está ligada ao instituto nacional de seguro social (inss). nos planos da previdência privada é possível escolher o valor da contribuição e a periodicidade em que ela será feita, dessa maneira, a instituição financeira aplica essas quantias no mercado de investimentos, com o propósito de gerar a melhor rentabilidade. porém, o fato de não oferecer nenhuma garantia de que o dinheiro depositado todo mês alcance a rentabilidade prometida gera preocupações nos investidores e até naqueles que pensam em começar a poupar através desta modalidade. outra preocupação é se daqui 30 anos, por exemplo, este plano de previdência privada ainda existirá e estará sendo gerido de maneira correta. para daniela casabona, assessora financeira da fb wealth, a época em que a previdência privada não tinha bons fundos já passou. “o que acontece hoje é que os bancos não tem um cuidado. vendem a previdência somente para bater metas. levando este descuido em conta, concorrentes nacionais e estrangeiros passaram a disponibilizar um produto muito melhor e rentável”, explica casabona. além do desdém dos bancos, este investimento ainda carrega com si outras desvantagens, por exemplo: taxas de administração abusivas, ou seja, a taxa que se dá em forma de recompensa ao gestor que administra os recursos que são aplicados; taxa de saída, sendo ela uma cobrança que é feita caso o investidor decida resgatar o dinheiro antes de um determinado período pré-acordado e por fim, uma desvantagem que desanima muitos é a baixa rentabilidade. “mesmo com esta série de desvantagens a tributação e a blindagem patrimonial são dois itens que precisam ser considerados”, ressalta. além destas, existem outras vantagens na previdência privada, como a sucessão patrimonial, ou seja, é permitida a escolha de quem serão os beneficiados e de quem pode ser ou não ser os herdeiros. tudo isso é conversado e definido no momento da contratação. a portabilidade, é possível que o investidor troque de fundo de uma previdência para outro, sem ter a necessidade de resgatar o dinheiro. a possibilidade de débito automático, ou seja, o dinheiro para a aplicação no plano é descontado automaticamente todos os meses, também é um atrativo para aquele que não tem o hábito de guardar dinheiro com regularidade. fonte: portal nacional de seguros por fabrizio guerrato
18/07/2018

Seguro DPVAT: integração com sistema dos Correios reduzirá em 9 dias a regulação de sinistros

 boa notícia para as vítimas de acidentes de trânsito e seus beneficiários. as iniciativas da seguradora líder visando a simplificar ainda mais o acesso ao seguro dpvat continuam a trazer avanços importantes, como, por exemplo, a integração do sistema de serviços dos correios com o sistema de sinistros da companhia (sisdpvat), que permite a condução das operações de atendimento, regulação e liquidação dos processos de indenização. esse progresso foi anunciado na última reunião técnica das seguradoras que formam o consórcio do seguro dpvat, realizada no dia 29 de junho. segundo a seguradora líder, a integração do sisdpvat com o sistema de terceiros (ster) dos correios será feita no segundo semestre e, além de reduzir em nove dias o tempo de regulação dos processos de sinistro, permitirá que os beneficiários já saiam das agências dos correios com o número de sinistro em mãos, ao contrário do que ocorre hoje. para o superintendente de projetos e processos de sinistro da seguradora líder, ronigley ferreira, a iniciativa também colaborará com a redução do pendenciamento dos processos. “através da integração com o ster, agilizaremos o pagamento das indenizações, elevando o grau de satisfação dos beneficiários com o seguro dpvat”, assegura. vale lembrar que, de janeiro a maio, comparado ao mesmo período de 2017, as diversas iniciativas em curso para a simplificação do seguro dpvat já reduziram em 17% o volume de pendências documentais. os pontos de atendimento com maior destaque nesse resultado expressivo foram as agências dos correios. fonte: cqcs
18/07/2018

Seguradoras avançam no futebol brasileiro

  pelo menos três empresas expandem área de atuação no meio esportivo, com apólices voltadas para clubes e atletas. rio - a relação entre o futebol e o setor está cada vez mais próxima no país. a jlt, corretora de seguros e resseguros, negocia uma apólice específica com quatro clubes brasileiros. se firmado, o acordo irá obrigar a seguradora a bancar o salário de jogadores lesionados, preservando o clube de prejuízos milionários, que costumam ocorrer quando um atleta de ponta fica fora dos gramados enquanto se recupera. a informação foi revelada com exclusividade pela coluna. há pelo menos outras duas empresas em atuação no universo esportivo. a subsidiária da prudential, por exemplo, administra um contrato firmado com a cbf. a iniciativa garante direito a coberturas para cerca de 12 mil atletas com contratos ativos vinculados à entidade máxima do futebol no país. a apólice garante aos beneficiários cobertura por morte ou invalidez. a seguradora também mantém seguros individuais com atletas brasileiros de outras modalidades. em cada três profissionais de alta performance segurados pela prudential, dois são jogadores de futebol. o número é significativo, já que a empresa possui 366 atletas na sua carteira de clientes. atletas no brasil e no exterior entre eles, 47 atletas atuam em clubes do exterior e 82 estão em equipes da série a do campeonato brasileiro. mas não há só clientes na elite do futebol. cerca de 70 dos clientes da prudential atuam nas séries b, c e d do brasileirão. e outros 33 profissionais da bola estão desempregados, segundo levantamento feito pela própria empresa a pedido da coluna. carlos guerra, vice-presidente de vida em grupo da prudential do brasil, reforça a importância desse tipo de seguro para jogadores de futebol. "os atletas se arriscam e trabalham os limites do corpo com o objetivo de vencer e desafiar recordes, além de terem uma carreira geralmente mais curta", argumenta. assistência 24 horas no ano passado, a sompo seguros s.a., que integra o grupo sompo holdings, lançou um seguro de vida desenvolvido para atender especificamente as necessidades dos jogadores de futebol em atuação no país. o produto oferece cobertura por invalidez total por acidente, desenvolvida para atletas profissionais. o seguro também conta com serviços de assistência 24 horas. "o seguro atende a uma janela de oportunidade existente no mercado futebolístico", garante edglei monteiro, diretor de seguro de vida da empresa. o seguro pode ser contratado por clubes de futebol ou investidores. fonte: o dia por herculano barreto filho
18/07/2018

Decisões do STJ sinalizam a forma de cálculo dos benefícios de previdência privada

 sob a ótica adotada pela jurisprudência, a previdência privada se caracteriza como matéria estritamente privada e contratual a jurisprudência do stj vem sinalizando o entendimento de que o disposto no regulamento do plano de benefícios previdenciários deve determinar quais verbas devem ou não compor o cálculo do benefício previdenciário. caso o regulamento não seja expresso o suficiente para definir o salário de contribuição, pode ser considerada alteração no regulamento para reduzir a margem de dúvidas, o que deve ser analisado caso a caso. o parágrafo 2º do artigo 202 da constituição federal de 1988 e o artigo 68 da lei complementar n° 109/2001 estipulam que as “contribuições do empregador, os benefícios e as condições contratuais previstas nos estatutos, regulamentos e planos de benefícios das entidades de previdência privada não integram o contrato de trabalho dos participantes”. a partir de uma interpretação dos dispositivos supracitados, a jurisprudência do stj entende que a relação contratual mantida entre a entidade de previdência privada do plano de benefícios e o participante empregado não se confunde com a relação laboral mantida entre o participante empregado e a patrocinadora do plano de previdência. partindo dessa premissa, consolidou-se o entendimento de que previdência complementar não integra o contrato de trabalho. apesar disso, em casos específicos, conceitos do direito do trabalho ou previdenciário podem influenciar na apuração de valores relativos à previdência complementar, mais especificamente na definição do que se entende por salário de participação. de acordo inclusive com as normas da previc (órgão regulador e fiscalizador das entidades de previdência fechada), o salário de participação de um plano previdenciário é a base para o cálculo da contribuição a ser vertida para o plano de benefícios, e as parcelas incluídas no salário de participação são definidas no respectivo regulamento do plano de benefícios. a partir das contribuições efetuadas sobre o salário de participação, calcula-se o benefício previdenciário. em razão disso, nas hipóteses em que o salário de participação não está claramente definido no regulamento do plano de benefícios, pode-se pretender incluir parcelas adicionais nesse conceito, com base no entendimento de que integrariam a remuneração do segurado na época em que efetuava contribuições ao plano. em razão da divergência de entendimentos sobre o tema, o poder judiciário vem sendo demandado a se manifestar sobre essa questão. o posicionamento do stj com relação à natureza privada e contratual da previdência complementar pode ser visualizado em julgados recentes sobre o tema. recentemente, em 13.6.2018, foi proferido voto pelo ministro relator antônio carlos ferreira, no recurso especial n° 1.312.736/rs, submetido à sistemática dos recursos repetitivos, no sentido de reconhecer o direito ao reflexo das horas extras habituais julgadas na esfera trabalhista com relação à revisão de benefício previdenciário, a depender do disposto no regulamento do plano de benefícios. atualmente, há um voto proferido. em linhas gerais, foi reconhecido que, caso o regulamento do plano possua previsão expressa no sentido de não incluir as horas extras habituais na base de cálculo da complementação de aposentadoria, tal inclusão não seria possível. de forma geral, esse parece ser o entendimento que prevalece no âmbito do stj sobre o tema. em outras oportunidades, o stj se manifestou no sentido de que o conceito de salário-de-participação, para fins de cálculo do benefício previdenciário, deve seguir o disposto contratualmente no regulamento do plano de benefícios. em casos análogos, o stj, firmou diversos entendimentos que corroboram com a ideia da prevalência da natureza contratual quando se está diante de uma relação de previdência privada e desvincula o regime de previdência complementar do contrato de trabalho do empregador. como exemplo, podemos verificar o julgamento do recurso especial n° 1207071/rj, em sede de recurso repetitivo, no qual se pretendia definir se o auxílio cesta-alimentação deveria ser incorporado aos proventos de complementação de aposentadoria. apesar de esse valor ser concedido mediante convenção coletiva de trabalho, em razão da sua natureza indenizatória, definiu-se que não se incorpora aos proventos da complementação de aposentadoria pagos por entidade fechada de previdência privada. esse tipo de entendimento demonstra, visivelmente, uma separação entre a relação contratual no âmbito da previdência complementar e a relação laboral entre participante/empregado e patrocinador/empregador. por tal razão, estas manifestações jurisprudências do stj sinalizam uma tendência para a forma de se abordar a questão referente ao cálculo dos benefícios de previdência privada. sob a ótica adotada pela jurisprudência, a previdência privada se caracteriza como matéria estritamente privada e contratual, distinta da relação laboral, de modo que se deve privilegiar a manifestação de vontade das partes, disposta contratualmente, nos termos do código civil. fonte: jota
18/07/2018

Implementação da IFRS 17: Novos materiais de suporte sobre Contratos de Seguros já estão disponíveis

 a fundação ifrs, responsável pela gestão e supervisão do international accounting standards board (iasb), publicou nesta semana, um guia prático sobre a implementação da ifrs 17 - contrato de seguros. a fundação ifrs, responsável pela gestão e supervisão do international accounting standards board (iasb), publicou nesta semana, um guia prático sobre a implementação da ifrs 17 – contrato de seguros. o guia é uma ferramenta de referência útil da aplicação da norma a contratos de seguros e inclui insights das discussões do transition resource group para ifrs 17 (trg). a ifrs 17 passa a vigoram em 1 de janeiro de 2021, mas é permitida a aplicação antecipada. para mais informações, clique aqui. fonte: comunicação ibracon

Seguro de vida é plano de risco que mais cresce em razão da violência


13/03/2019
Prêmio direto para a modalidade sobe 24% em 2018, totalizando uma arrecadação que ultrapassou R$ 3,2 bilhões.
O número de homicídios no Brasil bateu seu recorde histórico em 2016, chegando a 62,5 mil ocorrências ao ano, segundo o Atlas da Violência 2018, elaborado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
Quase 26% superior em relação a uma década atrás, o índice é uma das razões mais expressivas do aumento na contratação de coberturas de risco pelo brasileiro, de acordo com o especialista Cláudio Moreira, fundador da Melhor Seguros.

Houve um crescimento de aproximadamente 24% no prêmio direto (valor das contratações) para seguros de vida individuais entre janeiro e novembro do ano passado, totalizando uma arrecadação que ultrapassou os R$ 3,2 bilhões.

No mesmo período de 2017, o acumulado foi de R$ 2,6 bilhões, conforme aponta um levantamento da FenaPrevi, com base em dados da Susep. “O medo de deixar os filhos desamparados durante a faculdade, o cônjuge sem meios para reestruturar a vida ou até mesmo um integrante de um casal LGBTQ+ que não esteja legalmente casado sem recursos, são alguns dos motores desse mercado”, afirma Moreira.

Além do individual, o seguro de vida em grupo e a prestamista também apresentaram crescimentos expressivos: 6% e 20%, respectivamente. “O primeiro é voltado a funcionários de empresas, associações e sindicatos em caso de invalidez ou falecimento – natural ou causado por algum acidente; já o segundo, é direcionado à quitação de dívidas, principalmente financiamentos de veículos e imóveis”, explica o especialista. Ambas as modalidades de vida e a prestamista correspondem, juntas, a 69% do prêmio direto acumulado em 2018, que soma R$ 34,4 bilhões.

Por outro lado, o fundador da Melhor Seguros lembra que os planos de risco não são voltados exclusivamente a casos de falecimento, mas também permitem que o segurado possa se resguardar financeiramente em vida. “Há contratos que cobrem até doze tipos de doenças graves ou que impeçam o indivíduo de seguir carreira.

Uma vez comprovado o diagnóstico, a indenização é feita em vida”, diz. Entre essas doenças estão necessidade de transplante de órgãos, ataque cardíaco e todos os tipos de câncer.
“É recomendável, inclusive, que as mulheres contratem esse tipo de seguro em específico, devido aos altos índices de câncer de mama no Brasil”, lembra Moreira. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), esse tipo da doença representa 29% dos novos casos a cada ano no país.

Há quatro anos no comando da própria startup e com uma experiência de oito anos no mercado de seguros, Moreira observou a demanda por coberturas de vida crescer 30% em 2018, aumento que deve chegar a 45% até o final de 2019, prevê o especialista.

Fonte: Revista Apólice

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