23/07/2015

5 opções de empréstimo que costumam ter juros mais baixos

  são paulo - contrair dívidas já é algo suficientemente ruim, mas pode ser pior ainda se você contratar o empréstimo errado. dados do serviço de proteção ao crédito (spc brasil) e da confederação nacional de dirigentes lojistas (cndl) mostram que 40% da população adulta está endividada. assim, tão importante quanto discutir como evitar o endividamento pode ser entender se essas pessoas estão com a dívida errada. segundo o banco central, em maio os juros do cheque especial ficaram em 232% ao ano, em média, e os juros do cartão de crédito rotativo (aquele que é cobrado quando a fatura do cartão não é paga) estavam em 361% ao ano. enquanto isso, em linhas como o crédito consignado privado, os juros médios ficaram em 38% ao ano. na prática, ao considerar essas taxas médias, em um empréstimo de 50 mil reais, com prazo de um ano, o devedor pagaria: 174.922,53 reais no cheque especial; 240.895,24 reais no rotativo do cartão de crédito; e 71.288,04 reais no crédito consignado. como as duas primeiras linhas são muito práticas e automáticas - os juros começam a rolar assim que o cliente entra no negativo ou deixa de pagar a fatura-, muitas pessoas acabam pagando juros altos à toa, sem se dar conta de que existem opções de empréstimo mais baratas. “as pessoas estão nas dívidas erradas. elas entram no cheque especial porque é mais fácil e o próprio banco incentiva isso: no extrato, o cheque especial aparece como se fosse parte do nosso saldo o que leva à falsa impressão de que ele é uma extensão do salário. o rotativo do cartão, então, é ainda mais temerário”, diz marcela kawauti, economista-chefe do spc brasil (serviço de proteção ao crédito). tente eliminar a dívida antes de tudo antes de avaliar quais linhas de crédito são mais vantajosas, é importante checar se é possível resolver as pendências financeiras sem recorrer ao empréstimo. “a melhor coisa nesse momento é organizar o orçamento e não se endividar porque as taxas de juros estão muito altas e têm elevado muito o valor das dívidas”, diz marcela. ao analisar como o orçamento pode ser enxugado, é importante verificar se você não está se concentrando apenas no corte de gastos pequenos, que não farão grande diferença de forem limados. em alguns casos, pode ser mais efetivo repensar custos fixos e mais pesados. além de verificar se é possível reduzir algum gasto no orçamento, a economista-chefe do spc brasil sugere também que a pessoa avalie se não seria possível vender algum bem, como um carro, para que o empréstimo não seja necessário. se a dívida já foi contraída, também é importante conversar com o credor para analisar a possibilidade de negociar o pagamento. "o credor tem tanto interesse em resolver a dívida quanto o devedor em pagar”, diz marcela kawauti. segundo luiz rabi, economista da serasa experian, é essencial que o devedor busque a origem do descontrole e não veja o empréstimo como a solução final do problema. “o crédito pode resolver emergencialmente a situação, mas é preciso equalizar as contas de forma sustentável. se a pessoa está com um buraco no orçamento, o problema é estrutural, não conjuntural e o crédito resolverá a situação apenas momentaneamente”, diz rabi. caso o endividamento seja a única alternativa, no entanto, aí sim é o momento de analisar qual empréstimo penalizará menos seu bolso. a seguir, cinco tipos de empréstimos que costumam praticar taxas de juros muito inferiores a de linhas de crédito como o rotativo do cartão e o cheque especial. 1) crédito consignado vantagens: esta é uma das modalidades mais indicadas por especialistas, e não à toa. os juros são alguns dos mais baixos do mercado. como as parcelas da dívida são descontadas da folha de pagamento do devedor, os bancos têm mais garantia de que receberão o pagamento em dia e oferecem taxas inferiores a de empréstimos que não têm essa segurança. desvantagens: nem todas as pessoas têm acesso à linha. o consignado é oferecido apenas a pensionistas e aposentados do inss, que são aquelas pessoas que recebem aposentadoria oficial ou pensões do governo, e a empregados de empresas privadas que possuem convênios com bancos para oferecer o crédito consignado aos seus funcionários. “o consignado funciona como um benefício, que pode ou não ser oferecido pelas empresas aos funcionários. por isso, é mais comum que empresas grandes ofereçam a linha de crédito, empresas menores nem sempre oferecem”, diz marcela. alguns bancos cobram taxas de avaliação de crédito, tarifas de cadastro e podem tentar embutir seguros no empréstimo, por isso é essencial observar o custo efetivo total (cet) da operação, taxa que inclui não apenas os juros, como todos os custos envolvidos no empréstimo. além disso, é essencial pesquisar o cet da operação em diferentes instituições, comparando não apenas os custos entre bancos grandes como em bancos de menor porte, que podem oferecer condições mais vantajosas. 2) refinanciamento do imóvel vantagens: nesse empréstimo o proprietário oferece seu imóvel como garantia da dívida, por isso a linha é chamada de refinanciamento de imóvel (ou de home equity, termo importado de uma operação de crédito do mercado americano semelhante à realizada no brasil). como o banco tem a garantia de que poderá retomar o imóvel se não receber o pagamento da dívida, os juros são mais baixos, os valores emprestados podem passar dos milhões de reais e os prazos podem chegar a até 20 anos. os juros podem ser ainda menores do que os do crédito consignado, variando entre 19,56% a 26,82% ao ano, mas existem outros custos envolvidos na operação. desvantagens: a maior desvantagem dessa linha é o seu alto risco, já que em caso de inadimplência o banco pode retomar o imóvel do devedor. também é um empréstimo que envolve muitos custos além dos juros. como é realizada uma operação de alienação fiduciária, na qual o imóvel fica no nome do banco até a quitação da dívida, é preciso registrar a operação em cartório, como em um financiamento. o custo de registro do imóvel varia conforme a região, mas no site do santander, o banco afirma que o custo gira em torno de 0,6% do valor do imóvel. podem ser cobradas tarifas também de avaliação do imóvel e de análise jurídica, que variam entre 500 reais e 2.500 reais e seguros. assim, apesar dos juros mais baixos é essencial observar o cet da operação. reportagem anteriormente publicada em exame.com mostra que os custos finais podem ser bem maiores do que os do crédito consignado, mas ainda assim são inferiores aos do cheque especial e do rotativo do cartão. portanto, o refinanciamento pode ser mais indicado para quem não tem acesso ao consignado e precisa de um empréstimo com prazos e valores superiores aos de outras operações. 3) antecipação da restituição do imposto de renda  vantagens: como o pagamento da dívida é debitado da conta do devedor assim que a restituição de imposto de renda (ir) é depositada, os bancos também têm mais garantia de que receberão o pagamento e oferecem taxas reduzidas. as taxas partem de 1,93% ao mês, o equivalente a 25,78% ao ano. ainda que esse tipo de empréstimo se encaixe na modalidade de crédito pessoal, suas taxas costumam ser inferiores às de outras operações de crédito pessoal, que não oferecem a restituição de ir ou outros valores a serem creditados, como o 13º salário, como garantia. desvantagens: se houver inconsistências na declaração de ir, o contribuinte pode cair na malha fina e o valor de restituição inicialmente previsto pode ser reduzido ou, pior, pode nem chegar a ser depositado. e mesmo que a situação com o fisco seja regularizada, o valor da restituição pode ser pago apenas a partir do ano seguinte ao da declaração, nos lotes residuais. mesmo assim, o banco exigirá que o pagamento seja feito no máximo até dezembro, quando é depositado o último lote de restituição do ir. assim, o tomador pode não ter condições de pagar a dívida. vale mencionar que o crédito fica disponível apenas no banco que o devedor indicou na declaração para recebimento da restituição, o que pode não ser tão conveniente. luiz rabi, economista da serasa, também lembra que nesse tipo de empréstimo o prazo é mais curto. "o cronograma da dívida segue as datas dos lotes da receita federal. como o horizonte se esgota em poucos meses, o devedor deve se organizar para que o problema seja resolvido em pouco tempo", diz. 4) antecipação do 13º salário vantagens: por ter a contrapartida do 13º salário, também é uma linha que costuma ter taxas inferiores a de outros empréstimos pessoais que não possuem créditos a serem recebidos como garantia do pagamento, como no caso da antecipação do ir. desvantagens: mesmo que o empregador não deposite o 13º salário, a dívida é descontada da conta do devedor no dia do vencimento da dívida acordado com o banco. assim, o devedor pode correr o risco de não ter recursos para pagar o empréstimo. outra desvantagem é que com a antecipação o devedor abre mão de receber o 13º salário no final do ano. “a pessoa antecipa um crédito que cairia justo na época em que mais se gasta, que é o final do ano, quando temos despesas com presentes de natal, viagens e com os gastos de início de ano, como ipva, iptu e material escolar, por exemplo”, afirma marcela kawauti.  5) crédito pessoal oferecido por sites vantagens: alguns sites têm oferecido crédito pessoal com juros mais baixos do que os cobrados em bancos grandes. como esses sites não têm custos de manutenção com agências físicas e geralmente são mais rigorosos na concessão do crédito, eles conseguem montar uma carteira mais concentrada em bons pagadores, o que reduz os riscos e permite que eles ofereçam juros menores. alguns dos sites que oferecem esse tipo de empréstimo são o bom pra crédito, o geru e o lendico (veja a matéria completa sobre os sites especializados em empréstimos).  esses sites fazem parcerias com bancos de médio e pequeno porte para oferecer os recursos e funcionam como correspondentes bancários. desvantagens: entre os contras está justamente a análise mais rigorosa de crédito, que pode impedir que algumas pessoas tenham o crédito aprovado. "o interessado deve estar preparado para a burocracia. como esses sites não conhecem o cliente e o seu histórico de pagamento, como acontece nos bancos grandes, eles exigem uma série de informações para se certificar de que o cliente pode pagar a dívida”, diz marcela kawauti, economista-chefe do spc brasil. outra desvantagem ainda é que, em alguns casos, esses sites podem cobrar taxas de administração, por isso, novamente, é preciso avaliar o cet da operação e não apenas os juros. fonte: exame por priscila yazbek
17/07/2015

Aspecir Previdência comemora 78 anos

  direção e funcionários do grupo aspecir confraternizaram com um café da manhã no continetal business hotel, os 78 anos da aspecir previdência. sólida e em franco crescimento no ramo de previdência privada, a empresa tem todos os motivos para comemorar e agradecer aos seus colaboradores o empenho e a dedicação. entre as 50 maiores empresas do país no mercado de previdência, oferece planos de pecúlio e assistência financeira para servidores públicos municipais, estaduais e federais, além de militares, aposentados e pensionistas do ipe e inss. presentes à cerimônia estavam o presidente milton machado, o diretor júlio machado, a diretora terezinha domingues de oliveira, além da área comercial e funcionários da aspecir e união seguradora. foto de grupo aspecir. foto de grupo aspecir. foto de grupo aspecir.    
14/07/2015

Limite de empréstimo consignado sobe de 30% para 35%

  brasília - o governo federal editou a medida provisória 681 para ampliar de 30% para 35% o limite de desconto em folha, o chamado crédito consignado, para pagamentos de empréstimos, financiamentos, cartão de crédito e operações de arredamento mercantil autorizados por empregados regidos pela consolidação das leis do trabalho (clt), por aposentados e pensionistas do inss e por servidores públicos. a medida, antecipada pelo broadcast, serviço de notícias em tempo real da agência estado, na sexta-feira, determina que 5% desse limite será destinado exclusivamente para bancar despesas contraídas por meio de cartão de crédito. publicada no diário oficial da união desta segunda-feira, 13, a mp ainda permite que o desconto incida sobre verbas rescisórias devidas pelo empregador, se assim estiver previsto no contrato firmado com a instituição financeira. cita também que o empregador poderá firmar com instituições consignatárias - com a anuência da entidade sindical representativa da maioria dos empregados e sem ônus para estes - acordo que defina condições gerais e demais critérios a serem observados nessas operações. sindicatos também poderão firmar com os bancos acordo sobre condições gerais dos empréstimos. a edição da mp é um aceno do governo ao congresso, que - em outra mp, vetada em maio pela presidente dilma rousseff - tentava alterar esse limite de 30% para 40%. a iniciativa faz parte das negociações da equipe econômica e do vice-presidente da república, michel temer, para aprovação do ajuste fiscal. fonte: estadão por luci ribeiro
07/07/2015

Índice de Confiança do Setor de Seguros fecha o semestre em queda

  segundo pesquisa da fenacor, confiança na economia está em baixa, mas ainda há oportunidades de negócios para recuperação, no segundo semestre. o índice de confiança e expectativas do setor de seguros (icss), calculado a partir de pesquisa realizada pela fenacor (federação nacional dos corretores de seguros privados e de resseguros, de capitalização, de previdência privada, das empresas corretoras de seguros e de resseguros), teve queda no mês de junho, fechando em 71,6%. após dois meses de aumento, houve uma variação negativa de 4,4%.  indicador fev.15 mar.15 abr.15 mai.15 jun.15 ices 71,7 70,4 74,1 75,5 71,9 icer 66,7 66,2 71,4 71,6 71,4 icgc 74,5 69,9 74,8 77,5 71,5 icss 70,9 68,8 73,4 74,9 71,6 o icss é um indicador mensal que mede a confiança do setor de seguros no brasil. esse indicador é o resultado de três variáveis: ices (índice de confiança e expectativas das seguradoras), icer (índice de confiança e expectativas das resseguradoras) e icgc (índice de confiança das grandes corretoras). no semestre, na comparação entre dezembro de 2014 e junho de 2015, o índice teve variação de -13,7%. em dezembro, a pesquisa entre as empresas mostrou um percentual de 82,9%. todos os indicadores componentes do cálculo tiveram queda, no mesmo período. o icgc (índice das grandes corretoras) marcou variação de -18,4%, a maior queda percentual. indicadores no semestre   dez/14 jun/15 var % ices 86,4 71,9 -16,7% icer 75,3 71,4 -5,3% icgc 87,6 71,5 -18,4% icss 82,9 71,6 -13,7% cada índice da tabela acima reflete a visão de três segmentos do setor de seguros: seguradoras (ices), resseguradoras (icer) e corretoras (icgc). o índice é calculado de 0 a 200, em pesquisa com 100 companhias do setor. segundo o economista e consultor da fenacor, francisco galiza, a queda de 13,7 pontos percentuais no icss no semestre é um reflexo da instabilidade econômica do período no brasil. a situação da economia continua difícil. “é um momento de cautela e observação. no cenário macro, para o segundo semestre, tudo dependerá de questões como controle da inflação e volta do crescimento. e, para o setor de seguros, de observar também novas oportunidades", analisa. um exemplo, segundo galiza, do cenário atual de mudanças é o setor de automóveis, responsável por 45,9% dos novos contratos de seguros e que manteve queda nas vendas. “para 2015, a estimativa atual é um decréscimo de 20% na venda de veículos zero. este resultado impactará o setor de seguros, mas é possível termos bons resultados se houver uma compensação com venda de outros produtos”, explica.  84% das resseguradoras não esperam crescimento da economia no mês de junho, em relação ao crescimento da economia, 84% das resseguradoras acreditavam num segundo semestre pior ou muito pior que o primeiro. entre as seguradoras, o índice registrou 82%, sendo que nenhuma empresa do segmento acredita em melhora.  avaliação (%) seguradoras corretoras resseguradoras muito melhor 0 0 0 melhor zero 5 8 igual 18 19 8 pior 60 57 76 muito pior 22 19 8 total 100 100 100   rentabilidade para seguradora e resseguradora mais favorável  focando em rentabilidade, a pesquisa mostra boas expectativas para as seguradoras: 60% delas esperam um segundo semestre um pouco melhor. o mesmo ocorre para 54% resseguradoras. isto se explica porque estes dois tipos de empresas possuem suas reservas em aplicações, que rendem juros, o que permite certa compensação, mesmo havendo queda com a receita. o mesmo não acontece com as corretoras, que lucram apenas sobre as vendas: ou seja, 57% esperam piora. avaliação (%) seguradoras corretoras resseguradoras muito melhor 0 0 0 melhor 9 10 0 igual 51 33 54 pior 40 57 46 muito pior 0 0 0 total 100 100 100   faturamento tende para a manutenção da situação atual entre seguradoras e resseguradoras, a maior expectativa quanto ao faturamento é a de manutenção, mas com leve tendência de baixa. em seguradoras, 56% das empresas esperam continuidade e 9% alguma melhora. avaliação (%) seguradoras corretoras resseguradoras muito melhor 0 5 0 melhor 9 10 0 igual 56 38 62 pior 35 47 38 muito pior 0 0 0 total 100 100 100 fonte: portal nacional de seguros por jaqueline moraes
16/06/2015

PECÚLIO COM SEGURO

  agora sua família tem a cobertura ideal a aspecir previdência e a união seguradora em busca do produto que melhor possa atender a seu público, lançam no mercado o pecúlio com seguro. o novo produto oferece uma ampla cobertura com a facilidade do desconto em folha de pagamento. você que é servidor da siape, marinha, aeronaútica, ipe-rs e gov-rs, agora pode ter em um só produto as seguintes coberturas para a sua família: morte qualquer causa (mqc) morte por acidente (ma) invalidez parcial ou permanente (ipa) auxílio funeral familiar (aff) auxilio alimentação (aa) pecúlio de vida entre em contato com o seu corretor e faça já o seu pecúlio com seguro.
15/06/2015

Poupar cedo garante faculdade dos filhos

  a folha de são paulo publicou, nesta segunda-feira, matéria de gilmara santos e toni sciarretta, referente a formas de investimentos que possibilitam custearem a universidade para os filhos. a previdência privada é uma opção com benefício fiscal. confira a matéria na integra...
29/05/2015

Projeto de lei nacional torna obrigatória carteira de identificação para corretor de seguros

  lucas vergilio, deputado federal. divulgação (2)o deputado federal lucas vergílio (sd-go) apresentou o projeto de lei 1.700/2015, que altera a lei 4.594/64, a qual regula a profissão do corretor de seguros. a proposta foi apresentada nesta quarta-feira, dia 27, na câmara dos deputados, e visa atualizar a legislação sobre a profissão em vias de completar 51 anos de existência. o projeto de lei pretende tornar obrigatória, novamente, a emissão de uma carteira de identidade profissional de corretores de seguros (pessoas físicas), além das autorizações para funcionamento (pessoas jurídicas).  hoje, essa identificação é feita apenas no site da susep, mas, sem um documento de identificação específico como o de muitos conselhos profissionais brasileiros. pela proposição apresentada, as identidades deverão ser emitidas em cartão inteligente (smart card), ou similar, e expedidas pelo órgão fiscalizador de seguros (susep), após a concessão do respectivo registro. os documentos de identificação emitidos terão prazo de validade de, no mínimo, três anos.  se aprovada, a lei favorecerá ao recadastramento de corretores de seguros, capitalização, previdência privada e microsseguros. o mercado de seguros dobrou de tamanho na última década com a ampla difusão da cultura do seguro para a sociedade. hoje, pelas informações disponibilizadas pela susep, estima-se 80 mil corretores de seguros registrados em todo o território nacional, o que não garante que estejam em plena atividade, pois muitos corretores se afastam da profissão, além de outros por motivos de cancelamento de registro, impedimentos legais e falecimento, assim como baixa de registro de pessoas jurídicas. segundo o autor do projeto, lucas vergílio, os corretores de seguros sofrem com normas equivocadas e perdem o direito de ter um documento profissional. “esta é uma ferramenta indispensável para identificá-lo e comprovar para a sociedade a capacidade para cumprir sua missão”, declara. se aprovada, a lei proibirá outras formas de comprovação de registro para corretores. caberá à fenacor e aos sincors manterem registro dos corretores e respectivos prepostos, habilitados e registrados, cujo arquivo eletrônico completo e respectivo banco de dados deverão ser fornecidos pelo órgão fiscalizador de seguros, ou por quem este autorizar, mediante celebração de convênio, para fins, inclusive, de divulgação em seus sítios eletrônicos, preservadas as informações de caráter sigiloso.”. outra vantagem da lei é o fato de que os novos documentos, emitidos em cartão inteligente (smart card), permitirão que os corretores façam certificação digital. desta forma, os corretores terão mais segurança no seu relacionamento com as seguradoras, assim como com a receita federal. este fato facilitará questões de ordem fiscal e previdenciária da administração dos negócios. há ganho em modernidade e agilidade nas atividades de gestão. vale citar que não haverá mais a necessidade de emissão de certidões, periodicamente, como acontece nos dias atuais. “o corretor de seguros se ressente da necessidade de ter a sua identidade profissional, que é utilizada e exibida com frequência, quando ele vai realizar negócios e precisa comprovar, junto ao cliente, a sua habilitação e registro no órgão competente. é hora de mudar esta realidade”, finaliza o autor do projeto de lei, lucas vergílio. fonte: fenacor
25/05/2015

Ciência Atuarial tem ganhado destaque em casos de previdência complementar

  a lei complementar 109/01, que rege a previdência complementar brasileira, estabelece, em seu artigo 18, a necessidade de prévio custeio e a rigorosa observância de equilíbrio financeiro e atuarial para a concessão ou majoração de benefícios previdenciários. o superior tribunal de justiça, a quem compete zelar pela autoridade da legislação federal, já definiu que, em matéria de fato que exige o esclarecimento sobre o equilíbrio financeiro e atuarial do plano de previdência complementar, a prova pericial é indispensável (recursos especiais 1.337.616/rs e 1.345.326/rs, de relatoria do ministro luís felipe salomão). a prova pericial destina-se a comprovar um fato que depende de conhecimento especializado (artigo 420 do código de processo civil — cpc). a  pedido da parte ou por iniciativa própria, o juiz poderá nomear um perito, o qual se incumbirá de produzir um laudo técnico, a partir de quesitos formulados pelas partes. a perícia técnica tem por objetivo auxiliar o juiz com um conhecimento especializado que ele não possui, de modo a lhe dar condições objetivas para que tome a melhor decisão possível, formando seu convencimento a partir da comprovação dos fatos. a ciência atuarial tem sido fundamental para a correta estruturação de planos capitalizados de previdência complementar, pois permite a elaboração de projeções estatísticas capazes de mensurar a ocorrência de fenômenos como invalidez, sobrevivência e morte. para o gerenciamento do risco relativo à longevidade, os atuários são indispensáveis. no famoso livro desafio aos deuses — a fascinante história do risco, de peter bernstein, conhecemos a importância dos atuários na história humana. no site da tradicional society of actuaries (www.soa.org), organização profissional norte-americana, podemos mergulhar nos ricos debates sobre a longevidade e seus múltiplos impactos — e desafios — para a previdência e para a saúde, extraindo dali a noção de que as fronteiras da sobrevivência do ser humano são móveis e continuarão a se alargar.  o instituto brasileiro de atuária (iba), cuja história se confunde com a própria trajetória da previdência complementar no brasil, tem sido um fórum de agremiação dos atuários que promove debates e encontros qualificados sobre temas ligados à previdência privada, seguro e saúde suplementar. em uma sociedade como a nossa, marcada pela velocidade e pelo dinamismo, a busca de previsibilidade é um desafio cada dia maior, especialmente para os que administram planos de previdência complementar, já que previdência é “pré-vidência”, é “pré-visão”, ou seja, é antever acontecimentos objetivando a minimização de riscos futuros. nesse contexto, a ciência atuarial tem ganhado destaque, pois o atuário é o profissional versado em matemática e cálculos probabilísticos que auxilia os dirigentes de fundos de previdência privada a projetar o montante das obrigações previdenciárias, com base em hipóteses atuariais e, dessa forma, quantificar o valor das contribuições que deverão ser vertidas para suportar os compromissos de proteção social no longo prazo. de acordo com a anteriormente mencionada orientação jurisprudencial do stj, tem-se o reconhecimento da importância da manifestação técnico-atuarial em controvérsias relativas à previdência complementar, a qual é marcada pelo mutualismo e associativismo, como bem destacou recentemente o ministro joão otávio de noronha (agrg no aresp 529.474/sc). por fim, é oportuno lembrar que os advogados das entidades fechadas de previdência complementar, em conflitos ligados à concessão ou majoração de benefícios, podem apresentar em juízo, já na primeira oportunidade de manifestação nos autos do processo, laudos atuariais ou documentos elucidativos sobre questão de fato, especialmente sobre o equilíbrio financeiro e atuarial do plano previdenciário, nos termos do artigo 427 do cpc, independentemente do requerimento de prova pericial, pois este material pode contribuir, desde logo, para a melhor compreensão do tema pelo julgador. fonte: consultor jurídico por ana carolina ribeiro de oliveira mendes e adacir reis
20/05/2015

Entenda a diferença entre seguro de vida individual e coletivo

  por mais que a gente planeje nosso orçamento, imprevistos sempre acontecem. é um encanamento que precisa de manutenção, um arranhão no carro que você acabou de comprar, um eletrodoméstico que precisa de reparo. o seguro de vida é uma forma de se proteger financeiramente contra inúmeros imprevistos que podem acontecer durante a vida. ajuda a garantir as condições necessárias para arcar com diferentes despesas. pode auxiliar no sustento dos dependentes por um período até o reestabelecimento das finanças, ou prover renda se a pessoa ficar impossibilitada de gerá-la por algum tempo ou mesmo pela vida inteira.   além das inúmeras opções de benefícios que podem ser adquiridos e adaptados às necessidades de cada um, existem diferenças nos prazos de vigência dos planos dependendo do tipo de apólice. a principal diferença é entre os seguros de vida individuais e os coletivos. é fundamental atentar para ela na hora da contratação, pois determinará a forma como você protegerá o que precisa.  o seguro de vida individual envolve duas partes: a seguradora e o segurado. uma vez contratado, o cancelamento tem que ser negociada previamente com o cliente. se a escolha for pela cobertura vitalícia, por exemplo, significa que a validade da proteção financeira é para a vida toda, ou seja, apenas o segurado pode cancelar o seguro, cumpridas as regras previstas no plano. já uma apólice de vida em grupo conta com a figura do estipulante, que é o representante dos segurados. é ele quem assina contrato com a seguradora e inclui quantas pessoas quiser na apólice, que, ao contrário do seguro de vida individual, é sempre renovada de tempos em tempos. neste momento, tanto a seguradora, quanto o estipulante têm o direito de não renovar o contrato. ambas as soluções têm a sua utilidade e foram criadas para funções diferentes. enquanto a apólice de seguro de vida individual, como o próprio nome diz, é a melhor opção para o indivíduo que quer proteger financeiramente a si ou seus dependentes, a apólice de vida em grupo é a melhor para empresas que queiram oferecer esse benefício aos seus funcionários, por exemplo. para aproveitar todos os benefícios que uma proteção financeira pode proporcionar, é importante estar bem informado sobre as coberturas e, principalmente, sobre as condições e a vigência do plano para não ser pego de surpresa. fonte/autor: portal nacional de seguros por erica ramos

Seguro de vida é plano de risco que mais cresce em razão da violência


13/03/2019
Prêmio direto para a modalidade sobe 24% em 2018, totalizando uma arrecadação que ultrapassou R$ 3,2 bilhões.
O número de homicídios no Brasil bateu seu recorde histórico em 2016, chegando a 62,5 mil ocorrências ao ano, segundo o Atlas da Violência 2018, elaborado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
Quase 26% superior em relação a uma década atrás, o índice é uma das razões mais expressivas do aumento na contratação de coberturas de risco pelo brasileiro, de acordo com o especialista Cláudio Moreira, fundador da Melhor Seguros.

Houve um crescimento de aproximadamente 24% no prêmio direto (valor das contratações) para seguros de vida individuais entre janeiro e novembro do ano passado, totalizando uma arrecadação que ultrapassou os R$ 3,2 bilhões.

No mesmo período de 2017, o acumulado foi de R$ 2,6 bilhões, conforme aponta um levantamento da FenaPrevi, com base em dados da Susep. “O medo de deixar os filhos desamparados durante a faculdade, o cônjuge sem meios para reestruturar a vida ou até mesmo um integrante de um casal LGBTQ+ que não esteja legalmente casado sem recursos, são alguns dos motores desse mercado”, afirma Moreira.

Além do individual, o seguro de vida em grupo e a prestamista também apresentaram crescimentos expressivos: 6% e 20%, respectivamente. “O primeiro é voltado a funcionários de empresas, associações e sindicatos em caso de invalidez ou falecimento – natural ou causado por algum acidente; já o segundo, é direcionado à quitação de dívidas, principalmente financiamentos de veículos e imóveis”, explica o especialista. Ambas as modalidades de vida e a prestamista correspondem, juntas, a 69% do prêmio direto acumulado em 2018, que soma R$ 34,4 bilhões.

Por outro lado, o fundador da Melhor Seguros lembra que os planos de risco não são voltados exclusivamente a casos de falecimento, mas também permitem que o segurado possa se resguardar financeiramente em vida. “Há contratos que cobrem até doze tipos de doenças graves ou que impeçam o indivíduo de seguir carreira.

Uma vez comprovado o diagnóstico, a indenização é feita em vida”, diz. Entre essas doenças estão necessidade de transplante de órgãos, ataque cardíaco e todos os tipos de câncer.
“É recomendável, inclusive, que as mulheres contratem esse tipo de seguro em específico, devido aos altos índices de câncer de mama no Brasil”, lembra Moreira. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), esse tipo da doença representa 29% dos novos casos a cada ano no país.

Há quatro anos no comando da própria startup e com uma experiência de oito anos no mercado de seguros, Moreira observou a demanda por coberturas de vida crescer 30% em 2018, aumento que deve chegar a 45% até o final de 2019, prevê o especialista.

Fonte: Revista Apólice

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